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Mumm e Fórmula 1: um romance terminado

 TAGS:undefinedA competição de automobilismo mais importante do mundo, a Fórmula 1, deu por terminada a aliança de 15 anos com o seu patrocinador oficial, o Champanhe Mumm.

Esta associação, entre a F1 e a G.H. Mumm, durou 15 anos e finalizou depois da oferta de 5.000.000 euros de patrocínio (realizada pela Mumm- cujo proprietário é Pernod Ricard) ter sido considerada “insuficiente” pela direcção.
Este final, não é apenas o fim do contrato com o patrocínio, mas também do “duche” de 3L de champanhe Mumm, tradicionalmente oferecido aos vencedores de cada Grande Prémio F1 sobre o pódio. A partir de agora será a o Grupo francês LVHM – Moët & Chandon, o responsável pelo banho de champanhe.

O champanhe Mumm, pelo seu lado, também deixará de ser comercializado nas suas garrafas especiais F1 ilustradas.
Após esta notícia, Pernod Ricard marcou a sua posição através de um comunicado de tom conciliador: “ Gozamos 15 anos de champanhe oficial da Fórmula 1 e isto foi um enorme êxito a nível de visibilidade. A nossa missão, de inovar continuamente, emocionar e ultrapassar limites levou-nos à decisão de explorar uma nova oportunidade; a Fórmula E (as corridas de motor eléctrico geridas, tal como a F1, pela FIA), que está a ser algo verdadeiramente novo e que se enquadra nos nossos valores de marca. Além de mais, é a evolução natural do automobilismo”.

Com esta decisão, a Mumm Champanhe aproveitará novas oportunidades de visibilidade mas quem sobe ao pódio da F1 será a Moët et Chandon.

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Mumm Cordon Rouge: Vinho espumante ideal para saborear com carne branca, aperitivos e canapés.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: A cuvée de champanhe mais emblemática da Maison. Foi criado em 1869 e personifica o estilo único de Moët & Chandon.

 

A origem do brinde

 TAGS:undefinedAgora que temos o Natal à porta, chegou a altura de brindar. Por esta razão, hoje, queremos explicar a origem do brinde. Um momento de celebração em que todos levantamos o copo e tocamos os dos outros para desejar algo.

Também se conhece como brinde, o conjunto de palavras utilizado nesse momento, o termo procede da palavra alemã “bring dir’s”, que significa “ofereço a ti” e é pronunciado durante o acto de brindar.

Há quem afirme que o brinde vem do século IV a.C., da antiga Roma e era utilizado pelos anfitriões para demonstrar confiança aos seus convidados, já que nessa época o envenenamento era frequente. Brindar demonstrava não haver intenção de envenenar os convidados.

A edição de 1910 da Enciclopédia britânica refere o hábito de brindar como um modo de beber à saúde dos vivos, provavelmente derivado dos ritos religiosos em que se brindava pelos mortos e pelos deuses.

Hoje em dia, o mais habitual é brindar com champanhe ou cava, ainda que não esteja excluído outro tipo de bebidas, alcoólicas ou não.

As celebrações em que o brinde é tradição são os banquetes de casamento por excelência. Normalmente os padrinhos são os responsáveis pelo inicio do brinde, levantando o copo e desejado felicidade aos noivos.

Nas festas de Natal e Ano novo também é habitual despedir o ano que termina e desejar o melhor para aquele que chega.

Ainda que nos brindes os copos se possam entrechocar, também é suficiente fazer o gesto, mas há uma teoria que afirma que o ruído do choque entre copos afugenta os “maus espíritos”...

Tchin-tchin com recomendação : )

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Perrier-Jouët Grand Brut: Vinho espumante com Denominação de Origem de Champagne. Castas Pinot noir e Pinot meunier. 12.00º de graduação alcoólica. 

O jantar de Natal na Europa

 TAGS:undefinedO bacalhau, as rabanadas e o vinho do Porto estarão presentes em muitas mesas portuguesas neste Natal. Mas, o que se come e bebe durante estas festas no resto da Europa? Vamos passar por alguns dos jantares de Natal tradicionais europeus. Tira notas, para o caso de quereres introduzir alguns pratos novos no teu menu de Natal de 2015.

Jantar de Natal em Inglaterra

Por terras germânicas abundam as sobremesas e doces, por isso no Natal é frequente encontrar puddings de vários sabores com fruta da época, bolachas de gengibre decoradas com desenhos de Natal e bolos como o tronco de Natal. Mas antes das sobremesas, habitualmente, os ingleses comem peru assado com batatas. Para beber, como faz muito frio, vinho quente com açúcar e especiarias, o Mulled Wine é uma autentica tradição.

Jantar de Natal na Bélgica

Aqui também se come peru e os doces não faltam, sobremesas de creme, chocolates belgas de diferentes sabores. O champanhe e o vinho francês ou italiano são as bebidas preferidas dos belgas.

Jantar de Natal na Itália

O jantar de Natal em Itália varia desde o capão a diferentes tipos de peixe. A sobremesa, essa é mundialmente conhecida, o panettone e o pandoro. Para além dos vinhos de Denominação de Origem italiana, também é habitual beber vinho quente com especiarias e fruta.

Jantar de Natal na Suécia

O Norte da Europa, compreensivelmente, prefere bebidas quentes. Como tal, os suecos bebem frequentemente julmust, com malte e lúpulo. Para além de excelente peixe, o jantar também conta com presunto do país, doces de chocolate e as famosas bolachas de gengibre.

Jantar de Natal na Alemanha

A combinação de pratos é variada, desde pato a cabrito assado, neste jantar familiar tradicional cada membro da família recebe um prato de doces e frutas. Aqui, o vinho quente é uma receita de *vinho tinto*, limão, canela, cravinho, açúcar e outras especiarias. E o champanhe não falta!

E tu? Que vais jantar este Natal? Já escolheste os vinhos? Hoje recomendamos:

 TAGS:Barros Vintage 1985Barros Vintage 1985

Barros Vintage 1985: um vinhos generoso com D.O. Porto a base de uvas de 1985 e com 20º de teor de álcool.

 

 

 TAGS:Dow's 2011Dow’s 2011

Dow’s 2011: um vinhos generoso com D.O. Porto com um coupage a base de sousao e touriga nacional de 2011

 

 

5 cocktails com champanhe que não podes perder

 TAGS:undefinedEste Natal, não precisas de champanhe apenas para brindar, também podes elaborar cocktails deliciosos para saborear ao longo destes dias de festa.

Cocktail de Natal

É muito fácil de preparar. De sabor muito doce, pode ser decorado com uma pequena espetada de fruta para acompanhar.

Ingredientes:

  • ¼ de copo de Champanhe
  • Xarope de romã
  • Espetada de fruta

Elaboração:

  1. Tanto o champanhe como o xarope de romã devem estar bem frios. Como alternativa, o xarope pode ser substituído por granizado natural de frutas.
  2. Servir o xarope de romã em primeiro lugar, depois deitar o champanhe até encher o copo e colocar a pequena espetada de fruta.
  3. Mexer e servir.

Cocktail de Champanhe com gengibre

Este é um cocktail pouco convencional e possui um sabor bastante particular, por essa razão deve ser elaborado com um bom champanhe para conseguir a melhor versão possível.

Ingredientes:

  • 3 tiras de gengibre em conserva
  • Cubos de gelo
  • 2 colheres de vodka
  • 120ml de champanhe

Elaboração:

  1. Colocar as tiras de gengibre no shaker e pressionar para que libertem o seu sabor.
  2. Juntar os cubos de gelo e o vodka. Agitar e coar para uma taça de champanhe.
  3. Encher a taça de champanhe e servir.

 

Black Velvet

A mistura de cerveja preta e champanhe provoca uma verdadeira explosão de sabor. É provável, que neste Natal o Black Velvet se converta num dos teus cocktails preferidos…

Ingredientes:

  • Champanhe
  • Cerveja preta

Elaboração:

  1. Encher meio copo (tipo Collins/Long drink) de cerveja preta y completar lentamente com champanhe.
  2. Mexer suavemente.

 

Barbotage

Este cocktail pode ser elaborado com cava brut ou qualquer outro champanhe de boa qualidade, que não arruíne o seu sabor final.

Ingredientes:

  • Conhaque
  • Grand Marnier
  • Cava brut

Elaboração:

  1. Deitar o conhaque e o Grand Marnier num copo de champanhe. Encher o resto do copo com cava brut e servir.

Mad Men

Este cocktail é quase um granizado de champanhe. A parte inferior do copo enche-se com gelo picado e depois… champanhe até ao bordo.

Ingredientes:

  • Gelo picado
  • Champanhe

Elaboração:

  1. Agitar bem o champanhe com gelo picado num shaker gelado.
  2. Coar a mistura para um copo Collins/Long drink e, se for necessário, terminar de encher o copo com champanhe.

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Moët & Chandon Ice Impérial:  um vinhos espumantes da D.O. Champagne vinificado sobre as variedades pinot noir e pinot meunier e 12º de álcool en volume.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial: um vinho espumante com D.O. Champagne vinificado sobre as variedades pinot noir e pinot meunier e possui um grau alcoólico de 12,5º. 

 

 

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Mumm Cordon Rouge: um vinho espumantes com D.O. Champagne com pinot meunier e chardonnay e 12º de grau alcoólico.

 

 

*Imagen: John Wardell (flickr)

8 motivos para beber uma taça de espumante

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Seja nas celebrações mais populares como em momentos pontuais, os espumantes estão sempre presentes quando há motivo para brindar. As suas borbulhas e o sabor inconfundível, entre muitas outras características, são algumas das razões para saborear uma taça de espumante. Hoje, apresentamos 8 motivos para que a bebas. Brindamos?

1. Motivo de celebração. Cada vez que brindamos com espumante existe um motivo para celebrar. É habitualmente a bebida por excelência, tanto nos encontros familiares como nos momentos mais íntimos e mesmo em algumas reuniões de trabalho.
2. Benefícios para a saúde. Sempre que bebidos com moderação, o cava, o champanhe e o vinho espumante *oferecem uma série de benefícios para a saúde* já que fazem parte da dieta mediterrânica. Um copo de espumante faz bem ao coração e previne diferentes doenças.
3. Fonte de juventude e beleza. Uma das razões para beber uma taça de espumante é o facto de conter antioxidantes, que geralmente melhoram o estado da nossa pele, deixando-a macia, o espumante hidrata a pele e gera ácido hialurónico.
4. Perfeito para harmonizar. O espumante pode acompanhar toda a refeição e não apenas as sobremesas como manda a tradição. Resultado da combinação de uvas de qualidade cuidadosamente escolhidas para a sua elaboração, *harmoniza perfeitamente com diferentes tipos de alimento*.
5. Sabores doces. Aqueles que não estão habituados a beber vinho, encontrarão no *espumante um sabor doce*, frutado e suave que facilmente se pode converter no substituto do vinho tradicional.
6. Diversas variedades. Tal como acontece com os vinhos tradicionais, *os espumantes também apresentam uma grande variedade de categorias* ? Brut, Reserva, Meio-seco… podem ser escolhidos segundo gostos, preferências e refeições.
7. Denominações de Origem. Procedem de lugares de renome, com qualidade e Denominação de Origem, o que nos oferece a garantia da sua elaboração, sempre classificado segundo a zona de produção.
8. Elegância e romantismo. Uma taça de espumante é sinónimo de festa, mas também de *elegância, momentos íntimos e românticos*, já que a sua história passa por um elevado preço no passado, aliado a um estilo de vida luxuoso e boémio.

Se o espumante não for uma das tuas bebidas preferidas, talvez a partir de agora o vejas de outro modo, portanto, não percas as nossas recomendações!

 

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Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010 é um cava fresco e de sabor longo, com uma espuma muito cremosa. Um clássico essencial.

 

 

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Follador Prosecco ? O seu nome peculiar é um apelido familiar, Follador, dedica-se à elaboração destes Proseccos tradicionais de uva Glera há várias gerações. Leve, frutado e equilibrado, tanto como para ser saboreado com um bom aperitivo.

 

 

 TAGS:Aviva PlatinumAviva Platinum

Aviva Platinum é um vinho espumante com Denominação de Origem Vinos sin DO (Espanha) da Adega Torre Oria elaborado com moscatel e 7º de graduação alcoólica.

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial, cuvée emblemático. A marca mais vendida em todo o mundo, um champanhe de borbulhas finas, aromático, fresco, intenso e elegante.

 

Quando produzir um espumante vintage?

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Quando nos referimos a espumantes vintage, ou seja, elaborados com uvas 100% procedentes da mesma colheita, ao contrário dos denominados ?non-vintage?, em que se utilizam uvas de diferentes colheitas, o mais importante é que este vinho seja um reflexo da personalidade da uva, do território, e inclusive do próprio produtor de vinho e das características climáticas concretas desse ano.

Este facto permite que os responsáveis das adegas possam dar largas à sua criatividade sem sentir-se atados àquilo que se exige quando se trata de elaborar um produto que mistura várias colheitas e que, tradicionalmente, pretende obter resultados consistentes num mercado tão exigente como é o do *vinho espumante de qualidade*.
A questão, é que o desafio de um espumante vintage é sempre diferente e depende das características da colheita. Em primeiro lugar, nem todos são bons anos para elaborar um vintage.

O tipo de uva, é também um factor extremamente importante, que implica que o empenho investido nesta elaboração, seja compensado, e que sejam obtidas boas colheitas em todas as variedades que se necessitam para criar um vintage multivarietal.

Tanto é assim, que algumas das adegas com mais reputação, produzem apenas espumantes vintage algumas vezes durante uma década, o que normalmente coincide com colheitas extraordinárias. Estas, segundo os peritos, são colheitas consequência de anos quentes ou moderadamente quentes, ainda que sempre existam excepções nas actividades relacionadas com a climatologia e a Natureza e exactamente por essa razão, a elaboração de um espumante vintage seja uma verdadeira arte.

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Botani Espumoso: um espumante de Málaga, doce e cremoso

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial é uma cuvée emblemático. A marca mais vendida no mundo, um champanhe com bolhas finas, frutados, frescos, intensos e elegantes.

Como servir Cava

 TAGS:Considerada como uma das bebidas preferidas das mulheres e para servir em reuniões importantes, o cava é gasoso e delicioso quando servido na sua temperatura ideal, seja como aperitivo ou como acompanhante de um jantar ou sobremesa. 

Ao servir cava ou champanhe podes sempre ter em conta qual o melhor modo de o fazer para que os possas saborear ao máximo. A temperatura ideal para servir cava está entre os 7º e os 12ºc, quando servido com frio em excesso perdem-se os sabores. A forma correta de segurar o copo ou taça, é pela base para evitar alterar a temperatura e como tal, o seu sabor.

Servir Cava

A forma de segurar a garrafa de cava é uma das coisas importantes que deves saber; a garrafa de espumante possui uma fenda na base para que aí possas colocar o teu dedo polegar e assim servi-lo lentamente de modo a garantir a presença do gás.

Provar vinho espumante
Ao provar Cava, Champanhe ou qualquer outro vinho espumante como o Reymos, deves ter em conta as três fases da experiência:

  • Visual: É onde se podem apreciar as borbulhas que se formam, chamadas ?Perlage?, quanto mais pequenas e abundantes forem estas borbulhas maior será a qualidade. Também a coroa de espuma que se forma e a cor do espumante ao colocar o copo contra um fundo branco são factores visuais a considerar.
  • Olfativa: Nesta fase podes apreciar as notas de flores e frutos presentes no cava. Não precisas de agitar o copo, basta simplesmente cheirar.
  • Gustativa: Poderás apreciar a qualidade das borbulhas, averiguar se são cremosas, gasosas ou finas, além de, evidentemente, confirmar os sabores.

Pretendes comprar cava neste Natal? Então aqui fica a nossa recomendação:

 TAGS:Champagne Ruinart R Ruinart BlancChampagne Ruinart R Ruinart Blanc

Champagne Ruinart R Ruinart Blanc

 

 

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Freixenet Elyssia Rosado

Como abrir Cava e Champanhe

 TAGS:Existe alguma coisa mais fácil do que abrir uma garrafa de cava? Bom, por vezes tudo se complica, além de que, tal como em quase tudo,há um modo standard para abrir as garrafas de Champanhe. Esqueçam as rolhas em voo e a cascata de espuma, isso é para os pilotos de Fórmula 1. Se aquilo que pretendem é saborear uma boa garrafa de espumante, a forma correta é a seguinte:

Os espumantes são imprevisíveis, de modo que é melhor não apontar nunca na direção de outras pessoas, tal como a vidros e peças de louça (ainda que seja uma prenda non grata). Os vinhos espumantes são conservados à pressão, como tal, os acidentes podem suceder. Toma precauções.

A primeira coisa a fazer é retirar o arame que sustenta a rolha da garrafa de espumante. Para isto, deves segurar na rolha com uma mão, enquanto a outra abre o arame e o selo. Antes deves secar a garrafa e retirar o arame com a garrafa apoiada numa mesa, desta forma evitas que o líquido seja agitado por vibrações e, como tal, que a espuma saia.

É mais fácil abrir garrafas frias do que aquelas que estão mornas ou quentes, e evidentemente, o sabor é consideravelmente melhor. Certifica-te que a tua garrafa de champanhe ou cava se encontram à temperatura correta, entre 6º e 9ºc. Para a arrefecer, e melhor do que um frigorífico, é colocá-la num balde carregado de gelo e água. Sempre tendo o cuidado de que a garrafa se mova o menos possível.

 TAGS:Uma boa forma de retirar a rolha é inclinando ligeiramente a garrafa e fazendo-a girar lentamente enquanto mantemos a rolha agarrada, e não ao contrário. Se fazes girar a rolha corres o risco de que se parta, e deste modo, além de o evitar, utilizas menos força porque a garrafa serve mais de alavanca do que as tuas mãos.

Uma vez que a rolha começa a subir, e enquanto a continuas a segurar com o resto da mão, utiliza o polegar para a ajudar a subir.

Evitar o ruído ao abrir a garrafa, é considerado o cúmulo da elegância, para o conseguir deves reter a tampa tanto quanto possas, para que se abra o mais lentamente possível. Das garrafas bem abertas, que apenas emitem um som suave diz-se que deram um “suspiro de prazer”. Porém, o ruído também deve existir, de modo a podermos confirmar que o espumante se encontra nas suas melhores condições, já que a falta de ruído é sinónimo de que o gás carbónico desvaneceu.

Serve o espumante imediatamente. Um bom truque para que este se mantenha fresco e com espuma mais persistente consiste em arrefecer previamente os copos/taças em gelo, ou no congelador.

Depois…o melhor é praticar. Para isso recomendamos-te dois bons espumantes para que te divirtas a abrir garrafas.

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Privat Mirgin Brut Nature 2008: Um cava com base de Chardonnay, com pequenas quantidades de outras uvas que exprimem o melhor de cada colheita. Um espumante saboroso, complexo e simplesmente genial.

 

 

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Taittinger Brut Réserve: Um dos espumantes clássicos de Champagne mas ainda desconhecido, ao contrário dos Moët&Chandon ou dos Veuve Clicquot. Suave e elegante.

Cocktails com espumantes

 TAGS:?Não há nada que simbolize melhor uma celebração do que o pop de uma garrafa de espumante, ver o fluxo de borbulhas numa taça e sentir essas borbulhas no céu da boca?, diz Kim Haasarud, autora de vários livros sobre cocktails, incluindo 101 Champagne Cocktails, e fundadora de Liquid Arquitecture, uma consultadoria de bebidas.

Mas, enquanto que o espumante é um clássico que mantém um interesse constante, a fascinação pelos cocktails está a aumentar, o que estimulou a inovação e portanto novas experiências. Champanhe com morangos? Muito bem. Cava com chocolate? Porque não?

?Os cocktails, tal como a comida, devem ser uma experiência culinária?, diz Haasarud. ?Trata-se de uma combinação de ingredientes para criar uma sensação no paladar e atrair todos os sentidos combinando sabores, texturas, aromas e temperos?.

A popularidade dos cocktails de champanhe transborda, porque ?podemos tomar um cocktail de vinho espumante e no entanto pagar menos do que aquilo que se paga por um copo do mesmo espumante?.

Conselhos para preparar um cocktail com cava:

  • Utiliza frutas como ingrediente.

O cava é uma base extremamente versátil para realçar sabores alegres como os dos cítricos. Vai bem com todos os tipos de laranjas, especialmente as laranjas de sumo, tal como com frutas vermelhas, como os morangos, amoras e mirtilos.

Uma boa regra é a de colocar uma colher de frutas misturadas no copo e depois servir o champanhe em cima da mistura, mexendo suavemente.

  • Harmoniza corretamente:

Haasarud gosta de alimentos fritos, como frango empanado, para acompanhar o champanhe. ?Experimenta tomar um cocktail com rodelas de cebola: os goles de champanhe, juntamente com um empanado, mais do que uma blasfémia, forma uma união maravilhosa e surpreendente?.

Em relação a aperitivos, a autora sugere um salame caseiro (o salgado, não o doce) e uma tábua de queijos brie, levados ao forno com maçãs, mirtilos, figos e inclusive sushi.

  •  O espumante mais barato é o melhor para os cocktails

?Se se pretende utilizar puré de fruta ou sumos?, explica Haasarud, ? a sugestão é a de que se utilize um vinho mais acessível. Se o orçamento permite gastar um pouco mais, é bom comprar algo melhor para que os convidados tenham a opção de tomar uma taça de champanhe puro, ou misturado num cocktail?.

 ?Se tenho um champanhe caro, como uma colheita de Dom Pérignon ou Cristal?, diz ela, ?não quero mistura-lo, pela qualidade que tem. Mas talvez me apeteça um cocktail clássico de champanhe com um torrão de açúcar e umas gotas de licor de ervas.

– Os melhores espumantes, relação qualidade-preço, para um grande cocktail: Freixenet Brut Vintage, Moët&Chandon Brut, Moët&Chandon Rosé.

– Os melhores espumantes para um cocktail de luxo:Kripta, Mumm, Perrier-Jouet Blason Rosé.

  • Dá-lhe um toque de licor:

?Existem alguns licores e aperitivos surpreendentes e que se misturam de modo excelente com o cava?, observa Haasarud. Particularmente o licor de flor de sabugueiro, o licor de gengibre e a creme de Violette.

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Cava Jaume Serra Brut Nature

 

 

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Louis Roederer Cristal Brut 2004

Cava versus Champanhe

 TAGS:Pediram a minha opinião sobre a competição entre Cava e Champanhe e a verdade é que não é um tema fácil de opinar.Por um lado porque vai mais além de um debate sobre gostos, já que há um fundo de política na questão e por outro, porque existe cava e champanhe para todos os gostos, de forma que se torna difícil generalizar.

Digamos que, particularmente, não sou de cava ou champanhe, como não sou de brancos ou tintos. Depende da ocasião, da vontade e do dinheiro…

Tanto o Cava como o Champanhe são elaborados seguindo o método Champenoise ou tradicional, ainda que existam caves, de ambos, que utilizem outros métodos.

Em principio, o cava parece ser a melhor opção para o dia-a-dia (a não ser que o teu dia-a-dia inclua comer ostras e caviar). Existe uma grande quantidade de cava de 3 a 6?, com uma qualidade mais do que razoável para acompanhar uma refeição na qual nos apeteça um espumante. E não me refiro aos cavas das grandes caves que todos temos como referência, mas sim a algo como o Xamfrà Brut 2005, um Brut bastante aceitável.

É no seguinte nível de preços que os cavas marcam realmente a diferença. Entre 6 e 15? existem cavas para todos os gostos e de uma qualidade bastante elevada. Neste caso as grandes caves oferecem grandes produtos, como o Anna de Codorniu Brut ou o Sumarroca Cuvée Gran Reserva Brut Nature. Também brilham as caves mais pequenas, com cavas como o Fuchs de Vidal Unic Reserva, excecional.

O dilema surge a partir dos 20?, onde realmente o Champanhe entra em competição. Restam alguns cavas que não saem a perder na comparação, como o Recaredo Turó d’en Mota 2000 ou o Kripta 2006, mas a verdade é que a quantidade e qualidade dos champanhes franceses fazem sombra e apagam qualquer outro espumante.

Em Espanha ainda se pode estabelecer uma comparação, mas nos mercados internacionais mais abertos é difícil que os cavas desta gama de preços tenham lugar em algo mais, que não seja dar um pouco de cor numa apresentação de vinhos.

De qualquer forma, não quer dizer que os cavas de alta gama não tenham muito sentido: trata-se de uma questão de gostos. Os cavas espanhóis são como um Ribera, um Bierzo, um Toro ou um Priorat, mais potente em boca, mais fortes de paladar e com maior presença de aromas. E não estamos precisamente a falar de denominações com pouco êxito. Ao contrário, os champanhes franceses são como o seu Bordeaux, vinhos muito subtis, com matizes do terroir e minúsculos pormenores que lhe conferem a elegância.

Este é um ponto a favor do cava. Aos olhos de muitos espanhóis e portugueses, habituados à cozinha da mãe que inundava a casa de aromas e sabores, a subtileza do champanhe por vezes escapa-se-nos e necessitamos um período de adaptação para desfrutar realmente o espumante francês. E nem sempre queremos adaptar o nosso olfato, mas simplesmente saborear um copo de um bom cava.

Aqueles que já trabalharam o olfato, os conhecedores, os que estão habituados, esses a quem ?invejo? profundamente porque conheceram e provaram muito e bom, esses acabam por optar pelo Champanhe. Bom, nem tudo na vida é Ferrari, aliás Red Bull é líder…