Etiqueta: denominação de origem controlada

Como ler o rótulo da sua garrafa

 TAGS:Sabemos que existem muitos tipos de vinho em Portugal, mas mesmo sob o diferente desenho e logótipo criado por cada uma das empresas que os produzem, há algo que têm em comum: As regras de rotulagem.

As comissões de viticultura regulam e controlam os conteúdos expostos nos rótulos das garrafas, a União Europeia, por sua vez, emite a legislação destas mesmas regras.

São estes, os conteúdos de informação obrigatória ao consumidor:

A marca, ou seja, o nome com que o vinho foi escolhido para ser comercializado.

O tipo de classificação do vinho, já seja um Vinho de Qualidade Produzido em Região Determinada ? VQPRD ? ou um vinho com Denominação de Origem Controlada ? DOC.

A Região de origem do vinho.

O tipo de vinho: vinhos brancos, vinhos tintos, vinhos rosé. A divisão classificativa também se faz em termos de seco, meio-seco, meio-doce e doce, em relação à quantidade do conteúdo de açúcar.

O Engarrafador, ou seja, qual a empresa e o local onde o vinho foi engarrafado.

O ano de colheita desse mesmo vinho.

O número de lote da garrafa, que nos fornece a indicação da quantidade de unidades engarrafadas nas mesmas condições.

A origem do produto, obrigatoriamente de Portugal.

Os ingredientes utilizados na composição do vinho, nomeadamente os sulfitos.

A quantidade de vinho contida na garrafa que se expressa em litros (0,75l).

O volume de álcool, ou graduação alcoólica, que corresponde à quantidade de álcool em litros, presente em cada 100 litros de vinho.

Em relação aos espumantes e ao Porto, os rótulos devem conter a informação que os classifica como tal, assim como a certificação de que foi produzido segundo as normas da região a que pertence.

Os espumantes contêm, tal como todos os vinhos, a informação da quantidade de açúcar presente, mas com uma nomenclatura ligeiramente diferente: Bruto Natural, Extra Bruto, Bruto, Extra-seco, Seco, Meio-seco e Doce.

O vinho do Porto apresenta no rótulo a chamada Menção Tradicional, que pode classificar o Porto de diferentes modos: Vintage, LBV, Data da colheita, Ruby, Tawny, Branco, Rosé, etc…

Agora já sabe um pouco mais sobre o vinho que tem nas mãos. Abra-o, deixe-o respirar, sirva (de preferência em companhia) e desfrute.

 TAGS:Filipa Pato 3BFilipa Pato 3B

Filipa Pato 3B

 

 

 TAGS:Quinta do Noval Fine Ruby PortQuinta do Noval Fine Ruby Port

Quinta do Noval Fine Ruby Port

As Denominações de Origem

 TAGS:O que é a Denominação de origem?

Pois é uma espécie de pedigree do vinho : ) Indica a Região em que este tem origem e onde foi produzido. Simultaneamente, esta sigla ? DO- também garante que, os vinhos sob esta designação possuam as características e qualidades intrínsecas ao seu Meio.

Os vinhos com Denominação de Origem sofrem um controle rigoroso em todas as fases do processo de elaboração, de modo a garantir a continuidade da sua qualidade.

Hoje, para que tudo fique mais claro, desemaranhamos o novelo dos DOP, DOC, IG e IGP:

  • DOP– Denominação de Origem Protegida ? É a designação atribuída pela União Europeia com o objetivo de integrar todos os vinhos classificados desta forma num registo europeu único. Pressupõe a utilização do nome de uma localidade ou região para designar produtos como o vinho, presunto, queijo, azeite, etc…
  • DOC ? Denominação de Origem Controlada ? Determinam-se desta forma os vinhos oriundos das regiões produtoras mais antigas. Estas regiões possuem uma legislação própria que depende de fatores como as castas, os solos, os métodos e técnicas de vinificação e o processo de engarrafamento.
  • IG ? Vinhos com Indicação Geográfica ? São vinhos controlados por uma entidade certificadora. Provêm de uma determinada região e no seu processo de elaboração utilizaram, no mínimo, 85% de uvas provenientes de castas tradicionais da zona.
  • IGP ? Indicação Geográfica Protegida ? À semelhança da DOP, esta designação comunitária, atribui uma certificação de qualidade aos produtos gastronómicos ou agrícolas, típicos de uma determinada região.
  • Vinhos Regionais ? São aqueles vinhos que possuem IGP. Ainda que sejam produzidos em regiões DOC, alguns deles não são classificados desta forma normalmente por incumprimento das regras de produção. A designação de vinho regional permite utilizar 15% de vinho oriundo de outras regiões, assim como a utilização de castas que não estão incluídas nas DOC.

Prestem atenção aos rótulos dos vinhos que compram. Assim saberão como está classificado e de onde provêm cada uma das surpresas líquidas engarrafadas que chegou às vossas mãos.

 TAGS:Quinta Dos Arciprestes 2008Quinta Dos Arciprestes 2008

Quinta Dos Arciprestes 2008

 

 

 TAGS:Oporto Graham's 30 yearsOporto Graham’s 30 years

Oporto Graham’s 30 years