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Comida mexicana: como harmonizar?

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A comida mexicana, rica em sabor picante, não é fácil de harmonizar. Há quem diga que apenas é possível acompanhar um prato mexicano com água, cerveja leve ou inclusive leite.

No entanto, também há quem defenda que esta é uma cozinha de harmonização complexa, e possível. Por esta razão hoje pretendemos partilhar alguns conselhos, tendo em conta as duas harmonizações mais comuns:

  • Por conformidade: quando os sabores do vinho e dos alimentos se assemelham, normalmente esta união reforça o paladar.
  • Por contraste: Quando o vinho possui um sabor intenso e os pratos são pouco intensos e vice-versa. É exactamente por contraste que se acentuam as características dos alimentos e da bebida.

Segundo as afirmações da Associação Nacional de Vitivinicultores (ANV): “na comida mexicana partimos do facto de ser consumida uma grande quantidade de picante em pequenas doses, o que lhe concede algum exotismo, mas que em grandes quantidades adormece o paladar, deixando-o insensível e portanto indiferente ao sabor do vinho. Apenas os vinhos muito estruturados e de aromas complexos, aguentam a carga do picante”.

Estas são as sugestões da A.N.V. para harmonizar vinho e comida mexicana.

  • Viognier: Ideal para acompanhar frango, peixe, sopas de massas, lima e marisco e empadas de cação.
  • Chasselas: Sugestão para acompanhar cochinita pibil, coxas de rã e ovas guisadas.
  • Sauvignon Blanc: A companhia perfeita para Pozole, quesadillas, arroz branco, sopa asteca, picadas de Veracuz, caldo tlalpeño, creme de cogumelos, peru recheado, ovas guisadas, Vuelve a la vida e ovos à mexicana.
  • Chardonnay: Para combinar com Pozole, enfrijoladas, quesadillas, tamales de elote, voul-au-vent de mariscos, sopa asteca, creme de cogumelos, churrasco, mole poblano, peru recheado, peixe em papelote, ovas guisadas e Vuelve a la vida.
  • Chenin Blanc: Servir com Chilaquiles verdes, no forno ou ovos rancheros.
  • Sémillon: O companheiro ideal das picadas de Veracruz.
  • Riesling: Para harmonizar com Chilaquiles verdes, sopa de lima ou pámpano a la campechana.
  • Colombard: Para beber com Chilaquiles no forno.
  • Tinta roriz: Servir com enfrijoladas, chocos com tinta, salada de massa (coditos=cotovelos) ou bife de cebolada.
  • Pinot Noir: Harmonizar com Panuchos de Veracruz e lombo de porco com ameixas.
  • Nebbiolo: O aliado dos famosos chiles recheados, os panuchos de Veracruz, quesadillas, tinga de frango e peixe à Veracruz.
  • Merlot: Para acompanhar enchiladas vermelhas, quesadillas, lombo de porco com ameixas, peixe à Veracruz e curgetes mexicanas.
  • Cabernet Sauvignon: Para combinar com pambazos, enchiladas vermelhas, quesadillas, churrasco, almôndegas, cabrito, bife à tampiqueña, panados de vitela, mole poblano, veado assado, chocos em tinta, peixe à Veracruz e romeritos.
  • Barbera: Para harmonizar com chiles recheados, pambazos, cabrito e bife à tampiqueña.
  • Cabernet Franc:Combinar com machaca de Monterrey e bife à tampiqueña.
  • Zinfandel: Para beber a acompanhar machaca de Monterrey e salada suprema de frango.
  • Syrah: Ideal com lombo de porco com ameixas.
  • Malbec: Servir com enchiladas de pipian, panuchos de Veracruz e machaca de Monterrey.
  • Petit Syrah:Servir com enchiladas de pipián.
  • Petit Verdot: Servir com cabrito.
  • Ruby Cabernet: Servir com cabrito.
  • Vinho Espumante: Grande companhia para pozole, chiles recheados, enfrijoladas, quesadillas, tamal de elote, vol-au-vent de marisco, sopa de lima, creme de cogumelos, churrasco, mole poblano, peru recheado, pejelagarto en chirmol, chilpachole de jaiba, ovas guisadas, vuelve a la vida e ovos à mexicana.

 

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Quinta do Vale Meão 2011: um vinhos tinto da D.O. Douro realizado com touriga franca e tinta roriz da colheita 2011 e possui um grau alcoólico de 14.5º.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes Champagne das variedades pinot noir e pinot meunier e 12,5º de teor de álcool. 

 

Terras de Vinho – As ilhas dos Açores e da Madeira

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O Vinho da Madeira, também conhecido como generoso madeirense, ou Vinho de Torna-Viagem é produzido na Ilha da Madeira há mais de 500 anos.

Os barcos que saíam da ilha carregados de vinho, considerado de 3ª categoria, tornaram possível descobrir as poderosas consequências da fermentação. O vinho, guardado nos porões dos veleiros durante mais de um ano, transformava-se num magnífico néctar à chegada da viagem devido ao calor acumulado sobretudo nas travessias da Região Tropical.

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Porém, o renome dos vinhos insulares não se estendeu a todas as ilhas do mesmo modo. Os vinhos dos AçoresVinho Passado (com Malvasia) e Vinho Seco – produzidos na Ilha do Pico, sofriam um processo de vinificação semelhante ao Madeira; a fermentação interrompida pela adição da aguardente, tal como no Vinho do Porto. No entanto, os vinhos dos Açores eram considerados de menor qualidade que o Madeira.

Provavelmente devido à falta de registos, consta que a vitivinicultura açoriana se limitava às ilhas Pico e Graciosa, hoje sabemos que todas as ilhas, em maior ou menor escala, se dedicaram à plantação da vinha. O facto é que as ilhas eram pedregosas, devido às erupções vulcânicas e as condições climatéricas difíceis, o que significa que os Açores foram alvo de um intenso trabalho de implantação de vinhedo.

Em meados do século XXI as ilhas sofreram um feroz ataque de oídio que obrigou à substituição de castas. A casta Isabela e algumas castas americanas tomaram o lugar da Verdelho.

A recuperação do vinho branco foi conseguida pouco a pouco, um dos exemplos da história vinícola açoriana é a Adega Cooperativa da Graciosa.

Nos Açores multiplicou-se a produção de aguardente; desde a aguardente de melaço da Ilha de S. Jorge, à aguardente escura da Ilha Terceira e às aguardentes de figo vermelho, de nêspera, de pêssego e de funcho da Ilha do Pico.

Na Madeira, a aguardente de canao Rum da Madeirabranca e envelhecida ganhou lugar, o Engenho do Porto da Cruz é núcleo museológico, próximo à Casa do Rum, onde se podem provar alguns reservas excepcionais.

O Madeira, um vinho licoroso, fortificado e com um grau alcoólico entre os 17º e os 22º é envelhecido em barris de carvalho sob um processo lento, óxidativo e concentrado, a partir de cinco castas de uva tradicionalmente utilizadas:

Malvasia – Foi uma das primeiras castas a chegar à ilha da Madeira e dos Açores na primeira metade do séc XV. Produz um vinho doce, com aroma e paladar similares, a frutos secos e toques de mel, que harmoniza com queijos e chocolate.

  • Verdelho – Produz um vinho meio-seco, fresco, com sabores de ananás muito maduro e nariz tropical. Acompanha bem uma sopa leve ou queijos ligeiros. Casta utilizada tanto nos Açores como na Madeira.
  • Cercial – O produto é um vinho seco, com aromas cítricos e de caramelo. Apropriado como aperitivo e combinado com frutos secos e azeitonas. Casta utilizada tanto nos Açores como na Madeira.
  • Boal – Produz um vinho meio-doce, com aromas de mel e paladar a caramelo. Acompanha bem com fruta, queijos e sobremesas. Casta de grande qualidade nos Açores e também produzida na Madeira.
  • Tinta Negra – É o resultado do cruzamento das vinhas Pinot Noir e Grenache. Produz as 4 variedades anteriormente descritas.

Quando a fermentação passou a terra firme, desenvolveram-se 2 tipos de técnica: a do vinho canteiro, fermentado em pipas, nas partes mais altas e quentes dos armazéns nos primeiros anos, que vai descendo nos andares à medida que envelhece (pode ser bebido ao 4º ano); e a do vinho estufado, aquecido em tanques durante 3 meses a 55º e que pode ser bebido a partir de 3 anos. Nos Açores do século IXX, o vinho de estufa era uma bebida forte de sabor e cor semelhante ao Xerez.

Os grandes tipos de Madeira dividem-se em: Blend, vinhos com várias idades (idade média de 10 anos) e da mesma casta; os Colheitas– são vinhos associados com uma só safra e uma só casta, que podem ser bebidos a partir de 4 anos mínimo; Vintage (frasqueira) que envelhece no mínimo 20 anos e depois passa uma prova que o autoriza, ou não, a ser engarrafado. São vinhos longevos, de grande acidez e frescura (existem vintages de 1795 em perfeito estado).

A nossa sugestão de compra na Uvinum é um vinho generoso, de uma das empresas produtoras mais antigas da ilha e também das poucas que possui vinhedo próprio – Freguesia da Quinta Grande.

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Henriques & Henriques Sercial 10 Years 50cl

 

 

Os novos empregos relacionados com o vinho

 TAGS:undefinedO aumento de consumo de vinhos em todo o mundo fez surgir novos empregos e portanto, novos empregados, para benefício das novas gerações. Tal como acontece em outros mercados, também no vinho, a tecnologia tem presença nesta nova procura. São tão necessários enólogos, como social media.

Um destes empregos é o de blogger community manager, que fornece apoio ao comércio e aos produtores, sobretudo àqueles que se dedicam à exportação. A presença nas redes sociais é indispensável para quem dar-se a conhecer e aumentar o número de clientes.
Também surgiram novos trabalhos relacionados com o desenvolvimento e criação de aplicações digitais a nível de gastronomia e concretamente de vinho, como por exemplo os sistemas de rastreamento NFC (Near Field Communication).

As startups não param de crescer e algumas também têm sabor a vinho… Destacam-se aquelas que incentivam a participação dos utilizadores, ainda que sempre com apoio profissional para escolher o vinho para cada ocasião, ou aquelas que desenvolvem projectos no sentido de melhorar a degustação dos profissionais, aquelas que oferecem ferramentas de gestão da vinha…

De resto, fazem falta uma série de técnicos nos processos de gestão da saúde da vinha e no de maturação do vinho.
As exigências dos consumidores são cada vez maiores e por essa razão, é necessário obter qualidade em todo o processo de elaboração do vinho com o trabalho dos técnicos de impacto ambiental, de engenharia da qualidade e de desenvolvimento sustentável.

De um modo geral, verifica-se um aumento da procura de trabalhadores para relações comerciais no estrangeiro, pessoas que entendam de vinho, mas também com várias línguas e conhecimentos sobre o mercado internacional.

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Miraval Rosé 2014 é um vinhos rosé com D.O. Côtes De Provence das adegas Château Miraval com um coupage a base de cinsault e syrah de 2014 e com uma teor de álcool de 13º.

 

 

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La Rosa de Raventós i Blanc 2014: um vinhos rosé da D.O. Penedes a base das castas merlot e pinot noir da colheita 2014 e com 12.5º de teor de álcool.

 

 

O champanhe deixa de ser um segredo para ti

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Quando bebemos cava ou champanhe, reparámos na informação que aparece na etiqueta, assim como nas borbulhas que vemos nas garrafas. Alguns dos termos podem ser desconhecidos, porém, graças aos dados que aqui hoje publicamos, o champanhe já não será um segredo para ti.

O sabor doce do champanhe

Existe uma série de palavras que habitualmente são utilizadas para descrever o nível de açúcar e as borbulhas do champanhe. Quase todos têm origem francesa. Por exemplo, Brut, significa que é seco, enquanto que “sec”, em francês pode indicar que o champanhe é acentuadamente doce e “doux”, muito doce.

As classificações

Habitualmente, as classificações estão relacionadas com o conteúdo de açúcar do champanhe, que algumas normativas estabeleceram do seguinte modo:
0-3g – Brut Nature ou Brut Zéro; 0-6g – Extra Brut; 0-12g – Brut.

Na classificação Sec: 12-17g – Extra Seco; 17-32g – Sec ou Seco; 32-50g – Demi-Sec ou Meio-Seco. Quando se refere a Doux, mais de 50g – doce.

As borbulhas e os seus nomes

Também é importante saber que cada país possui o seu próprio modo de descrever o vinho espumante, o champanhe e o cava. Em Itália, por exemplo, os vinhos espumantes pertencem a duas categorias: ligeiramente espumante, a que chamam frizzante e espumante total, chamado spumante.

Na Alemanha, os vinhos espumantes chamam-se Sekt, aos vinhos mais baratos chamam-lhe Schaumwein e aqueles que são ligeiramente espumantes são chamados Perlwein.
Em Espanha o vinho espumante recebe o nome de Cava e possui uma normativa específica.

Em França, o nome Champagne é apenas aplicado ao vinho proveniente da região com o mesmo nome. O Crémant é realizado com um método específico; o Champenoise. E o termo Mousseux é utilizado para designar os vinhos de agulha.

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: Espumante com Denominação de Origem de Champagne, castas Pinot noir e Pinot meunier. 12,5º de graduação alcoólica. 

 

 

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Gramona Allegro Reserva Brut: inho espumante com Denominação de Origem Cava. Elaborado com as melhores uvas de Parellada e Xarel·lo. 12.00º de graduação alcoólica. 

 

As irregularidades do vinho II

 TAGS:undefinedExistem muitos factores responsáveis pelo mau estado de uma garrafa de vinho. Já aqui vimos algumas das possíveis irregularidades que o vinho pode sofrer, hoje adicionamos mais algumas.

Anidrido sulforoso. Alguns dos processos de elaboração do vinho utilizam o enxofre, que, como consequência pode provocar sabor demasiado acentuado, assim como um cheiro desagradável, como de algo que apodrece. Quando notado este cheiro, a loja, restaurante ou bar onde a garrafa foi pedida deve ser alertado.

Cheiro a podridão. O cheiro a vinagre, num vinho, não é normal, do mesmo modo que também não o é o cheiro de fruta podre. Habitualmente, esta irregularidade sucede quando o vinho oxidou e fermentou na garrafa.

Cor castanha. O vinho tinto deve ostentar uma cor brilhante ou escura, mas nunca castanha. É possível que este tom derive da oxidação ou de uma exposição a luz natural ou artificial em demasia.

Vinho opaco. Quando o vinho não apresenta brilho e parece ter uma cor indefinida pode dever-se à sua degradação, e, tal como acontece na sua oxidação, perde as qualidades iniciais repercutindo no seu sabor.

A origem. Algumas irregularidades do vinho podem ser resultado da matéria prima, erros ocorridos durante o seu processo de elaboração ou contaminação posterior.

Recomendações:

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Juan Gil 12 Meses 2013: Vinho tinto com Denominação de Origem de Jumilla, elaborado com a casta Monastrell da colheita de 2013. 15º de graduação alcoólica

 

 

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Borsao Tres Picos 2013: Vinho tinto com Denominação de Origem de Campo De Borja, das adegas Borsao, elaborado com as castas Grenache noir e Grenache de 2013. 

 

As irregularidades do vinho

 TAGS:undefinedAinda que os processos de elaboração do vinho tenham mudado muito ao longo do tempo, hoje em dia continua a ser possível encontrar as irregularidades que pode apresentar o vinho que consumimos. Seja por oxidação, odor marcado ou gosto estranho, nem sempre é fácil identificar os erros mais habitualmente encontrados no vinho.

Alguns deles, são:

Sabor avinagrado. É provável que alguma vez tenhas notado no vinho um sabor semelhante ao do vinagre. Neste caso, é costume dizer que “está picado” e pode ser devido a um processo de maturação mal realizado, entre outras possibilidades. Quando este sabor ou cheiro se detectar num vinho num restaurante, é importante que se transmita aos responsáveis de modo a que possam comprovar quantas garrafas se encontram nestas condições.

Sedimentos no vinho. Talvez nos pareça um defeito do vinho, no entanto, o depósito numa garrafa é algo inofensivo e o desfecho natural do processo de vinificação. Também é verdade que alguns sedimentos podem ter um sabor mais amargo, juntamente com a cor devemos aprender a diferenciar se o vinho perdeu qualidades ou apenas possui sedimentos.

Anidrido carbónico. Quando os vinhos apresentar um cheiro gasoso. Pode ser devido a um processo de fermentação que se iniciou no interior da garrafa.

A rolha. Por vezes, pode parecer que o vinho desprende um cheiro a rolha. Não é real, porque a cortiça não cheira e normalmente deve-se ao cheiro de mofo criado por bactérias que se fixaram na rolha. É bastante complicado isolar este cheiro e realmente pode afectar o vinho totalmente. Como informação adicional, consta que uma, em cada 15 garrafas de vinho, pode apresentar cheiro a mofo o que deixa concluir que o problema é mais habitual do que o que possa pensar.

Oxidação. Quando um vinho esteve demasiado tempo em contacto com o ar, oxida e portanto modifica-se o seu sabor e a sua cor de modo irreversível.

Recomendações sem irregularidades : )

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Macán Clásico 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem de Rioja com Tempranillo de 2011.

 

 

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Macán 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem de Rioja com Tempranillo de 2011 e graduação alcoólica de 14º

 

Faço atletismo. Posso beber vinho sem problemas?

 TAGS:undefinedO desporto e o vinho não são rivais e podem conviver sem problemas, sempre que o consumo do segundo seja moderado. Aliás, existem alguns estudos que concluem que o vinho oferece vantagens e benefícios de um modo geral.

Porém, é natural que alguns atletas se perguntem se devem beber vinho, uma vez despendem muita energia e habitualmente alimentam-se saudavelmente e não pretendem reduzir o seu nível de esforço. A verdade, é que o consumo moderado de vinho não apenas é possível, senão que também traz vantagens a quem pratica atletismo e outros desportos.

Médicos e nutricionistas estão de acordo em que é aconselhável não beber demasiado vinho antes de uma competição e segundo os estudos publicados pelo jornal Sport Medicine, o excesso de consumo de vinho antes de praticar atletismo pode aumentar a probabilidade de lesões e o atleta sofre desidratação mais facilmente.

Virtudes do vinho

Por outro lado, reafirma-se a teoria de que o vinho concede benefícios cardiovasculares, especialmente a quem pratica exercício regularmente. O colesterol bom aumenta e o mau vê-se reduzido. A combinação de vinho e exercício diminui a pressão arterial, relaxando os músculos das artérias e ajuda ainda a prevenir a osteoporose.

É de conhecimento geral que o vinho tinto possui flavonoides, que são antioxidantes e reduzem o risco de doenças do coração. Os médicos americanos afirmam que “um copo de vinho ao jantar da noite anterior a uma corrida não é nada preocupante”.

Os nutricionistas dizem que cada pessoa processa o álcool de um modo diferente. Alguns atletas e simultaneamente bebedores de vinho, limitam o consumo de álcool a um ou dois copos de vinho ou cerveja por dia e bebem muita água para compensar a desidratação, normalmente antes do dia da corrida ou competição. Longa vida ao vinho!

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Pintia 2008: um vinhos tinto da D.O. Toro realizado com tempranillo e tinta de toro de 2008 e tem um grau alcoólico de 15º.

 

 

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Pago de Carraovejas Crianza 2012:  um vinhos tinto da D.O. Ribera del Duero a base de tinta fina e tempranillo de 2012 e 13.5º de grau alcoólico.

 

 

 Photos: Uvium e Turisme Subirats

Churrasco a vista? Escolha os vinhos com consciência!

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Escolha o dia, os amigos, os melhores cortes de carne, peixe e legumes, escolha um lugar que atenda aos padrões para churrascos no verão (importante!). O seu churrasco será perfeito, mas.. Escolheu o vinho? Não deixe para o último momento e maride a melhor carnes, peixe e legumes com os vinhos mais apropriados para que seu churrasco seja perfeito.

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Começa a diversão e é provável que faça calor. A carne está a assar, sol está a bater… Os aperitivos abrem o apetite, por isso nada melhor do que servir um vinho branco para que a entrada seja triunfante. Um branco como um Vinho verde ou um champagne Brut Nature podem se encaixar perfeitamente ! Claro que também podes optar por um vermute ou cerveja, que encaixa muito bem com este momento.

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Carne e vinho tinto é um emparelhamento clássico, nós sabemos. Mas nem todos os tintos vão bem com carnes vermelha, nem todos os tintos são gostosos em todas as épocas do ano. Para começar, em um churrasco de verão não pode faltar um vinho jovem, amigável, com uma boa presença frutas. Nesta linha, uma boa escolha pode ser um vinho tinto feito na Alentejo ou um vinho frutado grenache. Mas, claro, também podes ajustar um pouco o emparelhamento de acordo com o tipo de alimento que estás a preparar.

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Quanto mais vermelha a carne, mais estruturado pode ser o vinho que a acompanha. Assim que melhor um vinho envelhecido.. A carne vermelha com uma reserva de Ribera del Duero das adegas Mauro o de Abadía Retuerta ou, é claro, um Douro reserva podem ser bons companheiros para textura e sabor defumado que levam a carne na grelha.

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Se você incluir carne de porco no churrasco, geralmente mais fino e goprduroso, o melhor é escolher um vinho para compensar o excesso de gordura da carne: os vinhos tintos de estilo mais leve e menos estruturado como o Cortes de Cima pode ir bem. Se escolher algo de cordeiro, melhor um tinto com mais personalidade, como um Quinta do Castro ou um Borgonha.

Além disso, é mais provável que as salsichas também estejam na sua festa. Se assim for, além de um jovem tinto, pode escolher um vinho rosé, a considerar que quanto mais picante são, menos estruturados deve ser o rosé escolhido. Uma rosé de Somontano ou de Provence são uma boa escolha, já que especiarias e carne marinada também querem ter um papel importante na festa!

E para uma versão de churrasco mais leve, se queres incluir carnes brancas, não hesite em escolher um vinho branco estruturado mais aromático e suave. Para isso, escolha um chardonnay fermentado em barril. TAGS:undefined Como comentamos sobre uma versão de churrasco mais leve, em pleno verão, é provável que pptes por incluir alguns peixes ou, diretamente, um churrasco 100% de peixe. Se assim for, saiba que Albarinho ou sauvignon blanc não falhará. Mas lembre-se também que nas bolhas encontrarás o seu parceiro ideal, especialmente se convidastes amantes da champanhe ou cava. Se, além disso, é um Brut Nature, podes servi-lo com carnes e ganhar o título de especialista de emparelhamento em churrascos. Aposte por um espumante Recaredo, Llopart ou um Drappier.

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Aqui, novamente, o melhor é recorrer a um rosé ou branco. Fresco, leve e despreocupado, ajuda aprimorar os sabores de abobrinha, tomates, espargos, pimentas, cogumelos … Ah! E se para os vegetais ou outros pratos alguém prefere um vinho com menos ácool, a nossa recomendação final seria um Moscato d’Asti, você vai adorar!

*Lembre-se, é verão e há riscos de incêndio. Aproveite o seu churrasco com segurança, a respeitar as regras e as áreas designadas.

Calorias do álcool na etiqueta. Sim ou não?

 TAGS:undefinedO Parlamento Europeu solicitou recentemente que as etiquetas das bebidas alcoólicas indicassem os dados relativos ao seu conteúdo calórico e convidou o executivo comunitário a apresentar uma proposta sobre este tema antes de 2016. 

A resolução da “estratégia europeia em relação ao álcool” foi aprovada e o seu objectivo é reduzir o seu consumo entre os menores de idade assim como advertir sobre os seus riscos a condutores e grávidas.

Os eurodeputados solicitaram à Comissão Europeia que esta estratégia “se comece a trabalhar imediatamente” uma vez que o período previsto se inicia em 2016 e dura até 2022.
Esta resolução especifica que a União Europeia” deve avaliar se a obrigatoriedade de informar os consumidores sobre os ingredientes e nível nutricional deve ser aplicada às bebidas alcoólicas”.

Em relação às calorias do vinho, refere que “deverá figurar claramente” nas bebidas, para que tal assim o seja, a Comissão “deverá apresentar uma proposta legislativa em 2016, data limite”.
Também será avaliada a necessidade de incluir na etiqueta a advertência às mulheres grávidas sobre o consumo de álcool e os riscos que correm os condutores.

Adicionalmente, foi solicitado aos estados membros que protejam os jovens através de uma rigorosa aplicação do limite mínimo de idade no consumo de álcool e da realização de campanhas de prevenção.

Esther Herranz considera importante que o Parlamento Europeu tenha admitido uma alteração para manter as campanhas de promoção de produtos agrícolas, incluindo o vinho. “Apesar da intenção de alguns grupos em criminalizar o consumo de vinho, conseguimos obter uma posição muito mais equilibrada que esclarece a possibilidade de continuar a apostar na promoção do consumo de vinho, sempre de modo razoável”, declarou a eurodeputada.

Por outro lado, Herranz referiu que “existem relatórios que demonstram que os consumidores não procuram informação calórica nas etiquetas, mas sim outro tipo de dados, como a colheita e as castas”. Por esta razão sugere que “poderia ser muito mais efectivo utilizar outras ferramentas, como um site de acesso público sobre a informação nutricional das bebidas, em vez de tornar ainda mais complicadas as etiquetas dos produtos”.

De qualquer modo, o debate já está servido…Qual é a tua opinião?

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Naia 2014: Vinho branco com Denominação de Origem de Rueda vinificado com casta Verdejo de 2014 . Graduação alcoólica – 13º.

 

 

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Macán 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem Rioja. Tempranillo (Tinta roriz) de 2011. Graduação alcoólica -14º.

 

O segredo da longevidade? Uma vida saudável e um pouco de vinho…

 TAGS:undefinedO explorador Dan Buettner, da National Geographic, realizou centenas de entrevistas a idosos e descobriu cinco regiões da Europa, América e Ásia, chamadas “Zonas Azuis”, onde se verifica a maior concentração do mundo de centenários.

No seu livro – A solução das zonas azuis – Buettner descreve a alimentaç4ao dos habitantes destas zonas. Para o autor, a população norte-americana deveria seguir o exemplo destas comunidades, onde o índice de diabetes, a obesidade e as doenças cardiovasculares possuem valores extremamente baixos.

Os habitantes das zonas azuis têm círculos sociais com estilos de vida saudáveis, fazem exercício, dedicam tempo ao repouso e à descontracção e também concedem importância à sua dieta.

Buettner recomenda seguir o exemplo dos centenários: “Comer os alimentos mais leves do dia durante a tarde ou à noite; consumir a maioria dos vegetais, especialmente os legumes; pouca carne, em porções entre 85g e 100g.” Em media, os habitantes das zonas azuis consomem estas porções cinco vezes por mês.

Buettner acrescenta, que cada uma destas zonas possui alimentos que parecem ser adequados para atingir a longevidade. Sobre a Ilha de Ikaria: ” o que distingue esta ilha de outra regiões é a importância que adquirem alguns alimentos na alimentação; batata, leite de cabra, mel, legumes (grão-de-bico e lentilhas), verduras silvestres, fruta e peixe”. No caso desta ilha, os habitantes centenários também se alimentam de queijo feta, limão e ervas como a salva e a manjerona.

Por outro lado, na Sardenha, é consumida uma elevada quantidade de leite de ovelha e queijo pecorino, além de: “uma quantidade moderada de hidratos de carbono, pão integral, pão de massa fermentada e cevada”. A dieta é equilibrada com funcho, favas, grão-de-bico, tomate, amêndoas e um ou dois copos de vinho por dia ( na sua maioria, vinho de uva grenache).

No Japão, “os centenários mantêm o hábito de comer diariamente um alimento proveniente da terra e também aqueles que vêm do mar”. Os seus alimentos preferidos são o melão amargo, o queijo de soja, alho, arroz, chá verde e cogumelos Shitake, além de uma grande quantidade de plantas medicinais, normalmente tomadas em infusões.

Em Loma Linda, uma comunidade adventista na Califórnia, procura-se alargar a vida não bebendo, fumando e dançando. Segue-se uma dieta bíblica, constituída por cereais, frutos secos, frutas frescas, legumes e água.

O grande segredo da alimentação na Costa Rica são “as três irmãs da agricultura mesoamericana: feijão, milho e abóbora”. Para além da papaia, inhame, banana e fruto pupunha (Bactris gasipaes), ricos em vitamina A e C. A água da zona também é especialmente importante pela sua concentração de cálcio.

O Projecto Zona Azul, iniciou-se nos EUA para ajudar as comunidades a que se adaptem a este tipo de vida, saudável, com hábitos alimentares semelhantes aos lugares por onde passou Dan Buettner.

Se pretende iniciar uma vida mais saudável, comece por uma dieta equilibrada, um pouco de desporto e um ou dois copos de vinho por dia. Tchin, tchin!

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Invejado 2009: um vinhos tinto da D.O. Alentejo-

 

 

 TAGS:Vinha Grande 2009Vinha Grande 2009

Vinha Grande 2009: um vinhos tinto da D.O. Douro com um coupage a base de uvas de 2009 e 13.5º de álcool en volume.