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Vinho e Fast food; combinação possível?

 TAGS:undefinedOnde está escrito que não se pode combinar pizza ou cachorro-quente com um bom vinho ? Esta é uma das versatilidades do vinho, o poder ser combinado com um número de pratos quase infinito. E isto é dito pelos especialistas como Nicolás Boise, escanção do Restaurante Mugaritz, que afirmou ao jornal El País que o fast food é perfeitamente harmonizável com vinho.

Mas que tipo de harmonizações podemos realmente fazer? Depende, sobretudo, dos ingredientes. No caso do cachorro-quente, depende do tipo de salsicha, dos molhos, do queijo e da mostarda.
Os cachorros-quentes básicos (com mostarda e ketchup apenas) vão bem com vinhos brancos , tipo Gewürztraminer . Se lhe adicionarmos cebola estaladiça, então o lugar é do rosé ou do espumante.

Hoje é dia de pizza e vinho! A cerveja não é a única bebida que pode acompanhar a pizza, o vinho rosé também é uma boa opção, assim como os tintos do ano. Se a pizza tiver anchovas (algo que cada vez se vê menos) podemos escolher um vinho branco para equilibrar o sabor, e se o prato forte for um churrasco, é recomendável um vinho tinto mais encorpado, como um Merlot.

As sobremesas de chocolate acompanham perfeitamente muitos tipos de vinho. Muitos dos batidos servidos em sítios de comida rápida são bastante enjoativos, e se já começou o seu jantar com vinho, pode continuar até à sobremesa.
Na verdade já se efectuam algumas provas de vinho e chocolate, que potenciam ao máximo estes sabores, e os favoritos são os vinhos tintos .
Para pratos fortes com especiarias, como o kebab, a melhor combinação é um vinho intenso. Para os hambúrgueres, também os tintos são os preferidos.

 

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Soalheiro Alvarinho 2016

 

 

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Titular Jaen 2014

Arrefecer vinhos: quais e como

 TAGS:undefinedTodos os amantes do vinho sabemos que cada variedade possui uma temperatura ideal, que alguns vinhos devem ser bebidos a temperatura ambiente e que, muitas vezes, a experiência de uma prova pode ser totalmente estragada se o vinho está demasiado frio ou demasiado quente.

A maioria dos vinhos novos brancos e rosés, os espumantes e os vinhos doces melhoram muito quando são servidos frios. Ao contrário, os vinhos encorpados perdem uma grande parte dos seus aromas e sabores se se encontram a uma temperatura baixa.
Ainda que já se saiba que os tintos não devem servir-se frios, isto não significa que o vinho deva estar quente, já que, por vezes, aquilo a que chamamos “temperatura ambiente” está muito longe de ser a temperatura correcta do vinho.
Claro que este problema desaparece se dispomos de uma adega com uma boa temperatura de conservação, mas nem todos têm essa sorte e acabam por beber tinto mais quente do que seria aconselhável, como por exemplo no Verão ou numa casa com elevado aquecimento.
O recurso da maioria, é, pois, o frigorífico. Basta comprovar a temperatura de vez em quando, com um termómetro para garrafas de vinho. No caso dos tintos de reserva, o ideal é estarem num lugar fresco e bem arejado durante o tempo necessário para alcançar pelo menos 20ºC, se não for possível, deixe o vinho no frigorífico entre 10 e 15 minutos.
A baixa temperatura de uma garrafa também pode ser um bom aliado quando se pretende disfarçar um vinho menos bom, algo que, aliás, fazem muitos bares e restaurantes; arrefecer demasiado os vinhos que consideram piores.

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Herdade da Gambia Branco 2014

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Alguns truques para harmonizar sobremesas

 TAGS:undefinedCombinar vinho e sobremesa é uma das melhores opções para conseguir um bom contraste de sabores. Toma nota dos nossos conselhos e elabora as melhores combinações para servir um final de refeição fantástico aos teus convidados ou fazer a experiência num bom restaurante.

Tartes e pastéis: Vinhos doces como o Sauternes de Nourdeaux, vão bastante bem com sobremesas à base de fruta fresca e nozes, do mesmo modo que o rosé meio-seco e o espumante harmonizam bem com sobremesas com cremes.

Sobremesas de chocolate: Muitas sobremesas com chocolate podem ser acompanhadas por vinho branco doce, licores ou vinho doce natural. O *Porto* é a opção por excelência para evitar qualquer tipo de risco de má combinação.

Licores e aguardentes: São bastante utilizados na preparação de bolos e biscoitos ou em caldas e por vezes gelados. Como por exemplo: A aguardente Poire Williams com pêra; Marasquino com cerejas; Grand Marnier com laranja e conhaque e brandy com chocolate. Nestes casos recomendamos que o licor servido seja o mesmo da preparação da sobremesa.

Fruta cristalizada: Tais como: figos, passas, tâmaras e alperces, combinam bastante bem com Porto, moscatel velho ou vinhos do tipo Pedro Ximénez.

Frutos secos: Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, pinhões e amendoins harmonizam com vinhos generosos de sabor marcado e persistente.

Fruta vermelha e preta: cereja, framboesa, morango e abrunho vão bem com tintos novos, de cor arroxeada. 

Cítricos: Com vinhos doces de notas cítricas intensas, como o moscatel velho.

É bom lembrar que: ao harmonizar é importante ter em conta o equilíbrio entre os aromas das frutas e os dos vinhos, assim como a cor, que deve ser semelhante.

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Pedro Ximenez Reserva de Familia 50cl: um vinhos doce com D.O. Málaga das variedades pedro ximénez e possui um grau alcoólico de 17.00º. 

 

 

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Ferreira Dona Antonia Reserva:  um vinhos generoso com D.O. Porto cujo coupage contém tinta çao e port e com 20.00º de teor de álcool. F

 

 

O espumante inglês está a crescer!

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Entre todos os diferentes tipos de vinho, é o espumante que está a ganhar terreno na aceitação dos mercados.

Os estudos de evolução deste produto no mercado, indicam que a indústria do espumante inglês é uma das mais procuradas pelos consumidores e avançam que, provavelmente continuará a crescer durante os próximos anos, cerca de 342% no período entre 2007 e 2017.

A previsão baseia-se no aumento da produção deste tipo de vinho no país (o preferido dos consumidores). Por outro lado, uma das maiores cadeias de supermercados – Waitrose -compra mais de 50% da quantidade de vinho produzida na Grã-Bretanha.

Sendo um dos maiores fornecedores de vinho a nível nacional, Waitrose decidiu oportunamente criar a sua própria marca de vinho. A sua primeira colheita foi elaborada há poucos anos, o vinho é comercializado pela marca Leckford, e as uvas provêm das vinhas de Leckford.

Hábitos dos consumidores

Este incremento também é devido ao facto das mudança a nível dos hábitos de consumo. Em Inglaterra bebe-se mais vinho e o espumante é o favorito, já seja francês, espanhol ou italiano, logo, parece lógico pensar que os interesses pela produção nacional continuem em crescimento.

Exportações

Outro factor que explica o recente crescimento deste tipo de vinhos, são exactamente as exportações, já que o consumo mundial de espumante inglês também se encontra em subida.

Os viticultores

Alguns deles adaptaram-se às preferências dos consumidores, substituíram as uvas pretas pelas brancas e o resultado é um vinho espumante mais claro. Apesar dos viticultores indicarem que este é um vinho mais caro a nível de elaboração, devido à necessidade de tempo no processo de fermentação secundária, o facto é que a qualidade do espumante melhorou e o seu preço desceu.

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Chapel Down Primrose Hill Brut Prestige: um vinhos espumantes da D.O. Kent. Un vinhos espumantes classificado com 4 pontos sobre 5 segundo Os utilizadores de Uvinum.

 

 

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Chapel Down Rose Brut: 4 pontos sobre 5 é a classificação média de Chapel Down Rose Brut para Os utilizadores de Uvinum.

 

 

Alguns tipos de garrafas de vinho

 TAGS:undefinedAté ao séc. XVII não se utilizaram garrafas para embalar o vinho, antes do vidro, os materiais eram outros: ânforas de cerâmica, barris de madeira e mesmo tripas de animais.

Hoje em dia a garrafa de vidro é elementar para a conservação do vinho, uma vez saído da adega. No interior da garrafa, o vinho segue o seu percurso para o estado de consumo ideal, dependendo dos tipos de vinho e das garrafas este tempo varia, mas o momento correcto sempre chega.

Tipo de material:

Na sua maioria, o vinho é embalado em garrafas de vinho, apesar de também serem utilizados outros materiais, como bricks ou latas especiais, nenhum deles é tão aconselhável como o vidro, para conservar o vinho por um longo período de tempo.

Tipos de garrafa segundo a sua forma:

  • Borgonha: A forma conhecida como mais antiga. Vem, evidentemente, da Borgonha, tem um corpo largo e os ombros seguem uma curva longa até ao bojo. Muitas garrafas de vinho português possuem esta forma.
  • Bordalesa: A garrafa mais comum de todas. Possui ombros marcados, corpo recto e é cilíndrica, o que permite um bom armazenamento na horizontal. É habitualmente cor-de-canela (mercado nacional) e transparente nos vinhos brancos. Nos tintos a garrafa é verde.
  • Cava ou Champanhe: Garrafa de vidro grosso e ombros baixos, possui uma concavidade na base, concebida para resistir à pressão e própria dos vinhos espumantes.
  • Jerezana: Foi criada por espanhóis. Tem un gargalo bojudo em duas fases. É utilizada para engarrafar Xerez e licores.

Tipos de garrafa segundo a sua capacidade:

O envelhecimento e conservação do vinho são grandemente influenciados pelo tamanho da garrafa onde repousam, já que a evolução do vinho é tão mais lenta quanto maior for a garrafa. Aqui ficam algumas delas:

  • Split: 187,5cl.
  • Meia-garrafa: 375ml.
  • Garrafa convencional: 750ml
  • Magnum:1,5L.
  • Jeroboam: 3L.
  • Imperial: 4L.
  • Rehoboam: 4,8L.
  • Methuselah: 6,4L.
  • Salmanazar: 9,6L.
  • Balthazar: 12,8L.
  • Nebuchadnezzar: 16L.
  • Solomon: 18L.

Tipos de garrafa segundo a sua cor:

A cor da garrafa influencia a conservação e protecção do vinho em relação à luz solar. As cores mais utilizadas são verde, azul ou negro acastanhado. Os vinhos que se pretendem envelhecer, normalmente são embalados em garrafas de cores escuras, enquanto que os vinhos brancos novos são engarrafados em vidro transparente ou de cores claras.

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Mumm Cordon Rouge Jeroboam: Vinho espumante com Denominação de Origem Champagne. Castas: Pinot noir e Pinot meunier. Graduação alcoólica – 13º.

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza Magnum 2010: Vinho tinto com Denominação de Origem Ribera del Duero. Castas: Cabernet sauvignon e Tempranillo de 2010. Graduação alcoólica – 13.49º.

 

 

 

 

A origem do brinde

 TAGS:undefinedAgora que temos o Natal à porta, chegou a altura de brindar. Por esta razão, hoje, queremos explicar a origem do brinde. Um momento de celebração em que todos levantamos o copo e tocamos os dos outros para desejar algo.

Também se conhece como brinde, o conjunto de palavras utilizado nesse momento, o termo procede da palavra alemã “bring dir’s”, que significa “ofereço a ti” e é pronunciado durante o acto de brindar.

Há quem afirme que o brinde vem do século IV a.C., da antiga Roma e era utilizado pelos anfitriões para demonstrar confiança aos seus convidados, já que nessa época o envenenamento era frequente. Brindar demonstrava não haver intenção de envenenar os convidados.

A edição de 1910 da Enciclopédia britânica refere o hábito de brindar como um modo de beber à saúde dos vivos, provavelmente derivado dos ritos religiosos em que se brindava pelos mortos e pelos deuses.

Hoje em dia, o mais habitual é brindar com champanhe ou cava, ainda que não esteja excluído outro tipo de bebidas, alcoólicas ou não.

As celebrações em que o brinde é tradição são os banquetes de casamento por excelência. Normalmente os padrinhos são os responsáveis pelo inicio do brinde, levantando o copo e desejado felicidade aos noivos.

Nas festas de Natal e Ano novo também é habitual despedir o ano que termina e desejar o melhor para aquele que chega.

Ainda que nos brindes os copos se possam entrechocar, também é suficiente fazer o gesto, mas há uma teoria que afirma que o ruído do choque entre copos afugenta os “maus espíritos”...

Tchin-tchin com recomendação : )

 TAGS:Perrier-Jouët Grand BrutPerrier-Jouët Grand Brut

Perrier-Jouët Grand Brut: Vinho espumante com Denominação de Origem de Champagne. Castas Pinot noir e Pinot meunier. 12.00º de graduação alcoólica. 

Uvas para cada pão

 TAGS:undefinedAinda que pão e vinho seja um duo bem conhecido de todos, harmonizá-los talvez seja uma tarefa complexa para muitos. Para os combinar é necessário provar e só depois então, escolher seguindo o nosso paladar.

Hoje deixámos aqui algumas das nossas opções preferidas para que proves antes de começar a experimentar as tuas alternativas.

Champanhe e brioche:
O brioche é conhecido por ser um pão de textura suave ao paladar e de crosta estaladiça, por outro lado, o champanhe tem fama graças às suas borbulhas. Em relação a sabores; o adocicado do pão equilibra-se com a acidez do champanhe. Se te apetecer podes juntar um pouco de salmão ao pão.

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial: Um espumante com Denominação de Origem de Champagne. Elaborado com uvas Chardonnay e Pinot Noir e com 12.50º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Grigio e Baguete:
O sabor delicado da baguete permite combiná-la com vinho branco. Para acompanhar, recomenda-se queijos de sabor suave.

 

 TAGS:Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008

Domaine Léon Boesch é o produtor deste Pinot Gris Grand Cru Zinnkoeplfle Leon Boesch Blanc 2008. Um vinho branco com Denominação de Origem da Alsácia, elaborado com Pinot Gris de 2008.

 

 

Vinho rosé e Focaccia:
A focaccia é um pão de textura suave e sabor forte. Pode ser muito bem acompanhado com vinho rosé, de sabor ácido e servido frio.

 

 TAGS:Miraval Rosé 2014Miraval Rosé 2014

Miraval Rosé 2014: Um vinho rosé com Denominação de Origem de Côtes De Provence, das adegas Château Miraval e elaborado com Cinsault e Syrah de 2013 e13º de graduação alcoólica.

 

 

Pinot Noir e pão de centeio:
O pão de centeio, de sabor amargo e forte e crosta dura, combina bastante bem com um Pinot Noir de intensos aromas frutados e toques de chocolate.

 TAGS:Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013

Cortijo los Aguilares Pinot Noir 2013: Um vinho tinto elaborado com Pinot Noir de 2011 e 14º graduação alcoólica.

 

 

Riesling e pão doce de frutas:
Se os doces são da tua preferência vais apreciar este pão de frutas, de preferência acompanhado por um Riesling bem frio, de notas doces e indicado para acompanhar sobremesas.

 TAGS:Vi de Glass Riesling 375ml 2011Vi de Glass Riesling 375ml 2011

Vi de Glass Riesling 375ml 2011: Vinho doce do Penedés – Catalunha, com as melhores uvas de Riesling e Muscat de 2010.

 

Dúvidas com o almoço de Natal? Uma proposta de ementa harmonizada para garantir êxito

O Natal está mesmo à porta e certamente já estás a pensar na ementa. Para que não deixes ao acaso um dos teus principais aliados; o vinho, o espumante e o licor, propomos-te uma ementa harmonizada para seduzir os teus convidados.

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Entrada

Paté quente de queijo e cebola

Não há refeição que se preze sem entradas… O ideal? Saborear este paté quente de queijo e cebola com um espumante de qualidade para abrir o apetite.

 TAGS:Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012

Saint Andre de Figuière Magali Rosé Magnum 2012

 

 

Prato principai

Peru de Natal

Um dos pratos tradicionais de Natal. Se for acompanhado por um vinho jovem ou envelhecido será uma refeição ainda mais extraordinária.

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Pago de Carraovejas Crianza 2006

 

 

Acompanhamento

Arroz de laranja

Uma opção deliciosamente equilibrada para acompanhar o peru de Natal.

 TAGS:Dornier Merlot 2007Dornier Merlot 2007

Dornier Merlot 2007

 

 

Sobremesa

Pavlova de banana

E para terminar uma refeição redonda o que pode ser melhor do que uma sobremesa doce, suave e um bom licor? Um grande final para um grande começo!

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Orujo Pazo de Señorans 50cl

 

 

Atreves-te com esta ementa harmonizada? Aproveita a selecção de produtos da Uvinum e desfruta uma refeição harmonizada mais do que excelente.

*Fotografias: Flickr e Uvinum

Aproxima-se o Natal…(e eu…com esses vinhos!)

Sim, já sabemos que o Natal esta quase aqui e também é provável que tenhas muitas dúvidas sobre quais os vinhos e espumantes para servir nesta festa. De modo a ajudar-te (sejas um iniciado nesta área ou simplesmente dos que se deixam levar pelo paladar), o nosso conselheiro pessoal elaborou uma selecção dos melhores vinhos e champanhe para festejar e oferecer no Natal.

 

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Château Rieussec 2005

 

 

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Louis Roederer Brut Premier

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial

 

 

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Château Carbonnieux Blanc 2009

 

 

Se pretendes fazer sucesso na família, com amigos e vizinhos e em relação a vinhos, permite que te aconselhemos e saboreia o melhor vinho com as sugestões do nosso enólogo.

Quando produzir um espumante vintage?

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Quando nos referimos a espumantes vintage, ou seja, elaborados com uvas 100% procedentes da mesma colheita, ao contrário dos denominados ?non-vintage?, em que se utilizam uvas de diferentes colheitas, o mais importante é que este vinho seja um reflexo da personalidade da uva, do território, e inclusive do próprio produtor de vinho e das características climáticas concretas desse ano.

Este facto permite que os responsáveis das adegas possam dar largas à sua criatividade sem sentir-se atados àquilo que se exige quando se trata de elaborar um produto que mistura várias colheitas e que, tradicionalmente, pretende obter resultados consistentes num mercado tão exigente como é o do *vinho espumante de qualidade*.
A questão, é que o desafio de um espumante vintage é sempre diferente e depende das características da colheita. Em primeiro lugar, nem todos são bons anos para elaborar um vintage.

O tipo de uva, é também um factor extremamente importante, que implica que o empenho investido nesta elaboração, seja compensado, e que sejam obtidas boas colheitas em todas as variedades que se necessitam para criar um vintage multivarietal.

Tanto é assim, que algumas das adegas com mais reputação, produzem apenas espumantes vintage algumas vezes durante uma década, o que normalmente coincide com colheitas extraordinárias. Estas, segundo os peritos, são colheitas consequência de anos quentes ou moderadamente quentes, ainda que sempre existam excepções nas actividades relacionadas com a climatologia e a Natureza e exactamente por essa razão, a elaboração de um espumante vintage seja uma verdadeira arte.

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Botani Espumoso: um espumante de Málaga, doce e cremoso

 

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Moët & Chandon Brut Impérial é uma cuvée emblemático. A marca mais vendida no mundo, um champanhe com bolhas finas, frutados, frescos, intensos e elegantes.