Etiqueta: vinho

O Design no vinho

 TAGS:De vez em quando gostamos de vos mostrar as novidades na área do Design de vinho. Hoje apresentamos alguns dos modelos mais comerciais de garrafas e do packaging do vinho no geral:

Celler el Masroig, desenhou uma nova etiqueta para o seu Vi Novell, um tinto jovem. O novo design baseou-se sobretudo nos infográficos que tanto êxito alcançam na internet.

 TAGS:Há umas semanas atrás, em Fenavin, falámos com a adega Lamarca Wines, criadora de vinhos como o Cojón de Gato Gewürztraminer e eles mostraram-nos os seus novos vinhos, um branco, um rosé e um tinto, apresentados em garrafa de alumínio. Ainda não temos imagens destas garrafas, no entanto, para que tenham uma ideia do resultado, aqui ficam umas garrafas bastante semelhantes aquelas que vimos na Adega Sasman, na Califórnia. O objetivo é conseguir vinhos que aguentem bem as mudanças de temperatura e que uma vez frios, conservem a temperatura ideal durante mais tempo. Que tal a ideia?

 TAGS:Em outra ocasião já apresentamos aqui alguns vinhos em embalagens de cartão, mas como este tipo de acondicionamento é frequentemente atualizado, os vinhos ?engarrafados? desta forma também renovam a sua imagem. Neste caso, referimos-nos ao French Rabbit, que surge em pacotes mais parecidos ao que normalmente identificamos como sendo de sumo.

Qual é a vossa opinião? Comprariam algum destes vinhos? Terão êxito? Gostariam de ver vinho em algum tipo de embalagem diferente? 

 TAGS:Wines That Rock Rolling Stones Forty Licks Merlot 2011Wines That Rock Rolling Stones Forty Licks Merlot 2011

Wines That Rock Rolling Stones Forty Licks Merlot 2011

 

 

 TAGS:Torbreck Old Vines Gsm Barossa Valley 2009Torbreck Old Vines Gsm Barossa Valley 2009

Torbreck Old Vines Gsm Barossa Valley 2009

Como escolher o vinho que oferecemos no Natal

 TAGS:Este Natal sabe a vinho
Mesmo quando não sabes o que oferecer, certamente que os amigos, a namorada ou a família vão gostar de receber uma garrafa de vinho.
Conheces um presente mais agradecido?
Hoje damos-te alguns conselhos sobre a tarefa de escolher o vinho que o Pai Natal vai trazer este ano. Aponta!

As novidades: Claro que é melhor oferecer um vinho que se adeqúe às preferências de quem o vai receber, mas também é importante descobrir as novidades do mercado. As últimas colheitas dos vinhos de referência serão sempre uma escolha acertada, já que se trata de vinhos novos com sabores surpreendentes.

Segundo a zona: Habitualmente, são as zonas vitivinícolas quem determina a escolha de um vinho sobre outro. É bom não esquecer que cada zona guarda as verdadeiras características de cada vinho, o que os torna únicos e permite-nos distinguir entre um vinho do Dão e um vinho do Alentejo.

Ser original: Podemos esquecer os vinhos tradicionais e surpreender simplesmente. Escolhe um vinho orgânico, biológico, um vinho da África do Sul ou da Austrália.

Um vinho para cada pessoa: Há sempre um vinho para cada um de nós. Se um amigo gosta de sabores fortes escolhemos um tinto encorpado mas se a debilidade dele forem as sobremesas podemos oferecer-lhe um Moscatel ou um Porto.

Vinhos personalizados: Sempre em movimento, este sector reinventa-se de forma a manter o cliente satisfeito. Permite-nos oferecer vinho com uma etiqueta pessoal; nome ou fotografia da pessoa que o recebe, cores, tipo de letra, etc…

Por Denominação de Origem: De alguma maneira, as denominações marcam a qualidade de um vinho. Podemos sempre escolher o vinho pelo parâmetro da denominação, inclusive se a pessoa a quem pretendemos oferecer é dessa região.

 TAGS:Torre do Esporão 2007Torre do Esporão 2007

Torre do Esporão 2007

 

 

 TAGS:Chryseia 2004Chryseia 2004

Chryseia 2004

Vinhas Velhas

 TAGS:Em muitas etiquetas de vinho é habitual encontrar a referência a ?Vinhas Velhas?, ou, em castelhano ?Viñas Viejas?, em francês ?Vieilles Vignes?, em alemão ?Reben? ou em inglês ?Old Vine?. Mas, a que se refere exatamente esta expressão?

Vinhas velhas é a referência direta às vides com as quais foi feito o vinho, mencionando a idade, o que significa que são vides antigas. As vinhas velhas são mais suscetíveis de nos brindarem com um bom vinho, são vinhas de menor produção mas com mais sabor e aromas. Contudo, em França e nos Estados Unidos não se aceita esta especificação.

E encontram-se exemplos interessantes sobre as chamadas Vinhas Velhas. No Canadá existem vinhas com 120 anos de idade, que 20 anos após a sua implantação começaram a gerar pequenas culturas, das quais resultaram vinhos intensos.

O Vale de Barossa, na Austrália, possui um dos vinhos de vinha velha mais antigos do mundo. A vinha Langmeil Shiraz, plantada há 170 anos (em 1843) produz apenas 100 pequenas garrafas de vinho por ano. Os autores deste vinho extraordinário ? Barossa Old Vine Charter podem gabar-se de fazer o vinho com uma das mais antigas vinhas do mundo.

As que se encontram em Maribor, na Eslovénia, são, porém, ainda mais antigas. Foram plantadas há 400 anos e produzem apenas entre 35 a 45 kg de uva por ano.

Alguns fabricantes de vinho afirmam e insistem que o vinho deve ser produzido com vides no mínimo a partir de 30 ou 40 anos de idade, se for mais velha, melhor ainda. Ainda que dependa de fatores como o tipo e qualidade da uva e o rendimento sustentável que possa ter economicamente, a antiguidade também é sinónimo de investimento. Imaginem o que será esperar 40 anos para começar a produzir vinho…

Não podemos deixar de referir que não existe uma definição legal para ?vinha velha? e muitas vezes esta é confundida com um vinho reserva. Devemos, sobretudo, prestar atenção à informação contida no rótulo do vinho, de forma a evitar mal entendidos.

Queres provar vinhos de Vinhas Velhas? Recomendamos alguns dos melhores:

 TAGS:Dona Berta Vinhas Velhas Reserva Rabigato 2010Dona Berta Vinhas Velhas Reserva Rabigato 2010

Dona Berta Vinhas Velhas Reserva Rabigato 2010

 

 

 TAGS:Kopke Vinhas Velhas 2008Kopke Vinhas Velhas 2008

Kopke Vinhas Velhas 2008

Vinhos da Alemanha

 TAGS:Sobre os vinhos da Alemanha pode dizer-se que representam o triunfo do trabalho humano sobre as forças da natureza. O frio clima do Norte da Europa torna difícil o cultivo e a maturação da uva necessária, e, como tal, constitui um autêntico logro através de muitos anos de dedicação.

Se, em França, a divisão entre parcelas pode estabelecer a classificação ou não de um vinho como Grand Cru, na Alemanha, pelo seu clima e a enorme diferença de solos, esta diferença tem um papel ainda mais determinante.

Além de que, a presença de um microclima determinado em cada zona, que de algum modo defenda a vide das inclemências climáticas, é fundamental.

Em relação às uvas, o mais habitual é o cultivo da uva branca, mais resistente ao frio e menos exigente no que se refere a calor no amadurecimento. Oferecem uns vinhos que, geralmente, contêm um baixo grau alcoólico, ao contrário da acidez, elevada, ou seja, seguindo um esquema de menos calor= menos açúcar= menos álcool + acidez. São vinhos muito aromáticos e que graças a essa elevada acidez podem ser conservados e brilhar durante anos.

As variedades mais utilizada são as castas Riesling, Gewürztraminer e a Müller-Thurgau, uma variedade autóctone.

As zonas de cultivo mais antigas e mais desenvolvidas são as das proximidades do Rio Mosela e do Rio Rhin, onde a uva começou a ser cultivada já na época romana. É de aqui que surgem as atuais denominações de Mosel-Saar-Ruwer e Rheinhessen. O facto de que a maior parte das zonas de produção esteja junto ao rio deve-se a que aqui, as geadas são menos frequentes.

Os vinhos alemães possuem vários tipos de classificação porque são divididos por zona geográfica, nível de qualidade e conteúdo de açúcar do mosto, o que faz com que, por vezes, sejam difíceis de identificar.

De forma a que te possas guiar, explicamos a seguir o que significam algumas das palavras básicas que e encontram sobre os vinhos alemães:

  • Kabinett: Significa que se trata de um vinho de qualidade, o equivalente a um vinho com Denominação de Origem em Portugal.
  • Spätlese: Sao os vinhos produto de vindima tardia e portanto com mais corpo que o habitual. Não todos são necessariamente doces.
  • Auslese: Vinhos de vindima selecionada. Tal como os Spätlese, nem todos são doces.
  • Beerenauslese: Vinho licoroso, de uva muito madura e selecionada bago a bago.
  • Trockenbeerebauslese (TBA): Assim como os Beerenauslese mas elaborados com uva seca e afetada pelo fungo Botrytis, com o qual se obtêm vinhos mais doces, densos e valorizados (e ainda muito caros).
  • Eiswein: Os famosos vinhos de gelo. Ainda que sejam mais conhecidos os da Áustria ou do Canadá, na Alemanha também se elaboram grandes vinhos de gelo.

Queres provar os vinhos alemães? Na Uvinum recomendamos-te alguns:

 TAGS:Blue Nun Winemaker's Passion Riesling 2011Blue Nun Winemaker’s Passion Riesling 2011

Blue Nun Winemaker’s Passion Riesling 2011:  A Alemanha tem fama de ser o país que elabora os melhores vinhos Riesling do mundo. Prova este Blue Nun e perceberás porquê.

 

 

 TAGS:Weinhaus Barzen Riesling Trocken 2008Weinhaus Barzen Riesling Trocken 2008

Weinhaus Barzen Riesling Trocken 2008: Um vinho de gelo alemão, especialmente dedicado aos gulosos que desfrutamos este tipo de vinho.

 

 

 TAGS:Weinhaus Barzen Sekt 2008Weinhaus Barzen Sekt 2008

Weinhaus Barzen Sekt 2008: Um espumante de Riesling. Também se fazem bons espumantes de uva Riesling na Alemanha. Ainda que este contenha mais álcool, é aromático, seco e potente. Diferente.

Como eliminar o odor a rolha nos vinhos

 TAGS:eliminar cheiro de rolhaO divulgador especializado em alimentos, Harold McGee publicou um artigo curioso em jornal dos EUA que fala sobre o delicado equilíbrio organoléptico do vinho e como podemos “estragar” facilmente um bom vinho de acordo com os materiais com os quais entra em contato.

O autor, sempre pronto a experimentar, encontrou, por exemplo, como o contato com diferentes tipos metal faz com que os vinhos liberem energia. O fato em si não é importante, mas ajudou a conceber um curioso sistema para remover o odor de cortiça que muitas vezes estão nas garrafas. Existem dispositivos no mercado que prometem acelerar a aeração do vinho, mas muitas vezes também produzem um efeito de perda dos sabores e aromas originais .

A verdade é que estes produtos são caros e sua eficácia questionável. Podemos até encontrar colares de garrafa ímãs cujos fabricantes afirmam que permitem provar o vinho em toda a sua plenitude imediatamente, sem necessidade de decantar, ou discos de cobre embutidos com metal precioso que prometem, em segundos, obter o mesmo efeito que um ano envelhecimento na adega.

Com a ajuda de alguns amigos especialistas em química e enologia, McGee fez algumas degustações às cegas em que não conseguiu verificar a eficácia real da maioria dos dispositivos no mercado, tendo em conta que existem práticas (como mergulhar moedas de cobre no vinho para remover sabores indesejáveis) que atendam a mesma tarefa em uma fração do custo.

Na verdade, o único truque que foi eficaz para eliminar o sabor desagradável de algumas cortiça do vinho é bastante simples: basta mergulhar, por alguns minutos, um pouco de “film” de plástico para alimentos em vinho. É convincente a explicação científica: a molécula responsável pelo cheiro da cortiça, chamado 2,4,6- tricloroanisol é muito semelhante ao polietileno e, quase instantaneamente adere ao plástico, que, quando removido, se perdem os aromas a cortiça. É a desvantagem? Muitas outras moléculas aromáticas também serão perdidos, e o resultado pode ser um vinho sem cheiro a rolha, mas ácido e álcoolico. Mas ainda se pode beber.

Que vinho daria raiva se se estraga? Hoje recomendamos dois vinhos que você realmente gostará, porque eles são fantásticos!

 TAGS:Ravanal Mario Ravanal 2009Ravanal Mario Ravanal 2009

envelhecido por 18 meses em barricas de carvalho francês

 
 
 

 TAGS:Oporto Calem Old Friends White 1LOporto Calem Old Friends White 1L

Oporto Calem Old Friends White 1L

Cocktails com vinho

 TAGS:Como já dissemos por aqui, o vinho não se mistura, mas existem honrosas exceções que nos permitem preparar um cocktail, com o vinho como protagonista e para além da já conhecida sangria, claro.

Aqui ficam algumas receitas simples de cocktails com vinho.

Glühwein

É um cocktail famoso na Áustria, Alemanha e República Checa, a base é vinho quente, ideal para os frios dias de Inverno.

Ingredientes:

  • 3 partes de vinho tinto

  • 1 parte de sumo de laranja

  • Raspa de limão

  • 1 pau de canela

  • 1 cravinho

  • Açúcar mascavado

  • Gengibre (opcional)

Preparação do Glühwein :

  • Mistura o vinho com o sumo de laranja

  • Junta-lhe o pau de canela, a raspa de limão e um bocadinho de gengibre

  • Aquece a mistura até começar a ferver e retira-a do lume.

  • Coa o líquido e adiciona açúcar a gosto, mexendo bem. Saboreia-o quente!

Cocktail Crimeia

Refrescante e ideal para combater o calor, para paladar acostumado a bom vinho : )

Ingredientes:

  • 1 medida e meia de vinho branco seco

  • Meia medida de Cointreau

  • Soda a gosto

  • Gelo a gosto 

Preparação do Crimeia:

  • Deitar o vinho e o Cointreau num copo misturador (num shaker).

  • Servir num copo alto

  • Adicionar soda e gelo a gosto

 

Cocktail Sangue de Momo

De origem argentina, este cocktail é forte e com muito sabor. Impossível tomar apenas um.

Ingredientes:

  • 1 parte de vinho tinto

  • 1 parte de grappa mel

  • meia parte de conhaque

  • Um toque de sumo de limão

  • Água tónica a gosto

  • Gelo a gosto

Preparação do Sangue de Momo:

  • Põe todos os ingredientes no copo misturador com gelo a gosto, mexe durante cerca de 20 segundos e serve num copo alto.

 

Cocktail Leão Marinho

Para aqueles que gostam de um cocktail forte e de sabores definidos. Este é sem dúvida para gente atrevida.

Ingredientes:

  • 4 medidas de vinho branco gelado

  • 1 medida de rum aromático

  • Gelo (opcional)

Preparação do Leão Marinho:

  • Serve o vinho branco gelado num copo grande

  • Serve o rum num shot

  • Imerge o shot no copo de vinho

  • Deixa que o rum e o vinho se misturem devagar

  • Se preferes podes adicionar açúcar ou mel

 TAGS:La Rioja Alta Gran Reserva 890 1995La Rioja Alta Gran Reserva 890 1995

La Rioja Alta Gran Reserva 890 1995

 

 

 TAGS:Valenciso Reserva 2006Valenciso Reserva 2006

Valenciso Reserva 2006

Parkerização

 TAGS:Um dos especialistas de vinhos mais importantes do mundo possui uma escala de classificação bastante particular. Referimos-nos ao americano Robert Parker e à sua escala, conhecida como Parkerização, esta baseia-se em 20 sistemas de classificação com uma pontuação de 0 a 100. A  fama e o prestigio desta classificação é tão célebre como o próprio Parker, crítica e criteriosa, descreve perfeitamente um vinho.

O sistema de Parkerização, é este:

Vinho parkerizado entre 96 e 100 pontos ? Classificado como vinho extraordinário, possui um carácter profundo e complexo, assim como todos os atributos que um vinho clássico deste tipo deve conter. Os vinhos classificados desta forma costumam ser difíceis de encontrar.

Vinho parkerizado entre 90 e 95 pontos ? Classifica um vinho como excelente, muito acima do normal.

Vinho parkerizado entre 80 a 89 pontos ? Classifica-se como um bom vinho, possui delicadeza e bom sabor, com características óbvias de um vinho bastante aceitável.

Vinho parkerizado entre 70 e 79 pontos ? É um vinho mediano, simples, dentro do aceitável.

Vinho parkerizado entre 60 a 69 pontos ? É um vinho classificado como vinho abaixo da média, com muitas deficiências, como acidez excessiva, taninos em demasia, ausência de sabor, ou aromas e sabores confusos.

Vinho parkerizado entre 50 e 59 pontos ? Classificado como inaceitável, mau vinho.

Esta classificação pode variar, para o mesmo vinho, com o passar dos anos, avalia o momento mas, no entanto, também pode prever até onde pode chegar um vinho. A parkerização não é só uma classificação numérica, é também alfabética. Esta é a avaliação na escala de A a F.

Vinho parkerizado em A ? Compreendem os vinhos que se encontram entre 90 e 100 pontos. Um vinho A é o melhor, são poucos aqueles que entram neste nível.

Vinho parkerizado em B ? São os vinhos que se encontram entre os 80 e os 89 pontos. Um vinho B, é um bom vinho que não nos deve passar inadvertido.

Vinho parkerizado em C ? Classificação dos vinhos de 70 a 79 pontos. Um vinho C é um vinho simples, com um preço baixo e uma nota alta.

Vinho parkerizado em D e F ? Vinhos abaixo dos 70 pontos. São vinhos desequilibrados, com erros e portanto, não recomendáveis.

 TAGS:Clos Erasmus 2004Clos Erasmus 2004

Clos Erasmus 2004

 

 

 TAGS:Viña El Pisón 2004Viña El Pisón 2004

Viña El Pisón 2004

O vinho reduz a pressão sanguínea

 TAGS:*Se os termos científicos não te apaixonam podes saltar para o seguinte asterisco. Porém, o interesse daquilo que hoje aqui se explica, justifica um artigo mais técnico, a decisão é tua.

Aqui podes conhecer os 8 benefícios do vinho tinto na saúde.

Já se sabe muito sobre as propriedades curativas do vinho mas hoje devemos somar mais uma, às suas virtudes quase milagrosas. Os cientistas da Universidade de Granada, acabam de confirmar, de forma conclusiva, que a ingestão de vinho tinto tem um efeito muito positivo como antioxidante, através dos polifenóis soma propriedades antiaterogênicas. O resultado é uma redução da pressão sanguínea e uma evidente melhoria da disfunção endotelial.

E as boas notícias não ficam por aqui, também ficou comprovado que a epicatequina, contida no vinho, tem um papel determinante porque deriva num antioxidante extremamente útil para a nossa saúde. Os cientistas da Universidade de Granada demonstraram ainda os efeitos benéficos da epicatequina no tratamento crónico, remarcando o nível cardiovascular e focalizando as duas hipertensões animais: DOCA-sal e L-NAME.

Entre as respostas que este estudo permitiu, descobriu-se o efeito protetor do vinho pela capacidade da epicatequina, que atua como prevenção no stress oxidativo sistémico e reduz os níveis plasmáticos de ET-1.

Numa primeira fase, estes estudos foram aplicados em ratos de laboratório, aos quais foi retirado um rim e foi aplicada uma dose intra-muscular de DOCA, uma vez por semana. Os resultados foram tão reveladores como encorajadores. Estes interessantes estudos foram realizados por dois cientistas espanhóis, Juan Manuel Duarte Pérez e Rosario Jiménez Moleón e posteriormente publicados na prestigiada revista ?Clinical Science?.

*Talvez estes termos científicos ou de medicina, nos soem como chinês, porém, numa tradução mais informal, aquilo que os estudos revelam é bastante importante, além de conclusivo: ?O vinho reduz a pressão sanguínea?. A importância destes estudos abarca a prevenção da arteriosclerose, o tratamento crónico com epicatequina e a redução de stress.

Da nossa parte apenas falta dizer que temos mais um pretexto para brindar com vinho. Temos a certeza de que estes estudos, em pouco tempo, terão uma repercussão mundial na comunidade científica. Ficamos à espera de mais notícias sobre os efeitos benéficos do vinho na nossa saúde 

 TAGS:Reynolds Colheita Carlos Reynolds 2009Reynolds Colheita Carlos Reynolds 2009

Reynolds Colheita Carlos Reynolds 2009

 

 

 TAGS:Grant Burge Cabernet / Shiraz Benchmark 2010Grant Burge Cabernet / Shiraz Benchmark 2010

Grant Burge Cabernet / Shiraz Benchmark 2010

O a,b,c, da degustação de vinho

 TAGS:Já aqui se falou muito sobre o modo correto de degustar um bom vinho, somos conscientes de que se trata de um tema muito extenso, com muitas opiniões e que entra profundamente naquilo que é relativo e circunstancial.

Um bom vinho, é um bom vinho seja onde for e não é preciso ser um grande enólogo ou um perito sumiller para chegar a detetar isso. Também não pretendemos oferecer conclusões exatas, mas sim podemos atingir um elevado grau de conhecimentos sobre vinho se conhecemos detalhes importantes, tal como nos diz o título do artigo ? O a,b,c da degustação.

Para começar por ter uma ideia clara sobre um bom vinho devemos conhecer, pelo menos, as três fases importantes da degustação de um vinho: aparência ou forma, aroma e sabor, ou tal como se diz no mundo do vinho: vista, nariz e boca. Os três sentidos fundamentais à perceção da qualidade de um vinho.

  • Aparência ou forma: Onde a vista é a nossa melhor aliada. Devemos estar atentos ao brilho que possa existir no vinho. Se é um brilho limpo é porque estamos perante um vinho interessante, se o notamos opaco devemos suspeitar. Para conseguir esta primeira prova devemos levantar o copo à altura dos olhos. Com um ligeiro movimento sobre o seu próprio eixo descobriremos a cor, o brilho e a claridade do vinho. Também podemos descobrir o grau de álcool pelas famosas ?lágrimas do vinho?.
  • Aroma: Nesta segunda fase devemos introduzir o nariz ligeiramente no copo, de modo a inalar os chamados ?aromas primários?, os quais são a marca do tipo, ou tipos de uva com que o vinho foi elaborado. Depois distinguimos os ?aromas secundários?, logrados pela fermentação do vinho. E por último, percebemos os ?aromas terciários?, consequência da guarda do vinho. Para despertar esta coleção de aromas, antes, devemos agitar o copo ligeiramente.
  • Sabor: Para muitos constitui a fase mais importante da degustação do vinho. Para começar, apenas devemos tomar um pequeno gole de vinho, que deixamos passear pelas papilas gustativas de forma a descobrir os quatro sabores que habitualmente possui um vinho: doce, salgado, ácido e amargo. Um bom vinho consegue equilibrar os quatro.

 TAGS:Two Hands - Bella's Garden - Barossa Valley Shiraz 2009Two Hands – Bella’s Garden – Barossa Valley Shiraz 2009

Two Hands – Bella’s Garden – Barossa Valley Shiraz 2009

 

 

 TAGS:Naia Verdejo 2012Naia Verdejo 2012

Naia Verdejo 2012

As profissões e ofícios do vinho

 TAGS:No mundo do vinho existe mais de uma profissão ou ofício que se dedica, direta ou indiretamente à sua elaboração, produção e venda.

A qualidade do vinho que chega à nossa mesa não é apenas responsabilidade do vinicultor e do comerciante que nos vendeu a garrafa, por detrás dela estão muitas pessoas que tornam possível chegar até nós esta bebida mágica que dá sabor à vida.

Acompanha-nos a descobrir estes técnicos, temos a certeza de que o seu conhecimento nos faz dar ainda maior valor ao vinho.

O agrónomo – Pode ser classificado como o assessor cientifico do viticultor, é ele quem estuda as vides a sua melhoria e a sua produção.

O ampelógrafo ? Técnico especializado no estudo e identificação da vide e nas suas diferentes classes.

O ampelólogo ? Biólogo que estuda a vide desde o seu cultivo à sua origem geográfica, adaptação das castas a diferentes tipos de solo e clima, patologias e tratamentos especiais necessários.

O viticultor ? A pessoa encarregada pelo cultivo da vide, desde a sua conceção à colheita final. Pode-se dizer que é um dos pilares da elaboração do vinho.

O recoletor ? Pessoa que se encarrega da vindima. É ele quem decide qual o momento propicio para iniciar a colheita, baseando-se na maturação e conteúdo de açúcar das uvas.

O vinicultor ? Outro dos pilares da elaboração do vinho, para muitos o mais importante, já que é ela quem se encarrega da elaboração do vinho.

O tanoeiro ? Aquele que pratica o nobre ofício de elaborar os barris que são utilizados para o envelhecimento do vinho.

O enólogo – Aquele que estuda e supervisa o vinho e a elaboração do mesmo.

O provador ? Perito na degustação do vinho, profissional que nos guia no reconhecimento de um bom vinho, ressaltando as suas qualidades e defeitos.

O sommelier ou escanção – Grande conhecedor de vinhos, sabe escolher o vinho indicado para cada ocasião e a harmonização perfeita.

O proprietário da adega ? Aquele que elabora armazena ou serve vinhos. O elo final do vinho com o consumidor ou com o comerciante.

 TAGS:San Román 2009San Román 2009

San Román 2009

 

 

 TAGS:Valenciso Reserva 2006Valenciso Reserva 2006

Valenciso Reserva 2006