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5 conselhos para harmonizar tapas e vinho

harmonizar tapas e vinho

Tomar tapas, um dos desportos favoritos dos nossos vizinhos espanhóis, já se tornou um hábito em Portugal. Bares e restaurantes enchem-se desses pequenos pratos, alguns deles bastante elaborados, para delicia de quem os procura. Porém, para muitos, talvez não seja tão claro saber qual o vinho que as deve acompanhar. Damos-lhe alguns conselhos para harmonizar tapas e vinho.

Vinhos brancos com peixe e tintos com carne; sim e não

Ainda que seja uma regra geral que sempre funciona quando optamos por tapas de peixe e vinho branco, a verdade é que nem sempre é assim. Quem diz que não se pode combinar chouriço com vinho branco ou croquetes de marisco com vinho tinto? Os gostos são muitos… Existem tintos novos e muito suaves que vale a pena conhecer e provar no Verão.

Tintos novos e envelhecidos

No caso das tapas de carne, há uma grande diversidade de *vinhos tintos* à escolha. E convém realçar que os tintos novos acompanham bem as carnes estufadas, enquanto que os tintos envelhecidos são os preferidos para unir às tapas de presunto e de enchidos.

O rosé é para o Verão

Mas também para o Inverno… Pouco a pouco vão-se ultrapassando os conceitos estabelecidos sobre tintos e brancos, estações do ano e harmonizações. Os vinhos rosé são frescos, vão bem com tapas de peixe um pouco gordurosos ou com massas.

Finos e manzanillas

São vinhos secos, brancos e envelhecidos, tradicionalmente bebidos em Espanha. Costumam ser bons companheiros das tapas e são especialmente usados no Sul. Tanto o fino como a manzanilla são tomados com fritos, pickles e azeitonas.

Brancos doces

Evidentemente que nem todos os brancos são iguais; mais ou menos secos, leves ou doces, todos podem ser combinados conforme o paladar. Os vinhos doces apetecem especialmente no Verão e devem ser bebidos bem frescos. Podem ser acompanhados por tábuas de queijos, ainda que os tintos também lhe disputem o lugar, sobretudo quando se trata de queijos intensos. Para os queijos mais leves, como o brie e o queijo azul recomenda-se os vinhos doces.

Truques para escolher vinhos naturais sem engano

vinhos naturais biodinâmicos

Escolher vinhos naturais biodinâmicos pode ser difícil. São conceitos recentes no nosso país, mas que em outros já são conhecidos há algum tempo. Trazemos-lhe alguns conselhos para facilitar a sua escolha de vinhos naturais.

Apostar por adegas que já levam tempo neste tipo de produção. Alguns produtores têm uma grande quantidade de vinhos completamente naturais. Para além de deliciosos, são fruto de anos de experiência, o que oferece mais garantia. O melhor de tudo é o seu sabor.

Visitar feiras de vinho natural e ecológico. Normalmente, aqui encontrará muitos entendedores que pode consultar sobre quais os vinhos para cada ocasião.
Comprar vinho em lojas especializadas. Também aqui, os responsáveis são os mais indicados para aconselhar.

Mais qualidade do que quantidade. Os vinhos naturais tendem a ser um pouco mais caros, como tal, pode optar por beber um pouco menos mas melhor.

Uvas autóctones. Uma das facetas importantes dos produtores naturais é que o seu trabalho preserva o nosso património vinícola; a prioridade das variedades de uvas autóctones sobre as variedades internacionais estandardizadas. O que significa que os vinhos orgânicos biodinâmicos e naturais tendem a proporcionar uma maior diversidade de sabores e constituem uma oportunidade única de provar vinhos elaborados com uvas autóctones. É bom recordar que este tipo de vinho sempre se elabora com a menor quantidade possível de conservantes.

Conhecer novos sabores e vinhos. Ao escolher vinhos naturais, sem dúvida que o factor determinante será o sabor, o que lhe permite conhecer de perto novos sabores, o que é uma vantagem quando procuramos este tipo de vinho.

Participar em provas. Sejam gratuitas ou não, as provas de vinhos naturais permitem conhecê-los e aprender, o que será de grande ajuda quando quiser escolher vinhos com estas características.

A forma do copo afecta (e muito) o sabor do vinho

Não é apenas uma questão estética. Entre todos os gadgets que fazem parte do mundo do vinho, o copo é um dos essenciais, já que afecta directamente o seu sabor. Os copos de vinho devem ser de qualidade e com uma forma específica, já que, este facto potencia o sabor da fruta e a acidez, assim como ajuda a equilibrar os vários sabores. Alguns estudos confirmam a importância do copo, como o estudo elaborado pelo Instituto de Biomateriais e Bioengenharia da Universidade Médica e Dental de Tokio, que indica que o modo como se evapora o etanol depende da estrutura do copo.

Tal como comunicou a CNN sobre este estudo, a cor vermelha detectada pela câmara olfactiva a evaporação de grandes concentrações de etanol em diferentes copos de vinho a 13º Celsius. Numa parte do estudo foram analisados três copos de vinho: um copo de vinho standard, um copo recto e um copo de Martini. A mesma quantidade de vinho foi servida nos três copos a 13º Celsius. As imagens revelaram que no bordo do copo se formava uma concentração de vapor em forma de aro, o que permite que se aprecie o vinho sem a interferência do cheiro do etanol.

Por outro lado, para além da forma de um copo, nas provas de vinho também se refere a importância da limpeza do copo. Se tem restos de detergente ou cheiro de plástico irá condicionar o sabor do vinho.

O paladar depende ainda da capacidade de volume e da abertura da forma do copo de vinho, que influencia a capacidade de potenciar mais ou menos aromas. Os especialistas afirmam que as provas de vinho dependem também de fatores subjectivos pessoais, da temperatura e das várias alterações que o vinho sofre em cada momento.

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Giona Magnum Pie Negro 900ml

 

Novo estudo revela mais benefícios do vinho tinto para o coração

Já existem diversos estudos comprovados que indicam que o vinho tinto é bom para o coração, mas agora surgiram novas evidências dos seus benefícios, e, desta vez fornecidas pelo Departamento de Ciências Biomédicas Comparadas de LSU, nos Estados Unidos. Aqui estão a desenvolver um novo stent que liberta antioxidantes do vinho tinto, lentamente ao longo do tempo, e que previne a coagulação do sangue e a inflamação.

Os responsáveis por este projecto explicam que, ao fornecer antioxidantes de vinho tinto durante a angioplastia convencional, é possível evitar uma excessiva acumulação de tecido e permitir que o vaso sanguíneo volte a estreitar à medida que cura.

Para além do stent, também estão a desenvolver um balão coberto pelos mesmos compostos para tratar bloqueios do fluxo sanguíneo em todo o corpo, relativamente à doença da artéria periférica.

Estes balões cobertos de fármacos são um produto relativamente novo e estão a ser desenvolvidos no intuito de ajudar os cardiologistas de intervenção a tratar as artérias dificilmente tratáveis através da angioplastia tradicional, e os tratamentos com endopróteses.

Tal como já foi referido, existem mais estudos que explicam as vantagens do vinho tinto na protecção do coração. Uma investigação publicada no JAMA Internal Medicine revela que o resveratrol não tinha relação com os índices de doenças cardíacas e com cancro. Também se demonstrou que as pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, independentemente do tipo de bebida, tendem a apresentar melhores resultados sanguíneos.

Por outro lado, um estudo recente publicado pelo Instituto Nacional de Investigação do Vinho na Austrália, indica que beber vinho com moderação reduz o risco de sofrer doenças cardíacas, já que as pessoas que bebem uma pequena quantidade regularmente (especialmente às refeições) têm 30% menos de probabilidades de sofrer doenças de coração.

 

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Domaine de Chevalier 2010

 

 

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Pêra Manca 2011

O vinho mais antigo do mundo: como é?

Os amantes do vinho não procuram apenas notícias para conhecer mais deste mundo, também se interessam pelas curiosidades. Por exemplo: soube-se há pouco tempo que o vinho mais antigo do mundo tem cerca de 8.000 anos. Parece ser que a primeira vinificação do mundo, encontrada nas escavações de Geórgia, data do período neolítico, por volta de 6000 a.C.

Os investigadores da Universidade de Toronto e do Museu Nacional de Georgia trabalharam a cerca de 50Km de Tbilisi, a capital georgiana, em dois sítios com vestígios do Neolítico: Gadachrili Gora e Shulaveris Gora. Foram encontrados restos de cerâmica utilizadas entre 6.000 e 4.500 a.C. Os responsáveis por esta investigação acreditam que estão perante o exemplo mais antigo da utilização da videira eurasiática, de crescimento espontâneo, na produção de vinho. Isto porque os jarros encontrados nas escavações foram submetidos a análise e no seu interior encontraram-se restos de ácido tartárico, o composto que permite identificar as uvas e o vinho.

As zonas da escavação, efectuada pela Universidade de Toronto e pela equipa do Museu Nacional da Geórgia, correspondem a duas aldeias datadas do Neolítico.

Os investigadores confirmam que a cerâmica era ideal para armazenar bebidas fermentadas e que foi criada durante o período do Neolítico. Esta equipa explicou também que beber e oferecer vinho era extremamente importante em muitos aspectos da vida da época, especialmente em actos religiosos e celebrações.

Para além de outras conclusões resultantes das análises dos achados, sabe-se agora que a Vitis vinifera abundava nestas regiões, que hoje em dia são grandes produtoras de vinho de alta qualidade, da Itália e do Sul de França.

 

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Papa Figos 2015

 

 

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Piorro Reserva Grande 2009

Restaurantes de Barcelona com vinhos ecológicos

Não há dúvida de que os vinhos ecológicos se impuseram em todo o tipo de bares. Ainda que se possa falar de diferentes denominações, quando nos referimos aos vinhos ecológicos falamos de um tipo de cultivo onde o limite de adição de sulforoso (dióxido de enxofre) é mais baixo e onde se exclui, o mais possível, a utilização de produtos químicos de síntese.

Hoje em dia,muitos restaurantes oferecem este tipo de vinhos, que têm cada vez mais procura. Aqui fica a nossa selecção de restaurantes com vinhos ecológicos em Barcelona, caso decida passar férias nesta cidade ou simplesmente esteja de passagem.

El Petit Celler
Mais do que um restaurante, o Petit Celler é uma verdadeira experiência para os sentidos. Dentro do mesmo espaço foi aberto o Tribut, um lugar onde pode provar (a copo) mais de 250 vinhos de grande qualidade. Há também um espaço dedicado ao vermute – La Vermutería – onde encontrará uma grande selecção desta bebida, tradicional em Espanha, com a vantagem de poder comprar as suas garrafas preferidas, também expostas para venda ao público. Em relaçõ a vinhos ecológicos, aquí pode encontrar uma boa representação.

La Dentellière
Situado no Bairro Gótico de Barcelona, o restaurante destaca-se pela qualidade dos seus produtos da zona (Km 0): ovos de Calaf, arroz do Delta do Ebro, e, evidentemente, uma excelente carta de vinhos com Denominação de Origem da Catalunha, apesar de também poder encontrar vinhos ecológicos de outras comunidades, como o Mureda, de DO Castilla La Mancha, branco e tinto.

Vistro49 Wine Bar e Cocktails – Ohla Barcelona
O hotel Ohla Barcelona possui vários espaços gastronómicos. Florian David, de ascendência francesa, foi escanção de Caelis durante mais de dois anos e é agora o responsável do Vistro49. Na sua vasta carta podem encontrar-se vinhos ecológicos de adegas pouco conhecidas com produções semelhantes a pequenas pérolas. Claro está que também conta com uma enorme lista de conhecidos vinhos e cavas.

La llavor del orígens (a semente das origens)
Conta com dois restaurantes Em dois interessantes bairros de Barcelona: o Bairro de Grácia e o Bairro do Born. Ambos aplicam a política de utilização de produtos da zona (Km 0). Na sua carta de vinhos pode encontrar alguns ecológicos, como o Bouquet d’Alella, com DO Alella, elaborado com a casta Pansa blanca, de Alella.

 

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Fonseca Terra Prima Reserva

 

 

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Quinta da Caldeirinha Syrah Bio 2013

De que modo o vinho afecta a sua alimentação?

 TAGS:undefinedA relação entre vinho e alimentação não está totalmente esclarecida. Por um lado temos a dieta mediterrânica, que aconselha o consumo de um ou dois copos de vinho às refeições e, por outro, está a quantidade de calorias derivada do álcool.

Os estudos sobre a dieta mediterrânica demonstraram que estes hábitos alimentares (e o consumo de vinho) possuem inúmeros benefícios para a saúde, incluída uma melhor saúde cardíaca e menor risco de diabetes tipo 2.

Em relação às calorias, alguns produtores fornecem informação nutricional nas suas etiquetas, apesar de ser difícil saber exactamente quantas calorias consumimos em cada gole.
Apesar dos diferentes hidratos de carbono que contêm, muitos vinhos cumprem os objectivos de baixo consumo de hidratos de carbono. Uma regra geral que nos pode ser útil refere-se à sabor doce do vinho; quanto mais doce for o vinho, maior será o conteúdo em hidratos de carbono. Normalmente, os vinhos tintos e brancos secos são excelentes opções para obter um baixo nível de hidratos de carbono.

Também há que ter em conta outro factor: o álcool interrompe os processo metabólicos, já que, ao ser uma toxina, o organismo não o armazena. Logo, o corp, dedica-se a analisar e a filtrar esta substância que não pode ser armazenada, priorizando este processo sobre toda a metabolização de outros nutrientes, o que significa que os hidratos de carbono consumidos são menos propensos a ser queimados e, o mais provável, é serem descompostos em açúcares, mais tarde armazenados como gorduras.

Porém, afirmar que o álcool engorda não é completamente correcto, a não ser que estejamos perante grandes quantidades. Os nutricionistas afirmam que aquilo que engorda são, possivelmente, os restantes alimentos que cada um ingere, que podem ser convertidos em gordura ao beber em demasia. Estes técnicos também indicam que ao beber álcool acompanhado de proteínas e vegetais, alimentos baixos em hidratos de carbono, é quase impossível sofrer um aumento de peso. Outros nutricionistas e médicos apontam que já foram efectuados muitos estudos sobre os componentes de uma vida saudável e que, um deles, diz respeito ao consumo moderado de álcool.

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Camolas Selection Reserva 2016

 

 

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Quinta de Arcossó Branco 2017

Como combinar vinho e carne?

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Sempre acompanhado pela moderação, comer carne e beber vinho é um prazer absoluto.

Carnes vermelhas e vinho tinto são sempre uma óptima união, mas é bom não esquecer que existem mais tipos de carne que podem ser combinados com outros vinhos. Por exemplo, no caso do bife tártaro, para além do tinto, o rosé também é uma boa opção. Embora um bom bife de acém mereça um tinto intenso e encorpado (de Tourigas, e inclusive Malbec e Cabernet sauvignon), também é preciso ter em conta os molhos utilizados.

As carnes de aves e frango são preferíveis com vinhos brancos ou tintos leves. São normalmente carnes bastante versáteis o que implica variedade de vinhos. A carne de pato, por exemplo, casa bem com um Syrah ou Cabernet sauvignon, uvas com sabor um pouco forte. A carne de caça, como a perdiz, faisão, coelho e lebre, gera uma boa combinação com tintos jovens.

Por outro lado, a carne de porco pode ser regada com muitos tipos de vinho; tinto, branco, rosé. Esta é uma carne mais suave e tenra que não precisa de vinhos fortes.
Quanto aos enchidos, se se trata de carne grelhada ou na brasa, quando acompanhada com morcelas e chouriços, é costume escolher vinhos tintos. E o cabrito? O tinto encorpado é o eleito para esta carne mais densa e saborosa.

Se optarmos por carnes assadas, cozinhadas lentamente, então o conselho dirige-se para vinhos mais densos como um Cabernet sauvignon, Syrah e Merlot. Não esquecendo os guisados de ossobuco, cuja combinação é perfeita (mais uma vez) com um Cabernet sauvignon.

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Juromenha Syrah Reserva 2014

 

 

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Quinta de Arcossó Bastardo 2015

O vinho na dieta mediterrânica

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Já são bem conhecidos os diversos benefícios que proporciona o seguimento da alimentação mediterrânica. Previne as doenças relacionadas com o coração, elimina o colesterol mau e fornece os nutrientes necessários ao desenvolvimento do organismo e dos processos mentais

O vinho está incluído nesta dieta, em qualquer das duas refeições principais, já que é uma bebida que oferece vários benefícios.

A Fundación Dieta Mediterránea reconhece que “o vinho é uma bebida a que tradicionalmente se associaram tanto efeitos bons como prejudiciais para a saúde. O factor que determina a inclinação da balança para um lado ou outro é o consumo diário e o tipo de alimentação seguido”.

“Os maiores benefícios são conseguidos quando o consumo é moderado e se encontra incluído num padrão dietético saudável como a dieta mediterrânica”, explica Ramón Estruch, um dos coordenadores do grupo de investigação Predimed, do Centro de Investigación Biomédica en Red Fisiopatología de la Obesidad y Nutrición (CIBERobn)

Assim, a importância do vinho nesta dieta é elevada. Quando falamos de consumo moderado, é necessário sublinhar que a quantidade máxima para os homens é de três copos por dia, e para as mulheres um copo e meio.

O catálogo e guia da Fundación Dieta Mediterránea indica que a água é a bebida do Mediterrâneo por excelência, logo é básica, enquanto que o vinho deve ser tomado com moderação e acompanhando as refeições. Ao ser um elemento tradicional nesta dieta, o vinho pode ter efeitos benéficos para a saúde, sempre que a moderação seja levada em conta. O ideal é que o vinho seja incluído num contexto alimentar com produtos de época, verduras, cereais, peixe, carnes vermelhas (moderadamente), fruta fresca e fruta seca, lácteos e azeite virgem.

É preciso não esquecer que esta alimentação deve ser acompanhada de exercício físico…

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M:O.B Dão 2011

 

 

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Monte da Penha Grand Reserva 2005

 

 

O vinho sem dor de cabeça

 TAGS:undefinedAinda que não suceda a todos, após beber vinho, algumas pessoas sentem dor de cabeça, o que normalmente se deve a alergias provocadas pela histamina da fermentação da uva, algo que sucede cada vez mais em muitos vinhos.

Porém, agora há uma boa notícia: foi criado um vinho elaborado sem esta molécula, a histamina. Este vinho foi produzido através da investigação da Universidad Politécnica de Madrid (UPM) e da Universidad de Valencia, e teve uma grande repercussão, incluindo a sua publicação no International Journal of Food Microbiology.

O estudo assenta na base de que as bactérias seleccionadas conseguem deslocar, naturalmente, as comunidades de bactérias produtoras de histamina; aquilo que provoca a alergia. Deste modo, a fermentação não é gerada nesta composição.

Parece ser que a histamina provoca várias reacções alérgicas; redução de tensão arterial, pele vermelha e dor de cabeça, problemas que são habitualmente incómodos e levam muita gente a dizer “não” ao vinho.

Este vinho é realmente uma grande descoberta, já que a histamina é cada vez mais utilizada na elaboração de vinhos e talvez este estudo consiga provar que não é um componente tão necessário.

Os responsáveis pela investigação explicam que a redução dos níveis de histamina é benéfica a nível da segurança alimentar do vinho.

Sobre o estudo

A investigação teve início por volta de 2010, e para tal foram utilizados dois depósitos de características semelhantes. Enquanto que em um deles se elaborou a fermentação maloláctica, com estirpes de bactérias lácticas não produtoras de histamina, no outro depósito utilizaram-se os procedimentos habituais. Pouco a pouco verificou-se a produção do efeito biológico de deslocação das bactérias produtoras de aminas biógenas.

 

 

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