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Vinho da Roma Antiga

 TAGS:undefinedImagine que pode provar o vinho que bebiam os habitantes do antigo Império Romano… esta fantasia pode converter-se em realidade, graças ao estudo efectuado nas ruínas das adegas onde estes vinhos eram elaborados.

Um produtor de vinho, perto de Portland, no Estado de Oregon, está a produzir as primeiras remessas de um vinho que aplica as mesmas técnicas que os romanos utilizavam há mais de 2000 anos.

O Professor de Cerâmica Andrew Beckham e a sua esposa Annedria cultivaram Chardonnay e Pinot noir, seguindo as instruções da viticultora italiana Elisabetta Foradori. Beckham reproduziu as ânforas originais, baseando-se nos desenhos de recipientes romanos, potes portugueses (as tinajas espanholas) e no Kvevri da Georgia. Através do desenho destas peças descobriu que as formas afetavam grandemente as características do vinho resultante.

A porosidade da argila incrementa a exposição dos vinhos ao oxigénio durante o seu envelhecimento, o que produz taninos mais suaves e aumenta os aromas de nozes, chocolate e fruta cozida. O produtor afirma que obtém os mesmos resultados dos barris de carvalho, habitualmente utilizados no envelhecimento de vinho, mas em metade do tempo que os barris necessitam.
Hoje em dia, Andrew Beckham elabora vinhos fermentados em ânforas e desenvolvidos em madeira; fermentados e desenvolvidos em ânforas; fermentados em ânfora e de envelhecimento misto, cada um deles de características particulares e grande potencial. Os sabores destes vinhos, são, de um modo geral, frutados e subtis, e aquele que mais destaca, elaborado exclusivamente em argila, apresenta um belo vermelho-rubi, com aromas de ameixas, amoras, chocolate e canela.
Um vinho realmente inédito nos últimos séculos…

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Augustus Merlot-Syrah 2014

 

 

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Augustus Blanc Chardonnay 2014

Perder peso? Dieta com vinho!

 TAGS:undefinedSe está a fazer dieta e o vinho faz parte das suas prioridades, não perca as receitas que hoje publicamos. Tome nota!

Vinho e presunto

Dois produtos de combinação irresistível e que podem ajudar a perder peso. Talvez lhe pareça impossível, porém, o Instituto Médico Europeu da Obesidade (IMEO), elaborou uma dieta gourmet que inclui vinho tinto e presunto ibérico.

Com esta dieta pode perder entre 4 e 6Kg, aproximadamente, sempre que o consumo seja moderado. Os responsáveis pela criação da dieta acrescentam que o presunto ibérico fornece ferro e vitaminas do grupo B, e que o seu conteúdo em gorduras saturadas é reduzido, tendo, pelo contrário, uma elevada presença de ácidos gordos monoinsaturados, como o ácido oleico.

A dieta do vinho e presunto substitui alimentos tradicionalmente usados para emagrecer; o peixe e as verduras.

Vinho e chocolate

Dupla excelência… As suas possíveis combinações criam harmonizações e provas simplesmente fantásticas. Esta dieta foi proposta pelo Professor Tim Spector, do King College de Londres, que estabelece algumas das melhores opções para activar o movimento intestinal e incrementar a reprodução de bactérias intestinais benignas, que ajudam a reduzir o peso. Os alimentos indicados são o queijo, o vinho e o chocolate, e a proposta inclui a recomendação de uma alimentação o mais variada possível. A explicação reside no facto de quanto maior for a variedade, maior é também a diversidade de organismos presente no nosso sistema digestivo, o que aumenta a qualidade da saúde e a capacidade para queimar gorduras.

Vinho e ovos

Parece ser que o nosso organismo agradece a combinação do vinho com outros alimentos. O ovo é o alimento que mais facilita um baixo consumo de energia, e, por outro lado, juntamente com o vinho, proporciona uma elevada quantidade de proteínas e menos hidratos de carbono.

 

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Quinta do Vale Meão 2013

 

 

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Meandro 2013

Bon appétit! Gastronomia francesa para iniciados

 TAGS:undefinedUm dos modos de organizar uma harmonização é associando-a à estação do ano. A gastronomia francesa, considerada como uma das mais importantes a nível mundial, é extremamente aromática, o qual, combinado com as suas texturas, densidade e um vinho encorpado, cria uma união perfeita para o Inverno. Hoje trazemos-lhe alguns exemplos de pratos característicos deste país. Bon appétit

Crepes: podem ser doces ou salgados. A nossa preferência vai para o crepe de cogumelos e fiambre e para o crepe da Normandia, com gambas e queijo gruyère. Acompanhe com sidra.

Salada Niçoise: típica da Região da Cote D’Azur, no Sul de França, é feita com alface, atum, cogumelos e batata. Para beber, pode escolher um rosé seco; Syrah, Pinot noir ou Cabernet sauvignon.

Creme de abóbora: é uma opção perfeita para a época em que acabamos de entrar. Acompanhar com vinho espumante.

Quiche Lorraine: feita com massa quebrada e recheada de presunto ou toucinho, curgete, queijo emmental e cebola. É recomendável ser acompanhado de um vinho branco novo e frutado.

Parmentier de foie: à base de batata, foie de pato, natas, ervas aromáticas e um pouco de vinho do Porto, pode ser acompanhado com este último ou com um tinto encorpado e redondo.

Sobremesas: algumas das opções da, excelente, pastelaria francesa são a Tarte Tatin e o Bolo Saint-Honoré, ambos podem vão bem com um tinto leve.

 

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M. Chapoutier la Bernardine 2011

 

 

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M. Chapoutier Bila Haut Occultum Lapidem 2014

 

É possível harmonizar vinho e fruta?

 TAGS:undefinedSe for um amante do vinho, tal como nós, certamente gosta de o tomar acompanhado pelos seus pratos e petiscos preferidos. E aproveitando o calor dos últimos dias, decidimos publicar algumas propostas de harmonização de vinho e fruta.

No geral, muitos vinhos leves, doces e frutados vão bem com fruta, mas também é recomendável experimentar combinações com vinho rosé e vinho espumante, já que os seus pratos ficarão a ganhar com a companhia.

Recomendações especiais

A manga é, sem dúvida, uma das frutas mais deliciosas com que a mãe natureza nos brindou. Para além de ser extremamente popular, especialmente no Verão, é fácil encontrar esta fruta entre os ingredientes de uma salada ou sobremesa nesta época do ano.
O Riesling é uma boa opção para acompanhar pratos que incluam manga, já que ambos estabelecem uma certa sintonia cítrica. Também pode optar por um Sauvignon blanc cítrico e já maduro.

Se o prato for um pouco mais pesado; frango ou peixe com molho de manga, por exemplo, um Chardonnay doce será uma grande escolha.
Quando a preferência recai sobre a laranja, o pêssego, ou os morangos, o melhor é procurar um vinho tinto frutado e fresco, e se puder, leve um Pinot noir.

Uma das boas sobremesas tradicionais do Mediterrâneo, os pêssegos macerados em vinho, é bastante fácil, delicioso e recomendado para esta época.

Saladas e moscatel

Finalmente, não deixe passar a possibilidade de um encontro entre vinho de uva moscatel e uma salada de Verão. Ainda que sejam vinhos, geralmente, com mais corpo harmonizam muito bem com a frescura da fruta de textura média.

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Naia 2015

 

 

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Ekam 2015

10 grandes regiões vinícolas francesas

 TAGS:undefinedQuais são as 10 regiões vinícolas francesas mais importantes? Oferecemos-lhe um resumo, nas próximas linhas, sobre cada uma destas zonas e porque são tão especiais os vinhos que produzem.

Bordeaux: Merlot e Cabernet sauvignon, principalmente para os tintos, e Sémillon, Muscadelle e Sauvignon blanc para os brancos. Bordeaux une a tradição ao prestigio, e talvez por essa mesma razão seja o vinho francês de maior fama e exportação. São vinhos particulares, inclusive na sua localização; exactamente entre o Polo Norte e o Equador.

Bourgogne: as castas principais desta enorme região são a Chardonnay e a Pinot noir. Ao contrário do que sucede em Bordeaux, aqui as características do solo primam sobre o produtor e o tipo de vinho. Em Bourgogne há mais de 400 tipos diferentes de solo, o que se traduz numa produção que reúne vários dos vinhos mais caros do mundo.

Champagne: o segredo desta região, famosa em todo o mundo pelo champanhe e vinhos espumantes, é o clima. Devido às baixas temperaturas presentes durante o ano, as uvas são impedidas de amadurecer; o ponto exacto para os espumantes.

Vallée du Rhône: as margens do Rio Rhône produzem diferentes vinhos, dependendo a que altura do caudal se localizam as vinhas. Equilibrados e com personalidade, os vinhos desta região possuem uma qualidade que lhes permite ser alguns dos vinhos favoritos na Europa.

Alsace: a região, com influência germânica, pode orgulhar-se dos seus brancos; a Riesling e a Gewürztraminer que lhe dão um toque de Europa central, e a Silvaner, que produz um vinho de menor acidez. Esta é uma uva delicada e as suas características modificam-se em função do solo onde cresce.

Jura: vinhos de grande qualidade e com uma modesta produção anual. Uma pequena jóia francesa com pérolas como a Savagnin, uma uva autóctone, com a qual se elabora um vinho branco de intensa cor amarela. Também é de aqui que vem o vinho da palha e o vinho licoroso Macvin. A Trousseau e a Poulsard são, juntamente com a Pinot noir, as grandes responsáveis pela produção de tintos e rosés desta região.

Savoie: ainda que se considere parte da região que inclui Jura e Bugey, a verdade é que merece ser considerada individualmente. Muitas das suas variedades de uva apenas podem ser encontradas aqui, como é o caso da Jacquère, vinho branco, e a Mondeuse, vinho tinto.

Loire: é especialmente conhecida pelos seus vinhos brancos, ainda que alguns dos tintos, frutados e frescos, mereçam destaque.

Languedoc Rosellón: só a Região de Languedoc diz respeito à maior área vinícola francesa. Os vinhos, de carácter mediterrânico, são produzidos por uma das zonas menos beneficiadas pelo trabalho de marketing, embora o mesmo não suceda em relação ao enoturismo.

Provence: uma das regiões mais antigas e com maior tradição de produção de vinho. Excelente rosé, embora, se aquilo que pretende é um vinho tinto, o melhor será esperar que o envelhecimento faça o seu trabalho nos vinhos jovens.

Conhece os vinhos de todas as regiões francesas? Quais são as suas preferidas? Nós recomendamos:

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Château Lafargue 2011

 

 

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Mumm Cordon Rouge

Buon appetito! Gastronomia italiana para iniciados

 TAGS:undefinedClaro que em Itália há vida para além da pizza, e tudo com muita cor; os verdes das ervas aromáticas, os vermelhos do tomate e do pimento, os diversos brancos e amarelos dos seus excelentes queijos e as corres terra dos vários tipos de cogumelo.

A gastronomia italiana está repleta de gozo visual e sabores equilibrados de paladar. Aqui deixamos alguns dos pratos mais habituais:

Massas: Sempre deliciosas. Com molho de tomate fresco, cogumelos, manjericão ou simplesmente um bom azeite virgem, estes pratos são excelentes acompanhantes de um vinho Merlot, Carmenère ou Shiraz, ou de um rosé à base de Syrah. Neste tipo de harmonização, também são bem-vindas os pratos de massa como os gnocchi à romana, com natas e cogumelos, o rigatone com ragu de lebre e doce de mirtilos, os cappellacci di Zucca e o penne rigate com ragu de cabrito, ou ainda, a massa com grão-de-bico e curgete. Se o seu prato preferido for lasanha, abra um Cabernet sauvignon.

Arrozes: Em Itália, arroz é sinónimo de risotto; um arroz tradicional cozido em caldo e com um tempo de elaboração extremamente preciso. Duas das receitas mais famosas de risotto (existem inúmeros modos de preparação) têm origem na Região de Veneto: o risotto ai funghi e o risi e bisi, que significa arroz com ervilhas. Em relação aos vinhos para acompanhar este prato, o ideal são brancos como o Chardonnay, Pinot grigio e Pinot blanc.

Polenta: A polenta, farinha de milho, procede do Norte de Itália. É um prato polivalente e muito saboroso, especialmente aquele que se prepara com cogumelos. Não duvide em acompanhar a polenta de um vinho Malbec ou Syrah. 

Sopas: No Inverno são imprescindíveis. Uma das nossas preferidas é a sopa de grão-de-bico e castanhas frescas, elaborada, sobretudo, no centro de Itália. Outra opção é o famoso minestrone. Acompanhe com Pinot noir ou Merlot.

Sobremesas: É um apaixonado por doces? Não perca os biscoitos meini, normalmente feitos para o Dia de Todos os Santos, a Schiacciata all’uva; uma foccaia com uvas da Região da Toscana feita em Setembro. Mas a lista não termina aqui; pode deliciar-se com o Shwarzplententorte; uma tarte de maçã e trigo mourisco, tradicional no Norte de Itália, e a conhecida Panna Cotta, que significa “creme” e vem de Piemonte. Harmonizar com vinho branco, seja seco, seja doce.

 

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Tommasi Chiaretto Bardolino Rosé 2015

 

 

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Comincioli Chiaretto Diamante

Ginásio e vinho?

 TAGS:undefinedHá aproximadamente dois anos, o investigador Jason Dyck, da Universidade de Alberta, no Canadá, publicou um estudo sobre a relação existente entre a actividade física e um elemento encontrado em vários alimentos, nomeadamente nas uvas, chamado resveratrol.

Para surpresa de muitos, incluindo os investigadores, os resultados indicaram que o resveratrol gera efeitos semelhantes àqueles que se observam após um treino intenso. Jason Dyck afirma que este elemento pode contribuir para melhorar o desempenho físico, e também ajudar as pessoas que padecem problemas cardiovasculares, cansaço excessivo, e outros factores que impeçam uma actividade física intensa.

Apesar da veracidade do estudo, muitas pessoas, sobretudo nas redes sociais, se convenceram que beber vinho é a melhor alternativa a transpirar no ginásio, e isto é algo absolutamente falso.

Jason Dyck efectuou várias entrevistas no sentido de esclarecer esta confusa informação: “Em primeiro lugar, a actividade física jamais poderá ser substituída por qualquer substância e é necessária para manter uma vida saudável.

Mas nem tudo são más notícias. Jason prosseguiu a sua investigação e concluiu que o resveratrol poderia ser utilizado como um aditivo para incrementar o desempenho do exercício físico. Também referiu aquilo que já todos sabemos: um copo de vinho por dia traz benefícios à saúde, tais como a redução do colesterol “mau”e a prevenção de vários tipos de cancro, entre muitos outros.

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Herdade da Bombeira 2012

 

 

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Herdade da Bombeira Escolha Syrah 2011

 

 

Beber vinho durante a gravidez

 TAGS:undefinedJá muito se escreveu sobre consumo de vinho (de álcool, no geral) durante a gravidez, mas esta parece ser uma questão que continua a suscitar debates e investigações. Alguns especialistas dizem que é aceitável beber vinho moderadamente durante a gravidez, porém, outros, pensam que apenas um copo já é extremamente perigoso para a saúde do bebé. 

O que não é discutível, é que: tudo o que uma mulher grávida ingere chega à placenta, através do sangue, e é literalmente digerido pelo feto.
Se uma mulher grávida toma um copo de vinho, uma cerveja ou um cocktail, o feto ingere exactamente o mesmo.
As consequências do álcool sobre o feto estão relacionadas com a capacidade de obter oxigénio e alimento suficientes para o desenvolvimento normal das células do cérebro e dos outros órgãos. Alguns estudiosos concluem que o feto apresenta uma tolerância extremamente baixa ao álcool, e o resultado podem ser graves problemas nos bebés de mães que beberam durante a gravidez.

Síndrome do Alcoolismo Fetal
A Síndrome do Alcoolismo Fetal (SAF) consiste no conjunto de alterações físicas e mentais manifestadas nos bebés de mães que beberam excessivamente durante a gravidez. Um bebé que nasce com SAF pode sofrer graves consequências, que se traduzam em toda uma vida de cuidados especiais. Existem, inclusive, investigações, que indicam a importância de deixar de beber mesmo antes de engravidar.
O debate centra-se, portanto, em duas questões: quanto é demasiado álcool; e quando é que o consumo de bebidas alcoólicas se converte num risco para o bebé. Até agora, sempre se disse que o único limite seguro, era 0% de álcool, porém, no Reino Unido, por exemplo, as autoridades sanitárias afirmam que as mulheres grávidas e aquelas que esperam engravidar podem beber até dois copos de vinho por semana sem prejudicar o feto.
Não obstante, não são poucos os especialistas que se manifestam completamente contrários à ideia de beber álcool na gravidez, e fazem um chamamento para a sua ausência total durante a gestação. Há cada vez mais evidências sobre os efeitos do álcool, inclusive em doses mínimas, embora alguns defendam que uma pequena quantidade não é prejudicial.
Em resumo; dado que se desconhece o limite do consumo seguro, e o risco existe, o melhor é não beber vinho durante a gravidez, mas, principalmente, falar com o seu médico, tanto para esclarecer dúvidas como para pedir ajuda se pretende deixar de beber durante a gravidez.

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Natureo Rosado 2015

 

 

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Natureo Blanco 2015

 

 

Vinho para deixar a dependência ao álcool

 TAGS:undefinedAté hoje, o princípio fundamental para ultrapassar a dependência do álcool sempre foi a abstinência total. Porém, em Ottawa, no Canadá, um centro de acolhimento a pessoas sem abrigo está a realiza um programa de recuperação que inclui o vinho como parte do processo de desintoxicação.

 O programa, recentemente divulgado pela publicação francesa sciencepost.fr e pelo site do canal britânico BBC –www.bbc.com – chama-se Managed Alcohol Program (programa de regulação de álcool, MAP na sigla em inglês), e nasceu em 2001 pela mão de duas ONG’s – a Shepherds of Good Hope e a Ottawa Inner City Healthy.

Em termos gerais, o programa consistiu em fornecer aos 50 participantes (aproximadamente) uma quantidade de 140ml de vinho branco cada hora e meia (entre as 7:30h e as 21:30h), com o objectivo de reduzir o consumo num ambiente controlado.

 Tal como afirma um dos directores do Hospital de Ottawa, o Dr. Jeff Turnbull: “a criação do programa teve origem na ideia de que, se conseguíssemos estabilizar toda a loucura das suas vidas e todas as consequências derivadas da procura de álcool, talvez pudéssemos melhorar a sua saúde mental, reduzir a dependência e as doenças físicas implicadas”.

O MAP começou em 2001, num albergue para pessoas sem abrigo, em 2010 mudou-se para o centro Oaks, uma residência permanente que realiza assistência e tratamento a pessoas que viveram na rua. Ainda que o início do projecto não fosse fácil, e realmente é um programa controverso, os seus responsáveis garantem que, através dele a cidade poupou “milhares de dólares”, já que “se reduziram as chamadas de emergência, serviços hospitalares de urgência, polícia e serviços médicos”.

Para o Dr. Turnbull, o ideal seria que todos os indivíduos pudessem seguir a abstinência. No entanto, nem sempre é possível ou viável, e como tal, o centro trata de lhes proporcionar “estabilidade” e estes indivíduos “ sentem-se bem e têm um razoável nível de vida”.

Vinho estragado? Como tirar partido

 TAGS:undefinedUm vinho picado já não pode ser bebido, mas é possível utilizá-lo de outros modos.

Uma das melhores formas de aproveitar um vinho picado é aproveitando-o para cozinhar e aumentar os sabores da carne ou do peixe, sejam eles pratos feitos no forno ou guisados, junto às especiarias e algumas verduras, irá certamente obter uma bela refeição.

Sempre se disse que o vinho é um grande antioxidante para a pele. Renova-a, deixando-a mais brilhante e suave e é usado como tratamento em centros de beleza e spa’s.
Experimente fazer uma máscara caseira com outros ingredientes (azeite e mel, por exemplo) para ter uma pele mais suave e nutrida.

Voltando à cozinha, o vinho picado tem outras utilizações para além da gastronomia. Pode utilizá-lo para lavar fruta e verduras, já que o álcool dissolve as impurezas e elimina microrganismos de determinados alimentos.

Também pode utilizar este vinho, impossível de beber, para limpar os vidros de casa, para o que se recomenda especialmente o vinho branco.

Serve ainda para fazer vinagre, basta colocá-lo num recipiente e deixá-lo macerar até avinagrar. Quanto mais velha for a garrafa, melhor sabor irá obter. Este sempre será um vinagre de melhor qualidade do que aquele que compra num supermercado e os seus pratos terão sem dúvida um sabor diferente.

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Pintia 2008: um vinhos tinto elaborado em DO Toro com cachos seleccionados detempranillo e tinta de toro de 2008 Teor alcoólico: 15º. 

 

 

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Viña Real Reserva 2010: um vinhos tinto com DO Rioja com graciano, garnacha, garnacha tinta, tempranillo e mazuelo de 2010, com 13.5º de álcool.