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Um fim de ano diferente em outros países

 TAGS:undefinedEm todo o mundo, já se sabe, existem milhares de tradições e durante a noite do fim de ano temos a oportunidade de assistir a costumes estranhos, divertidos ou que simplesmente nos chamam a atenção. Estas repetições anuais de festas e divertimento acontecem em diferentes pontos do globo terrestre, hoje partilhamos alguns destes lugares, para que te possas inspirar na passagem de 2015 a 2016.

São Paulo

São Paulo é o lugar indicado para quem gosta de festas e não me refiro apenas ao Carnaval. Uma das tradições da festa do fim de ano paulista é a de usar roupa interior de cores berrantes com a intenção de “chamar” a sorte para o ano novo.

Copenhaga

Dizem que duas das tradições dos dinamarqueses nas quais podemos participar se passarmos o ano novo em Copenhaga são: saltar das cadeiras quando soam as badaladas da meia-noite e partir a louça. Enquanto que o salto das cadeiras pretende espantar os maus espíritos, deixar em fanicos as chávenas, pratos e outras louças (antigas) serve para atrair a sorte.

Nova York

Tal como em Barcelona e Edimburgo, também em Nova York existe a tradição de iniciar o ano novo com um mergulho nas águas frias do mar de Dezembro. Nesta cidade, os membros do Club Polar Bear de Brooklyn entram no Atlântico, em Coney Island, para chegarem frescos e renovados ao novo ano.

Tóquio

É verdade que os japoneses são conhecidos pela sua excentricidade e na noite do ano novo também não há excepção. Ao longo da tarde e da noite de fim de ano, uma grande quantidade da população assiste a um programa de televisão com personagens públicas em duelo musical. À meia-noite come-se massa, mais propriamente noodles extra-longos, que simbolizam a longevidade. Entretanto, nos templos fazem soar 108 badaladas, cada uma delas representa um valor negativo da humanidade que pretende ser apagado. 

Talin

Se a tua forma favorita de celebrar se relaciona com comida então deves ir a Talin. Na Estónia, na noite de fim do ano lançam-se fogos de artifício, mas a verdadeira tradição dita que se deve comer 7 vezes no último dia do ano. Cada refeição concede forças renovadas para iniciar o ano novo.

Plymouth (Wisconsin)

Plymouth, a pequena cidade americana em Wisconsin, é um bom destino de ano novo para os amantes de queijo. Todos os anos o Big Cheese Drop celebra a existência da industria láctea local, onde um artista elabora um pedaço de queijo de 36 quilos (em espuma de poliestireno) que depois é lançado desde uma altura de 30 metros quando soam as 12 badaladas.

Chile

Também os chilenos têm tradições peculiares no ano novo, uma delas é a de queimar bonecos de cartão ou madeira para purificar e eliminar erros, doenças e tristezas, ou seja, para iniciar o ano novo com melhor disposição.

 

Venezuela

A tradição venezuelana dita que devemos reunir-nos com os amigos e com a família antes do jantar de Natal para preparar hallacas. No fim de ano, estas pequenas empadas recheadas de guisado oferecem-se aos amigos para assegurar uma longa amizade e desejar boa sorte para o ano novo.

 TAGS:Jose de Sousa Mayor 2011Jose de Sousa Mayor 2011

Jose de Sousa Mayor 2011: Alentejo cujo coupage contém trincadeira e grand noir de 2011 e tem um volume de álcool de 14.5º. 

 

 

 TAGS:Pedra Basta 2010Pedra Basta 2010

Pedra Basta 2010: um vinhos tinto com D.O. Alentejo realizado com trincadeira e cabernet sauvignon de 2010 e com um grau alcoólico de 14º. 

 

 

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Explicit Branco 2014: um vinhos branco com D.O. Alentejo elaborado com uvas de 2014.

 

 

*Imagen: Wilfredo Rodríguez (flickr) 

Como alternar vinhos no jantar do fim de ano

 TAGS:undefinedEstá a chegar uma festa muito especial em que a protagonista é a gastronomia e o vinho é o eixo das reuniões de família e dos amigos. Já podes começar a escolher os teus vinhos para o Natal. Se pretendes que este jantar seja fantástico, escolhe qualidade e variedade, certamente terás recompensa.

Peixe, carne, sobremesas… no Natal comemos em demasia e de modo variado, é por essa razão que devemos alternar os vinhos, especialmente no jantar do fim de ano, que, habitualmente, se alarga.

Do branco ao tinto. É o modo tradicional de os alternar e como costumam ser organizados em algumas provas. Normalmente, esta estrutura relaciona-se com os pratos que comemos, pois o costume é o de começar com petiscos, sopas e peixe e, como tal, os vinhos brancos são os preferidos.

Acém, peru ou leitão, costumam servir-se como segundo prato o que abre as possibilidades à entrada de um tinto encorpado e redondo que intensifique os sabores. Muitas vezes, serve-se um branco e dois ou três vinhos tintos.

Do seco ao doce. Tudo depende da ementa mas o jantar também pode começar com vinhos brancos ou tintos e depois passar aos vinhos doces, como o moscatel, para as sobremesas. A combinação dos vinhos secos com o primeiro e segundo prato será muito melhor se for harmonizada adequadamente. Os vinhos mais suaves e doces (que as uvas brancas enaltecem) combinam perfeitamente com o leite-creme, o arroz-doce e as rabanadas e deste modo a digestão é facilitada.

Por protocolo. O primeiro vinho costuma ser aberto e provado pelo anfitrião, ainda que este possa dar a honra a um dos seus convidados. Uma vez aberta, a garrafa pode ser deixada na mesa ou numa mesa auxiliar para ir servindo à medida que os copos se esvaziam. Os primeiros copos servem-se meados e depois então, que cada se sirva a seu gosto. O protocolo diz que os vinhos brancos e os rosés devem ser servidos em primeiro lugar e a 10ºc de temperatura, 20ºc para os tintos. Xerez, vinhos doces, champanhe ou cava, 8ºc aproximadamente.

Já tens vinho para o jantar do fim de ano? Nós recomendamos:

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Quinta do Noval Late Bottled Vintage 2006: Vinho doce perfeito para sobremesas

 

 

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Miros de Ribera Reserva 2007: Harmoniza com carnes, molhos densos e assados.