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Vinho em… Marte?

marte

Pode parecer algo surrealista e totalmente de ficção científica, porque os humanos ainda não chegaram a Marte (embora não haja falta de vontade, pois os satélites e as sondas continuam a explorar o planeta). Mas a realidade é que já há quem considere a possibilidade de fazer vinho em Marte.

Uvas para o vinho de Marte: origem da ideia

É uma piada? De modo algum. A ideia vem da Geórgia, um país com uma longa e vasta tradição vinícola já milenar. Os fundadores deste projecto argumentam que, sendo a Geórgia um dos primeiros países vitivinícolas da história, querem agora ser pioneiros no desenvolvimento da viticultura em Marte.

Aparentemente, um grupo de investigadores e homens de negócios georgianos juntaram-se a uma chamada da NASA para produzir castas de uva e vinha em estufas em Marte. O chamado projeto IX Millenium está nas mãos da agência de pesquisa espacial georgiana, da universidade de comércio e tecnologia de Tbilisi, do Museu Nacional e de uma empresa chamada Space Farms.

Um projeto para o futuro

Esta coisa parece séria. Um dos cientistas deste projeto está a desenvolver uma bactéria que poderia transformar o solo árido e poeirento de Marte em terra fértil. Assim, a muito longo prazo, pretende-se que o solo de Marte possa ser transformado para cultivar plantas.

Querem também que a uva seja plantada em Marte para ser nativa do vinho georgiano e, depois de estudar as 525 castas do país, os primeiros resultados concluem que é possível utilizar rkatsiteli, que é normalmente utilizado para fazer vinho branco com sabor a maçã verde.

As castas georgianas serão assim testadas numa atmosfera semelhante à de Marte para ver como se desenvolvem nesta atmosfera. A partir daqui a ideia é elaborar o vinho e ver se, no futuro, é possível elaborar vinho com uvas vindas de Marte.

Vino-blanco

Este será um processo moroso, embora não haja pressa, uma vez que primeiro a NASA deve continuar a explorar o território e ver como Marte pode ser alcançado em segurança.

Vinho da Geórgia

Segundo a história georgiana, este território era a zona de origem do rebento de uvas e do berço da viticultura. No território do país foram encontradas escavações geológicas incluso instrumentos de vinificação, tais como prensas de pedra e diferentes recipientes de vinho, feitos de metal ou lama –  datando de II e III a.C..

A região com maior produção e viticultura é a parte oriental do país, uma região chamada “Kajeti”, que hoje continua a ser o centro da viticultura georgiana. As uvas da vindima são levadas para a cave ou “marani”, onde são depositadas em “sacjenli” ou em recipientes de madeira compostos por troncos vazios.

Se a Geórgia for o berço de Marte, só o tempo o dirá. Por enquanto, eles têm o inegável mérito de serem pioneiros no vinho do Planeta Terra.

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Chateau Mukhrani Rkatsiteli 2014

Chateau Mukhrani é o produtor de Chateau Mukhrani Rkatsiteli 2014, um vinho branco com DO Kartli com rkatsiteli de 2014. Classificado com 4 pontos em 5, segundo os utilizadores da Uvinum.

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Chateau Mukhrani Saperavi-Cabernet 2015

Chateau Mukhrani elabora o Chateau Mukhrani Saperavi-Cabernet 2015 , um vinho tinto da DO Kartli com as melhores uvas de cabernet sauvignon de 2015. Teor de álcool: 12.5º.

Milestii Mici: A maior adega do mundo

A maior adega do mundoAdegas como catedrais, incluindo museus e salas especiais para degustação?
Normalmente, creemos que muitas das adegas que estão situadas em Espanha ou em França são as maiores do mundo, mas não é esse o caso. Embora existam algumas que contam com muitos metros quadrados, a maior adega do mundo está a 30 quilómetros de Chisinau, a capital da Moldávia, e o seu nome é Milestii MiciE que tal conhecê-la um pouco melhor?

Está incluída no Livro de Recordes do Guinness por desfrutar de uma extensão de cerca de 200 quilómetros, entre dos quais 60 são utilizados como adega para armazenar, conservar e amadurecer vinhos de alta qualidade. Como podemos observar abaixo, na sua entrada somos recebidos por duas grandes fontes que emanam vinho branco e tinto, dando a entender que sem dúvida se trata de um lugar fantástico a ser visitado por enólogos e não só.

Fundada em 1969, no seu interior veremos várias ruas com nomes de variedades de uvas conhecidas por todos como Chardonnay, Cabernet ou Pinot Noir e onde se pode parar e provar os vinhos. A sua adega subterrânea está a 80 metros de profundidade e as degustações são realizadas apreciando a quantidade de vinhos devidamente armazenados, provenientes de vários lugares, em especial da Rússia. Na sua famosa “Colecção de Ouro” existem 2 milhões de garrafas de vinho dos melhores produtores do país que sumam um valor de mais de 1,5 milhões de dólares em garrafas de vinho.

Destas garrafas, mais de 70% dos vinhos armazenados são tintos, 20% são brancos e cerca de 10% são vinhos doces, mantidos a uma temperatura constante entre 12 e 14 graus Celsius e com uma humidade relativa de 85-95 por cento.

A maior adega do mundo

Vale a pena mencionar que embora tudo seja um pouco histriónico, os coleccionadores de vinhos encontrarão aqui um enorme paraíso de vinhos, devido ao elevado número de garrafas que existem em armazenamento. Há que salientar também que não é estranho que esta grande adega esteja em Chisinau. Aqui o mundo do vinho é vivido com um intenso fervor.

E tudo isto não será em vão. Aqui se celebra, no início de Outubro, a Festa Nacional do Vinho, com desfiles e espectáculos artísticos que se dedicam a festividades tradicionais da vindima. Tudo isto evocando a grande adega no plano de um mundo mágico e misterioso, onde se escondem infindáveis masmorras, túneis, pequenas adegas, grutas e salas de degustação.

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Domäne Wachau Blauer Zweigelt Terrassen 2017

Pela mão de Domäne Wachau chega este Domäne Wachau Blauer Zweigelt Terrassen 2017. Trata-se de um vinhos tinto de Wachau à base de zweigelt de 2017 cujo teor alcoólico é de 13º.

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Monte da Peceguina 2016

Herdade da Malhadinha Nova é quem elabora este Monte da Peceguina 2016, um vinhos tinto da DO Alentejo Com syrah, cabernet sauvignon, alicante bouschet, aragonêz e touriga nacional de 2016 com 14º de teor alcoólico. Segundo os utilizadores da Uvinum, este tinto merece uma classificação de 4 pontos em 5.

Descubra a região vinícola austríaca de Wachau

Áustria! Os amantes do vinho e do enoturismo têm neste país uma região magnifica, lugar um pouco mais desconhecido do que outras áreas com tais características. Trata-se de Wachau, a uma hora de distância de Viena, a capital austríaca. Com as suas belas paisagens e vinhedos por descobrir, está classificada como Patrimônio Mundial da UNESCO. Vamos?

O vale conta com 33 km que separam as cidades de Krems e Melk, e destaca a sua herança cultural entre castelos e mosteiros. O especial em tão prestigiosa zona vitivinícola, apesar do pouco que temos ouvido falar dela, é contar-se que aqui já o vinho se fazia desde a época romana, tendo sido a sua melhor época durante o Império Carolíngio, no século IX. Os vinhedos de Wachau cobrem 1.350 hectares e estão localizados nas abadias beneditinas, pois eram os monges que na Idade Média elaboravam o vinho local.

Para visitar nomeamos Melk, que apresenta a sua importante abadia, a Praça do Ajuntamento, o Museu Municipal, além de restaurantes e bares onde directamente podem ser degustados os vinhos da região. Enquanto que também em Spitz temos uma pequena aldeia com estabelecimentos geridos por viticultores dentro dos quais podemos provar o vinho da colheita de esse mesmo ano.

As adegas da região

Para visitar este vale, é necessário saber com antecipação como são os seus vinhos e as adegas que fazem parte da paisagem. Existem um total de 232 adegas que se englobam numa associação de produtores, de nome Vinea Wachau. Há que destacar os pequenos produtores que fazem deste lugar um dos mais importantes no que diz respeito a vinhos Áustriacos.

Wachau viena campos

O vinho de Wachau está classificado em três diferentes categorias de acordo com o seu nível alcoólico: “Steinfeder”, “Federspiel” e “Smaragd”. O vinho é em geral um vinho branco seco ao qual não é adicionado açúcar. Deve também ser notado que a Vinea Wachau estabelece que as suas vindimas são totalmente manuais, obtendo desta forma vinhos através de um processo algo artesanal.

As uvas utilizadas para estes vinhos são o grüner veltliner e o regia riesling, o que é normalmente muito comum nestas zonas europeias. São igualmente utilizadas outras castas, como o neuburger, o gelbe muskateller, o weißburgunder ou o traminer.

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Domäne Wachau Grüner Veltliner Smaragd Terrassen 2017

Domäne Wachau Grüner Veltliner Smaragd Terrassen 2017 é um vinhos branco da DO Wachau grüner veltliner de 2017, teor alcoólico: 13º. Segundo os utilizadores da Uvinum, este branco merece uma classificação de 4 pontos em 5.

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Domaene Wachau Zweigelt 2015

Domäne Wachau é um vinhos tinto com DO Wachau zweigelt de 2015, teor alcoólico: 12º. Segundo os utilizadores da Uvinum, este tinto merece uma classificação de 4 pontos em 5.

Vinho de uvas híbridas: terá futuro?

As uvas híbridas são utilizadas na produção de vinho um pouco por todo o mundo, mas nem sempre são as preferidas. Por exemplo, em França, estão proibidas para os vinhos classificados, excepto a Baco blanc na destilação Armagnac; a Áustria permite o seu uso na elaboração e venda de vinhos Uhudler, em Südburgenland, mas a sua etiqueta esclarece que tem uma qualidade mais baixa.

Nos Estados Unidos, e apesar dos Invernos rigorosos que suportam estas uvas, nem sempre são bem recebidas pelos consumidores de vinho.

Os híbridos (cruzamentos deliberados entre duas espécies de vide) representam menos de 5% das vinhas mundiais.

Segundo os especialistas neste tipo de vinho, como José Vouillamoz, co-autor da guia Wine Grapes, as uvas híbridas foram criadas para resistir a doenças e às geadas. Para Vouillamoz, o seu futuro é questionável.

O futuro das uvas híbridas

Outras adegas americanas explicam que os híbridos, pela sua natureza, produzem melhores vinhos. E há quem os veja como um sinal dos tempos, já que estamos numa fase em que as pessoas sentem curiosidade por coisas diferentes e experimentais, e é este perfil de consumidor que está disposto a pedir um vinho elaborado com uvas híbridas.

Pelo contrário, em outras zonas, é visto como algo positivo. Determinados vinhos deste tipo têm uma elevada capacidade de resistência aos duros Invernos alpinos, e isto serve a muitos produtores para cultivar através de técnicas biodinâmicas, algo impossível se as uvas utilizadas fossem autóctones mais frágeis.

Embora actualmente o seu futuro não seja claro, porque realmente a sua procura é reduzida, tudo irá depender da introdução de novas uvas, das mudanças de gosto dos consumidores, e mesmo das alterações climáticas, que possam obrigar os produtores a repensar o seu cultivo.

O que sucede na Europa?

A União Europeia não cria impedimentos às autorizações das variedades de uvas híbridas e à sua posterior comercialização. Estes vinhos são vendidos na Alemanha e na Itália. No entanto, em Espanha, o assunto é mais complicado, já que o Governo aprovou (2003) uma Lei da Vinha e do Vinho que especifica que o país apenas pode rotular e comercializar os vinhos procedentes de variedades de uvas da espécie europeia Vitis vinifera pura.

Os vinhos croatas

 TAGS:undefinedNos últimos anos, a Croácia assistiu a um verdadeiro boom turístico que provocou um aumento considerável do reconhecimento internacional dos seus vinhos. Com uma longa história de produção de vinho, comparável àquela dos países com mais tradição na Bacia Mediterrânica, os vinhos croatas foram bastante conhecidos em diferentes épocas, porém, as invasões otomanas, a filoxera, as guerras e os conflitos da antiga Jugoslávia, deixaram o vinho cair no esquecimento. Durante décadas, a produção vitivinícola croata dividiu-se simplesmente em “costeira” e “continental”, mas, desde há poucos anos, um grupo de produtores, escanções e especialistas no tema, criaram um sistema de 4 regiões, por sua vez divididas em 12 sub-regiões com 66 denominações de origem. O país possui cerca de 64 variedades de uva, para além de uma presença considerável de Cabernet sauvignon, Merlot, Syrah e Chardonnay.

Dalmácia
É uma zona a Sul, com um clima temperado, ideal para a produção de vinhos brancos afrutados, elaborados com as castas Posip, Debit e Marastina. Quanto aos vinhos tintos, utilizam-se as variedades Babic e Plavac mali, com importantes Denominações de Origem, como a península Peljesac e as sub-regiões de Dingac e Postup.

Ístria e Kvarner
Localiza-se no Noroeste do país e é conhecida como “a segunda Toscana”, onde se incluem as ilhas do Golfo de Kvarner. É conhecida pelos seus vinhos brancos de Malvasía istriana e Zlahtina, perfeitos para acompanhar peixe e marisco. Nos tintos, destaca-se a casta Teran e algumas variedades internacionais.

Terras altas
Fica no centro do país, mesmo na fronteira com a Eslovénia e a Hungria. A região produz brancos Sauvignon blanc, Muscat, Riesling, Pinot gris, Sylvaner, Gewürztraminer e Chardonnay, para além da Pinot noir nos tintos e excelentes vinhos doces.

Eslavónia e Danúbio
Por último, a região Eslavónia e Danúbio, bem conhecida pelo seu vinho branco seco, da casta Grasevina, conhecida em outros lugares como sendo Welschriesling ou Riesling italico. Também se produzem outros brancos, sobretudo com Chardonnay, Pinot gris e Sauvignon blanc, y tintos de Blaufränkish e outras variedades internacionais.

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Svirce Plav Hvar

 

 

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Korlat Cabernet Sauvignon

O Reino Unido através dos vinhos de Kent e Sussex

 TAGS:undefinedNo Reino Unido está a aumentar o número de adegas e a oferta de vinhos. Em cinco anos foram criadas aproximadamente 200 adegas novas e a importância dos seus vinhos continua a crescer. O mesmo aconteceu com o enoturismo; alguns dos percursos oferecidos hoje em dia juntam diferentes zonas, o que ajuda muito a conhecer melhor o país.

Kent é um condado localizado a Sudeste de Londres, cuja paisagem se vem povoando de vinhas, dada a projeção internacional que a zona alcançou.

Entre os vinhos de Kent produz-se o famoso The Rose Brut, o vinho servido no casamento de Guilherme de Inglaterra e Kate Middleton em 2011. E é também nesta zona que se encontra Chapel Down, que se espera vir a ser um dos maiores produtores de vinho inglês, e em cujas adegas se oferece vinho espumante de alta qualidade e se realizam visitas guiadas durante todo o ano. Para chegar, pode ir desde Londres de carro, ou de comboio até à estação de Appledore, a 10Km das adegas.

Em Sussex, a Sul de Inglaterra, encontramos colinas, extensas campinas e vistas sobre o Canal da Mancha. Através do enoturismo pode visitar Nyetimber, a Oeste de Sussex, onde fica a maior adega do Reino Unido. A elaboração dos seus vinhos é feita com três grandes variedades de uva da Região de Champanhe: Pinot noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Pode chegar de carro ou apanhar o comboio em Londres até Pullborough, que fica a cerca de 2Km de distância. Se a desejar visitar e provar os seus vinhos, a adega está aberta aos fins de semana, e se for não se esqueça de provar o Classic Cuvee 2010.

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Chapel Down Primrose Hill Brut Prestige

 

 

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Chapel Down Rose Brut

Arrefecer vinhos: quais e como

 TAGS:undefinedTodos os amantes do vinho sabemos que cada variedade possui uma temperatura ideal, que alguns vinhos devem ser bebidos a temperatura ambiente e que, muitas vezes, a experiência de uma prova pode ser totalmente estragada se o vinho está demasiado frio ou demasiado quente.

A maioria dos vinhos novos brancos e rosés, os espumantes e os vinhos doces melhoram muito quando são servidos frios. Ao contrário, os vinhos encorpados perdem uma grande parte dos seus aromas e sabores se se encontram a uma temperatura baixa.
Ainda que já se saiba que os tintos não devem servir-se frios, isto não significa que o vinho deva estar quente, já que, por vezes, aquilo a que chamamos “temperatura ambiente” está muito longe de ser a temperatura correcta do vinho.
Claro que este problema desaparece se dispomos de uma adega com uma boa temperatura de conservação, mas nem todos têm essa sorte e acabam por beber tinto mais quente do que seria aconselhável, como por exemplo no Verão ou numa casa com elevado aquecimento.
O recurso da maioria, é, pois, o frigorífico. Basta comprovar a temperatura de vez em quando, com um termómetro para garrafas de vinho. No caso dos tintos de reserva, o ideal é estarem num lugar fresco e bem arejado durante o tempo necessário para alcançar pelo menos 20ºC, se não for possível, deixe o vinho no frigorífico entre 10 e 15 minutos.
A baixa temperatura de uma garrafa também pode ser um bom aliado quando se pretende disfarçar um vinho menos bom, algo que, aliás, fazem muitos bares e restaurantes; arrefecer demasiado os vinhos que consideram piores.

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Herdade da Gambia Branco 2014

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Os brancos de Rioja

 TAGS:undefinedFalar de um Rioja significa que nos referimos a uma Denominação de Origem famosa em todo o mundo, e que agrupa cada vez mais regiões em toda a Espanha.

Tradicionalmente, os vinhos de Rioja têm sido os tintos de diferentes notas e corpos, ideais, na sua maioria, para acompanhar carnes, especialmente de caça.

Porém, desde há uns anos, o próprio conselho geral de La Rioja reconhece que as coisas estão a mudar porque os vinhos brancos desta Denominação de Origem chegam com mais força do que nunca.

Ainda que se possa pensar que pode ser uma novidade, não o é, pois a tradição de vinhos brancos nesta zona é um facto demonstrado, foram, inclusive, vinhos melhores e de maior produção que os tintos durante o séc. XVII.

A Denominação de Origem Rioja está a impulsar estes vinhos porque, para além dos já conceituados tintos, existe um mundo de brancos por descobrir. Estes, caracterizam-se pela sua complexidade e variedade, tão grande que permite harmonizações muito diferentes, para o Verão e para o Inverno.

Para harmonizar os vinhos brancos de Rioja: jovens, frescos e frutados podem acompanhar marisco, massas e arroz; os brancos fermentados em barril vão bem com queijos curados e peixe azul; e aqueles que são bem envelhecidos em barril são ideais com guisados, aves e algumas carnes de caça.

Resumindo; os brancos de Rioja renasceram para adicionar ainda mais sabor a La Rioja. Quem não quer um bom vinho branco?

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Remírez de Ganuza Blanco 2014

 

 

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Remelluri Blanco 2013

5 regiões vinícolas que talvez desconheça

 TAGS:undefinedQuando se fala de vinho e denominações de origem, habitualmente há uma certa tendência para uma visão conservadora, no sentido em que a muitos nos custa mudar de zona e inclusive de variedade de uva, uma vez que encontramos o que se adapta ao nosso paladar.

Ainda que a cultura do vinho se tenha estendido, e permitido que cheguem até nós vinhos de várias procedências, continua a ser difícil sair das 2 ou 3 denominações que melhor conhecemos. Seguidamente apresentamos cinco denominações de que talvez nunca tenha ouvido falar. Vale a pena conhecer.

Ilhas Canárias (Espanha)

Inclusive em Espanha, ainda se podem encontrar regiões vinícolas que nos surpreendem, como é o caso das Ilhas Canárias, especialmente Tenerife, onde os solos vulcânicos do sopé do Teide proporcionam vinhos de paladar particular, elaborados com uvas Listan nos vinhos tintos e Malvasia nos espumantes e nos brancos secos e doces.

 
West Sussex (Inglaterra)

Para além das suas cervejas e destilados, o Reino Unido também merece uma visita aos seus vinhos, sobretudo desde que este condado do Sul de Inglaterra começou a tomar a produção de vinho como um assunto sério. O solo calcário, semelhante ao da Região francesa de Champagne, permite obter resultados que nada têm que invejar aos vizinhos do outro lado do Canal da Mancha.

 
Estiria (Áustria)

Esta é uma zona frequentemente ignorada a favor das regiões a Oeste do Danúbio, mas que no entanto possui algumas joias em forma de líquidos. Os vinhos elaborados com Weissburgunder (Pinot blanc), Sauvignon blanc, Welschriesling, Grauburgunder (Pinot gris) e Morillon.

 
Prince Edward County (Canadá)

Esta zona canadiana, na fronteira com o Estado de N.Y., para além da beleza das suas paisagens, possui solos de pedra caliça fracturada, muito favoráveis para o desenvolvimento da vinha, que produz uns vinhos Chardonnay e Pinot noir de sabor fresco. Aqui também se encontram excelentes Cabernet franc, Pinot gris e Riesling.

 
Tailândia

Exactamente. Também se cultiva vinha no sudoeste asiático, e os vinhos Syrah que aqui se produzem são especialmente recomendáveis. Não esqueça: se viajar a este longínquo e turístico país, mais conhecido pelos resorts e praias paradisíacas, prove os seus vinhos.

 

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Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

 

 

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Peller Estates Vidal Icewine 375ml

5 propostas para gourmets em férias

 TAGS:undefinedO turismo gastronómico encontra-se em subida e sobretudo graças à quantidade de pessoas que procuram saber mais sobre a gastronomia de cada lugar. Os profissionais com mais anos no sector convivem com os mais novos, que necessitam dar a conhecer os seus descobrimentos culinários. A oferta é ampla e variada. Se vai de férias e a gastronomia é uma das suas paixões, este artigo interessa-lhe.

1. Galiza
O norte de Espanha é uma verdadeira delícia para os sentidos. O peixe e o marisco são os protagonistas de vários restaurantes e bares com estrelas Michelin.
Uma destas opções é o restaurante Fogón Retiro da Costiña, com uma estrela Michelin e uma sala-adega onde se serve cozinha galega reinventada e regada com importantes vinhos da região. Nas Rías Baixas, encontrará centenas de adegas convidativas numa zona conhecida pelos seus excelentes vinhos e mariscos. Mais para o interior, na Região com Denominação de Origem Ribeira Sacra, há já uma série de adegas modernizadas e abertas ao público, como a Bodega Regina Viarum, em Doade, Lugo.

2. País Basco
A boa mesa é uma das características do País Vasco. Qualquer tasca onde se entre para provar os famosos pintxos, já sejam quentes ou frios, é uma boa forma de provar novos sabores. No centro histórico de Bilbau, muito recomendável, pode escolher entre tascas, restaurantes novos, carne ou peixe, mas há algo que deve provar: o molho Idiazábal (um queijo basco que já é património gastronómico europeu). O centro histórico de San Sebastian é também uma opção repleta de restaurantes e bares de pintxos.

3. México
Referir o México em relação à sua gastronomia implica uma extensa variedade de produtos. Entre as diversas rotas gastronómicas pelas que pode optar, destaca-se a de Yucatán, onde a cultura Maia embebe os restaurantes, casas e mercados improvisados de refeições.
A cozinha tradicional desta zona constitui-se de: milho, sementes de abóbora, orégão e coentros, cebola roxa, laranja amarga, chiles vários e lima. Alguns dos pratos típicos que aqui se podem saborear, são: o Chilmole, feito com chiles secos, pimentas brancas e pretas que se adicionam a umas tortitas duras de milho; o Poc Chuc, um prato de carne de porco assada com cebola picada e marinada em água morna e sal; a Cochinita pibil, também com carne de porco, esta marinada em achiote, sumo de laranja amarga, alho, sal e pimenta. A carne é envolvida em folhas de bananeira e cozinhada sob a terra.
4. Úmbria
Os mais exigentes podem visitar Itália e procurar as melhores receitas. Esta é uma cozinha de que todos gostam, e as suas diferentes regiões proporcionam uma enorme variedade culinária. Úmbria situa-se no interior do país, a sua produção de carne de porco dá origem a deliciosos enchidos e presuntos. Também se destacam os queijos de ovelha e cabra, sejam frescos ou secos.
Os pratos podem ser combinados com trufas (a famosa trufa negra) saboreadas também em algumas das massas que preparam. O seu azeite possui Denominação de Origem Protegida. Em relação à produção vinícola, entre brancos e tintos, destacam-se os vinhos de Sagrantino di Montefalco.

5. Paris
Resumir a cozinha parisiense a apenas umas linhas não é tarefa fácil e já muitos o fizeram… Para aqueles que gostam de comer e também de cozinhar, podem provar, e depois elaborar, um Croque Monsieur, crepes franceses ou mesmo caracóis.

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Nostalgia Alvarinho Branco 2013

 

 

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Quinta da Romaneira 2009