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Envelhecer vinho: 5 curiosidades

 TAGS:undefinedNos últimos anos o vinho converteu-se num verdadeiro fenómeno social, gerador de múltiplas actividades, está presente em rotas turísticas, provas de todos os tipos, feiras, eventos festivais e um longo etc…

Simultaneamente, os produtores de vinho cada vez se esmeram mais no produto total que sai ao mercado. Os âmbitos são diversos e vão mais além do próprio processo de produção, abarcam embalagens e etiquetas atraentes e estudos prévios de consumo.
O site The Drinks Business publicou recentemente um artigo sobre os sistemas de envelhecimento do vinho. São estas as curiosidades que hoje queremos partilhar.

  1. Vinho “Extraterrestre”. Um britânico residente no Chile lançou um vinho envelhecido num meteorito “formado durante o aparecimento do sistema solar”. É um Cabernet Sauvignon, que, segundo o seu produtor, possui um sabor “vivo” graças a ter permanecido num barril de madeira na companhia de um objecto procedente do espaço extra-terrestre.
  2. Vinho envelhecido em ânforas. Estes recipientes foram utilizados na Antiguidade por diferentes civilizações com o fim de conservar, transportar vinho e azeite e inclusive mercadoria “seca”, tal como comprovam os achados arqueológicos. Actualmente, alguns produtores de vinho utilizam as ânforas para conferir sabores frutados e também mais neutros do que habitualmente acontece quando o vinho envelhece em barris de carvalho.
  3. Garrafas de carvalho. Se o vinho envelhece em barris de madeira, porque não utilizar este material para potenciar os vinhos mais novos? A Oak Bottle é uma ideia lançada pela plataforma de crowdfunding, Kickstarter, y promete demonstrar quais os efeitos do envelhecimento durante 6 meses em madeira de carvalho.
  4. Envelhecimento por calor. Tradicionalmente utilizado para envelhecer o vinho da Madeira, actualmente este método é utilizado para muitos tipos de vinho, que podem amadurecer nos cálidos porões dos navios mercantes ou em contentores de aço inoxidável entre 45º a 50ºc.
  5. No fundo do mar. A moda pegou, envelhecer vinhos novos em instalações subaquáticas é uma consequência das descobertas efectuadas em naufrágios e das garrafas de vinho e champanhe com mais de 170 anos em excelente estado de conservação.

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Ideias para reciclar caixas de vinho

 TAGS:undefinedExiste uma enorme variedade, diria quase infinita, de materiais susceptíveis de serem reciclados para os nossos projectos. Sejam eles utilitários ou decorativos, o truque reside na paciência e na organização. Tal como as garrafas de vinho, as suas caixas também são um excelente material para reciclar e converter a vida dos objectos.

  • Caixa de joias: Uma das opções é transformar uma caixa de vinho numa gaveta ou separador para as tuas joias. Com uma serra de recortes podes cortar as peças laterais e o fundo da caixa, fixa a posição das peças com uma boa cola e reforça com pregos para madeira. Para fazer a tampa deves cortar uma peça com tamanho igual ao fundo, se gostas do estilo rústico não precisa de pintura, mas se assim te apetecer, o ideal é dar duas mãos de tinta com o intervalo de tempo recomendado pelo tipo de tinta.
  • Caixa-farmácia: Para construir uma caixa destas, o primeiro a fazer é reforçar toda a estrutura da caixa de vinho com pregos para madeira. Para a porta usa barras de madeira bem juntas e coloca duas dobradiças num dos laterais.
  •  Uma mala: Para os mais imaginativos: Para fazer uma mala, a caixa deve ser dividida em duas partes e depois reforçar a estrutura com chapas de madeira. O restante: fivelas, dobradiças, tiras de couro ou outro material resistente, fica a teu critério.
  •  Gaveta ou porta-revistas: Se precisas de um espaço extra para guardar coisas, recicla a tua caixa de vinho. Podes forrá-la com tecido, pintá-la e apoiá-la em quatro patas. Pode servir como gaveta, caixa ou porta-revistas.
  •  Cantinho para mascotes: Começar por limpar e forrar a caixa de vinho com o material que quiseres, tecido, cortiça ou então lixar a madeira e envernizar. Se lhe puseres uma boa almofada a tua mascote terá uma cama nova, mas se desejas fazer um espaço para o teu gato ou cão comerem, coloca a caixa de vinho com o fundo para cima e recorta duas partes com as medidas dos seus pratos de água e comida. O objectivo é que a tua mascote possa comer sem arrastar o seu prato. A caixa de vinho também pode ser convertida em alimentador de aves, cortando as peças para construir uma casa em miniatura e dois círculos espaçosos nas paredes para que as aves se possam alimentar facilmente. Lembra-te de lixar a casinha para que os convidados não se magoem e te agradeçam com o seu canto.
  • Móvel de parede: Se te atraem os projectos ambiciosos e tens 15 ou mais caixas de vinho para reciclar, este é o projecto ideal para ti. O teu móvel pode suportar livros, guardar objectos vários e até garrafas de vinho. Fixas módulos de 3 ou 4 caixas com pregos, ao colocar o seguinte nível, volta a fixá-los, desta vez em vertical. Lixa o móvel, pinta ou simplesmente dá-lhe uma mão de protecção com óleo de linhaça.

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Estojo de vinho Pruno 2 garrafas

 

 

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Juvé  e Camps Caixa de madeira 6 garrafas

 

 

Harmonização de pratos vegetarianos e vinho para este Inverno

 TAGS:undefinedHoje queremos partilhar contigo 3 receitas vegetarianas para este Inverno. São fáceis de preparar, muito saborosas e ideais para acompanhar as nossas recomendações de vinho biológico para cada uma delas.

1.Couves de Bruxelas com dukkah de pistácios

Esta pode ser a entrada ou a guarnição ideal para outras receitas. É um prato bastante leve, se desejares, também pode ser gratinado com um pouco de queijo e molho bechamel.

Ingredientes (4 pessoas):

  • 500g de couves de Bruxelas
  • 4 dentes de alho
  • Azeite virgem extra
  • Sal

Para o dukkah de pistácios

  • 2 colheres de pistácios tostados
  • 1 colher de farinha de amêndoa
  • 1 colher de sésamo acabado de tostar
  • 1 colher de pimenta preta moída ao momento
  • 1/2 colher de sementes de mostarda
  • 1/2 colher de coentros
  • 1/2 colher de cominho
  • 1/2 colher de picante (opcional)
  • 1 pitada de sal

Elaboração:

  1. Lavar as couves e retirar as folhas exteriores. Cozer numa panela com água e sal até amolecerem um pouco.
  2. Triturar num almofariz as sementes de mostarda, os coentros e o cominho até obter um pó. Juntar as sementes de sésamo, pimenta preta, farinha de amêndoa, picante e sal. Para terminar o dukkah, juntar os pistácios picados.
  3. Descascar os alhos e cortá-los em fatias finas. Dourar os alhos numa frigideira com azeite quente e juntar as couves de Bruxelas escorridas e o dukkah. Saltear e retirar do lume.

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Vidigal Porta 6 Branco 2014

 

 

2. Tomate e caril

Receita ideal para servir como entrada com sabores suficientemente fortes para despertar o teu paladar.

Ingredientes:

  • 2 chávenas de grão de bico seco ou 400g do mesmo, já cozido
  • 5 tomates ou uma lata de tomate triturado natural
  • 2 batatas
  • 1 cebola
  • 1/2 limão
  • 1 colher bem cheia de caril
  • 1 Gengibre a gosto
  • Cominho a gosto
  • Coentros a gosto
  • Azeite virgem
  • Sal
  • Curgete
  • Beringela

Elaboração:

  1. Cozer o grão-de-bico em água (depois de terem estado de molho desde a noite anterior) durante 15 minutos numa panela com ½ cebola, as 2 batatas cortadas em pedaços médios, o limão, um dente de alho, um fio de azeite e sal. Pode juntar-se a curgete, a beringela ou abóbora.
  2. Triturar o tomate e cozê-lo durante 30 minutos em lume brando com meia cebola, um dente de alho, um fio de azeite e sal.
  3. Juntar o tomate em puré ao grão-de-bico e às especiarias. Misturar bem e cozinhar durante mais 5 minutos com tampa.

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Claustrus Branco 2014

 

 

3. Creme de castanhas com cogumelos
Creme fina de castanhas para acompanhar com cogumelos frescos salteados. Preparação extremamente simples!

Ingredientes (4 pessoas):

  • 200g de castanhas frescas
  • 1 ou 2 cogumelos
  • 2 cebolas
  • 1 copo pequeno de natas
  • ¾ de litro de caldo de verduras
  • Água
  • Aceite virgem
  • Sal
  • Pimenta
  • 1 ou 2 estrelas de anis
  • Vinagreta

Elaboração:

  1. Numa panela com água, deitar 2 estrelas de anis. Fazer um pequeno corte nas castanhas e deitá-las na água. Pôr a tampa e cozinhar durante 15 minutos.
  2. Cortar as cebolas em Juliana e refogar numa panela com azeite. Descascar as castanhas e juntar à cebola.
  3. Deitar a água das castanhas e o caldo de verduras, temperar e cozinhar durante 15 minutos. Juntar as natas e triturar a mistura até obter um creme fino.
  4. Temperar com pimenta e azeite.
  5. Passar os os cogumelos no creme e temperar com sal e azeite. Saltear numa frigideira com sal, pimenta e umas gotas de vinagreta.
  6. Servir o creme com os cogumelos por cima.

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Alvarinho Muros Antigos 2014

 

 

Como limpar nódoas de vinho?

 TAGS:undefinedA todos já aconteceu, tropeçar num copo de vinho e como consequência manchar a roupa, é um acidente habitual. As nódoas de vinho podem ser um pouco difíceis de limpar e dependem do tipo de tecido, por isso se utilizam diferentes métodos.

  • Nódoas de vinho secas: O tecido deve ficar de molho com um pouco de lente quente até que desapareça, depois podes lavar a tua peça de roupa como sempre.
  • Nódoas de vinho recentes: Deita uma punhado de sal sobre a nódoa e depois lava a peça de roupa com água e sabão.
  • Nódoas de vinho branco: Existem várias opções; se o tecido for grosso pode ser lavado com água morna e sabão; se for um tecido mais delicado pode ser esfregado com um pouco de álcool antes de ser molhado. Um pouco de sal fino e sumo de limão também pode funcionar.
  • Nódoas de vinho tinto em toalhas de mesa: Esfregar com vinho branco.
  • Nódoas de vinho tinto em camisas: Esfregar com água fria e um toque de amoníaco. A segunda opção é misturar sabão líquido e água oxigenada e aplicar na nódoa.
  • Nódoas de vinho em tapetes: Dissolver uma colher de detergente e uma colher de amoníaco num copo de água morna. Humedecer uma esponja e esfregar a nódoa. Aclarar com água e vinagre e deixar secar.
  • Nódoas de vinho tinto no mármore: Se a nódoa for recente utilizar um pano húmido, se já estiver seca utilizar uma mistura de lixívia e água.
  • Nódoas de vinho tinto nas paredes: Estejam pintadas ou empapeladas, as manchas nas paredes podem ser limpas primeiro com vinho branco e depois água oxigenada diluída em água.

 

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Explicit Branco 2014: um vinhos branco com D.O. Alentejo elaborado com uvas de 2014.

 

 

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Odisseia Reserva 2012:  um vinhos tinto de D.O. Douro com um coupage a base de uvas de 2012 e com um grau alcoólico de 14º.

 

 

Imagen: Geoff (flickr)

 

Chocolate e vinho: aliados na dieta e no paladar

 TAGS:undefinedEle há prazeres na vida, como o de juntar vinho e chocolate, que até agora pareciam estar ligados a um determinado conceito de culpa, já que que se tende a pensar que os sabores deliciosos não podem ser saudáveis. Porém, uma série de estudos recentes sobre o vinho, revelam que, sempre consumido com moderação, o vinho é um grande aliado do nosso organismo na prevenção de doenças cardiovasculares e envelhecimento entre outros.

Aquilo que até agora desconhecíamos é que o chocolate também traz benefícios à nossa saúde, combinado com outros alimentos, o vinho, ou pelo menos são estas as conclusões dos estudos realizados por dois nutricionistas – Aidan Goggins e Glen Matten – que em breve irão publicar toda a informação relativa aos estudos num livro: The Sirtfood Diet.

Os autores descrevem a sua investigação sobre as sirtuínas, as enzimas que afectam o mecanismo celular regulando a expressão de determinados genes. Estas enzimas encontram-se em alguns vegetais conhecidos como estimuladores das sirtuínas, que, segundo os estudos, põem em funcionamento os mesmos mecanismos intervenientes no nosso organismo quando fazemos exercício, ajudando-nos a perder peso ao queimar gorduras e incrementando a massa muscular.
Nos alimentos referidos incluem-se as couves, mirtilo, cítricos, maçã, cebola, chá verde, alcaparras, vinho tinto e chocolate preto. Evidentemente, a recomendação é a de que estes alimentos devem ser consumidos com moderação, sobretudo no caso do vinho.

Nós acrescentamos que, apesar dos benefícios que estes alimentos parecem estar prestes a demonstrar, o ideal é manter uma alimentação equilibrada, um estilo de vida que inclua o exercício físico, e, (porque não?) de vez em quando oferecer um mimo a nós próprios com um bom vinho, chocolate e aquilo que o nossa corpo peça. Isso sim…sem abusar…

 TAGS:Duorum 2013Duorum 2013

Duorum 2013 costuma acompanhar de comida chinesa e carne grelhada. 

 

 

 TAGS:Porca de Murça 2013Porca de Murça 2013

Porca de Murça 2013 um vinhos tinto com D.O. Douro cujo coupage contém tinta roriz e touriga nacional de 2013 e tem um volume de álcool de 13º. 

 

 

Um fim de ano diferente em outros países

 TAGS:undefinedEm todo o mundo, já se sabe, existem milhares de tradições e durante a noite do fim de ano temos a oportunidade de assistir a costumes estranhos, divertidos ou que simplesmente nos chamam a atenção. Estas repetições anuais de festas e divertimento acontecem em diferentes pontos do globo terrestre, hoje partilhamos alguns destes lugares, para que te possas inspirar na passagem de 2015 a 2016.

São Paulo

São Paulo é o lugar indicado para quem gosta de festas e não me refiro apenas ao Carnaval. Uma das tradições da festa do fim de ano paulista é a de usar roupa interior de cores berrantes com a intenção de “chamar” a sorte para o ano novo.

Copenhaga

Dizem que duas das tradições dos dinamarqueses nas quais podemos participar se passarmos o ano novo em Copenhaga são: saltar das cadeiras quando soam as badaladas da meia-noite e partir a louça. Enquanto que o salto das cadeiras pretende espantar os maus espíritos, deixar em fanicos as chávenas, pratos e outras louças (antigas) serve para atrair a sorte.

Nova York

Tal como em Barcelona e Edimburgo, também em Nova York existe a tradição de iniciar o ano novo com um mergulho nas águas frias do mar de Dezembro. Nesta cidade, os membros do Club Polar Bear de Brooklyn entram no Atlântico, em Coney Island, para chegarem frescos e renovados ao novo ano.

Tóquio

É verdade que os japoneses são conhecidos pela sua excentricidade e na noite do ano novo também não há excepção. Ao longo da tarde e da noite de fim de ano, uma grande quantidade da população assiste a um programa de televisão com personagens públicas em duelo musical. À meia-noite come-se massa, mais propriamente noodles extra-longos, que simbolizam a longevidade. Entretanto, nos templos fazem soar 108 badaladas, cada uma delas representa um valor negativo da humanidade que pretende ser apagado. 

Talin

Se a tua forma favorita de celebrar se relaciona com comida então deves ir a Talin. Na Estónia, na noite de fim do ano lançam-se fogos de artifício, mas a verdadeira tradição dita que se deve comer 7 vezes no último dia do ano. Cada refeição concede forças renovadas para iniciar o ano novo.

Plymouth (Wisconsin)

Plymouth, a pequena cidade americana em Wisconsin, é um bom destino de ano novo para os amantes de queijo. Todos os anos o Big Cheese Drop celebra a existência da industria láctea local, onde um artista elabora um pedaço de queijo de 36 quilos (em espuma de poliestireno) que depois é lançado desde uma altura de 30 metros quando soam as 12 badaladas.

Chile

Também os chilenos têm tradições peculiares no ano novo, uma delas é a de queimar bonecos de cartão ou madeira para purificar e eliminar erros, doenças e tristezas, ou seja, para iniciar o ano novo com melhor disposição.

 

Venezuela

A tradição venezuelana dita que devemos reunir-nos com os amigos e com a família antes do jantar de Natal para preparar hallacas. No fim de ano, estas pequenas empadas recheadas de guisado oferecem-se aos amigos para assegurar uma longa amizade e desejar boa sorte para o ano novo.

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Jose de Sousa Mayor 2011: Alentejo cujo coupage contém trincadeira e grand noir de 2011 e tem um volume de álcool de 14.5º. 

 

 

 TAGS:Pedra Basta 2010Pedra Basta 2010

Pedra Basta 2010: um vinhos tinto com D.O. Alentejo realizado com trincadeira e cabernet sauvignon de 2010 e com um grau alcoólico de 14º. 

 

 

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Explicit Branco 2014: um vinhos branco com D.O. Alentejo elaborado com uvas de 2014.

 

 

*Imagen: Wilfredo Rodríguez (flickr) 

Os 10 vinhos mais caros de 2015

 TAGS:undefinedA Wine Searcher publicou recentemente uma lista dos vinhos mais caros do mundo no ano 2015. Como seria de esperar, as primeiras posições são ocupadas pelos vinhos franceses, uma referência internacional no mundo do investimento em vinho. 

Aqui ficam as 10 primeiras classificações:

1. Henri Jayer Richebourg Grand Cru, Cote de Nuits, França – 13.580$: Vinho elaborado com Pinot Noir. O seu preço aumentou nos últimos 3 anos e tornou-se num dos vinhos mais populares na Europa e na Ásia.

2. Domaine de la Romanee Conto Romanee Conti Grand Cru, Cote de Nuits, França – 13.196$: Foi eleito pelos críticos como um dos 5 melhores vinhos franceses. A vindima de 2012 obteve 99 pontos da Wine Advocate e 19 pontos em 20 concedidos por Jancis Robinson. O seu preço aumentou gradualmente nos últimos 3 anos, até se converter no segundo Borgonha mais caro. Este vinho é elaborado com a casta Pinot noir, em Romanee-Conti, um sítio de vinhas Grand Cru (com a correspondente Denominação) em Cote de Nuits, na Borgonha.

3. Henri Jayer Cros Parantoux, Vosne Romanee Conti Grand Cru, França – 8.473$: Classificado pelos criticos como um dos 5 melhores vinhos Vosne-Romanée Cros Parantoux é o 2º vinho mais caro da categoria Vosne-Romanée Premier Cru, tendo aumentado no último ano.

Cros Parantoux é uma das zonas mais respeitadas em Vosne-Romanée, considerada por muitos como digna do status Grand Cru. Localiza-se nas ladeiras da zona climática Richebourg Grand Cru, e, tal como os seus famosos vizinhos, cultiva a Pinot noir.

4. Ego Muller Scharzhof Scharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese, Mosel, Alemanha – 6.924$: Este é o vinho branco alemão de preço mais alto e o terceiro a nível de popularidade. É *elaborado com Riesling*, em Wiltingen, onde 3 vinhas já foram classificadas pela VDP (Associação Alemã de Qualidade) como Erste Lage – Scharzhofberger, Braunfels e Gottesfuss.

5. Domaine eFlaive Montrachet Grand Cru, Cote de Beaune, França – 5.769$:
Este é o vinho branco, elaborado com Chardonnay, com o preço mais alto da Cote de Beaune. O seu preço aumentou nos últimos 3 anos.

6. Domanine Georges & Christophe Roumier Musigny Grand Cru, Cote de Nuits, França – 4.935$: Elaborado com Pinot noir, este vinho procede de uma vinha Grand Cru, no coração da zona vinícola de Cote de Nuits, na Borgonha. É o vinho mais caro de Chambolle-Musigny.

7. Jon. Jos. Prum Wehlener Sonnenuhr Riesling Trockenbeerenauslese, Mosel, Alemanha – 4.867$: Este é o terceiro vinho classificado pela Wine Spectator e o segundo vinho alemão mais caro. Elaborado com a casta Riesling, em Wehlen, uma das vilas mais conhecidas na região do vinho de Mosela, localizada junto às águas de Bernkastel-Keus e Graach e antes de Zeltingen.

8. Domaine de la Romanee Conti Montrachet Grand Cru, Cote de Beaune, França – 4.458$: A Wine Advocate classificou este vinho como sendo um dos 5 melhores de Puligny-Montrachet e já recebeu mais prémios do que qualquer outro vinho da região. A casta, Chardonnay, cresce na vinha Montrachet, a jóia da coroa dos vinhos brancos borgonheses.

9. Domaine LeRoy Musigny Grand Cru, Cote de Nuits, França – 4.454$: É o segundo vinho mais caro de Chambolle-Musigny. Pinot noir de Musigny, uma vinha Grand Cru, classificada em 1936, na zona vinícola de Cote de Nuits, na Borgonha. A importância desta vinha na vida local reflete-se no nome actual da Vila, antes Chambolle, hoje Chambolle-Musigny.

10. Domaine Jean Louis Chave Ermitage Cuvee Cathelin, Rhone, França – 4.131$: O 3º vinho francês com a classificação mais alta concedida pela Wine Advocate e pela Wine Spectator. Elaborado com a casta Syrah, este é o vinho mais caro do Rhone, en subida crescente nos últimos dois anos. As suas origens foram largamente debatidas, mas a sua casa actual é sem dúvida, o Vale do Ródano.

Hoje recomendamos 2 vinhos franceses, que, apesar de não constarem desta lista de luxo, certamente serão apreciados por muitos.

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Château Pontet-Canet 2008: Pauillac das adegas Château Pontet-Canet. Castas Petit verdot e Merlot de 2008. 13º de graduação alcoólica. 

 

 

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Château Sociando Mallet 2005: Vinho tinto com Denominação de Origem Alto Médoc, das adegas Château Sociando Mallet. Elaborado com as castas Merlot e Cabernet sauvignon de 2005. Graduação alcoólica de 13º. 

 
 
*Photo: Alin Zelenco

Conhece uma das vinhas mais bonitas do mundo

 TAGS:undefinedPaisagens de beleza impressionante, castas, vinhas e cor. As vinhas são um mundo à parte carregado de Natureza. Entre todas essas vinhas belíssimas do nosso planeta, hoje, recomendamos visitar a vinha de Rippon, na Nova Zelândia.

Localizada na Região de Central Otago, no centro da ilha sul da Nova Zelândia, esta zona estabeleceu um vínculo com a vinicultura que percorre planícies, montanhas, colinas e, o fantástico Lago Wanaka. Uma paisagem que merece o esforço e a dedicação do cultivo da vinha.

Lago Wanaka

É um dos eixos realmente importantes do processo vinícola da região. No seu Vale em forma de “U”, as temperaturas baixas provocam um equilíbrio térmico que reduz o risco de geada evitando a perda da vinha, e a Ilha de Ruby, um antigo glaciar, constitui uma barreira natural.

Temperatura

Em Rippon, os invernos são frios e sem temperaturas extremas, os verões são quentes e secos. No Outono as temperaturas sofrem variações e podem atingir 25ºc, o que permite às uvas ter um longo processo de amadurecimento.

A vinha

É importante salientar que esta paisagem e os seus vinhedos, assentam sobre diferentes tipos de solo. Aqui foram realizados vários testes às diferentes variedades de uva, a Pinot noir e a Riesling foram consideradas as melhores variedades. Actualmente, as vinhas são divididas em parcelas individuais e a fermentação é efectuada separadamente.

Os vinhos são realmente elegantes e são vendidos com a etiqueta de Rippon Vineyard.

 

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Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2014: um vinhos branco a base de sauvignon e sauvignon blanc de 2014 e com uma teor de álcool de 13.5º

 

 

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Michael Seresin Momo Pinot Noir 2012: um vinhos tinto da D.O. Marlborough está elaborado com cabernet sauvignon de 2012.

 

Já é possível purificar o vinho com sulfitos

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Üllo é o nome do produto que permite filtrar os sulfitos adicionados ao vinho e obter um vinho no seu estado e sabor naturais.

Para perceber a importância deste invento, é necessário recordar que os sulfitos têm propriedades antioxidantes e antissépticas e que são utilizados na produção da maioria dos vinhos. As pessoas que sofrem de asma são especialmente sensíveis aos sulfitos, podendo chegar a ter reacções graves; erupções cutâneas e dificuldade para respirar.

A quantidade de sulfitos estabelecida por lei não é prejudicial para a maioria das pessoas, no entanto, o nível de sulfitos presente no vinho pode empobrecer os sabores frutados e, por consequência, afectar a experiência do consumidor.

James Kornacki, quem desenvolveu o Üllo, afirma que “o vinho, sem os sulfitos adicionados como conservantes, é muito mais saboroso. Calcula-se que cerca de 3 milhões de americanos sejam sensíveis aos sulfitos, sofrendo alergias e problemas respiratórios”.

Porém, nem todos os vinhos podem ser elaborados sem sulfitos, já que fazem parte do processo de fermentação, mas o nível de sulfitos adicionados como conservantes pode ser reduzido.

 TAGS:Honoro Vera Organic 2014Honoro Vera Organic 2014

Honoro Vera Organic 2014: um vinho tinto realizado com monastrell de 2014 e 15º de álcool. 

 

 

 TAGS:Tarima Orgánico 2012Tarima Orgánico 2012

Tarima Orgánico 2012: um vinho tinto com D.O. Alicante com Os mejores cachos de monastrell de 2012. 

 

 

Vinhos da África do Sul. Até ao infinito e mais além!

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Nos últimos anos, a África do Sul converteu-se em produtor emergente no mercado do vinho, apresenta um crescimento notável e conquistou o paladar de muitos consumidores do mundo inteiro, competindo com os produtores mais tradicionais e alcançando consideravelmente o incremento das suas vendas.

Nas regiões vinícolas sul africanas, o clima é bastante semelhante ao do Mediterrâneo, o que significa que a sua elaboração de vinhos tem qualidade equiparável aos melhores vinhos sob este clima.

Recentemente, o site Drinks International publicou algumas declarações de um dos principais produtores de vinho sul africano – Kleine Zalze. O proprietário e director gerente, Kobus Basson afirmou que “ No geral, a África do Sul encontra-se numa etapa muito emocionante. Neste momento temos muitas coisas positivas e a qualidade é ilimitada”.

Kobus Basson salientou ainda que a última colheita foi excelente e que mesmo que o volume de produção de uva sofra uma redução, a qualidade não será afectada.

Em relação a previsões dos próximos anos, Basson declarou, “Há sempre desafios e na África do Sul temos os nossos. Para o nosso país o principal é avançar em termos de preço e ascender com solidez para chegar ao segmento superior do mercado

A empresa encontra-se em 25 mercados, apresenta um firme crescimento em vários destes mercados e confia em que avançará pausada e gradualmente, sem sobressaltos, já que “não temos os volumes de venda da maioria, de modo que devemos tratar de melhorar a qualidade”.

Certamente, nos próximos anos, haverá cada vez mais vinhos sul africanos nas nossas lojas. A Uvinum vai seguir-lhes o rasto atentamente.

 TAGS:Thelema Shiraz 2008Thelema Shiraz 2008

Thelema Shiraz 2008: um vinhos tinto de D.O. Stellenbosch das adegas Thelema Mountain Vineyards com Os mejores cachos de syrah e shiraz da colheita 2008 

 

 

 TAGS:Jordan Cobblers Hill 2005Jordan Cobblers Hill 2005

Jordan Cobblers Hill 2005: um vinhos tinto da D.O. Stellenbosch a base das castas merlot e cabernet sauvignon da colheita 2005 e 15º de grau alcoólico.