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Harmonizar vinho e massas? Há vida mais além do Lambrusco!

 TAGS:undefinedJá muitos sabemos que a harmonização é uma arte que através do tempo e da experiência se vai aperfeiçoando. As nossas recomendações de hoje não fazem parte de uma ciência exacta, mas são, no entanto, boas opções para saborear massas e vinhos. Para além dos gostos pessoais, que são quase tantos como pessoas, os nossos conselhos têm a intenção de lhe proporcionar mais opções de combinações com massas., fugindo ao costumado Lambrusco.

Chaves para harmonizar la pasta em função do seu sabor

Normalmente, o sabor das massas está relacionado com o tipo de molho que a acompanhantes e é por essa razão que aqui se apresenta uma lista dos vinhos mais adequados para cada molho:

Molhos ou acompanhamentos à base de verduras – o ideal é escolher um vinho rosé com corpo e acidez

Molhos à base de pesto e cogumelos – Uma delicia melhorada quando acompanhada de brancos envelhecidos ou um Sauvignon blanc.

Molhos de tomate – são provavelmente os pratos mais populares, e igualmente saborosos. É recomendável harmonizá-los com vinhos rosé suaves, já que a sua acidez é bastante equilibrada para o tomate. Se prefere manter a tradição italiana, acompanhe com Chianti

Massas com marisco e peixe – a melhor escolha são os brancos, especialmente um Pinot ou um Malvasía. Se preferir, pode e debe acompanhar com um bom cava ou champanhe seco.

Massas com carnes- um bom vinho tinto, encorpado, proporciona uma satisfação total ao paladar.

Massas suaves – com um pouco de mozzarella, vinagreta ou azeite de manjericão, casam bem com os vinhos rosé.

Agora já não tem desculpa para não preparar a sua massa preferida ou brindar-se com uma bela refeição de massa num restaurante italiano, evidentemente com a companhia do seu vinho preferido. Bom apetite!

 TAGS:Quinta do Portal Rosé 2014Quinta do Portal Rosé 2014

Quinta do Portal Rosé 2014

 

 

 TAGS:Quinta Vallado Douro Branco 2015Quinta Vallado Douro Branco 2015

Quinta Vallado Douro Branco 2015

 

 

O que bebem os portugueses no Verão?

 TAGS:undefinedPara além dos litros e litros de água que os portugueses consomem no Verão, as suas preferências, em relação ao álcool mudam inevitavelmente quando a temperatura sobe.

As conclusões, fruto de um inquérito num dia quente, são estas: 

Condição sine qua non: Seja o que for deve estar estupidamente gelado.

A rainha é a cerveja, sem a menor dúvida (a começar pela minha Voll-Damm, que está a ?fazer tempo? no congelador : )

A cerveja, sobretudo a branca (já que a saudosa Cristal preta desapareceu), seja ela de barril, lata ou garrafa, fino ou imperial, caneca, príncipe, lambreta (no Sul), melro (no Norte) ou panaché, o importante é que esteja bem fria e com os habituais dedos de espuma (ainda que a tiragem de uma cerveja seja digna de um artigo inteirinho).

Nesta hierarquia segue-se a bebida ibérica, a Sangria, que já possui ?denominação de origem? pois, desde 2014, só pode chamar-se assim se for produzida em Portugal ou Espanha. De vinho tinto ou branco, as variações podem chegar praticamente ao infinito; com licor, brandy, vinho do Porto, ou sem, frutos vermelhos, tropicais ou citrinos, espumante ou água com gás, com cravinho, canela, tomilho ou hortelã mas sempre, sempre, a transbordar de gelo.

Também os vinhos brancos, os verdes, os rosés e os espumantes, todos bem frios evidentemente, regam as refeições e as noites quentes dos portugueses. De Norte a Sul, todos estão de acordo na solução fácil e fresca do Lambrusco, depois, quanto aos verdes e brancos, a discrepância dispara-se. No Sul inclinam-se para o rosé de Moscatel Roxo, um luxo de leveza e sabores, apesar de não recusarem um verde, Casal Garcia, um Alvarinho Deu la deu (Monção) ou Soalheiro (Melgaço).
No Norte há quase sempre uma garrafa de Muralhas de Monção ou de Alvarinho da Brejoeira (Palácio da Brejoeira) para matar a sede das noites mornas, enquanto no Sul agradece-se um Dona Ermelinda branco, da casta moscatel, um Solar dos Lobos, branco ou tinto, um Vinha da Defesa rosé ou ainda o Alcubíssimo, um colheita tardia da Quinta do Alcube.

Mas não é só vinho aquilo que enche os copos das noites portuguesas de Verão. As caipirinhas, caipiroskas e mojitos a transbordar de gelo e lima são bem apreciadas e os produtos nacionais sofrem pequenas e deliciosas alterações, como o Moscatel com gelo e limão e o Porto tónico, branco seco com meia rodela de limão.
E segundo este inquérito o Gin voltou aos bares e com força e criatividade renovadas. O número de receitas com esta bebida branca multiplica-se até ser quase impossível não cair na tentação de trair o velho, e sempre magnífico, gin tónico. Os ingredientes das combinações são visualmente atraentes e despertam a curiosidade. Com pepino, alecrim, sementes, pimenta rosa, tomate cherry, mangericão e anis estrelado, bagas de zimbro, açafrão, lima, pétalas de rosa ou frutos vermelhos num ponto os consumidores de Gin portugueses estão de acordo; que seja Bombay Saphire, Hendrick`s ou Gin Mare.

Duas sugestões para horas tardias e sobretudo quentes:

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Tipos de vinho italiano (I)

 TAGS:Em Itália, a cultura enológica já vem de longe e com grande tradição. Os seus famosos vinhos ultrapassam todas as barreiras culturais e sociais. Vamos dar uma voltinha por este mundo fascinante para descobrir alguns dos tipos de vinho italiano.

Vino Chianti, Dolcetto e Lambrusco

Vinhos Chianti ? Este tipo de vinho é um tinto extraordinário, de grande qualidade e, por consequência, de grande prestigio. O seu nome denuncia a sua origem, este vinho nasce na Província de Siena, precisamente nas Colinas de Chianti, nas aldeias de Gaiole in Chianti, Castellina in Chianti e Radda in Chianti. Normalmente este vinho é elaborado com uvas Sangiovese, ainda que não se descarta a presença, em quantidades mínimas, de Syrah, Merlot e Cabernet Sauvignon. O mais famoso entre eles, é sem dúvida o Chianti Superiore, o melhor da classe. Hoje em dia, o vinho Chianti é produzido em grandes quantidades nas cidades de Pisa, Arezzo e Florença, formando deste modo, parte das 8 sub-áreas da sua produção atual.

Vinhos Dolcetto ? A sua origem localiza-se na Cidade de Piamonte (Nordeste de Itália), a tradução seria algo como ?um pouco doce?, porém, o dolcetto não tem elevados níveis de açúcar, como se poderia depreender pelo seu nome, mais ainda, a maior parte da produção deste vinho é seca e apenas uma ínfima quantidade é semi-seca (de sabor ligeiramente doce). Entre os dolcetto mais famosos encontramos o Ceretto Nero e o Alcaçúz, vinhos nos quais predomina o sabor de ameixas secas, que lhe dão o seu característico toque amargo com sabor de amêndoa. Em relação a qualidade superior, destacam-se dois tipos de vinho, o Dolcetto di Dogliani e o Dolcetto di Dogliani Superior. Estes vinhos harmonizam perfeitamente com massas e pizzas.

Vinhos Lambrusco ? Têm como origem a Cidade de Emilia-Romagna (Norte de Itália). É um vinho elaborado com muitas variedades de uva, algumas delas são produto de ?clonagem?, nas quais se podem incluir até 40 variedades. Este vinho é dividido em 4 denominações de origem: Lambrusco Salamino di Santa Croce, Lambrusco Reggiano, Lambrusco Grasparossa di Castelvetro e Lambrusco di Sorbara. O vinho lambrusco pode ser ligeiramente espumante, pode ser encontrado na variedade seco, mas em maior quantidade semi-seco. Entre as suas principais características, o lambrusco, tem uma elevada acidez onde se destaca o sabor de frutos como as bagas. Hoje em dia, o maior mercado de lambrusco encontra-se nos Estados Unidos. O seu êxito já foi exportado e, ainda que em menor quantidade, também se produzem vinhos do mesmo tipo na Argentina e no Chile.

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Crestissimo Lambrusco Rosat

 

 

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Dolcetto D’alba Lodoli 2008