Etiqueta: cerveja

2 Sopas de cerveja

 TAGS:undefined

Diz-se que é a terceira bebida mais consumida no mundo, a seguir à água e ao chá. Mas seja ela loura, morena ou negra, a cerveja possui uma longa tradição que a considera um alimento.

A sua composição é exactamente igual à do pão. As primeiras cervejas eram feitas com farinha de cereais fermentada, uma constituição muito semelhante à do pão. A única variável culinária era a proporção de água: com mais farinha fazia-se pão, e com mais água, cerveja.

 TAGS:undefined

Talvez por isso lhe chamassem o “pão líquido”. Muitas vezes, o pão, já cozido, era mergulhado em água para que fermentasse. O resultado era uma espécie de sopa, um líquido denso e doce com graduação alcoólica (o que explica a sua fácil conservação), que, para além de ser um alimento, tinha a vantagem de ser também água desinfectada, algo difícil de obter na época.

As sopas de cerveja chegam com o Outono e o Inverno. Bom apetite!

Sopa de cerveja e aipo

Ingredientes:

  • 2 colheres de sopa de farinha
  • 1L de cerveja
  • 2 dentes de alho
  • 2 cebolas
  • 2 cenouras
  • 1 aipo
  • 1 colher de manteiga
  • azeite
  • pimenta
    sal

Preparação:

– Lavar as verduras e retirar a casca das cenouras. Cortar em pedaços pequenos.
– Colocar o azeite com a manteiga numa panela e refogar as verduras.
– Quando estiverem douradas juntar a farinha mexendo continuamente.
– Adicionar a cerveja e o alho e temperar com sal e pimenta.
– Cozinhar durante uma hora e servir bem quente com pão torrado ou fresco.

Sopa de cerveja alemã (Biersuppe)

Ingredientes:

  • 300ml de cerveja tipo Pilsen
  • 300ml de cerveja tipo Malzbier
  • Meio litro de leite
  • 2 colheres de sopa de farinha de trigo
  • 150g de queijo creme
  • 1 ovo batido
  • 1 pitada de sal
  • 1 pitada de açúcar
  • 50g de passas pretas

Preparação:

– Misturar as duas cervejas numa panela e aquecer.
– Deixar ferver o leite em outra panela maior. Uma vez fervido, misture as cervejas.
– Misturar a farinha de trigo com o queijo creme e adicionar ao leite com as cervejas.
– Cozinhar até engrossar e temperar com sal e açúcar.
– Retirar a panela do lume e juntar o ovo batido, misturando rapidamente.
– Servir com as uvas passas.

As nossas recomendações de cervejas na Uvinum:

 TAGS:Paulaner 50clPaulaner 50cl

Paulaner 50cl

 

 

 TAGS:OrvalOrval

Orval

Uma cerveja por dia pode ajudar a reduzir o risco de ataque cardíaco

 TAGS:undefinedO título já diz tudo: uma cerveja por dia pode ajudar a reduzir o risco de sofrer um ataque cardíaco e outros problemas cardiovasculares. Esta foi a conclusão do estudo apresentado pela Universidade Estatal da Pensilvânia, durante a última reunião da Associação Americana do Coração, a maior referência de cardiologia do mundo.

O estudo baseou-se na análise de amostras de sangue de 80 mil adultos, analisadas juntamente com os seus hábitos de consumo de bebidas alcoólicas durante cada trimestre dos últimos seis anos. Estas amostras de sangue permitiram que os investigadores medissem, entre outros factores, os níveis de lipoproteína de alta densidade. São precisamente os níveis saudáveis desta lipoproteína (mais conhecida como “colesterol bom”) que ajudam a prevenir a obstrução das artérias, uma das principais causas dos acidentes vasculares cerebrais e das doenças cardiovasculares.
Os resultados demonstram que as pessoas com consumo moderado de álcool, mantêm um nível saudável de “colesterol bom”. Este efeito positivo foi mais notado nas amostras de sangue dos consumidores habituais de cerveja do que naqueles que consumiam outras bebidas alcoólicas.
Trata-se, sem dúvida, de um argumento que suporta a conclusão dos benefícios de consumir uma cerveja diária. “Uma razão para levantar o braço e brindar, ainda que, provavelmente, seja melhor fazê-lo apenas uma vez”, diz Shue Huang, o autor principal deste estudo.
Ainda que este seja um dos maiores estudos nesta área, não é o único. Na verdade, na Uvinum já tínhamos falado sobre os efeitos positivos do consumo moderado de cerveja, em outros artigos: desde as suas qualidades estimulantes na actividade cerebral e na memória, até à redução dos problemas de saúde como as doenças cardiovasculares, artrite ou mesmo o envelhecimento da pele.

Não há dúvida de que esta notícia alegra todos aqueles que saboreiam uma cerveja fria com os seus amigos, depois do trabalho. Por eles: Tchim-tchim!

 TAGS:Rochefort 6Rochefort 6

Rochefort 6

 

 

 TAGS:Westvleteren 12Westvleteren 12

Westvleteren 12

Mais benefícios da cerveja

 TAGS:undefinedÉ do conhecimento geral, que algumas bebidas alcoólicas, como o vinho e a cerveja, proporcionam benefícios à saúde, evidentemente, tendo sempre em vista um consumo moderado. Já aqui foram publicados vários artigos sobre este tema, hoje, para acabar com as dúvidas, trazemos mais benefícios comprovados do consumo de cerveja.

Tem uma baixa quantidade de calorias e é nutritiva

Ainda que geralmente se pense o contrário, a cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais leves, fornecendo cerca de 43Kcal por cada 100ml. Contém vitaminas essenciais, como as vitaminas do grupo B entre as quais se encontra o ácido fólico, e ainda hidratos de carbono, fibra, antioxidantes e minerais: magnésio e cálcio. Não deve ser por acaso que a cerveja fazia parte da alimentação dos vikings …

Ajuda a prevenir doenças

Os estudos médicos efectuados nos últimos anos indicam que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a prevenir e a controlar a diabetes. Os compostos de polifenol, minerais, fibra e o seu baixo nível alcoólico beneficiam a prevenção da doença. Por outro lado, também se encontraram indicativos de prevenção contra algumas doenças neurológicas, entre elas o Alzheimer, devido ao seu conteúdo em silício, um elemento que actua sobre o sistema ósseo e que pode prevenir a osteoporose.

Melhora a qualidade de vida

Devido ao seu elevado índice de antioxidantes, a cerveja ajuda as células do nosso corpo a não envelheceram rapidamente, protegendo-as de doenças, incluindo as degenerativas, que diminuem a qualidade de vida. Os antioxidantes possuem também a função de manter saudável o nosso coração; ajudam a aumentar o nível de colesterol “bom” e portanto diminuem o risco de padecer problemas cardiovasculares.

Como sucede com quase tudo, o excesso pode sempre provocar problemas, por vezes graves, na nossa saúde e bem-estar, mas se pode saborear um copo de cerveja fria de vez em quando, não duvide! Brindemos!

 

 TAGS:SagresSagres

Sagres

 

 

 TAGS:Sagres PretaSagres Preta

Sagres Preta

Uma cerveja diária pode reduzir o risco de ataque de coração

 TAGS:undefinedO título diz tudo: uma cerveja diária pode ajudar a reduzir o risco de sofrer um ataque de coração e outros problemas cardiovasculares. Esta foi a conclusão do estudo apresentado pela Universidade Estatal da Pensilvânia na última reunião da Associação Americana do Coração, a maior referência mundial de cardiologia.

O estudo baseou-se na análise de amostras de sangue de 80 mil adultos, assim como dos seus hábitos de consumo de álcool, durante cada trimestre dos últimos 6 anos. As amostras de sangue permitiram que os investigadores medissem os níveis de lipoproteínas de alta densidade, entre outros indicadores.

Manter um nível saudável desta lipoproteína (mais conhecida como “colesterol bom”) ajuda a prevenir a obstrução das artérias, uma das principais causas dos problemas cardiovasculares e dos acidentes vasculares cerebrais. Os resultados indicaram que as pessoas que consumiam álcool moderadamente mantinham um bom nível da lipoproteína. Este efeito positivo foi ainda mais acentuado nas amostras de sangue dos consumidores habituais de cerveja, o equivalente a uma ou duas cervejas por dia.

Pelo contrário, não se observou nenhum resultado similar em abstémios e em consumidores de doses superiores de álcool.

Sem dúvida que este é um argumento que apoia a conclusão sobre os benefícios de beber diariamente uma cerveja. “Uma razão para levantar o copo e brindar, ainda que provavelmente seja melhor fazê-lo apenas uma vez”, afirmou Shue Huang, o autor principal deste estudo.

Se bem que este é um dos maiores estudos efectuados sobre a matéria, não é o único. Esta não é a primeira vez que a Uvinum refere os efeitos positivos do consumo moderado de cerveja; a estimulação da actividade cerebral, a memória, e a redução de problemas de saúde como as doenças cardiovasculares, a artrite e o envelhecimento da pelo.

Certamente que esta notícia vai alegrar todos os amantes de uma cerveja bem fria, de preferência depois do trabalho, e com amigos. Tchim-tchim!

 TAGS:OrvalOrval

Orval

 

 

 TAGS:Pilsner UrquellPilsner Urquell

Pilsner Urquell

Talvez a cerveja possa prevenir o cancro de mama

 TAGS:undefinedTalvez um dos principais ingredientes da cerveja, o lúpulo, possa contribuir para a prevenção do cancro da mama. Esta conclusão é a consequência de um estudo realizado por especialistas da Universidade de Illinois, Chicago, publicado pela revista britânica Daily & Sunday Express.

O lúpulo, uma planta aromática trepadeira, é a responsável pelos sabores amargos, assim como os toques de especiarias ou citrinos, foi submetida a investigações que a relacionam com os níveis hormonais masculinos e femininos. Este estudo indica ainda a probabilidade de que o lúpulo possa activar os compostos químicos que inibem o desenvolvimento de tumores.

Os investigadores usaram extracto de lúpulo em dois tipos diferentes de células mamárias para conhecer o efeito do metabolismo dos estrogénios das células, partindo da base (já comprovada) de que um metabolismo mais lento aumenta o risco de cancro da mama.

No lúpulo encontrou-se a presença de um activo chamado preninalringenina (6-PN), um prenilflavonoide com capacidade para aumentar a taxa de metabolismo dos estrogénios, o que seria de grande ajuda em futuras investigações sobre a eficácia deste composto contra o cancro.

O 6-PN é um potente fitoestrogénio, que, uma vez ingerido, altera a actividade das hormonas. Algumas mulheres podem chegar a ter interrupções nos seus ciclos menstruais, e usado no tratamento da pós-menopausa diminui a transpiração noturna, calores e insónia.

A equipa de investigação também encontrouum activo semelhante, preninalringenina (8-PN), aparentemente menos eficaz, mas também objeto de futuros estudos.

 

 TAGS:Grimbergen Optimo BrunoGrimbergen Optimo Bruno

Grimbergen Optimo Bruno

 

 

 TAGS:Westvleteren 12Westvleteren 12

Westvleteren 12

O que se bebia na época de Shakespeare?

 TAGS:undefinedQuatrocentos anos após a última obra de Shakespeare, vamos ver quais são as bebidas mencionadas nas suas peças de teatro, e quais as que provavelmente utilizaram os seus amigos para brindar os êxitos.

Cada uma das suas obras possui aproximadamente 38 referências de bebidas alcoólicas. A escolha da bebida de uma determinada personagem, representa também a sua posição social e personalidade, assim como deixa entrever quais os hábitos de uma dada época e de uma dada faixa etária. Mas esta é uma vasta área de estudo, que diz respeito à literatura…
O chá e o café ainda não tinham chegado à Grã-Bretanha e a água era um verdadeiro risco para a saúde, razões pelo qual, as bebidas alcoólicas eram a opção mais frequente.

Estas eram as bebidas mais habituais:

Ale e cerveja
A Ale era uma bebida tradicional de sabor suave, muito popular e conhecida como fonte de vitaminas. Uma bebida de pobres e ricos, sem barreiras sociais.
Entretanto, na Holanda, a cerveja era uma novidade à qual se adicionou lúpulo, o que, inicialmente, foi visto como uma adulteração e pouco a pouco se apoderou de Inglaterra. Nesta época, a cerveja era relativamente doce e frutada.

Aqua vitae
Refere-se à maioria das bebidas alcoólicas daquela época, pelo qual poderiam nela incluir-se bebidas semelhantes ao brandy e ao whisky. Shakespeare menciona seis vezes a aqua vitae, e descreve-a como sendo uma bebida reconstituinte ou terapêutica, ao contrário do vinho ou da cerveja. Em Romeu e Julieta, a Ama pede-a por duas vezes: quando se explica a morte de Teobaldo e o desterro de Romeu, e quando acredita que Julieta morreu na sua cama.

Clarete
Naquela época era una bebida muito mais leve e mais próxima do cor-de-rosa que do vermelho Bordeaux. Shakespeare confere-lhe uma qualidade simbólica, grandemente sentida naquela altura. Durante o séc.XII, Bordeaux e a zona da Gasconha converteram-se em território inglês como consequência da união de Henrique II e Leonor da Aquitânia. Os vinhos de Bordeaux foram enviados em grandes quantidades para Inglaterra, porém, no final da Guerra dos Cem Anos, a Gasconha foi recuperada pelos franceses e a disponibilidade do clarete diminuiu notavelmente. É bom lembrar que, na Inglaterra de Shakespeare, o vinho era um bem não acessível para todos. Como produto importado, de avaliação 12 vezes superior à da cerveja ou dos refrescos, apenas estava ao alcance da monarquia.

Sherry sack
Hoje seria definido como vinho aromático, converteu-se num termo utilizado para denominar uma série de vinhos semelhantes ao do Xerez, alguns deles fortificados, outros doces, Sherry sack, foi o nome mais conhecido. Existem várias referências associadas à personagem de Falstaff a saborear Sherry sack e pedindo mais.

Metheglin
Una bebida alcoólica de origem galesa, fermentada a partir do mel . Era um hidromel feito com especiarias e usada como tónico, que apenas os mais ricos podiam conseguir. Aparece em duas obras de Shakespeare: Trabalhos de amor perdidos e As alegres comadres de Windsor. Ainda que hoje não seja produzida para distribuição comercial, há um certo interesse em voltar a elaborar esta bebida.

Moscatel
Saboroso e doce, elaborado com uva moscatel, esta é a bebida de Petruchio, na peça de teatro – A Fera Amansada. Na época, o termo moscatel era geralmente utilizado para se referir aos vinhos gregos, a maioria deles vindos de Creta ou Zante.

Posset
Actualmente chama-se Posset a uma sobremesa cremosa e espessa, normalmente com sabor de limão, Mas na época isabelina, esta era uma bebida de leite quente, coalhada com ale ou vinho , geralmente com sabor a especiarias e provavelmente açúcar. Lady Macbeth adormece os guardas da zona privada do Rei Duncan, precisamente com um posset envenenado.

 TAGS:Palo Cortado PenínsulaPalo Cortado Península

Palo Cortado Península

 

 

 TAGS:Rey Fernando de Castilla Oloroso Antique 50clRey Fernando de Castilla Oloroso Antique 50cl

Rey Fernando de Castilla Oloroso Antique 50cl

 

O auge da cerveja sem glúten

 TAGS:undefinedO sector cervejeiro está a viver uma revolução a nível mundial. No entanto, até há pouco tempo, quem tinha intolerância ao glúten não podia saborear uma boa cerveja. Actualmente, as cervejeiras, impulsadas pela produção de cervejas artesanais, preocupam-se em reunir pedidos e sugestões que lhes permitam oferecer cervejas aptas para celíacos.

A cevada é o cereal utilizado com mais frequência na indústria cervejeira, ainda que o trigo também esteja bastante presente. Os cereais possuem um composto proteico chamado gliadina, o responsável pela intolerância ao glúten. No entanto, tal como existe cerveja sem álcool, também é possível elaborar cerveja sem glúten.

Há uma variedade de opções cada vez maior: cerveja sem glúten, cerveja sem álcool e glúten e cerveja artesanal sem glúten.

Existem 2 tipos de cerveja sem glúten:

  • Cervejas elaboradas com grão livre de glúten como o trigo sarraceno, sorgo, mijo e a quinoa.
  • Cervejas elaboradas com grão com glúten, como a cevada o trigo, cujo produto final, através de um processo enzimático, contem uma quantidade de glúten abaixo de 20 ppm, o valor necessário para ser considerado um produto sem glúten.

Em relação ao processo, este inicia-se na maltagem; onde o grão da futura cerveja é germinado antes de tostar e posteriormente lhe são adicionados os ingredientes que permitem transformar o mosto em cerveja. Todo o processo passa por várias fases, nas quais determinadas enzimas se encarregam de separar as proteínas do glúten da cerveja final.

Felizmente, as referências do mercado não faltam: Cervezas Ambar, com a Ambar Celíacos recebeu a certificação europeia ELS, que em Espanha é concedida pela Federación de Asociaciones de Celíacos (FACE), convertendo-se na primeira e única cerveja sem glúten do mercado espanhol com esta referência. Ambar Green, é também a primeira cerveja do mundo sem álcool para celíacos. E há mais! A Estrella Damm, que comercializa a cerveja Daura, a inglesa St. Peter´s ou as belgas Daas e Brunehaut.

 TAGS:Caulier Gluten FreeCaulier Gluten Free

Caulier Gluten Free

 

 

Porque é que a cerveja nos faz urinar?

 TAGS:undefinedQuando bebemos cerveja notamos que vamos à casa-de-banho muito mais vezes e temos muita necessidade de urinar, o que pode ser explicado por várias razões.

A razão principal é o efeito diurético da cerveja; a quantidade de urina formada nos rins aumenta, assim como a quantidade de água eliminada. Por isso, a vontade de urinar, quando se bebe cerveja, é maior do que ao beber água ou qualquer outro líquido.

Aquilo que provoca essa urgência de urinar, são os ingredientes presentes no processo de elaboração da cerveja: o lúpulo, o componente responsável pelo efeito diurético. O lúpulo também é utilizado na produção de cerveja para equilibrar o sabor doce do malte, o que confere à bebida esse toque ligeiramente amargo tão característico.

Verdade seja dita; existem outras bebidas alcoólicas que provocam este mesmo aumento da produção de urina, já que o álcool é ele próprio um diurético estimulante da bexiga, que suprime a glândula pituitaria, a responsável pela inibição do efeito diurético.

Estas razões, fazem com que, ao beber cerveja, a desidratação aconteça mais depressa, já que ao aumentar a produção de urina, o organismo elimina mais líquido do que o habitual, e por isso é recomendável o consumo moderado de álcool. Uma das soluções para reduzir a desidratação, é a de intercalar a cerveja com pequenos goles de água, e claro está, que pode sempre acompanhá-la de petiscos.

 TAGS:Peroni Nastro AzzurroPeroni Nastro Azzurro

Peroni Nastro Azzurro

 

 

 TAGS:OrvalOrval

Orval

 

Quem bebe vinho ou cerveja, come melhor

 TAGS:undefinedSegundo um estudo da Universidade Miguel Hernández (UMH) em Elche, os estudantes que bebem cerveja e vinho, moderadamente, habitualmente consomem maior quantidade de peixe, frutas e hortaliças, ingredientes que fazem parte da dieta mediterrânica e considerados base de uma alimentação saudável.

Por outro lado, os jovens abstémios inquiridos (mais de 1000 entre 17 e 35 anos de idade), admitiram consumir uma menor quantidade de peixe, fruta e hortaliça e o dobro de carne, tal como indicaram também os inquéritos efectuados a consumidores de vários tipos de álcool, quando comparados com os bebedores moderados de cerveja e vinho.

Segundo estes resultados, 18,9% dos participantes tomava apenas vinho ou cerveja de forma moderada, 19,5% não bebia álcool e 61,6% consumia diversos tipos de álcool, incluindo bebidas de elevado teor alcoólico.

O consumo médio de álcool atingiu 4,3g diários, um valor possível de considerar entre baixo a moderado, já que é inferior a 11,8g/dia, o valor resultante do inquérito de 2011/2012, elaborado pela Pesquisa Nacional de Saúde a indivíduos da mesma idade adulta.
No entanto, os investigadores reconhecem a controvérsia existente na comunidade cientifica internacional sobre a recomendação de consumo de álcool, ainda que consumido moderadamente, devido aos efeitos negativos resultado de um consumo excessivo.

Os resultados do trabalho realizado pela UMH, demonstram principalmente a importância de estudar simultaneamente alimentação e consumo de álcool, quando o objecto de estudo são os efeitos do álcool no organismo. O que também nos recorda que a dieta mediterrânica inclui a presença de vinho nas refeições. Sempre moderadamente, é claro.

 TAGS:Quinta do Portal Grand Reserva 2011Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Quinta do Portal Grand Reserva 2011: um vinhos tinto com D.O. Douro está elaborado com uvas de 2011 e com 13º de teor de álcool.

 

 

 TAGS:Herdade das Servas Touriga Nacional 2008Herdade das Servas Touriga Nacional 2008

Herdade das Servas Touriga Nacional 2008: um vinhos tinto Alentejo com os mejores cachos de touriga nacional de 2008 e com 14.5º de teor de álcool.

Queijo: mais fácil harmonizar com vinho ou cerveja?

 TAGS:undefinedFaz parte da gastronomia de qualquer país, e não é por acaso, é que o queijo, é um dos alimentos com mais matizes e que proporciona uma enorme variedade de combinações subtis.

Segundo as suas características, pode ser ingrediente num número de pratos quase infinito, desde as entradas às sobremesas, frito, gratinado, polvilhado, cortado ou ralado, o queijo pode ser acompanhado por vinho, ou não.

No entanto, parece que a última moda é a de acompanhar o queijo com cerveja, já que esta ultimamente é a verdadeira protagonista das provas organizadas e harmonizações vanguardistas.

Um dos maiores instigadores desta tendência, é o chefe nova-iorquino Daniel Burns.

O seu restaurante, Luksus, em Brooklyn, cuja propriedade partilha com Jeppe Jarnit-Bjergso, já ostente uma estrela Michelin e a sua aposta baseia-se na ideia de que o “espectro de sabor“ da cerveja a torna mais apropriada do que o vinho para acompanhar queijos.

Este restaurante oferece cerca de 21 cervejas de barril diferentes e não possui carta de vinhos.

Segundo Burns, “em comparação com o vinho, a cerveja é simples de harmonizar correctamente e é ainda mais simples obter uma grande harmonização”.

Ainda estando habituados a harmonizar queijo e vinho, mas o novo conceito deste restaurante (o primeiro do mundo com uma estrela Michelin sendo especializado em cerveja) oferece-nos uma perspectiva que merece ser experimentada, sobretudo se tivermos em conta o seu sucesso de aceitação entre a exigente clientela de Nova York. Normalmente repleto, o pequeno restaurante de Greenpoint oferece uma carta de degustação por 95$ e por mais 45$ , pode saborear uma harmonização com cerveja.

Então? Prontos a experimentar a harmonizaçã queijo & cerveja?

 TAGS:OrvalOrval

Orval

 

 

 TAGS:Gulden DraakGulden Draak

Gulden Draak