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Restaurantes de Barcelona com vinhos ecológicos

Não há dúvida de que os vinhos ecológicos se impuseram em todo o tipo de bares. Ainda que se possa falar de diferentes denominações, quando nos referimos aos vinhos ecológicos falamos de um tipo de cultivo onde o limite de adição de sulforoso (dióxido de enxofre) é mais baixo e onde se exclui, o mais possível, a utilização de produtos químicos de síntese.

Hoje em dia,muitos restaurantes oferecem este tipo de vinhos, que têm cada vez mais procura. Aqui fica a nossa selecção de restaurantes com vinhos ecológicos em Barcelona, caso decida passar férias nesta cidade ou simplesmente esteja de passagem.

El Petit Celler
Mais do que um restaurante, o Petit Celler é uma verdadeira experiência para os sentidos. Dentro do mesmo espaço foi aberto o Tribut, um lugar onde pode provar (a copo) mais de 250 vinhos de grande qualidade. Há também um espaço dedicado ao vermute – La Vermutería – onde encontrará uma grande selecção desta bebida, tradicional em Espanha, com a vantagem de poder comprar as suas garrafas preferidas, também expostas para venda ao público. Em relaçõ a vinhos ecológicos, aquí pode encontrar uma boa representação.

La Dentellière
Situado no Bairro Gótico de Barcelona, o restaurante destaca-se pela qualidade dos seus produtos da zona (Km 0): ovos de Calaf, arroz do Delta do Ebro, e, evidentemente, uma excelente carta de vinhos com Denominação de Origem da Catalunha, apesar de também poder encontrar vinhos ecológicos de outras comunidades, como o Mureda, de DO Castilla La Mancha, branco e tinto.

Vistro49 Wine Bar e Cocktails – Ohla Barcelona
O hotel Ohla Barcelona possui vários espaços gastronómicos. Florian David, de ascendência francesa, foi escanção de Caelis durante mais de dois anos e é agora o responsável do Vistro49. Na sua vasta carta podem encontrar-se vinhos ecológicos de adegas pouco conhecidas com produções semelhantes a pequenas pérolas. Claro está que também conta com uma enorme lista de conhecidos vinhos e cavas.

La llavor del orígens (a semente das origens)
Conta com dois restaurantes Em dois interessantes bairros de Barcelona: o Bairro de Grácia e o Bairro do Born. Ambos aplicam a política de utilização de produtos da zona (Km 0). Na sua carta de vinhos pode encontrar alguns ecológicos, como o Bouquet d’Alella, com DO Alella, elaborado com a casta Pansa blanca, de Alella.

 

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Fonseca Terra Prima Reserva

 

 

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Quinta da Caldeirinha Syrah Bio 2013

Harmonização de vinhos e queijos do mundo

 TAGS:undefinedDurante séculos, queijo e vinho, foram servidos para deleitar os paladares mais exigentes. Embora se possa dizer que estes dois sabores são totalmente opostos, é, precisamente, por essa razão que os dois casam tão bem; o sabor da proteína do queijo e a acidez do vinho podem chegar a formar um duo absolutamente perfeito. Hoje trazemos-lhe as melhores harmonizações, para que seja o juiz do seu próprio gosto.

Harmonizações com queijo Brie, Tomme e outros queijos cremosos
São suaves e cremosos e com uma casca completamente comestível. A sua textura amanteigada deixa vestígios de proteína na língua e, como tal, os melhores vinhos para o acompanhar são aqueles que “limpam”, ou seja; que reestruturam o paladar devido à sua acidez, carbonatação ou taninos.
Estes queijos, de sabores delicados são indicados para vinhos de sabor igualmente subtil ou ligeiramente frutado (vinho Chardonnay, vinho Pinot Noir, vinhos Espumantes, vinho Riesling Schiava seco, entre outros.)

Harmonizações com Chèvre e outros queijos de cabra
Os queijos de cabra são inconfundivelmente frescos e de sabores alternados, entre o azedo e o terroso, que dependem do tempo de cura. Estes sabores intensos são recomendáveis para vinhos encorpados, especialmente, aqueles que envelheceram em madeira de carvalho e que podem fornecer alguma oxidação ao processo. O Sauvignon Blanc, Chenin Blanc ou uma Mescla Bordeaux (Cabernet-Merlot) são boas opções.

Harmonizações com queijos suíços
São queijos duros ou semi-duros e de textura cremosa com sabores a noz e amêndoa. Fáceis de harmonizar com uma grande variedade de vinhos. Brancos com notas doces, ligeiramente amargos e de acidez média: Riesling, Pinot gris, Syrah, Madeira ou Porto.

Harmonizações com queijo “manchego” e outros queijos de ovelha
Queijos duros, na sua maioria, de Portugal e Espanha, extremamente versáteis para harmonizar, ou seja: será difícil errar na sua escolha. Experimente vinhos da Península Ibérica como Verdejo, Cava Rosé, Tempranillo, Vinho Verde, Grenache ou Alicante Bouschet.

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Barbeito 3 Years Dry

 

 

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Graham’s 10 Years

Escolher vinho como um especialista

 TAGS:undefinedJá não há dúvidas de que os conhecimentos sobre vinho se converteram num requisito indispensável em qualquer tipo de reunião social. Desde um jantar íntimo num restaurante até aos encontros familiares em volta da mesa, todos já sentimos a pressão social de escolher o vinho adequado a cada ocasião.

Perante esta situação, muitos sentimos que devemos fingir uma certa sabedoria em relação ao mundo dos vinhos, e especialmente quando estamos à mesa de um restaurante com a carta de vinhos nas mãos. Por esta razão, a Uvinum pretende dar um valioso conselho para escolher vinho como o fazem os especialistas: escolha o vinho mais económico da carta. Não se trata de uma atitude sovina, mas sim de uma sugestão defendida por profissionais desta área, como o crítico gastronómico Jay Rainer, e os autores Madeline Puckett e Justin Hammack.

Porquê escolher a opção mais barata? Estes especialistas expõem as seguintes razões:

Não cair no snobismo

Os elevados preços de alguns vinhos são apenas uma consequência do snobismo. As Denominações de Origem e as variedades que ganharam fama provocam o aumento da procura, logo os preços aumentam. No entanto, nem sempre os vinhos mais caros são os mais apaixonantes e inovadores. Existem vinhos de regiões menos conhecidas com muito por descobrir.

Pensar global, consumir local

A mesma coisa acontece com os produtos estrangeiros, aos quais tendemos a atribuir prestigio pelo simples facto de virem de outro país. Os gastos de transporte e distribuição aumentam consideravelmente o preço dos vinhos, algo que normalmente é relacionado com a qualidade do produto. Por outro lado, os vinhos nacionais costumam ser uma opção mais económica e a sua qualidade é, muitas vezes, semelhante ou superior.

Aceitar recomendações

Por último, é sempre recomendável deixar-se aconselhar por um escanção ou outro técnico do mundo vinícola. É deste modo que poderá descobrir vinhos completamente desconhecidos. Como alternativa, antes de comprar vinho, também pode procurar informação em sites especializados como o da Uvinum.

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

 

 

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Messias Colheita 1966

Vinho e queijo: porque é tão bom?

 TAGS:undefinedSabe-se desde há muito que o queijo e o vinho formam um casal inseparável. Os especialistas do sector gastronómico oferecem-nos continuamente as suas recomendações e concedem uma nova perspectiva sobre as experiências gastronómicas, que, juntamente com a imensa literatura publicada sobre este tema, muito podem ensinar sobre harmonizações entre cada tipo de queijo e de vinho.

O Centro do Gosto e Hábitos Alimentares Franceses formulou a pergunta : porque é que o vinho sabe melhor com queijo? O estudo realizado para obter respostas foi recentemente publicado no Journal of Food Science.

Mara V. Galmarini, a autora principal deste estudo revelou que “Graças à nossa investigação percebemos que a duração da percepção de adstringência de um vinho poderia ser reduzida após comer queijo. Os quatro queijos utilizados no estudo tiveram o mesmo efeito, em poucas palavras, é provável que o sabor do vinho seja melhor quando se acompanha de queijo e independentemente do tipo de queijo”.

Os participantes da investigação, um total de 31 voluntários, foram submetidos a duas provas, primeiro provaram quatro vinhos (Pacherenc, Sancerre, Bourgogne e Madiran), sobre os quais deviam indicar qual a sensação dominante com cada um deles, de acordo a uma lista que lhes foi entregue. Depois a prova foi repetida, mas com uma ligeira diferença: entre cada gole de vinho os participantes deviam comer um pedaço de queijo, sendo eles: Epoisses, Condado, Roquefort e Crottin de Chavignol.

Ao longo da prova demonstrou-se o impacto positivo dos queijos na percepção dos vinhos, efeito este que se notou especialmente com vinhos tintos, Bourgogne e Madiran, que viram o seu aroma frutado potenciado, ao mesmo tempo que que a sua adstringência diminuiu. O mesmo sucedeu em relação aos vinhos brancos, incluídos os doces, embora em menor proporção.

Já sabe, escolha uma boa tábua de queijos, nós recomendamos os vinhos:

 

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Cadão 2012

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Algumas recomendações para harmonizar vinhos e enchidos

 TAGS:undefinedSão duas das melhores combinações possíveis: o vinho e os enchidos oferecem sabores de resultado extraordinário numa harmonização.

Normalmente gordurosos, fumados e muito aromáticos, os enchidos vão bem com vinhos Sauvignon blanc, Pinot, vinhos tintos intensos e alguns espumantes brancos.

Em Espanha, por exemplo, para o presunto (o protagonista das carnes secas espanholas) o ideal é acompanhá-lo com um vinho tinto encorpado, generoso, tintos novos, leves e secos e aqueles que são elaborados com Cabernet sauvignon. Por outro lado, o fino e o manzanilla, são bons com todo o tipo de enchidos e casam sempre bem com presunto.

O prato de ovos estrelados com chistorra (um enchido com origem no País Vasco e Navarra) pode ser uma verdadeira delicatessen quando acompanhado por um vinho tinto de guarda ou um branco com mais corpo do que o habitual.

O lombo pode ser preparado de vários modos; acompanhado de pão e tomate, com pimentão e azeite ou cortado fino com um queijo forte e amanteigado. A harmonização costuma ser feita com vinho tinto, envelhecido, Merlot ou Tempranilho. Existem muitas denominações de origem que encaixam bem com este enchido, mas a recomendação vai para os vinhos de Ribera del Duero, que marcam o sabor fumado do lombo.

Em relação aos chouriços, os vinhos podem variar; branco ou tinto, ainda que este último seja o favorito, e de preferência com notas de frutos vermelhos e uma ligeira acidez. Os vinhos Syrah são muito recomendáveis, desde os Rioja aos vinhos menos conhecidos da Denominação de Origem de Alicante.

O salame, pelos seus ingredientes, pode harmonizar com vinho rosé ou um tinto novo, enquanto que os enchidos mais frescos como o salsichão casam melhor com vinhos novos.

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Pruno 2014

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza 2012

Bon appétit! Gastronomia francesa para iniciados

 TAGS:undefinedUm dos modos de organizar uma harmonização é associando-a à estação do ano. A gastronomia francesa, considerada como uma das mais importantes a nível mundial, é extremamente aromática, o qual, combinado com as suas texturas, densidade e um vinho encorpado, cria uma união perfeita para o Inverno. Hoje trazemos-lhe alguns exemplos de pratos característicos deste país. Bon appétit

Crepes: podem ser doces ou salgados. A nossa preferência vai para o crepe de cogumelos e fiambre e para o crepe da Normandia, com gambas e queijo gruyère. Acompanhe com sidra.

Salada Niçoise: típica da Região da Cote D’Azur, no Sul de França, é feita com alface, atum, cogumelos e batata. Para beber, pode escolher um rosé seco; Syrah, Pinot noir ou Cabernet sauvignon.

Creme de abóbora: é uma opção perfeita para a época em que acabamos de entrar. Acompanhar com vinho espumante.

Quiche Lorraine: feita com massa quebrada e recheada de presunto ou toucinho, curgete, queijo emmental e cebola. É recomendável ser acompanhado de um vinho branco novo e frutado.

Parmentier de foie: à base de batata, foie de pato, natas, ervas aromáticas e um pouco de vinho do Porto, pode ser acompanhado com este último ou com um tinto encorpado e redondo.

Sobremesas: algumas das opções da, excelente, pastelaria francesa são a Tarte Tatin e o Bolo Saint-Honoré, ambos podem vão bem com um tinto leve.

 

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M. Chapoutier la Bernardine 2011

 

 

 TAGS:M. Chapoutier Bila Haut Occultum Lapidem 2014M. Chapoutier Bila Haut Occultum Lapidem 2014

M. Chapoutier Bila Haut Occultum Lapidem 2014

 

7 bares em Londres para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedLondres é uma das cidades com maior número de culturas, talvez por isso também possua uma enorme variedade de bares e restaurantes. Para além da cerveja e do whisky, nesta cidade bebe-se bom vinho, sobretudo graças aos produtores de vários países que tornam possível saborear as suas obras em lugares de ócio. Se pensa visitar Londres ou vive na cidade, siga as nossas recomendações:

1. Vinoteca – Bastante popular, aqui encontram-se vinhos franceses, italianos, espanhóis e portugueses. Realizam-se provas e outros eventos.
2. Cork & Bottle – Está localizado numa zona de grande movimento e rodeado por teatros. Por essa razão, é habitual encher-se de turistas e tomar um vinho antes ou depois das peças de teatro. Boa selecção de vinhos e comida.
3. Fortnums 1707 – Em Picadilly. Possuem uma excelente selecção de vinhos a bons preços e uma loja onde os pode adquirir. Fecham bastante tarde, o que significa que à noite, pode beber vinho quando lhe apetecer.
4. Troubadour Wines – Bar, restaurante e loja de vinhos da Argentina, França e Itália, entre outros países.
5. Willy’s Wine Bar Se pretende fish&chip de qualidade, este é o sítio onde deve ir. Há bons vinhos na sua carta, tanto brancos como tintos. Algo a que os britânicos estão a aderir cada vez mais.
6. Bar Pepito– Um dos bares espanhóis que ganhou fama em Londres. A raiz é andaluza, pelo que se pode deduzir o seu ponto forte: as tapas. Para beber? Xerez e vinhos de outras comunidades espanholas.
7. Sager + Wilde – É o lugar indicado para um bom petisco acompanhado de bons vinhos. Enchidos, queijos, pão e variedade de vinhos.

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Miraval Rosé 2015: um vinho rosé da DO Côtes De Provence com uvas de syrah, rolle, garnacha, grenache e cinsault de 2015, 

 

 

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Habla Rita 2015: é um Côtes De Provence das adegas Bodegas Habla – Bodegas y Viñedos de Trujillo com uvas de garnacha negra, syrah e garnacha de 2015.

 

 

8 harmonizações para esquecer

 TAGS:undefinedAlgumas combinações de vinho com determinados pratos devem realmente ser evitadas e por vezes é mais importante saber quais as harmonizações que não se devem fazer do que seguir recomendações sobre as uniões gastronómicas ideais. Uma combinação infeliz pode provocar ressaca, azia ou arruinar completamente o sabor de um prato.

Com champanhe não deve… Uma das piores combinações com o champanhe seco são os bolos habitualmente servidos nas festas de casamento. Um sabor contraria o outro e o paladar é convertido num campo de batalha sem vencedores. A mesma fórmula é válida para caril com champanhe vintage.

O Cabernet Sauvignon não é grande amigo de… Um vinho Cabernet com elevada presença de taninos não deve ser acompanhado de gelado, o resultado é um vinho amargo e um gelado excessivamente doce. As ostras, também não são uma boa companhia para este vinho, a sua textura torna-se arenosa com um sabor desagradavelmente metálico, tal como o linguado, que ao ser combinado com Cabernet perde o sabor delicado que o caracteriza.

Pinot Noir com… Se o prato a saborear é um frango avinagrado com estragão, é melhor esquecer o Pinot Noir, o vinagre de ervas, tal como qualquer condimento de elevada acidez, reduz substancialmente o sabor frutado deste vinho.

Se o Sauvignon Blanc for um dos favoritos… O ideal é ficar longe de caviar e queijo azul, com o primeiro o vinho perde todas as suas características e com o segundo gera-se uma verdadeira competição no paladar.

O Chardonnay é inimigo de… Talvez a combinação de Chardonnay e gelado possa parecer interessante, porém esta é a receita infalível para ter uma ressaca inesquecível. É também recomendável manter a distância entre este vinho e peixes gordurosos como a cavala, que modificam totalmente o paladar do vinho, ou as ostras, que perdem o seu sabor subtil. Finalmente, o Chardonnay perde vida quando acompanhado por alimentos picantes.

Chianti, melhor longe de… Não é o melhor vinho para acompanhar uma salada de atum ou pratos similares, o vinho ganha um sabor metálico, nada equilibrado.

Não estragues o Merlot… Se as alcachofras, as couves de Bruxelas e o feijão verde são alguns dos pratos predilectos, é melhor guardar o Merlot tinto para outras refeições. No geral, com estes vegetais vai melhor um vinho branco.

Não desperdices uma garrafa de Borgonha… Lasanha e Borgonha, é um desses casamentos de final infeliz, ou seja, azia.
Borgonha, queijo e molho de tomate é uma associação demasiado fortes para o estômago.

 

10 mercados gastronómicos mundiais que não podes perder

 TAGS:undefinedOs mercados gastronómicos são uma nova versão dos mercados tradicionais, nos quais a cultura e o prazer se unem para oferecer aos seus visitantes uma experiência completa. Hoje partilhamos contigo alguns dos mercados mais famosos do mundo.

Damnoen Saduak (Tailândia): Na denominada Veneza do Leste os petiscos podem ser saboreados a bordo de várias embarcações que deslizam pelos canais da cidade.

Borough Market (Londres): Um dos mais antigos mercados de Inglaterra, onde é possível conhecer toda a sua história culinária através de chefs e produtores. A oferta abarca uma enorme variedade de produtos locais e exóticos, assim como restaurantes de cozinha balti.

Tsukiji (Tóquio): É o maior mercado de peixe do mundo, onde diariamente entram em circulação mais de 2.000 toneladas de produtos do mar. É um mercado famoso pelos seus leilões de atum e uma das atracções turísticas da cidade.

Union Square (Nova Iorque): Inicialmente criado para fomentar a actividade das pequenas explorações agrícolas, este mercado a céu aberto, vende os produtos dos agricultores aos nova-iorquinos. Aqui é possível degustar pratos diversos e ter aulas de cozinha realizadas por chefs de prestígio.

Mercado Central (Florença): Onde se pode conhecer a essência da cozinha da Toscana. A famosa ribolita, os seus vinhos, queijos parmesão e vinagre balsâmico de Modena são algumas das suas opções mais destacadas.

La Vega Central (Santiago do Chile): Recheado de frutas, verduras, carnes e peixe fresco, este mercado oferece uma visão dos pratos tradicionais da cidade, como as sopaipillas, as humitas ou as cazuelas.

La Boquería (Barcelona): O Mercado de Sant Josep, do séc. XII, é também conhecido como La Boquería. O termo, de origem incerta, diz-se proveniente de “talho” e da palavra Boc, carne de cabrito em catalão. Hoje em dia, é visitado por milhares de turistas que procuram os pratos típicos das cozinhas espanhola e catalã.

Bloemenmark (Amesterdão): O mercado das Flores é um dos mercados mais famosos e originais. Foi fundado em 1862, nas margens do Canal Singel, onde se vende um manto de aroma e cor dominado pelas tulipas nas embarcações do amarradouro.

 

 TAGS:Dom Perignon Vintage 2003Dom Perignon Vintage 2003

Dom Perignon Vintage 2003: um vinhos espumantes com D.O. Champagne das adegas Moët & Chandon elaborado com pinot noir e chardonnay de 2003 e de um grau alcoólico de 12.5º.

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Rosé ImpérialMoët & Chandon Rosé Impérial

Moët & Chandon Rosé Impérial: um vinhos espumantes da D.O. Champagne de Os mejores cachos de pinot noir e pinot meunier e de um grau alcoólico de 12º.