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Harmonização de vinhos e queijos do mundo

 TAGS:undefinedDurante séculos, queijo e vinho, foram servidos para deleitar os paladares mais exigentes. Embora se possa dizer que estes dois sabores são totalmente opostos, é, precisamente, por essa razão que os dois casam tão bem; o sabor da proteína do queijo e a acidez do vinho podem chegar a formar um duo absolutamente perfeito. Hoje trazemos-lhe as melhores harmonizações, para que seja o juiz do seu próprio gosto.

Harmonizações com queijo Brie, Tomme e outros queijos cremosos
São suaves e cremosos e com uma casca completamente comestível. A sua textura amanteigada deixa vestígios de proteína na língua e, como tal, os melhores vinhos para o acompanhar são aqueles que “limpam”, ou seja; que reestruturam o paladar devido à sua acidez, carbonatação ou taninos.
Estes queijos, de sabores delicados são indicados para vinhos de sabor igualmente subtil ou ligeiramente frutado (vinho Chardonnay, vinho Pinot Noir, vinhos Espumantes, vinho Riesling Schiava seco, entre outros.)

Harmonizações com Chèvre e outros queijos de cabra
Os queijos de cabra são inconfundivelmente frescos e de sabores alternados, entre o azedo e o terroso, que dependem do tempo de cura. Estes sabores intensos são recomendáveis para vinhos encorpados, especialmente, aqueles que envelheceram em madeira de carvalho e que podem fornecer alguma oxidação ao processo. O Sauvignon Blanc, Chenin Blanc ou uma Mescla Bordeaux (Cabernet-Merlot) são boas opções.

Harmonizações com queijos suíços
São queijos duros ou semi-duros e de textura cremosa com sabores a noz e amêndoa. Fáceis de harmonizar com uma grande variedade de vinhos. Brancos com notas doces, ligeiramente amargos e de acidez média: Riesling, Pinot gris, Syrah, Madeira ou Porto.

Harmonizações com queijo “manchego” e outros queijos de ovelha
Queijos duros, na sua maioria, de Portugal e Espanha, extremamente versáteis para harmonizar, ou seja: será difícil errar na sua escolha. Experimente vinhos da Península Ibérica como Verdejo, Cava Rosé, Tempranillo, Vinho Verde, Grenache ou Alicante Bouschet.

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Barbeito 3 Years Dry

 

 

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Graham’s 10 Years

Escolher vinho como um especialista

 TAGS:undefinedJá não há dúvidas de que os conhecimentos sobre vinho se converteram num requisito indispensável em qualquer tipo de reunião social. Desde um jantar íntimo num restaurante até aos encontros familiares em volta da mesa, todos já sentimos a pressão social de escolher o vinho adequado a cada ocasião.

Perante esta situação, muitos sentimos que devemos fingir uma certa sabedoria em relação ao mundo dos vinhos, e especialmente quando estamos à mesa de um restaurante com a carta de vinhos nas mãos. Por esta razão, a Uvinum pretende dar um valioso conselho para escolher vinho como o fazem os especialistas: escolha o vinho mais económico da carta. Não se trata de uma atitude sovina, mas sim de uma sugestão defendida por profissionais desta área, como o crítico gastronómico Jay Rainer, e os autores Madeline Puckett e Justin Hammack.

Porquê escolher a opção mais barata? Estes especialistas expõem as seguintes razões:

Não cair no snobismo

Os elevados preços de alguns vinhos são apenas uma consequência do snobismo. As Denominações de Origem e as variedades que ganharam fama provocam o aumento da procura, logo os preços aumentam. No entanto, nem sempre os vinhos mais caros são os mais apaixonantes e inovadores. Existem vinhos de regiões menos conhecidas com muito por descobrir.

Pensar global, consumir local

A mesma coisa acontece com os produtos estrangeiros, aos quais tendemos a atribuir prestigio pelo simples facto de virem de outro país. Os gastos de transporte e distribuição aumentam consideravelmente o preço dos vinhos, algo que normalmente é relacionado com a qualidade do produto. Por outro lado, os vinhos nacionais costumam ser uma opção mais económica e a sua qualidade é, muitas vezes, semelhante ou superior.

Aceitar recomendações

Por último, é sempre recomendável deixar-se aconselhar por um escanção ou outro técnico do mundo vinícola. É deste modo que poderá descobrir vinhos completamente desconhecidos. Como alternativa, antes de comprar vinho, também pode procurar informação em sites especializados como o da Uvinum.

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

 

 

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Messias Colheita 1966

Pão e Vinho: abençoado casamento

 TAGS:undefinedDe milho, de centeio, de mescla de cereais, de azeitonas, integral, de nozes; o pão é um dos alimentos mais completos e nutritivos e não deve faltar numa boa mesa, seja ela portuguesa, ou não.

É um ingrediente fundamental da sanduíche, gourmet ou não, um alimento generoso que oferece muitíssimas formas de ser combinado e harmonizado.
Por exemplo:
o pão escuro de centeio e o de cereais com queijo fresco ou queijo tipo Serra, e doces de frutos vermelhos. Mas também com patês, sobretudo de porco e javali.
Os pratos consistentes como os guisados de carnes gordas vão bem com fatias de pão integral para ensopar de molho.
O pão caseiro é delicioso em sanduíches de ovos; mexidos em azeite de manjericão, em omelete de ervas, estrelados com pimentas, etc.
A chapata vai bem com presunto, chouriço picante ou lombo fumado, enchidos secos cortados em fatias magras.
A carne pode ser acompanhada devinho tinto e regueifa, estaladiça e seca.
Para o peixe e o marisco, recomenda-se pão branco, regado de azeite e pimentão.
É também um ingrediente que combina perfeitamente com vinho, desde tempos seculares: vinho branco com queijos fortes e amanteigados em baguete; vinho tinto ou rosé (um Chianti rosé, por exemplo) com foccacia, tomate, azeitonas e pimentos assados; vinhos doces, cava e champanhe, pedem pão de passas, nozes e outros frutos secos.

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Mateus Rosé

 

 

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Quinta do Portal Rosé 2014

Vinho e queijo: porque é tão bom?

 TAGS:undefinedSabe-se desde há muito que o queijo e o vinho formam um casal inseparável. Os especialistas do sector gastronómico oferecem-nos continuamente as suas recomendações e concedem uma nova perspectiva sobre as experiências gastronómicas, que, juntamente com a imensa literatura publicada sobre este tema, muito podem ensinar sobre harmonizações entre cada tipo de queijo e de vinho.

O Centro do Gosto e Hábitos Alimentares Franceses formulou a pergunta : porque é que o vinho sabe melhor com queijo? O estudo realizado para obter respostas foi recentemente publicado no Journal of Food Science.

Mara V. Galmarini, a autora principal deste estudo revelou que “Graças à nossa investigação percebemos que a duração da percepção de adstringência de um vinho poderia ser reduzida após comer queijo. Os quatro queijos utilizados no estudo tiveram o mesmo efeito, em poucas palavras, é provável que o sabor do vinho seja melhor quando se acompanha de queijo e independentemente do tipo de queijo”.

Os participantes da investigação, um total de 31 voluntários, foram submetidos a duas provas, primeiro provaram quatro vinhos (Pacherenc, Sancerre, Bourgogne e Madiran), sobre os quais deviam indicar qual a sensação dominante com cada um deles, de acordo a uma lista que lhes foi entregue. Depois a prova foi repetida, mas com uma ligeira diferença: entre cada gole de vinho os participantes deviam comer um pedaço de queijo, sendo eles: Epoisses, Condado, Roquefort e Crottin de Chavignol.

Ao longo da prova demonstrou-se o impacto positivo dos queijos na percepção dos vinhos, efeito este que se notou especialmente com vinhos tintos, Bourgogne e Madiran, que viram o seu aroma frutado potenciado, ao mesmo tempo que que a sua adstringência diminuiu. O mesmo sucedeu em relação aos vinhos brancos, incluídos os doces, embora em menor proporção.

Já sabe, escolha uma boa tábua de queijos, nós recomendamos os vinhos:

 

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Cadão 2012

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Vermute, muito mais do que uma bebida

 TAGS:undefinedÉ conhecido por muitos e apreciado por outros tantos; o vermute é uma bebida de longa tradição e que ultimamente voltou em força, seja em bares clássicos como nos mais modernos e alternativos.

Uma bebida social
Porque é que o vermute é mais do que uma bebida? Porque representa toda uma cultura e forma de viver. Em Espanha faz parte de um dos momentos em que se saborea uma conversa e alguns petiscos entre amigos e família.

Reconhecido por chefs com estrelas Michelín
Cada vez são mais os chefs reconhecidos que decidem apostar por esta tradição. O vermute renasceu e vem rodeado de glamour, alguns dos responsáveis são: Carles Abellán, o chef catalão que no seu restaurante Tapas24, serve tapas e vermutes requintados; tal como Paco Pérez, chef também catalão, nascido em Huelva e já com 5 estrelas Michelin e excelentes surpresas no mundo do vermute.

Feiras e eventos
E já não são apenas os bares a render-se ao vermute; hoje em dia organizam-se provas e feiras com esta bebida como protagonista, cujo objetivo é o de descobrir novas marcas e sabores e experimentar harmonizações.

 
Não apenas aos domingos
A tradição manda que o vermute seja tomado ao domingo, antes do almoço (a bebida acompanhada de tapas), mas o que acontece actualmente é que o hábito passou também para a hora do lanche, antes do jantar, e mesmo durante a semana, especialmente às sextas e sábados.

 

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Picon Bière 1L

 

 

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Carpano Antica Formula 1L

7 restaurantes imprescindíveis no Reino Unido

 TAGS:undefinedPara além do Celler de Can Roca, e do restaurante catalão Lasarte, a que recentemente atribuíram três estrelas Michelin, há outros restaurantes igualmente imprescindíveis pela Europa fora. Por isso, se está a pensar em viajar ao Reino Unido, leve uma lista de restaurantes Michelin. O novo guia de 2017, da Grã-Bretanha e Irlanda já está disponível e traz novas estrelas.

1. The Fat Duck
Este restaurante recuperou a sua terceira estrela e oferece uma fantástica experiência gastronómica. Está situado em Bray, muito perto de Londres. Com esta estrela, o Reino Unido passa a ter quatro restaurantes com três estrelas Michelin: Gordon Ramsay, Alain Ducasse at The Dorchester e Waterside Inn.

2. Raby Hunt
Localizado no Condado de Durham, este restaurante obteve duas estrelas. O seu chef é James Close, e para além da cozinha, o ambiente tem o seu encanto; uma pousada do séc. XIX

3. The Forest Side
Duas estrelas Michelin. Fica em Cumbria, no Norte de Inglaterra e diz-se por aí que há muito que provar.

4Sosban and The Old Butchers
Em Gales,na ilha de Anglesey encontramos este restaurante com também duas estrelas. A sua cozinha baseia-se nos produtos locais.

5. The Ninth
Em Londres há novos restaurantes que já ganharam a sua primeira estrela Michelin este ano. É o caso do The Ninth, um sítio informal, sem toalhas de mesa, onde pode até pedir ao balcão. Excelente adega!

6. Ellory
Aqui poderá provar alguns pratos tradicionais da cozinha inglesa, que, apesar da estrela Michelin e da fama, não é caro.

7. The five fields
No bairro londrino de Chelsea. Este restaurante oferece uma versão mais moderna da cozinha tradicionalmente british.

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Cadão 2012

 

 

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Vidigal Porta 6 2015

Os 7 melhores restaurantes da América Latina

 TAGS:undefinedA gastronomia da América Latina está a passar por um dos seus melhores momentos. A Gala dos 50 Melhores Restaurantes da América Latina, celebrada em 2016, colocou novamente o Peru à frente desta batalha, com a sua cozinha carregada de subtilezas e contrastes. Este país conta com 9 restaurantes classificados no ranking, dois deles nos primeiros lugares. Aqui fica uma lista dos 7 melhores restaurantes da América Latina.

Central, Lima, Peru: no Central celebra-se a biodiversidad do Peru. O chef Virgilio Martínez oferece uma carta com ingredientes novos numa cozinha peruana da vanguarda.

Maido, Lima, Peru: outro dos restaurante peruanos à cabeça da famosa lista. Este tipo de cozinha também se encontra em Espanha; cozinha autóctone em fusão com pratos orientais.

DOM São Paulo, Brasil: para muitos este é o restaurante mais importante da América do Sul. A sua característica principal reside no facto de “ter uma cozinha diferente, com novos sabores”, tal como diz o seu dono Alex Atala, ex punk e dj brasileiro. Aqui cozinha-se com tucupí, um líquido amarelado, extraído de mandioca silvestre na Amazónia, e que antes de começar a fermentar é venenoso; ou a priprioca, uma raiz, também da Amazónia, usada há muito pelas industrias farmacêutica e de cosmética.

Boragó, Santiago, Chile: É o melhor restaurante do Chile e isso é dizer muito. Juntamente com a peruana, a cozinha chilena é tradicionalmente uma das mais significativas na América do Sul. O chef Rodolfo Guzmán une pratos tradicionais dos Andes à nova cozinha.

Pujol, Cidade do México: A fusão de culturas no México faz desta cozinha um must. O segundo melhor restaurante do país segundo a “nossa” lista.

Quintonil, Cidade do México: Outro restaurante mexicano entre os melhores. Eles definem-se como “um sítio sofisticado de cozinha mexicana contemporânea, servida num ambiente luminoso e minimalista”.

Astrid y Gastón, Lima, Peru: Como está visto,o Peru ganha entre os melhores da América Latina. Fazer uma refeição neste restaurante é uma verdadeira experiência. A carta inclui entradas e pratos principais com ceviche e lombo salteado.

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Santa Alvara Carmenère Reserva 2014

 

 

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Casillero del Diablo Reserva Privada 2014

Algumas recomendações para harmonizar vinhos e enchidos

 TAGS:undefinedSão duas das melhores combinações possíveis: o vinho e os enchidos oferecem sabores de resultado extraordinário numa harmonização.

Normalmente gordurosos, fumados e muito aromáticos, os enchidos vão bem com vinhos Sauvignon blanc, Pinot, vinhos tintos intensos e alguns espumantes brancos.

Em Espanha, por exemplo, para o presunto (o protagonista das carnes secas espanholas) o ideal é acompanhá-lo com um vinho tinto encorpado, generoso, tintos novos, leves e secos e aqueles que são elaborados com Cabernet sauvignon. Por outro lado, o fino e o manzanilla, são bons com todo o tipo de enchidos e casam sempre bem com presunto.

O prato de ovos estrelados com chistorra (um enchido com origem no País Vasco e Navarra) pode ser uma verdadeira delicatessen quando acompanhado por um vinho tinto de guarda ou um branco com mais corpo do que o habitual.

O lombo pode ser preparado de vários modos; acompanhado de pão e tomate, com pimentão e azeite ou cortado fino com um queijo forte e amanteigado. A harmonização costuma ser feita com vinho tinto, envelhecido, Merlot ou Tempranilho. Existem muitas denominações de origem que encaixam bem com este enchido, mas a recomendação vai para os vinhos de Ribera del Duero, que marcam o sabor fumado do lombo.

Em relação aos chouriços, os vinhos podem variar; branco ou tinto, ainda que este último seja o favorito, e de preferência com notas de frutos vermelhos e uma ligeira acidez. Os vinhos Syrah são muito recomendáveis, desde os Rioja aos vinhos menos conhecidos da Denominação de Origem de Alicante.

O salame, pelos seus ingredientes, pode harmonizar com vinho rosé ou um tinto novo, enquanto que os enchidos mais frescos como o salsichão casam melhor com vinhos novos.

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Pruno 2014

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza 2012

Bon appétit! Gastronomia francesa para iniciados

 TAGS:undefinedUm dos modos de organizar uma harmonização é associando-a à estação do ano. A gastronomia francesa, considerada como uma das mais importantes a nível mundial, é extremamente aromática, o qual, combinado com as suas texturas, densidade e um vinho encorpado, cria uma união perfeita para o Inverno. Hoje trazemos-lhe alguns exemplos de pratos característicos deste país. Bon appétit

Crepes: podem ser doces ou salgados. A nossa preferência vai para o crepe de cogumelos e fiambre e para o crepe da Normandia, com gambas e queijo gruyère. Acompanhe com sidra.

Salada Niçoise: típica da Região da Cote D’Azur, no Sul de França, é feita com alface, atum, cogumelos e batata. Para beber, pode escolher um rosé seco; Syrah, Pinot noir ou Cabernet sauvignon.

Creme de abóbora: é uma opção perfeita para a época em que acabamos de entrar. Acompanhar com vinho espumante.

Quiche Lorraine: feita com massa quebrada e recheada de presunto ou toucinho, curgete, queijo emmental e cebola. É recomendável ser acompanhado de um vinho branco novo e frutado.

Parmentier de foie: à base de batata, foie de pato, natas, ervas aromáticas e um pouco de vinho do Porto, pode ser acompanhado com este último ou com um tinto encorpado e redondo.

Sobremesas: algumas das opções da, excelente, pastelaria francesa são a Tarte Tatin e o Bolo Saint-Honoré, ambos podem vão bem com um tinto leve.

 

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M. Chapoutier la Bernardine 2011

 

 

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M. Chapoutier Bila Haut Occultum Lapidem 2014

 

7 bares em Londres para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedLondres é uma das cidades com maior número de culturas, talvez por isso também possua uma enorme variedade de bares e restaurantes. Para além da cerveja e do whisky, nesta cidade bebe-se bom vinho, sobretudo graças aos produtores de vários países que tornam possível saborear as suas obras em lugares de ócio. Se pensa visitar Londres ou vive na cidade, siga as nossas recomendações:

1. Vinoteca – Bastante popular, aqui encontram-se vinhos franceses, italianos, espanhóis e portugueses. Realizam-se provas e outros eventos.
2. Cork & Bottle – Está localizado numa zona de grande movimento e rodeado por teatros. Por essa razão, é habitual encher-se de turistas e tomar um vinho antes ou depois das peças de teatro. Boa selecção de vinhos e comida.
3. Fortnums 1707 – Em Picadilly. Possuem uma excelente selecção de vinhos a bons preços e uma loja onde os pode adquirir. Fecham bastante tarde, o que significa que à noite, pode beber vinho quando lhe apetecer.
4. Troubadour Wines – Bar, restaurante e loja de vinhos da Argentina, França e Itália, entre outros países.
5. Willy’s Wine Bar Se pretende fish&chip de qualidade, este é o sítio onde deve ir. Há bons vinhos na sua carta, tanto brancos como tintos. Algo a que os britânicos estão a aderir cada vez mais.
6. Bar Pepito– Um dos bares espanhóis que ganhou fama em Londres. A raiz é andaluza, pelo que se pode deduzir o seu ponto forte: as tapas. Para beber? Xerez e vinhos de outras comunidades espanholas.
7. Sager + Wilde – É o lugar indicado para um bom petisco acompanhado de bons vinhos. Enchidos, queijos, pão e variedade de vinhos.

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Miraval Rosé 2015: um vinho rosé da DO Côtes De Provence com uvas de syrah, rolle, garnacha, grenache e cinsault de 2015, 

 

 

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Habla Rita 2015: é um Côtes De Provence das adegas Bodegas Habla – Bodegas y Viñedos de Trujillo com uvas de garnacha negra, syrah e garnacha de 2015.