Etiqueta: harmonização

Dúvidas com o almoço de Natal? Uma proposta de ementa harmonizada para garantir êxito

O Natal está mesmo à porta e certamente já estás a pensar na ementa. Para que não deixes ao acaso um dos teus principais aliados; o vinho, o espumante e o licor, propomos-te uma ementa harmonizada para seduzir os teus convidados.

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Entrada

Paté quente de queijo e cebola

Não há refeição que se preze sem entradas… O ideal? Saborear este paté quente de queijo e cebola com um espumante de qualidade para abrir o apetite.

 TAGS:Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012

Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012

 

 

Prato principai

Peru de Natal

Um dos pratos tradicionais de Natal. Se for acompanhado por um vinho jovem ou envelhecido será uma refeição ainda mais extraordinária.

h2>  TAGS:Pago de Carraovejas Crianza 2006Pago de Carraovejas Crianza 2006

Pago de Carraovejas Crianza 2006

 

 

Acompanhamento

Arroz de laranja

Uma opção deliciosamente equilibrada para acompanhar o peru de Natal.

 TAGS:Dornier Merlot 2007Dornier Merlot 2007

Dornier Merlot 2007

 

 

Sobremesa

Pavlova de banana

E para terminar uma refeição redonda o que pode ser melhor do que uma sobremesa doce, suave e um bom licor? Um grande final para um grande começo!

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Orujo Pazo de Señorans 50cl

 

 

Atreves-te com esta ementa harmonizada? Aproveita a selecção de produtos da Uvinum e desfruta uma refeição harmonizada mais do que excelente.

*Fotografias: Flickr e Uvinum

Pêras em vinho: receitas com vinho

 TAGS:Uma das sobremesas mais apreciadas em todo o mundo são as pêras em vinho tinto. Sempre que em casa a sobremesa é sinónimo de fruta (sim, porque os pastéis e as sobremesas mais elaboradas eram para os dias de celebração), as pêras em vinho tinto são uma espécie de sobremesa de Domingo, que todos gostam, em especial as crianças que podem fazer uma coisa de adultos nesse dia: provar vinho, ainda que seja à sobremesa.

Hoje em dia, a oferta de sobremesas já preparadas e a falta de tempo de que todos sofremos, faz com que esta sobremesa cada vez seja mais difícil de ver, no entanto, é fácil de preparar e inclui ingredientes saudáveis e deliciosos, de modo que é bastante recomendável. Hoje, ensinamos-vos a preparar umas incríveis pêras em vinho tinto:

Pêras em vinho tinto

Ingredientes:

  • 4 pêras grandes
  • ½ l de vinho tinto
  • 1 pau de canela
  • Casca de laranja (sem parte branca)
  • Casca de limão (sem parte branca)
  • Açúcar

Primeiro de tudo, as pêras: qualquer variedade é boa, com a única condição de ser duras, já que devem manter consistência depois de ser cozinhadas. Um truque para conhecer a dureza é pressionando-as com o dedo.

Quanto ao vinho, é válido qualquer tipo de vinho tinto que tenha sobrado em casa (esse que ficou no frigorífico desde o último fim-de-semana, está fantástico ;).

Preparação:

Descascamos as pêras deixando a pontinha. Podemos extrair-lhe o coração se temos a ferramenta, ou simplesmente deixá-la para ser retirada na mesa. Cortamos ligeiramente, em horizontal, as bases das pêras para poder assentá-las.

Pousamos as 4 pêras numa panela e regamos com o vinho. Deixamos aquecer em fogo médio-baixo. Juntamos o açúcar, as cascas de laranja e limão e a canela.
Mantemos o fogo durante 20/25 minutos, regando as pêras de 5 em 5 minutos. À medida que as pêras se vão cozinhando, e o seu amido absorva o vinho, as pêras vão-se tingindo de vermelho.

Para saber quando estão cozidas, basta com picar as pêras com um garfo, que deve poder chegar até ao coração da pêra facilmente.

Uma vez cozidas, retiram-se e aumenta-se o fogo para que o resto do vinho ganhe textura de calda. Entretanto, podem colocar-se as pêras em pratos individuais.

A calda, é sabido, depende do gosto, mas é bom ter em conta de que, uma vez que ganhe a textura desejada o vinho reduz-se rapidamente, como tal, é recomendável apagar o fogo ligeiramente antes que adquira a textura que pretendemos e deitá-la imediatamente sobre as pêras, de modo a travar a redução do vinho.

A temperatura, ao servir, depende de cada família: em algumas serve-se quente, outras arrefecem as pêras e reservam a calda para lhes conceder um golpe de calor precisamente antes de servir e criar contraste com a pêra fria… A nossa sugestão é provar todas as variações de apresentação que imagines, até encontrar a que mais gostes.

Outra possibilidade é servi-las quentes, assim como a calda, e adicionar-lhe uma bola de gelado, um modo de saborear o contraste de frio/calor na mesma sobremesa.

Gostas de pêras em vinho? Hoje recomendamos dois vinhos para que saboreies, ainda que provavelmente não vais desejar que sobre… Se sobra…poderás fazer maravilhosas pêras em vinho.

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Adega de Borba 2011

 

 

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Barca Velha 2004

10 conselhos para harmonizar o vinho

 TAGS:Muitos nos perguntam sobre como aprender a harmonizar o vinho com a refeição.

Quais melhores as combinaçoes de vinho e alimentos?

Como escolher o vinho para a refeição?

A eleição do que combina mais com o quê é muito pessoal,  mas é verdade que existem algumas indicações que podem ajudar a não errar na maridagem de vinhos e pratos:

1. Vinho jovem e com corpo leve combina bem com pratos leves.

2. Vinhos envelhecidos e potentes são o complemento ideal para pratos de alta voltagem, com carne, como um cordeiro assado, por exemplo.

3. Para peixes: vinhos brancos com um ponto de acidez.

4. Para frutos do mar: vinhos brancos com notas florais marcadas.

5. Pratos de caça: vinhos vigorosos, jovens ou maduros. Para as carnes de javali, cervo, etc, os vinhos tinto. Vinhos branco ou tinto para o faisão, perdiz e aves em geral.

6. Verduras: dependerá se são servidas cruas ou cozidas. No segundo caso, dependerá de como for temperada (a seguir regras 1 e 2).

7. Para os pratos de entrada, vinhos ligeiros que podem ser servidos gelados.

8. Os vinhos também são bem vindos nas sobremesas, e não falamos somente de vinho branco ou vinho doce. Podemos seguir com o tinto se comemos queijo na sobremesa, por exemplo.

9. Os experimentos são permitidos, mas sozinhos. Melhor não obrigar seus convidados a sofrer com a sua criatividade culinária somada à eleição de vinho para acompanhar.

10. Para terminar, a regra de ouro que vale para tudo: o que já está bem harmonizado não se toca e,  se o vinho é bom, ninguém reclamará da combinação.

Para começar a harmonizar como um autêntico sommelier de restaurante com estrelas Michelín, é preciso um bocado a sós com a cozinha, um bom avental, mãos limpas, livro de receitas ao lado… Sobre os vinhos, ajudamos com duas sugestões que garatem o sucesso:

 

 TAGS:Blandy Madeira Verdelho 5 Years OldBlandy Madeira Verdelho 5 Years Old

Blandy Madeira Verdelho 5 Years Old, harmoniza com aperitivos, carne, caça ou patês

 

 

 TAGS:Paco & Lola 2011Paco & Lola 2011

Paco & Lola 2011, perfeito com frutos do mar, peixes e macarrão

Nota de Prova

 TAGS:Provei um vinho e quero comenta-lo de uma forma mais ou menos académica. Como o faço?

Nós, os Uviners, gostamos de todas as opiniões no geral mas especialmente daquelas em que nos descreves com que acompanhaste o vinho, ou se decidiste comprar o vinho através da Uvinum e te pareceu barato, ou se a tua namorad@ gostou mais do que tu, porque queremos que nos contes a tua história…no entanto, se alguma vez encontras disposição para escrever algo mais formal, aqui ficam algumas sugestões:

É bom ter à mão um copo do vinho sobre o qual pretendes escrever: as notas de prova escrevem-se melhor no momento da prova. Por isso, primeiro, comprar vinho!

Partimos do princípio, que para escrever uma nota de prova, deves ter noções prévias sobre como provar um vinho. Se não é o caso, este artigo não te ensinará como fazê-lo: apenas te ajuda a organizar as tuas sensações no papel.

Começa por separar as impressões por sentidos: Visão, audição, olfato e paladar-tacto (para recordar a ordem, enumera-os de cima para baixo: olhos, ouvidos, nariz e boca, na boca notarás o paladar e o tacto simultaneamente).

  • Visão: Descreve o vinho, se é transparente, opaco ou turvo. Como é a lágrima (pernas) do vinho? Muito densa, como lodo, azeite ou vinagre? Quais são as suas cores (principal e borda, tonalidades ou nuances). Se se trata de um espumante, qual é a persistência e o tamanho da bolha.
  • Audição: Este ponto é apenas para os espumantes. Pensa se a bolha soa como a coca-cola, ou se é tão ténue que mal a ouves ainda que a vejas.
  • Olfato: Podes descrever as tuas primeiras sensações, sem fazer girar o copo e depois tudo o que fores notando, incluindo os odores, várias horas após a garrafa ter sido aberta. Perdeu aromas? Apareceram outros novos? Lembra-te dos odores que recebeste via retronasal. Modificou-se algo, intensificaram-se?
  • Paladar-tacto: Podes começar pelo tacto porque talvez seja o mais simples: O vinho era quente? As bolhinhas do Cava incomodavam? Denso? Aponta tudo! Agora revela-nos o seu sabor começando pelos sabores primários: doce, salgado, ácido e amargo. Qual foi o que notaste primeiro? Qual é o gosto do final? Era compensado (equilibrado)? Dedica um momento a analisar a adstringência. Sentiste a língua como papel de lixa ou foi mais suave? Por último, tenta recordar o vinho enquanto analisas o travo. Desaparece rapidamente? É longo? Recorda-te um aroma concreto?

Neste momento já terás apontamentos suficientes para escrever a tua nota de prova, de uma forma suficientemente correta.

As frases já podem ser alinhavadas, o que também te servirá para corrigir e fazer uma revisão das tuas notas. Vais descobrir que, à medida que as revês surgem mais qualidades, o que é natural, uma vez que ao ter uma ideia geral do vinho tudo parece ganhar mais sentido. Se não queres corrigir, ou pretendes manter as duas versões, podes dividir as tuas impressões em momentos: como o princípio ou primeiro contacto e uma continuação, ou seja, um desenvolvimento posterior das sensações.

Lembra-te também que é igualmente importante assinalar, o facto de que um determinado vinho te provoque sempre a mesma impressão. Podes referir que o vinho ?se reafirma na sua perceção?, ou descrever a ?persistência dos aromas?.

Ou seja, depois disto já tens a tua nota pronta para enviar a qualquer Academia de Vinho. E não te esqueças de a partilhar na Uvinum…

Harmonizaçao de vinhos: 5 conselhos básicos

 TAGS:A harmonização de vinhos pode parecer uma experiência esmagadora quando se é o anfitrião do jantar. Os entusiastas do vinho e os peritos, durante anos dominaram a capacidade de combinar um determinado prato com um vinho substancial. Porém na verdade, a harmonização do vinho não é equivalente à ciência moderna dos nossos dias. Aquilo que necessitas são apenas algumas indicações básicas sobre o vinho, de forma a criar uma harmonia de sabores no teu próximo jantar. Aproveita estes conselhos de harmonização de vinhos!

Antes de abordar a tarefa de decidir que vinho escolher, é importante compreender os sabores que se encontram naturalmente no vinho. A elaboração do vinho é um processo muito pormenorizado, e uma das partes vitais de obter a sua essência encontra-se nas diferentes castas de uva. Os sumos de uvas,  prensadas nas primeiras fases de elaboração do vinho, são combinados com levedura para produzir álcool e dióxido de carbono. É durante este processo de fermentação que se extraem e desenvolvem os sabores de um vinho.

Apesar dos produtores de vinho se orgulharem da complexidade dos vinhos que produzem, eles possuem sabores muito básicos, começando porque dependem do tipo de uva utilizada. Quanto ao sabor, o vinho pode ser doce, ou ácido, este geralmente é classificado como vinho ?ácido?. Outros vinhos são amargos e deixam uma sensação de língua ?encortiçada?. A utilização de álcool e de sal na cozinha também podem afetar o sabor de um vinho. Os vinhos que possuem um alto teor de álcool tendem a ser mais encorpados. Porém, geralmente é o processo de envelhecimento do vinho o que desenvolve completamente o seu bouquet.

Ouve-se falar frequentemente da associação com os taninos do vinho, vinhos especialmente tintos. Os taninos derivam de substâncias orgânicas como as grainhas da uva, utilizadas na fabricação do vinho. O grau de força que podem atingir os taninos no produto final, pode depender de como é prensada a uva nas primeiras fases da elaboração do vinho. Os taninos são mais fortes nos tintos novos mas geralmente abrandam com a idade, e não só ajudam ao processo de envelhecimento, como também podem afetar bastante o sabor de um vinho. Por esta razão, os vinhos muito tánicos são envelhecidos durante grandes períodos de tempo. Este tipo de vinhos, quanto mais tempo envelhece, mais sabor e corpo tem quando se abre. Quando se trata de harmonização, deves saber o quanto esse vinho é novo e tánico, pois ele desempenhará um papel importante no que escolheres para servir aos teus convidados.

A harmonização deve ter em conta o sabor do que vais servir, se o planificas antecipadamente pode implicar o jogo de escolher um vinho para acompanhar um determinado prato. Os conselhos básicos que se seguem proporcionam-te o conhecimento que necessitas para tomar as decisões adequadas.

  • Harmonização de vinhos, conselho nº1: Encontra um vinho que gostes de beber

Em primeiro lugar, quando queres combinar um vinho com um prato, encontra um que normalmente tenhas prazer em beber. Não te preocupes pela ?qualidade? de um vinho, ou pela sua classificação nas revistas mais recentes sobre vinhos. Independentemente do que os peritos classifiquem como os melhores vinhos, o vinho deve ser aquele que tu gostas de beber.

Quando encontras um que te agrada, guarda a rolha, ou anota a informação da etiqueta, para o poderes voltar a encontrar em outra ocasião. Na verdade, é assim como muitos dos amantes de vinho encontram os seus vinhos mais apreciados.

A harmonização de vinho é uma experiência sensorial total, que vai desde o sabor que o vinho e os alimentos despoletam na boca, até aos aromas que invadem a sala ao decantar o vinho e ao servir os pratos.

  • Harmonização de vinhos, conselho nº2: Os vinhos suaves são servidos antes dos vinhos encorpados.

A regra básica para a harmonização do vinho consiste em servir primeiro os mais suaves e depois os mais encorpados, ou seja mais tánicos. Normalmente, os mais suaves costumam ser vinho branco como Sauvignon Blanc, Pinot Grigio, Chardonnay e espumantes. Também existem alguns tintos de corpo suave, como por exemplo o Pinot Noir, que também se pode servir no inicio da refeição. Os vinhos mais lsuaves podem ser combinados com saladas, sopas ou aperitivos. Ao servir pratos de aves de capoeira, ou de peixe geralmente utiliza-se um vinho branco ou um tinto suaves.

Os pratos mais pesados, de carnes vermelhas e cabrito, merecem vinhos mais ricos e espessos, tais como o Bordéus, Cabernet, ou inclusive um Borgonha francês. As sobremesas, dependendo da quantidade de açúcar que levem, podem ser servidas com vinhos brancos frios, como o Sauternes, ou com um Porto.

  • Harmonização de vinhos, conselho nº3: Quando o prato for de cozinha regional deves combina-lo com vinhos da mesma região.

Os vinhos são desenhados e produzidos para se vincularem aos alimentos. Que melhor forma de obter uma experiência regional completa, de uma determinada cozinha, se pode conseguir senão combinando-a com um vinho da mesma zona? Os produtores de vinho de todo o mundo criam vinhos preparados com os mesmos ingredientes disponíveis para a alimentação de uma dada região. O solo pode proporcionar especiarias únicas, em regiões especificas do mundo, aplicadas como ingrediente principal tanto na produção de vinho, como na preparação dos alimentos.

Chega mesmo a ser divertido descobrir como se fundem bem, os sabores e os temperos quando se encontram combinados à sua cozinha regional. Se estás a confecionar um prato francês  irresistível, com molhos delicados e carnes saborosas, opta por vinhos franceses. Molhos suaves podem ser servidos com um vinho branco ou tinto de Borgonha, enquanto que os molhos mais pesados se podem combinar com um Bordéus bem encorpado. Os italianos, por exemplo, orgulham-se dos vinhos que produzem e criaram molhos perfeitos para massas, de forma a harmonizar com um vinho em particular.

Se te decides por pratos de massas da cozinha do Norte de Itália, ou pela cozinha regional da Toscana, podes encontrar alguns vinhos italianos de sabor adequado em qualquer loja de bebidas ou garrafeira.

  • Harmonização de vinhos, conselho nº4: É importante encontrar um equilíbrio na harmonização de vinho.

Quando combinas um vinho com um prato, deves estar atento à complexidade dos pratos que serves aos teus convidados. Os sabores e os alimentos extremamente complexos devem ser combinados com vinhos de sabores simples, enquanto que os vinhos de sabores complexos devem acompanhar pratos simples, mas saborosos.

O tipo de comida que sirvas pode transformar o sabor de um vinho, já que as especiarias naturais utilizadas em cozinha podem destacar ou dominar um vinho. Por isso é importante saber o que se vai cozinhar antesde escolher os vinhos que se vão servir. Os ácidos e taninos de um vinho podem interatuar com o tempero utilizado nos molhos ou com os sabores naturais das carnes.

Quando procuras o equilíbrio entre um prato e um vinho, tem em conta a questão dos sabores opostos, como o doce e o picante. Por exemplo, os pratos picantes da cozinha tailandesa, e alguns espanhóis, podem ser servidos com vinhos adamados para ajudar a equilibrar o calor associado a este tipo de pratos.

  • Harmonização de vinhos, conselho nº5: Aprende a combinar vinhos e queijos.

Combinar vinho e queijo é uma prática secular. É habitual vermos servir um prato de queijos no decorrer de uma refeição, como parte constituinte que é, do banquete. No entanto, alguns queijos podem ter um sabor dominador, que deve ser suavizado com um vinho particular. Decidir que queijo servir pode depender do vinho que tens à tua disposição.

Si estás a começar desde 0, decide-te pelo teu vinho favorito, ou pelo queijo que gostarias de servir, e  então escolhe o companheiro adequado para ele. Tal como o vinho, os queijos podem ter uma enorme variedade de sabores. Um queijo mais picante, como o queijo-azul, deverá ser acompanhado com vinhos adamados que ajudem a esbater o impacto deste tipo de queijos. Os queijos delicados ou suaves, como o Cheddar, podem ser combinados com tintos suaves.

O queijo de cabra pode parecer impossível de combinar, devido ao seu aroma e sabor, no entanto, ao acompanha-lo com um vinho branco seco encontraremos uma agradável experiência. A maioria dos queijos moles pode ser combinada com praticamente todo o tipo de vinhos, incluindo grande parte dos espumantes e champanhes.
Seguindo simplesmente estes conselhos de harmonização de vinhos, já podes atrever-te ao jogo de selecionar os vinhos perfeitos para acompanhar um jantar. Quantos mais pratos sirvas aos teus convidados, maior variedade de vinho necessitarás para acompanhar cada um deles. Sejam oito pratos diferentes, ou simplesmente hambúrgueres, podes encontrar o vinho perfeito. Com um pouco de preparação, podes converter o teu jantar numa agradável obra maestra de harmonização de sabores para todos.