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10 grandes regiões vinícolas francesas

 TAGS:undefinedQuais são as 10 regiões vinícolas francesas mais importantes? Oferecemos-lhe um resumo, nas próximas linhas, sobre cada uma destas zonas e porque são tão especiais os vinhos que produzem.

Bordeaux: Merlot e Cabernet sauvignon, principalmente para os tintos, e Sémillon, Muscadelle e Sauvignon blanc para os brancos. Bordeaux une a tradição ao prestigio, e talvez por essa mesma razão seja o vinho francês de maior fama e exportação. São vinhos particulares, inclusive na sua localização; exactamente entre o Polo Norte e o Equador.

Bourgogne: as castas principais desta enorme região são a Chardonnay e a Pinot noir. Ao contrário do que sucede em Bordeaux, aqui as características do solo primam sobre o produtor e o tipo de vinho. Em Bourgogne há mais de 400 tipos diferentes de solo, o que se traduz numa produção que reúne vários dos vinhos mais caros do mundo.

Champagne: o segredo desta região, famosa em todo o mundo pelo champanhe e vinhos espumantes, é o clima. Devido às baixas temperaturas presentes durante o ano, as uvas são impedidas de amadurecer; o ponto exacto para os espumantes.

Vallée du Rhône: as margens do Rio Rhône produzem diferentes vinhos, dependendo a que altura do caudal se localizam as vinhas. Equilibrados e com personalidade, os vinhos desta região possuem uma qualidade que lhes permite ser alguns dos vinhos favoritos na Europa.

Alsace: a região, com influência germânica, pode orgulhar-se dos seus brancos; a Riesling e a Gewürztraminer que lhe dão um toque de Europa central, e a Silvaner, que produz um vinho de menor acidez. Esta é uma uva delicada e as suas características modificam-se em função do solo onde cresce.

Jura: vinhos de grande qualidade e com uma modesta produção anual. Uma pequena jóia francesa com pérolas como a Savagnin, uma uva autóctone, com a qual se elabora um vinho branco de intensa cor amarela. Também é de aqui que vem o vinho da palha e o vinho licoroso Macvin. A Trousseau e a Poulsard são, juntamente com a Pinot noir, as grandes responsáveis pela produção de tintos e rosés desta região.

Savoie: ainda que se considere parte da região que inclui Jura e Bugey, a verdade é que merece ser considerada individualmente. Muitas das suas variedades de uva apenas podem ser encontradas aqui, como é o caso da Jacquère, vinho branco, e a Mondeuse, vinho tinto.

Loire: é especialmente conhecida pelos seus vinhos brancos, ainda que alguns dos tintos, frutados e frescos, mereçam destaque.

Languedoc Rosellón: só a Região de Languedoc diz respeito à maior área vinícola francesa. Os vinhos, de carácter mediterrânico, são produzidos por uma das zonas menos beneficiadas pelo trabalho de marketing, embora o mesmo não suceda em relação ao enoturismo.

Provence: uma das regiões mais antigas e com maior tradição de produção de vinho. Excelente rosé, embora, se aquilo que pretende é um vinho tinto, o melhor será esperar que o envelhecimento faça o seu trabalho nos vinhos jovens.

Conhece os vinhos de todas as regiões francesas? Quais são as suas preferidas? Nós recomendamos:

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Château Lafargue 2011

 

 

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Mumm Cordon Rouge

7 cocktails para celíacos

 TAGS:undefinedNada melhor do que saborear um delicioso cocktail para relaxar e deixar de lado as preocupações por um momento, incluindo os celíacos, que não têm porque privar-se deste prazer.

Hoje deixamos-lhe 7 receitas de cocktails sem glúten que pode elaborar em casa.

1. Canaletto

Ingredientes:

  • Cava ou champanhe
  • 100gr de framboesas
  • 2 colheradas de açúcar
  • Sumo de um limão

Preparação:

1. Macera as framboesas com açúcar e sumo de limão.
2. Deitar a mistura numa garrafa e misturar com o cava bem frio.
3. Servir em copos gelados e saborear.

2. Sangria

Ingredientes:

  • 2 maçãs
  • 1 pêssego
  • 1 laranja
  • 100 mililitros de conhaque
  • 100 mililitros de cointreau
  • 4 colheradas de açúcar
  • 500 mililitros de vinho tinto

Preparação:

1. Cortar a fruta em pequenos quadrados.
2. Macerar tudo com uma mistura de conhaque, cointreau e açúcar, durante 3 horas.
3. Misturar o vinho tinto antes de servir.

3. Cocktail com vinho

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vinho
  • 30 mililitros de licor de sabugueiro St. Germain
  • 1 fio de bitter
  • Água mineral com gás
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o vinho, o licor e o bitter num copo com gelo.
2. Completar com a água com gás e misturar antes de servir.

4. Cocktail com champanhe

Ingredientes:

  • 1 colherada de licor de cássis
  • 150 mililitros de champanhe ou cava

Preparação:

1. Servir o licor de cássis e completar com champanhe ou cava.

5. Cocktail com cerveja

Ingredientes:

  • 250 mililitros de cerveja sem glúten
  • 250 mililitros de limonada

Preparação:

1. Servir a cerveja e completar com limonada.

6. Cocktail com vodka

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vodka
  • Sumo de um limão
  • 1 colherzinha de açúcar

Preparação:

1. Deitar a vodka, o sumo de limão e o açúcar no shaker.
2. Servir em copo com gelo e decorar com uma rodela de limão.

7. Cocktail com rum

Ingredientes:

  • 60 mililitros de rum escuro
  • 180 mililitros de ginger ale
  • Um quarto de limão
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o ginger ale num copo com gelo.
2. Completar com rum, espremer o limão e servir.

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Ruinart Blanc de Blancs

 

 

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Agusti Torello Mata Brut Nature Gran Reserva 2010

 

8 harmonizações para esquecer

 TAGS:undefinedAlgumas combinações de vinho com determinados pratos devem realmente ser evitadas e por vezes é mais importante saber quais as harmonizações que não se devem fazer do que seguir recomendações sobre as uniões gastronómicas ideais. Uma combinação infeliz pode provocar ressaca, azia ou arruinar completamente o sabor de um prato.

Com champanhe não deve… Uma das piores combinações com o champanhe seco são os bolos habitualmente servidos nas festas de casamento. Um sabor contraria o outro e o paladar é convertido num campo de batalha sem vencedores. A mesma fórmula é válida para caril com champanhe vintage.

O Cabernet Sauvignon não é grande amigo de… Um vinho Cabernet com elevada presença de taninos não deve ser acompanhado de gelado, o resultado é um vinho amargo e um gelado excessivamente doce. As ostras, também não são uma boa companhia para este vinho, a sua textura torna-se arenosa com um sabor desagradavelmente metálico, tal como o linguado, que ao ser combinado com Cabernet perde o sabor delicado que o caracteriza.

Pinot Noir com… Se o prato a saborear é um frango avinagrado com estragão, é melhor esquecer o Pinot Noir, o vinagre de ervas, tal como qualquer condimento de elevada acidez, reduz substancialmente o sabor frutado deste vinho.

Se o Sauvignon Blanc for um dos favoritos… O ideal é ficar longe de caviar e queijo azul, com o primeiro o vinho perde todas as suas características e com o segundo gera-se uma verdadeira competição no paladar.

O Chardonnay é inimigo de… Talvez a combinação de Chardonnay e gelado possa parecer interessante, porém esta é a receita infalível para ter uma ressaca inesquecível. É também recomendável manter a distância entre este vinho e peixes gordurosos como a cavala, que modificam totalmente o paladar do vinho, ou as ostras, que perdem o seu sabor subtil. Finalmente, o Chardonnay perde vida quando acompanhado por alimentos picantes.

Chianti, melhor longe de… Não é o melhor vinho para acompanhar uma salada de atum ou pratos similares, o vinho ganha um sabor metálico, nada equilibrado.

Não estragues o Merlot… Se as alcachofras, as couves de Bruxelas e o feijão verde são alguns dos pratos predilectos, é melhor guardar o Merlot tinto para outras refeições. No geral, com estes vegetais vai melhor um vinho branco.

Não desperdices uma garrafa de Borgonha… Lasanha e Borgonha, é um desses casamentos de final infeliz, ou seja, azia.
Borgonha, queijo e molho de tomate é uma associação demasiado fortes para o estômago.

 

Os melhores aperitivos para um evento empresarial

 TAGS:undefinedNão entramos apenas na Primavera, mas também na temporada de eventos empresariais, feiras e palestras. Este tipo de acontecimento implica um bom serviço de catering, que deve adaptar-se a diferentes tipos de paladar.

A maioria dos aperitivos servidos nestas ocasiões são leves, frios ou quentes e de tamanho pequeno. Os cocktails de cava ou champanhe costumam ser um bom início, tanto para começar a conhecer os restantes participantes, como para preparar o estômago.

Dependendo da hora a que é servido o aperitivo, também é importante a presença de sumos (naturais, dois diferentes mínimo) e alguns refrescos.

Após os primeiros cocktails, as mesas devem estar preparadas com vinho branco e vinho tinto. É recomendável que estes vinhos possuam uma baixa graduação alcoólica, que sejam vinhos de qualidade, com Denominação de Origem e de preferência da região onde decorre o evento ou da região de origem da empresa que o patrocina.

Tal como os vinhos, também as cervejas devem marcar presença, sobretudo se os eventos decorrem em épocas com temperaturas altas. É aconselhável que a cerveja seja nacional e se for possível servir algumas variedades artesanais.

Também é agradecido encontrar vermute neste tipo de reuniões. O branco é elegante, de menor graduação alcoólica e bastante recomendável. Em algumas ocasiões são servidos cocktails sem álcool, são frescos e deixam um bom paladar para entrar na refeição ou mesmo para voltar às actividades previstas. No entanto, existe sempre a opção de servir um cocktail original, com um leve toque alcoólico.

Dependendo do tipo de organização e das actividades, muitos eventos empresariais utilizam os “clássicos”: Um champanhe ou cava de prestigio, a cerveja nacional de maior consumo, um bom vinho com Denominação de Origem conhecida ou tipo de cocktail conhecido por todos.

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial: um vinhos espumantes Champagne está elaborado com pinot noir e pinot meunier e 12,5º de álcool en volume. 

 

 

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Quinta do Vesúvio 2011: um vinhos tinto da D.O. Douro a base das castas touriga nacional e touriga franca de 2011 e com uma teor de álcool de 14º.

 

 

A origem do brinde

 TAGS:undefinedAgora que temos o Natal à porta, chegou a altura de brindar. Por esta razão, hoje, queremos explicar a origem do brinde. Um momento de celebração em que todos levantamos o copo e tocamos os dos outros para desejar algo.

Também se conhece como brinde, o conjunto de palavras utilizado nesse momento, o termo procede da palavra alemã “bring dir’s”, que significa “ofereço a ti” e é pronunciado durante o acto de brindar.

Há quem afirme que o brinde vem do século IV a.C., da antiga Roma e era utilizado pelos anfitriões para demonstrar confiança aos seus convidados, já que nessa época o envenenamento era frequente. Brindar demonstrava não haver intenção de envenenar os convidados.

A edição de 1910 da Enciclopédia britânica refere o hábito de brindar como um modo de beber à saúde dos vivos, provavelmente derivado dos ritos religiosos em que se brindava pelos mortos e pelos deuses.

Hoje em dia, o mais habitual é brindar com champanhe ou cava, ainda que não esteja excluído outro tipo de bebidas, alcoólicas ou não.

As celebrações em que o brinde é tradição são os banquetes de casamento por excelência. Normalmente os padrinhos são os responsáveis pelo inicio do brinde, levantando o copo e desejado felicidade aos noivos.

Nas festas de Natal e Ano novo também é habitual despedir o ano que termina e desejar o melhor para aquele que chega.

Ainda que nos brindes os copos se possam entrechocar, também é suficiente fazer o gesto, mas há uma teoria que afirma que o ruído do choque entre copos afugenta os “maus espíritos”...

Tchin-tchin com recomendação : )

 TAGS:Perrier-Jouët Grand BrutPerrier-Jouët Grand Brut

Perrier-Jouët Grand Brut: Vinho espumante com Denominação de Origem de Champagne. Castas Pinot noir e Pinot meunier. 12.00º de graduação alcoólica. 

O jantar de Natal na Europa

 TAGS:undefinedO bacalhau, as rabanadas e o vinho do Porto estarão presentes em muitas mesas portuguesas neste Natal. Mas, o que se come e bebe durante estas festas no resto da Europa? Vamos passar por alguns dos jantares de Natal tradicionais europeus. Tira notas, para o caso de quereres introduzir alguns pratos novos no teu menu de Natal de 2015.

Jantar de Natal em Inglaterra

Por terras germânicas abundam as sobremesas e doces, por isso no Natal é frequente encontrar puddings de vários sabores com fruta da época, bolachas de gengibre decoradas com desenhos de Natal e bolos como o tronco de Natal. Mas antes das sobremesas, habitualmente, os ingleses comem peru assado com batatas. Para beber, como faz muito frio, vinho quente com açúcar e especiarias, o Mulled Wine é uma autentica tradição.

Jantar de Natal na Bélgica

Aqui também se come peru e os doces não faltam, sobremesas de creme, chocolates belgas de diferentes sabores. O champanhe e o vinho francês ou italiano são as bebidas preferidas dos belgas.

Jantar de Natal na Itália

O jantar de Natal em Itália varia desde o capão a diferentes tipos de peixe. A sobremesa, essa é mundialmente conhecida, o panettone e o pandoro. Para além dos vinhos de Denominação de Origem italiana, também é habitual beber vinho quente com especiarias e fruta.

Jantar de Natal na Suécia

O Norte da Europa, compreensivelmente, prefere bebidas quentes. Como tal, os suecos bebem frequentemente julmust, com malte e lúpulo. Para além de excelente peixe, o jantar também conta com presunto do país, doces de chocolate e as famosas bolachas de gengibre.

Jantar de Natal na Alemanha

A combinação de pratos é variada, desde pato a cabrito assado, neste jantar familiar tradicional cada membro da família recebe um prato de doces e frutas. Aqui, o vinho quente é uma receita de *vinho tinto*, limão, canela, cravinho, açúcar e outras especiarias. E o champanhe não falta!

E tu? Que vais jantar este Natal? Já escolheste os vinhos? Hoje recomendamos:

 TAGS:Barros Vintage 1985Barros Vintage 1985

Barros Vintage 1985: um vinhos generoso com D.O. Porto a base de uvas de 1985 e com 20º de teor de álcool.

 

 

 TAGS:Dow's 2011Dow’s 2011

Dow’s 2011: um vinhos generoso com D.O. Porto com um coupage a base de sousao e touriga nacional de 2011

 

 

8 motivos para beber uma taça de espumante

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Seja nas celebrações mais populares como em momentos pontuais, os espumantes estão sempre presentes quando há motivo para brindar. As suas borbulhas e o sabor inconfundível, entre muitas outras características, são algumas das razões para saborear uma taça de espumante. Hoje, apresentamos 8 motivos para que a bebas. Brindamos?

1. Motivo de celebração. Cada vez que brindamos com espumante existe um motivo para celebrar. É habitualmente a bebida por excelência, tanto nos encontros familiares como nos momentos mais íntimos e mesmo em algumas reuniões de trabalho.
2. Benefícios para a saúde. Sempre que bebidos com moderação, o cava, o champanhe e o vinho espumante *oferecem uma série de benefícios para a saúde* já que fazem parte da dieta mediterrânica. Um copo de espumante faz bem ao coração e previne diferentes doenças.
3. Fonte de juventude e beleza. Uma das razões para beber uma taça de espumante é o facto de conter antioxidantes, que geralmente melhoram o estado da nossa pele, deixando-a macia, o espumante hidrata a pele e gera ácido hialurónico.
4. Perfeito para harmonizar. O espumante pode acompanhar toda a refeição e não apenas as sobremesas como manda a tradição. Resultado da combinação de uvas de qualidade cuidadosamente escolhidas para a sua elaboração, *harmoniza perfeitamente com diferentes tipos de alimento*.
5. Sabores doces. Aqueles que não estão habituados a beber vinho, encontrarão no *espumante um sabor doce*, frutado e suave que facilmente se pode converter no substituto do vinho tradicional.
6. Diversas variedades. Tal como acontece com os vinhos tradicionais, *os espumantes também apresentam uma grande variedade de categorias* ? Brut, Reserva, Meio-seco… podem ser escolhidos segundo gostos, preferências e refeições.
7. Denominações de Origem. Procedem de lugares de renome, com qualidade e Denominação de Origem, o que nos oferece a garantia da sua elaboração, sempre classificado segundo a zona de produção.
8. Elegância e romantismo. Uma taça de espumante é sinónimo de festa, mas também de *elegância, momentos íntimos e românticos*, já que a sua história passa por um elevado preço no passado, aliado a um estilo de vida luxuoso e boémio.

Se o espumante não for uma das tuas bebidas preferidas, talvez a partir de agora o vejas de outro modo, portanto, não percas as nossas recomendações!

 

 TAGS:Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010

Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010 é um cava fresco e de sabor longo, com uma espuma muito cremosa. Um clássico essencial.

 

 

 TAGS:Follador ProseccoFollador Prosecco

Follador Prosecco ? O seu nome peculiar é um apelido familiar, Follador, dedica-se à elaboração destes Proseccos tradicionais de uva Glera há várias gerações. Leve, frutado e equilibrado, tanto como para ser saboreado com um bom aperitivo.

 

 

 TAGS:Aviva PlatinumAviva Platinum

Aviva Platinum é um vinho espumante com Denominação de Origem Vinos sin DO (Espanha) da Adega Torre Oria elaborado com moscatel e 7º de graduação alcoólica.

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial, cuvée emblemático. A marca mais vendida em todo o mundo, um champanhe de borbulhas finas, aromático, fresco, intenso e elegante.