Etiqueta: estudos

Uma cerveja por dia pode ajudar a reduzir o risco de ataque cardíaco

 TAGS:undefinedO título já diz tudo: uma cerveja por dia pode ajudar a reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco e outros problemas cardiovasculares. Esta foi a conclusão do estudo apresentado pela Universidade Estatal da Pensilvânia, durante a última reunião da Associação Americana do Coração, a maior referência de cardiologia do mundo.

O estudo baseou-se na análise de amostras de sangue de 80 mil adultos, analisadas juntamente com os seus hábitos de consumo de bebidas alcoólicas durante cada trimestre dos últimos seis anos. Estas amostras de sangue permitiram que os investigadores medissem, entre outros factores, os níveis de lipoproteína de alta densidade. São precisamente os níveis saudáveis desta lipoproteína (mais conhecida como “colesterol bom”) que ajudam a prevenir a obstrução das artérias, uma das principais causas dos acidentes vasculares cerebrais e das doenças cardiovasculares.
Os resultados demonstram que as pessoas com consumo moderado de álcool, mantêm um nível saudável de “colesterol bom”. Este efeito positivo foi mais notado nas amostras de sangue dos consumidores habituais de cerveja do que naqueles que consumiam outras bebidas alcoólicas.
Trata-se, sem dúvida, de um argumento que suporta a conclusão dos benefícios de consumir uma cerveja diária. “Uma razão para levantar o braço e brindar, ainda que, provavelmente, seja melhor fazê-lo apenas uma vez”, diz Shue Huang, o autor principal deste estudo.
Ainda que este seja um dos maiores estudos nesta área, não é o único. Na verdade, na Uvinum já tínhamos falado sobre os efeitos positivos do consumo moderado de cerveja, em outros artigos: desde as suas qualidades estimulantes na actividade cerebral e na memória, até à redução dos problemas de saúde como as doenças cardiovasculares, artrite ou mesmo o envelhecimento da pele.

Não há dúvida de que esta notícia alegra todos aqueles que saboreiam uma cerveja fria com os seus amigos, depois do trabalho. Por eles: Tchim-tchim!

 TAGS:Rochefort 6Rochefort 6

Rochefort 6

 

 

 TAGS:Westvleteren 12Westvleteren 12

Westvleteren 12

Os países mais caros para comprar vinho

 TAGS:undefinedUma das coisas que mais nos chama a atenção quando viajamos é a diferença de preços dos produtos de consumo. É muito fácil encontrarmos surpresas em coisas tão simples como o transporte público, alguns alimentos e, claro, as bebidas alcoólicas no geral e o vinho em particular.

A empresa MoveHub fez recentemente um estudo do preço médio de uma garrafa de vinho em diferentes países do mundo, e elaborou um ranking dos países mais caros a partir de dados fornecidos pelo Wine Institute na Califórnia.
O resultado, reunido pelas estatísticas de países dos cinco continentes, apresenta uma clara tendência para encontrar os vinhos mais caros nos destinos turísticos de luxo, paraísos fiscais e países do Médio Oriente, ricos em petróleo. Na Europa, e de um modo geral, o vinho é mais acessível, à excepção da Islândia, onde o preço médio está em 19,42€; o terceiro país mais caro do mundo.
A seguir apresentamos-lhe uma lista – Top 3 – dos países onde pedir uma garrafa de vinho pode sair bastante caro:

1. Ilhas Marshall. Este arquipélago no meio do Oceano Pacífico ostenta o recorde de preço médio por garrafa; 21,78€. Tendo em conta que para chegar a estas ilhas é necessário atravessar, literalmente, meio mundo, pensamos que para os afortunados que o conseguem, esta provavelmente não é uma questão relevante.

2. Indonésia. Um pouco mais perto, mas não muito, este país insular situado entre o Sudeste Asiático e Oceânia encontra-se em segundo lugar, com 20,51€.

3. Islândia. Já se conhecia a fama do bacalhau da Islândia, porém, parece ser que acompanhá-lo de vinho sobe bastante o preço de uma refeição; uma garrafa tem um preço médio de 19,42 €.

Os restantes países, que se encontram nas 10 posições a nível mundial, são: Singapura com 19,36€, Jordânia 18,82€ , Catar, 18,31€, Ilhas Caimão, 17,80€, Maldivas, 17,49€, Emirados Árabes Unidos, 16,96€ e, para finalizar, Aruba, com 16,63€.

 

 TAGS:Duorum 2013Duorum 2013

Duorum 2013

 

 

 TAGS:Quinta do Portal Grand Reserva 2011Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Mais benefícios da cerveja

 TAGS:undefinedÉ do conhecimento geral, que algumas bebidas alcoólicas, como o vinho e a cerveja, proporcionam benefícios à saúde, evidentemente, tendo sempre em vista um consumo moderado. Já aqui foram publicados vários artigos sobre este tema, hoje, para acabar com as dúvidas, trazemos mais benefícios comprovados do consumo de cerveja.

Tem uma baixa quantidade de calorias e é nutritiva

Ainda que geralmente se pense o contrário, a cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais leves, fornecendo cerca de 43Kcal por cada 100ml. Contém vitaminas essenciais, como as vitaminas do grupo B entre as quais se encontra o ácido fólico, e ainda hidratos de carbono, fibra, antioxidantes e minerais: magnésio e cálcio. Não deve ser por acaso que a cerveja fazia parte da alimentação dos vikings …

Ajuda a prevenir doenças

Os estudos médicos efectuados nos últimos anos indicam que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a prevenir e a controlar a diabetes. Os compostos de polifenol, minerais, fibra e o seu baixo nível alcoólico beneficiam a prevenção da doença. Por outro lado, também se encontraram indicativos de prevenção contra algumas doenças neurológicas, entre elas o Alzheimer, devido ao seu conteúdo em silício, um elemento que actua sobre o sistema ósseo e que pode prevenir a osteoporose.

Melhora a qualidade de vida

Devido ao seu elevado índice de antioxidantes, a cerveja ajuda as células do nosso corpo a não envelheceram rapidamente, protegendo-as de doenças, incluindo as degenerativas, que diminuem a qualidade de vida. Os antioxidantes possuem também a função de manter saudável o nosso coração; ajudam a aumentar o nível de colesterol “bom” e portanto diminuem o risco de padecer problemas cardiovasculares.

Como sucede com quase tudo, o excesso pode sempre provocar problemas, por vezes graves, na nossa saúde e bem-estar, mas se pode saborear um copo de cerveja fria de vez em quando, não duvide! Brindemos!

 

 TAGS:SagresSagres

Sagres

 

 

 TAGS:Sagres PretaSagres Preta

Sagres Preta

Uma cerveja diária pode reduzir o risco de ataque de coração

 TAGS:undefinedO título diz tudo: uma cerveja diária pode ajudar a reduzir o risco de sofrer um ataque de coração e outros problemas cardiovasculares. Esta foi a conclusão do estudo apresentado pela Universidade Estatal da Pensilvânia na última reunião da Associação Americana do Coração, a maior referência mundial de cardiologia.

O estudo baseou-se na análise de amostras de sangue de 80 mil adultos, assim como dos seus hábitos de consumo de álcool, durante cada trimestre dos últimos 6 anos. As amostras de sangue permitiram que os investigadores medissem os níveis de lipoproteínas de alta densidade, entre outros indicadores.

Manter um nível saudável desta lipoproteína (mais conhecida como “colesterol bom”) ajuda a prevenir a obstrução das artérias, uma das principais causas dos problemas cardiovasculares e dos acidentes vasculares cerebrais. Os resultados indicaram que as pessoas que consumiam álcool moderadamente mantinham um bom nível da lipoproteína. Este efeito positivo foi ainda mais acentuado nas amostras de sangue dos consumidores habituais de cerveja, o equivalente a uma ou duas cervejas por dia.

Pelo contrário, não se observou nenhum resultado similar em abstémios e em consumidores de doses superiores de álcool.

Sem dúvida que este é um argumento que apoia a conclusão sobre os benefícios de beber diariamente uma cerveja. “Uma razão para levantar o copo e brindar, ainda que provavelmente seja melhor fazê-lo apenas uma vez”, afirmou Shue Huang, o autor principal deste estudo.

Se bem que este é um dos maiores estudos efectuados sobre a matéria, não é o único. Esta não é a primeira vez que a Uvinum refere os efeitos positivos do consumo moderado de cerveja; a estimulação da actividade cerebral, a memória, e a redução de problemas de saúde como as doenças cardiovasculares, a artrite e o envelhecimento da pelo.

Certamente que esta notícia vai alegrar todos os amantes de uma cerveja bem fria, de preferência depois do trabalho, e com amigos. Tchim-tchim!

 TAGS:OrvalOrval

Orval

 

 

 TAGS:Pilsner UrquellPilsner Urquell

Pilsner Urquell

Estudos: o álcool e a fertilidade

 TAGS:undefinedA infertilidade é um dos problemas que mais causa dores de cabeça aos casais, principalmente quando os dados revelam que este transtorno afecta quase 25% das pessoas que desejam ter filhos no mundo ocidental.

Um estudo efectuado pelo Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, revelou que um dos factores de maior responsabilidade na concepção é o consumo excessivo de álcool. Segundo os investigadores, um consumo semanal de 14 unidades de álcool reduz a fertilidade nas mulheres.
Já se sabe que o álcool é interdito durante a gravidez, pois pode ser extremamente prejudicial para o desenvolvimento do feto, porém, os dados deste estudo afirmam que também é conveniente evitá-lo na fase prévia à concepção do bebé.
No entanto, e ainda que possa ser surpreendente, o estudo também conclui que um consumo moderado, menos de 8 unidades semanais, não tem qualquer influência na capacidade de procriar.
A verdade é que é aconselhável evitar o álcool durante a concepção, já que pode suceder que se encontre em gestação e ainda não tenha conhecimento do seu estado.

O estudo em questão decorreu durante um ano e contou com a participação de mais de 6.000 mulheres dinamarquesas, entre 21 e 45 anos, registando o seu consumo de álcool, ciclos menstruais, frequência de relações sexuais, e ainda o consumo de tabaco.
Foram constituídos cinco grupos de estudo, em função da quantidade de álcool consumida pelas participantes.
As conclusões indicam que o grupo que consumiu 14 ou mais unidades de álcool por semana, atingiu 12% na taxa de gestação, enquanto que os grupos de menor consumo alcançaram 17% na mesma taxa.

 

 TAGS:Emilio Moro 2014Emilio Moro 2014

Emilio Moro 2014

 

 

 TAGS:Quinta da Leda 2011Quinta da Leda 2011

Quinta da Leda 2011

Estudos: os lémures e o álcool

 TAGS:undefinedAlgumas espécies de animais ingerem álcool de modo espontâneo, através da fermentação da fruta e de outros alimentos no seu habitat natural. Um rasgo que muitos pensamos ser exclusivamente humano, mas na verdade é partilhado com determinadas espécies de primatas prossímios, como os lémures, os aie-aie ((Daubentonia madagascarienses) e os lóris lentos.

Um estudo efectuado pelos cientistas de Dartmouth College, em New Hampshire, nos EUA, revelou recentemente, tal como informa o portal Sciencealert.com, que estas espécies de primatas mostram uma clara preferência pelo álcool de graduação mais elevada. Os animais utilizados na investigação foram capazes de detectar a concentração de álcool, optando normalmente pelo teor alcoólico mais alto.
Apesar do que possa parecer, o objectivo da investigação não era o de embebedar os pequenos animais, mas sim averiguar qual o tipo de alimentos fermentados que preferiam. Deste modo seria possível compreender melhor como funciona a digestão dos néctares, sumos e fruta fermentada de forma natural.

O investigador principal do estudo, Samuel Gochman, explicou: “Ainda que a hipótese mais forte seja a de que o álcool é tóxico, que afecta negativamente o controle motor, a sobrevivência e a forma física, no entanto, as calorias derivadas são uma fonte importante para os primatas de elevado metabolismo, pelo que, do ponto de vista nutritivo, pode ser benéfico consumir quantidades moderadas de álcool, especialmente para as espécies que desenvolveram um sistema digestivo capaz de decompor eficientemente o álcool, tal como a nossa”.

Para o estudo foi utilizada uma solução de sacarose, oferecida aos lémures, que simulava o néctar que encontram no seu habitat natural, e com diferentes concentrações de álcool; desde 0.0 até 5.0%. Os resultados demonstraram que os animais preferiram as soluções mais concentradas, chegando inclusive a esvaziar completamente os recipientes.

O mais surpreendente, é que nenhum dos “participantes mostrou sintomas de intoxicação durante a experiência, mantendo os níveis habituais de coordenação e comportamento, algo que talvez possa ser explicado pela adaptação evolutiva, e que apoia a teoria de que os alimentos fermentados desempenharam um papel importante na alimentação dos nossos antepassados.

 

 TAGS:Quinta de Cabriz Selected Harvest 2014Quinta de Cabriz Selected Harvest 2014

Quinta de Cabriz Selected Harvest 2014

 

 

 TAGS:Herdade da Bombeira 2012Herdade da Bombeira 2012

Herdade da Bombeira 2012

Talvez a cerveja possa prevenir o cancro de mama

 TAGS:undefinedTalvez um dos principais ingredientes da cerveja, o lúpulo, possa contribuir para a prevenção do cancro da mama. Esta conclusão é a consequência de um estudo realizado por especialistas da Universidade de Illinois, Chicago, publicado pela revista britânica Daily & Sunday Express.

O lúpulo, uma planta aromática trepadeira, é a responsável pelos sabores amargos, assim como os toques de especiarias ou citrinos, foi submetida a investigações que a relacionam com os níveis hormonais masculinos e femininos. Este estudo indica ainda a probabilidade de que o lúpulo possa activar os compostos químicos que inibem o desenvolvimento de tumores.

Os investigadores usaram extracto de lúpulo em dois tipos diferentes de células mamárias para conhecer o efeito do metabolismo dos estrogénios das células, partindo da base (já comprovada) de que um metabolismo mais lento aumenta o risco de cancro da mama.

No lúpulo encontrou-se a presença de um activo chamado preninalringenina (6-PN), um prenilflavonoide com capacidade para aumentar a taxa de metabolismo dos estrogénios, o que seria de grande ajuda em futuras investigações sobre a eficácia deste composto contra o cancro.

O 6-PN é um potente fitoestrogénio, que, uma vez ingerido, altera a actividade das hormonas. Algumas mulheres podem chegar a ter interrupções nos seus ciclos menstruais, e usado no tratamento da pós-menopausa diminui a transpiração noturna, calores e insónia.

A equipa de investigação também encontrouum activo semelhante, preninalringenina (8-PN), aparentemente menos eficaz, mas também objeto de futuros estudos.

 

 TAGS:Grimbergen Optimo BrunoGrimbergen Optimo Bruno

Grimbergen Optimo Bruno

 

 

 TAGS:Westvleteren 12Westvleteren 12

Westvleteren 12

Determinar a idade de um vinho através da radioactividade

 TAGS:undefined

Os cientistas da Universidade da Califórnia, em Berkley, começaram a trabalhar no aperfeiçoamento dos métodos para determinar a idade do vinho através de estudos de radioactividade. Peter Hosemann, professor no departamento de engenharia nuclear desta universidade, explicou que o elemento radioactivo cesio 137 se encontra no meio ambiente em quantidades reduzidas.

Esta pesquisa sobre a presença de radioactividade começou a ser desenvolvida em todos os vinhosdesde 1945, a partir do ano em que foi realizada a primeira prova de armas nucleares. Sobre o cesio 137, Hosmann esclarece: Provém das provas nucleares e encontra-se presente no solo, portanto existe a possibilidade de que penetre nas plantas e nos frutos através das raízes. No caso do vinho, a pequena quantidade que chega até às uvas fica aprisionada no líquido durante o engarrafamento. Pelo que se torna necessário confirmar ou rejeitar a presença do elemento radioactivo antes que chegue ao consumidor. Provavelmente, todo o vinho engarrafado a partir de 1945, seja vinho tinto‘ ou branco, contenha vestígios dos isótopos.

Os investigadores da Universidade de Agricultura de Atenas, em 2012, elaboraram um documento sobre a delimitação das origens geográficas dos alimentos através da análise de elementos no solo (como as partículas radioactivas) e estão de acordo com a efectividade da técnica utilizada por Hosmann. As análises químicas começaram por ser feitas em diferentes produtos; tomate, produtos lácteos e mel, entre outros, para determinar a sua origem geográfica. Os cientistas acreditam que estas técnicas constituem um modo eficaz de lutar contra a fraude dos alimentos e bebidas exóticos. Um documento de 2013, publicado pela revista Food Chemistry, afirma: ”A análise dos isótopos dos elementos principais torna este método bastante sólido e converte-o numa prova fiável de falsificação, já que, deste modo, a modificação artificial é extremamente difícil”.

Resumindo, agora, através das provas de radioactividade, sabemos que existe um método para determinar a idade, legitimidade e origem geográfica do vinho, o que confere uma maior garantia de segurança aos consumidores na aquisição de produtos e sobretudo em relação aos vinhos mais valiosos.

Dois grandes vinhos anteriores a 1945 e sem radioactividade 🙂

 

 TAGS:Barons de Rothschild (Lafite) 2009Barons de Rothschild (Lafite) 2009

Barons de Rothschild (Lafite) 2009, m vinhos tinto com D.O. Bordeaux das adegas Domaines Barons de Rothschild (Lafite) da vendimia de 2009. 

 

 

 TAGS:Quinta do Vale Meão 2011Quinta do Vale Meão 2011

Quinta do Vale Meão 2011 das adegas Quinta do Vale Meao: um vinhos tinto de D.O. Douro a base das castas touriga Franca e tinta Roriz de 2011 e 14.5º de álcool en volume.

 

A cor e o som, importantes na degustação

 TAGS:undefined

As teorias tradicionais sobre sabores vêem-se, por vezes, estremecidas por novas descobertas. As últimas demonstram que a variedade gustativa é muito maior que aquilo que se acreditava ser, até agora, como é o caso de uma experiência recente, que abriu um leque de possibilidades em relação aos factores que influem na degustação de vinhos.

Segundo este estudo, realizado durante o Festival Streets of Spain que decorre no bairro londrino South Bank e é organizado pela Bodegas Campo Viejo, a cor e o som afectam a nossa percepção sobre o sabor do vinho. Esta experiência foi realizada com a participação de cerca de 3000 pessoas, o que a converte em uma das maiores que se fizeram até à data. Os resultados revelam que a percepção do sabor é alterada, em 10%, pelas mudanças de cor e de som verificadas no lugar de realização da degustação.

O professor Charles Spencer, neuro-cientista cognitivo e professor de psicologia experimental na Universidade de Oxford, dirigiu esta experiência organizando um percurso denominado Campo Viejo Color Lab, aqui, cada participante recebeu um copo de vinho seguindo as suas preferências, servido num copo preto neutro.

Nesta experiência, os participantes forma expostos a uma selecção de sons e cores, que, segundo Spencer, influem decisivamente na percepção gustativa do vinho; quando a luz é vermelha e a música suave o prazer parece aumentar significativamente, enquanto que a luz verde e a música dura aumentam a frescura mas reduzem a intensidade do vinho à percepção. A luz vermelha sem música evoca notas frutadas e a luz verde, igualmente sem música, parece contribuir para uma maior sensação de frescura. Estes são, sem dúvida, resultados surpreendentes, ainda que à primeira vista pareçam anedóticos, poderão ser bastante úteis num futuro próximo em áreas como a decoração de interiores em restaurantes, bares e hotéis.

Hoje recomendamos 2 vinhos para que os saboreies com luz à tua escolha:

 

 TAGS:Borsao Selección 2013Borsao Selección 2013

Borsao Selección 2013, um vinho fresco e frutado, perfeito para acompanhar carne.

 

 

 TAGS:Pruno 2013Pruno 2013

Pruno 2013, um dos vinhos espanhóis preferidos de Parker, o perito de vinhos más famoso do mundo.

Será melhor servir o vinho à noite?

 TAGS:Segundo os investigadores de Oxford, servir vinho nas suas melhores condições pode depender de factores como a luz e o som. Durante os próximos meses, a Oxford University e a adega espanhola Campo Viejo vão testar as influências da luz e do som no sabor do vinho.

Para esta experiência, e no âmbito do Festival Southbank de Londres, foram convidadas milhares de pessoas. No laboratório de cor do professor de Psicologia experimental da Universidade de Oxford, Charles Spence, os vinhos serão classificados após serem bebidos em copo preto e exposto à luz enquanto se ouvem diferentes sons. A Campo Viejo Color Lab inaugura o Southbank de Londres a 2 de Maio e durá até 5 de Maio.

A opinião de Spence é de que os resultados poderão vir a influir nos rótulos dos futuros vinhos, criando-se novas recomendações tal como, ? beber a ouvir música clássica? ou ?Servir à noite preferentemente?.

Spence declarou ao The Telegraph:

?Já todos estivemos nessa situação em que, trazendo uma garrafa de vinho ao voltar de férias, a abrimos para os amigos e descobrimos que não tem o sabor que recordávamos?.

Evidentemente, que se trata do mesmo vinho. A única coisa que foi modificada é o lugar onde se bebe. De modo que, se pretendes saborear o teu vinho de férias deves recrear, na medida do possível, todas as condições em que ele foi bebido pela primeira vez. Talvez seja melhor esperar por uma tarde de sol ou por uma noite calorosa de Verão e já procurar a música que se ouvia . Todos os pormenores te ajudarão a recuperar o sabor que recordas?.

O professor Spence acrescentou ainda que a actual tendência a escolher cores neutras para as casas, pode estar relacionada com o facto do vinho adquirir um sabor mais suave: ?Onde se bebe mais vinho? Em casa, em salas e cozinhas que normalmente se pintam de branco ou creme?.

?Se as pessoas gostam do seu vinho, provavelmente deveriam pensar numa injecção de cor em todas as oportunidades que surjam?.

Num estudo realizado pela Universidade de Oxford com provadores profissionais, o champanhe foi servido em copos negros o que provocou dificuldade em distinguir entre um espumante barato e um champanhe de alta qualidade.

Os resultados deste recente estudo, patrocinado pelo vinho espanhol Campo Viejo serão publicados pelo professor Spence, que se atreve a afirmar que, os resultados poderiam significar o fim do escanção tradicional: ?Creio que os resultados do nosso estudo vão alargar-se até restaurantes e bares chegarem a reconsiderar as cores que possuem as suas toalhas, copos, talheres e inclusive as cores das imagens situadas nas paredes?.

Hoje recomendamos 2 vinhos Campo Viejo para que os proves às escuras:

 TAGS:Campo Viejo TempranilloCampo Viejo Tempranillo

Campo Viejo Tempranillo

 

 

 TAGS:CV de Campo Viejo 2007CV de Campo Viejo 2007

CV de Campo Viejo 2007