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Porque é que o consumo moderado de álcool é bom para o coração

 TAGS:undefinedDesde há muito tempo que a comunidade cientifica debate o facto de o álcool ser ou não bom para a saúde, e ainda que alguns dos estudos efectuados tenham sido reveladores, a polémica sobre estes resultados ainda existe, e divide a comunidade em dois grupos. Um dos benefícios de que muito se fala diz respeito ao sistema cardiovascular e à saúde do mesmo quando se bebe álcool com moderação, mas a grande pergunta é: quanto é moderado?

Segundo os especialistas, o ideal é beber dois copos por dia se tiver menos de 65 anos, e reduzir essa quantidade para metade se tiver mais de 65. Um copo por dia seria o equivalente a 350ml de cerveja, 148ml de vinho ou 44ml de qualquer bebida destilada.
Entre os seus múltiplos benefícios conta-se a redução de risco de doenças cardiovasculares, derrames cerebrais, diabetes e cálculo biliar.
Os antioxidantes presentes no vinho beneficiam particularmente o coração, e de um modo geral todo o nosso sistema cardiovascular.
A estatística mostra que as pessoas activas que consomem vinho moderadamente, têm 50% menos de probabilidade de desenvolver uma doença cardíaca, ao contrário de uma pessoa sem qualquer actividade física.
A conclusão é evidente, beber álcool comedidamente traz vantagens para a saúde a longo prazo. O que não acontece quando este consumo é excessivo, podendo provocar doenças como: pancreatite, cirrose, tensão alta, diferentes tipos de cancro, depressão e alcoolismo.
E atenção: apesar das vantagens do vinho para o nosso organismo, para ter uma vida saudável não precisa de beber álcool.

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Luc Belaire Brut Rosé

 

 

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Moët & Chandon Ice Impérial

Uma fonte de vinho? Em Itália, pois

 TAGS:undefinedÉ verdade! Em Itália existe uma fonte que oferece vinho tinto durante 24 horas por dia e ao longo de todo o ano. A iniciativa partiu da adega Dora Sarchese, com o fim de presentear um reconfortante copo de vinho aos peregrinos que param na Região de Abruzzo, durante o seu percurso pelo Cammino di San Tommaso.

Existem outras fontes de vinho neste país, como a de Carosino (Taranto), San Floriano del Collio (Gorizia) ou a fonte Marino (Roma), porém estes vinhos só podem ser saboreados nas ocasiões especiais, como é o caso das festas dos padroeiros. A excepção ocorreu durante o Festival da Uva de 2008, em Marino, quando um erro técnico fez jorrar vinho por todas as torneiras da povoação durante alguns dias.

A grande diferença entre estes eventos e a Fontana del Vino de Abruzzo é que esta é a primeira fonte a oferecer vinho continuamente e sem restrição de horário.

Abruzzo inspirou-se na Fonte de Irache, cujo vinho é oferecido pela adega navarra Irache aos peregrinos que fazem o Caminho de Santiago.

Aqueles que caminham desde Roma até à Catedral de Santo Tomás de Ortona para visitar os restos do santo, encontram as boas-vindas na Fonte de Abruzzo. Deste modo, segue-se uma antiga tradição europeia, na qual os mosteiros e as abadias ofereciam vinho aos peregrinos que pediam refugio durante o seu percurso.

Desde os tempos de Carlos Magno até à Revolução francesa, os monges que aí viviam saciavam a sede dos viajantes, penitentes e religiosos que batiam às suas portas, com caldos preparados com frutos das vinhas.

Apesar da sua curta existência, esta fonte já é um sucesso turístico da região. Há longas filas de visitantes que desejam contemplar a obra do famoso arquitecto italiano Rocco Valentini, assim como provar o vinho tinto.

Uma excelente oportunidade para provar um copo do delicioso vinho tinto local, com Denominação de Origem Montepulciano d’Abruzzo Colline Teramane, e gozar a bela paisagem de vinhedos seculares.

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Masi Agricola Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2011

 

 

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Il Poggione Brunello Di Montalcino 2010

Sobre a Cabernet sauvignon

 TAGS:undefinedNão há dúvida que a Cabernet sauvignon é uma das castas que mais ouvimos nomear quando se fala de vinhos tintos. Esta uva nasceu na cidade francesa de Bordeaux no séc. XVI e é resultado do cruzamento das castas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. Porém, para além da sua origem, que mais sabemos dela?

1- A Cabernet Sauvignon foi a variedade mais cultivada no mundo até ser ultrapassada pela Merlot em número de plantações durante os anos 90.

2- Desenvolve-se muito bem em diferentes tipos de clima. Expandiu-se ao resto da Europa e a outros continentes; EUA, Chile, Nova Zelândia e Austrália.

3- As adegas de Napa Valley, na Califórnia, pagam mais por estas uvas que por outras variedades da zona. O que é quase irónico, já que esta é das castas mais produzidas sem que por isso o seu preço baixe.

4- É a uva mais plantada no Chile. As brisas frias do Oceano Pacífico e os efeitos climáticos da Cordilheira dos Andes têm como consequência vinhos muito semelhantes aos de Bordeaux. Tanto é assim que algumas adegas francesas chegaram mesmo a investir na região

 5-Os vinhos tintos à base de Cabernet Sauvignon têm muito corpo, estrutura e taninos intensos, por isso são o ideal para acompanhar carnes vermelhas na brasa, coelho, javali, cabrito e guisados variados.

6- Todos apreciam esta uva e a China não é excepção. Recentemente, foi dado a conhecer um relatório que indica serem os chineses os maiores consumidores de vinho tinto no mundo, e a Cabernet sauvignon uma das uvas mais populares no país.

7- Nos Estados Unidos celebra-se o seu dia oficial: cada quinta-feira anterior ao dia do trabalho, o qual é celebrado na primeira segunda-feira de Setembro.

 8- É também conhecida como: Vidure, Petit Vidure e Petit Cabernet.

9- É a variedade de uva com mais críticas na base de dados da Wine Spectator’s, aproximadamente 24.000 notas de prova dedicadas à Cabernet Sauvignon.

 10- A palavra “sauvignon” vem do francês sauvage (silvestre, selvagem), o que leva a pensar que esta uva aparecesse espontaneamente em França.

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Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon 2012

 

 

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Fiuza Cabernet Sauvignon 2014

Vinho e queijo: porque é tão bom?

 TAGS:undefinedSabe-se desde há muito que o queijo e o vinho formam um casal inseparável. Os especialistas do sector gastronómico oferecem-nos continuamente as suas recomendações e concedem uma nova perspectiva sobre as experiências gastronómicas, que, juntamente com a imensa literatura publicada sobre este tema, muito podem ensinar sobre harmonizações entre cada tipo de queijo e de vinho.

O Centro do Gosto e Hábitos Alimentares Franceses formulou a pergunta : porque é que o vinho sabe melhor com queijo? O estudo realizado para obter respostas foi recentemente publicado no Journal of Food Science.

Mara V. Galmarini, a autora principal deste estudo revelou que “Graças à nossa investigação percebemos que a duração da percepção de adstringência de um vinho poderia ser reduzida após comer queijo. Os quatro queijos utilizados no estudo tiveram o mesmo efeito, em poucas palavras, é provável que o sabor do vinho seja melhor quando se acompanha de queijo e independentemente do tipo de queijo”.

Os participantes da investigação, um total de 31 voluntários, foram submetidos a duas provas, primeiro provaram quatro vinhos (Pacherenc, Sancerre, Bourgogne e Madiran), sobre os quais deviam indicar qual a sensação dominante com cada um deles, de acordo a uma lista que lhes foi entregue. Depois a prova foi repetida, mas com uma ligeira diferença: entre cada gole de vinho os participantes deviam comer um pedaço de queijo, sendo eles: Epoisses, Condado, Roquefort e Crottin de Chavignol.

Ao longo da prova demonstrou-se o impacto positivo dos queijos na percepção dos vinhos, efeito este que se notou especialmente com vinhos tintos, Bourgogne e Madiran, que viram o seu aroma frutado potenciado, ao mesmo tempo que que a sua adstringência diminuiu. O mesmo sucedeu em relação aos vinhos brancos, incluídos os doces, embora em menor proporção.

Já sabe, escolha uma boa tábua de queijos, nós recomendamos os vinhos:

 

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Cadão 2012

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Algumas recomendações para harmonizar vinhos e enchidos

 TAGS:undefinedSão duas das melhores combinações possíveis: o vinho e os enchidos oferecem sabores de resultado extraordinário numa harmonização.

Normalmente gordurosos, fumados e muito aromáticos, os enchidos vão bem com vinhos Sauvignon blanc, Pinot, vinhos tintos intensos e alguns espumantes brancos.

Em Espanha, por exemplo, para o presunto (o protagonista das carnes secas espanholas) o ideal é acompanhá-lo com um vinho tinto encorpado, generoso, tintos novos, leves e secos e aqueles que são elaborados com Cabernet sauvignon. Por outro lado, o fino e o manzanilla, são bons com todo o tipo de enchidos e casam sempre bem com presunto.

O prato de ovos estrelados com chistorra (um enchido com origem no País Vasco e Navarra) pode ser uma verdadeira delicatessen quando acompanhado por um vinho tinto de guarda ou um branco com mais corpo do que o habitual.

O lombo pode ser preparado de vários modos; acompanhado de pão e tomate, com pimentão e azeite ou cortado fino com um queijo forte e amanteigado. A harmonização costuma ser feita com vinho tinto, envelhecido, Merlot ou Tempranilho. Existem muitas denominações de origem que encaixam bem com este enchido, mas a recomendação vai para os vinhos de Ribera del Duero, que marcam o sabor fumado do lombo.

Em relação aos chouriços, os vinhos podem variar; branco ou tinto, ainda que este último seja o favorito, e de preferência com notas de frutos vermelhos e uma ligeira acidez. Os vinhos Syrah são muito recomendáveis, desde os Rioja aos vinhos menos conhecidos da Denominação de Origem de Alicante.

O salame, pelos seus ingredientes, pode harmonizar com vinho rosé ou um tinto novo, enquanto que os enchidos mais frescos como o salsichão casam melhor com vinhos novos.

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Pruno 2014

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza 2012

Amarone? Que tipo de vinho é este?

 TAGS:undefinedO Amarone della Valpolicella é um vinho bastante peculiar, elaborado a partir de uvas passas secas ao sol, tal como se faz com a variedade Pedro Ximénez, cujo resultado é o conhecido vinho doce do mesmo nome. Neste caso, e ao contrário do que costuma suceder, grande parte dos vinhos de uva passa são elaborados com variedades locais tintas, em vez de brancas, e o resultado é um vinho seco e de diferentes características organolépticas

A sua cor é vermelha, cada vez mais escura à medida que o vinho envelhece, possui um aroma acentuado e um sabor redondo, quente e aveludado. Ao nariz surgem notas de fruta madura, doces de framboesa e cereja.
Ao envelhecer apresenta aromas de musgo e alcatrão. O açúcar residual tem um máximo de 12g/l e o teor alcoólico oscila entre 14 e 16º. A sua zona de produção localiza-se na Região de Veneto, província de Verona, no Norte de Itália.
As castas de maior cultivo são a Corvina veronese, Corvinone e Rondinella, com presença limitada de outras variedades tintas.
A elaboração do Amarone segue o mesmo princípio que o dos vinhos nos quais se pretende elevar a concentração do açúcar na uva e potenciar os aromas e a acidez, como o caso do vinho Eiswein (vinho de gelo), o Strohwein alemão, o vin de paille francês e outros da Grécia, Chipre e Itália, quase sempre usados para acompanhar sobremesas.
Porém, o Amarone, para além de ser tomado como digestivo, costuma harmonizar com pratos de Outono e Inverno; assados, caça, fumados e enchidos, queijo curado, risotto e outros pratos típicos da região. É servido em copo largo, para favorecer a oxigenação, a uma temperatura aproximada de 19ºC.
O processo de secagem das uvas dura cerca de 120 dias, por vezes mais, dependendo da quantidade de água da fruta, e sob um rigoroso controle de ventilação e humidade, destinado a evitar o aparecimento de fungos.
No princípio de Fevereiro as uvas são prensadas e as cascas maceradas entre 30 e 50 dias, de modo a que o açúcar, por efeito da levedura, se converta lentamente em álcool até atingir a graduação Amarone. Se a concentração de açúcar se mantiver acima da marca, o vinho resultante passa a chamar-se Recioto della Valpolicella.

Quer provar os vinhos de Valpolicella? Recomendamos um Amarone e um Reciotto:

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Zenato Amarone Classico Della Valpolicella 2011

 

 

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Masi Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2012

Vinho e queijo: Harmonizações recomendadas por especialistas

 TAGS:undefinedA harmonização de vinho e queijo é uma garantia de qualidade bem conhecida e sempre em continua experimentação. Tinto, branco, vinhos novos ou de guarda, e inclusive cerveja, são acompanhantes para todo o tipo de queijos.

Os queijos de maior qualidade são harmonizados com vinhos de reputação, e com especial cuidado quando a obra é de escanções ou provadores profissionais.

Em homenagem aos queijos suíços, o escanção Ferran Centelles, colaborador do Bulli Foundation, propõe algumas harmonizações bastante recomendáveis; queijo Gruyère com cerveja branca belga (suave); queijo Emental com Chardonnay clássico; Etivaz com um Sauvignon do Jura, que aprofunda os sabores; e o queijo Sprinz, bem acompanhado com um vinho Dolcetto de Piemonte.

Para os queijos franceses, alguns especialistas aconselham: Brie, com Pinot noir ou Alsácia, tintos frutados e tintos jovens; o Roquefort equilibra a sua intensidade com Porto, Xerez meio seco ou vinhos Malvasia da Madeira.

O sabor forte do gorgonzola italiano é uma das características deste queijo, que pode ser doce ou picante, e casa bem com vinhos mais secos como o Dolcetto e o vinho de Marsala.

Os queijos holandeses, conhecidos pelo Gouda e pelo Edam, são perfeitos para vinhos tintos frutados, alguns brancos leves e rosés de agulha.

 

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Pio Cesare Dolcetto D’Alba 2015

 

 

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Carlo Pellegrino Marsala Fine Rubino

Para viver 110 anos, um gole de whisky por dia

 TAGS:undefinedO habitual é pensar que o facto de viver muitos anos está unido a uma vida saudável, uma alimentação equilibrada e actividade física regular.

Não obstante, e ainda que estes factores sejam absolutamente necessários, as pessoas mais longevas do mundo referem que o álcool faz parte da sua dieta diária, e pensam que este hábito as ajudou a viver tanto tempo.

Grace Jones, é a décima pessoa mais velha do Reino Unido. Tem 110 anos e “confessou” que o segredo da sua longevidade é tomar um pequeno gole de whisky todas as noites. “ Nunca salto o meu copo noturno e é o único que tomo”. Conta a Senhora Jones, que há 60 pratica este costume. “O whisky faz bem à saúde. Comecei a tomá-lo quando fiz 50 anos, nunca mais parei nem tenho intenção de o fazer. O médico disse-me que continuasse a fazê-lo já que é bom para o coração”.

Sabe-se que Grace Jones não é uma excepção; uma mulher de 102 anos acredita que a sua idade é consequência do consumo de cerveja, e um produtor espanhol de vinho, com 107 anos, garante que os seus anos de vida se devem ao consumo diário de vinho.

Jones festejou o seu aniversário no passado mês de Setembro, juntamente com a sua filha de 78 anos, os amigos, comidas, bebidas e o seu costumado gole de whisky. G.J. nasceu em 16 de Setembro de 1906 em Liverpool. Recebeu sete cartas de parabéns da Rainha de Inglaterra, e pelo visto, virão mais.

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Lagavulin 16 Anos

 

 

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The Yamazaki Distiller’s Reserve

5 regiões vinícolas que talvez desconheça

 TAGS:undefinedQuando se fala de vinho e denominações de origem, habitualmente há uma certa tendência para uma visão conservadora, no sentido em que a muitos nos custa mudar de zona e inclusive de variedade de uva, uma vez que encontramos o que se adapta ao nosso paladar.

Ainda que a cultura do vinho se tenha estendido, e permitido que cheguem até nós vinhos de várias procedências, continua a ser difícil sair das 2 ou 3 denominações que melhor conhecemos. Seguidamente apresentamos cinco denominações de que talvez nunca tenha ouvido falar. Vale a pena conhecer.

Ilhas Canárias (Espanha)

Inclusive em Espanha, ainda se podem encontrar regiões vinícolas que nos surpreendem, como é o caso das Ilhas Canárias, especialmente Tenerife, onde os solos vulcânicos do sopé do Teide proporcionam vinhos de paladar particular, elaborados com uvas Listan nos vinhos tintos e Malvasia nos espumantes e nos brancos secos e doces.

 
West Sussex (Inglaterra)

Para além das suas cervejas e destilados, o Reino Unido também merece uma visita aos seus vinhos, sobretudo desde que este condado do Sul de Inglaterra começou a tomar a produção de vinho como um assunto sério. O solo calcário, semelhante ao da Região francesa de Champagne, permite obter resultados que nada têm que invejar aos vizinhos do outro lado do Canal da Mancha.

 
Estiria (Áustria)

Esta é uma zona frequentemente ignorada a favor das regiões a Oeste do Danúbio, mas que no entanto possui algumas joias em forma de líquidos. Os vinhos elaborados com Weissburgunder (Pinot blanc), Sauvignon blanc, Welschriesling, Grauburgunder (Pinot gris) e Morillon.

 
Prince Edward County (Canadá)

Esta zona canadiana, na fronteira com o Estado de N.Y., para além da beleza das suas paisagens, possui solos de pedra caliça fracturada, muito favoráveis para o desenvolvimento da vinha, que produz uns vinhos Chardonnay e Pinot noir de sabor fresco. Aqui também se encontram excelentes Cabernet franc, Pinot gris e Riesling.

 
Tailândia

Exactamente. Também se cultiva vinha no sudoeste asiático, e os vinhos Syrah que aqui se produzem são especialmente recomendáveis. Não esqueça: se viajar a este longínquo e turístico país, mais conhecido pelos resorts e praias paradisíacas, prove os seus vinhos.

 

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Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

 

 

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Peller Estates Vidal Icewine 375ml

O que querem beber os jovens

 TAGS:undefinedO Movimento Vinho D.O. é uma iniciativa promovida pela Conferência Espanhola de Conselhos Reguladores Vitivinícolas (CECRV) e tem por objetivo levar até ao público jovem os conhecimentos do vinho com Denominação de Origem.

O Movimento realizou um inquérito nas redes sociais, no qual participaram aproximadamente 1000 pessoas, para recompilar informação sobre as preferências e tendências existentes em relação à cultura do vinho na população jovem.

Estas foram as principais conclusões do inquérito:

1. Qualidade acima de tudo
O que os jovens consideram mais importante actualmente, a resposta de 93% dos inquiridos, é a qualidade daquilo que consomem. O segundo fator mais importante, segundo 74%, é o facto de o vinho possuir ou não Denominação de Origem. O preço é o terceiro factor, e a marca é apenas relevante para 16%.

2. Denominação de Origem
Tal como já foi mencionado, esta é uma característica fundamental para 47% dos jovens, quando escolhem um vinho.

3. O tinto é a escolha preferida
Rei entre os vinhos, o tinto é a escolha preferida dos consumidores contemporâneos, seguido do vinho branco, espumantes, e por último os rosés e os licores ou vinhos doces.

4. Beber é em boa companhia
Para 74% da população espanhola mais jovem, a razão principal para beber vinho, é o estar e saborear a pérola dos líquidos com os amigos, para outros a melhor maneira de saborear um copo de vinho é fazendo-o com o namorado ou namorada.

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Monte da Freixeira 2011