Etiqueta: whisky

As 9 bebidas de maior consumo mundial

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A Marketing4food publicou recentemente uma contagem das bebidas mais consumidas no mundo, algumas são opções por todos conhecidas, enquanto que outras, pelo contrário são completamente desconhecidas em certos países.

1. Absolut: A bebida líder desta contagem e *a vodka mais consumida a nível mundial*. É de origem sueca e mantém a mesma apresentação desde que saiu para o mercado até hoje. Existem versões alternativas da Absolut com diferentes sabores.

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Absolut Vodka: Elaborada na Suécia, com 40º de graduação alcoólica. 4 pontos em 5 é a média das classificações atribuídas consumidores de Absolut Vodka na Uvinum.

 

2. Jack Daniels: A bebida n.º 2 da contagem. Um whisky muito popular no mercado português com sabor e aroma diferentes aos restantes. As vendas anuais desta marca ultrapassam os 2,38 milhões de dólares.

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Jack Daniel’s: Bourbon feito nos Estados Unidos com 40º de graduação alcoólica.

 

3. Baileys: Uma das marcas preferidas pelas mulheres de todo o mundo e a primeira a alcançar o êxito da combinação licor+creme.

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Baileys: Creme de whisky feito na Irlanda com 17º de graduação alcoólica.

 

 

4. Jägermeister Mast:

Licor de ervas com 35º de graduação alcoólica. O seu logótipo é uma cabeça de veado com uma cruz entre os chifres.

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Jägermeister: Licor de ervas produzido na Alemanha com 35º de graduação alcoólica. 

 

5. San Miguel: O gin mais vendido a nível mundial, cerca de 23,8 milhões de caixas anualmente.

Foi fundado por Carlos Palanca em 1902.

6. Captain Morgan: A marca de rum mais consumida no mundo. É produzida por Diageo e recebe o seu nome em honra do corsário do século XVII. As suas vendas ultrapassam os 10.5 milhões de caixas anuais.

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Captain Morgan Black Label 1L: um rum Encorpado originário de Jamaica com um grau alcoólico de 40º

 

7. Emperador:

Este brandy de origem filipina é conhecido pelo seu sabor doce que o torna um dos preferidos dos consumidores. Duplicou as suas vendas em menos de 1 ano com 10.10 milhões de caixas vendidas.

8. Red Star Er Guo: É um tipo de baijiu feito com sorgo, mas chamado vodka chinesa, pelos seus consumidores. A marca Red Star distribui várias versões desta bebida e, como tal, no mercado podem encontrar-se diferentes graduações alcoólicas, máximo 56%.

9. Soju Chum Churum: Bebida alcoólica elaborada na Coreia, existente há séculos, na Ásia, mantém-se entre uma das bebidas preferidas. As suas vendas rondam 24 milhões de caixas anuais.

 

O whisky em viagem espacial

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A famosa marca de whisky Suntory, a principal fabricante japonesa desta bebida, pretende iniciar estudos sobre o envelhecimento do destilado em condições de ausência de gravidade e com o objectivo de obter uma bebida mais suave.

A Suntory considera que ao não existir gravidade no espaço que influencie o movimento dos fluidos, as moléculas de água e de álcool podem unir-se com maior facilidade e portanto obter um sabor mais delicado.

Deste modo, no dia 16 de Agosto deste ano, a marca japonesa enviou para a Estação Espacial Internacional (EEI) 5 tipos de whisky para poder estudar o seu envelhecimento na ausência de gravidade.

O lançamento desta “encomenda” teve lugar no Centro Espacial de Tanegashima, localizado no Sudoeste do país. As amostras viajaram a bordo do veículo espacial HTV5 ou “Konotori 5” (cegonha branca) juntamente com 4,5 toneladas de abastecimento variado.

Esta experiência está a ser realizada com o apoio da Agência Espacial Japonesa (JAXA) no módulo experimental japonês da Estação Espacial Internacional, cuja alcunha é Kibo.

A Suntory vai utilizar dois grupos experimentais de licores destilados, cada um deles submetido a diferentes períodos de tempo. Um grupo volta ao planeta Terra em Setembro de 2016 e o outro vai passar pelo menos dois anos no espaço, segundo a publicação especializada The Spirits Business.

Em cada grupo, esta selecção de amostras de bebidas alcoólicas será armazenada na estação espacial, enquanto que outro conjunto idêntico será armazenado no Japão durante o mesmo período de tempo.

Desta forma, os efeitos do meio ambiente podem ser comparados no processo de envelhecimento. “Apesar de que os investigadores tivessem tido em conta várias perspectivas cientificas para explicar o mecanismo subjacente neste processo, não temos ainda uma visão completa de como ocorre realmente”.

Entre os whiskies enviados à EEI, encontram-se amostras de 10, 18 e 21 anos, assim como licores destilados não submetidos ao processo de envelhecimento.

A Suntory declarou que a bebida envelhecida no espaço não será vendida ao público, já que o seu objectivo é simplesmente experimental.

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The Yamazaki 18 Years: um uísque Single Malt originário de Japão com 43º de grau alcoólico. 

 

 

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Hibiki 12 anos: um uísque originário de Japão que tem 43º de teor de álcool. uísque classificado com 4 pontos sobre 5 segundo os utilizadores de Uvinum.

 

 

Whisky canadiano; de regular a bastante melhor

 TAGS:undefinedAinda que a nossa série de viagens verse quase sempre sobre vinhos, hoje é a vez do whisky canadiano. Durante muito tempo instalou-se a ideia, não se sabe se totalmente errada, de que os whiskies canadianos não possuíam grande qualidade. No entanto, algo parece ter-se modificado e graças aos novos tratamentos de estrutura complexa.

Antigamente, o whisky canadiano era catalogado por muitos como ligeiramente insípido, chegando a chamar-se “vodka castanho”, talvez devido às regras de produção, um pouco rígidas. Diz-se que este whisky “levava centeio” porque muitos dos destiladores começaram a utilizar um pouco de centeio numa bebida principalmente elaborada à base de milho.

Mas tal como já foi referido, alguma coisa está a mudar na elaboração do whisky canadiano, que agora recebe tratamentos à base de carvalho e testes de barril.
É necessário acrescentar que, de certo modo, esta modificação se relaciona com o papel que os EUA sempre desempenharam na história do Canadá. Para além da proximidade geográfica e de ser o maior comprador de whisky canadiano, as corporações dos EUA são proprietárias de várias das marcas de maior prestígio.

Alguns dos whiskies canadianos:

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Canadian Club 1L: Whisky Blend das Destilarias Hiram Walker & Sons do Canadá com 40º de graduação alcoólica. Ganhou uma pontuação de 4,6, sobre 5, atribuída pelos utilizadores da Uvinum.

 

 

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Canadian Club Classic 12 Years 1L: Whisky do Canadá com 40º de graduação alcoólica. Os utilizadores da Uvinum classificaram este whisky com 4 pontos em 5.

 

 

Cocktail Rob Roy

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Para os apreciadores de cocktails com whisky, hoje apresentamos um cocktail com passado histórico : )

O cocktail Rob Roy mistura whisky escocês e presta homenagem ao escocês Robert Roy MacGregor, Rob Roy, ou mais vulgarmente conhecido como Robin Hood escocês. Consta que foi elaborado pela primeira vez no bar do hotel Waldorf Astoria e graças ao peso do nome Rob Roy tornou-se popular em todo o mundo.
Como nota adicional, referimos que não existem muitos cocktails elaborados com whisky escocês, já que este é habitualmente mais forte.

Ingredientes:

  • 2 onças de whisky escocês.
  • 3/4 de onça de vermute italiano rosso.
  • 1 pingo de angostura ou bitter.
  • Gelo.
  • Cereja ou casca de laranja.

Preparação:
Extremamente fácil de preparar. Deitar os ingredientes, e muito gelo, num copo misturador. Servir numa taça de cocktail bem fria e decorar com uma cereja ou uma casquinha de laranja.

Variações:

Algumas das variações do cocktail Rob Roy permitem substituir ingredientes como por exemplo introduzir uma parte de vermute seco e outra de vermute doce, no entanto, é preciso sublinhar que a melhor combinação é a do vermute rosso com whisky escocês.

Recomendações:

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Lagavulin 16 Anos é um uísque Single Malt de Escócia que tem um volumen de álcool de 43º. Os utilizadores de Uvinum dão a Lagavulin 16 Anos 4,1 pontos de 5.

 

 

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Hibiki 12 anos: – Os japoneses conseguiram elaborar whiskies excepcionais e de estilo escocês…

Os 20 segredos de um barman

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Para quem pretende converter-se num grande barman, seja para deslumbrar os convidados em casa ou por necessidade profissional, aqui ficam alguns conselhos para garantir o êxito.

  1. Conhecer bem cada ingrediente com o qual se trabalha (*whisky*, vodka, rum,etc…). Além das *receitas dos cocktails* tradicionais, é fundamental não deixar morrer a curiosidade e avaliar novas opções para oferecer aos clientes.
  2. Trabalhar com rapidez e sobretudo com serenidade, mesmo quando a quantidade de pedidos é assustadora.
  3. Servir os *destilados com mais qualidade* em vez de grandes quantidades de má qualidade. Um bom barman sabe que tem uma responsabilidade com os clientes.
  4. A simpatia e o saber receber reconfortam. O segredo para que os clientes voltem é criar uma boa relação com eles.
  5. É agradável voltar a um sítio onde se lembram do teu nome. É importante recordar os nomes dos clientes habituais, quando acontece, eles voltam e trazem amigos. 
  6. A discrição na relação com os clientes é fundamental.
  7. Manter a ordem e a limpeza onde trabalhamos facilita e melhora o ritmo de trabalho.
  8. Explicar cada cocktail aos convidados ou clientes ajuda-os a escolher mais de acordo com aquilo que preferem.
  9. Gostar daquilo em que se trabalha gera um ambiente único, a alegria e a colaboração na equipa de trabalho reflecte-se nos clientes.
  10. A tua apresentação é o cartão de visita do bar ou da festa em que trabalhas…
  11. É necessário verificar se os clientes estão satisfeitos e querem mais um cocktail, sem insistência, com subtileza e simpatia.
  12. Um cocktail com um sorriso é sempre bem-vindo…
  13. Quando não há muitos pedidos é sempre possível conversar com os clientes, mas é importante não esquecer que estamos a trabalhar.
  14. Aprender gastronomia ou aprofundar conhecimento nessa área sempre será útil.
  15. Aprender novas línguas é sempre uma ferramenta útil, neste ou qualquer outro ofício onde a comunicação é fundamental.
  16. Serenidade, acima de tudo.
  17. Organizar o lugar dos ingredientes que se utilizam nos cocktails permite fazer caminhos curtos, melhorar o ritmo e a rapidez do trabalho.
  18. Cada cocktail possui uma medida correcta para cada ingrediente, assim como a sua qualidade… Um cocktail diz muito sobre a reputação de quem o elabora…
  19. A velocidade e eficiência no trabalho de um barman é importante.
  20. Ouvir um cliente é um dos segredos de um barman…

Hoje recomendamos:

 

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Martin Miller’s Gin: elaborado com água de glacial da Islândia…um dos gins mais puros do mercado.

 

 

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Hibiki 12 anos: o whisky japonês subiu de nível, talvez por seguir a tradição escocesa?

 

 

Como reconhecer se um whisky é bom

 TAGS:undefinedEm relação ao whisky existe uma série de preferências que vão desde a escolha da compra ao momento de o servir e saborear. Como é sempre bom conhecer a opinião dos peritos, pode ser útil ler estes conselhos de modo a poder reconhecer um bom whisky e a poder saboreá-lo.

Muitas pessoas desfrutam pouco da qualidade do whisky, uma vez que os misturam com refrescos com açúcar onde as características da bebida passam desapercebidas. Segundo Xavier Monclús, instrutor de degustação para a Europa de Louis Vuitton Möet Hennesy Spain (LVMH) existem códigos para diferenciar e saborear um bom whisky.

Aroma: Quando o nariz se aproxima do whisky não deve cheirar exageradamente a álcool, de modo a podermos receber todos os outros aromas característicos desta bebida. O cheiro exagerado a álcool revela imediatamente a baixa qualidade do whisky.

?Quando nos aproximamos do whisky, a primeira coisa a comprovar é a qualidade da integração alcoólica, não deve cheirar ofensivamente a álcool?. – afirma Monclús.

Sabor: Tal como acontece com o aroma, o sabor do primeiro gole de whisky é aquele que define a nossa percepção do seu paladar. Independentemente do teor alcoólico, não deve ser sentida ?anestesia? ou irritação ao nível da boca e devido ao álcool.

?Ainda que o álcool esteja mais presente em boca do que no nariz, se beberes um whisky em que a presença de álcool é de tal modo elevada que te irrita a boca e a anestesia, significa que já não podes saborear o whisky?.

– Monclús.

Preço: Se bem que existe uma crença generalizada de que: os whiskies mais caros têm maior qualidade já que gozam de uma boa reputação; vale a pena investir um pouco mais e comprar um whisky de malte de 10 ou 12 anos em vez de um blend . Também é importante cuidar a nossa saúde. Porque tal como indica Monclús

?É preferível beber pouco e bom do que muito e barato. Só possuímos um fígado, portanto, é melhor que aquilo que entre no nosso corpo seja da melhor qualidade possível. Os maus produtos apenas nos trazem problemas, problemas de fígado e problemas no dia seguinte?.

Qual é o teu whisky preferido? Qual recomendas? Hoje, nós queremos deixar duas recomendações fundamentais:

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Monkey Shoulder, um dos melhores whiskies para os apreciadores escoceses.

 

 

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Laphroaig 10 Years: as suas notas de madeira e turba convertem-no em um dos whiskies mais aromáticos

 

5 cocktails que certamente vais adorar para a festa do Natal

Com o Natal à porta hoje pretendemos partilhar contigo alguns dos melhores cocktails para que os possas saborear com os amigos e a família. São 5 cocktails que certamente vais adorar e também nos atrevemos com outros, destinados aos membros mais pequenos. Qual escolhes?

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Cocktail Clericó

Este cocktail é perfeito para a festa do Natal. É feito com um licor suave e muita fruta, oferece um sabor delicado e está indicado para todas as idades.

Ingredientes:

  • Vinho branco
  • 1 litro de água mineral com gás
  • Maçãs cortadas sem casca
  • Laranjas em gomos
  • Uvas pretas e brancas
  • Melão cortado e macerado em açúcar
  • 300 gr de ananás cortado
  • 300 gr de açúcar

Elaboração:

  1. Lavar e cortar a fruta em pequenos pedaços.
  2. Deixar as frutas macerar em açúcar durante 12 horas.
  3. Adicionar o vinho branco aos restantes ingredientes.

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Campo Nuevo Blanco 375ml 2010

 

 

Cocktail Daikiri

Este cocktail com morangos e limão pode ser o aperitivo ideal para o Natal. A presença do rum torna-o extremamente saboroso.

Ingredientes:

  • Gelo
  • Limão
  • Açúcar
  • 200 gr de morangos
  • 50cl de Rum branco
  • Menta fresca

Elaboração:

  1. Colocar o gelo, o limão e o açúcar no copo misturador.
  2. Liquefazer até o gelo ficar bem triturado.
  3. Juntar os morangos cortados.
  4. Adicionar o rum e liquefazer até obter uma mistura granizada.

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Wray & Nephew White Overproof

 

 

Cocktail Aperitivo de Natal

Apesar de ser um cocktail que se serve morno, pode ser acompanhado por champanhe gelado se pretendemos uma bebida mais fresca.

Ingredientes:

  • 20 cl de licor de bitter
  • 50 cl de champanhe
  • 1 cereja de marasquino

Elaboração:

  1. Misturar o licor bitter e o champanhe
  2. Servir em copo flute e decorar com a cereja.

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Campari

 

 

Champanhe tutti-frutti

Receita ideal para festas já que é agradecidamente refrescante após as abundantes refeições de Natal. Também podem ser utilizados outros sabores de gelado.

Ingredientes:

  • 1 L de champanhe ou cava.
  • 1 L de gelado tutti fruti (ou outro sabor).

Elaboração:

  1. Colocar o champanhe e o gelado no frigorífico um dia antes
  2. Ao servir, colocar na 2 bolas de gelado na taça e completar com champanhe

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Reymos

 

 

Ponche de baunilha

Este cocktail é feito com ponche de leite, canela, baunilha e whisky. É cremoso e de sabor muito agradável.

Ingredientes:6 ovos

  • 1 L de leite
  • 6 colheres de baunilha
  • 1 pacote de pudim rápido
  • 1/2 pau de canela
  • 1/2 vagem de baunilha
  • 1/2 copo whisky

Elaboração:

  1. Aquecer o leite com o pau de canela e o whisky preferido.
  2. Bater os ovos com o açúcar até obter uma massa esbranquiçada.
  3. Quando o leite ferver, adicionar o pudim rápido desfeito previamente num pouco de leite.
  4. Apagar quando a mistura se torne espessa e deixar repousar até que o leite arrefeça.
  5. Adicionar os ovos gradualmente ao leite e não deixar de mexer com uma colher.

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Bell’s

 

 

Que tal? Esperamos que estes cocktails tornem a festa de Natal ainda melhor!

Como reconhecer se um whisky é bom (II)

 TAGS:undefinedSeguindo a linha do nosso primeiro artigoComo reconhecer se um whisky é bom (I) – e porque a informação é sempre bem-vinda e pretendemos que possam saborear os vossos whiskies do melhor modo, hoje continuamos a dar alguns conselhos sobre esta bebida, para dar uma ajuda na escolha da compra e como servi-lo. A companhia para o saborear fica à vossa responsabilidade.

Simples ou não: Se o teu whisky preferido é simples, talvez te interesse a saber a opinião de Xavier Monclús, que afirmou recentemente, numa sessão de prova, que o whisky sofre uma surpreendente e agradável mudança quando lhe adicionamos água, passando ao estado de ?mistura estática?. Com gelo, o whisky passa a ser uma mistura dinâmica, a bebida evolui à medida que o gelo derrete.

Em relação às misturas, existe um conselho importante: evitar os refrescos/refrigerantes com açúcar. ?Claro que o whisky se pode misturar, porém, nunca com refrigerantes que contenham açúcar. Existem excelentes cocktails com água tónica, água com gás…depende da situação. Habitualmente, num restaurante, toma-se o whisky simples ou com água, mas à noite (já se sabe que as noites podem ser longas) é melhor não misturar com bebidas que contenham açúcar? – Declara Monclús. ?O whisky com água, ou água com gás, nunca será responsável pela dor de cabeça e a ressaca do dia seguinte?.

Etiquetas e idade: A etiqueta do whisky contém informações importantes, tais como; o ano de origem, a composição e em que tipo de madeira envelheceu. Em relação à idade de um whisky, Monclús recorda que ? existem whiskies muito velhos e caros que não têm boa qualidade. Geralmente o Whisky atinge o seu apogeu com 10 ou 12 anos, depois vai perdendo qualidade até chegar ao seu final, por volta dos 25 anos, ou seja, nada de whisky de 50 anos?.
Blended ou Single malt: Normalmente, os single malt são de boa qualidade mas também existem boas experiências com os blend. ?Existem excelentes blends, como o Bailie Nicol Jarvie ou o DYC de 8 anos, que tem óptima pontuação e é um whisky a ter em conta, ainda que Espanha não seja produtor de whisky?.
Aditivos: O melhor é evitar whiskies com presença de aditivos como o caramelo, normalmente são utilizados para disfarçar a presença de álcool.
Temperatura: Ao servir, para poder apreciar verdadeiramente as suas características, o whisky deve estar entre 10 e 18ºc.
Barris de carvalho anteriormente utilizadas para Xerez ou Porto: Segundo Monclús, o uso destes barris na maturação do whisky deve ser feito durante 2 anos, depois do destilado já ter 10 anos de envelhecimento em barril de bourbon e não desde o início, para evitar sabor a enxofre.
Água: A água utilizada para misturar no whisky tem uma influência de cerca de 10% no resultado final.

Dois whiskies que queremos recomendar:

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Talisker 10 Years, a melhor relação qualidade-preço

 

O café irlandês

 TAGS:O café irlandês é um cocktail criado nos anos 40 devido (agradecidamente) ao atraso de um voo da Pan American. O seu autor, Joe Sheridan, devido ao frio, adicionou whisky da Irlanda ao seu café e apresentou-o como Café Irlandês.

Ingredientes:

  • 30ml de whisky da Irlanda, como Jameson, ou Bushmills Original.
  • 1 chávena de café
  • Natas
  • Açúcar amarelo
  • Canela moída
  • Café moído para decorar

Elaboração:
Passo 1:
Se tens uma cafeteira podes aquecer o copo com o vaporizador, de contrário, pode-se deitar água quente no copo até que este adquira a temperatura desejada.
Passo 2:
Mistura o whisky com o açúcar e aquece-o num tacho, confirma que o açúcar se dissolve no whisky, depois podes servir no copo previamente aquecido.
Passo 3:
Com muito cuidado, deita o café no whisky com açúcar, podes entornar lentamente com a ajuda de uma colher ou deixando o café correr pelas paredes do copo.
Passo 4:
Bate as natas antes de as colocar no copo, se preferires mais espuma, se não forem batidas, as natas devem ser adicionadas gradualmente com a parte de trás de uma colher.
Para decorar o café irlandês podes polvilhar um pouco de canela, ou café moído, no bordo do copo humedecido. Tudo depende do gosto : )

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Tullamore Dew 1L

 

 

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Black Bush 1L

Tipos de whisky

 TAGS:Como já se sabe, o whisky é uma bebida destilada de cereais e a sua origem é irlandesa e escocesa. Dizem que remonta à época dos celtas, ainda que os primeiros documentos que registam a sua elaboração datam do séc. XV.

É uma das bebidas alcoólicas mais consumidas em todo o mundo e em redor da sua produção e degustação desenvolveu-se uma autêntica cultura, tal como a do vinho na zona Sul da Europa.
Se pretendemos classificar o whisky em diferentes tipos um dos critérios chave diz respeito à sua proveniência, já que, dependendo do lugar de produção, a matéria prima pode variar bastante. O mesmo se verifica no processo de elaboração, no qual podem ser utilizadas técnicas distintas, que têm uma consequência directa no aroma, envelhecimento e conservação desta bebida.

Deste modo, podem ser distinguidas as seguintes categorias:

Entre os de proveniência escocesa encontramos distintas variedades: o whisky de grão, de cevada sem malte e milho, envelhecido no mínimo durante 4 anos; o whisky de malte, habitualmente o mais apreciado, é inteiramente elaborado com malte de cevada e envelhecido em barris de madeira de carvalho que anteriormente tenham guardado Xerez ou Bourbon; o blended, é fruto da mescla dos dois anteriores em diferentes proporções, o que alcança variedade de aromas e sabores com diferentes características.

O irlandês, a nível da elaboração, é similar ao de malte com a diferença de que é destilado três vezes, utiliza uma parte de cevada sem malte e malte seco com carvão, no lugar da turfa, como é o caso do whisky escocês. O resultado é uma bebida com um sabor mais marcado e grande personalidade.
Quanto aos americanos, o mais conhecido é o bourbon, elaborado com milho, malte de cevada e centeio. Destacam-se as variedades rye (centeio), corn (milho), tennessee (semelhante ao bourbon mas com maior presença de milho) e canadian, elaborado com malte de centeio, e, em menor proporção cevada e milho.
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