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7 mitos sobre o whisky

 TAGS:undefinedProvavelmente, o whisky seja o destilado por excelência, aquele de que mais se fala e, como tal, sobre o qual se fabricaram mais falsos conceitos. Esclarecer alguns dos mitos criados em volta desta bebida, talvez e ajude a saboreá-la mais e melhor.

1. Deve beber-se puro. Entender que o whisky possui quarenta graus de álcool, ajuda também a entender a necessidade de lhe adicionar um pouco de água. Depois de 3 whiskies, as nossas pupilas gustativas “adormecem” e perdemos o sabor da bebida.
Nem todos os whiskies devem ser bebidos em copo e sem gelo e isto depende do modo como envelheceu. Existem whiskies bastante fumados, de forte aroma e sabor, que “pedem” realmente uma pedra de gelo.

2. Quanto mais caro, melhor. A nossa principal recomendação é que prove todos os tipos de whisky e só então, depois, escolha aquele de que mais gostar. Quanto mais velho o whisky, mais caro, isso também não significa que este é o único indicador de qualidade, já que existem whiskies muito agradáveis, a bom preço e com muito pouco tempo de barril. Tudo é uma questão de saber escolher o whisky.

3. Deve beber-se rapidamente. Para saborear o whisky não é necessário que seja em grande quantidade nem bebido rapidamente. Ao contrário da tequila ou da aguardente, o whisky deve ser bebido devagar, saboreado…

4. Não deve ser bebido em copos. Apesar de que a algumas pessoas possa parecer estranho, os escoceses já há muito tempo que bebem o seu whisky nos chamados quaich (tigela com duas asas, normalmente feito de prata, alumínio ou madeira).

5. O whisky é para aquecer. Na Colômbia, por exemplo, é habitual beber whisky para refrescar, enquanto que na Escócia, bebe-se para aquecer. É só uma escolha ou uma questão de gostos…

6. O whisky barato dá ressaca. O whisky barato tem a mesma graduação alcoólica que o whisky caro, porém, se lhe adicionarmos hiperactividade, desgaste físico, desidratação, exaltação mental e velocidade a beber, e ainda uma má alimentação, sim, pode dar ressaca. Se o whisky for tomado enquanto se come e acompanhado por uma boa conversa, também se bebe menos. No entanto há diferenças entre os whiskies single malt e os blend (com malte e cereais). Quimicamente está comprovado que os single malt dão menos ressaca, já que têm menor concentração de açúcar.

7. Não se pode harmonizar com whisky. Não se harmoniza apenas com vinho. Um whisky de 12 anos, por exemplo, doce, frutado ou fresco e com toques de amêndoa, combina com os sabores frescos do cebiche, o atum tártaro ou mesmo polvo na brasa. Alguns escanções recomendam que seja bebido com um pouco de água e gelo se pretende harmonizá-lo.

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Hibiki 17 years: um uísque Blended feito em Japão que tem 43º de álcool.

 

 

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Lagavulin 16 Anos: um uísque Single Malt originário de Escócia com 43º de teor de álcool.

 

 

Como reconhecer se um whisky é bom

 TAGS:undefinedEm relação ao whisky existe uma série de preferências que vão desde a escolha da compra ao momento de o servir e saborear. Como é sempre bom conhecer a opinião dos peritos, pode ser útil ler estes conselhos de modo a poder reconhecer um bom whisky e a poder saboreá-lo.

Muitas pessoas desfrutam pouco da qualidade do whisky, uma vez que os misturam com refrescos com açúcar onde as características da bebida passam desapercebidas. Segundo Xavier Monclús, instrutor de degustação para a Europa de Louis Vuitton Möet Hennesy Spain (LVMH) existem códigos para diferenciar e saborear um bom whisky.

Aroma: Quando o nariz se aproxima do whisky não deve cheirar exageradamente a álcool, de modo a podermos receber todos os outros aromas característicos desta bebida. O cheiro exagerado a álcool revela imediatamente a baixa qualidade do whisky.

?Quando nos aproximamos do whisky, a primeira coisa a comprovar é a qualidade da integração alcoólica, não deve cheirar ofensivamente a álcool?. – afirma Monclús.

Sabor: Tal como acontece com o aroma, o sabor do primeiro gole de whisky é aquele que define a nossa percepção do seu paladar. Independentemente do teor alcoólico, não deve ser sentida ?anestesia? ou irritação ao nível da boca e devido ao álcool.

?Ainda que o álcool esteja mais presente em boca do que no nariz, se beberes um whisky em que a presença de álcool é de tal modo elevada que te irrita a boca e a anestesia, significa que já não podes saborear o whisky?.

– Monclús.

Preço: Se bem que existe uma crença generalizada de que: os whiskies mais caros têm maior qualidade já que gozam de uma boa reputação; vale a pena investir um pouco mais e comprar um whisky de malte de 10 ou 12 anos em vez de um blend . Também é importante cuidar a nossa saúde. Porque tal como indica Monclús

?É preferível beber pouco e bom do que muito e barato. Só possuímos um fígado, portanto, é melhor que aquilo que entre no nosso corpo seja da melhor qualidade possível. Os maus produtos apenas nos trazem problemas, problemas de fígado e problemas no dia seguinte?.

Qual é o teu whisky preferido? Qual recomendas? Hoje, nós queremos deixar duas recomendações fundamentais:

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Monkey Shoulder, um dos melhores whiskies para os apreciadores escoceses.

 

 

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Laphroaig 10 Years: as suas notas de madeira e turba convertem-no em um dos whiskies mais aromáticos

 

Tipos de whisky

 TAGS:Como já se sabe, o whisky é uma bebida destilada de cereais e a sua origem é irlandesa e escocesa. Dizem que remonta à época dos celtas, ainda que os primeiros documentos que registam a sua elaboração datam do séc. XV.

É uma das bebidas alcoólicas mais consumidas em todo o mundo e em redor da sua produção e degustação desenvolveu-se uma autêntica cultura, tal como a do vinho na zona Sul da Europa.
Se pretendemos classificar o whisky em diferentes tipos um dos critérios chave diz respeito à sua proveniência, já que, dependendo do lugar de produção, a matéria prima pode variar bastante. O mesmo se verifica no processo de elaboração, no qual podem ser utilizadas técnicas distintas, que têm uma consequência directa no aroma, envelhecimento e conservação desta bebida.

Deste modo, podem ser distinguidas as seguintes categorias:

Entre os de proveniência escocesa encontramos distintas variedades: o whisky de grão, de cevada sem malte e milho, envelhecido no mínimo durante 4 anos; o whisky de malte, habitualmente o mais apreciado, é inteiramente elaborado com malte de cevada e envelhecido em barris de madeira de carvalho que anteriormente tenham guardado Xerez ou Bourbon; o blended, é fruto da mescla dos dois anteriores em diferentes proporções, o que alcança variedade de aromas e sabores com diferentes características.

O irlandês, a nível da elaboração, é similar ao de malte com a diferença de que é destilado três vezes, utiliza uma parte de cevada sem malte e malte seco com carvão, no lugar da turfa, como é o caso do whisky escocês. O resultado é uma bebida com um sabor mais marcado e grande personalidade.
Quanto aos americanos, o mais conhecido é o bourbon, elaborado com milho, malte de cevada e centeio. Destacam-se as variedades rye (centeio), corn (milho), tennessee (semelhante ao bourbon mas com maior presença de milho) e canadian, elaborado com malte de centeio, e, em menor proporção cevada e milho.
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