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De que modo o vinho afecta a sua alimentação?

 TAGS:undefinedA relação entre vinho e alimentação não está totalmente esclarecida. Por um lado temos a dieta mediterrânica, que aconselha o consumo de um ou dois copos de vinho às refeições e, por outro, está a quantidade de calorias derivada do álcool.

Os estudos sobre a dieta mediterrânica demonstraram que estes hábitos alimentares (e o consumo de vinho) possuem inúmeros benefícios para a saúde, incluída uma melhor saúde cardíaca e menor risco de diabetes tipo 2.

Em relação às calorias, alguns produtores fornecem informação nutricional nas suas etiquetas, apesar de ser difícil saber exactamente quantas calorias consumimos em cada gole.
Apesar dos diferentes hidratos de carbono que contêm, muitos vinhos cumprem os objectivos de baixo consumo de hidratos de carbono. Uma regra geral que nos pode ser útil refere-se à sabor doce do vinho; quanto mais doce for o vinho, maior será o conteúdo em hidratos de carbono. Normalmente, os vinhos tintos e brancos secos são excelentes opções para obter um baixo nível de hidratos de carbono.

Também há que ter em conta outro factor: o álcool interrompe os processo metabólicos, já que, ao ser uma toxina, o organismo não o armazena. Logo, o corp, dedica-se a analisar e a filtrar esta substância que não pode ser armazenada, priorizando este processo sobre toda a metabolização de outros nutrientes, o que significa que os hidratos de carbono consumidos são menos propensos a ser queimados e, o mais provável, é serem descompostos em açúcares, mais tarde armazenados como gorduras.

Porém, afirmar que o álcool engorda não é completamente correcto, a não ser que estejamos perante grandes quantidades. Os nutricionistas afirmam que aquilo que engorda são, possivelmente, os restantes alimentos que cada um ingere, que podem ser convertidos em gordura ao beber em demasia. Estes técnicos também indicam que ao beber álcool acompanhado de proteínas e vegetais, alimentos baixos em hidratos de carbono, é quase impossível sofrer um aumento de peso. Outros nutricionistas e médicos apontam que já foram efectuados muitos estudos sobre os componentes de uma vida saudável e que, um deles, diz respeito ao consumo moderado de álcool.

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Camolas Selection Reserva 2016

 

 

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Quinta de Arcossó Branco 2017

Como combinar vinho e carne?

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Sempre acompanhado pela moderação, comer carne e beber vinho é um prazer absoluto.

Carnes vermelhas e vinho tinto são sempre uma óptima união, mas é bom não esquecer que existem mais tipos de carne que podem ser combinados com outros vinhos. Por exemplo, no caso do bife tártaro, para além do tinto, o rosé também é uma boa opção. Embora um bom bife de acém mereça um tinto intenso e encorpado (de Tourigas, e inclusive Malbec e Cabernet sauvignon), também é preciso ter em conta os molhos utilizados.

As carnes de aves e frango são preferíveis com vinhos brancos ou tintos leves. São normalmente carnes bastante versáteis o que implica variedade de vinhos. A carne de pato, por exemplo, casa bem com um Syrah ou Cabernet sauvignon, uvas com sabor um pouco forte. A carne de caça, como a perdiz, faisão, coelho e lebre, gera uma boa combinação com tintos jovens.

Por outro lado, a carne de porco pode ser regada com muitos tipos de vinho; tinto, branco, rosé. Esta é uma carne mais suave e tenra que não precisa de vinhos fortes.
Quanto aos enchidos, se se trata de carne grelhada ou na brasa, quando acompanhada com morcelas e chouriços, é costume escolher vinhos tintos. E o cabrito? O tinto encorpado é o eleito para esta carne mais densa e saborosa.

Se optarmos por carnes assadas, cozinhadas lentamente, então o conselho dirige-se para vinhos mais densos como um Cabernet sauvignon, Syrah e Merlot. Não esquecendo os guisados de ossobuco, cuja combinação é perfeita (mais uma vez) com um Cabernet sauvignon.

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Juromenha Syrah Reserva 2014

 

 

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Quinta de Arcossó Bastardo 2015

O vinho na dieta mediterrânica

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Já são bem conhecidos os diversos benefícios que proporciona o seguimento da alimentação mediterrânica. Previne as doenças relacionadas com o coração, elimina o colesterol mau e fornece os nutrientes necessários ao desenvolvimento do organismo e dos processos mentais

O vinho está incluído nesta dieta, em qualquer das duas refeições principais, já que é uma bebida que oferece vários benefícios.

A Fundación Dieta Mediterránea reconhece que “o vinho é uma bebida a que tradicionalmente se associaram tanto efeitos bons como prejudiciais para a saúde. O factor que determina a inclinação da balança para um lado ou outro é o consumo diário e o tipo de alimentação seguido”.

“Os maiores benefícios são conseguidos quando o consumo é moderado e se encontra incluído num padrão dietético saudável como a dieta mediterrânica”, explica Ramón Estruch, um dos coordenadores do grupo de investigação Predimed, do Centro de Investigación Biomédica en Red Fisiopatología de la Obesidad y Nutrición (CIBERobn)

Assim, a importância do vinho nesta dieta é elevada. Quando falamos de consumo moderado, é necessário sublinhar que a quantidade máxima para os homens é de três copos por dia, e para as mulheres um copo e meio.

O catálogo e guia da Fundación Dieta Mediterránea indica que a água é a bebida do Mediterrâneo por excelência, logo é básica, enquanto que o vinho deve ser tomado com moderação e acompanhando as refeições. Ao ser um elemento tradicional nesta dieta, o vinho pode ter efeitos benéficos para a saúde, sempre que a moderação seja levada em conta. O ideal é que o vinho seja incluído num contexto alimentar com produtos de época, verduras, cereais, peixe, carnes vermelhas (moderadamente), fruta fresca e fruta seca, lácteos e azeite virgem.

É preciso não esquecer que esta alimentação deve ser acompanhada de exercício físico…

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O vinho sem dor de cabeça

 TAGS:undefinedAinda que não suceda a todos, após beber vinho, algumas pessoas sentem dor de cabeça, o que normalmente se deve a alergias provocadas pela histamina da fermentação da uva, algo que sucede cada vez mais em muitos vinhos.

Porém, agora há uma boa notícia: foi criado um vinho elaborado sem esta molécula, a histamina. Este vinho foi produzido através da investigação da Universidad Politécnica de Madrid (UPM) e da Universidad de Valencia, e teve uma grande repercussão, incluindo a sua publicação no International Journal of Food Microbiology.

O estudo assenta na base de que as bactérias seleccionadas conseguem deslocar, naturalmente, as comunidades de bactérias produtoras de histamina; aquilo que provoca a alergia. Deste modo, a fermentação não é gerada nesta composição.

Parece ser que a histamina provoca várias reacções alérgicas; redução de tensão arterial, pele vermelha e dor de cabeça, problemas que são habitualmente incómodos e levam muita gente a dizer “não” ao vinho.

Este vinho é realmente uma grande descoberta, já que a histamina é cada vez mais utilizada na elaboração de vinhos e talvez este estudo consiga provar que não é um componente tão necessário.

Os responsáveis pela investigação explicam que a redução dos níveis de histamina é benéfica a nível da segurança alimentar do vinho.

Sobre o estudo

A investigação teve início por volta de 2010, e para tal foram utilizados dois depósitos de características semelhantes. Enquanto que em um deles se elaborou a fermentação maloláctica, com estirpes de bactérias lácticas não produtoras de histamina, no outro depósito utilizaram-se os procedimentos habituais. Pouco a pouco verificou-se a produção do efeito biológico de deslocação das bactérias produtoras de aminas biógenas.

 

 

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Elpenor 2011

 

 

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Clama Reserva 2011

 

 

Harmonização de vinhos e queijos do mundo

 TAGS:undefinedDurante séculos, queijo e vinho, foram servidos para deleitar os paladares mais exigentes. Embora se possa dizer que estes dois sabores são totalmente opostos, é, precisamente, por essa razão que os dois casam tão bem; o sabor da proteína do queijo e a acidez do vinho podem chegar a formar um duo absolutamente perfeito. Hoje trazemos-lhe as melhores harmonizações, para que seja o juiz do seu próprio gosto.

Harmonizações com queijo Brie, Tomme e outros queijos cremosos
São suaves e cremosos e com uma casca completamente comestível. A sua textura amanteigada deixa vestígios de proteína na língua e, como tal, os melhores vinhos para o acompanhar são aqueles que “limpam”, ou seja; que reestruturam o paladar devido à sua acidez, carbonatação ou taninos.
Estes queijos, de sabores delicados são indicados para vinhos de sabor igualmente subtil ou ligeiramente frutado (vinho Chardonnay, vinho Pinot Noir, vinhos Espumantes, vinho Riesling Schiava seco, entre outros.)

Harmonizações com Chèvre e outros queijos de cabra
Os queijos de cabra são inconfundivelmente frescos e de sabores alternados, entre o azedo e o terroso, que dependem do tempo de cura. Estes sabores intensos são recomendáveis para vinhos encorpados, especialmente, aqueles que envelheceram em madeira de carvalho e que podem fornecer alguma oxidação ao processo. O Sauvignon Blanc, Chenin Blanc ou uma Mescla Bordeaux (Cabernet-Merlot) são boas opções.

Harmonizações com queijos suíços
São queijos duros ou semi-duros e de textura cremosa com sabores a noz e amêndoa. Fáceis de harmonizar com uma grande variedade de vinhos. Brancos com notas doces, ligeiramente amargos e de acidez média: Riesling, Pinot gris, Syrah, Madeira ou Porto.

Harmonizações com queijo “manchego” e outros queijos de ovelha
Queijos duros, na sua maioria, de Portugal e Espanha, extremamente versáteis para harmonizar, ou seja: será difícil errar na sua escolha. Experimente vinhos da Península Ibérica como Verdejo, Cava Rosé, Tempranillo, Vinho Verde, Grenache ou Alicante Bouschet.

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Barbeito 3 Years Dry

 

 

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Graham’s 10 Years

O vinho melhora os sintomas da diabetes

 TAGS:undefinedJá sabemos que o vinho oferece muitos benefícios à saúde. Entre eles, salienta-se a protecção do coração, a regeneração da pele e a redução do colesterol.

Já muitos estudos se fizeram nesta área, porém, as últimas conclusões trazem mais informação: o vinho melhora os sintomas da diabetes, uma doença relacionada com aquilo que ingerimos. E não apenas o dizemos nós, mas também os especialistas neste tema, como a Presidente do Congresso Internacional Wine and health (Vinho e Saúde), Rosa María Lamuela, que afirmou que alguns dos estudos efectuados indicam que um consumo moderado de vinho melhora o metabolismo da glucose e aumenta o colesterol benéfico (HDL) nos pacientes diabéticos.

Os polifenóis, presentes no vinho, fornecem diversos benefícios contra a diabetes, sempre que sejam acompanhados por uma alimentação equilibrada, rica em frutas e verduras, assim como um tipo de vida saudável e não sedentário.

O que se relaciona directamente com a dieta mediterrânica, uma das mais equilibradas, também ela defendida por Rosa María Lamuela. Este tipo de alimentação inclui o consumo moderado de vinho diariamente, que, entre outros, funciona como prevenção de doenças neurodegenerativas, possui propriedades prebióticas e favorece a presença de microflora intestinal.

O vinho é antioxidante e anti-inflamatório, o que traz consequências para a diabetes, melhorando os seus sintomas.

Entre as várias investigações realizadas nesta área, destaca-se a publicação da revista Annals of Internal Medicine, que demonstrou que as pessoas que bebem um copo de vinho branco todas as noites, melhoraram os seus níveis de triglicéridos, quando comparadas com aquelas que bebem água ou vinho tinto.

Esta investigação concluiu que os diabéticos que beberam um copo de vinho tinto por noite também apresentaram menos sintomas de síndrome metabólica (hipertensão, excesso de gordura abdominal, elevado nível de açúcar no sangue y níveis anómalos de colesterol) ao fim de dois anos.

 

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Juromenha Syrah Reserva 2013

Os países mais caros para comprar vinho

 TAGS:undefinedUma das coisas que mais nos chama a atenção quando viajamos é a diferença de preços dos produtos de consumo. É muito fácil encontrarmos surpresas em coisas tão simples como o transporte público, alguns alimentos e, claro, as bebidas alcoólicas no geral e o vinho em particular.

A empresa MoveHub fez recentemente um estudo do preço médio de uma garrafa de vinho em diferentes países do mundo, e elaborou um ranking dos países mais caros a partir de dados fornecidos pelo Wine Institute na Califórnia.
O resultado, reunido pelas estatísticas de países dos cinco continentes, apresenta uma clara tendência para encontrar os vinhos mais caros nos destinos turísticos de luxo, paraísos fiscais e países do Médio Oriente, ricos em petróleo. Na Europa, e de um modo geral, o vinho é mais acessível, à excepção da Islândia, onde o preço médio está em 19,42€; o terceiro país mais caro do mundo.
A seguir apresentamos-lhe uma lista – Top 3 – dos países onde pedir uma garrafa de vinho pode sair bastante caro:

1. Ilhas Marshall. Este arquipélago no meio do Oceano Pacífico ostenta o recorde de preço médio por garrafa; 21,78€. Tendo em conta que para chegar a estas ilhas é necessário atravessar, literalmente, meio mundo, pensamos que para os afortunados que o conseguem, esta provavelmente não é uma questão relevante.

2. Indonésia. Um pouco mais perto, mas não muito, este país insular situado entre o Sudeste Asiático e Oceânia encontra-se em segundo lugar, com 20,51€.

3. Islândia. Já se conhecia a fama do bacalhau da Islândia, porém, parece ser que acompanhá-lo de vinho sobe bastante o preço de uma refeição; uma garrafa tem um preço médio de 19,42 €.

Os restantes países, que se encontram nas 10 posições a nível mundial, são: Singapura com 19,36€, Jordânia 18,82€ , Catar, 18,31€, Ilhas Caimão, 17,80€, Maldivas, 17,49€, Emirados Árabes Unidos, 16,96€ e, para finalizar, Aruba, com 16,63€.

 

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Duorum 2013

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Os alimentos mais susceptíveis de fraude

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Lamentavelmente, a fraude de alimentos parece ser uma prática que se alargou a todo o mundo.

A substituição de ingredientes, por outros mais baratos e de inferior qualidade, afecta todo o tipo de alimentos, desde os produtos exclusivos, que ganharam popularidade nos últimos anos, até aos que fazem parte da nossa alimentação diária.

Apesar de a cada ano aumentarem as medidas de protecção a este tipo de práticas, os consumidores devem estar prevenidos para evitar enganos. Foi por esta razão que elaborámos uma lista com os alimentos mais propensos a ser manipulados de modo fraudulento.

Alimentos ecológicos: apesar do crescente interesse e consumo de que são alvo nos últimos anos, um estudo realizado nos Estados Unidos indica que 40% dos alimentos comercializados como sendo ecológicos, contêm pesticidas e outros vestígios de substâncias utilizadas no cultivo industrial.

Arroz: existem diferentes variedades, classificadas segundo a forma do grão, textura, cor, e, evidentemente, a sua qualidade. Este é um dos enganos mais habituais, o arroz de qualidade inferior vendido como sendo superior, tal como o caso do arroz para risotto comercializado no Reino Unido. Em alguns casos o grão é adulterado com resinas, o que é imperceptível até ser cozinhado.

Peixe: um dos alimentos com maior probabilidade de fraude. Entre os modos mais comuns de adulterar a apresentação do produto, destaca-se a alteração da data de pesca e as etiquetas enganosas, onde se substituem espécies de menor valor comercial por outras semelhantes, de maior valor.

Sumos de frutas: já não é segredo que os sumos de fruta são diluídos em água e contêm adoçantes e corantes, inclusive muitos daqueles que apresentam na etiqueta “100% natural” ou “concentrado”.

Lácteos: perante o crescente número de casos de fraude, muitos países promovem a integração de uma etiqueta indicadora da Denominação de Origem dos produtos lácteos. A adulteração mais comum consiste em misturar água e leite de menor qualidade, porém, nos últimos anos foram detectadas outras práticas que põem em risco a saúde dos consumidores.

Vinho: lamentavelmente a adulteração do vinho é mais habitual do que se pensa. Provavelmente, 70% do vinho vendido na China seja falso. Normalmente, a fraude refere-se a mistura de uvas de castas não indicadas no rótulo, ou mesmo a químicos adicionados em produtos vendidos como premium

 TAGS:Viña Ardanza Reserva 2007Viña Ardanza Reserva 2007

Viña Ardanza Reserva 2007: Eleito o “Melhor Vinho de Rioja” no prestigiado torneio de inglês Vinhos da Espanha.

 

 

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Roda Reserva 2010

Roda Reserva 2010, um vinhos tinto da DO Rioja Com garnacha negra, tempranillo, graciano e garnacha de 2010, teor alcoólico: 14º. 

Escolher vinho como um especialista

 TAGS:undefinedJá não há dúvidas de que os conhecimentos sobre vinho se converteram num requisito indispensável em qualquer tipo de reunião social. Desde um jantar íntimo num restaurante até aos encontros familiares em volta da mesa, todos já sentimos a pressão social de escolher o vinho adequado a cada ocasião.

Perante esta situação, muitos sentimos que devemos fingir uma certa sabedoria em relação ao mundo dos vinhos, e especialmente quando estamos à mesa de um restaurante com a carta de vinhos nas mãos. Por esta razão, a Uvinum pretende dar um valioso conselho para escolher vinho como o fazem os especialistas: escolha o vinho mais económico da carta. Não se trata de uma atitude sovina, mas sim de uma sugestão defendida por profissionais desta área, como o crítico gastronómico Jay Rainer, e os autores Madeline Puckett e Justin Hammack.

Porquê escolher a opção mais barata? Estes especialistas expõem as seguintes razões:

Não cair no snobismo

Os elevados preços de alguns vinhos são apenas uma consequência do snobismo. As Denominações de Origem e as variedades que ganharam fama provocam o aumento da procura, logo os preços aumentam. No entanto, nem sempre os vinhos mais caros são os mais apaixonantes e inovadores. Existem vinhos de regiões menos conhecidas com muito por descobrir.

Pensar global, consumir local

A mesma coisa acontece com os produtos estrangeiros, aos quais tendemos a atribuir prestigio pelo simples facto de virem de outro país. Os gastos de transporte e distribuição aumentam consideravelmente o preço dos vinhos, algo que normalmente é relacionado com a qualidade do produto. Por outro lado, os vinhos nacionais costumam ser uma opção mais económica e a sua qualidade é, muitas vezes, semelhante ou superior.

Aceitar recomendações

Por último, é sempre recomendável deixar-se aconselhar por um escanção ou outro técnico do mundo vinícola. É deste modo que poderá descobrir vinhos completamente desconhecidos. Como alternativa, antes de comprar vinho, também pode procurar informação em sites especializados como o da Uvinum.

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

 

 

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Messias Colheita 1966

As 6 uvas tintas mais utilizadas no vinho do Porto

 TAGS:undefinedApesar de existir vinho do Porto mono varietal, normalmente utiliza-se mais do que uma casta e até aproximadamente 30. Estas são as 6 principais castas tintas deste vinho secular.

1. Touriga Nacional: muito fértil e vigorosa, ainda que por vezes resulte em baixa produtividade, é uma das preferidas por muitos produtores para elaborar o Porto tinto. É utilizada também em vinhos de mesa e com excelentes resultados. Os seus bagos, pequenos e de casca grossa, dão origem a vinhos escuros, intensos e de guarda.

2. Touriga Franca: é a uva de colheita mais elevada no Douro, é similar à Touriga nacional, porém, não envelhece tão bem mas produz vinhos mais aromáticos e possui taninos firmes.

3. Tinta Roriz: casta de excelente qualidade, de grandes cachos e alta produtividade, é irmã da espanhola Tempranillo.

4. Tinta Barroca: casta da Região do Douro, produz vinhos redondos e aromáticos que ganham estrutura quando associados a castas com taninos mais firmes.

5. Tinto Cão: uma das mais antigas do Douro, esta uva tem uma elevada acidez e dá origem a vinhos encorpados e com um bom potencial de envelhecimento.

6. Tinta Amarela: no Alentejo é conhecida como Trincadeira. Os seus vinhos possuem um elevado teor alcoólico e acidez média. São muito aromáticos e envelhecem bastante bem.

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Ferreira Quinta do Porto 10 Years

 

 

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Messias Colheita 1966