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Apaixonados por garrafas de vinho? Podem ter uma 2ª vida

 TAGS:undefinedSe a tua garrafa de vinho ficou vazia e ficaste com vontade de lhe conceder uma segunda vida útil, existem diferentes modos de lhes tirar partido dentro de casa e facilmente realizável.

Irrigador por gotejo lento para plantas: Se tens garrafas de vinho vazias, um jardim e pouco tempo livre, podes regar as tuas plantas perfurando uma rolha de cortiça e mantendo a garrafa sempre cheia de água no canteiro que desejares.

Alimentador de aves: Se és um amante das aves e gostas de as ouvir cantar de manhã, podes fazer uma base de madeira para colocar a garrafa invertida, carregada de sementes e com apenas uma parte da rolha. Certamente que as aves irão visitar a tua casa.

Jarra: Se te ofereceram uma flor podes encher de água aquela garrafa de vinho vazia de que gostas muito para colocar a flor.

Limites para o jardim: Criar um caminho no teu jardim pode ser uma oportunidade para fazer algo original. As garrafas são enterradas pelo gargalo deixando apenas uma pequena parte à vista, que transformará o teu jardim e lhe dará um toque muito mais interessante do que as pedras.

Para manter a forma das botas: Para quem usa botas altas, evitar que se deformem costuma ser alvo de alguma preocupação. A opção mais económica e eficaz é a de introduzir uma garrafa em cada bota.

Quadro para mensagens: Podes submergir as tuas garrafas de vinho vazias numa panela velha com tinta para efeito ardósia e depois deixar que sequem ao ar livre. Estas garrafas, bem divertidas, serão o teu modo de escrever mensagens a giz.

Candeeiros: Se tens uma maquina que permita perfurar azulejo (ou um amigo que o empreste) podes fazer um pequeno furo na base da garrafa de vinho vazia, depois introduzir um cordão de luzes e apreciar o teu candeeiro novo.

Suporte de livros: É quase sempre desejável ter um suporte para que alguns livros não caiam como peças de dominó. Podes fabricar o teu suporte enchendo a garrafa vazia com areia.

Para guardar pequenas coisas: Se não tens muitos recipientes mas sim garrafas de vinho transparentes, podes retirar-lhes a etiqueta com água quente e colocar sementes, frutos secos ou aquilo que quiseres usar na tua cozinha.

Experimentaste alguma destas ideias? Tens outras que possam ajudar a reciclar as garrafas de vinho?

 

 

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El Perro Verde 2014: El Perro Verde 2014 pode maridar com mariscos e arroz. A comumidade de Uvinum classifica El Perro Verde 2014 com 4 pontos de 5.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes da D.O. Champagne vinificado sobre as variedades pinot noir e pinot meunier e com 12,5º de teor de álcool. 

 

 

Lisboa em copos de vinho

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Para além de luminosidade inconfundível, a Cidade de Lisboa guarda múltiplos tesouros de senhora antiga. São tesouros feitos de sabedoria, experiência e personalidade. Um deles, é, evidentemente, o vinho. Tão importante como a pérola dos líquidos, é o local onde este se bebe, acompanhado de quem e com quê.

É verdade que a oferta é tão grande e variada como a quantidade de opiniões sobre onde melhor se bebe vinho, mas os apreciadores parecem coincidir em relação ao Chafariz do Vinho. Localizada na Praça da Alegria, a enoteca mais antiga de Lisboa ocupa o antigo posto de abastecimento de água. Hoje em dia aqui bebe-se vinho; a copo ou não, português, chileno, italiano, francês ou espanhol, os vinhos têm em comum a qualidade e o cuidado com o qual são rigorosamente escolhidos. O Chafariz convida os clientes a trazerem a garrafa(s) que pretendem beber e saborear com os amigos, e pode acompanhá-la com os petiscos da casa, como a Trouxa de couve com alheira de caça, ostras ao natural ou pratos mistos de queijos ou fumados. Este wine bar organiza ainda provas de vinho do Porto, de vinhos de mesa novos e velhos e tem Happy hour: das 18h às 20.30h.

 TAGS:undefinedNo Goliardos (= taberneiros : ) garrafeira/bar, quase ao virar da esquina do Chafariz, na Rua da mãe d’Água, segue-se o seguinte lema: ”O homem é o único animal que bebe sem ter sede. Já agora que o faça criteriosamente”. A sua selecção de vinhos de terroir europeus é constituída por cerca de 500 referências de diversas categorias de vinhos, desde os acessíveis aos raros e passando pelos Vinhos Uvelhas Negras, uma colecção de vinhos de produtores dispostos a arriscar e a desafiar as normas em nome da qualidade e da originalidade.Para além do vinho ser servido, a copo ou garrafa, mas sempre a rodos, no Goliardos também se realizam cursos de vinhos, noites de provas e encontros entre produtores europeus

Outro dos locais preferidos pelos amantes da combinação vinho&petiscos é a Enoteca de Belém. Este restaurante/enoteca fica no número 12 da Travessa do Marta Pinto, perto dos pastéis. Abriu no final de 2009 e desde então tem vindo a semear qualidade e a colher elogios. Os vinhos escolhem-se com binóculos apontados para a estante das garrafas; a “biblioteca dos vinhos”, uma fila de tintos e outra de brancos, que, na sua maioria, podem ser bebidos a copo e a bom preço. O ambiente é acolhedor e o menu é concebido à medida dos vinhos, ou vice-versa, mas sempre com o apoio de quem harmoniza com experiência. É importante acrescentar que o restaurante da Enoteca de Belém foi premiado com dois garfos no último concurso gastronómico “Lisboa à prova” e que esta enoteca possui os seus próprios brancos e tintos; o Travessa da Ermida, produzidos nas Regiões do Dão e de Setúbal.

Enquanto não se decide a sair de casa ou a visitar Lisboa e os seus tesouros, pode saborear as recomendações da Uvinum

 

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Quinta da Alorna Arinto Chardonnay Reserva: das adegas Quinta da Alorna: um vinhos branco de D.O. Tejo cujo coupage contém chardonnay e arinto. 

 

 

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Ninfa Escolha Pinot Noir 2011: um vinhos tinto com D.O. Tejo cujo coupage contém pinot noir de 2011 e 13.77º de álcool en volume.

 

 

O personal shopper da Uvinum responde: Que vinhos biodinâmicos recomendas?

 TAGS:undefinedOs vinhos biodinâmicos encontram-se em ascensão, a atenção que se lhes dedica traduz-se no número de eventos e no crescimento do interesse dos consumidores por este tipo de vinhos. Os clientes da Uvinum, evidentemente, não são excepção e, na verdade, uma das consultas mais recentes, colocadas ao nosso personal shopper diz respeito a recomendações de vinhos biodinâmicos disponíveis na Uvinum.

Deste modo, queremos aproveitar a publicação de hoje para expor as recomendações do nosso personal shopper e para que os nossos leitores saibam um pouco mais sobre estes vinhos e tenham um ponto de referência para poder começar a descobri-los.

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O que são os vinhos biodinâmicos?

Tal como explicou a nossa colega Eli, numa publicação de Abril de 2014, os vinhos biodinâmicos procedem da agricultura biodinâmica, um conceito antigo, no qual se considera a vinha ou o terreno como um ser vivo onde se utiliza a menor tecnologia e tratamentos possível.

O objectivo é o de que a vinha desenvolva o seu próprio processo imunitário contra doenças, micróbios e insectos. Como? Fomentando os microrganismos e a biodiversidade, tendo em conta as energias naturais, seguindo um calendário biodinâmico (lunar) e utilizando preparados biodinâmicos.

Recomendações da Uvinum:

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Vi de Lluna 2007 é um vinho de Mas Estela com Denominação de Origem do Empordà, elaborado com as castas Grenache negra e Syrah de 2007. Graduação alcoólica – 15º.

 

 

 TAGS:Planetes de Nin 2011Planetes de Nin 2011

Planetes de Nin 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem Priorat, elaborado com Grenache negra e Cariñena de 2011.

 

 

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Recaredo 2008: Espumante com Denominação de Origem Cava, elaborado com Xarel·lo e Parellada de 2008. Graduação alcoólica – 12º. Costuma acompanhar peixe azul e paelha, entre outros.

 

 

França

 TAGS:Marcel Deiss Grasberg 1Er Cru Blanc 2009Marcel Deiss Grasberg 1Er Cru Blanc 2009

Marcel Deiss Grasberg 1Er Cru Blanc 2009: Marcel Deiss elabora Marcel Deiss Grasberg 1Er Cru Blanc 2009, um vinho branco com Denominação de Origem da Alsácia da colheita de 2009.

 

 

 TAGS:Domaine de la Pinte Arbois Vin Jaune 62cl 2005Domaine de la Pinte Arbois Vin Jaune 62cl 2005

Domaine de la Pinte Arbois Vin Jaune 62cl 2005: Um vinho branco com Denominação de Origem de Vins de Savoie.

 

 

Domaine de la Pinte Arbois Vin Jaune 62cl 2005
Um vinho branco com Denominação de Origem de Vins de Savoie.

 TAGS:Domaine Gourt de Mautens Blanc 2012Domaine Gourt de Mautens Blanc 2012

Domaine Gourt de Mautens Blanc 2012: Domaine Gourt de Mautens Blanc 2012
Domaine Gourt de Mautens elabora este vinho branco com Denominação de Origem de Côtes Du Rhône e colheita de 2012.

 

 

Alemanha

 TAGS:Wittmann Westhofener Kirchspiel Riesling Grosses Gewächs 2013Wittmann Westhofener Kirchspiel Riesling Grosses Gewächs 2013

Wittmann Westhofener Kirchspiel Riesling Grosses Gewächs 2013: Vinho branco com Denominação de Origem de Rheinhessen elaborado com Riesling de 2013.

 

 

 TAGS:Walter Riesling Pündericher Marienburg Trocken 2013Walter Riesling Pündericher Marienburg Trocken 2013

Walter Riesling Pündericher Marienburg Trocken 2013: Vinho branco com Denominação de Origem Mosel, das adegas Weingut Walter e com as melhores uvas Riesling de 2013 – Graduação alcoólica 12.9º.

 

 

Itália

 TAGS:Cascina Degli Ulivi Bellotti Rosso 2013Cascina Degli Ulivi Bellotti Rosso 2013

Cascina Degli Ulivi Bellotti Rosso 2013: Vinho tinto com Denominação de Origem de Barbaresco, colheita de 2013.

Uvas para cada pão

 TAGS:undefinedAinda que pão e vinho seja um duo bem conhecido de todos, harmonizá-los talvez seja uma tarefa complexa para muitos. Para os combinar é necessário provar e só depois então, escolher seguindo o nosso paladar.

Hoje deixámos aqui algumas das nossas opções preferidas para que proves antes de começar a experimentar as tuas alternativas.

Champanhe e brioche:
O brioche é conhecido por ser um pão de textura suave ao paladar e de crosta estaladiça, por outro lado, o champanhe tem fama graças às suas borbulhas. Em relação a sabores; o adocicado do pão equilibra-se com a acidez do champanhe. Se te apetecer podes juntar um pouco de salmão ao pão.

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial: Um espumante com Denominação de Origem de Champagne. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir e com 12.50º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Grigio e Baguete:
O sabor delicado da baguete permite combiná-la com vinho branco. Para acompanhar, recomenda-se queijos de sabor suave.

 

 TAGS:Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008

Domaine Léon Boesch é o produtor deste Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008. Um vinho branco com Denominação de Origem da Alsácia, elaborado com Pinot Gris de 2008.

 

 

Vinho rosé e Focaccia:
A focaccia é um pão de textura suave e sabor forte. Pode ser muito bem acompanhado com vinho rosé, de sabor ácido e servido frio.

 

 TAGS:Miraval Rosé 2014Miraval Rosé 2014

Miraval Rosé 2014: Um vinho rosé com Denominação de Origem de Côtes De Provence, das adegas Château Miraval e elaborado com Cinsault e Syrah de 2013 e13º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Noir e pão de centeio:
O pão de centeio, de sabor amargo e forte e crosta dura, combina bastante bem com um Pinot Noir de intensos aromas frutados e toques de chocolate.

 TAGS:Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013

Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013: Um vinho tinto elaborado com Pinot Noir de 2011 e 14º graduação alcoólica.

 

 

Riesling e pão doce de frutas:
Se os doces são da tua preferência vais apreciar este pão de frutas, de preferência acompanhado por um Riesling bem frio, de notas doces e indicado para acompanhar sobremesas.

 TAGS:Vi de Glass Riesling 375ml 2011Vi de Glass Riesling 375ml 2011

Vi de Glass Riesling 375ml 2011: Vinho doce do Penedés – Catalunha, com as melhores uvas de Riesling e Muscat de 2010.

 

Quantas calorias tem um copo de vinho?

 TAGS:undefinedNos últimos tempos têm-se vindo a demonstrar muitas das propriedades benéficas do vinhopara a nossa saúde, com uma longa lista, cada vez mais longa, que relaciona o consumo de vinho (sempre moderadamente) à prevenção de múltiplos transtornos físicos e problemas relacionados com o envelhecimento.

Deste modo, cada vez mais, o vinho é incluído nas dietas saudáveis, juntamente com outros alimentos e bebidas considerados “chave” da nossa alimentação, sobretudo quando nos referimos a dietas relacionadas com a alimentação tradicional mediterrânica.

No entanto, na altura de controlar as calorias consumidas diariamente, por vezes criam-se dúvidas sobre a quantidade contida no vinho, que, estudos recentes, esclarecem definitivamente. Assim, o Departamento de Agricultura dos E.U.A. Estabelece que um copo de vinho de cerca de 5 onças (150ml) contém entre 120 a 130 calorias, considerando que os chamados “vinhos de mesa” (os mais comuns) possuem uma graduação alcoólica de 11º a 14º.

Na verdade, a administração norte americana está a promover, no meio dos produtores de bebidas alcoólicas, a inclusão de dados nutricionais na informação do rótulo de vinhos, do mesmo modo que se procede nos alimentos em geral.
Também os restaurantes, brevemente, estarão obrigados a incluir este tipo de informação nos seus menus, especialmente aquela que se relaciona com as calorias.

De onde provêm as calorias do vinho?
Especialmente do álcool, que contém 7 calorias por grama. Também o açúcar e os hidratos de carbono, no geral, aportam calorias (cerca de 4 por grama). De modo que, um vinho doce de graduação elevada terá muito mais calorias do que um outro vinho seco e com pouco álcool.

 TAGS:El Perro Verde 2014El Perro Verde 2014

El Perro Verde 2014: um vinhos branco com D.O. Rueda cujo coupage contém verdejo de 2014 e tem um grau alcoólico de 13º.

 

 

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Gatão: um vinhos branco com D.O. Vinho Verde com um coupage a base de trajadura e loureiro e possui um grau alcoólico de 9º.

 

Beber vinho faz-nos mais belos

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Já na época dos romanos o vinho era utilizado para embelezar a pele. Hoje, centenas de tratamentos de pele incluem a presença de sementes de uva de modo a obterem uma maior hidratação e oxigenação da epiderme. Ou seja, além de propriedades benéficas para o nosso organismo, o vinho aporta beleza à nossa pele.

Esta ideia estendeu-se até aos nossos dias. No século XXI foram desenvolvidos vários estudos que demonstram que o vinho nos torna mais atraentes. O último estudo nesta área foi levado a cabo por investigadores do Reino Unido, que vinculam o consumo de álcool a um certo poder de atracção pessoal e mesmo a uma maior sensualidade conseguida por aqueles que o consomem.

Primeiras conclusões
A explicação parece residir no facto de que o vinho provoca uma vasodilatação directa, a mesma responsável pelo rubor da pele quando nos excitamos sexualmente. As primeiras conclusões do estudo estabeleceram que, para além de perceber os outros como mais atraentes, depois de beber um pouco, a mesma pessoa pode ser vista pelos outros como mais atraente.

Outras conclusões deste estudo determinam que um baixo consumo de álcool é aquele que propicia um aumento da vermelhidão na pele e um certo atractivo facial. Ainda que não seja possível provar estes resultados de modo contundente, eles podem ser constatados num contexto sexual e de relação amorosa, já que o álcool influencia o comportamento social.

Este estudo conclui ainda que os rostos das pessoas que consumiram uma baixa dose de álcool foram classificados como mais atraentes que os rostos de quem permaneceu sóbrio, enquanto que tal coisa não se observou nos indivíduos que consumiram uma alta dose de álcool.

Para realizar este estudo, fizeram-se várias fotografias a pessoas em estado sóbrio, e, um pouco mais tarde, às mesmas pessoas depois de terem consumido álcool com o objectivo de decidir qual a imagem mais atraente para os outros.

 

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Quinta do Vale Meão 2011: um vinhos tinto da D.O. Douro com touriga Franca e tinta Roriz de 2011 e com um grau alcoólico de 14.5º.

 

 

 TAGS:Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011: m vinhos tinto cujo coupage contém uvas de 2011 e 14.5º de álcool. 4 pontos de 5 é a classificação média de Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011 no Uvinum.

 

As sobremesas mais doces com vinho

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As sobremesas com vinho são geralmente uma opção excelente para saborear num fim-de-semana depois de uma boa refeição entre amigos ou em qualquer outro dia se és dos que não resistem a doces.

Hoje, partilhamos 2 receitas de sobremesas feitas com um pouco de vinho e temos a certeza de que vais gostar.

Peras com vinho e leite-creme

Esta sobremesa pode ser preparada em aproximadamente uma hora, é a quantidade ideal para 3 pessoas e tem um nível médio de dificuldade.

Ingredientes:

  • 3 peras
  • 750ml de vinho tinto
  • A casca de um limão
  • A casca de uma laranja
  • Canela
  • 200g de açúcar

Para o leite-creme:

  • 750ml de leite
  • 3 gemas de ovo
  • 3 colheres de açúcar
  • A casca de um limão
  • 1 colherzinha de farinha maizena
  • 1 vagem de baunilha
  • Canela a gosto

Preparação:

  1. Preparar as peras, começando por dissolver o açúcar numa panela quente. Juntar as cascas de limão e de laranja e um pouco de canela.
  2. Descascar as peras e cozinhar durante 45 minutos a fogo lento na panela com os ingredientes anteriores.
  3. Para preparar o leite-creme deitar o leite, a casca de limão, 2 colheres de açúcar e a baunilha numa panela e cozinhar até ferver.
  4. Bater as gemas, a maizena e uma colher de açúcar. Quando o leite ferver, juntar, em colheradas, as gemas batidas e continuar a misturar. Deitar a mistura na panela do leite, e a lume brando, mexer continuamente até espessar. Passar por um coador no final.
  5. Servir as peras em base de leite-creme.

Bolo de chocolate e vinho tinto

Existem poucas coisas tão boas como uma fatia de bolo e um copo de vinho depois de um longo dia de trabalho. Faz um bolo em uma hora e meia. Depois, senta-te e saborea.

Ingredientes:

  • 180ml de vinho tinto
  • 180g de açúcar
  • 3 colheres de cacau puro em pó
  • 180g de manteiga
  • 120g de farinha
  • 2 colherzinhas de fermento
  • 4 ovos a temperatura ambiente
  • 1 colher de farinha de maizena
  • 1 colherzinha de manteiga

Elaboração:

  1. Untar uma forma com um pouco de manteiga. Aquecer o vinho, o cacau e o açúcar numa panela pequena e reservar.
  2. Aquecer o forno a 170ºc com calor acima e abaixo. Bater as claras e reservar as gemas.
  3. Misturar as gemas com a maizena e a mistura de vinho já referida. Aquecer a mistura até espessar.
  4. Reservar 150ml desta mistura para a cobertura. Juntar a farinha, o fermento e as claras com a mistura restante. Deitar na forma e levar ao forno durante 40 minutos.
  5. Retirar do forno e cobrir com a mistura anteriormente reservada.

E para acompanhar estas sobremesas, nada melhor que uma das nossas recomendações.

 TAGS:Ferreira Vintage 2000Ferreira Vintage 2000

Ferreira Vintage 2000 das adegas Ferreira: um vinhos generoso de D.O. Porto realizado com tinta Roriz e touriga Nacional da colheita 2000 e 20.50º de álcool. 

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Ice ImpérialMoët & Chandon Ice Impérial

Moët & Chandon Ice Impérial  é um vinhos espumante com D.O. Champagne das adegas Moët & Chandon com pinot Noir e pinot Meunier e tem um grau alcoólico de 12º.

 

 

*Imagem: Julia Khusainova (flickr)

Como organizar uma prova de vinhos

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Habitualmente uma prova de vinhos realiza-se com o objectivo de classificar as propriedades visuais e o paladar de um vinho por meio dos seus aromas, sabores e cores e costuma ser dirigida por profissionais ou enólogos, porém, também é verdade que cada vez mais estas actividades se estendem a muitos outros públicos; amadores, apreciadores e curiosos sobre a cultura vinícola no geral.

Geralmente, uma prova costuma apresentar cinco vinhos diferentes, para melhor poder apreciar a diversidade de tons, cores, aromas, sabores e texturas e assim poder atribuir uma nota a cada um dos vinhos. Estas provas devem ser efectuadas em espaços bem iluminados, sem cheiros e boas condições de temperatura. Os copos utilizados devem ser transparentes e adequadas à prova.

Fases da prova de vinhos

São fundamentalmente três, as fases de uma prova de vinhos: Visual, olfactiva e gustativa. Normalmente inicia-se com uma explicação do enólogo (ou do técnico que dirige a prova) sobre os vinhos para depois se passar à parte prática. Cada uma das fases deve ser acompanhada por uma explicação das diferentes propriedades e os vinhos podem ser provados com alimentos para deste modo medir a potência dos sabores.

  • Fase visual – O vinho é observado a contraluz, sempre em fundo branco ou com luz natural para poder distinguir cores e tons. A fase visual fornece bastante informação sobre a qualidade e idade do vinho.
  • Fase olfactiva – O copo aproxima-se do nariz para que possamos sentir os diferentes aromas do vinho. Aqueles que primeiro nos chegam são os aromas primários, ao mover o copo obtemos os aromas secundários e se continuarmos a movê-lo podemos sentir também os aromas terciários, que muitas vezes revelam os vinhos de maior qualidade.
  • Fase gustativa – Provar o vinho talvez seja o passo mais importante. Deve ser retido na boca e depois cuspido (no recipiente indicado) para voltar a beber e desta vez engolir para obter todas as sensações possíveis ao paladar.

Algumas recomendações para a tua prova de vinhos:

 

 TAGS:Carvalhas Vinhas Velhas 2011Carvalhas Vinhas Velhas 2011

Carvalhas Vinhas Velhas 2011 é o produtor de Carvalhas Vinhas Velhas 2011, um vinhos tinto da D.O. Douro cujo coupage contém uvas de 2011. 

 

 

 TAGS:Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011 é um vinhos tinto da D.O. Douro com uvas 2011 e 14.5º de álcool en volume.

 

Imagens: Uvinum e Oscar Mateu

 

Determinar a idade de um vinho através da radioactividade

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Os cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkley, começaram a trabalhar no aperfeiçoamento dos métodos para determinar a idade do vinho através de estudos de radioactividade. Peter Hosemann, professor no departamento de engenharia nuclear desta universidade, explicou que o elemento radioactivo cesio 137 se encontra no meio ambiente em quantidades reduzidas.

Esta pesquisa sobre a presença de radioactividade começou a ser desenvolvida em todos os vinhosdesde 1945, a partir do ano em que foi realizada a primeira prova de armas nucleares. Sobre o cesio 137, Hosmann esclarece: Provém das provas nucleares e encontra-se presente no solo, portanto existe a possibilidade de que penetre nas plantas e nos frutos através das raízes. No caso do vinho, a pequena quantidade que chega até às uvas fica aprisionada no líquido durante o engarrafamento. Pelo que se torna necessário confirmar ou rejeitar a presença do elemento radioactivo antes que chegue ao consumidor. Provavelmente, todo o vinho engarrafado a partir de 1945, seja vinho tinto‘ ou branco, contenha vestígios dos isótopos.

Os investigadores da Universidade de Agricultura de Atenas, em 2012, elaboraram um documento sobre a delimitação das origens geográficas dos alimentos através da análise de elementos no solo (como as partículas radioactivas) e estão de acordo com a efectividade da técnica utilizada por Hosmann. As análises químicas começaram por ser feitas em diferentes produtos; tomate, produtos lácteos e mel, entre outros, para determinar a sua origem geográfica. Os cientistas acreditam que estas técnicas constituem um modo eficaz de lutar contra a fraude dos alimentos e bebidas exóticos. Um documento de 2013, publicado pela revista Food Chemistry, afirma: ”A análise dos isótopos dos elementos principais torna este método bastante sólido e converte-o numa prova fiável de falsificação, já que, deste modo, a modificação artificial é extremamente difícil”.

Resumindo, agora, através das provas de radioactividade, sabemos que existe um método para determinar a idade, legitimidade e origem geográfica do vinho, o que confere uma maior garantia de segurança aos consumidores na aquisição de produtos e sobretudo em relação aos vinhos mais valiosos.

Dois grandes vinhos anteriores a 1945 e sem radioactividade 🙂

 

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Barons de Rothschild (Lafite) 2009, m vinhos tinto com D.O. Bordeaux das adegas Domaines Barons de Rothschild (Lafite) da vendimia de 2009. 

 

 

 TAGS:Quinta do Vale Meão 2011Quinta do Vale Meão 2011

Quinta do Vale Meão 2011 das adegas Quinta do Vale Meao: um vinhos tinto de D.O. Douro a base das castas touriga Franca e tinta Roriz de 2011 e 14.5º de álcool en volume.