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Harmonizar com vinho do Porto

 TAGS:undefinedOs vinhos do Porto são sinónimo de qualidade. Fazem parte dos vinhos mais conhecidos na Europa e podem ser combinados em numerosas ocasiões com diferentes pratos. São excelentes para eventos e cocktails, já que podem ser usados com todo o tipo de aperitivos. Com salmão fumado ou tâmaras, saladas e petiscos, também os Portos brancos são extremamente recomendáveis sendo servidos bem frios!

Para massas e peixe, o branco continua a ser o melhor. Por outro lado, os pratos de carnes, patês e especiarias pedem o acompanhamento de um Porto tawny, envelhecido em madeira.

Evidentemente que também os queijos são perfeitos para acompanhar um Porto, especialmente durante uma prova de queijos que inclua queijos curados, alguns azuis e, mesmo, Roquefort.

Em relação a sobremesas, o cheesecake é bastante aconselhável, e se pretende o toque doce e algo amargo do chocolate preto, escolha um Porto jovem e frutado. E os vinhos do Porto também se escolhem depois das refeições: café+um tawny de 20 anos, e, se apetecer um charuto, tenha em conta um porto vintage.

Quando nos referimos a vinhos vintage, é importante salientar que estes são vinhos de colheitas submetidas a envelhecimento de dois anos em barril de madeira e, como tal, são grandes vinhos para harmonizar tanto com carnes como chocolate.

O late bottle vintage é elaborado à semelhança do vintage, mas tendo mais tempo em barril.

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Sandeman Ruby: Vinho do Porto com Tinta barroca, Touriga franca, Tinta cão, Tinta amarela, Tinta roriz y Touriga nacional. Graduação alcoólica de 19.5º. 

 

 

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Ferreira Tawny: Vinho do Porto com Denominação de Origem. a partir de las variedades Tinta barroca, Touriga franca, Tinta amarela, Tinta cão, Bastardo, Tinta roriz,Touriga nacional.19.50º de graduação alcoólica. 

As 6 uvas tintas mais utilizadas no vinho do Porto

 TAGS:undefinedApesar de existir vinho do Porto mono varietal, normalmente utiliza-se mais do que uma casta e até aproximadamente 30. Estas são as 6 principais castas tintas deste vinho secular.

1. Touriga Nacional: muito fértil e vigorosa, ainda que por vezes resulte em baixa produtividade, é uma das preferidas por muitos produtores para elaborar o Porto tinto. É utilizada também em vinhos de mesa e com excelentes resultados. Os seus bagos, pequenos e de casca grossa, dão origem a vinhos escuros, intensos e de guarda.

2. Touriga Franca: é a uva de colheita mais elevada no Douro, é similar à Touriga nacional, porém, não envelhece tão bem mas produz vinhos mais aromáticos e possui taninos firmes.

3. Tinta Roriz: casta de excelente qualidade, de grandes cachos e alta produtividade, é irmã da espanhola Tempranillo.

4. Tinta Barroca: casta da Região do Douro, produz vinhos redondos e aromáticos que ganham estrutura quando associados a castas com taninos mais firmes.

5. Tinto Cão: uma das mais antigas do Douro, esta uva tem uma elevada acidez e dá origem a vinhos encorpados e com um bom potencial de envelhecimento.

6. Tinta Amarela: no Alentejo é conhecida como Trincadeira. Os seus vinhos possuem um elevado teor alcoólico e acidez média. São muito aromáticos e envelhecem bastante bem.

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Ferreira Quinta do Porto 10 Years

 

 

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Messias Colheita 1966

Alguns truques para harmonizar sobremesas

 TAGS:undefinedCombinar vinho e sobremesa é uma das melhores opções para conseguir um bom contraste de sabores. Toma nota dos nossos conselhos e elabora as melhores combinações para servir um final de refeição fantástico aos teus convidados ou fazer a experiência num bom restaurante.

Tartes e pastéis: Vinhos doces como o Sauternes de Nourdeaux, vão bastante bem com sobremesas à base de fruta fresca e nozes, do mesmo modo que o rosé meio-seco e o espumante harmonizam bem com sobremesas com cremes.

Sobremesas de chocolate: Muitas sobremesas com chocolate podem ser acompanhadas por vinho branco doce, licores ou vinho doce natural. O *Porto* é a opção por excelência para evitar qualquer tipo de risco de má combinação.

Licores e aguardentes: São bastante utilizados na preparação de bolos e biscoitos ou em caldas e por vezes gelados. Como por exemplo: A aguardente Poire Williams com pêra; Marasquino com cerejas; Grand Marnier com laranja e conhaque e brandy com chocolate. Nestes casos recomendamos que o licor servido seja o mesmo da preparação da sobremesa.

Fruta cristalizada: Tais como: figos, passas, tâmaras e alperces, combinam bastante bem com Porto, moscatel velho ou vinhos do tipo Pedro Ximénez.

Frutos secos: Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, pinhões e amendoins harmonizam com vinhos generosos de sabor marcado e persistente.

Fruta vermelha e preta: cereja, framboesa, morango e abrunho vão bem com tintos novos, de cor arroxeada. 

Cítricos: Com vinhos doces de notas cítricas intensas, como o moscatel velho.

É bom lembrar que: ao harmonizar é importante ter em conta o equilíbrio entre os aromas das frutas e os dos vinhos, assim como a cor, que deve ser semelhante.

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Pedro Ximenez Reserva de Familia 50cl: um vinhos doce com D.O. Málaga das variedades pedro ximénez e possui um grau alcoólico de 17.00º. 

 

 

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Ferreira Dona Antonia Reserva:  um vinhos generoso com D.O. Porto cujo coupage contém tinta çao e port e com 20.00º de teor de álcool. F

 

 

2 sobremesas para adoçar a tua Primavera

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Não há nada tão bom como saborear o momento da sobremesa com os teus convidados e esta Primavera é uma ocasião excelente para fazer estas duas tartes.

Tarte Primavera de kiwi

A tarte de kiwi, rico em vitamina C e em fibra, é uma opção saudável e deliciosa.

Ingredientes:

  • 1 placa de massa folhada
  • 6 kiwis
  • 1 pacote de queijo-creme
  • 4 colheres de leite condensado
  • 1 pacote de brilho de tartes ou gelatina neutra

Elaboração:

  1. Forrar uma travessa com papel de forno e e colocar a massa folhada.
  2. Picar a massa folhada com um garfo e espalhar grão-de-bico por cima de modo a evitar que a massa inche ao cozer.
  3. Leva ao forno a 180°c durante 15 minutos.
  4. Para o recheio, descascar e cortar metade dos kiwis e triturar em copo misturador.
  5. Misturar o kiwi triturado, o queijo e o leite condensado num recipiente. Mexer até obter um creme.
  6. Deixar a massa folhada arrefecer e depois deitar-lhe o creme de kiwi e decorar com rodelas descascadas dos kiwis restantes.
  7. Juntar o brilho de tartes ou a gelatina neutra previamente preparada segundo as suas indicações.

Tarte de queijo e cerejas

Esta tarte é ideal para a Primavera e para 4 pessoas.

Ingredientes:

  • 1 pouco de margarina sem sal
  • 1 pacote de bolacha napolitana
  • 50ml de leite condensado
  • 1 pouco de cerejas secas
  • 3 ovos
  • 150ml de nata para bater
  • 250g de queijo fresco sem sal

Elaboração:

  1. Triturar 1 pacote de bolacha napolitana e misturar com a margarina sem sal até formar uma pasta para cobrir uma forma de forno.
  2.  Arrefecer a massa no frigorífico enquanto se termina o recheio.
  3. Juntar 250g de queijo fresco sem sal, 3 ovos, 50ml de leite condensado e 150ml de nata para bater num copo misturador. Misturar bem os ingredientes.
  4. Deitar este creme na massa fria e polvilhar com cerejas secas.
  5. Levar ao forno a 180°c até dourar e depois retirar.

Bom apetite para estas deliciosas sobremesas!

 

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Ferreira Vintage 2000

 

 

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Ferreira Branco

 

 

Imagem: Uvinum e Manuel  

As sobremesas mais doces com vinho

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As sobremesas com vinho são geralmente uma opção excelente para saborear num fim-de-semana depois de uma boa refeição entre amigos ou em qualquer outro dia se és dos que não resistem a doces.

Hoje, partilhamos 2 receitas de sobremesas feitas com um pouco de vinho e temos a certeza de que vais gostar.

Peras com vinho e leite-creme

Esta sobremesa pode ser preparada em aproximadamente uma hora, é a quantidade ideal para 3 pessoas e tem um nível médio de dificuldade.

Ingredientes:

  • 3 peras
  • 750ml de vinho tinto
  • A casca de um limão
  • A casca de uma laranja
  • Canela
  • 200g de açúcar

Para o leite-creme:

  • 750ml de leite
  • 3 gemas de ovo
  • 3 colheres de açúcar
  • A casca de um limão
  • 1 colherzinha de farinha maizena
  • 1 vagem de baunilha
  • Canela a gosto

Preparação:

  1. Preparar as peras, começando por dissolver o açúcar numa panela quente. Juntar as cascas de limão e de laranja e um pouco de canela.
  2. Descascar as peras e cozinhar durante 45 minutos a fogo lento na panela com os ingredientes anteriores.
  3. Para preparar o leite-creme deitar o leite, a casca de limão, 2 colheres de açúcar e a baunilha numa panela e cozinhar até ferver.
  4. Bater as gemas, a maizena e uma colher de açúcar. Quando o leite ferver, juntar, em colheradas, as gemas batidas e continuar a misturar. Deitar a mistura na panela do leite, e a lume brando, mexer continuamente até espessar. Passar por um coador no final.
  5. Servir as peras em base de leite-creme.

Bolo de chocolate e vinho tinto

Existem poucas coisas tão boas como uma fatia de bolo e um copo de vinho depois de um longo dia de trabalho. Faz um bolo em uma hora e meia. Depois, senta-te e saborea.

Ingredientes:

  • 180ml de vinho tinto
  • 180g de açúcar
  • 3 colheres de cacau puro em pó
  • 180g de manteiga
  • 120g de farinha
  • 2 colherzinhas de fermento
  • 4 ovos a temperatura ambiente
  • 1 colher de farinha de maizena
  • 1 colherzinha de manteiga

Elaboração:

  1. Untar uma forma com um pouco de manteiga. Aquecer o vinho, o cacau e o açúcar numa panela pequena e reservar.
  2. Aquecer o forno a 170ºc com calor acima e abaixo. Bater as claras e reservar as gemas.
  3. Misturar as gemas com a maizena e a mistura de vinho já referida. Aquecer a mistura até espessar.
  4. Reservar 150ml desta mistura para a cobertura. Juntar a farinha, o fermento e as claras com a mistura restante. Deitar na forma e levar ao forno durante 40 minutos.
  5. Retirar do forno e cobrir com a mistura anteriormente reservada.

E para acompanhar estas sobremesas, nada melhor que uma das nossas recomendações.

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Ferreira Vintage 2000 das adegas Ferreira: um vinhos generoso de D.O. Porto realizado com tinta Roriz e touriga Nacional da colheita 2000 e 20.50º de álcool. 

 

 

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Moët & Chandon Ice Impérial  é um vinhos espumante com D.O. Champagne das adegas Moët & Chandon com pinot Noir e pinot Meunier e tem um grau alcoólico de 12º.

 

 

*Imagem: Julia Khusainova (flickr)

A origem do vinho do Porto

 TAGS:A Grã-Bretanha não trouxe a fama apenas ao chá e ao whisky. Apesar de praticamente não produzir vinho, deu grandes contributos ao desenvolvimento da vitivinicultura mundial: foi quem descobriu o vinho Porto. A história desta bebida portuguesa começa vários séculos antes, porém, foi no séc. XVII que os ingleses o impuseram ao resto do mundo. A Grã-Bretanha estava em guerra com França, o que obrigou a Coroa a decretar o embargo dos produtos provenientes desse país. Foi ao empreender a busca de vinhos de qualidade, para substituir os vinhos gauleses, que os seus súbditos depararam com aquela bebida diferente, de graduação alcoólica superior ao habitual e um sabor seco ou doce, que surpreendia os mais exigentes.

O seu segredo residia em adicionar vários litros de brandy por barril durante a fermentação, de forma a conservar uma parte do açúcar natural da uva.

O interesse que o Porto despertou em Inglaterra, fez com que muitas inversões desse país se estabelecessem na zona que rodeia a portuguesa cidade do Porto, dando um grande impulso à vitivinicultura da região.

Algumas destas caves conservam ainda os apelidos anglófonos dos seus fundadores: ?Croft?, ?Offley?, ?Graham?, ?Sandeman?, ?Dow?, ?Warre?.

 Nos meados do séc. XVIII, o vinho do Porto recebeu o impulso definitivo quando a Coroa portuguesa criou legalmente a atual Real Companhia Velha, a cave de produção mais antiga do Porto. Imediatamente depois, entre 1758 e 1761, delimitou a região de produção de vinho do Porto, que fez nascer a denominação de origem mais antiga do mundo, anterior à dos vinhos franceses. A partir dessa data foram estabelecidos os métodos de elaboração ainda hoje respeitados.

 Os vinhos, elaborados a partir de mais de 12 variedades de uva branca e preta, são fermentados nas caves localizadas no Alto-Douro, em Portugal, perto das vinhas que cobrem os socalcos nas encostas. Uma vez desenvolvida a fermentação, quando as leveduras ainda não consumiram o açúcar totalmente, adicionam-lhe brandy (álcool de vinho) impedindo deste modo que a fermentação prossiga e o sabor doce persista. Uma vez terminado, o Porto é transportado rio abaixo, para envelhecer nas caves de Vila Nova de Gaia, frente à Cidade do Porto e próximo do Oceano Atlântico.