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Dionísio: o deus do vinho e do teatro

Deus do êxtase, do vinho e da libertação dos sentidos. A figura de Dionísio, identificada pelos romanos como Baco, está intimamente ligada ao nascimento do teatro. O teatro, de facto, haverá nascido como uma celebração religiosa em honra do deus Dionísio, amante da dança e da música.

Fruto da relação extraconjugal entre Zeus e Sèmele, a bela filha do Rei de Tebas, Dionísio foi levado assim que nasceu para Nisa, uma montanha cuja localização ninguém conhecia, para escapar da vingança de Hera, esposa do soberano dos deuses. Aí viveu na companhia de Sileno, seu mestre, e de ninfas numa caverna coberta de videiras selvagens.

A descoberta do vinho

Dionísio era uma criança barulhenta e animada, – a palavra italiana “baccano” vem de “Bacco” – apaixonada por caçar e passear nos bosques e no campo. Extremamente intrigado por aquelas plantas que cresceram na natureza ao redor de sua caverna, o deus fez uma descoberta: o vinho. Um dia, de facto, apanhou um cacho de uvas, espremeu-o num copo dourado e obteve uma bebida alcoólica de cor vermelho púrpura. O néctar foi capaz de lhe fazer passar a fadiga e esquecer os seus problemas, dando-lhe uma sensação de euforia. O jovem também notou que quanto mais o vinho era deixado em descanso nas taças, mais a sensação de embriaguez aumentava: acabando assim por descobrir a fermentação.
Dionísio apresentou o vinho a todas as criaturas da floresta, Ninfas, Sátiros e Horas, que começaram a consumi-lo como bebida para as suas festas. O deus começou também uma viagem ao redor do mundo para tornar conhecida a toda a humanidade a sua preciosa descoberta, vivendo pelo caminho diversas aventuras, tendo constantemente que se proteger da ira de Hera.

O nascimento do teatro

Durante as festividades dionisíacas, celebradas no outono e na primavera, havia folia e cantavam-se canções – os ditirambos – que contavam os feitos e as aventuras do deus Dionísio. O ditirambo, uma antiga forma de poesia lírica coral grega, era inicialmente rude e vulgar, mas com o tempo tornou-se numa verdadeira forma de arte à qual se dedicaram muitos poetas. Além disso, a canção era frequentemente acompanhada de danças e rituais. Foi assim que começou o drama e, consequentemente, a história do teatro.

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Bafarela Grande Reserva 2015

Bafarela Grande Reserva 2015 é um vinho tinto com DO Douro com as melhores uvas de tinta roriz, touriga nacional e touriga franca de 2015. Vinho tinto classificado com 4 pontos em 5, segundo os utilizadores da Uvinum

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Herdade São Miguel Colheita Seleccionada 2016

Herdade São Miguel Colheita Seleccionada 2016é  um vinho tinto da DO Alentejo com o melhor da vindima de 2016 cuja graduação alcoólica é de 13º. Segundo os utilizadores da Uvinum, este tinto merece uma classificação de 4 pontos em 5.

O vinho ajuda a reduzir a mortalidade

O vinho ajuda a reduzir a mortalidade - Uvinum

As bondades do vinho são muitas: reduzem o colesterol e previnem o risco de sofrer doenças relativas ao coração. Um novo estudo indica também que pode reduzir a mortalidade. A investigação destaca que o vinho pode ajudar a reduzir a mortalidade no geral, sendo parte integrante de uma dieta anti-inflamatória.

Segundo um estudo efectuado pela Universidade de Ciências de Varsóvia (Polónia) e publicado no Journal of Internal Medicine, consumir alimentos e bebidas com propriedades anti-inflamatórias é realmente importante relativamente à redução do risco de morte.

Dieta anti-inflamatória

Os investigadores indicam que uma alimentação anti-inflamatória (verduras, frutas cereais, queijo, azeite virgem, nozes, chocolate, chá e café) é útil para a diminuição da mortalidade devida a qualquer causa. Assim, consumir uma quantidade de vinho moderada é benéfico para a saúde, especialmente a nível dos processos anti-inflamatórios. Também a dieta mediterrânica aconselha o consumo de muitos destes alimentos e especifica a ingestão de um copo de vinho tinto por dia.

alimentação anti-inflamatória vinho - Uvinum

Neste estudo, realizado na Suécia, foram analisadas quase 70.000 pessoas de ambos os sexos, entre 45 e 83 anos. Partindo do princípio de que o sistema imunológico desencadeia a inflamação quando o corpo enfrenta uma potencial ameaça, como um químico prejudicial ou um micróbio, este processo pode tornar-se problemático quando a inflamação se converte em estado predeterminado do corpo. Os investigadores detectaram, então, que aquelas pessoas com uma alimentação repleta de alimentos anti-inflamatórios tinham 18% menos de possibilidades de morte quando comparadas com aqueles que consumiram uma menor quantidade destes alimentos.

O estudo também concluiu que em relação aos fumadores, praticar uma alimentação anti-inflamatória aumentava as possibilidades de sobrevivência.

Outros benefícios do vinho

benefícios do vinho - Uvinum

  • Aumenta as endorfinas. Quando bebemos vinho libertamos endorfinas e temos sensação de relaxamento.
  • Antioxidantes. Os polifenóis das uvas proporcionam uma acção antioxidante, verdadeiramente importante, que desacelera o envelhecimento da pele; que se renova e aumenta a textura lisa.
  • Combate as infecções urinarias. Graças à sua quantidade de vitaminas e minerais e aos antioxidantes evita que as bactérias fiquem aderidas à bexiga ou aos rins, melhorando a função de filtragem e a depuração destes órgãos.

Entender o vinho branco meio-doce

Os vinhos brancos apresentam várias tipologias, dependendo do tipo de uva utilizada; o seu sabor e cor. Normalmente são classificados segundo a concentração de açúcar nos vinhos branco doce, meio-doce e seco. Vamos conhecer algumas das diferenças entre eles e aprofundar em relação ao vinho branco meio-doce.

Entender o vinho branco meio-doce - Uvinum

Como é o vinho branco meio-doce

A sua expansão e venda são significativamente crescentes, por essa razão é inevitável falar deste tipo de vinho, venerado por consumidores e especialistas no tema.
O vinho branco doce bebe-se, habitualmente, a muito baixa temperatura, já que é maioritariamente consumido no Verão e em épocas de maior calor. Para obter a classificação “doce” deve conter mais de 50g de açúcar por litro.

Quando ao vinho branco “seco”, possui menos de 5g de açúcar por litro de vinho, logo, é muito menos doce. Entre este tipo de vinho encontram-se o meio-doce, que possui entre 5 a 15g de açúcar por litro. Também se bebe frio, mas não tanto como o vinho doce, que deve conter aproximadamente de 30 a 50g de açúcar por litro.

Como é o vinho branco meio-doce - Uvinum

Elaboração do vinho branco meio-doce

Normalmente, é realizada uma maceração a baixas temperaturas para que o mosto fermente em frio e, mais tarde, a fermentação é interrompida com uma descida de temperatura para eliminar as leveduras e obter um vinho com açúcar residual. O resultado é um vinho sem muito açúcar, pouco doce, portanto, com várias notas de sabor e baixa acidez. A frescura e suavidade são algumas das suas principais características, o que o torna muito fácil de beber.

Como harmonizar

Como não se trata de um vinho doce, não pertence exclusivamente às sobremesas, podendo também ser combinado com entradas e pratos principais. O vinho branco meio-doce casa bem com todo o tipo de peixe, queijos secos, massas e saladas. O marisco também é uma boa escolha para acompanhar este branco.

O que precisa de saber sobre tendências e restaurantes

Não temos uma varinha mágica para conhecer aquilo que será a gastronomia mas, analisando as modas e aquilo que detectamos nos restaurantes, podemos ter uma ideia daquilo que virá a nível de tendências dos restaurantes. Vamos saber?

Tendências em restauração - Uvinum

Tendências em restauração

Apostar em produtos locais

É algo actual, e que continuaremos a ver nos próximos anos. O gosto por aquilo que é ecológico estende-se aos produtos da terra e da região, e se for de um produtor que conhecemos, ainda melhor. A alimentação saudável une-se à economia da zona.

Flexitarianismo

É uma tendência estabelecida pelos responsáveis da Feira Internacional de Restauração, Hotelaria e Alimentação – Sirha, celebrada em Lyon de 26 a 30 de Janeiro – e que segue quatro conceitos: consciência, bem-estar, territorialidade e experiência aumentada. Esta tendência alimentar integra a presença de vegetais e também de peixe fresco, baseando-se na saúde mas sem chegar a extremismos.

O que precisa de saber sobre tendências e restaurantes - Uvinum

Saúde

Une-se aos dois pontos anteriores. Já são muitos os sítios onde se oferece comida vegetariana e vegana paralelamente aos pratos tradicionais, já que assim o grupo que procura um restaurante pode encontrar uma diversidade saudável. Também no mundo do vinho esta tendência cresce através dos vinhos ecológicos e veganos.

Responsabilidade

Outra tendência estabelecida pela Sirha. Quando nos referimos a restauração, este conceito procura o modo como se produz, conserva, transporta e consome, sempre sem alterar o Meio Ambiente, optando por soluções ecológicas e sustentáveis.

Criar momentos

Há já tempo que os consumidores procuram mais do que um almoço ou jantar fora de casa. Aquilo que desejam é um verdadeiro ritual de emoções formado pelo produto, o menu e o ambiente. Um verdadeiro desafio para os donos dos restaurantes que necessitam criar lugares muito especiais.

Um site prático

Esta tendência explica a era digital em que vivemos. As reservas online e as entregas a domicílio já são algo quotidiano em que os restaurantes devem estar presentes para aumentar a sua facturação. Para isto é necessário poder contar com um site prático, em que as reservas e os pedidos possam ser feitos com apenas um click e através de um telemóvel.

Vinho sem desperdícios

Por vezes cometemos alguns erros ao beber vinho tinto. Tome nota:

Beber o vinho tinto a temperatura ambiente

Durante os meses mais quentes, o vinho tinto a temperatura ambiente pode torná-lo impossível de beber, mais ainda se a garrafa não foi guardada num local húmido. Quando temos sede e calor, o ideal é pôr o vinho no frigorífico (apenas por pouco tempo) ou deixar a garrafa arrefecer num balde com água fria. Deste modo mantém-se fresco sem chegar a gelar.

Os erros que cometemos ao beber vinho tinto no Verão

Demasiado frio directamente do frigorífico

É bom que esteja fresco, mas demasiado frio, o tinto perde o seu sabor e aroma. O excesso de frio estraga os vinhos, e por isso é completamente desaconselhado deixá-lo durante dias no frigorífico.

Encher demasiado o copo

Se enchermos completamente o copo, o vinho tinto aquece mais rapidamente. É preferível encher meio copo para não perder a qualidade do vinho.

Pegar no copo

É sempre melhor pegar no copo pelo pé para não aquecer o vinho através das mãos.

Guardar a garrafa a temperatura ambiente

Já especificamos que durante a época de calor as garrafas de vinho não devem estar a temperatura ambiente. Se não possui um local onde conservar as garrafas a baixa temperatura, é melhor guardá-las em pé e no frigorífico. Recorde que este vinho deve ser consumido rapidamente para não perder o sabor.

Como beber vinho tinto no Verão

A temperatura ideal

A Organização de Consumidores e Utilizadores, a OCU, recomenda 9 graus para o vinho tinto novo, 15ºC para os tintos envelhecidos e 17ºC, no máximo, para os reservas.

Pôr gelo no vinho

Se segue o nosso blog, já sabe perfeitamente que este é o maior dos erros. Os cubos de gelo no vinho libertam água que acaba por corromper o vinho. A única excepção, é a dos vinhos que foram elaborados para levar gelo.

Si conhece mais erros, partilhe-os connosco!

5 conselhos para harmonizar tapas e vinho

harmonizar tapas e vinho

Tomar tapas, um dos desportos favoritos dos nossos vizinhos espanhóis, já se tornou um hábito em Portugal. Bares e restaurantes enchem-se desses pequenos pratos, alguns deles bastante elaborados, para delicia de quem os procura. Porém, para muitos, talvez não seja tão claro saber qual o vinho que as deve acompanhar. Damos-lhe alguns conselhos para harmonizar tapas e vinho.

Vinhos brancos com peixe e tintos com carne; sim e não

Ainda que seja uma regra geral que sempre funciona quando optamos por tapas de peixe e vinho branco, a verdade é que nem sempre é assim. Quem diz que não se pode combinar chouriço com vinho branco ou croquetes de marisco com vinho tinto? Os gostos são muitos… Existem tintos novos e muito suaves que vale a pena conhecer e provar no Verão.

Tintos novos e envelhecidos

No caso das tapas de carne, há uma grande diversidade de *vinhos tintos* à escolha. E convém realçar que os tintos novos acompanham bem as carnes estufadas, enquanto que os tintos envelhecidos são os preferidos para unir às tapas de presunto e de enchidos.

O rosé é para o Verão

Mas também para o Inverno… Pouco a pouco vão-se ultrapassando os conceitos estabelecidos sobre tintos e brancos, estações do ano e harmonizações. Os vinhos rosé são frescos, vão bem com tapas de peixe um pouco gordurosos ou com massas.

Finos e manzanillas

São vinhos secos, brancos e envelhecidos, tradicionalmente bebidos em Espanha. Costumam ser bons companheiros das tapas e são especialmente usados no Sul. Tanto o fino como a manzanilla são tomados com fritos, pickles e azeitonas.

Brancos doces

Evidentemente que nem todos os brancos são iguais; mais ou menos secos, leves ou doces, todos podem ser combinados conforme o paladar. Os vinhos doces apetecem especialmente no Verão e devem ser bebidos bem frescos. Podem ser acompanhados por tábuas de queijos, ainda que os tintos também lhe disputem o lugar, sobretudo quando se trata de queijos intensos. Para os queijos mais leves, como o brie e o queijo azul recomenda-se os vinhos doces.

Truques para escolher vinhos naturais sem engano

vinhos naturais biodinâmicos

Escolher vinhos naturais biodinâmicos pode ser difícil. São conceitos recentes no nosso país, mas que em outros já são conhecidos há algum tempo. Trazemos-lhe alguns conselhos para facilitar a sua escolha de vinhos naturais.

Apostar por adegas que já levam tempo neste tipo de produção. Alguns produtores têm uma grande quantidade de vinhos completamente naturais. Para além de deliciosos, são fruto de anos de experiência, o que oferece mais garantia. O melhor de tudo é o seu sabor.

Visitar feiras de vinho natural e ecológico. Normalmente, aqui encontrará muitos entendedores que pode consultar sobre quais os vinhos para cada ocasião.
Comprar vinho em lojas especializadas. Também aqui, os responsáveis são os mais indicados para aconselhar.

Mais qualidade do que quantidade. Os vinhos naturais tendem a ser um pouco mais caros, como tal, pode optar por beber um pouco menos mas melhor.

Uvas autóctones. Uma das facetas importantes dos produtores naturais é que o seu trabalho preserva o nosso património vinícola; a prioridade das variedades de uvas autóctones sobre as variedades internacionais estandardizadas. O que significa que os vinhos orgânicos biodinâmicos e naturais tendem a proporcionar uma maior diversidade de sabores e constituem uma oportunidade única de provar vinhos elaborados com uvas autóctones. É bom recordar que este tipo de vinho sempre se elabora com a menor quantidade possível de conservantes.

Conhecer novos sabores e vinhos. Ao escolher vinhos naturais, sem dúvida que o factor determinante será o sabor, o que lhe permite conhecer de perto novos sabores, o que é uma vantagem quando procuramos este tipo de vinho.

Participar em provas. Sejam gratuitas ou não, as provas de vinhos naturais permitem conhecê-los e aprender, o que será de grande ajuda quando quiser escolher vinhos com estas características.

A forma do copo afecta (e muito) o sabor do vinho

Não é apenas uma questão estética. Entre todos os gadgets que fazem parte do mundo do vinho, o copo é um dos essenciais, já que afecta directamente o seu sabor. Os copos de vinho devem ser de qualidade e com uma forma específica, já que, este facto potencia o sabor da fruta e a acidez, assim como ajuda a equilibrar os vários sabores. Alguns estudos confirmam a importância do copo, como o estudo elaborado pelo Instituto de Biomateriais e Bioengenharia da Universidade Médica e Dental de Tokio, que indica que o modo como se evapora o etanol depende da estrutura do copo.

Tal como comunicou a CNN sobre este estudo, a cor vermelha detectada pela câmara olfactiva a evaporação de grandes concentrações de etanol em diferentes copos de vinho a 13º Celsius. Numa parte do estudo foram analisados três copos de vinho: um copo de vinho standard, um copo recto e um copo de Martini. A mesma quantidade de vinho foi servida nos três copos a 13º Celsius. As imagens revelaram que no bordo do copo se formava uma concentração de vapor em forma de aro, o que permite que se aprecie o vinho sem a interferência do cheiro do etanol.

Por outro lado, para além da forma de um copo, nas provas de vinho também se refere a importância da limpeza do copo. Se tem restos de detergente ou cheiro de plástico irá condicionar o sabor do vinho.

O paladar depende ainda da capacidade de volume e da abertura da forma do copo de vinho, que influencia a capacidade de potenciar mais ou menos aromas. Os especialistas afirmam que as provas de vinho dependem também de fatores subjectivos pessoais, da temperatura e das várias alterações que o vinho sofre em cada momento.

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Novo estudo revela mais benefícios do vinho tinto para o coração

Já existem diversos estudos comprovados que indicam que o vinho tinto é bom para o coração, mas agora surgiram novas evidências dos seus benefícios, e, desta vez fornecidas pelo Departamento de Ciências Biomédicas Comparadas de LSU, nos Estados Unidos. Aqui estão a desenvolver um novo stent que liberta antioxidantes do vinho tinto, lentamente ao longo do tempo, e que previne a coagulação do sangue e a inflamação.

Os responsáveis por este projecto explicam que, ao fornecer antioxidantes de vinho tinto durante a angioplastia convencional, é possível evitar uma excessiva acumulação de tecido e permitir que o vaso sanguíneo volte a estreitar à medida que cura.

Para além do stent, também estão a desenvolver um balão coberto pelos mesmos compostos para tratar bloqueios do fluxo sanguíneo em todo o corpo, relativamente à doença da artéria periférica.

Estes balões cobertos de fármacos são um produto relativamente novo e estão a ser desenvolvidos no intuito de ajudar os cardiologistas de intervenção a tratar as artérias dificilmente tratáveis através da angioplastia tradicional, e os tratamentos com endopróteses.

Tal como já foi referido, existem mais estudos que explicam as vantagens do vinho tinto na protecção do coração. Uma investigação publicada no JAMA Internal Medicine revela que o resveratrol não tinha relação com os índices de doenças cardíacas e com cancro. Também se demonstrou que as pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, independentemente do tipo de bebida, tendem a apresentar melhores resultados sanguíneos.

Por outro lado, um estudo recente publicado pelo Instituto Nacional de Investigação do Vinho na Austrália, indica que beber vinho com moderação reduz o risco de sofrer doenças cardíacas, já que as pessoas que bebem uma pequena quantidade regularmente (especialmente às refeições) têm 30% menos de probabilidades de sofrer doenças de coração.

 

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Domaine de Chevalier 2010

 

 

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Pêra Manca 2011

O vinho mais antigo do mundo: como é?

Os amantes do vinho não procuram apenas notícias para conhecer mais deste mundo, também se interessam pelas curiosidades. Por exemplo: soube-se há pouco tempo que o vinho mais antigo do mundo tem cerca de 8.000 anos. Parece ser que a primeira vinificação do mundo, encontrada nas escavações de Geórgia, data do período neolítico, por volta de 6000 a.C.

Os investigadores da Universidade de Toronto e do Museu Nacional de Georgia trabalharam a cerca de 50Km de Tbilisi, a capital georgiana, em dois sítios com vestígios do Neolítico: Gadachrili Gora e Shulaveris Gora. Foram encontrados restos de cerâmica utilizadas entre 6.000 e 4.500 a.C. Os responsáveis por esta investigação acreditam que estão perante o exemplo mais antigo da utilização da videira eurasiática, de crescimento espontâneo, na produção de vinho. Isto porque os jarros encontrados nas escavações foram submetidos a análise e no seu interior encontraram-se restos de ácido tartárico, o composto que permite identificar as uvas e o vinho.

As zonas da escavação, efectuada pela Universidade de Toronto e pela equipa do Museu Nacional da Geórgia, correspondem a duas aldeias datadas do Neolítico.

Os investigadores confirmam que a cerâmica era ideal para armazenar bebidas fermentadas e que foi criada durante o período do Neolítico. Esta equipa explicou também que beber e oferecer vinho era extremamente importante em muitos aspectos da vida da época, especialmente em actos religiosos e celebrações.

Para além de outras conclusões resultantes das análises dos achados, sabe-se agora que a Vitis vinifera abundava nestas regiões, que hoje em dia são grandes produtoras de vinho de alta qualidade, da Itália e do Sul de França.

 

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Papa Figos 2015

 

 

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Piorro Reserva Grande 2009