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Vinho e queijo: Harmonizações recomendadas por especialistas

 TAGS:undefinedA harmonização de vinho e queijo é uma garantia de qualidade bem conhecida e sempre em continua experimentação. Tinto, branco, vinhos novos ou de guarda, e inclusive cerveja, são acompanhantes para todo o tipo de queijos.

Os queijos de maior qualidade são harmonizados com vinhos de reputação, e com especial cuidado quando a obra é de escanções ou provadores profissionais.

Em homenagem aos queijos suíços, o escanção Ferran Centelles, colaborador do Bulli Foundation, propõe algumas harmonizações bastante recomendáveis; queijo Gruyère com cerveja branca belga (suave); queijo Emental com Chardonnay clássico; Etivaz com um Sauvignon do Jura, que aprofunda os sabores; e o queijo Sprinz, bem acompanhado com um vinho Dolcetto de Piemonte.

Para os queijos franceses, alguns especialistas aconselham: Brie, com Pinot noir ou Alsácia, tintos frutados e tintos jovens; o Roquefort equilibra a sua intensidade com Porto, Xerez meio seco ou vinhos Malvasia da Madeira.

O sabor forte do gorgonzola italiano é uma das características deste queijo, que pode ser doce ou picante, e casa bem com vinhos mais secos como o Dolcetto e o vinho de Marsala.

Os queijos holandeses, conhecidos pelo Gouda e pelo Edam, são perfeitos para vinhos tintos frutados, alguns brancos leves e rosés de agulha.

 

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Pio Cesare Dolcetto D’Alba 2015

 

 

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Carlo Pellegrino Marsala Fine Rubino

Para viver 110 anos, um gole de whisky por dia

 TAGS:undefinedO habitual é pensar que o facto de viver muitos anos está unido a uma vida saudável, uma alimentação equilibrada e actividade física regular.

Não obstante, e ainda que estes factores sejam absolutamente necessários, as pessoas mais longevas do mundo referem que o álcool faz parte da sua dieta diária, e pensam que este hábito as ajudou a viver tanto tempo.

Grace Jones, é a décima pessoa mais velha do Reino Unido. Tem 110 anos e “confessou” que o segredo da sua longevidade é tomar um pequeno gole de whisky todas as noites. “ Nunca salto o meu copo noturno e é o único que tomo”. Conta a Senhora Jones, que há 60 pratica este costume. “O whisky faz bem à saúde. Comecei a tomá-lo quando fiz 50 anos, nunca mais parei nem tenho intenção de o fazer. O médico disse-me que continuasse a fazê-lo já que é bom para o coração”.

Sabe-se que Grace Jones não é uma excepção; uma mulher de 102 anos acredita que a sua idade é consequência do consumo de cerveja, e um produtor espanhol de vinho, com 107 anos, garante que os seus anos de vida se devem ao consumo diário de vinho.

Jones festejou o seu aniversário no passado mês de Setembro, juntamente com a sua filha de 78 anos, os amigos, comidas, bebidas e o seu costumado gole de whisky. G.J. nasceu em 16 de Setembro de 1906 em Liverpool. Recebeu sete cartas de parabéns da Rainha de Inglaterra, e pelo visto, virão mais.

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Lagavulin 16 Anos

 

 

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The Yamazaki Distiller’s Reserve

5 regiões vinícolas que talvez desconheça

 TAGS:undefinedQuando se fala de vinho e denominações de origem, habitualmente há uma certa tendência para uma visão conservadora, no sentido em que a muitos nos custa mudar de zona e inclusive de variedade de uva, uma vez que encontramos o que se adapta ao nosso paladar.

Ainda que a cultura do vinho se tenha estendido, e permitido que cheguem até nós vinhos de várias procedências, continua a ser difícil sair das 2 ou 3 denominações que melhor conhecemos. Seguidamente apresentamos cinco denominações de que talvez nunca tenha ouvido falar. Vale a pena conhecer.

Ilhas Canárias (Espanha)

Inclusive em Espanha, ainda se podem encontrar regiões vinícolas que nos surpreendem, como é o caso das Ilhas Canárias, especialmente Tenerife, onde os solos vulcânicos do sopé do Teide proporcionam vinhos de paladar particular, elaborados com uvas Listan nos vinhos tintos e Malvasia nos espumantes e nos brancos secos e doces.

 
West Sussex (Inglaterra)

Para além das suas cervejas e destilados, o Reino Unido também merece uma visita aos seus vinhos, sobretudo desde que este condado do Sul de Inglaterra começou a tomar a produção de vinho como um assunto sério. O solo calcário, semelhante ao da Região francesa de Champagne, permite obter resultados que nada têm que invejar aos vizinhos do outro lado do Canal da Mancha.

 
Estiria (Áustria)

Esta é uma zona frequentemente ignorada a favor das regiões a Oeste do Danúbio, mas que no entanto possui algumas joias em forma de líquidos. Os vinhos elaborados com Weissburgunder (Pinot blanc), Sauvignon blanc, Welschriesling, Grauburgunder (Pinot gris) e Morillon.

 
Prince Edward County (Canadá)

Esta zona canadiana, na fronteira com o Estado de N.Y., para além da beleza das suas paisagens, possui solos de pedra caliça fracturada, muito favoráveis para o desenvolvimento da vinha, que produz uns vinhos Chardonnay e Pinot noir de sabor fresco. Aqui também se encontram excelentes Cabernet franc, Pinot gris e Riesling.

 
Tailândia

Exactamente. Também se cultiva vinha no sudoeste asiático, e os vinhos Syrah que aqui se produzem são especialmente recomendáveis. Não esqueça: se viajar a este longínquo e turístico país, mais conhecido pelos resorts e praias paradisíacas, prove os seus vinhos.

 

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Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

 

 

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Peller Estates Vidal Icewine 375ml

O que querem beber os jovens

 TAGS:undefinedO Movimento Vinho D.O. é uma iniciativa promovida pela Conferência Espanhola de Conselhos Reguladores Vitivinícolas (CECRV) e tem por objetivo levar até ao público jovem os conhecimentos do vinho com Denominação de Origem.

O Movimento realizou um inquérito nas redes sociais, no qual participaram aproximadamente 1000 pessoas, para recompilar informação sobre as preferências e tendências existentes em relação à cultura do vinho na população jovem.

Estas foram as principais conclusões do inquérito:

1. Qualidade acima de tudo
O que os jovens consideram mais importante actualmente, a resposta de 93% dos inquiridos, é a qualidade daquilo que consomem. O segundo fator mais importante, segundo 74%, é o facto de o vinho possuir ou não Denominação de Origem. O preço é o terceiro factor, e a marca é apenas relevante para 16%.

2. Denominação de Origem
Tal como já foi mencionado, esta é uma característica fundamental para 47% dos jovens, quando escolhem um vinho.

3. O tinto é a escolha preferida
Rei entre os vinhos, o tinto é a escolha preferida dos consumidores contemporâneos, seguido do vinho branco, espumantes, e por último os rosés e os licores ou vinhos doces.

4. Beber é em boa companhia
Para 74% da população espanhola mais jovem, a razão principal para beber vinho, é o estar e saborear a pérola dos líquidos com os amigos, para outros a melhor maneira de saborear um copo de vinho é fazendo-o com o namorado ou namorada.

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Odisseia 2012

 

 

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Monte da Freixeira 2011

8 ideias de decoração de Natal com garrafas de vinho

 TAGS:undefinedReciclar as rolhas e as garrafas de vinho pode ajudar a criar uma decoração original e, paralelamente, a poupar dinheiro. Hoje partilhamos consigo algumas opções que podem servir de inspiração. Não duvide, abra uma garrafa de *vinho tinto*, branco, rosé ou espumante (evidentemente que não pode ser um vinho mau) e aproveite as garrafas para dar o seu toque ao Natal.

1. Adorno para a árvore de Natal: rena feita com rolhas de vinho. Para pôr em prática esta ideia apenas tem de colar 4 rolhas para as patas e uma para a cabeça. Para o nariz e para os olhos use os materiais que desejar e deixe a imaginação trabalhar.

2. Adorno para a árvore de Natal: um guizo numa rolha de vinho. O som dos guizalhos na árvore de Natal nunca está a mais (excepto si tiver gatos ou crianças : ). Una um guizo a cada rolha, que pode ser colorida.

3. Adorno para a árvore de Natal: anjos com rolhas de vinho. Para ter os seus anjos de Natal basta colar-lhe umas asas de papel.

4. Árvore de Natal formada por garrafas de vinho iluminadas. Se acha que chegou o momento de fazer a sua própria árvore de Natal, experimente empilhar as garrafas vazias, em estrutura de árvore, e distribuir os fios da iluminação de Natal pelo interior das garrafas.

5. Mini árvore de Natal feita com rolhas. Use um pedaço de madeira ou cartão para fazer de base e depois construa uma pirâmide com as rolhas em horizontal e coladas bem juntas. Pode usá-la como decoração da mesa.

6. Decorar a garrafa. Uma opção muito simples e decorativa; colocar um gorro de Pai Natal em cada garrafa. Basta rodear o gargalo com um triângulo de tecido e um guizo na ponta. Também pode colocar um pedaço de tecido e botões na parte inferior da garrafa para aparentar o fato.

7. Garrafa de vinho e candelabro. Ideal para um tipo de iluminação mais acolhedora. Decore o gargalo com uma pequena grinalda ou fitas e disponha as garrafas na sua mesa do jantar de ano novo. 

8. Garrafa de vinho com purpurina. Nem todas as garrafas decoradas têm que se exibir apenas à noite. Se encher uma garrafa, ligeiramente húmida por dentro, com alguma purpurina, pode usá-la como vaso solitário.

Tem alguma ideia para partilhar connosco?

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Anna de Codorniu Blanc de Blancs Brut Reserva

 

 

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Taittinger Brut Réserve com caso

 

 

Photo: Matt DeTurck
 

O porquê de um vinho custar muito mais (ou menos) do que outro

 TAGS:undefinedDe quando em quando, lemos ou ouvimos dizer que, numa prova cega, um vinho económico “ganhou” a outro muito mais caro. Sim, pode acontecer, existem alguns vinhos de 5€ que nada têm a invejar aos de 20€, no entanto, isto não significa que muitos dos vinhos com preço entre 20 e 100€ não tenham um valor correcto.

 É neste ponto que se coloca a pertinente pergunta: por norma, a qualidade tem uma relação equilibrada com o preço?

Por exemplo, um estudo publicado pelo Journal of Wine Economics na Primavera de 2008, teve a participação de 506 pessoas (entre as quais 12% eram conhecedores) e concluiu que os não conhecedores pontuavam melhor os vinhos de preço inferior que aquelas pessoas que tinham conhecimentos sobre este tema, e, por outro lado, estes últimos efectuavam uma melhor relação qualidade-preço.

Aquilo que se pode deduzir do estudo em questão é que algumas das qualidades do vinho obtêm melhor classificação se o provador tiver mais conhecimentos sobre o mundo do vinho, e que, apesar da qualidade do vinho, este não é suficientemente valorizado pelo consumidor de nível médio. Por outro lado, ao possuir um certo domínio sobre o assunto, os vinhos são valorizados de forma mais objectiva e de acordo com o seu preço.

Assim, podemos deduzir que quanto mais perícia sobre o tema, mais qualidades são apreciadas, sem desprezar os gostos pessoais (e porque realmente importante é o facto de gostar de um vinho e saboreá-lo).

Porém, para além de estudos e conhecimentos, e tal como explica David Williams num artigo publicado no The Guardian, o preço do vinho também é o resultado de factores como impostos, preço do solo e marketing; todos eles parte do processo que torna possível aceder ao vinho.

Em primeiro lugar, quanto mais caro for um vinho, maior é o valor do IVA, logo o imposto contribui para a subida do preço. Depois, vem a questão do preço do solo: em regiões como Bourgogne e Champagne, o preço do solo é verdadeiramente astronómico, é o metro quadrado mais caro do mundo, o que, evidentemente também repercute no preço final do produto.

Também não podemos esquecer que existem processos de elaboração muito mais caros do que outros; aqueles que necessitam mais mão-de-obra, mais horas de trabalho, e portanto um maior investimento. Se um produtor efectuar uma selecção de uvas, antes e durante a colheita, e se este processo for manual, é claro que este vinho será mais caro do que o vinho produzido em maior volume e através de maquinaria. Como consequência, há uma grande diferença de preço e, sem dúvida, de qualidade.

O mais sensato será pensar que a grande maioria de vinhos com preços mais elevados possui determinadas características que aumentam o seu valor, sem que o facto implique “desprezo” pelos vinhos a preços mais económicos. Pelo contrário, acima de tudo, o melhor é ser capaz de saborear um vinho tendo em conta o momento e o valor do vinho dentro da sua gama, porque, nem sempre nos apetece comer caviar, não é? Pois é o mesmo que sucede com o vinho.

 

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Château la Chaume Grillée Moelleux 1973

 

 

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Chateau la Mondotte 2003

 

Estudos: o vinho e os casais

 TAGS:undefinedSendo moderado, o consumo de álcool pode trazer grandes benefícios, seja a nível de saúde, como de qualidade de vida de um modo geral, o que, evidentemente, inclui as relações emocionais, sexuais, e a vida a dois.

Um novo estudo, organizado pela Universidade de Michigan, nos EUA, concluiu algo surpreendente em relação aos hábitos de consumo e os casais. Segundo esta análise, os casais com mais de 50 anos e com hábitos semelhantes em relação ao consumo de álcool (partidários ou abstémios) tendem a apresentar mais “sintomas de felicidade”, em comparação com os casais de diferentes hábitos.

Um dos dados revelados por este estudo (e com o seu peso), é que as esposas (amantes, namoradas ou qualquer outra definição que desejem) que se manifestaram insatisfeitas com as suas relações, consumiam álcool, porém sem que o seu companheiro o fizesse.
Segundo o estudo: “As esposas com hábitos de consumo de álcool afirmaram que a qualidade da relação era melhor quando os seus companheiros tinham o seu mesmo hábito, por outro lado, o resultado foi inverso, nos casos em que “eles” não bebiam”.

A Dra. Kira Birditt foi a autora desta análise aplicada a 2.767 casais, entre os anos 2006 e 2016. Todos os participantes foram entrevistados pelos estudiosos e submetidos a um questionário sobre os seus hábitos de consumo: qual a frequência de consumo, qual a quantidade ingerida, etc. Estes casais responderam também a um inquérito sobre o seu casamento ou relação, qualidade da mesma, e aspectos menos agradáveis do outro; demasiado crítico, pouco fiável, e mesmo irritante. O tempo médio de relação destes casais é de 33 anos, e pelo menos ? de esta amostra, viviam com o seu primeiro e único companheiro.

Se deseja saber mais sobre este estudo, click aqui. E recorde sempre: o consumo de álcool em excesso pode ser realmente grave para a saúde.

 

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El Novio Perfecto 2015

 

 

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La Novia Ideal 2015

 

O vinho biológico sabe melhor?

 TAGS:undefinedOs vinhos biológicos estão em crescimento, tanto em Portugal, como Espanha, e nos países como França, em que a actividade biológica há já tempo que ganhou terreno no consumo. Mais do que uma moda, é uma tendência, que confere valor ao produto e minimiza o impacto ambiental derivado da acção humana.

Apesar de tudo, será que podemos afirmar que o vinho biológico é melhor do que o vinho convencional? Nos Estados Unidos e em França foram levados a cabo alguns estudos sobre esta possibilidade, e tudo parece indicar que, em condições semelhantes, o vinho biológico possui melhor sabor que os outros vinhos.

O estudo dos EUA, publicado pelo portal francês Notre-planet.info, foi conduzido pela KEDGE Business School e pela Universidade da Califórnia em LA (UCLA), e indica que os vinhos biológicos certificados da Califórnia têm melhor sabor, frente aos vinhos que não possuem esta garantia.

Para realizar o estudo, os responsáveis basearam-se em mais de 74.000 referências avaliadas pelos especialistas de: The Wine Advocate, Wine Enthusiast e Wine Spectator. Após as devidas ponderações, o resultado concedeu aos vinhos biológicos uma média de 4,1 acima dos vinhos convencionais, numa escala de 100 pontos.

Ainda que estes resultados digam respeito apenas àqueles vinhos elaborados na Califórnia, por outro lado, em França, foi realizado um estudo sobre o mesmo tema, e que apresenta conclusões preliminares semelhantes, sendo os resultados definitivos ainda desconhecidos.

Este estudo é actualmente desenvolvido pela KEDGE Business School, e ao que parece indica que também em França o vinho biológico sabe melhor.

Pela nossa parte, e como sempre, a Uvinum defende que o melhor vinho é aquele de que mais gosta quem o bebe, o que aliás pode depender muitos outros factores como, a companhia, o estado de espírito e a harmonização.

No entanto, e verdade seja dita: a viticultura que tem em conta o ambiente, respeitando-o, contribui para enriquecer o Meio, a terra e a biodiversidade; o que representa um enorme benefício para todos, incluindo o vinho.

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Albet i Noya 3 Macabeus 2015

 

 

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Serras del Priorat 2014

A visitar: os grandes Chateaux do vinho

 TAGS:undefinedSem dúvida que o vinho move multidões, porém, aqueles mais excêntricos e conhecedores; os bebedores rigorosos, procuram as casas mais especializadas onde se produz vinho de gama alta. Comecemos por França, onde nascem alguns dos melhores vinhos do mundo:

Lafite-Rothschild: casa de la legendaria família Rotschild, é uma das mais antigas e respeitadas produtoras vitivinícolas; cria arte engarrafada. Como todos, sofreu altos e baixos durante a sua existência, mas agora obteve o estatuto que lhe é devido. Foi nomeada “Casa Líder de Vinhos”, pela primeira vez, em 1855, título conservado até hoje, devido à excelente qualidade dos seus produtos.

Angelus: esta casa possui o estatuto “Casa Premier Gran Cru Clase A”. As suas vinhas têm uma qualidade excepcional, que não se encontra em nenhum outro lugar, e ainda uma reputação transparente e intacta. Como curiosidade, consta que o seu nome deriva do facto de os trabalhadores das vinhas conseguirem ouvir os cantos praticados nas três igrejas circundantes.

Margaux: as garrafas de vinho aqui produzidas custam, normalmente, algumas centenas de euros, mas esta não é a base do seu verdadeiro valor e sim a sua longa tradição de produção que teve início no séc. XII. A família Lestonnac tomou a direção deste negócio (com uma fama de 400 anos) e desde então a casa converteu-se em ícone da enologia. No entanto, nem tudo foram rosas; durante a revolução francesa sofreram muitos problemas, até que, cerca de 1870, a casa foi resgatada por um ambicioso Marquês, que soube devolver-lhe a sua história e exclusividade.

Se está nos seus planos passar por França, aproveite. Esta é uma boa oportunidade para conhecer três das melhores casas de vinho…do mundo!

 

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Carruades de Lafite 2010

 

 

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Château Margaux 1999

 

 

Harmonizar vinho e massas? Há vida mais além do Lambrusco!

 TAGS:undefinedJá muitos sabemos que a harmonização é uma arte que através do tempo e da experiência se vai aperfeiçoando. As nossas recomendações de hoje não fazem parte de uma ciência exacta, mas são, no entanto, boas opções para saborear massas e vinhos. Para além dos gostos pessoais, que são quase tantos como pessoas, os nossos conselhos têm a intenção de lhe proporcionar mais opções de combinações com massas., fugindo ao costumado Lambrusco.

Chaves para harmonizar la pasta em função do seu sabor

Normalmente, o sabor das massas está relacionado com o tipo de molho que a acompanhantes e é por essa razão que aqui se apresenta uma lista dos vinhos mais adequados para cada molho:

Molhos ou acompanhamentos à base de verduras – o ideal é escolher um vinho rosé com corpo e acidez

Molhos à base de pesto e cogumelos – Uma delicia melhorada quando acompanhada de brancos envelhecidos ou um Sauvignon blanc.

Molhos de tomate – são provavelmente os pratos mais populares, e igualmente saborosos. É recomendável harmonizá-los com vinhos rosé suaves, já que a sua acidez é bastante equilibrada para o tomate. Se prefere manter a tradição italiana, acompanhe com Chianti

Massas com marisco e peixe – a melhor escolha são os brancos, especialmente um Pinot ou um Malvasía. Se preferir, pode e debe acompanhar com um bom cava ou champanhe seco.

Massas com carnes- um bom vinho tinto, encorpado, proporciona uma satisfação total ao paladar.

Massas suaves – com um pouco de mozzarella, vinagreta ou azeite de manjericão, casam bem com os vinhos rosé.

Agora já não tem desculpa para não preparar a sua massa preferida ou brindar-se com uma bela refeição de massa num restaurante italiano, evidentemente com a companhia do seu vinho preferido. Bom apetite!

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Quinta do Portal Rosé 2014

 

 

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Quinta Vallado Douro Branco 2015