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As 6 uvas tintas mais utilizadas no vinho do Porto

 TAGS:undefinedApesar de existir vinho do Porto mono varietal, normalmente utiliza-se mais do que uma casta e até aproximadamente 30. Estas são as 6 principais castas tintas deste vinho secular.

1. Touriga Nacional: muito fértil e vigorosa, ainda que por vezes resulte em baixa produtividade, é uma das preferidas por muitos produtores para elaborar o Porto tinto. É utilizada também em vinhos de mesa e com excelentes resultados. Os seus bagos, pequenos e de casca grossa, dão origem a vinhos escuros, intensos e de guarda.

2. Touriga Franca: é a uva de colheita mais elevada no Douro, é similar à Touriga nacional, porém, não envelhece tão bem mas produz vinhos mais aromáticos e possui taninos firmes.

3. Tinta Roriz: casta de excelente qualidade, de grandes cachos e alta produtividade, é irmã da espanhola Tempranillo.

4. Tinta Barroca: casta da Região do Douro, produz vinhos redondos e aromáticos que ganham estrutura quando associados a castas com taninos mais firmes.

5. Tinto Cão: uma das mais antigas do Douro, esta uva tem uma elevada acidez e dá origem a vinhos encorpados e com um bom potencial de envelhecimento.

6. Tinta Amarela: no Alentejo é conhecida como Trincadeira. Os seus vinhos possuem um elevado teor alcoólico e acidez média. São muito aromáticos e envelhecem bastante bem.

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Ferreira Quinta do Porto 10 Years

 

 

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Messias Colheita 1966

Ginásio e vinho?

 TAGS:undefinedHá aproximadamente dois anos, o investigador Jason Dyck, da Universidade de Alberta, no Canadá, publicou um estudo sobre a relação existente entre a actividade física e um elemento encontrado em vários alimentos, nomeadamente nas uvas, chamado resveratrol.

Para surpresa de muitos, incluindo os investigadores, os resultados indicaram que o resveratrol gera efeitos semelhantes àqueles que se observam após um treino intenso. Jason Dyck afirma que este elemento pode contribuir para melhorar o desempenho físico, e também ajudar as pessoas que padecem problemas cardiovasculares, cansaço excessivo, e outros factores que impeçam uma actividade física intensa.

Apesar da veracidade do estudo, muitas pessoas, sobretudo nas redes sociais, se convenceram que beber vinho é a melhor alternativa a transpirar no ginásio, e isto é algo absolutamente falso.

Jason Dyck efectuou várias entrevistas no sentido de esclarecer esta confusa informação: “Em primeiro lugar, a actividade física jamais poderá ser substituída por qualquer substância e é necessária para manter uma vida saudável.

Mas nem tudo são más notícias. Jason prosseguiu a sua investigação e concluiu que o resveratrol poderia ser utilizado como um aditivo para incrementar o desempenho do exercício físico. Também referiu aquilo que já todos sabemos: um copo de vinho por dia traz benefícios à saúde, tais como a redução do colesterol “mau”e a prevenção de vários tipos de cancro, entre muitos outros.

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Herdade da Bombeira 2012

 

 

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Uvas para cada pão

 TAGS:undefinedAinda que pão e vinho seja um duo bem conhecido de todos, harmonizá-los talvez seja uma tarefa complexa para muitos. Para os combinar é necessário provar e só depois então, escolher seguindo o nosso paladar.

Hoje deixámos aqui algumas das nossas opções preferidas para que proves antes de começar a experimentar as tuas alternativas.

Champanhe e brioche:
O brioche é conhecido por ser um pão de textura suave ao paladar e de crosta estaladiça, por outro lado, o champanhe tem fama graças às suas borbulhas. Em relação a sabores; o adocicado do pão equilibra-se com a acidez do champanhe. Se te apetecer podes juntar um pouco de salmão ao pão.

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: Um espumante com Denominação de Origem de Champagne. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir e com 12.50º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Grigio e Baguete:
O sabor delicado da baguete permite combiná-la com vinho branco. Para acompanhar, recomenda-se queijos de sabor suave.

 

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Domaine Léon Boesch é o produtor deste Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008. Um vinho branco com Denominação de Origem da Alsácia, elaborado com Pinot Gris de 2008.

 

 

Vinho rosé e Focaccia:
A focaccia é um pão de textura suave e sabor forte. Pode ser muito bem acompanhado com vinho rosé, de sabor ácido e servido frio.

 

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Miraval Rosé 2014: Um vinho rosé com Denominação de Origem de Côtes De Provence, das adegas Château Miraval e elaborado com Cinsault e Syrah de 2013 e13º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Noir e pão de centeio:
O pão de centeio, de sabor amargo e forte e crosta dura, combina bastante bem com um Pinot Noir de intensos aromas frutados e toques de chocolate.

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Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013: Um vinho tinto elaborado com Pinot Noir de 2011 e 14º graduação alcoólica.

 

 

Riesling e pão doce de frutas:
Se os doces são da tua preferência vais apreciar este pão de frutas, de preferência acompanhado por um Riesling bem frio, de notas doces e indicado para acompanhar sobremesas.

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Vi de Glass Riesling 375ml 2011: Vinho doce do Penedés – Catalunha, com as melhores uvas de Riesling e Muscat de 2010.

 

Uvas tintas, uma questão de taninos

 TAGS:E continuamos a falar de uvas! Neste caso, aqui ficam as uvas tintas internacionais mais famosas e sugestivas…

Cabernet Franc

Reconhecida pela sua elegância e aromafloral, a uva Cabernet Franc é prima da Cabernet Sauvignon e é extensamente cultivada em Bordeaux. No Uruguai, é utilizada para conferir delicadeza, a uma base de Cabernet Sauvignon e Tannat. Sem a mistura de outras castas, esta uva produz um vinho leve e suave.

Cabernet Sauvignon

Esta é a cepa mais expandida no mundo e quando alcança o estado ótimo de maturação assemelha-se ao cassis (groselha negra), enquanto que sem amadurecer completamente, revela notas vegetais como de pimenta verde e de enlatados ou cozidos como a azeitonas pretas. Na representatividade da Cabernet Sauvignon, os peritos encontram notas de especiarias tipo pimenta preta ou vermelha e identificam a sua cor com a ausência de brilho, enquanto que as suas tonalidades passam dos violetas, quando jovem, a cor-de-tijolo com o passar dos anos.

Merlot

Framboesa e ameixas secas são os sabores que os provadores utilizam para descrever esta fruta. Demasiado amadurecida, proporciona notas de chocolate amargo e as violetas são as flores escolhidas para caracterizar o seu perfume. Esta uva é uma parte essencial das grandes misturas francesas e é fundamental nos vinhos com reconhecimento como o Petrus. Em garrafas jovens predominam os aromas de frutas vermelhas e por essa razão é incluída em rosés.

Pinot Noir

Diz-se que é a culminação de todos os produtores e a preferida de qualquer provador. Com uma resistência nula a geadas, chuvas e calor, esta variedade tem uma maturação complicada. Apesar da baixa intensidade de cor, dada a reduzida quantidade de antocianina, e a sua difícil preservação, resultado da escassa presença de taninos, a Pinot Noir, oferece vinhos novos frutados e robustos néctares envelhecidos. Os seus aromas e sabores são frequentemente associados a amoras e cerejas, com odores de relva cortada, chá preto e couro.

Syrah ou Shiraz

Framboesas e amoras frescas, ameixas secas e marmelada, pimenta preta, couro e inclusive alcatrão, são as descrições utilizadas para identificar esta variedade típica de França, que hoje em dia se pode encontrar na sua melhor forma na Austrália.

Tannat

Reconhecida no Rio de la Plata como casta emblemática, esta variedade possui folhas verde escuras, de tamanho médio e o seu fruto é violeta carregado, quase negro. Em vinhos novos é associada a framboesas, marmelada e figos, que se transforma num intenso aroma de couro, com adstringência marcada, resultado da elevada percentagem de taninos.

Tinta Roriz

A uva Tinta Roriz, também chamada Tempranillo ou Tinta del país, é a chave da maioria dos vinhos portugueses e espanhóis. Não é habitual encontrar esta casta em vinhos monovarietais fora de Portugal e Espanha, porque apesar de produzir um vinho de cor intensa, a sua acidez é extremamente baixa e é pobre em taninos.

Malbec

Denominada ?Côt? ou ?Côt Noire? em França, pode ser reconhecida pela sua cor intensa, quase negra. Adotada pelos argentinos como casta tinta emblemática, esta variedade pode ser convertida tanto em vinho novo de guarda prolongada, como em rosé e sempre revela aromas semelhantes ao da cereja, groselha negra e perfume de violetas. Na vinificação tinta também oferece notas de especiarias como a do anis ou do alcaçuz.