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Duas vezes vinho?

 TAGS:undefinedBeber vinho, moderadamente, proporciona uma grande quantidade de benefícios. E se o bebermos em grandes tragos? Muito melhor, ou isso afirma um estudo realizado pela Universidade de Nápoles, cuja conclusão aponta para a quantidade de vinho que se toma em cada trago e como este facto tem uma grande influência sobre o sabor do vinho.

Este estudo utilizou uma casta autóctone de vinho branco, a Falanghina. As conclusões e perguntas foram várias, entre elas: o aroma continua a ser extremamente importante, sobretudo nas provas de vinhos, mas como se modifica o seu sabor?

Um vinho pode ser muito diferente, tanto em relação ao seu aroma como ao paladar, o qual é devido à libertação de marcadores voláteis que proporcionam as características frutadas e oxidativas do vinho. Estes marcadores são influenciados pela quantidade de vinho de um só trago e pela interacção do vinho com a saliva.

O que indica este estudo é o facto dos sabores frutados ou florais se libertarem mais facilmente quando os tragos de vinho são grandes. E ainda: os sabores procedentes de frutas vermelhas, como as cerejas, ou outros, mais doces, como o mel são mais fáceis de detectar quando o vinho é tomado num grande trago. Ou seja, algo que devemos ter em conta quando provamos vinhos com estas características.

Estes dados, novos, podem transformar as provas de vinho a curto prazo, tornando-as mais eficazes. E tanto escanções como enólogos podem enriquecer e variar as suas provas profissionais de vinhos, alternando pequenos e grandes tragos para distinguir os diferentes efeitos sobre o aroma e o sabor.

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Remelluri Reserva 2008: Vinho tinto com Denominação de Origem Rioja. Castas: Tempranillo e Graciano de 2008. 13.5º de graduação alcoólica.

 

 

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Abadía Retuerta Selección Especial 2011: Vinho tinto com Denominação de Origem VT Castela e Leão. Castas: Syrah e Tempranillo de 2011. 14º de graduação alcoólica

 

 

Beber vinho faz-nos mais belos

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Já na época dos romanos o vinho era utilizado para embelezar a pele. Hoje, centenas de tratamentos de pele incluem a presença de sementes de uva de modo a obterem uma maior hidratação e oxigenação da epiderme. Ou seja, além de propriedades benéficas para o nosso organismo, o vinho aporta beleza à nossa pele.

Esta ideia estendeu-se até aos nossos dias. No século XXI foram desenvolvidos vários estudos que demonstram que o vinho nos torna mais atraentes. O último estudo nesta área foi levado a cabo por investigadores do Reino Unido, que vinculam o consumo de álcool a um certo poder de atracção pessoal e mesmo a uma maior sensualidade conseguida por aqueles que o consomem.

Primeiras conclusões
A explicação parece residir no facto de que o vinho provoca uma vasodilatação directa, a mesma responsável pelo rubor da pele quando nos excitamos sexualmente. As primeiras conclusões do estudo estabeleceram que, para além de perceber os outros como mais atraentes, depois de beber um pouco, a mesma pessoa pode ser vista pelos outros como mais atraente.

Outras conclusões deste estudo determinam que um baixo consumo de álcool é aquele que propicia um aumento da vermelhidão na pele e um certo atractivo facial. Ainda que não seja possível provar estes resultados de modo contundente, eles podem ser constatados num contexto sexual e de relação amorosa, já que o álcool influencia o comportamento social.

Este estudo conclui ainda que os rostos das pessoas que consumiram uma baixa dose de álcool foram classificados como mais atraentes que os rostos de quem permaneceu sóbrio, enquanto que tal coisa não se observou nos indivíduos que consumiram uma alta dose de álcool.

Para realizar este estudo, fizeram-se várias fotografias a pessoas em estado sóbrio, e, um pouco mais tarde, às mesmas pessoas depois de terem consumido álcool com o objectivo de decidir qual a imagem mais atraente para os outros.

 

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Quinta do Vale Meão 2011: um vinhos tinto da D.O. Douro com touriga Franca e tinta Roriz de 2011 e com um grau alcoólico de 14.5º.

 

 

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Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011: m vinhos tinto cujo coupage contém uvas de 2011 e 14.5º de álcool. 4 pontos de 5 é a classificação média de Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2011 no Uvinum.