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7 bares em Londres para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedLondres é uma das cidades com maior número de culturas, talvez por isso também possua uma enorme variedade de bares e restaurantes. Para além da cerveja e do whisky, nesta cidade bebe-se bom vinho, sobretudo graças aos produtores de vários países que tornam possível saborear as suas obras em lugares de ócio. Se pensa visitar Londres ou vive na cidade, siga as nossas recomendações:

1. Vinoteca – Bastante popular, aqui encontram-se vinhos franceses, italianos, espanhóis e portugueses. Realizam-se provas e outros eventos.
2. Cork & Bottle – Está localizado numa zona de grande movimento e rodeado por teatros. Por essa razão, é habitual encher-se de turistas e tomar um vinho antes ou depois das peças de teatro. Boa selecção de vinhos e comida.
3. Fortnums 1707 – Em Picadilly. Possuem uma excelente selecção de vinhos a bons preços e uma loja onde os pode adquirir. Fecham bastante tarde, o que significa que à noite, pode beber vinho quando lhe apetecer.
4. Troubadour Wines – Bar, restaurante e loja de vinhos da Argentina, França e Itália, entre outros países.
5. Willy’s Wine Bar Se pretende fish&chip de qualidade, este é o sítio onde deve ir. Há bons vinhos na sua carta, tanto brancos como tintos. Algo a que os britânicos estão a aderir cada vez mais.
6. Bar Pepito– Um dos bares espanhóis que ganhou fama em Londres. A raiz é andaluza, pelo que se pode deduzir o seu ponto forte: as tapas. Para beber? Xerez e vinhos de outras comunidades espanholas.
7. Sager + Wilde – É o lugar indicado para um bom petisco acompanhado de bons vinhos. Enchidos, queijos, pão e variedade de vinhos.

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Miraval Rosé 2015: um vinho rosé da DO Côtes De Provence com uvas de syrah, rolle, garnacha, grenache e cinsault de 2015, 

 

 

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Habla Rita 2015: é um Côtes De Provence das adegas Bodegas Habla – Bodegas y Viñedos de Trujillo com uvas de garnacha negra, syrah e garnacha de 2015.

 

 

As melhores esplanadas para beber um copo (quase nas nuvens)

 TAGS:undefinedGostarias de visitar e beber um copo em algumas das esplanadas mais espetaculares da Europa?

Hoje partilhamos a selecção publicada por El Viajero, que nos mostra alguns dos sítios mais belos da Europa para beber um copo e gozar as vistas desde as alturas.

  • Searcys, The Gherkin: Situado nos últimos 3 andares de um arranha-céus em forma de bala, The Gherkin, localiza-se na zona financeira de Londres. O edifício foi desenhado pelo arquitecto britânico Norman Foster e a sua descrição poderia levar a pensar que este é um sítio onde apenas os executivos vão beber depois do trabalho. Errado! Está aberto ao público em horário e datas específicas. Podes reservar mesa e saborear um jantar sob a fantástica cúpula de vidro.
  • Sky Pod, Sky Garden: Perto do do Rio Tâmisa e da ponte de Londres, localizam-se dois restaurantes e um café-bar. Este último chama-se Sky Pod, de manhã serve pequenos-almoços e à noite cocktails que podes saborear com vistas para o arranha-céus The Shard.
  • Vertigo 42 champagne Bar: No último piso do arranha-céus Tower 42, na rua Old Broad. Neste bar não se paga entrada mas a mesa deve ser reservada com antecedência e indicação do tempo que se pretende estar. As cadeiras em forma de cisne são deliciosas e desenhadas por Arne Jacobsen.
  • Skynight Bar, Hotel Silken Puerta América: O hotel Silken Puerta América fica em Madrid, no último andar (13) e tem um bar com esplanada. O Skynight foi projectado pelo arquitecto francês Jean Nouvel.
  • Sky Bar, Grand Hotel Central: Em Barcelona. O bar abre as portas entre Abril e Outubro no terraço do edifício. Desde as alturas, podes contemplar a Basílica de Santa María del Mar, as Torres Mapfre e a praia.
  • Eclipse Bar, Hotel W: Situado no piso 26 do conhecido Hotel W, em Barcelona, o bar Eclipse é famoso pelas suas festas e noites com djs convidados. Tens à tua disposição diversas bebidas e um menu de sushi.
  • Ciel de Paris: Este bar restaurante parisiense oferece um menu para pequenos-almoços, almoços, jantares e à noite, um bom copo de champanhe. Tem uma vista impressionante da Torre Eiffel.
  • Monkey Bar, 25 Hours Hotel Bikini: No último andar do Hotel 25 Hours Bikini, em Berlim, podes assistir a sessões com djs e desfrutar uma esplanada com vista panorâmica de 360 graus, para além das vista do Zoológico de Berlim. Variedade de cocktails e snacks, a não perder.
  • Puro The Bar: Mais um bar que não deve deixar de ser visitado em Berlim. Tem um amplo grupo de djs fixos, uma luz ténue (que deveria ter qualquer lounge) e vistas de 360 graus sobre a cidade, a Igreja Memorial de Berlim e o parque de Tiergarten, entre outros.
  • Terraza del Hotel Lamée: Localizado no nono piso do Hotel Lamée, tem uma vista belíssima sobre o centro histórico de Viena. Oferece bebidas e uma elegante carta de pratos.
  • The Loft, Hotel Sofitel: Outro bar para visitar em Viena. The Loft, fica no andar 18 do Hotel Sofitel. Aqui podes apreciar a Catedral de Viena e tens vistas sobre os telhados do centro histórico da cidade.

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Mumm Cordon Rouge: um vinhos espumantes da D.O. Champagne vinificado com pinot meunier e chardonnay e 12º de grau alcoólico

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes com D.O. Champagne com um coupage a base de pinot noir e pinot meunier e 12,5º de álcool. 

 

Alguns truques para harmonizar sobremesas

 TAGS:undefinedCombinar vinho e sobremesa é uma das melhores opções para conseguir um bom contraste de sabores. Toma nota dos nossos conselhos e elabora as melhores combinações para servir um final de refeição fantástico aos teus convidados ou fazer a experiência num bom restaurante.

Tartes e pastéis: Vinhos doces como o Sauternes de Nourdeaux, vão bastante bem com sobremesas à base de fruta fresca e nozes, do mesmo modo que o rosé meio-seco e o espumante harmonizam bem com sobremesas com cremes.

Sobremesas de chocolate: Muitas sobremesas com chocolate podem ser acompanhadas por vinho branco doce, licores ou vinho doce natural. O *Porto* é a opção por excelência para evitar qualquer tipo de risco de má combinação.

Licores e aguardentes: São bastante utilizados na preparação de bolos e biscoitos ou em caldas e por vezes gelados. Como por exemplo: A aguardente Poire Williams com pêra; Marasquino com cerejas; Grand Marnier com laranja e conhaque e brandy com chocolate. Nestes casos recomendamos que o licor servido seja o mesmo da preparação da sobremesa.

Fruta cristalizada: Tais como: figos, passas, tâmaras e alperces, combinam bastante bem com Porto, moscatel velho ou vinhos do tipo Pedro Ximénez.

Frutos secos: Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, pinhões e amendoins harmonizam com vinhos generosos de sabor marcado e persistente.

Fruta vermelha e preta: cereja, framboesa, morango e abrunho vão bem com tintos novos, de cor arroxeada. 

Cítricos: Com vinhos doces de notas cítricas intensas, como o moscatel velho.

É bom lembrar que: ao harmonizar é importante ter em conta o equilíbrio entre os aromas das frutas e os dos vinhos, assim como a cor, que deve ser semelhante.

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Pedro Ximenez Reserva de Familia 50cl: um vinhos doce com D.O. Málaga das variedades pedro ximénez e possui um grau alcoólico de 17.00º. 

 

 

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Ferreira Dona Antonia Reserva:  um vinhos generoso com D.O. Porto cujo coupage contém tinta çao e port e com 20.00º de teor de álcool. F

 

 

8 harmonizações para esquecer

 TAGS:undefinedAlgumas combinações de vinho com determinados pratos devem realmente ser evitadas e por vezes é mais importante saber quais as harmonizações que não se devem fazer do que seguir recomendações sobre as uniões gastronómicas ideais. Uma combinação infeliz pode provocar ressaca, azia ou arruinar completamente o sabor de um prato.

Com champanhe não deve… Uma das piores combinações com o champanhe seco são os bolos habitualmente servidos nas festas de casamento. Um sabor contraria o outro e o paladar é convertido num campo de batalha sem vencedores. A mesma fórmula é válida para caril com champanhe vintage.

O Cabernet Sauvignon não é grande amigo de… Um vinho Cabernet com elevada presença de taninos não deve ser acompanhado de gelado, o resultado é um vinho amargo e um gelado excessivamente doce. As ostras, também não são uma boa companhia para este vinho, a sua textura torna-se arenosa com um sabor desagradavelmente metálico, tal como o linguado, que ao ser combinado com Cabernet perde o sabor delicado que o caracteriza.

Pinot Noir com… Se o prato a saborear é um frango avinagrado com estragão, é melhor esquecer o Pinot Noir, o vinagre de ervas, tal como qualquer condimento de elevada acidez, reduz substancialmente o sabor frutado deste vinho.

Se o Sauvignon Blanc for um dos favoritos… O ideal é ficar longe de caviar e queijo azul, com o primeiro o vinho perde todas as suas características e com o segundo gera-se uma verdadeira competição no paladar.

O Chardonnay é inimigo de… Talvez a combinação de Chardonnay e gelado possa parecer interessante, porém esta é a receita infalível para ter uma ressaca inesquecível. É também recomendável manter a distância entre este vinho e peixes gordurosos como a cavala, que modificam totalmente o paladar do vinho, ou as ostras, que perdem o seu sabor subtil. Finalmente, o Chardonnay perde vida quando acompanhado por alimentos picantes.

Chianti, melhor longe de… Não é o melhor vinho para acompanhar uma salada de atum ou pratos similares, o vinho ganha um sabor metálico, nada equilibrado.

Não estragues o Merlot… Se as alcachofras, as couves de Bruxelas e o feijão verde são alguns dos pratos predilectos, é melhor guardar o Merlot tinto para outras refeições. No geral, com estes vegetais vai melhor um vinho branco.

Não desperdices uma garrafa de Borgonha… Lasanha e Borgonha, é um desses casamentos de final infeliz, ou seja, azia.
Borgonha, queijo e molho de tomate é uma associação demasiado fortes para o estômago.

 

Queijo: mais fácil harmonizar com vinho ou cerveja?

 TAGS:undefinedFaz parte da gastronomia de qualquer país, e não é por acaso, é que o queijo, é um dos alimentos com mais matizes e que proporciona uma enorme variedade de combinações subtis.

Segundo as suas características, pode ser ingrediente num número de pratos quase infinito, desde as entradas às sobremesas, frito, gratinado, polvilhado, cortado ou ralado, o queijo pode ser acompanhado por vinho, ou não.

No entanto, parece que a última moda é a de acompanhar o queijo com cerveja, já que esta ultimamente é a verdadeira protagonista das provas organizadas e harmonizações vanguardistas.

Um dos maiores instigadores desta tendência, é o chefe nova-iorquino Daniel Burns.

O seu restaurante, Luksus, em Brooklyn, cuja propriedade partilha com Jeppe Jarnit-Bjergso, já ostente uma estrela Michelin e a sua aposta baseia-se na ideia de que o “espectro de sabor“ da cerveja a torna mais apropriada do que o vinho para acompanhar queijos.

Este restaurante oferece cerca de 21 cervejas de barril diferentes e não possui carta de vinhos.

Segundo Burns, “em comparação com o vinho, a cerveja é simples de harmonizar correctamente e é ainda mais simples obter uma grande harmonização”.

Ainda estando habituados a harmonizar queijo e vinho, mas o novo conceito deste restaurante (o primeiro do mundo com uma estrela Michelin sendo especializado em cerveja) oferece-nos uma perspectiva que merece ser experimentada, sobretudo se tivermos em conta o seu sucesso de aceitação entre a exigente clientela de Nova York. Normalmente repleto, o pequeno restaurante de Greenpoint oferece uma carta de degustação por 95$ e por mais 45$ , pode saborear uma harmonização com cerveja.

Então? Prontos a experimentar a harmonizaçã queijo & cerveja?

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Orval

 

 

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Gulden Draak

 

 

10 mercados gastronómicos mundiais que não podes perder

 TAGS:undefinedOs mercados gastronómicos são uma nova versão dos mercados tradicionais, nos quais a cultura e o prazer se unem para oferecer aos seus visitantes uma experiência completa. Hoje partilhamos contigo alguns dos mercados mais famosos do mundo.

Damnoen Saduak (Tailândia): Na denominada Veneza do Leste os petiscos podem ser saboreados a bordo de várias embarcações que deslizam pelos canais da cidade.

Borough Market (Londres): Um dos mais antigos mercados de Inglaterra, onde é possível conhecer toda a sua história culinária através de chefs e produtores. A oferta abarca uma enorme variedade de produtos locais e exóticos, assim como restaurantes de cozinha balti.

Tsukiji (Tóquio): É o maior mercado de peixe do mundo, onde diariamente entram em circulação mais de 2.000 toneladas de produtos do mar. É um mercado famoso pelos seus leilões de atum e uma das atracções turísticas da cidade.

Union Square (Nova Iorque): Inicialmente criado para fomentar a actividade das pequenas explorações agrícolas, este mercado a céu aberto, vende os produtos dos agricultores aos nova-iorquinos. Aqui é possível degustar pratos diversos e ter aulas de cozinha realizadas por chefs de prestígio.

Mercado Central (Florença): Onde se pode conhecer a essência da cozinha da Toscana. A famosa ribolita, os seus vinhos, queijos parmesão e vinagre balsâmico de Modena são algumas das suas opções mais destacadas.

La Vega Central (Santiago do Chile): Recheado de frutas, verduras, carnes e peixe fresco, este mercado oferece uma visão dos pratos tradicionais da cidade, como as sopaipillas, as humitas ou as cazuelas.

La Boquería (Barcelona): O Mercado de Sant Josep, do séc. XII, é também conhecido como La Boquería. O termo, de origem incerta, diz-se proveniente de “talho” e da palavra Boc, carne de cabrito em catalão. Hoje em dia, é visitado por milhares de turistas que procuram os pratos típicos das cozinhas espanhola e catalã.

Bloemenmark (Amesterdão): O mercado das Flores é um dos mercados mais famosos e originais. Foi fundado em 1862, nas margens do Canal Singel, onde se vende um manto de aroma e cor dominado pelas tulipas nas embarcações do amarradouro.

 

 TAGS:Dom Perignon Vintage 2003Dom Perignon Vintage 2003

Dom Perignon Vintage 2003: um vinhos espumantes com D.O. Champagne das adegas Moët & Chandon elaborado com pinot noir e chardonnay de 2003 e de um grau alcoólico de 12.5º.

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Rosé ImpérialMoët & Chandon Rosé Impérial

Moët & Chandon Rosé Impérial: um vinhos espumantes da D.O. Champagne de Os mejores cachos de pinot noir e pinot meunier e de um grau alcoólico de 12º.