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Os países mais caros para comprar vinho

 TAGS:undefinedUma das coisas que mais nos chama a atenção quando viajamos é a diferença de preços dos produtos de consumo. É muito fácil encontrarmos surpresas em coisas tão simples como o transporte público, alguns alimentos e, claro, as bebidas alcoólicas no geral e o vinho em particular.

A empresa MoveHub fez recentemente um estudo do preço médio de uma garrafa de vinho em diferentes países do mundo, e elaborou um ranking dos países mais caros a partir de dados fornecidos pelo Wine Institute na Califórnia.
O resultado, reunido pelas estatísticas de países dos cinco continentes, apresenta uma clara tendência para encontrar os vinhos mais caros nos destinos turísticos de luxo, paraísos fiscais e países do Médio Oriente, ricos em petróleo. Na Europa, e de um modo geral, o vinho é mais acessível, à excepção da Islândia, onde o preço médio está em 19,42€; o terceiro país mais caro do mundo.
A seguir apresentamos-lhe uma lista – Top 3 – dos países onde pedir uma garrafa de vinho pode sair bastante caro:

1. Ilhas Marshall. Este arquipélago no meio do Oceano Pacífico ostenta o recorde de preço médio por garrafa; 21,78€. Tendo em conta que para chegar a estas ilhas é necessário atravessar, literalmente, meio mundo, pensamos que para os afortunados que o conseguem, esta provavelmente não é uma questão relevante.

2. Indonésia. Um pouco mais perto, mas não muito, este país insular situado entre o Sudeste Asiático e Oceânia encontra-se em segundo lugar, com 20,51€.

3. Islândia. Já se conhecia a fama do bacalhau da Islândia, porém, parece ser que acompanhá-lo de vinho sobe bastante o preço de uma refeição; uma garrafa tem um preço médio de 19,42 €.

Os restantes países, que se encontram nas 10 posições a nível mundial, são: Singapura com 19,36€, Jordânia 18,82€ , Catar, 18,31€, Ilhas Caimão, 17,80€, Maldivas, 17,49€, Emirados Árabes Unidos, 16,96€ e, para finalizar, Aruba, com 16,63€.

 

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Duorum 2013

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Determinar a idade de um vinho através da radioactividade

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Os cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkley, começaram a trabalhar no aperfeiçoamento dos métodos para determinar a idade do vinho através de estudos de radioactividade. Peter Hosemann, professor no departamento de engenharia nuclear desta universidade, explicou que o elemento radioactivo cesio 137 se encontra no meio ambiente em quantidades reduzidas.

Esta pesquisa sobre a presença de radioactividade começou a ser desenvolvida em todos os vinhosdesde 1945, a partir do ano em que foi realizada a primeira prova de armas nucleares. Sobre o cesio 137, Hosmann esclarece: Provém das provas nucleares e encontra-se presente no solo, portanto existe a possibilidade de que penetre nas plantas e nos frutos através das raízes. No caso do vinho, a pequena quantidade que chega até às uvas fica aprisionada no líquido durante o engarrafamento. Pelo que se torna necessário confirmar ou rejeitar a presença do elemento radioactivo antes que chegue ao consumidor. Provavelmente, todo o vinho engarrafado a partir de 1945, seja vinho tinto‘ ou branco, contenha vestígios dos isótopos.

Os investigadores da Universidade de Agricultura de Atenas, em 2012, elaboraram um documento sobre a delimitação das origens geográficas dos alimentos através da análise de elementos no solo (como as partículas radioactivas) e estão de acordo com a efectividade da técnica utilizada por Hosmann. As análises químicas começaram por ser feitas em diferentes produtos; tomate, produtos lácteos e mel, entre outros, para determinar a sua origem geográfica. Os cientistas acreditam que estas técnicas constituem um modo eficaz de lutar contra a fraude dos alimentos e bebidas exóticos. Um documento de 2013, publicado pela revista Food Chemistry, afirma: ”A análise dos isótopos dos elementos principais torna este método bastante sólido e converte-o numa prova fiável de falsificação, já que, deste modo, a modificação artificial é extremamente difícil”.

Resumindo, agora, através das provas de radioactividade, sabemos que existe um método para determinar a idade, legitimidade e origem geográfica do vinho, o que confere uma maior garantia de segurança aos consumidores na aquisição de produtos e sobretudo em relação aos vinhos mais valiosos.

Dois grandes vinhos anteriores a 1945 e sem radioactividade 🙂

 

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Barons de Rothschild (Lafite) 2009, m vinhos tinto com D.O. Bordeaux das adegas Domaines Barons de Rothschild (Lafite) da vendimia de 2009. 

 

 

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Quinta do Vale Meão 2011 das adegas Quinta do Vale Meao: um vinhos tinto de D.O. Douro a base das castas touriga Franca e tinta Roriz de 2011 e 14.5º de álcool en volume.

 

A cor e o som, importantes na degustação

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As teorias tradicionais sobre sabores vêem-se, por vezes, estremecidas por novas descobertas. As últimas demonstram que a variedade gustativa é muito maior que aquilo que se acreditava ser, até agora, como é o caso de uma experiência recente, que abriu um leque de possibilidades em relação aos factores que influem na degustação de vinhos.

Segundo este estudo, realizado durante o Festival Streets of Spain que decorre no bairro londrino South Bank e é organizado pela Bodegas Campo Viejo, a cor e o som afectam a nossa percepção sobre o sabor do vinho. Esta experiência foi realizada com a participação de cerca de 3000 pessoas, o que a converte em uma das maiores que se fizeram até à data. Os resultados revelam que a percepção do sabor é alterada, em 10%, pelas mudanças de cor e de som verificadas no lugar de realização da degustação.

O professor Charles Spencer, neuro-cientista cognitivo e professor de psicologia experimental na Universidade de Oxford, dirigiu esta experiência organizando um percurso denominado Campo Viejo Color Lab, aqui, cada participante recebeu um copo de vinho seguindo as suas preferências, servido num copo preto neutro.

Nesta experiência, os participantes forma expostos a uma selecção de sons e cores, que, segundo Spencer, influem decisivamente na percepção gustativa do vinho; quando a luz é vermelha e a música suave o prazer parece aumentar significativamente, enquanto que a luz verde e a música dura aumentam a frescura mas reduzem a intensidade do vinho à percepção. A luz vermelha sem música evoca notas frutadas e a luz verde, igualmente sem música, parece contribuir para uma maior sensação de frescura. Estes são, sem dúvida, resultados surpreendentes, ainda que à primeira vista pareçam anedóticos, poderão ser bastante úteis num futuro próximo em áreas como a decoração de interiores em restaurantes, bares e hotéis.

Hoje recomendamos 2 vinhos para que os saboreies com luz à tua escolha:

 

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Borsao Selección 2013, um vinho fresco e frutado, perfeito para acompanhar carne.

 

 

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Pruno 2013, um dos vinhos espanhóis preferidos de Parker, o perito de vinhos más famoso do mundo.