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Trabalho e stress, quais os alimentos a ser consumidos?

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A alimentação, líquida e sólida deve ser a base para encontrar a estabilidade que necessitamos. Sabias que determinados alimentos ajudam a combater situações de stress?

Fica a conhece-los:

Vegetais verdes

Este tipo de verduras possui vitaminas que necessitamos ingerir para ter energia diária. Os espinafres, por exemplo, aumentam o nível de Ferro e fortalecem as defesas do nosso organismo. Para combater o stress recomenda-se; as vitaminas A, B e C e alguns minerais como o potássio, magnésio e fósforo, que ajudam a reduzir as hormonas do stress.

Vinho

Existem inúmeros estudos que afirmam que o consumo de dois copos de vinho tinto por dia reduzem as alterações nervosas e oferecem bem-estar. Começa esta nova época com vinho, para além de ser um prazer incomparável, beneficia a tua saúde e sobretudo o teu coração.

Cerveja

Cada vez são mais as virtudes atribuídas à cerveja: os seus minerais, o aporte de energia e benefícios para a pele, redução de stress.

Um estudo efectuado na América do Sul, demonstrou, em roedores, que o consumo moderado de cerveja reduziu bastante o stress dos animais. Deixa a cerveja chegar à tua vida e afasta o stress!

Peixe azul

O peixe azul traz imensos benefícios à nossa saúde. Graças aos ácidos gordos ómega3, a serotonina aumenta, e este é o neurotransmissor responsável pelo equilíbrio do stress e da hormona adrenalina. É recomendável consumir peixe azul três vezes por semana.

Chocolate negro

Sucede algo semelhante no consumo de chocolate negro. Combinado com o vinho tinto, a explosão de sabores e benefícios pode ser ilimitada : )

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Viña Ardanza Reserva 2007: um vinhos tinto da D.O. Rioja com Os mejores cachos de tempranillo e garnacha da colheita 2007 e 13.5º de grau alcoólico. 

 

 

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El Molar 2013: Jumilla das adegas Propiedad Vitícola Casa Castillo com garnacha de 2013 e com 14º de teor de álcool. 

 

 

Terras de Vinho – As ilhas dos Açores e da Madeira

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O Vinho da Madeira, também conhecido como generoso madeirense, ou Vinho de Torna-Viagem é produzido na Ilha da Madeira há mais de 500 anos.

Os barcos que saíam da ilha carregados de vinho, considerado de 3ª categoria, tornaram possível descobrir as poderosas consequências da fermentação. O vinho, guardado nos porões dos veleiros durante mais de um ano, transformava-se num magnífico néctar à chegada da viagem devido ao calor acumulado sobretudo nas travessias da Região Tropical.

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Porém, o renome dos vinhos insulares não se estendeu a todas as ilhas do mesmo modo. Os vinhos dos AçoresVinho Passado (com Malvasia) e Vinho Seco – produzidos na Ilha do Pico, sofriam um processo de vinificação semelhante ao Madeira; a fermentação interrompida pela adição da aguardente, tal como no Vinho do Porto. No entanto, os vinhos dos Açores eram considerados de menor qualidade que o Madeira.

Provavelmente devido à falta de registos, consta que a vitivinicultura açoriana se limitava às ilhas Pico e Graciosa, hoje sabemos que todas as ilhas, em maior ou menor escala, se dedicaram à plantação da vinha. O facto é que as ilhas eram pedregosas, devido às erupções vulcânicas e as condições climatéricas difíceis, o que significa que os Açores foram alvo de um intenso trabalho de implantação de vinhedo.

Em meados do século XXI as ilhas sofreram um feroz ataque de oídio que obrigou à substituição de castas. A casta Isabela e algumas castas americanas tomaram o lugar da Verdelho.

A recuperação do vinho branco foi conseguida pouco a pouco, um dos exemplos da história vinícola açoriana é a Adega Cooperativa da Graciosa.

Nos Açores multiplicou-se a produção de aguardente; desde a aguardente de melaço da Ilha de S. Jorge, à aguardente escura da Ilha Terceira e às aguardentes de figo vermelho, de nêspera, de pêssego e de funcho da Ilha do Pico.

Na Madeira, a aguardente de canao Rum da Madeirabranca e envelhecida ganhou lugar, o Engenho do Porto da Cruz é núcleo museológico, próximo à Casa do Rum, onde se podem provar alguns reservas excepcionais.

O Madeira, um vinho licoroso, fortificado e com um grau alcoólico entre os 17º e os 22º é envelhecido em barris de carvalho sob um processo lento, óxidativo e concentrado, a partir de cinco castas de uva tradicionalmente utilizadas:

Malvasia – Foi uma das primeiras castas a chegar à ilha da Madeira e dos Açores na primeira metade do séc XV. Produz um vinho doce, com aroma e paladar similares, a frutos secos e toques de mel, que harmoniza com queijos e chocolate.

  • Verdelho – Produz um vinho meio-seco, fresco, com sabores de ananás muito maduro e nariz tropical. Acompanha bem uma sopa leve ou queijos ligeiros. Casta utilizada tanto nos Açores como na Madeira.
  • Cercial – O produto é um vinho seco, com aromas cítricos e de caramelo. Apropriado como aperitivo e combinado com frutos secos e azeitonas. Casta utilizada tanto nos Açores como na Madeira.
  • Boal – Produz um vinho meio-doce, com aromas de mel e paladar a caramelo. Acompanha bem com fruta, queijos e sobremesas. Casta de grande qualidade nos Açores e também produzida na Madeira.
  • Tinta Negra – É o resultado do cruzamento das vinhas Pinot Noir e Grenache. Produz as 4 variedades anteriormente descritas.

Quando a fermentação passou a terra firme, desenvolveram-se 2 tipos de técnica: a do vinho canteiro, fermentado em pipas, nas partes mais altas e quentes dos armazéns nos primeiros anos, que vai descendo nos andares à medida que envelhece (pode ser bebido ao 4º ano); e a do vinho estufado, aquecido em tanques durante 3 meses a 55º e que pode ser bebido a partir de 3 anos. Nos Açores do século IXX, o vinho de estufa era uma bebida forte de sabor e cor semelhante ao Xerez.

Os grandes tipos de Madeira dividem-se em: Blend, vinhos com várias idades (idade média de 10 anos) e da mesma casta; os Colheitas– são vinhos associados com uma só safra e uma só casta, que podem ser bebidos a partir de 4 anos mínimo; Vintage (frasqueira) que envelhece no mínimo 20 anos e depois passa uma prova que o autoriza, ou não, a ser engarrafado. São vinhos longevos, de grande acidez e frescura (existem vintages de 1795 em perfeito estado).

A nossa sugestão de compra na Uvinum é um vinho generoso, de uma das empresas produtoras mais antigas da ilha e também das poucas que possui vinhedo próprio – Freguesia da Quinta Grande.

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Henriques & Henriques Sercial 10 Years 50cl

 

 

Apaixona-te ou bebe vinho e sê feliz!

 TAGS:undefinedSegundo um estudo da Universidade de Neurociência de Birmingham, existem semelhanças entre o que sentimos ao consumir álcool e quando estamos apaixonados. Este estudo afirma que ao beber de mais adoptamos o mesmo comportamento de uma pessoa apaixonada e a responsável é a “hormona do amor”; a oxitocina.

A oxitocina funciona como um processo químico cerebral muito importante em várias das nossas acções que determinam a interacção social e as reacções emocionais.
Os investigadores deste estudo internacional concluíram que os aumentos químicos que se produzem nos comportamentos altruístas, generosos e empáticos inibem o medo, a ansiedade e o stress. Deste modo demonstramos maior disposição social para confiar nos outros.

É fácil concluir que, algum nível de álcool, assim como de oxitocina, influenciam o modo como tratamos os outros, já que a nossa percepção da possibilidade de confiar é maior.
Porém, os investigadores também advertiram que a sua postura é contrária à utilização desta hormona e do álcool como forma de ganhar confiança.

Na verdade, ainda que estas semelhanças tenham sido comprovadas, os investigadores do estudo não sustentam a possibilidade de utilizar a oxitocina socialmente e como uma alternativa ao álcool. No entanto, consideram que este é um neuroquímico fascinante e que, longe dos assuntos do coração, pode vir a ter utilização no tratamento de transtornos psicológicos e psiquiátricos.

Deste modo, o estudo reflete o facto de muitas pessoas modificarem o seu comportamento através da oxitocina, o que poderia proporcionar benefícios reais a quem sofre de determinadas doenças psicológicas. Os investigadores esperam que o estudo da universidade sirva para lançar alguma luz na análise de comportamentos e que possa vir a abrir vias neste campo, que até agora não tenham sido tomadas em consideração.

De todos os modos já sabemos que um copo de vinho traz muitos benefícios, por isso deixámos algumas recomendações para que passes bons momentos.

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Rosae Arzuaga 2014: Vinho rosé com Denominação de Origem Ribera del Duero. Casta Tempranillo de 2014. 

 

 

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José Pariente Verdejo 2014: Vinho branco com Denominação de Origem de Rueda. Casta Verdejo de 2014. 13.5º de graduação alcoólica. 

 

Vendas de vinhos online então no seu auge

 TAGS:undefinedNos últimos anos, o comércio de vinho por Internet cresceu de tal modo que constitui a terceira fonte de informação mais utilizada por quem compra vinho. A razão relaciona-se com a acessibilidade, quantidade e variedade de opções. Através da Internet, os consumidores de vinho obtêm conselhos e ficam a conhecer mais sobre os produtos adquiridos ou que pretendem adquirir.

Segundo os valores da Sowine/SSI, 82% dos franceses investigam antes de efectuar as compras de vinho, já que este meio lhes oferece a possibilidade de conhecer os produtos, ter opiniões de outros consumidores e comparar preços confortavelmente. 42% dos compradores definem-se a si próprios como apreciadores e 54% como sendo inexperientes.

9% dos franceses são seguidores de sítios relacionados com o vinho nas redes sociais. Os blogs oferecem um fácil e rápido acesso à informação sobre vinhos e já nada é como antes, quando apenas os peritos pareciam ter acesso a detalhes e informação pormenorizada e concreta.

Para o sector vinícola, a Internet e as redes sociais têm uma importância cada vez maior, tanto pelo facto de oferecerem informação, como pela possibilidade de compra, e, evidentemente, o mercado francês não é uma excepção.

Hoje em dia, 9% das compras de vinhos franceses são feitas por Internet e o vinho é o produto líder das vendas online. Em 2013, as vendas deste tipo aumentaram 32%, 705 milhões de euros e, segundo os cálculos de 2014, realizados pelo Grupo Xerfi, estas vendas poderão ultrapassar os 1000 milhões de euros em 2015.

Com estes resultados, os produtores de vinho também se somaram à utilização da Internet como meio de promover os seus produtos e oferecer a venda online aos consumidores.

A resposta dos consumidores a estas modificações é favorável já que se produziu um incremento da quantidade de garrafas compradas (uma média de 6 a 12 garrafas).

Entre os sites de vinhos mais populares contam-se, em primeiro lugar aqueles que pertencem a produtores, em segundo lugar os de comerciantes de vinho e, por último, as vendas privadas.

 

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Pintia 2008: um vinho tinto da D.O. Toro realizado com tempranillo e tinta de toro de 2008 e tem um grau alcoólico de 15º. 

 

 

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Marqués de Riscal Gran Reserva 2004: vinho tinto da D.O. Rioja cujo coupage contém tempranillo e mazuelo de 2004 e de um grau alcoólico de 14º.

 

 

As irregularidades do vinho II

 TAGS:undefinedExistem muitos factores responsáveis pelo mau estado de uma garrafa de vinho. Já aqui vimos algumas das possíveis irregularidades que o vinho pode sofrer, hoje adicionamos mais algumas.

Anidrido sulforoso. Alguns dos processos de elaboração do vinho utilizam o enxofre, que, como consequência pode provocar sabor demasiado acentuado, assim como um cheiro desagradável, como de algo que apodrece. Quando notado este cheiro, a loja, restaurante ou bar onde a garrafa foi pedida deve ser alertado.

Cheiro a podridão. O cheiro a vinagre, num vinho, não é normal, do mesmo modo que também não o é o cheiro de fruta podre. Habitualmente, esta irregularidade sucede quando o vinho oxidou e fermentou na garrafa.

Cor castanha. O vinho tinto deve ostentar uma cor brilhante ou escura, mas nunca castanha. É possível que este tom derive da oxidação ou de uma exposição a luz natural ou artificial em demasia.

Vinho opaco. Quando o vinho não apresenta brilho e parece ter uma cor indefinida pode dever-se à sua degradação, e, tal como acontece na sua oxidação, perde as qualidades iniciais repercutindo no seu sabor.

A origem. Algumas irregularidades do vinho podem ser resultado da matéria prima, erros ocorridos durante o seu processo de elaboração ou contaminação posterior.

Recomendações:

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Juan Gil 12 Meses 2013: Vinho tinto com Denominação de Origem de Jumilla, elaborado com a casta Monastrell da colheita de 2013. 15º de graduação alcoólica

 

 

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Borsao Tres Picos 2013: Vinho tinto com Denominação de Origem de Campo De Borja, das adegas Borsao, elaborado com as castas Grenache noir e Grenache de 2013. 

 

As irregularidades do vinho

 TAGS:undefinedAinda que os processos de elaboração do vinho tenham mudado muito ao longo do tempo, hoje em dia continua a ser possível encontrar as irregularidades que pode apresentar o vinho que consumimos. Seja por oxidação, odor marcado ou gosto estranho, nem sempre é fácil identificar os erros mais habitualmente encontrados no vinho.

Alguns deles, são:

Sabor avinagrado. É provável que alguma vez tenhas notado no vinho um sabor semelhante ao do vinagre. Neste caso, é costume dizer que “está picado” e pode ser devido a um processo de maturação mal realizado, entre outras possibilidades. Quando este sabor ou cheiro se detectar num vinho num restaurante, é importante que se transmita aos responsáveis de modo a que possam comprovar quantas garrafas se encontram nestas condições.

Sedimentos no vinho. Talvez nos pareça um defeito do vinho, no entanto, o depósito numa garrafa é algo inofensivo e o desfecho natural do processo de vinificação. Também é verdade que alguns sedimentos podem ter um sabor mais amargo, juntamente com a cor devemos aprender a diferenciar se o vinho perdeu qualidades ou apenas possui sedimentos.

Anidrido carbónico. Quando os vinhos apresentar um cheiro gasoso. Pode ser devido a um processo de fermentação que se iniciou no interior da garrafa.

A rolha. Por vezes, pode parecer que o vinho desprende um cheiro a rolha. Não é real, porque a cortiça não cheira e normalmente deve-se ao cheiro de mofo criado por bactérias que se fixaram na rolha. É bastante complicado isolar este cheiro e realmente pode afectar o vinho totalmente. Como informação adicional, consta que uma, em cada 15 garrafas de vinho, pode apresentar cheiro a mofo o que deixa concluir que o problema é mais habitual do que o que possa pensar.

Oxidação. Quando um vinho esteve demasiado tempo em contacto com o ar, oxida e portanto modifica-se o seu sabor e a sua cor de modo irreversível.

Recomendações sem irregularidades : )

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Macán Clásico 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem de Rioja com Tempranillo de 2011.

 

 

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Macán 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem de Rioja com Tempranillo de 2011 e graduação alcoólica de 14º

 

Faço atletismo. Posso beber vinho sem problemas?

 TAGS:undefinedO desporto e o vinho não são rivais e podem conviver sem problemas, sempre que o consumo do segundo seja moderado. Aliás, existem alguns estudos que concluem que o vinho oferece vantagens e benefícios de um modo geral.

Porém, é natural que alguns atletas se perguntem se devem beber vinho, uma vez despendem muita energia e habitualmente alimentam-se saudavelmente e não pretendem reduzir o seu nível de esforço. A verdade, é que o consumo moderado de vinho não apenas é possível, senão que também traz vantagens a quem pratica atletismo e outros desportos.

Médicos e nutricionistas estão de acordo em que é aconselhável não beber demasiado vinho antes de uma competição e segundo os estudos publicados pelo jornal Sport Medicine, o excesso de consumo de vinho antes de praticar atletismo pode aumentar a probabilidade de lesões e o atleta sofre desidratação mais facilmente.

Virtudes do vinho

Por outro lado, reafirma-se a teoria de que o vinho concede benefícios cardiovasculares, especialmente a quem pratica exercício regularmente. O colesterol bom aumenta e o mau vê-se reduzido. A combinação de vinho e exercício diminui a pressão arterial, relaxando os músculos das artérias e ajuda ainda a prevenir a osteoporose.

É de conhecimento geral que o vinho tinto possui flavonoides, que são antioxidantes e reduzem o risco de doenças do coração. Os médicos americanos afirmam que “um copo de vinho ao jantar da noite anterior a uma corrida não é nada preocupante”.

Os nutricionistas dizem que cada pessoa processa o álcool de um modo diferente. Alguns atletas e simultaneamente bebedores de vinho, limitam o consumo de álcool a um ou dois copos de vinho ou cerveja por dia e bebem muita água para compensar a desidratação, normalmente antes do dia da corrida ou competição. Longa vida ao vinho!

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Pintia 2008: um vinhos tinto da D.O. Toro realizado com tempranillo e tinta de toro de 2008 e tem um grau alcoólico de 15º.

 

 

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Pago de Carraovejas Crianza 2012:  um vinhos tinto da D.O. Ribera del Duero a base de tinta fina e tempranillo de 2012 e 13.5º de grau alcoólico.

 

 

 Photos: Uvium e Turisme Subirats

Churrasco a vista? Escolha os vinhos com consciência!

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Escolha o dia, os amigos, os melhores cortes de carne, peixe e legumes, escolha um lugar que atenda aos padrões para churrascos no verão (importante!). O seu churrasco será perfeito, mas.. Escolheu o vinho? Não deixe para o último momento e maride a melhor carnes, peixe e legumes com os vinhos mais apropriados para que seu churrasco seja perfeito.

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Começa a diversão e é provável que faça calor. A carne está a assar, sol está a bater… Os aperitivos abrem o apetite, por isso nada melhor do que servir um vinho branco para que a entrada seja triunfante. Um branco como um Vinho verde ou um champagne Brut Nature podem se encaixar perfeitamente ! Claro que também podes optar por um vermute ou cerveja, que encaixa muito bem com este momento.

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Carne e vinho tinto é um emparelhamento clássico, nós sabemos. Mas nem todos os tintos vão bem com carnes vermelha, nem todos os tintos são gostosos em todas as épocas do ano. Para começar, em um churrasco de verão não pode faltar um vinho jovem, amigável, com uma boa presença frutas. Nesta linha, uma boa escolha pode ser um vinho tinto feito na Alentejo ou um vinho frutado grenache. Mas, claro, também podes ajustar um pouco o emparelhamento de acordo com o tipo de alimento que estás a preparar.

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Quanto mais vermelha a carne, mais estruturado pode ser o vinho que a acompanha. Assim que melhor um vinho envelhecido.. A carne vermelha com uma reserva de Ribera del Duero das adegas Mauro o de Abadía Retuerta ou, é claro, um Douro reserva podem ser bons companheiros para textura e sabor defumado que levam a carne na grelha.

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Se você incluir carne de porco no churrasco, geralmente mais fino e goprduroso, o melhor é escolher um vinho para compensar o excesso de gordura da carne: os vinhos tintos de estilo mais leve e menos estruturado como o Cortes de Cima pode ir bem. Se escolher algo de cordeiro, melhor um tinto com mais personalidade, como um Quinta do Castro ou um Borgonha.

Além disso, é mais provável que as salsichas também estejam na sua festa. Se assim for, além de um jovem tinto, pode escolher um vinho rosé, a considerar que quanto mais picante são, menos estruturados deve ser o rosé escolhido. Uma rosé de Somontano ou de Provence são uma boa escolha, já que especiarias e carne marinada também querem ter um papel importante na festa!

E para uma versão de churrasco mais leve, se queres incluir carnes brancas, não hesite em escolher um vinho branco estruturado mais aromático e suave. Para isso, escolha um chardonnay fermentado em barril. TAGS:undefined Como comentamos sobre uma versão de churrasco mais leve, em pleno verão, é provável que pptes por incluir alguns peixes ou, diretamente, um churrasco 100% de peixe. Se assim for, saiba que Albarinho ou sauvignon blanc não falhará. Mas lembre-se também que nas bolhas encontrarás o seu parceiro ideal, especialmente se convidastes amantes da champanhe ou cava. Se, além disso, é um Brut Nature, podes servi-lo com carnes e ganhar o título de especialista de emparelhamento em churrascos. Aposte por um espumante Recaredo, Llopart ou um Drappier.

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Aqui, novamente, o melhor é recorrer a um rosé ou branco. Fresco, leve e despreocupado, ajuda aprimorar os sabores de abobrinha, tomates, espargos, pimentas, cogumelos … Ah! E se para os vegetais ou outros pratos alguém prefere um vinho com menos ácool, a nossa recomendação final seria um Moscato d’Asti, você vai adorar!

*Lembre-se, é verão e há riscos de incêndio. Aproveite o seu churrasco com segurança, a respeitar as regras e as áreas designadas.

Apaixonados por garrafas de vinho? Podem ter uma 2ª vida

 TAGS:undefinedSe a tua garrafa de vinho ficou vazia e ficaste com vontade de lhe conceder uma segunda vida útil, existem diferentes modos de lhes tirar partido dentro de casa e facilmente realizável.

Irrigador por gotejo lento para plantas: Se tens garrafas de vinho vazias, um jardim e pouco tempo livre, podes regar as tuas plantas perfurando uma rolha de cortiça e mantendo a garrafa sempre cheia de água no canteiro que desejares.

Alimentador de aves: Se és um amante das aves e gostas de as ouvir cantar de manhã, podes fazer uma base de madeira para colocar a garrafa invertida, carregada de sementes e com apenas uma parte da rolha. Certamente que as aves irão visitar a tua casa.

Jarra: Se te ofereceram uma flor podes encher de água aquela garrafa de vinho vazia de que gostas muito para colocar a flor.

Limites para o jardim: Criar um caminho no teu jardim pode ser uma oportunidade para fazer algo original. As garrafas são enterradas pelo gargalo deixando apenas uma pequena parte à vista, que transformará o teu jardim e lhe dará um toque muito mais interessante do que as pedras.

Para manter a forma das botas: Para quem usa botas altas, evitar que se deformem costuma ser alvo de alguma preocupação. A opção mais económica e eficaz é a de introduzir uma garrafa em cada bota.

Quadro para mensagens: Podes submergir as tuas garrafas de vinho vazias numa panela velha com tinta para efeito ardósia e depois deixar que sequem ao ar livre. Estas garrafas, bem divertidas, serão o teu modo de escrever mensagens a giz.

Candeeiros: Se tens uma maquina que permita perfurar azulejo (ou um amigo que o empreste) podes fazer um pequeno furo na base da garrafa de vinho vazia, depois introduzir um cordão de luzes e apreciar o teu candeeiro novo.

Suporte de livros: É quase sempre desejável ter um suporte para que alguns livros não caiam como peças de dominó. Podes fabricar o teu suporte enchendo a garrafa vazia com areia.

Para guardar pequenas coisas: Se não tens muitos recipientes mas sim garrafas de vinho transparentes, podes retirar-lhes a etiqueta com água quente e colocar sementes, frutos secos ou aquilo que quiseres usar na tua cozinha.

Experimentaste alguma destas ideias? Tens outras que possam ajudar a reciclar as garrafas de vinho?

 

 

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El Perro Verde 2014: El Perro Verde 2014 pode maridar com mariscos e arroz. A comumidade de Uvinum classifica El Perro Verde 2014 com 4 pontos de 5.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes da D.O. Champagne vinificado sobre as variedades pinot noir e pinot meunier e com 12,5º de teor de álcool. 

 

 

Festival Vinho ao Vivo

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O Vinho ao vivo nasceu numa tarde quente de 2010, nas margens do Rio Tejo em Belém, entre música, gastronomia e provas de cerca de 120 vinhos. O êxito deste evento, em que participam vários produtores europeus, teve como consequência uma repetição anual de sabores em descobrimento. 

A 6ª edição do Festival Europeu do Terroir Vinho ao Vivo irá decorrer nos dias 3 e 4 de Julho na Esplanada à Margem, na Doca do Bom Sucesso.
São aproximadamente 40, os produtores independentes que integram esta selecção empenhada em demonstrar que a cultura do vinho se encontra bem viva e faz parte do património europeu natural e humano.

Na sua maioria, os vinhos representados são de pequenas produções, algumas das quais de agricultura biológica e agricultura biodinâmica, mas todos eles orgulhosos da sua autenticidade e qualidade e com respeito pelo local, pela tradição e contexto em que a vinha se desenvolve, o terroir, pois então.

Os produtores vêm de Portugal, Itália, França e Espanha. Os produtores portugueses presentes neste Festival são 20, desde o Minho ao Douro e ao Dão, passando por Leiria, Lisboa e Colares, até à Bairrada e ao Alentejo.

A representação espanhola é feita por duas adegas galegas; a Quinta da Muradella, em Monterrey, do produtor José Luís Mateo, defensor de castas esquecidas como a Doña Blanca ou a Monstruosa de Monterrey e as Adegas Nanclares, de Cambados, nas Rias Baixas, inevitavelmente unida à produção de alvarinho e aguardentes.

São muitas e variadas as surpresas líquidas acompanhadas de gastronomia ao vivo e cozinheiros de diferentes países que preparam pratos em tempo real enquanto prova 250 vinhos ao som de jazz e música do mundo entre outras.

O Vinho ao vivo reúne produtores, amadores e apreciadores que celebram a existência do vinho num evento independente produzido pela Goliardos e pela Esplanada À Margem.

Os bilhetes podem ser comprados aqui.

Enquanto espera pelos primeiros dias de Julho e pelos sabores do Festival pode refugiar-se nas recomendações da Uvinum:

 

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Vale da Capucha Branco Blend 2011: Fruto da união das castas Arinto, Gouveio e Fernão Pires.

 

 

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Colares Viúva Gomes 50cl 2011: Branco, com Malvasia de Colares.