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Harmonizações infalíveis com salmão fumado

 TAGS:undefinedQuando pensamos em harmonizar salmão, normalmente as primeiras opções são vinho branco ou champanhe. No entanto, existem muitas outras harmonizações. Sejam vinhos, cervejas ou inclusive destilados, temos uma ampla variedade à nossa disposição, é só uma questão de arriscar em algo novo.

Vinhos

Sancerre, Pouilly-Fumé e outros Sauvignon da Região do Loire: Estes vinhos, de mineralidade bastante seca, apresentam delicados sabores de groselha e são perfeitos para acompanhar salmão fumado. Outros Sauvignon, também podem funcionar, sempre e quando não tenham paladar de ervas demasiado acentuado.

Chablis: Especialmente os Chablis novos, sem madeira, de frescura limpa e a acidez necessária para equilibrar o excesso de gordura do salmão. Os Chardonnay mais saborosos vão bem com salmão fumado quente.

Riesling: Os vinhos alemães de Riesling, os novos como o Kabinett, com os seus sabores intensos de maçãs verdes, combinam especialmente bem. Também os vinhos novos da Alsácia e os Riesling australianos podem ser uma boa opção.
Gewurztraminer. O gewurztraminer e o salmão fumado são um una excelente par. Não se deve deixar de provar.

Xerez muito seco com toque de manzanilla. Se gostas do Xerez seco, esta é a opção para harmonizar salmão fumado. O sabor salgado e picante do Xerez seco é perfeito, isso sim, acabado de abrir e bem frio.

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Grand Régnard 2012:  um vinhos branco da D.O. Chablis realizado com chardonnay da colheita 2012.

 

 

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Jerez del Principe: um vinhos generoso da D.O. Montilla-Moriles elaborado com uvas jerez.

 

 

Cervejas e destilados

Cerveja Pilsner checa ou alemã. Ligeiramente amarga e fresca, a pilsen é perfeita para equilibrar o sabor denso do salmão.

Weissbier, Witbier ou cerveja de trigo. As cervejas ‘brancas’ vão bem com a maioria do marisco e do peixe fumado. Uma opção mais fresca e uma boa escolha para as tuas refeições de salmão.

Whisky de malte. Talvez não seja a primeira harmonização com salmão a que recorras, mas pode ser uma boa ideia num momento de improvisação. Escolhe um whisky de malte leve se o sabor fumado do salmão for suave ou um whisky de Islay se o prato tiver um sabor acentuado.

Aquavit. Destilado aromático característico dos países nórdicos, é uma opção muito original para acompanhar salmão. Os seus aromar de aneto e coentros fazem dele o companheiro perfeito para este peixe.

Vodka. Com uma vodka polaca bem fria dás uma volta surpreendente à tua refeição.

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Linie Aquavit 1L: um licores e cremes originário de Noruega. 

 

 

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Lagavulin 16 Anos: um uísque Single Malt originário de Escócia com 43º de teor de álcool. 

 

 

Harmonização de pratos vegetarianos e vinho para este Inverno

 TAGS:undefinedHoje queremos partilhar contigo 3 receitas vegetarianas para este Inverno. São fáceis de preparar, muito saborosas e ideais para acompanhar as nossas recomendações de vinho biológico para cada uma delas.

1.Couves de Bruxelas com dukkah de pistácios

Esta pode ser a entrada ou a guarnição ideal para outras receitas. É um prato bastante leve, se desejares, também pode ser gratinado com um pouco de queijo e molho bechamel.

Ingredientes (4 pessoas):

  • 500g de couves de Bruxelas
  • 4 dentes de alho
  • Azeite virgem extra
  • Sal

Para o dukkah de pistácios

  • 2 colheres de pistácios tostados
  • 1 colher de farinha de amêndoa
  • 1 colher de sésamo acabado de tostar
  • 1 colher de pimenta preta moída ao momento
  • 1/2 colher de sementes de mostarda
  • 1/2 colher de coentros
  • 1/2 colher de cominho
  • 1/2 colher de picante (opcional)
  • 1 pitada de sal

Elaboração:

  1. Lavar as couves e retirar as folhas exteriores. Cozer numa panela com água e sal até amolecerem um pouco.
  2. Triturar num almofariz as sementes de mostarda, os coentros e o cominho até obter um pó. Juntar as sementes de sésamo, pimenta preta, farinha de amêndoa, picante e sal. Para terminar o dukkah, juntar os pistácios picados.
  3. Descascar os alhos e cortá-los em fatias finas. Dourar os alhos numa frigideira com azeite quente e juntar as couves de Bruxelas escorridas e o dukkah. Saltear e retirar do lume.

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Vidigal Porta 6 Branco 2014

 

 

2. Tomate e caril

Receita ideal para servir como entrada com sabores suficientemente fortes para despertar o teu paladar.

Ingredientes:

  • 2 chávenas de grão de bico seco ou 400g do mesmo, já cozido
  • 5 tomates ou uma lata de tomate triturado natural
  • 2 batatas
  • 1 cebola
  • 1/2 limão
  • 1 colher bem cheia de caril
  • 1 Gengibre a gosto
  • Cominho a gosto
  • Coentros a gosto
  • Azeite virgem
  • Sal
  • Curgete
  • Beringela

Elaboração:

  1. Cozer o grão-de-bico em água (depois de terem estado de molho desde a noite anterior) durante 15 minutos numa panela com ½ cebola, as 2 batatas cortadas em pedaços médios, o limão, um dente de alho, um fio de azeite e sal. Pode juntar-se a curgete, a beringela ou abóbora.
  2. Triturar o tomate e cozê-lo durante 30 minutos em lume brando com meia cebola, um dente de alho, um fio de azeite e sal.
  3. Juntar o tomate em puré ao grão-de-bico e às especiarias. Misturar bem e cozinhar durante mais 5 minutos com tampa.

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Claustrus Branco 2014

 

 

3. Creme de castanhas com cogumelos
Creme fina de castanhas para acompanhar com cogumelos frescos salteados. Preparação extremamente simples!

Ingredientes (4 pessoas):

  • 200g de castanhas frescas
  • 1 ou 2 cogumelos
  • 2 cebolas
  • 1 copo pequeno de natas
  • ¾ de litro de caldo de verduras
  • Água
  • Aceite virgem
  • Sal
  • Pimenta
  • 1 ou 2 estrelas de anis
  • Vinagreta

Elaboração:

  1. Numa panela com água, deitar 2 estrelas de anis. Fazer um pequeno corte nas castanhas e deitá-las na água. Pôr a tampa e cozinhar durante 15 minutos.
  2. Cortar as cebolas em Juliana e refogar numa panela com azeite. Descascar as castanhas e juntar à cebola.
  3. Deitar a água das castanhas e o caldo de verduras, temperar e cozinhar durante 15 minutos. Juntar as natas e triturar a mistura até obter um creme fino.
  4. Temperar com pimenta e azeite.
  5. Passar os os cogumelos no creme e temperar com sal e azeite. Saltear numa frigideira com sal, pimenta e umas gotas de vinagreta.
  6. Servir o creme com os cogumelos por cima.

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Alvarinho Muros Antigos 2014

 

 

Como limpar nódoas de vinho?

 TAGS:undefinedA todos já aconteceu, tropeçar num copo de vinho e como consequência manchar a roupa, é um acidente habitual. As nódoas de vinho podem ser um pouco difíceis de limpar e dependem do tipo de tecido, por isso se utilizam diferentes métodos.

  • Nódoas de vinho secas: O tecido deve ficar de molho com um pouco de lente quente até que desapareça, depois podes lavar a tua peça de roupa como sempre.
  • Nódoas de vinho recentes: Deita uma punhado de sal sobre a nódoa e depois lava a peça de roupa com água e sabão.
  • Nódoas de vinho branco: Existem várias opções; se o tecido for grosso pode ser lavado com água morna e sabão; se for um tecido mais delicado pode ser esfregado com um pouco de álcool antes de ser molhado. Um pouco de sal fino e sumo de limão também pode funcionar.
  • Nódoas de vinho tinto em toalhas de mesa: Esfregar com vinho branco.
  • Nódoas de vinho tinto em camisas: Esfregar com água fria e um toque de amoníaco. A segunda opção é misturar sabão líquido e água oxigenada e aplicar na nódoa.
  • Nódoas de vinho em tapetes: Dissolver uma colher de detergente e uma colher de amoníaco num copo de água morna. Humedecer uma esponja e esfregar a nódoa. Aclarar com água e vinagre e deixar secar.
  • Nódoas de vinho tinto no mármore: Se a nódoa for recente utilizar um pano húmido, se já estiver seca utilizar uma mistura de lixívia e água.
  • Nódoas de vinho tinto nas paredes: Estejam pintadas ou empapeladas, as manchas nas paredes podem ser limpas primeiro com vinho branco e depois água oxigenada diluída em água.

 

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Explicit Branco 2014: um vinhos branco com D.O. Alentejo elaborado com uvas de 2014.

 

 

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Odisseia Reserva 2012:  um vinhos tinto de D.O. Douro com um coupage a base de uvas de 2012 e com um grau alcoólico de 14º.

 

 

Imagen: Geoff (flickr)

 

Um fim de ano diferente em outros países

 TAGS:undefinedEm todo o mundo, já se sabe, existem milhares de tradições e durante a noite do fim de ano temos a oportunidade de assistir a costumes estranhos, divertidos ou que simplesmente nos chamam a atenção. Estas repetições anuais de festas e divertimento acontecem em diferentes pontos do globo terrestre, hoje partilhamos alguns destes lugares, para que te possas inspirar na passagem de 2015 a 2016.

São Paulo

São Paulo é o lugar indicado para quem gosta de festas e não me refiro apenas ao Carnaval. Uma das tradições da festa do fim de ano paulista é a de usar roupa interior de cores berrantes com a intenção de “chamar” a sorte para o ano novo.

Copenhaga

Dizem que duas das tradições dos dinamarqueses nas quais podemos participar se passarmos o ano novo em Copenhaga são: saltar das cadeiras quando soam as badaladas da meia-noite e partir a louça. Enquanto que o salto das cadeiras pretende espantar os maus espíritos, deixar em fanicos as chávenas, pratos e outras louças (antigas) serve para atrair a sorte.

Nova York

Tal como em Barcelona e Edimburgo, também em Nova York existe a tradição de iniciar o ano novo com um mergulho nas águas frias do mar de Dezembro. Nesta cidade, os membros do Club Polar Bear de Brooklyn entram no Atlântico, em Coney Island, para chegarem frescos e renovados ao novo ano.

Tóquio

É verdade que os japoneses são conhecidos pela sua excentricidade e na noite do ano novo também não há excepção. Ao longo da tarde e da noite de fim de ano, uma grande quantidade da população assiste a um programa de televisão com personagens públicas em duelo musical. À meia-noite come-se massa, mais propriamente noodles extra-longos, que simbolizam a longevidade. Entretanto, nos templos fazem soar 108 badaladas, cada uma delas representa um valor negativo da humanidade que pretende ser apagado. 

Talin

Se a tua forma favorita de celebrar se relaciona com comida então deves ir a Talin. Na Estónia, na noite de fim do ano lançam-se fogos de artifício, mas a verdadeira tradição dita que se deve comer 7 vezes no último dia do ano. Cada refeição concede forças renovadas para iniciar o ano novo.

Plymouth (Wisconsin)

Plymouth, a pequena cidade americana em Wisconsin, é um bom destino de ano novo para os amantes de queijo. Todos os anos o Big Cheese Drop celebra a existência da industria láctea local, onde um artista elabora um pedaço de queijo de 36 quilos (em espuma de poliestireno) que depois é lançado desde uma altura de 30 metros quando soam as 12 badaladas.

Chile

Também os chilenos têm tradições peculiares no ano novo, uma delas é a de queimar bonecos de cartão ou madeira para purificar e eliminar erros, doenças e tristezas, ou seja, para iniciar o ano novo com melhor disposição.

 

Venezuela

A tradição venezuelana dita que devemos reunir-nos com os amigos e com a família antes do jantar de Natal para preparar hallacas. No fim de ano, estas pequenas empadas recheadas de guisado oferecem-se aos amigos para assegurar uma longa amizade e desejar boa sorte para o ano novo.

 TAGS:Jose de Sousa Mayor 2011Jose de Sousa Mayor 2011

Jose de Sousa Mayor 2011: Alentejo cujo coupage contém trincadeira e grand noir de 2011 e tem um volume de álcool de 14.5º. 

 

 

 TAGS:Pedra Basta 2010Pedra Basta 2010

Pedra Basta 2010: um vinhos tinto com D.O. Alentejo realizado com trincadeira e cabernet sauvignon de 2010 e com um grau alcoólico de 14º. 

 

 

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Explicit Branco 2014: um vinhos branco com D.O. Alentejo elaborado com uvas de 2014.

 

 

*Imagen: Wilfredo Rodríguez (flickr) 

Os 10 vinhos mais caros de 2015

 TAGS:undefinedA Wine Searcher publicou recentemente uma lista dos vinhos mais caros do mundo no ano 2015. Como seria de esperar, as primeiras posições são ocupadas pelos vinhos franceses, uma referência internacional no mundo do investimento em vinho. 

Aqui ficam as 10 primeiras classificações:

1. Henri Jayer Richebourg Grand Cru, Cote de Nuits, França – 13.580$: Vinho elaborado com Pinot Noir. O seu preço aumentou nos últimos 3 anos e tornou-se num dos vinhos mais populares na Europa e na Ásia.

2. Domaine de la Romanee Conto Romanee Conti Grand Cru, Cote de Nuits, França – 13.196$: Foi eleito pelos críticos como um dos 5 melhores vinhos franceses. A vindima de 2012 obteve 99 pontos da Wine Advocate e 19 pontos em 20 concedidos por Jancis Robinson. O seu preço aumentou gradualmente nos últimos 3 anos, até se converter no segundo Borgonha mais caro. Este vinho é elaborado com a casta Pinot noir, em Romanee-Conti, um sítio de vinhas Grand Cru (com a correspondente Denominação) em Cote de Nuits, na Borgonha.

3. Henri Jayer Cros Parantoux, Vosne Romanee Conti Grand Cru, França – 8.473$: Classificado pelos criticos como um dos 5 melhores vinhos Vosne-Romanée Cros Parantoux é o 2º vinho mais caro da categoria Vosne-Romanée Premier Cru, tendo aumentado no último ano.

Cros Parantoux é uma das zonas mais respeitadas em Vosne-Romanée, considerada por muitos como digna do status Grand Cru. Localiza-se nas ladeiras da zona climática Richebourg Grand Cru, e, tal como os seus famosos vizinhos, cultiva a Pinot noir.

4. Ego Muller Scharzhof Scharzhofberger Riesling Trockenbeerenauslese, Mosel, Alemanha – 6.924$: Este é o vinho branco alemão de preço mais alto e o terceiro a nível de popularidade. É *elaborado com Riesling*, em Wiltingen, onde 3 vinhas já foram classificadas pela VDP (Associação Alemã de Qualidade) como Erste Lage – Scharzhofberger, Braunfels e Gottesfuss.

5. Domaine eFlaive Montrachet Grand Cru, Cote de Beaune, França – 5.769$:
Este é o vinho branco, elaborado com Chardonnay, com o preço mais alto da Cote de Beaune. O seu preço aumentou nos últimos 3 anos.

6. Domanine Georges & Christophe Roumier Musigny Grand Cru, Cote de Nuits, França – 4.935$: Elaborado com Pinot noir, este vinho procede de uma vinha Grand Cru, no coração da zona vinícola de Cote de Nuits, na Borgonha. É o vinho mais caro de Chambolle-Musigny.

7. Jon. Jos. Prum Wehlener Sonnenuhr Riesling Trockenbeerenauslese, Mosel, Alemanha – 4.867$: Este é o terceiro vinho classificado pela Wine Spectator e o segundo vinho alemão mais caro. Elaborado com a casta Riesling, em Wehlen, uma das vilas mais conhecidas na região do vinho de Mosela, localizada junto às águas de Bernkastel-Keus e Graach e antes de Zeltingen.

8. Domaine de la Romanee Conti Montrachet Grand Cru, Cote de Beaune, França – 4.458$: A Wine Advocate classificou este vinho como sendo um dos 5 melhores de Puligny-Montrachet e já recebeu mais prémios do que qualquer outro vinho da região. A casta, Chardonnay, cresce na vinha Montrachet, a jóia da coroa dos vinhos brancos borgonheses.

9. Domaine LeRoy Musigny Grand Cru, Cote de Nuits, França – 4.454$: É o segundo vinho mais caro de Chambolle-Musigny. Pinot noir de Musigny, uma vinha Grand Cru, classificada em 1936, na zona vinícola de Cote de Nuits, na Borgonha. A importância desta vinha na vida local reflete-se no nome actual da Vila, antes Chambolle, hoje Chambolle-Musigny.

10. Domaine Jean Louis Chave Ermitage Cuvee Cathelin, Rhone, França – 4.131$: O 3º vinho francês com a classificação mais alta concedida pela Wine Advocate e pela Wine Spectator. Elaborado com a casta Syrah, este é o vinho mais caro do Rhone, en subida crescente nos últimos dois anos. As suas origens foram largamente debatidas, mas a sua casa actual é sem dúvida, o Vale do Ródano.

Hoje recomendamos 2 vinhos franceses, que, apesar de não constarem desta lista de luxo, certamente serão apreciados por muitos.

 TAGS:Château Pontet-Canet 2008Château Pontet-Canet 2008

Château Pontet-Canet 2008: Pauillac das adegas Château Pontet-Canet. Castas Petit verdot e Merlot de 2008. 13º de graduação alcoólica. 

 

 

 TAGS:Château Sociando Mallet 2005Château Sociando Mallet 2005

Château Sociando Mallet 2005: Vinho tinto com Denominação de Origem Alto Médoc, das adegas Château Sociando Mallet. Elaborado com as castas Merlot e Cabernet sauvignon de 2005. Graduação alcoólica de 13º. 

 
 
*Photo: Alin Zelenco

Conhece uma das vinhas mais bonitas do mundo

 TAGS:undefinedPaisagens de beleza impressionante, castas, vinhas e cor. As vinhas são um mundo à parte carregado de Natureza. Entre todas essas vinhas belíssimas do nosso planeta, hoje, recomendamos visitar a vinha de Rippon, na Nova Zelândia.

Localizada na Região de Central Otago, no centro da ilha sul da Nova Zelândia, esta zona estabeleceu um vínculo com a vinicultura que percorre planícies, montanhas, colinas e, o fantástico Lago Wanaka. Uma paisagem que merece o esforço e a dedicação do cultivo da vinha.

Lago Wanaka

É um dos eixos realmente importantes do processo vinícola da região. No seu Vale em forma de “U”, as temperaturas baixas provocam um equilíbrio térmico que reduz o risco de geada evitando a perda da vinha, e a Ilha de Ruby, um antigo glaciar, constitui uma barreira natural.

Temperatura

Em Rippon, os invernos são frios e sem temperaturas extremas, os verões são quentes e secos. No Outono as temperaturas sofrem variações e podem atingir 25ºc, o que permite às uvas ter um longo processo de amadurecimento.

A vinha

É importante salientar que esta paisagem e os seus vinhedos, assentam sobre diferentes tipos de solo. Aqui foram realizados vários testes às diferentes variedades de uva, a Pinot noir e a Riesling foram consideradas as melhores variedades. Actualmente, as vinhas são divididas em parcelas individuais e a fermentação é efectuada separadamente.

Os vinhos são realmente elegantes e são vendidos com a etiqueta de Rippon Vineyard.

 

 TAGS:Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2014Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2014

Cloudy Bay Sauvignon Blanc 2014: um vinhos branco a base de sauvignon e sauvignon blanc de 2014 e com uma teor de álcool de 13.5º

 

 

 TAGS:Michael Seresin Momo Pinot Noir 2012Michael Seresin Momo Pinot Noir 2012

Michael Seresin Momo Pinot Noir 2012: um vinhos tinto da D.O. Marlborough está elaborado com cabernet sauvignon de 2012.

 

Vinhos da África do Sul. Até ao infinito e mais além!

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Nos últimos anos, a África do Sul converteu-se em produtor emergente no mercado do vinho, apresenta um crescimento notável e conquistou o paladar de muitos consumidores do mundo inteiro, competindo com os produtores mais tradicionais e alcançando consideravelmente o incremento das suas vendas.

Nas regiões vinícolas sul africanas, o clima é bastante semelhante ao do Mediterrâneo, o que significa que a sua elaboração de vinhos tem qualidade equiparável aos melhores vinhos sob este clima.

Recentemente, o site Drinks International publicou algumas declarações de um dos principais produtores de vinho sul africano – Kleine Zalze. O proprietário e director gerente, Kobus Basson afirmou que “ No geral, a África do Sul encontra-se numa etapa muito emocionante. Neste momento temos muitas coisas positivas e a qualidade é ilimitada”.

Kobus Basson salientou ainda que a última colheita foi excelente e que mesmo que o volume de produção de uva sofra uma redução, a qualidade não será afectada.

Em relação a previsões dos próximos anos, Basson declarou, “Há sempre desafios e na África do Sul temos os nossos. Para o nosso país o principal é avançar em termos de preço e ascender com solidez para chegar ao segmento superior do mercado

A empresa encontra-se em 25 mercados, apresenta um firme crescimento em vários destes mercados e confia em que avançará pausada e gradualmente, sem sobressaltos, já que “não temos os volumes de venda da maioria, de modo que devemos tratar de melhorar a qualidade”.

Certamente, nos próximos anos, haverá cada vez mais vinhos sul africanos nas nossas lojas. A Uvinum vai seguir-lhes o rasto atentamente.

 TAGS:Thelema Shiraz 2008Thelema Shiraz 2008

Thelema Shiraz 2008: um vinhos tinto de D.O. Stellenbosch das adegas Thelema Mountain Vineyards com Os mejores cachos de syrah e shiraz da colheita 2008 

 

 

 TAGS:Jordan Cobblers Hill 2005Jordan Cobblers Hill 2005

Jordan Cobblers Hill 2005: um vinhos tinto da D.O. Stellenbosch a base das castas merlot e cabernet sauvignon da colheita 2005 e 15º de grau alcoólico.

 

 

No mar há sereias e vinho…

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Há nos Oceanos um mundo por explorar e para além das espécies marinhas, parece que de vez em quando também se encontram garrafas de vinho. Sim, porque as experiências do enoturismo andam sempre à frente no sentido de conseguir novidades para os consumidores.

Foi exactamente o que aconteceu no Aquário de San Sebastián, no País Basco. Juntamente com a adega submarina Crusoe Treasure, criaram uma actividade especial para apresentar o processo de elaboração do vinho de uma forma diferente.

Na visita guiada do Aquário, podemos assistir à elaboração do vinho e prová-lo, numa experiência com a duração de 2 horas em que os visitantes se submergem nas águas do Mar Cantábrico.

A adega Crusoe Treasure localiza-se num recife artificial das águas biscainhas de Plentzia e graças ao meio que os rodeia podem realizar testes com o vinho. O objectivo é aumentar a sua qualidade, pois chegou-se à conclusão de que o mar aporta juventude ao vinho.

O seu processo de elaboração é pioneiro, respeita o Meio Ambiente e, no recife onde se localiza a adega, instalou-se uma equipa de investigação da Universidade do País Basco que se dedica a estudar as espécies aí existentes.

Esta experiência é algo tão diferente que San Sebastián está a ganhar um êxito incrível, também fomentado pelo enoturismo que alcança uma nova dimensão. Em Girona, Tossa de Mar, também desenvolvem actividades semelhantes. Uma adega local esconde cofres de madeira que contêm garrafas de cava. Ao visitante é explicado o processo e as características do envelhecimento do vinho sob as águas do mar e depois passam pelo “batismo de mergulho” no Mediterrâneo.

Pela nossa parte, oferecemos-te algumas recomendações sem que tenhas de navegar grandes distâncias…apenas alguns clicks ; )

 TAGS:Botani 2014Botani 2014

Botani 2014: um vinhos branco da D.O. Sierras de Málaga vinificado com muscat of alexandria e moscatel de 2014.

 

 

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Nisia 2014: um vinhos branco da D.O. Rueda está elaborado com verdejo de 2014 e 14,5º de álcool.

Quanto tempo posso conservar o vinho branco?

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 Para conservar o vinho branco durante o maior tempo possível e saber qual o momento em que deve ser consumido, é importante conhecer algumas das características do vinho como a sua acidez e o nível de açúcar.

Os vinhos brancos, tal como os tintos, podem ser conservados durante vários anos, no entanto, é preciso ter em conta a sua natureza e qualidade para que obter um armazenamento ideal. Dependem da altura em que saem para o mercado e do seu envelhecimento. Quando aparecem no mercado no início do mês de Janeiro não devem ser guardados por mais de 1 ano/1 ano e meio. Os vinhos brancos jovens apresentados no mercado antes do Natal, devem ser consumidos antes do seguinte Verão e aqueles com envelhecimento em barril podem conservar-se durante 2 ou 3 anos.

Mas nem todos os vinhos brancos se conservam do mesmo modo. Para que atinjam a idade adequada devem cumprir vários critérios, incluindo a sua acidez, um factor chave. Quanto maior acidez possua um vinho, mais potencial de conservação terá.

Chablis, Muscadet e Sancerre são alguns dos exemplos de vinhos com acidez pronunciada e alguns deles podem ser saboreados com mais de 15 anos. Porém, a acidez não é tudo na obtenção da conservação, já que o processo de produção é complexo e passa por diversos níveis de qualidade.

Para além dos vinhos brancos ácidos, os vinhos brancos doces também se conservam bem. Suave, doce ou meio-seco, estes vinhos podem envelhecer facilmente 30 anos.

O Riesling, especialmente o de colheita tardia, é um vinho que envelhece bem, a sua acidez e açúcar atenuam-se progressivamente até atingir um resultado redondo e de sabor excepcional.

No geral, a temperatura ideal para o envelhecimento dos vinhos brancos situa-se entre 10 e 14ºc e determina o sucesso do armazenamento.

 TAGS:Redoma Branco 2014Redoma Branco 2014

Redoma Branco 2014 é um vinhos branco com D.O. Douro das adegas Niepoort está elaborado com uvas de 2014

 

 

 TAGS:Herdade Dos Grous Branco 2013Herdade Dos Grous Branco 2013

Herdade Dos Grous Branco 2013 é um vinhos branco com D.O. Alentejo das adegas Herdade dos Grous colhido em 2013.

 

 

Apaixona-te ou bebe vinho e sê feliz!

 TAGS:undefinedSegundo um estudo da Universidade de Neurociência de Birmingham, existem semelhanças entre o que sentimos ao consumir álcool e quando estamos apaixonados. Este estudo afirma que ao beber de mais adoptamos o mesmo comportamento de uma pessoa apaixonada e a responsável é a “hormona do amor”; a oxitocina.

A oxitocina funciona como um processo químico cerebral muito importante em várias das nossas acções que determinam a interacção social e as reacções emocionais.
Os investigadores deste estudo internacional concluíram que os aumentos químicos que se produzem nos comportamentos altruístas, generosos e empáticos inibem o medo, a ansiedade e o stress. Deste modo demonstramos maior disposição social para confiar nos outros.

É fácil concluir que, algum nível de álcool, assim como de oxitocina, influenciam o modo como tratamos os outros, já que a nossa percepção da possibilidade de confiar é maior.
Porém, os investigadores também advertiram que a sua postura é contrária à utilização desta hormona e do álcool como forma de ganhar confiança.

Na verdade, ainda que estas semelhanças tenham sido comprovadas, os investigadores do estudo não sustentam a possibilidade de utilizar a oxitocina socialmente e como uma alternativa ao álcool. No entanto, consideram que este é um neuroquímico fascinante e que, longe dos assuntos do coração, pode vir a ter utilização no tratamento de transtornos psicológicos e psiquiátricos.

Deste modo, o estudo reflete o facto de muitas pessoas modificarem o seu comportamento através da oxitocina, o que poderia proporcionar benefícios reais a quem sofre de determinadas doenças psicológicas. Os investigadores esperam que o estudo da universidade sirva para lançar alguma luz na análise de comportamentos e que possa vir a abrir vias neste campo, que até agora não tenham sido tomadas em consideração.

De todos os modos já sabemos que um copo de vinho traz muitos benefícios, por isso deixámos algumas recomendações para que passes bons momentos.

 TAGS:Rosae Arzuaga 2014Rosae Arzuaga 2014

Rosae Arzuaga 2014: Vinho rosé com Denominação de Origem Ribera del Duero. Casta Tempranillo de 2014. 

 

 

 TAGS:José Pariente Verdejo 2014José Pariente Verdejo 2014

José Pariente Verdejo 2014: Vinho branco com Denominação de Origem de Rueda. Casta Verdejo de 2014. 13.5º de graduação alcoólica.