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Novo estudo revela mais benefícios do vinho tinto para o coração

Já existem diversos estudos comprovados que indicam que o vinho tinto é bom para o coração, mas agora surgiram novas evidências dos seus benefícios, e, desta vez fornecidas pelo Departamento de Ciências Biomédicas Comparadas de LSU, nos Estados Unidos. Aqui estão a desenvolver um novo stent que liberta antioxidantes do vinho tinto, lentamente ao longo do tempo, e que previne a coagulação do sangue e a inflamação.

Os responsáveis por este projecto explicam que, ao fornecer antioxidantes de vinho tinto durante a angioplastia convencional, é possível evitar uma excessiva acumulação de tecido e permitir que o vaso sanguíneo volte a estreitar à medida que cura.

Para além do stent, também estão a desenvolver um balão coberto pelos mesmos compostos para tratar bloqueios do fluxo sanguíneo em todo o corpo, relativamente à doença da artéria periférica.

Estes balões cobertos de fármacos são um produto relativamente novo e estão a ser desenvolvidos no intuito de ajudar os cardiologistas de intervenção a tratar as artérias dificilmente tratáveis através da angioplastia tradicional, e os tratamentos com endopróteses.

Tal como já foi referido, existem mais estudos que explicam as vantagens do vinho tinto na protecção do coração. Uma investigação publicada no JAMA Internal Medicine revela que o resveratrol não tinha relação com os índices de doenças cardíacas e com cancro. Também se demonstrou que as pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, independentemente do tipo de bebida, tendem a apresentar melhores resultados sanguíneos.

Por outro lado, um estudo recente publicado pelo Instituto Nacional de Investigação do Vinho na Austrália, indica que beber vinho com moderação reduz o risco de sofrer doenças cardíacas, já que as pessoas que bebem uma pequena quantidade regularmente (especialmente às refeições) têm 30% menos de probabilidades de sofrer doenças de coração.

 

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Domaine de Chevalier 2010

 

 

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Pêra Manca 2011

4 conselhos para ter uma vida saudável com vinho

De vez em quando voltam a aparecer novos estudos sobre os benefícios do vinho para a saúde, e pouco depois surge um outro estudo que enumera as doenças relacionadas com o consumo de vinho.

No lado dos benefícios de tomar um copo de vinho diariamente: redução do colesterol, tensão alta e diabetes, do outro lado: possível desenvolvimento de cancro e problemas de fígado. Perante esta perspectiva é natural que se pergunte se pode ter uma vida saudável bebendo vinho. A resposta é sim. O vinho contém substâncias que se sabe serem benéficas para a saúde, de modo que: é recomendável beber um copo de vinho por dia.

4 conselhos para uma vida saudável bebendo vinho

O consumo moderado de vinho não tem por que ser nocivo para a saúde, mais ainda, pode ser inclusive benéfico se for incluído num estilo de vida com hábitos saudáveis.

1 – Seguir uma dieta saudável e equilibrada: o hábito mais importante para manter um estilo de vida saudável. Frutas e vegetais com maior presença e sem esquecer a fibra. Existem muitos vinhos cuja harmonização é feita com saladas e guisados. A carne e o peixe são importantes na alimentação mas é necessário escolher peças magras e reduzir a ingestão de gorduras animais.
2 – Ter uma vida activa. O desporto deve ser praticado regularmente, já que também contribui para manter a saúde. Não é necessário que seja uma actividade intensiva e extenuante, mas sim que seja praticada com frequência.
3 – Redução de stress. Tão importante como a alimentação e o desporto é o facto de relaxar e evitar o stress. Uma boa forma de o fazer? Reunir-se com amigos de vez em quando, acompanhados de uma boa garrafa de vinho.
4 – Beber vinho responsavelmente. O vinho pode fazer parte de uma vida equilibrada e saudável, pode ser, inclusive, a desculpa perfeita para um encontro com amigos ou para uma boa refeição em boa companhia. A quantidade diária recomendada é de 125ml, e nunca com o estômago vazio.

De modo que parece que sim, que é possível ter uma vida saudável bebendo vinho. E já agora, contrariamente ao que se diz; vinho branco e vinho tinto possuem exactamente os mesmos benefícios para a saúde.

 

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Principal Grande Reserva 2009

O vinho melhora as nossas capacidades

Há sempre algo novo para ler sobre o álcool e os seus possíveis benefícios na saúde. A referência central destes textos é praticamente invariável: a necessidade de beber com moderação e nunca, nunca, beber e conduzir. E é evidente que a Uvinum apoia a 100% toda a prevenção feita neste sentido.

Não obstante, alguns estudos mais recentes têm uma abordagem positiva sobre o consumo moderado de álcool.

A Ciência já demonstrou os benefícios da dieta mediterrânica, como tal, não vamos entrar novamente nesse tema, mas sim revelar o que descobrimos em cinco estudos que indicam o álcool como possível responsável de melhorar as suas capacidades.

A capacidade da dança
No passado mês de Dezembro o The Times publicou os resultados de um estudo elaborado pelo Professor David Nutt, no qual se afirma “seis copos melhoram grandemente a pontuação num jogo de dança de Xbox”. A quantidade referida diz respeito a cerca de uma garrafa de vinho. Por outro lado, parece ser que a dita qualidade, recém adquirida, desaparece para lá das seis bebidas.

A capacidade de falar outras línguas
Segundo um estudo publicado no Journal of Psychopharmacology e realizado pelo King’s College e as universidades de Liverpool e Maastricht, um copo de álcool tem um impacto positivo no desempenho das línguas , segundo os observadores. Logo, na próxima vez que for de férias e faça uma rota do vinho francês ou do vinho italiano, não duvide em beber um pouco de vinho nas tertúlias com a população local.

A capacidade de resolver problemas
Um estudo realizado pela Professora Jennifer Wiley, da Universidade de Illinois, indica que dois copos de vinho ou cerveja podem melhorar, inclusive em rapidez, a capacidade de solucionar enigmas. No entanto, é bom esclarecer que o álcool aumenta a criatividade com a qual resolvemos um problema, porém a capacidade analítica diminui.

O sentido do olfacto
O Instituto de Ciências de Israel demonstrou através de um estudo que, dois copos de álcool para as mulheres, e três para os homens, podem melhorar a sua capacidade olfactiva. Por outras palavras; torna-se mais fácil identificar uma grande variedade de cheiros quando bebemos um pouco. Mas, tal como sucede com outras “habilidades”, esta vantagem desaparece quando se bebe mais do que moderadamente.

Socializar
Segundo um artigo publicado pelo Psychological Science, beber mais do que um copo pode melhor a nossa capacidade de socializar. O álcool parece facilitar a participação em discussões, para além do facto de nos fazer sorrir mais, o que facilita a formação do vínculo social. O que não significa que os shots de vodka estabeleçam relações saudáveis…

 

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Duorum 2013

O que se come nos 5 países mais saudáveis do mundo?

 TAGS:undefinedUm estudo, recentemente publicado pela revista britânica de saúde The Lancet, dá a conhecer o estado actual da saúde em 188 países. O estudo foi elaborado a partir de dados obtidos nos últimos 25 anos, em relação a salubridade, doenças e riscos de infeções, de diferentes territórios, e dirigido aos factores sócio-económicos de cada região. Assim, foi elaborado um ranking dos países mais saudáveis do mundo: Islândia, Singapura, Suécia, Andorra e Reino Unido.

Os especialistas garantem que para além do elevado índice de factores como o rendimento médio por habitante, o nível da Educação ou a fertilidade, este resultado deve-se aos bons hábitos alimentares nestes países. Esta opinião foi corroborada por vários nutricionistas que estudaram as característica da dieta habitual dos países em questão.

Aqui ficam os resultados da análise dos hábitos alimentares nos 5 países mais saudáveis do mundo, segundo a investigação realizada pela publicação Business Insider:

5. Reino Unido:
Já passou a fase em que a gastronomia britânica era baseada em alimentos processados e os fritos do British Breakfast ou do Fish&Chips. A população substituiu esta dieta e passou aos produtos locais, segundo a época, cultivados de modo orgânico, e na qual abundam os vegetais ricos em vitamina C e fibra, os nabos e as couves de Bruxelas.

4. Andorra:
Andorra é o segundo maior consumidor de vinho no mundo, um facto que parece estar relacionado com a saúde deste pequeno país europeu. Vários estudos demonstraram os diversos benefícios para a saúde, fornecidos pelo consumo de vinho tinto, que contém antioxidantes e ajudam a prevenir as doenças cardiovasculares, como o colesterol elevado e os acidentes vasculares cerebrais.

3. Suécia:
A dieta diária deste país escandinavo é composta por muitos alimentos fermentados que facilitam uma boa digestão. Entre os saborosos pratos locais encontra-se o filmjölk, uma espécie de iogurte que habitualmente está presente em todos os pequenos-almoços.

2. Singapura:
A cozinha tradicional de Singapura caracteriza-se pela elevada utilização de especiarias como gengibre e curcuma. Para além de ser imprescindíveis nos típicos pratos de caril, estas substâncias têm propriedades altamente benéficas para a saúde: são anti-inflamatórias, anti-enjoo, e ajudam a melhorar a circulação sanguínea.

1. Islândia:
O peixe tem um papel fundamental na vida deste país escandinavo, já que faz parte da base da sua economia e alimentação.
O salmão e o arenque são as espécies mais consumidas nesta ilha, “carnes” estas que possuem e fornecem Ómega 3. O seu prato típico chama-se Harðfiskur, um peixe seco que é servido com pão de cereais integrais feito a carvão.

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Cadão 2012

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Estudos: vinho, olfacto e memória

 TAGS:undefinedUma investigação desenvolvida em Las Vegas concluiu que escanções e provadores de vinho possuem zonas do cérebro mais desenvolvidas do que as outras pessoas. O estudo indica que estas zonas estão directamente relacionadas com a memória, e que podem diminuir as possibilidades do aparecimento de doenças como o Alzheimer.

A chave deste descobrimento está no olfacto. Devido à sua profissão, os especialistas do vinho têm este sentido mais desenvolvido do que o habitual. O seu trabalho ao longo dos anos tem consequências no nível de percepção aromática e no exercício de determinadas áreas cerebrais. Deste modo, o estudo conclui que ao exercitar o sentido do olfacto, o trabalho desempenhado pela memória também se desenvolve, o que pode constituir uma prevenção do Alzheimer.

A investigação foi levada a cabo por Sarah Banks, neuropsicóloga do Centro de Saúde Mental de Cleveland, e pretendia responder à pergunta: “Porque é que os especialistas provadores de vinho, podem detectar aromas e sabores que as restantes pessoas não identificam?”

Para o estudo foram efectuados scanners da actividade cerebral de 13 escanções e 13 amantes de vinho quando expostos a aromas de vinho e fruta. Na conclusão foi comprovado o facto de que os especialistas conseguem detectar cheiros não percebidos pelos outros participantes. Porém, o maior descobrimento foi o de localizar as zonas do cérebro, que são exercitadas quando o sentido do olfacto entra em acção, entre estas zonas encontram-se precisamente aquelas que são susceptíveis de sofrer doenças relacionadas com a memória.

“Esta é uma boa notícia para os escanções, já que, possivelmente, possuem alguma protecção contra o Alzheimer”, afirmou a Dra. Banks numa recente entrevista com a cadeia de televisão americana CBS. Ainda que neste momento seja apenas uma conjectura, a neuropsicóloga indica que esta é uma informação que permite continuar a investigar a memória, e, por consequência, obter respostas a nível de prevenção e tratamento das doenças que a podem afectar.

Definitivamente, vale a pena cheirar cada copo de vinho antes de o beber, seja para saborear uma experiência dos sentidos ou melhorar a nossa memória.

 

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Palato do Côa Reserva Branco 2014

 

 

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Quinta de Roriz Reserva 2010

Estudos: o álcool e a fertilidade

 TAGS:undefinedA infertilidade é um dos problemas que mais causa dores de cabeça aos casais, principalmente quando os dados revelam que este transtorno afecta quase 25% das pessoas que desejam ter filhos no mundo ocidental.

Um estudo efectuado pelo Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, revelou que um dos factores de maior responsabilidade na concepção é o consumo excessivo de álcool. Segundo os investigadores, um consumo semanal de 14 unidades de álcool reduz a fertilidade nas mulheres.
Já se sabe que o álcool é interdito durante a gravidez, pois pode ser extremamente prejudicial para o desenvolvimento do feto, porém, os dados deste estudo afirmam que também é conveniente evitá-lo na fase prévia à concepção do bebé.
No entanto, e ainda que possa ser surpreendente, o estudo também conclui que um consumo moderado, menos de 8 unidades semanais, não tem qualquer influência na capacidade de procriar.
A verdade é que é aconselhável evitar o álcool durante a concepção, já que pode suceder que se encontre em gestação e ainda não tenha conhecimento do seu estado.

O estudo em questão decorreu durante um ano e contou com a participação de mais de 6.000 mulheres dinamarquesas, entre 21 e 45 anos, registando o seu consumo de álcool, ciclos menstruais, frequência de relações sexuais, e ainda o consumo de tabaco.
Foram constituídos cinco grupos de estudo, em função da quantidade de álcool consumida pelas participantes.
As conclusões indicam que o grupo que consumiu 14 ou mais unidades de álcool por semana, atingiu 12% na taxa de gestação, enquanto que os grupos de menor consumo alcançaram 17% na mesma taxa.

 

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Emilio Moro 2014

 

 

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Quinta da Leda 2011

Dez conselhos para seguir uma dieta depois do Natal

 TAGS:undefinedDepois das festas, muitos somos atacados pela necessidade de eliminar alguns quilos de peso e voltar a estar em forma

Hoje, partilhamos dez conselhos para conseguir alcançar esta meta!

1. Beber água: a água hidrata o corpo e satisfaz, por esta razão deve ser convertido num hábito diário.

2. Estabelecer um objetivo:elaborar um plano com os quilos que pretende perder, dividido em etapas e com metas graduais.

3. Cair na tentação: sim! Cada 21 refeições, coma um gelado, um pastel, ou qualquer outro mimo, não é necessário ser demasiado rígido, e, por outro lado, assim garante a continuação do plano, que não é abandonado por não ser cumprido à risca.

4. Ganhar à ansiedade: conte até 10, lentamente, sempre que sentir ânsia. Está comprovado que funciona; os estados de ansiedade duram aproximadamente 10 minutos e ao contar até 10 este tempo reduz-se.

5. Comer 5x por dia: fazer a digestão ajuda a queimar calorias. Se comer várias vezes por dia, em pequenas quantidades, a sua digestão é mais fácil, ganha mais energia, queima calorias e perde peso.

6. Rever a semana: analisar o menu da semana que passou, ajuda a rever erros, combinações adequados dos alimentos, e a estabelecer um equilíbrio nutricional.

7. Avançar gradualmente: obter bons resultados pouco a pouco é melhor para o funcionamento do organismo, que não sofre alterações bruscas, e para a mente, que reforça a vontade.

8. Evitar molhos: substituir os molhos, industriais e caseiros, por outro tipo de condimentos: limão, ervas aromáticas, vinagre ou iogurte magro.

9. Reduzir o jantar: diminuir a quantidade de comida ao jantar pode ajudar a perder 500 calorias por dia.

10.Beber com moderação: um ou dois copos de vinho por dia, ou uma cerveja, proporcionam vários benefícios para a saúde, mas convém não abusar. É bom reduzir o nível de álcool durante a primeira etapa da dieta, especialmente se não fizer muito exercício, já que o nível de calorias das bebidas alcoólicas pode chegar a ser superior ao de uma refeição.

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Porca de Murça 2014

 

 

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Bafarela Reserva 2013

Estudos: a dieta mediterrânica e a memória

 TAGS:undefinedJá todos sabemos que os benefícios da dieta mediterrânica são muitos e variados. Para além da fruta, azeite virgem, peixe e alguma carne, esta dieta recomenda vinho, mais concretamente, um copo por dia.

Recentemente surgiram novos benefícios relativamente a esta dieta. O Centre for Human Psychopharmacology Swinburne University of Technology Melbourne, na Austrália, realizou um estudo que demonstra uma melhoria da memória com a dieta mediterrânica. Parece ser que este tipo de alimentação influi sobre os processos cognitivos de todo o tipo de pessoas e em relação a qualquer país, não apenas nas regiões do Mediterrâneo.

Outra das conclusões do estudo, indica que os benefícios da dieta não são apenas relativos às pessoas idosas, mas sim a todos os grupos etários da população. Como tal, a dieta mediterrânica é recomendada para crianças e adultos.

Os investigadores acreditam que potenciar esta dieta é realmente uma boa aposta, e com grande importância para os tratamentos e estudos de demência, já que se está a verificar um envelhecimento progressivo da população.

Segundo a Fundación Dieta Mediterránea: “esta alimentação é uma valiosa herança cultural, que representa muito mais do que uma simples pauta nutricional, rica e saudável”.

Ou seja, que é um verdadeiro estilo de vida baseado no equilíbrio dos recursos alimentares, na recompilação de receitas e formas de cozinhar, nas celebrações, tradições a nível de produtos e actividades

Recapitulemos os alimentos chave: fruta, cereais, verdura, água, ovos, peixe, frutos secos, leguminosas. Alimentos sempre da época do ano, condimentos naturais e ervas aromáticas.

Para além do estudo descrito e da memória, a dieta mediterrânica previne o aparecimento de doenças cardiovasculares, intervém nos níveis de colesterol, e reduz o risco de padecer diabetes.

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Photo: micagoto

Estudos: o vinho e os casais

 TAGS:undefinedSendo moderado, o consumo de álcool pode trazer grandes benefícios, seja a nível de saúde, como de qualidade de vida de um modo geral, o que, evidentemente, inclui as relações emocionais, sexuais, e a vida a dois.

Um novo estudo, organizado pela Universidade de Michigan, nos EUA, concluiu algo surpreendente em relação aos hábitos de consumo e os casais. Segundo esta análise, os casais com mais de 50 anos e com hábitos semelhantes em relação ao consumo de álcool (partidários ou abstémios) tendem a apresentar mais “sintomas de felicidade”, em comparação com os casais de diferentes hábitos.

Um dos dados revelados por este estudo (e com o seu peso), é que as esposas (amantes, namoradas ou qualquer outra definição que desejem) que se manifestaram insatisfeitas com as suas relações, consumiam álcool, porém sem que o seu companheiro o fizesse.
Segundo o estudo: “As esposas com hábitos de consumo de álcool afirmaram que a qualidade da relação era melhor quando os seus companheiros tinham o seu mesmo hábito, por outro lado, o resultado foi inverso, nos casos em que “eles” não bebiam”.

A Dra. Kira Birditt foi a autora desta análise aplicada a 2.767 casais, entre os anos 2006 e 2016. Todos os participantes foram entrevistados pelos estudiosos e submetidos a um questionário sobre os seus hábitos de consumo: qual a frequência de consumo, qual a quantidade ingerida, etc. Estes casais responderam também a um inquérito sobre o seu casamento ou relação, qualidade da mesma, e aspectos menos agradáveis do outro; demasiado crítico, pouco fiável, e mesmo irritante. O tempo médio de relação destes casais é de 33 anos, e pelo menos ? de esta amostra, viviam com o seu primeiro e único companheiro.

Se deseja saber mais sobre este estudo, click aqui. E recorde sempre: o consumo de álcool em excesso pode ser realmente grave para a saúde.

 

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El Novio Perfecto 2015

 

 

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Vinho para deixar a dependência ao álcool

 TAGS:undefinedAté hoje, o princípio fundamental para ultrapassar a dependência do álcool sempre foi a abstinência total. Porém, em Ottawa, no Canadá, um centro de acolhimento a pessoas sem abrigo está a realiza um programa de recuperação que inclui o vinho como parte do processo de desintoxicação.

 O programa, recentemente divulgado pela publicação francesa sciencepost.fr e pelo site do canal britânico BBC –www.bbc.com – chama-se Managed Alcohol Program (programa de regulação de álcool, MAP na sigla em inglês), e nasceu em 2001 pela mão de duas ONG’s – a Shepherds of Good Hope e a Ottawa Inner City Healthy.

Em termos gerais, o programa consistiu em fornecer aos 50 participantes (aproximadamente) uma quantidade de 140ml de vinho branco cada hora e meia (entre as 7:30h e as 21:30h), com o objectivo de reduzir o consumo num ambiente controlado.

 Tal como afirma um dos directores do Hospital de Ottawa, o Dr. Jeff Turnbull: “a criação do programa teve origem na ideia de que, se conseguíssemos estabilizar toda a loucura das suas vidas e todas as consequências derivadas da procura de álcool, talvez pudéssemos melhorar a sua saúde mental, reduzir a dependência e as doenças físicas implicadas”.

O MAP começou em 2001, num albergue para pessoas sem abrigo, em 2010 mudou-se para o centro Oaks, uma residência permanente que realiza assistência e tratamento a pessoas que viveram na rua. Ainda que o início do projecto não fosse fácil, e realmente é um programa controverso, os seus responsáveis garantem que, através dele a cidade poupou “milhares de dólares”, já que “se reduziram as chamadas de emergência, serviços hospitalares de urgência, polícia e serviços médicos”.

Para o Dr. Turnbull, o ideal seria que todos os indivíduos pudessem seguir a abstinência. No entanto, nem sempre é possível ou viável, e como tal, o centro trata de lhes proporcionar “estabilidade” e estes indivíduos “ sentem-se bem e têm um razoável nível de vida”.