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5 bares em Birmingham para tomar um bom vinho

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Talvez este não seja o destino mais cobiçado do Reino Unido, mas Birmingham é uma cidade com um considerável número de atracções turísticas, para além de muitos bares de boas cervejas e vinhos. Nos bares de vinhos encontramos uma grande diversidade, de alta qualidade e de várias regiões do mundo. Hoje seleccionamos cinco bares, para que a sua próxima visita a esta cidade tão grande como desconhecida seja inesquecível.

1. Loki Wine. Os amantes do vinho podem juntar pratos e copos neste sítio onde têm à escolha uma ampla selecção mundial de garrafas. No r/c podem comprar vinho, e no primeiro andar bebê-lo num ambiente relaxado e informal.

2. All One Bar. Um bar com grande diversidade de ambientes, onde durante a semana se concentram os trabalhadores dessa zona e nos fins de semana há pessoas de várias faixas etárias. Possui uma carta de vinhos bastante especializada.

3. The Rectory. Um grande bar/restaurante, situado num lugar central rodeado de zonas verdes, e onde pode beber vinho a copo. Interessante decoração.

4. Utopia. Este bar de Birmingham City Centre é recomendável para quem pretende descobrir novos vinhos e diferentes regiões de produção. Os vinhos podem ser combinados com saborosos pratos, ou, se preferir, coisas tão simples como um cachorro-quente.

5. Simpsons. Uma escola de cozinha que organiza visitas às suas adegas. Degustação de pratos e vinhos de alta qualidade.

E já agora; se durante a sua viagem por Inglaterra passar pela capital, não perca os bares onde tomar um bom vinho em Londres.

 

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Beyra Quartz 2011

 

 

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Beyra Reserva 2013

 

 

O maior museu do vinho do mundo

 TAGS:undefinedOs amantes do vinho têm mais um lugar para visitar neste verão. Chama-se Cidade do Vinho ou Cité du Vin, fica em Bordeaux, França, e ocupa cerca de 14.000 m²; uma superfície dedicada à cultura do vinho e à descoberta da mesma através de actividades. Uma das razões pelo qual vale a pena visitar este espaço, para além do enorme espaço a explorar, é o facto e ser um lugar que une arte, experiência e história. Uma combinação única.

O museu possui uma adega com mais de 14.000 garrafas, onde é possível saborear e assistir à elaboração do vinho in situ.
A arquitectura surpreendente da Cidade do Vinho já ganhou a alcunha de Guggenheim do vinho. O edifício possui uma forma leve e ondulada, com uma fachada repleta de painéis de alumínio e vidro serigrafado, que oferecem uma interessante perspectiva de reflexos dourados.
Os visitantes podem também visitar os restaurantes e bares do museu, onde decorrem várias degustações, provas de vinho e outras actividades.
A entrada custa aproximadamente 20€ e inclui vários percursos acompanhados de explicações sobre as Denominações de Origem de diferentes países. Há ainda degustações e outras actividades incluídas no preço do bilhete, para além de uma vasta programação cultural com espectáculos, concertos e debates sobre o vinho.
O museu encontra-se, como já foi mencionado, em Bordeaux, e não é por acaso… Para além da sua beleza, a cidade é o berço do vinho, em todos os sentidos.

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Domaines Barons de Rothschild Lafite Mouton Cadet Bordeaux Aoc Halbe Flache 375ml 2014: Trata-se de um vinhos tinto de Bordeaux, da colheita de 2014 de 13.5º.

 

 

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Domaines Barons de Rothschild Lafite Cabernet Sauvignon Rosé 2014: Trata-se de um vinhos tinto de Bordeaux, da colheita de 2014 de 13.5º.

 

 

Domaines Barons de Rothschild Lafite Baronne Charlotte Graves Aoc 2014
Um bordeaux das adegas Domaines Barons de Rothschild (Lafite). Colheita de 2014.13º de teor alcoólico.

Domaines Barons de Rothschild Lafite Le Rosé de Mouton Cadet 2015
Vinho rosé com Denominação de Origem Bordeaux. Colheita de 2015. 12.5º de graduação alcoólica. 10.36€

6 benefícios do vinho branco

 TAGS:undefinedJá muito se sabe sobre as vantagens fornecidas pelo consumo de vinho tinto, mas os brancos, para além de frescura e aroma inconfundível, também têm a sua importância. Quais são os principais benefícios que proporciona o consumo do vinho branco?

1. É aconselhável a quem padece de doenças do aparelho respiratório
Segundo uma investigação realizada pela Escola de Medicina de Buffalo, o consumo moderado de vinho branco, ao longo dos anos, pode chegar a melhorar a saúde pulmonar, prevenindo o aparecimento de doenças que habitualmente afectam o sistema respiratório.

2. Ajuda a perder peso
Apesar de parecer estranho, já que se diz que o vinho branco possui calorias, uma investigação da Universidade de Hohenheim demonstrou que as pessoas que pretendiam perder peso, e bebiam vinho branco moderadamente, conseguiram emagrecer.

3. É um antioxidante
Tanto o vinho tinto como o vinho branco são antioxidantes devido às propriedades das uvas. Pensa-se que esta propriedade faz com que o vinho branco também proteja as células e impeça o desenvolvimento de algumas doenças como o cancro, sobretudo, o cancro da mama.

4. É nutritivo
Pois sim. O vinho é nutritivo pela quantidade de vitaminas e minerais que possui. O vinho branco, concretamente, possui fósforo e potássio.

5. É bom para mente
Exacto. Também reforça o entendimento. Não só proporciona benefícios ao corpo, mas também à mente, segundo um estudo efectuado na Universidade de Reading. Esta investigação concluiu que o ácido fenólico, presente no vinho, exerce uma acção positiva nas células cerebrais, o que protege o desenvolvimento das doenças neurodegenerativas.

6. Ajuda a fortalecer os ossos e os músculos
Ainda que seja necessário praticar exercício físico, o resveratrol, uma substância presente no vinho branco com propriedades anti-inflamatórias, fortalece os músculos e mantém os ossos fortes.

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Alvarinho Soalheiro 2015: um vinhos branco de Vinho Verde com uvas da colheita de 2015 e com 12.5º de graduação alcoólica. 

 

 

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Andreza Códega do Larinho Branco 2015: elaborado por Lua Cheia, é um vinhos branco da DO Douro com uvas da vindima de 2015, teor alcoólico: 12º.

 

 

A alimentação kosher

 TAGS:undefinedA Cashrut é termo que define as leis da alimentação impostas pela religião judaica. Kosher ou casher é, pois, o conjunto de alimentos aptos para os praticantes desta religião, que exclui a carne de animais considerados impuros como o porco, os moluscos e crustáceos e a maioria dos insectos, excepto lagostas e gafanhotos e algumas mesclas de carne e leite.

Os animais cuja carne é permitida, devem ser mortos através de uma metodologia definida, tal como os produtos agrícolas, que devem cumprir procedimentos concretos. As razões para tal podem ser explicadas pela filosofia judaica – que segundo alguns teólogos, atribui virtudes aos animais kosher, e vícios àqueles que são excluídos – e por motivos de higiene, ainda que este último ponto seja discutível.

Os mamíferos que se permitem consumir devem ser ruminantes e ter as unhas partidas. Em relação às aves, a explicação é pouco clara; são permitidas aquelas tradicionalmente consideradas kosher. O peixe deve ter escamas e barbatanas. Estão proibidos todos os invertebrados (excepto os acima mencionados) assim como répteis e anfíbios.

É interdito o consumo de carne de animais (mesmo sendo kosher) que não sejam abatidos segundo o sacrifício ritual correspondente. A esta condicionante junta-se: os animais com lesões ou defeitos significativos; o sangue; determinadas zonas da gordura abdominal relativa a carne de gado; a fruta nascida de uma árvore durante os três primeiros anos após a sua plantação, o qual também é aplicado às uvas, e portanto, ao vinho.

Também são proibidas as misturas de carne e leite, plantas que se tenham desenvolvido juntas (por exemplo: cereais e vinha) e leite com possibilidade de ter sido misturado com leite de animais não kosher, assim como os seus derivados.

Em relação ao vinho kosher, este deve ser produzido exclusivamente por judeus e as uvas não podem ser pisadas, já que os pés são considerados impuros. Todos os vinhos necessitam receber uma garantia conferida por um rabino, algo cada vez mais tido em conta por muitos produtores do mundo.

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Nexus Kosher 2013 é um vinhos tinto vinificado na DO Ribera del Duero da vindima de 2013. 

 

 

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Flor de Primavera Peraj Ha’Abib 2014: um vinhos tinto da DO Montsant com o melhor da vindima de 2014.

 

O que se bebia na época de Shakespeare?

 TAGS:undefinedQuatrocentos anos após a última obra de Shakespeare, vamos ver quais são as bebidas mencionadas nas suas peças de teatro, e quais as que provavelmente utilizaram os seus amigos para brindar os êxitos.

Cada uma das suas obras possui aproximadamente 38 referências de bebidas alcoólicas. A escolha da bebida de uma determinada personagem, representa também a sua posição social e personalidade, assim como deixa entrever quais os hábitos de uma dada época e de uma dada faixa etária. Mas esta é uma vasta área de estudo, que diz respeito à literatura…
O chá e o café ainda não tinham chegado à Grã-Bretanha e a água era um verdadeiro risco para a saúde, razões pelo qual, as bebidas alcoólicas eram a opção mais frequente.

Estas eram as bebidas mais habituais:

Ale e cerveja
A Ale era uma bebida tradicional de sabor suave, muito popular e conhecida como fonte de vitaminas. Uma bebida de pobres e ricos, sem barreiras sociais.
Entretanto, na Holanda, a cerveja era uma novidade à qual se adicionou lúpulo, o que, inicialmente, foi visto como uma adulteração e pouco a pouco se apoderou de Inglaterra. Nesta época, a cerveja era relativamente doce e frutada.

Aqua vitae
Refere-se à maioria das bebidas alcoólicas daquela época, pelo qual poderiam nela incluir-se bebidas semelhantes ao brandy e ao whisky. Shakespeare menciona seis vezes a aqua vitae, e descreve-a como sendo uma bebida reconstituinte ou terapêutica, ao contrário do vinho ou da cerveja. Em Romeu e Julieta, a Ama pede-a por duas vezes: quando se explica a morte de Teobaldo e o desterro de Romeu, e quando acredita que Julieta morreu na sua cama.

Clarete
Naquela época era una bebida muito mais leve e mais próxima do cor-de-rosa que do vermelho Bordeaux. Shakespeare confere-lhe uma qualidade simbólica, grandemente sentida naquela altura. Durante o séc.XII, Bordeaux e a zona da Gasconha converteram-se em território inglês como consequência da união de Henrique II e Leonor da Aquitânia. Os vinhos de Bordeaux foram enviados em grandes quantidades para Inglaterra, porém, no final da Guerra dos Cem Anos, a Gasconha foi recuperada pelos franceses e a disponibilidade do clarete diminuiu notavelmente. É bom lembrar que, na Inglaterra de Shakespeare, o vinho era um bem não acessível para todos. Como produto importado, de avaliação 12 vezes superior à da cerveja ou dos refrescos, apenas estava ao alcance da monarquia.

Sherry sack
Hoje seria definido como vinho aromático, converteu-se num termo utilizado para denominar uma série de vinhos semelhantes ao do Xerez, alguns deles fortificados, outros doces, Sherry sack, foi o nome mais conhecido. Existem várias referências associadas à personagem de Falstaff a saborear Sherry sack e pedindo mais.

Metheglin
Una bebida alcoólica de origem galesa, fermentada a partir do mel . Era um hidromel feito com especiarias e usada como tónico, que apenas os mais ricos podiam conseguir. Aparece em duas obras de Shakespeare: Trabalhos de amor perdidos e As alegres comadres de Windsor. Ainda que hoje não seja produzida para distribuição comercial, há um certo interesse em voltar a elaborar esta bebida.

Moscatel
Saboroso e doce, elaborado com uva moscatel, esta é a bebida de Petruchio, na peça de teatro – A Fera Amansada. Na época, o termo moscatel era geralmente utilizado para se referir aos vinhos gregos, a maioria deles vindos de Creta ou Zante.

Posset
Actualmente chama-se Posset a uma sobremesa cremosa e espessa, normalmente com sabor de limão, Mas na época isabelina, esta era uma bebida de leite quente, coalhada com ale ou vinho , geralmente com sabor a especiarias e provavelmente açúcar. Lady Macbeth adormece os guardas da zona privada do Rei Duncan, precisamente com um posset envenenado.

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Palo Cortado Península

 

 

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Rey Fernando de Castilla Oloroso Antique 50cl

 

Beber vinho com…gatos!

 TAGS:undefinedVerdade! Tomar um copo de vinho na companhia de gatos é uma realidade e o sítio é um bar nos E.U.A. Nos últimos anos, a moda dos bares temáticos arrancou furiosamente, e para o confirmar basta passar os olhos pelos guias de ócio das principais cidades do mundo. Encontrará desde bares de gelo, até aos bares onde pode ir com os seus filhos sem receio de incomodar os outros, passando pelos bares que aceitam animais de estimação ou aqueles que foram concebidos para atender celíacos.

O que ainda não tinha aparecido, até agora, é um bar habitado por gatos. Este projecto foi concebido por um grupo de amantes de felinos, em Denver, Colorado, através da plataforma de crowdfunding Kickstarter. The Denver Cat Bar, tem um ambiente onde os clientes podem conviver com gatos resgatados de situações de abandono enquanto tomam um copo de vinho.

Deste modo, as pessoas que, em sua casa, não podem gozar a companhia destes elegantes e curiosos bichos, poderão fazê-lo num ambiente agradável e com um copo de vinho, já que nos E.U.A., muita gente vive em regime de aluguer e é bastante frequente que os proprietários não permitam manter animais de estimação.

Este bar possui uma zona de refeições e se os clientes assim o preferirem podem levar o seu copo à “sala dos gatos”. Os promotores do estabelecimento felino pretendem reunir a respeitável quantia de 60.000 dólares, e já obtiveram o apoio de centenas de pequenos investidores, que, segundo a quantidade doada poderão: ver o seu nome numa das paredes do Denver Cat Bar, junto a uma fotografia com o seu animal de estimação; receber uma noite com aperitivos e bebidas para duas pessoas ou ainda ser nomeado “amigo oficial do bar” e desfrutar de numerosas e variadas recompensas adicionais.

Talvez fosse bom começar a pensar em importar a ideia…

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Moscato Gato Pardo

 

 

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Cojon de Gato Gewurztraminer 2015

 

 

Vinho + Chocolate = Perder peso

 TAGS:undefinedNão é a primeira vez que publicamos informação sobre os benefícios de incluir vinho na nossa dieta, para emagrecer. Com o Verão a entrar, são muitos aqueles que decidem fazer dieta, mas, é necessário renunciar a vários alimentos e bebidas?

Pois talvez não, porque, segundo o Professor Tim Spector, do King College, em Londres, há um regime baseado em dois alimentos que poderiam ser contrários às dietas: o vinho e o chocolate.

Spector afirma que não é necessário eliminar estes alimentos da dieta, já que ajudam no processo da perda de peso e, sobretudo, a manter o novo peso a médio e longo prazo. E que entre os alimentos que ajudam a activar o movimento intestinal e a promover a reprodução de bactérias intestinais benéficas, encontra-se o queijo, o vinho e o chocolate.

O Professor Spector indica que uma boa dieta não assenta na base de contar calorias, mas sim nas bactérias que temos nos intestinos. O vinho, por exemplo, ajuda a cultivar as bactérias benéficas do nosso intestino, que permitem manter-nos em forma.

O exemplo fornecido por Spector, “quanto maior for a variedade de alimentos que ingerimos, maior será a variedade de micróbios que temos no nosso corpo e mais saudáveis estamos” é explicado pelo facto de que a maioria das pessoas consome menos de 20 tipos de alimentos, e muitos de estes, senão a maioria, são alimentos processados de modo artificial.

Este conjunto de informação levou Spector a investigar sobre o consumo desses produtos e sobre a possibilidade de serem responsáveis pelo facto de muitas pessoas não perderem peso. O seu filho prestou-se a estas mesmas investigações e manteve, durante 10 dias, o consumo de alimentos McDonalds. A sua principal conclusão, para além de confirmar o já mencionado, demonstrou que durante os 10 dias o seu filho perdeu 40% da sua flora bacteriana.

 

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Papa Figos 2014

 

 

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Esteva 2014

 

 

7 cocktails para celíacos

 TAGS:undefinedNada melhor do que saborear um delicioso cocktail para relaxar e deixar de lado as preocupações por um momento, incluindo os celíacos, que não têm porque privar-se deste prazer.

Hoje deixamos-lhe 7 receitas de cocktails sem glúten que pode elaborar em casa.

1. Canaletto

Ingredientes:

  • Cava ou champanhe
  • 100gr de framboesas
  • 2 colheradas de açúcar
  • Sumo de um limão

Preparação:

1. Macera as framboesas com açúcar e sumo de limão.
2. Deitar a mistura numa garrafa e misturar com o cava bem frio.
3. Servir em copos gelados e saborear.

2. Sangria

Ingredientes:

  • 2 maçãs
  • 1 pêssego
  • 1 laranja
  • 100 mililitros de conhaque
  • 100 mililitros de cointreau
  • 4 colheradas de açúcar
  • 500 mililitros de vinho tinto

Preparação:

1. Cortar a fruta em pequenos quadrados.
2. Macerar tudo com uma mistura de conhaque, cointreau e açúcar, durante 3 horas.
3. Misturar o vinho tinto antes de servir.

3. Cocktail com vinho

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vinho
  • 30 mililitros de licor de sabugueiro St. Germain
  • 1 fio de bitter
  • Água mineral com gás
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o vinho, o licor e o bitter num copo com gelo.
2. Completar com a água com gás e misturar antes de servir.

4. Cocktail com champanhe

Ingredientes:

  • 1 colherada de licor de cássis
  • 150 mililitros de champanhe ou cava

Preparação:

1. Servir o licor de cássis e completar com champanhe ou cava.

5. Cocktail com cerveja

Ingredientes:

  • 250 mililitros de cerveja sem glúten
  • 250 mililitros de limonada

Preparação:

1. Servir a cerveja e completar com limonada.

6. Cocktail com vodka

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vodka
  • Sumo de um limão
  • 1 colherzinha de açúcar

Preparação:

1. Deitar a vodka, o sumo de limão e o açúcar no shaker.
2. Servir em copo com gelo e decorar com uma rodela de limão.

7. Cocktail com rum

Ingredientes:

  • 60 mililitros de rum escuro
  • 180 mililitros de ginger ale
  • Um quarto de limão
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o ginger ale num copo com gelo.
2. Completar com rum, espremer o limão e servir.

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Agusti Torello Mata Brut Nature Gran Reserva 2010

 

7 bares em Londres para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedLondres é uma das cidades com maior número de culturas, talvez por isso também possua uma enorme variedade de bares e restaurantes. Para além da cerveja e do whisky, nesta cidade bebe-se bom vinho, sobretudo graças aos produtores de vários países que tornam possível saborear as suas obras em lugares de ócio. Se pensa visitar Londres ou vive na cidade, siga as nossas recomendações:

1. Vinoteca – Bastante popular, aqui encontram-se vinhos franceses, italianos, espanhóis e portugueses. Realizam-se provas e outros eventos.
2. Cork & Bottle – Está localizado numa zona de grande movimento e rodeado por teatros. Por essa razão, é habitual encher-se de turistas e tomar um vinho antes ou depois das peças de teatro. Boa selecção de vinhos e comida.
3. Fortnums 1707 – Em Picadilly. Possuem uma excelente selecção de vinhos a bons preços e uma loja onde os pode adquirir. Fecham bastante tarde, o que significa que à noite, pode beber vinho quando lhe apetecer.
4. Troubadour Wines – Bar, restaurante e loja de vinhos da Argentina, França e Itália, entre outros países.
5. Willy’s Wine Bar Se pretende fish&chip de qualidade, este é o sítio onde deve ir. Há bons vinhos na sua carta, tanto brancos como tintos. Algo a que os britânicos estão a aderir cada vez mais.
6. Bar Pepito– Um dos bares espanhóis que ganhou fama em Londres. A raiz é andaluza, pelo que se pode deduzir o seu ponto forte: as tapas. Para beber? Xerez e vinhos de outras comunidades espanholas.
7. Sager + Wilde – É o lugar indicado para um bom petisco acompanhado de bons vinhos. Enchidos, queijos, pão e variedade de vinhos.

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Miraval Rosé 2015: um vinho rosé da DO Côtes De Provence com uvas de syrah, rolle, garnacha, grenache e cinsault de 2015, 

 

 

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Habla Rita 2015: é um Côtes De Provence das adegas Bodegas Habla – Bodegas y Viñedos de Trujillo com uvas de garnacha negra, syrah e garnacha de 2015.

 

 

Como arruinar uma refeição

 TAGS:undefinedImagine a seguinte situação: Organiza uma refeição para festejar algo com os seus amigos ou com a família. Já há vários dias que anda a pensar nos pratos e no vinho. Quando chega o dia, está tudo perfeito, porém, os pequenos pormenores que, à partida, pareciam não ter importância acabam por desfazer o esforço investido nesta preparação. Se não quer que isto lhe suceda, recomendamos seguir estes conselhos para evitar arruinar uma excelente refeição.

As alcachofras
Alcachofras e vinho não é realmente uma boa combinação. Ainda que esta afirmação não se possa generalizar, já que existem algumas harmonizações possíveis. Parece que as alcachofras possuem um composto chamado cinarina que deixa o sabor do vinho um pouco estranho. O melhor é escolher um vinho branco leve.

Servir o vinho demasiado quente ou demasiado frio
Cada tipo de vinho deve ser bebido segundo a temperatura que necessite. Ou seja, um vinho tinto demasiado quente ou um branco extremamente frio podem realmente estragar uma refeição. Se o vinho está a uma temperatura demasiado elevada, podemos colocá-lo no frigorífico durante 30 minutos antes de servir. Para os brancos, é recomendável retirar o vinho muito gelado do frigorífico e deixá-lo a temperatura ambiente durante alguns minutos.

Harmonizações sem perfeição
Hoje em dia, a harmonização é uma verdadeira arte. Porquê? Unir sabores, receitas, vinhos, paladar e aromas não é uma tarefa fácil. Uma boa refeição pode ser arruinada se o vinho escolhido for inadequado para o prato. Um vinho doce pode não ser a melhor ideia para uma prato com mais gordura, mas é certamente equilibrado combiná-lo com determinadas sobremesas. Do mesmo modo que um branco fresco pode não ir bem com algumas carnes de caça. O melhor é que se informe sobre as melhores harmonizações e escolha os vinhos segundo os pratos que pretenda preparar.

Se o vinho está quente, gelo nunca!
Certamente que os amantes do vinho já têm conhecimento desta informação. Se o vinho a servir aqueceu demasiado, é melhor não ter a “brilhante” ideia de lhe pôr um cubinho de gelo. Se o fizer, estará a misturar água ao vinho… Só há uma coisa a fazer: deixá-lo no frigorífico durante algum tempo.

Não misturar dois vinhos diferentes no mesmo copo
Quando misturamos vinhos de diferente marca, origem e paladar, o resultado pode não ser agradável. Cada vinho tem as suas próprias características e deve ser tomado sozinho.