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Os vinhos croatas

 TAGS:undefinedNos últimos anos, a Croácia assistiu a um verdadeiro boom turístico que provocou um aumento considerável do reconhecimento internacional dos seus vinhos. Com uma longa história de produção de vinho, comparável àquela dos países com mais tradição na Bacia Mediterrânica, os vinhos croatas foram bastante conhecidos em diferentes épocas, porém, as invasões otomanas, a filoxera, as guerras e os conflitos da antiga Jugoslávia, deixaram o vinho cair no esquecimento. Durante décadas, a produção vitivinícola croata dividiu-se simplesmente em “costeira” e “continental”, mas, desde há poucos anos, um grupo de produtores, escanções e especialistas no tema, criaram um sistema de 4 regiões, por sua vez divididas em 12 sub-regiões com 66 denominações de origem. O país possui cerca de 64 variedades de uva, para além de uma presença considerável de Cabernet sauvignon, Merlot, Syrah e Chardonnay.

Dalmácia
É uma zona a Sul, com um clima temperado, ideal para a produção de vinhos brancos afrutados, elaborados com as castas Posip, Debit e Marastina. Quanto aos vinhos tintos, utilizam-se as variedades Babic e Plavac mali, com importantes Denominações de Origem, como a península Peljesac e as sub-regiões de Dingac e Postup.

Ístria e Kvarner
Localiza-se no Noroeste do país e é conhecida como “a segunda Toscana”, onde se incluem as ilhas do Golfo de Kvarner. É conhecida pelos seus vinhos brancos de Malvasía istriana e Zlahtina, perfeitos para acompanhar peixe e marisco. Nos tintos, destaca-se a casta Teran e algumas variedades internacionais.

Terras altas
Fica no centro do país, mesmo na fronteira com a Eslovénia e a Hungria. A região produz brancos Sauvignon blanc, Muscat, Riesling, Pinot gris, Sylvaner, Gewürztraminer e Chardonnay, para além da Pinot noir nos tintos e excelentes vinhos doces.

Eslavónia e Danúbio
Por último, a região Eslavónia e Danúbio, bem conhecida pelo seu vinho branco seco, da casta Grasevina, conhecida em outros lugares como sendo Welschriesling ou Riesling italico. Também se produzem outros brancos, sobretudo com Chardonnay, Pinot gris e Sauvignon blanc, y tintos de Blaufränkish e outras variedades internacionais.

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Svirce Plav Hvar

 

 

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Korlat Cabernet Sauvignon

O Reino Unido através dos vinhos de Kent e Sussex

 TAGS:undefinedNo Reino Unido está a aumentar o número de adegas e a oferta de vinhos. Em cinco anos foram criadas aproximadamente 200 adegas novas e a importância dos seus vinhos continua a crescer. O mesmo aconteceu com o enoturismo; alguns dos percursos oferecidos hoje em dia juntam diferentes zonas, o que ajuda muito a conhecer melhor o país.

Kent é um condado localizado a Sudeste de Londres, cuja paisagem se vem povoando de vinhas, dada a projeção internacional que a zona alcançou.

Entre os vinhos de Kent produz-se o famoso The Rose Brut, o vinho servido no casamento de Guilherme de Inglaterra e Kate Middleton em 2011. E é também nesta zona que se encontra Chapel Down, que se espera vir a ser um dos maiores produtores de vinho inglês, e em cujas adegas se oferece vinho espumante de alta qualidade e se realizam visitas guiadas durante todo o ano. Para chegar, pode ir desde Londres de carro, ou de comboio até à estação de Appledore, a 10Km das adegas.

Em Sussex, a Sul de Inglaterra, encontramos colinas, extensas campinas e vistas sobre o Canal da Mancha. Através do enoturismo pode visitar Nyetimber, a Oeste de Sussex, onde fica a maior adega do Reino Unido. A elaboração dos seus vinhos é feita com três grandes variedades de uva da Região de Champanhe: Pinot noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Pode chegar de carro ou apanhar o comboio em Londres até Pullborough, que fica a cerca de 2Km de distância. Se a desejar visitar e provar os seus vinhos, a adega está aberta aos fins de semana, e se for não se esqueça de provar o Classic Cuvee 2010.

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Chapel Down Primrose Hill Brut Prestige

 

 

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Chapel Down Rose Brut

Arrefecer vinhos: quais e como

 TAGS:undefinedTodos os amantes do vinho sabemos que cada variedade possui uma temperatura ideal, que alguns vinhos devem ser bebidos a temperatura ambiente e que, muitas vezes, a experiência de uma prova pode ser totalmente estragada se o vinho está demasiado frio ou demasiado quente.

A maioria dos vinhos novos brancos e rosés, os espumantes e os vinhos doces melhoram muito quando são servidos frios. Ao contrário, os vinhos encorpados perdem uma grande parte dos seus aromas e sabores se se encontram a uma temperatura baixa.
Ainda que já se saiba que os tintos não devem servir-se frios, isto não significa que o vinho deva estar quente, já que, por vezes, aquilo a que chamamos “temperatura ambiente” está muito longe de ser a temperatura correcta do vinho.
Claro que este problema desaparece se dispomos de uma adega com uma boa temperatura de conservação, mas nem todos têm essa sorte e acabam por beber tinto mais quente do que seria aconselhável, como por exemplo no Verão ou numa casa com elevado aquecimento.
O recurso da maioria, é, pois, o frigorífico. Basta comprovar a temperatura de vez em quando, com um termómetro para garrafas de vinho. No caso dos tintos de reserva, o ideal é estarem num lugar fresco e bem arejado durante o tempo necessário para alcançar pelo menos 20ºC, se não for possível, deixe o vinho no frigorífico entre 10 e 15 minutos.
A baixa temperatura de uma garrafa também pode ser um bom aliado quando se pretende disfarçar um vinho menos bom, algo que, aliás, fazem muitos bares e restaurantes; arrefecer demasiado os vinhos que consideram piores.

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Herdade da Gambia Branco 2014

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Os brancos de Rioja

 TAGS:undefinedFalar de um Rioja significa que nos referimos a uma Denominação de Origem famosa em todo o mundo, e que agrupa cada vez mais regiões em toda a Espanha.

Tradicionalmente, os vinhos de Rioja têm sido os tintos de diferentes notas e corpos, ideais, na sua maioria, para acompanhar carnes, especialmente de caça.

Porém, desde há uns anos, o próprio conselho geral de La Rioja reconhece que as coisas estão a mudar porque os vinhos brancos desta Denominação de Origem chegam com mais força do que nunca.

Ainda que se possa pensar que pode ser uma novidade, não o é, pois a tradição de vinhos brancos nesta zona é um facto demonstrado, foram, inclusive, vinhos melhores e de maior produção que os tintos durante o séc. XVII.

A Denominação de Origem Rioja está a impulsar estes vinhos porque, para além dos já conceituados tintos, existe um mundo de brancos por descobrir. Estes, caracterizam-se pela sua complexidade e variedade, tão grande que permite harmonizações muito diferentes, para o Verão e para o Inverno.

Para harmonizar os vinhos brancos de Rioja: jovens, frescos e frutados podem acompanhar marisco, massas e arroz; os brancos fermentados em barril vão bem com queijos curados e peixe azul; e aqueles que são bem envelhecidos em barril são ideais com guisados, aves e algumas carnes de caça.

Resumindo; os brancos de Rioja renasceram para adicionar ainda mais sabor a La Rioja. Quem não quer um bom vinho branco?

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Remírez de Ganuza Blanco 2014

 

 

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Remelluri Blanco 2013

5 regiões vinícolas que talvez desconheça

 TAGS:undefinedQuando se fala de vinho e denominações de origem, habitualmente há uma certa tendência para uma visão conservadora, no sentido em que a muitos nos custa mudar de zona e inclusive de variedade de uva, uma vez que encontramos o que se adapta ao nosso paladar.

Ainda que a cultura do vinho se tenha estendido, e permitido que cheguem até nós vinhos de várias procedências, continua a ser difícil sair das 2 ou 3 denominações que melhor conhecemos. Seguidamente apresentamos cinco denominações de que talvez nunca tenha ouvido falar. Vale a pena conhecer.

Ilhas Canárias (Espanha)

Inclusive em Espanha, ainda se podem encontrar regiões vinícolas que nos surpreendem, como é o caso das Ilhas Canárias, especialmente Tenerife, onde os solos vulcânicos do sopé do Teide proporcionam vinhos de paladar particular, elaborados com uvas Listan nos vinhos tintos e Malvasia nos espumantes e nos brancos secos e doces.

 
West Sussex (Inglaterra)

Para além das suas cervejas e destilados, o Reino Unido também merece uma visita aos seus vinhos, sobretudo desde que este condado do Sul de Inglaterra começou a tomar a produção de vinho como um assunto sério. O solo calcário, semelhante ao da Região francesa de Champagne, permite obter resultados que nada têm que invejar aos vizinhos do outro lado do Canal da Mancha.

 
Estiria (Áustria)

Esta é uma zona frequentemente ignorada a favor das regiões a Oeste do Danúbio, mas que no entanto possui algumas joias em forma de líquidos. Os vinhos elaborados com Weissburgunder (Pinot blanc), Sauvignon blanc, Welschriesling, Grauburgunder (Pinot gris) e Morillon.

 
Prince Edward County (Canadá)

Esta zona canadiana, na fronteira com o Estado de N.Y., para além da beleza das suas paisagens, possui solos de pedra caliça fracturada, muito favoráveis para o desenvolvimento da vinha, que produz uns vinhos Chardonnay e Pinot noir de sabor fresco. Aqui também se encontram excelentes Cabernet franc, Pinot gris e Riesling.

 
Tailândia

Exactamente. Também se cultiva vinha no sudoeste asiático, e os vinhos Syrah que aqui se produzem são especialmente recomendáveis. Não esqueça: se viajar a este longínquo e turístico país, mais conhecido pelos resorts e praias paradisíacas, prove os seus vinhos.

 

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Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

 

 

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Peller Estates Vidal Icewine 375ml

5 propostas para gourmets em férias

 TAGS:undefinedO turismo gastronómico encontra-se em subida e sobretudo graças à quantidade de pessoas que procuram saber mais sobre a gastronomia de cada lugar. Os profissionais com mais anos no sector convivem com os mais novos, que necessitam dar a conhecer os seus descobrimentos culinários. A oferta é ampla e variada. Se vai de férias e a gastronomia é uma das suas paixões, este artigo interessa-lhe.

1. Galiza
O norte de Espanha é uma verdadeira delícia para os sentidos. O peixe e o marisco são os protagonistas de vários restaurantes e bares com estrelas Michelin.
Uma destas opções é o restaurante Fogón Retiro da Costiña, com uma estrela Michelin e uma sala-adega onde se serve cozinha galega reinventada e regada com importantes vinhos da região. Nas Rías Baixas, encontrará centenas de adegas convidativas numa zona conhecida pelos seus excelentes vinhos e mariscos. Mais para o interior, na Região com Denominação de Origem Ribeira Sacra, há já uma série de adegas modernizadas e abertas ao público, como a Bodega Regina Viarum, em Doade, Lugo.

2. País Basco
A boa mesa é uma das características do País Vasco. Qualquer tasca onde se entre para provar os famosos pintxos, já sejam quentes ou frios, é uma boa forma de provar novos sabores. No centro histórico de Bilbau, muito recomendável, pode escolher entre tascas, restaurantes novos, carne ou peixe, mas há algo que deve provar: o molho Idiazábal (um queijo basco que já é património gastronómico europeu). O centro histórico de San Sebastian é também uma opção repleta de restaurantes e bares de pintxos.

3. México
Referir o México em relação à sua gastronomia implica uma extensa variedade de produtos. Entre as diversas rotas gastronómicas pelas que pode optar, destaca-se a de Yucatán, onde a cultura Maia embebe os restaurantes, casas e mercados improvisados de refeições.
A cozinha tradicional desta zona constitui-se de: milho, sementes de abóbora, orégão e coentros, cebola roxa, laranja amarga, chiles vários e lima. Alguns dos pratos típicos que aqui se podem saborear, são: o Chilmole, feito com chiles secos, pimentas brancas e pretas que se adicionam a umas tortitas duras de milho; o Poc Chuc, um prato de carne de porco assada com cebola picada e marinada em água morna e sal; a Cochinita pibil, também com carne de porco, esta marinada em achiote, sumo de laranja amarga, alho, sal e pimenta. A carne é envolvida em folhas de bananeira e cozinhada sob a terra.
4. Úmbria
Os mais exigentes podem visitar Itália e procurar as melhores receitas. Esta é uma cozinha de que todos gostam, e as suas diferentes regiões proporcionam uma enorme variedade culinária. Úmbria situa-se no interior do país, a sua produção de carne de porco dá origem a deliciosos enchidos e presuntos. Também se destacam os queijos de ovelha e cabra, sejam frescos ou secos.
Os pratos podem ser combinados com trufas (a famosa trufa negra) saboreadas também em algumas das massas que preparam. O seu azeite possui Denominação de Origem Protegida. Em relação à produção vinícola, entre brancos e tintos, destacam-se os vinhos de Sagrantino di Montefalco.

5. Paris
Resumir a cozinha parisiense a apenas umas linhas não é tarefa fácil e já muitos o fizeram… Para aqueles que gostam de comer e também de cozinhar, podem provar, e depois elaborar, um Croque Monsieur, crepes franceses ou mesmo caracóis.

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Nostalgia Alvarinho Branco 2013

 

 

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Quinta da Romaneira 2009

 

 

Salada e vinho: um prazer divino (e saudável)

 TAGS:undefinedNestes dias de calor, a melhor opção para uma refeição é uma salada, que pode preparar de mil e um modos diferentes. Se for acompanhada de um bom vinho, ainda melhor. Hoje propomos-lhe algumas saladas, e vinhos correspondentes, para que que possa saborear um menu de verão.

1. Salada de arroz

Ingredientes:

  • 200gr de arroz basmati
  • 6 azeitonas pretas
  • 12 alcaparras
  • 2 ovos cozidos
  • 1 lata de atum
  • 2 rodelas de ananás de conserva
  • 4 tomates cherry
  • 16 uvas passas
  • 6 lagostins
  • Sal a gosto

Tempero:

  • 4 colheres de sopa de azeite virgem
  • 2 colheres de sopa de mostarda
  • 1 colher de nata líquida

Preparação:

  1. Cozinhar o arroz. Deixar arrefecer sob um jorro de água e escorrer.
  2. Cozer os ovos. Deixar as passas de molho para que se hidratem.
  3. Cortar os restantes ingredientes em pedacinhos. Misturar todos os ingredientes na saladeira e decorar com os pedaços grandes de atum.

Para esta receita, recomendamos um vinho tinto jovem e ligeiramente de agulha, como o Baigorri; um vinho de maceração carbónica, ideal para acompanhar saladas complexas.

2. Salada de feijão-verde e batata

Ingredientes:

Para a vinagreta:

  • 20 mililitros de vinagre de maçã
  • 60 mililitros de azeite virgem
  • 1 colherzinha de mostarda Dijon
  • 1 dente de alho
  • Pimenta preta a gosto
  • Sal a gosto

Para a salada:

  • 100gr de feijão-verde
  • 1/2 colherzinha de bicarbonato
  • 50gr de atum em azeite
  • 100gr de batata cozida para guarnição
  • 50gr de tomate cherry
  • 30gr de azeitonas pretas sem caroço
  • 4 ou 5 anchovas
  • 1 ovo cozido

Preparação:

  1. Colocar todos os ingredientes da vinagreta numa taça. Bater à mão até emulsionar. Reservar.
  2. Lavar o feijão-verde e retirar os extremos. Quando a água com bicarbonato ferver, deitar o feijão-verde e cozer durante 5 minutos.
  3. Retirar o feijão-verde e colocar num recipiente com água gelada, Deixar arrefecer, escorrer, secar e reservar.
  4. Escorrer o atum e partir em pedaços com as mãos. Cortar as batatas pequeninas, os tomates, as anchovas e as azeitonas a meio. Misturar todos os ingredientes.
  5. Descascar o ovo cozido, cortar em quatro partes e reservar. Regar a salada com a vinagreta e decorar com ovo.

E que tal um vinho rosé francês para uma salada do mesmo país? Este é um bom momento para saborear um bom rosé?

 

3. Salada de talharins de curgete

Ingredientes:

  • 4 curgetes
  • 8 tomates cherry
  • 2 fatias de presunto
  • 80gr de queijo parmesão
  • 40gr de pinhões
  • 1 dente de alho
  • 5 colheradas de azeite virgem
  • 1 molho de manjericão
  • Sal e pimenta a gosto

Preparação:

  1. Cortar o presunto em tiras finas. Dourar os pinhões numa frigideira.
  2. Lavar los tomates, secar e cortar em quartos. Lavar o manjericão e secar bem.
  3. Reservar alguns raminhos para decorar no final e cortar o resto.
  4. Cortar o queijo em fatias finas. Descascar o dente de alho e picar.
  5. Lavar as curgetes e cortar em lâminas finas sem chegar à parte central das sementes.
  6. Aquecer 3 colheradas de azeite. Dourar a curgete a fogo forte durante 2 minutos.
  7. Mexer continuamente com uma colher de madeira.
  8. Deitar o alho e os tomates, temperar com sal e pimenta recém moída. Cozinhar durante mais um minuto.
  9. Apagar o lume, polvilhar o manjericão e o parmesão, juntar os pinhões e o presunto e misturar bem.
  10. Empratar os talharins com um fio de azeite. Decorar com manjericão e servir.

Na nossa selecção não podia faltar um vinho branco. O corpo delicado e um tanto oleoso do Enate Chardonnay 234 2015, pode funcionar muito bem com esta suave salada. 

5 destinos enoturísticos a não perder II

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No nosso primeiro artigo sobre os melhores destinos enoturisticos, recomendámos alguns dos lugares onde o vinho é um centro de atenção cultural. Hoje, trazemos mais cinco destinos onde pode saborear a pérola dos líquidos.

1. País Vasco, Espanha

Uma das regiões onde a gastronomia tem que se lhe diga. Igualmente, os seus vinhos, e portanto, a sua localização junto às vinhas de Rioja e Navarra.
Nas suas cidades, ao longo da costa, podemos desfrutar os restaurantes com estrelas Michelín, as suas sidrerías e caseríos, onde a boa mesa é fundamental, ainda que não sejam parte de nenhum Guia conhecido.
Em San Sebastián, é recomendável visitar a Lukas Gourmet Benta-Berri, uma peculiar loja de vinhos com bar e restaurante.

2. Franschhoek, África do Sul

Os vinhos da África do Sul estão a ganhar uma grande aceitação a nível internacional. Em Franschhoek, encontram-se muitas adegas e ladeiras repletas de vinha, que desce ao encontro do rio. Existem muitos sítios para tomar um bom vinho, um deles, o Hotel Le Quartier Français, que, para além de excelentes vinhos, serve um menu com 8 pratos de inspiração africana, criados pela Chef Margot Janse.

3. Alentejo, Portugal

Esta é uma das regiões de um país onde a a gastronomia é um pilar importante da cultura.O Alentejo possui milhares de vinhas e uma gastronomia variada com base no peixe, na carne e nas verduras. A Tasquinha do Oliveira, em Évora, serve bons vinhos e acompanhamentos e o restaurante da Herdade do Esporão é uma verdadeira experiência para conhecer a adega, a esplanada, e provar vinhos de elevada classificação.

4. Burgenland, Áustria

À distância de uma hora de carro de Viena, Burgenland possui uma natureza impressionante, para além dos seus lagos, é um paraíso para os amantes de vinho. As visitas às adegas fazem parte da rota do seu enoturismo, para além dos restaurantes Gut Purbach, Mooslechner Bürgerhaus, na bela cidade de Rust, o Reiter Supreme Hotel, situado no extremo Sul de Burgenland.

5. Ashland, Estados Unidos

A história do vinho de Oregon já não começa e acaba em Willamette Valley Pinot noir. A região vinícola de Ashland alberga muitas das 120 adegas situadas em torno da cidade, que é sobretudo conhecida pelo seu festival anual – Oregon Shakespeare.

 

 TAGS:Abadía Retuerta Selección Especial 2011Abadía Retuerta Selección Especial 2011

Abadía Retuerta Selección Especial 2011: um vinhos tinto com D.O. VT Castilla y León vinificado com syrah e tempranillo de 2011 e com um grau alcoólico de 14º.

 

 

 TAGS:José Pariente Verdejo 2015José Pariente Verdejo 2015

José Pariente Verdejo 2015:  um vinhos branco com D.O. Rueda está elaborado com verdejo de 2015 e 13.5º de grau alcoólico.

 

 

Pretende investir em vinho? O que se deve ter em conta?

 TAGS:undefinedAs boas vinhas produzem vinho de qualidade, que por sua vez é exportado e importado a muitos países diferentes. Para além do evidente, investir em vinho é, hoje em dia, um bom negócio se for bem feito. É aconselhável rodear-se dos melhores assessores na matéria e algumas outras acções a ter em conta.

Um relatório da BNP Paribas estabeleceu qual é o presente do negócio rural em França e das suas vinhas. A verdade é que se pode fazer um bom negócio se existem meios para investir mas é igualmente importante contar com algumas das tendências actuais, onde se movem os novos consumidores e também os novos investidores.

Este relatório indica que os 12 principais países produtores ainda detêm 84% da produção mundial, ou seja, cerca de 247 milhões de hectolitros. Esta produção aumentou timidamente nos últimos 10 anos, graças aos países produtores de vinho, como a Austrália e a Nova Zelândia, que aumentam a sua produção de vinho, assim como as exportações, anualmente.

Competição?

O estudo também afirma que a competição na Europa não é de uma grande dimensão e que os países produtores de vinho terminam sempre por ser os que mais se destacam a nível de produção e exportação. A competição directa não vem apenas da Austrália, mas também da Argentina e da China, que em poucos anos galgou terreno.

Mantêm-se os países tradicionalmente produtores

Os países que sempre foram produtores de vinho, como França, Itália, Portugal e Espanha são responsáveis por quase 50% da produção mundial de vinho.

França continua firme no seu primeiro lugar a nível de marcas e valor, apesar de já existirem mais países produtores com a mesma importância, 84 das 100 marcas de vinho mais famosas são francesas.

Os principais consumidores 

Ao pretender investir em vinho torna-se necessário estudar os consumidores. Os americanos converteram-se nos maiores consumidores de vinho, o que também é devido ao aumento das exportações de vinho europeu, consequência da crise económica.

 

 TAGS:Pedra Basta 2010Pedra Basta 2010

Pedra Basta 2010: um vinhos tinto com D.O. Alentejo realizado com trincadeira e cabernet sauvignon de 2010 e com um grau alcoólico de 14º.

 

 

 TAGS:Pombal do Vesúvio 2011Pombal do Vesúvio 2011

Pombal do Vesúvio 2011: um vinhos tinto com D.O. Douro da colheita 2011 e 14º de álcool.

 

 

Duas vezes vinho?

 TAGS:undefinedBeber vinho, moderadamente, proporciona uma grande quantidade de benefícios. E se o bebermos em grandes tragos? Muito melhor, ou isso afirma um estudo realizado pela Universidade de Nápoles, cuja conclusão aponta para a quantidade de vinho que se toma em cada trago e como este facto tem uma grande influência sobre o sabor do vinho.

Este estudo utilizou uma casta autóctone de vinho branco, a Falanghina. As conclusões e perguntas foram várias, entre elas: o aroma continua a ser extremamente importante, sobretudo nas provas de vinhos, mas como se modifica o seu sabor?

Um vinho pode ser muito diferente, tanto em relação ao seu aroma como ao paladar, o qual é devido à libertação de marcadores voláteis que proporcionam as características frutadas e oxidativas do vinho. Estes marcadores são influenciados pela quantidade de vinho de um só trago e pela interacção do vinho com a saliva.

O que indica este estudo é o facto dos sabores frutados ou florais se libertarem mais facilmente quando os tragos de vinho são grandes. E ainda: os sabores procedentes de frutas vermelhas, como as cerejas, ou outros, mais doces, como o mel são mais fáceis de detectar quando o vinho é tomado num grande trago. Ou seja, algo que devemos ter em conta quando provamos vinhos com estas características.

Estes dados, novos, podem transformar as provas de vinho a curto prazo, tornando-as mais eficazes. E tanto escanções como enólogos podem enriquecer e variar as suas provas profissionais de vinhos, alternando pequenos e grandes tragos para distinguir os diferentes efeitos sobre o aroma e o sabor.

 TAGS:Remelluri Reserva 2008Remelluri Reserva 2008

Remelluri Reserva 2008: Vinho tinto com Denominação de Origem Rioja. Castas: Tempranillo e Graciano de 2008. 13.5º de graduação alcoólica.

 

 

 TAGS:Abadía Retuerta Selección Especial 2011Abadía Retuerta Selección Especial 2011

Abadía Retuerta Selección Especial 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem VT Castela e Leão. Castas: Syrah e Tempranillo de 2011. 14º de graduação alcoólica