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O espumante inglês está a crescer!

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Entre todos os diferentes tipos de vinho, é o espumante que está a ganhar terreno na aceitação dos mercados.

Os estudos de evolução deste produto no mercado, indicam que a indústria do espumante inglês é uma das mais procuradas pelos consumidores e avançam que, provavelmente continuará a crescer durante os próximos anos, cerca de 342% no período entre 2007 e 2017.

A previsão baseia-se no aumento da produção deste tipo de vinho no país (o preferido dos consumidores). Por outro lado, uma das maiores cadeias de supermercados – Waitrose -compra mais de 50% da quantidade de vinho produzida na Grã-Bretanha.

Sendo um dos maiores fornecedores de vinho a nível nacional, Waitrose decidiu oportunamente criar a sua própria marca de vinho. A sua primeira colheita foi elaborada há poucos anos, o vinho é comercializado pela marca Leckford, e as uvas provêm das vinhas de Leckford.

Hábitos dos consumidores

Este incremento também é devido ao facto das mudança a nível dos hábitos de consumo. Em Inglaterra bebe-se mais vinho e o espumante é o favorito, já seja francês, espanhol ou italiano, logo, parece lógico pensar que os interesses pela produção nacional continuem em crescimento.

Exportações

Outro factor que explica o recente crescimento deste tipo de vinhos, são exactamente as exportações, já que o consumo mundial de espumante inglês também se encontra em subida.

Os viticultores

Alguns deles adaptaram-se às preferências dos consumidores, substituíram as uvas pretas pelas brancas e o resultado é um vinho espumante mais claro. Apesar dos viticultores indicarem que este é um vinho mais caro a nível de elaboração, devido à necessidade de tempo no processo de fermentação secundária, o facto é que a qualidade do espumante melhorou e o seu preço desceu.

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Chapel Down Primrose Hill Brut Prestige: um vinhos espumantes da D.O. Kent. Un vinhos espumantes classificado com 4 pontos sobre 5 segundo Os utilizadores de Uvinum.

 

 

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Chapel Down Rose Brut: 4 pontos sobre 5 é a classificação média de Chapel Down Rose Brut para Os utilizadores de Uvinum.

 

 

11 falsas lendas sobre o vinho que deves conhecer agora mesmo

Se o vinho branco é apenas para peixes, se a rolha é melhor ou pior… Como em tantas outras áreas, há muitas idéias sobre o vinho que, apesar de amplamente compartilhadas, não são inteiramente certas.
 
Dê uma olhada em nosso infográfico sobre as falsas lendas mais comuns sobre o vinho e deixe de lado as dúvidas. Diga adeus a mal-entendidos!

Um copo de vinho diário pode beneficiar quem padece diabetes

 TAGS:undefinedÉ sabido que o vinho traz benefícios à saúde, seja em relação ao nosso exterior como a nível do organismo. Estudos diversos relacionam o consumo de um a dois copos de vinho diários com a saúde e concluem que o vinho pode prevenir o envelhecimento.

Um estudo recente, dirigido pela professora Iris Shai, da Universidad Ben Gurión de Negev, em Israel estabeleceu que o consumo de um copo de vinho tinto ao jantar, poderia melhorar o perfil metabólico daqueles que padecem diabetes, controlada, do tipo 2.

O estudo foi apresentado em Praga, no Congresso Europeu sobre Obesidade e foi realizado com 200 pacientes. Alguns dos pacientes beberam água e outros, um copo de vinho tinto.

As conclusões apontam para um ligeiro aumento do colesterol bom (HDL) e apolipoproteína A1 (uno de los principais constituintes do colesterol HDL) nos indivíduos que beberam vinho tinto. Também se verificou uma melhoria no metabolismo da glucose.

As recomendações baseadas nestas conclusões são; um reforço do controle de diabetes através de uma alimentação equilibrada e exercício físico regular.

Segundo os autores do estudo, o consumo moderado de vinho, especialmente de vinho tinto, pode fazer parte de uma alimentação saudável, diminuindo o risco cardio-metabólico e causar um impacto positivo no controle da doença.

 

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Porca de Murça 2013: um vinhos tinto com D.O. Douro cujo coupage contém tinta roriz e touriga nacional de 2013 e tem um volume de álcool de 13º.

 

 

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Duorum 2014: um vinhos tinto da D.O. Douro com tinta roriz e touriga nacional de 2014. 

 

 

Escolher uma garrafeira

 TAGS:undefinedAntes de escolher e montar uma garrafeira, seja em casa, adega ou restaurante, devemos seguir alguns parâmetros, alguns deles estão relacionados com a temperatura mas há outros aspectos igualmente importantes.

Tipo de sistema

Algumas garrafeiras, mais sofisticadas, priorizam o tipo de sistema, o sistema termoeléctrico é um dos que oferece mais vantagens na *conservação do vinho*. Não produz vibrações que possam alterar o vinho e respeita o Meio Ambiente. É recomendável para uso caseiro e não tanto para uso profissional.

Tamanho

É um ponto fundamental na escolha da sua garrafeira, pensar no espaço disponível e na quantidade de vinho que pretendemos guardar , evita perder espaço, tempo e dinheiro.

O sítio

A garrafeira não pode ficar em qualquer espaço, deve colocar-se no sítio mais frio da casa e sem exposição directa ao sol. É recomendável que não fique perto de eletrodomésticos.

Temperatura

A verdade, é que actualmente todas as garrafeiras se encontram preparadas para conservar e manter o vinho à temperatura adequada, os seus sistemas são modernos e automáticos, tornam-nos a vida mais fácil em relação ao desenvolvimento do vinho e permitem-nos saborear a pérola dos líquidos, directamente saída da garrafeira.

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Adega 35 garrafas Ls35B la Sommelière: La Sommelière é um dos líderes de vendas de garrafeiras de climatização na Europa, na área da hotelaria e restauração, entre os seus clientes encontram-se hotéis e restaurantes de excelente reputação.

 

 

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Vinoteca 8 Garrafas Cv008Ns Cavanova: A ampla gama de garrafeiras de conserva e climatização Cavanova converteu-se em padrão de qualidade comercial, a sua utilização em hotelaria e residências permite-nos saborear uma agradecida experiência. 

 

 

 

 

 

Os melhores aperitivos para um evento empresarial

 TAGS:undefinedNão entramos apenas na Primavera, mas também na temporada de eventos empresariais, feiras e palestras. Este tipo de acontecimento implica um bom serviço de catering, que deve adaptar-se a diferentes tipos de paladar.

A maioria dos aperitivos servidos nestas ocasiões são leves, frios ou quentes e de tamanho pequeno. Os cocktails de cava ou champanhe costumam ser um bom início, tanto para começar a conhecer os restantes participantes, como para preparar o estômago.

Dependendo da hora a que é servido o aperitivo, também é importante a presença de sumos (naturais, dois diferentes mínimo) e alguns refrescos.

Após os primeiros cocktails, as mesas devem estar preparadas com vinho branco e vinho tinto. É recomendável que estes vinhos possuam uma baixa graduação alcoólica, que sejam vinhos de qualidade, com Denominação de Origem e de preferência da região onde decorre o evento ou da região de origem da empresa que o patrocina.

Tal como os vinhos, também as cervejas devem marcar presença, sobretudo se os eventos decorrem em épocas com temperaturas altas. É aconselhável que a cerveja seja nacional e se for possível servir algumas variedades artesanais.

Também é agradecido encontrar vermute neste tipo de reuniões. O branco é elegante, de menor graduação alcoólica e bastante recomendável. Em algumas ocasiões são servidos cocktails sem álcool, são frescos e deixam um bom paladar para entrar na refeição ou mesmo para voltar às actividades previstas. No entanto, existe sempre a opção de servir um cocktail original, com um leve toque alcoólico.

Dependendo do tipo de organização e das actividades, muitos eventos empresariais utilizam os “clássicos”: Um champanhe ou cava de prestigio, a cerveja nacional de maior consumo, um bom vinho com Denominação de Origem conhecida ou tipo de cocktail conhecido por todos.

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes Champagne está elaborado com pinot noir e pinot meunier e 12,5º de álcool en volume. 

 

 

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Quinta do Vesúvio 2011: um vinhos tinto da D.O. Douro a base das castas touriga nacional e touriga franca de 2011 e com uma teor de álcool de 14º.

 

 

Vinho em pintura

 TAGS:undefinedO artista plástico Jorge Martorell utiliza o vinho com uma nova e original técnica. As suas telas são pintadas com vinhos das castas Malbec, Syrah, Cabernet e Chardonnay, entre outros.

Martorell substitui o acrílico pelo vinho e tudo começou por um acidente, uma mancha de vinho caiu na tela em que trabalhava e o artista decidiu que esta faria parte da obra. Gostou tanto do resultado que passou a utilizar o vinho nas suas seguintes obras.
Deste modo, o vinho tinto, em gotas, esguichos e jactos, começaram a integrar as suas pinturas. Martorell usa todo o tipo de vinhos, castas e variedades: vinhos de alta e baixa gama, vinho puro e vinho adulterado ou quimicamente modificado, borras e tintas vegetais.
O seu objectivo é aproveitar os comportamentos e qualidades do vinho, semelhante às aguarelas, o vinho tinto oferece uma grande variedade de cor após a oxidação; vermelhos, violetas, cinzentos, azuis arroxeados, pardos e castanhos. No caso do vinho branco e dos espumantes, obtêm-se tons alaranjados e amarelados.

“O processo de pintar com vinho, implica provas e erros”, afirma Martorell, que utiliza vinho oxidado para obter as cores pretendidas no seu trabalho. Para travar a oxidação recorre ao verniz, acrílico, tintas vegetais e óxidos de ferro. Para além da técnica descoberta por acidente, Martorell trabalha com um enólogo, que o ajuda a obter as cores e texturas pretendidas.

A música também faz parte do conceito do seu trabalho, inspiradas em tangos, com frases e nomes emblemáticos: Uno, Tinta Roja, La última curda, Las vueltas de la vida, Déjame que llore, Me quedé mirándola, Rodando por Callao… entre outras.

Mas a lista de materiais pouco convencionais que utiliza nas suas obras continua a crescer. Em “Last tango in Paris”, díptico inspirado na composição do argentino Gato Barbieri para o filme de Bertolucci, incorporou uma gota de sangue na última fase da sua obra.
E se por acaso duvidam…o artista garante que entre pintura e pintura “ unicamente molho os lábios”.

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Duorum 2013: um vinhos tinto com D.O. Douro cujo coupage contém tinta roriz e touriga nacional de 2013 e com um grau alcoólico de 13,5º. 

 

 

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Carm cm 2011:  um vinhos tinto com D.O. Douro com uvas 2011. 

 

 

Alguns tipos de garrafas de vinho

 TAGS:undefinedAté ao séc. XVII não se utilizaram garrafas para embalar o vinho, antes do vidro, os materiais eram outros: ânforas de cerâmica, barris de madeira e mesmo tripas de animais.

Hoje em dia a garrafa de vidro é elementar para a conservação do vinho, uma vez saído da adega. No interior da garrafa, o vinho segue o seu percurso para o estado de consumo ideal, dependendo dos tipos de vinho e das garrafas este tempo varia, mas o momento correcto sempre chega.

Tipo de material:

Na sua maioria, o vinho é embalado em garrafas de vinho, apesar de também serem utilizados outros materiais, como bricks ou latas especiais, nenhum deles é tão aconselhável como o vidro, para conservar o vinho por um longo período de tempo.

Tipos de garrafa segundo a sua forma:

  • Borgonha: A forma conhecida como mais antiga. Vem, evidentemente, da Borgonha, tem um corpo largo e os ombros seguem uma curva longa até ao bojo. Muitas garrafas de vinho português possuem esta forma.
  • Bordalesa: A garrafa mais comum de todas. Possui ombros marcados, corpo recto e é cilíndrica, o que permite um bom armazenamento na horizontal. É habitualmente cor-de-canela (mercado nacional) e transparente nos vinhos brancos. Nos tintos a garrafa é verde.
  • Cava ou Champanhe: Garrafa de vidro grosso e ombros baixos, possui uma concavidade na base, concebida para resistir à pressão e própria dos vinhos espumantes.
  • Jerezana: Foi criada por espanhóis. Tem un gargalo bojudo em duas fases. É utilizada para engarrafar Xerez e licores.

Tipos de garrafa segundo a sua capacidade:

O envelhecimento e conservação do vinho são grandemente influenciados pelo tamanho da garrafa onde repousam, já que a evolução do vinho é tão mais lenta quanto maior for a garrafa. Aqui ficam algumas delas:

  • Split: 187,5cl.
  • Meia-garrafa: 375ml.
  • Garrafa convencional: 750ml
  • Magnum:1,5L.
  • Jeroboam: 3L.
  • Imperial: 4L.
  • Rehoboam: 4,8L.
  • Methuselah: 6,4L.
  • Salmanazar: 9,6L.
  • Balthazar: 12,8L.
  • Nebuchadnezzar: 16L.
  • Solomon: 18L.

Tipos de garrafa segundo a sua cor:

A cor da garrafa influencia a conservação e protecção do vinho em relação à luz solar. As cores mais utilizadas são verde, azul ou negro acastanhado. Os vinhos que se pretendem envelhecer, normalmente são embalados em garrafas de cores escuras, enquanto que os vinhos brancos novos são engarrafados em vidro transparente ou de cores claras.

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Mumm Cordon Rouge Jeroboam: Vinho espumante com Denominação de Origem Champagne. Castas: Pinot noir e Pinot meunier. Graduação alcoólica – 13º.

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza Magnum 2010: Vinho tinto com Denominação de Origem Ribera del Duero. Castas: Cabernet sauvignon e Tempranillo de 2010. Graduação alcoólica – 13.49º.

 

 

 

 

Como mudou o consumo de vinho nos últimos anos

 TAGS:undefinedTal como o mercado gastronómico avança, também os consumidores se tornaram mais exigentes e o aumento do consumo de vinho não é excepção. Hoje fazemos um resumo sobre o consumo dos nossos dias.

Não qualquer vinho. Um excesso de informação nos últimos anos levou os novos, e os não tão novos, consumidores de vinho a aumentar o nível de exigência: qualidade e profissionalismo.

Novos consumidores. Uma das consequências do aparecimento das redes sociais e dos blogs foi o número de pessoas que passou a deixar-se guiar/informar pelas opiniões e comentários alheios. Normalmente consumidores dispostos a aprender, na sua maioria jovens. Ainda que as suas compras não sejam em grande quantidade, é um público que pede novas colheitas e Denominações de Origem menos conhecidas.

Onde compram o seu vinho. Segundo os estudos da SymphonyIRI, os consumidores já não compram apenas em adegas ou lojas especializadas. Uma grande maioria, em primeiro lugar procura e compra vinho de qualidade em supermercados e hipermercados, e em segundo lugar em sítios especializados como as cooperativas, por exemplo. A compra de vinho online, também aumentou, evidentemente.

Onde consomem o seu vinho. Os sítios onde os “novos” consumidores bebem vinho, também mudou. Não só em restaurante, o hábito ampliou-se, ou voltou: às tascas, às pequenas e médias adegas urbanas e aos bares com organização de provas de vinhos e gastronomia. Os marketplace de vinhos, também passaram a fazer parte desta lista.

 

 TAGS:Porca de Murça 2013Porca de Murça 2013

Porca de Murça 2013: um vinho tinto com D.O. Douro cujo coupage contém tinta roriz e touriga nacional de 2013 e tem um volume de álcool de 13º.

 

 

 TAGS:Quinta do Vale Bragão Colheita Branco 2014Quinta do Vale Bragão Colheita Branco 2014

Quinta do Vale Bragão Colheita Branco 2014: um vinho branco com D.O. Douro elaborado com uvas de 2014 e 13º de álcool en volume.

 

 

Em questão de saúde: vinho ou cerveja?

 TAGS:undefinedSe alguma vez pensaste em qual seria a bebida mais adequada para a saúde, e gostas tanto de cerveja como de vinho, hoje podes esclarecer algumas dúvidas graças à curiosidade e persistência de alguns investigadores.

Mack Mitchell, membro do Centro Médico da Universidade Texas Southwestern, levou a cabo um estudo, recentemente dado a conhecer. Mitchell pediu a um grupo de 15 homens que tomassem determinadas bebidas em diferentes dias, sendo o conteúdo alcoólico proporcional ao peso corporal de cada um dos participantes e sendo consumido ao mesmo ritmo durante 20 minutos. Os resultados revelaram alguns dados interessantes:

  • O vinho circula mais depressa do que a cerveja: A análise do estudo permitiu observar que os licores entraram na corrente sanguínea mais rapidamente do que outras bebidas, seguiu-se o vinho, 54 minutos mais tarde, e finalmente a cerveja, que demorou 62 minutos.
  • Aumentar de peso: Os técnicos responsáveis pelo estudo avaliaram vários trabalhos sobre o consumo de álcool e a sua relação com o aumento de peso e concluíram que, consumir álcool moderadamente não varia grandemente o peso. No entanto, o período de avaliação deste ponto foi apenas de 10 semanas, o que significa que os dados se consideram insuficientes.
  • Ressaca: Em relação a ressacas, os investigadores não chegaram a nenhuma conclusão. São moléculas, as responsáveis pelo sabor e aroma de cada bebida e também pelo “efeito ressaca” ; a dor de cabeça e enjoo… Hoje em dia , considera-se que as bebidas escuras apresentam uma maior concentração destas moléculas, mas na verdade ainda não existem dados mais específicos.
  • Cerveja ou vinho para a saúde: Os polifenóis estão presentes, em elevada quantidade, no vinho tinto e possuem efeitos benéficos sobre a saúde cardiovascular, enquanto que os polifenóis da cerveja estão presentes em menor quantidade, à semelhança do vinho branco. Ambas as opções são saudáveis se forem consumidas com moderação, evidentemente, mas o vinho tinto continua a ser o Rei dos polifenóis!

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Suserano Reserva 2012: um vinhos tinto Alentejo com um coupage a base de uvas de 2012 e 14º de grau alcoólico.

 

 

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Carm cm 2011: Douro com uvas 2011. no Uvinum Os utilizadores classificaram o Carm cm 2011 com uma nota media de 5 pontos sobre 5.

 

 

O vinho tinto ajuda a perder peso

 TAGS:undefinedJá várias vezes referimos alguns dos benefícios do vinho na nossa saúde; em relação às doenças cardiovasculares, como factor anti-envelhecimento, etc… Mas até agora não havia notícias sobre a sua possível influência como acelerador de perda de peso, algo que, a ser verdade, junta-se à enorme lista de boas razões para consumir vinho. Isso sim, sempre com moderação.

Segundo um estudo da Oregon State University, existe um tipo específico de vinho que trava o crescimento das células gordas no fígado. Uma descoberta, que uma vez passado todas as provas necessárias, pode indicar que o consumo de uvas frescas, em forma de mosto ou fermentadas como vinho, talvez ajude a solucionar problemas de saúde relacionados com o tratamento de inflamações crónicas, colesterol, radicais livres, certos tipos de cancro, obesidade e especialmente a esteatose hepática, também conhecida como “fígado gorduroso”.

Concretamente, o composto responsável pelo comportamento benéfico de alguns tipos de uva, é o ácido elágico, também presente em frutas como a castanha, a noz, framboesa vermelha e romã, nos chás verde e nos chás oolong e inclusive nas bolotas dos carvalhos.

Em relação a uvas, este polifenol encontra-se em variedades como a Red Muscadine, Cabernet Sauvignon e Malbec. O envelhecimento do vinho em barris de carvalho multiplica a sua presença no vinho fermentado, de modo que, quanto mais envelhecido, melhor.

O estudo foi realizado por bioquímicos e biólogos moleculares da Escola de Ciências Agrícolas de OSU, em colaboração com as Universidades da Florida e do Nebraska, e conclui que o ácido elágico melhora a acumulação de gordura no fígado e reduz a presença de açúcar no sangue (as experiências foram feitas com ratos sobrealimentados com uma alimentação rica em gorduras).

Confirmando-se um comportamento similar nos humanos, esta descoberta poderia prevenir o aparecimento de gordura hepática, bastante frequente em pessoas com problemas de obesidade e diabetes, simplesmente adicionando à alimentação equilibrada e exercício moderado, o consumo de um cacho de uvas por dia, um copo de mosto ou de vinho tinto ou o seu equivalente em alimentos onde se encontra presente o ácido elágico.

 

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Pedra Basta 2010

 

 

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Quinta Nova Colheita 2011