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8 motivos para beber uma taça de espumante

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Seja nas celebrações mais populares como em momentos pontuais, os espumantes estão sempre presentes quando há motivo para brindar. As suas borbulhas e o sabor inconfundível, entre muitas outras características, são algumas das razões para saborear uma taça de espumante. Hoje, apresentamos 8 motivos para que a bebas. Brindamos?

1. Motivo de celebração. Cada vez que brindamos com espumante existe um motivo para celebrar. É habitualmente a bebida por excelência, tanto nos encontros familiares como nos momentos mais íntimos e mesmo em algumas reuniões de trabalho.
2. Benefícios para a saúde. Sempre que bebidos com moderação, o cava, o champanhe e o vinho espumante *oferecem uma série de benefícios para a saúde* já que fazem parte da dieta mediterrânica. Um copo de espumante faz bem ao coração e previne diferentes doenças.
3. Fonte de juventude e beleza. Uma das razões para beber uma taça de espumante é o facto de conter antioxidantes, que geralmente melhoram o estado da nossa pele, deixando-a macia, o espumante hidrata a pele e gera ácido hialurónico.
4. Perfeito para harmonizar. O espumante pode acompanhar toda a refeição e não apenas as sobremesas como manda a tradição. Resultado da combinação de uvas de qualidade cuidadosamente escolhidas para a sua elaboração, *harmoniza perfeitamente com diferentes tipos de alimento*.
5. Sabores doces. Aqueles que não estão habituados a beber vinho, encontrarão no *espumante um sabor doce*, frutado e suave que facilmente se pode converter no substituto do vinho tradicional.
6. Diversas variedades. Tal como acontece com os vinhos tradicionais, *os espumantes também apresentam uma grande variedade de categorias* ? Brut, Reserva, Meio-seco… podem ser escolhidos segundo gostos, preferências e refeições.
7. Denominações de Origem. Procedem de lugares de renome, com qualidade e Denominação de Origem, o que nos oferece a garantia da sua elaboração, sempre classificado segundo a zona de produção.
8. Elegância e romantismo. Uma taça de espumante é sinónimo de festa, mas também de *elegância, momentos íntimos e românticos*, já que a sua história passa por um elevado preço no passado, aliado a um estilo de vida luxuoso e boémio.

Se o espumante não for uma das tuas bebidas preferidas, talvez a partir de agora o vejas de outro modo, portanto, não percas as nossas recomendações!

 

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Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010 é um cava fresco e de sabor longo, com uma espuma muito cremosa. Um clássico essencial.

 

 

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Follador Prosecco ? O seu nome peculiar é um apelido familiar, Follador, dedica-se à elaboração destes Proseccos tradicionais de uva Glera há várias gerações. Leve, frutado e equilibrado, tanto como para ser saboreado com um bom aperitivo.

 

 

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Aviva Platinum é um vinho espumante com Denominação de Origem Vinos sin DO (Espanha) da Adega Torre Oria elaborado com moscatel e 7º de graduação alcoólica.

 

 

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Moët & Chandon Brut Impérial, cuvée emblemático. A marca mais vendida em todo o mundo, um champanhe de borbulhas finas, aromático, fresco, intenso e elegante.

 

Quando produzir um espumante vintage?

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Quando nos referimos a espumantes vintage, ou seja, elaborados com uvas 100% procedentes da mesma colheita, ao contrário dos denominados ?non-vintage?, em que se utilizam uvas de diferentes colheitas, o mais importante é que este vinho seja um reflexo da personalidade da uva, do território, e inclusive do próprio produtor de vinho e das características climáticas concretas desse ano.

Este facto permite que os responsáveis das adegas possam dar largas à sua criatividade sem sentir-se atados àquilo que se exige quando se trata de elaborar um produto que mistura várias colheitas e que, tradicionalmente, pretende obter resultados consistentes num mercado tão exigente como é o do *vinho espumante de qualidade*.
A questão, é que o desafio de um espumante vintage é sempre diferente e depende das características da colheita. Em primeiro lugar, nem todos são bons anos para elaborar um vintage.

O tipo de uva, é também um factor extremamente importante, que implica que o empenho investido nesta elaboração, seja compensado, e que sejam obtidas boas colheitas em todas as variedades que se necessitam para criar um vintage multivarietal.

Tanto é assim, que algumas das adegas com mais reputação, produzem apenas espumantes vintage algumas vezes durante uma década, o que normalmente coincide com colheitas extraordinárias. Estas, segundo os peritos, são colheitas consequência de anos quentes ou moderadamente quentes, ainda que sempre existam excepções nas actividades relacionadas com a climatologia e a Natureza e exactamente por essa razão, a elaboração de um espumante vintage seja uma verdadeira arte.

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Botani Espumoso: um espumante de Málaga, doce e cremoso

 

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Moët & Chandon Brut Impérial é uma cuvée emblemático. A marca mais vendida no mundo, um champanhe com bolhas finas, frutados, frescos, intensos e elegantes.

“Cava de paraje calificado” – Solução ao problema da unidade territorial da DO cava?

 TAGS:undefinedProvavelmente seja um dos maiores problemas da Denominação de Origem Cava: a falta de unidade territorial, que gera em certos mercados, alguma confusão sobre a procedência e qualidade dos vinhos espumantes espanhóis.

Ainda que a exportação de cava apresente uma tendência crescente é necessário não esquecer que a competição é renhida, sobretudo com os espumantes italianos, de grande êxito nos mercados chave como o anglo-saxão.

Foi neste contexto que o Conselho Regulador do Cava analisou a criação de uma nova Denominação a que chamou ?Cava de Paraje Calificado? e que pretende salientar as credenciais de qualidade do cava espanhol.

Nesta nova Denominação apenas se poderão incluir os cavas produzidos em vinhas únicas, com um requisito adicional que obriga os produtores a elaborar os seus próprios vinhos base e sob rigorosos controles de qualidade impostos pelo Conselho.

Pere Bonet, o presidente do Conselho declarou recentemente:

?Com esta nova classificação adoptamos a ?filosofia do château?, que oferece aos produtores a oportunidade de ver reconhecidos os vinhos que produzem em lugares específicos das suas vinhas. Verificámos um grande interesse por parte dos produtores nesta iniciativa e, ainda que seja cedo para saber quantas adegas serão participantes, podemos antecipar que a quantidade será significativa?.

Apesar de ainda não estarem definidas as restrições definitivas ao acesso da Denominação ?Cava de Paraje Calificado?, tudo parece apontar a que serão superiores às aplicadas em ?Cava Gran Reserva?. O objectivo deste movimento é o de fazer chegar a grande diversidade de produtores de espumante aos consumidores de todo o mundo, para além de promover uma imagem bastante melhorada do cava em todos os seus potenciais mercados.

Ainda em relação a esta estratégia do grémio de produtores, Bonet também fez uma observação sobre a razão da descida de vendas de cava no Reino Unido verificados nos últimos anos. Segundo ele, o grande responsável foi a cessação de contratos de distribuição com supermercados que praticavam preços baixos, prejudicando a imagem de qualidade que se pretende transmitir. Agora, a prioridade dos objectivos para modificar a percepção do público é apresentar o cava em restaurantes de alta qualidade e lojas especializadas das Ilhas Britânicas.

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Recaredo Brut Nature 2008

 

 

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Capdevila Pujol Brut Nature

As 7 bebidas mais trendies de 2014

 TAGS:undefinedSe és daqueles que continua a alternar Absolut, Hendrick’s e J&B e consideras que és um gourmet das bebidas, temos uma notícia para ti: Passaste de moda! Mas não te preocupes, este é um artigo para quem gosta de provar bebidas novas, para aqueles que se atrevem a fazer misturas para apurar os seus cocktails, que pedem a última novidade ao seu mixologist de confiança e sabem exactamente o que beber no after work para ser visto como um trendy em todo o seu esplendor. Se pretendes converter-te num, continua a ler:

As bebidas também estão sujeitas ao movimento variável da moda tal como a roupa e os acessórios. Talvez não o notemos na rua ou tenha um ritmo tão frenético que as mudanças sucedam de 3 em 3 meses, mas realmente os gostos mudam e aparecem bebidas novas para que o nosso paladar não chegue ao aborrecimento.
Queres saber quais são as bebidas destiladas mais trendies neste momento? Mostramos-te na *Uvinum*.

7. O bourbon aromatizado

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Jack Daniel’s Honey: Doce, sem chegar ao enjoativo e apenas com um bocadinho menos de álcool (35%) é perfeito para tomar simples ou para combinar em cocktails com fruta, paradoxalmente, é um cocktail Old Fashioned.

 

 

6. O gin que vem de Menorca

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Gin Xoriguer 1L: considerado “de segunda” por quem se esqueceu que a ilha de Menorca foi uma colónia inglesa e onde existe uma enorme tradição de elaboração de gin. Este é um gin de estilo inglês e apreciado pela sua pureza inclusive no Reino Unido. Nas ilhas é tomado em ?pomada?, uma combinação de 1/4 de gin Xoriguer e 3/4 de limonada, ou, na falta, refresco de limão.

 

 

5. A vodka já não é russa nem escandinava…

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Zubrówka Vodka 1L: Os polacos garantem que a verdadeira vodka teve origem na Polónia e que se chama Zubrowka. Aromatizada com ervas (daí deriva o seu tom amarelado e não cristalino) é perfeita para beber com água tónica.

 

 

4. Gin tónico colorido

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Saffron Gin: aromatizado com açafrão (o porquê da cor) este gin francês com toques de açafrão, cítricos e funcho combina muito bem com tónicas cítricas decoradas com um twist de lima.

 

 

3. O Gin dos símios

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Monkey 47 50cl: o 47 refere-se ao número de botânicos utilizados na sua preparação, na zona da Floresta Negra alemã . Predominam os toques ácidos e de frutos vermelhos, ideal para um gin tónico decorado com framboesas ou frutas silvestres.

 

 

2. O regresso do rum

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Ron Viejo de Caldas Gran Reserva 8 Años: Se alguma bebida ameaça a ditadura do gin tónico é o rum. Ainda que a vodka e o whisky tenham tentado, parece que este Verão vai ganhar o mojito. O Rum de Caldas (Colômbia) é já um clássico e ainda que apenas do domínio dos connoisseurs, promete mudança.

 

 

1. Vais ao mar neste Verão? Atenção ao Kraken!

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Kraken Black Spiced: A prova de que o rum está na moda é este Kraken. Nasceu nos Estados Unidos, com design e marketing atrevido e transgressor, este é um rum profundo e condimentado, cujas nuances te podem hipnotizar como os tentáculos de kraken. É perfeito simples e com refresco de cola.

Entra no novo ano a brindar com cava

 TAGS:O cava não deveria faltar durante a festa do Natal de 2013 e iniciar o 2014 a brindar com cava certamente atrairá a sorte para começar o ano cheio de bons propósitos…

Este fantástico vinho espumante já chegou a alta categoria e é a bebida ideal para as celebrações de peso. O cava é elaborado segundo um método tradicional (semelhante ao do champanhe) porém, adaptado às características das regiões onde habitualmente se desenvolve; Penedés, Catalunha, Valência, La Rioja, Navarra, Estremadura, Aragão e Burgos.

As uvas habitualmente utilizadas na elaboração do cava são a macabeo, parellada e a xarel-lo, o resultado é frescura e corpo num perfume único.

Dependendo da quantidade de açúcar adicionada, o cava estabelece-se em diferentes tipos. O Brut Nature é um dos mais puros e de maior qualidade, sem açúcar adicional e com grande procura. O cava meio-seco (semi-seco) recebe entre 32 a 50g de açúcar por litro e a sua produção cada ano vai diminuindo, ao contrário do cava rosé, que ganha cada vez mais popularidade, sobretudo no Natal.

Para estes dias, especiais, repletos de brindes únicos a regar sobremesas magníficas, aqui ficam as nossas recomendações para os vossos cavas:

 TAGS:Recaredo Subtil Brut Nature Gran Reserva 2007Recaredo Subtil Brut Nature Gran Reserva 2007

Recaredo Subtil Brut Nature Gran Reserva 2007: Um grande reserva de borbulha fina e sabor cremoso a frutos secos. Fantástico!

 

 

 TAGS:Raventós i Blanc de Nit 2011Raventós i Blanc de Nit 2011

Raventós i Blanc de Nit 2011: É especial e original, não apenas pela sua cor como também pelo sabor, a fruta fresca com notas de especiarias. Surpreendente.

Como servir Cava

 TAGS:Considerada como uma das bebidas preferidas das mulheres e para servir em reuniões importantes, o cava é gasoso e delicioso quando servido na sua temperatura ideal, seja como aperitivo ou como acompanhante de um jantar ou sobremesa. 

Ao servir cava ou champanhe podes sempre ter em conta qual o melhor modo de o fazer para que os possas saborear ao máximo. A temperatura ideal para servir cava está entre os 7º e os 12ºc, quando servido com frio em excesso perdem-se os sabores. A forma correta de segurar o copo ou taça, é pela base para evitar alterar a temperatura e como tal, o seu sabor.

Servir Cava

A forma de segurar a garrafa de cava é uma das coisas importantes que deves saber; a garrafa de espumante possui uma fenda na base para que aí possas colocar o teu dedo polegar e assim servi-lo lentamente de modo a garantir a presença do gás.

Provar vinho espumante
Ao provar Cava, Champanhe ou qualquer outro vinho espumante como o Reymos, deves ter em conta as três fases da experiência:

  • Visual: É onde se podem apreciar as borbulhas que se formam, chamadas ?Perlage?, quanto mais pequenas e abundantes forem estas borbulhas maior será a qualidade. Também a coroa de espuma que se forma e a cor do espumante ao colocar o copo contra um fundo branco são factores visuais a considerar.
  • Olfativa: Nesta fase podes apreciar as notas de flores e frutos presentes no cava. Não precisas de agitar o copo, basta simplesmente cheirar.
  • Gustativa: Poderás apreciar a qualidade das borbulhas, averiguar se são cremosas, gasosas ou finas, além de, evidentemente, confirmar os sabores.

Pretendes comprar cava neste Natal? Então aqui fica a nossa recomendação:

 TAGS:Champagne Ruinart R Ruinart BlancChampagne Ruinart R Ruinart Blanc

Champagne Ruinart R Ruinart Blanc

 

 

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Freixenet Elyssia Rosado

Como abrir Cava e Champanhe

 TAGS:Existe alguma coisa mais fácil do que abrir uma garrafa de cava? Bom, por vezes tudo se complica, além de que, tal como em quase tudo,há um modo standard para abrir as garrafas de Champanhe. Esqueçam as rolhas em voo e a cascata de espuma, isso é para os pilotos de Fórmula 1. Se aquilo que pretendem é saborear uma boa garrafa de espumante, a forma correta é a seguinte:

Os espumantes são imprevisíveis, de modo que é melhor não apontar nunca na direção de outras pessoas, tal como a vidros e peças de louça (ainda que seja uma prenda non grata). Os vinhos espumantes são conservados à pressão, como tal, os acidentes podem suceder. Toma precauções.

A primeira coisa a fazer é retirar o arame que sustenta a rolha da garrafa de espumante. Para isto, deves segurar na rolha com uma mão, enquanto a outra abre o arame e o selo. Antes deves secar a garrafa e retirar o arame com a garrafa apoiada numa mesa, desta forma evitas que o líquido seja agitado por vibrações e, como tal, que a espuma saia.

É mais fácil abrir garrafas frias do que aquelas que estão mornas ou quentes, e evidentemente, o sabor é consideravelmente melhor. Certifica-te que a tua garrafa de champanhe ou cava se encontram à temperatura correta, entre 6º e 9ºc. Para a arrefecer, e melhor do que um frigorífico, é colocá-la num balde carregado de gelo e água. Sempre tendo o cuidado de que a garrafa se mova o menos possível.

 TAGS:Uma boa forma de retirar a rolha é inclinando ligeiramente a garrafa e fazendo-a girar lentamente enquanto mantemos a rolha agarrada, e não ao contrário. Se fazes girar a rolha corres o risco de que se parta, e deste modo, além de o evitar, utilizas menos força porque a garrafa serve mais de alavanca do que as tuas mãos.

Uma vez que a rolha começa a subir, e enquanto a continuas a segurar com o resto da mão, utiliza o polegar para a ajudar a subir.

Evitar o ruído ao abrir a garrafa, é considerado o cúmulo da elegância, para o conseguir deves reter a tampa tanto quanto possas, para que se abra o mais lentamente possível. Das garrafas bem abertas, que apenas emitem um som suave diz-se que deram um “suspiro de prazer”. Porém, o ruído também deve existir, de modo a podermos confirmar que o espumante se encontra nas suas melhores condições, já que a falta de ruído é sinónimo de que o gás carbónico desvaneceu.

Serve o espumante imediatamente. Um bom truque para que este se mantenha fresco e com espuma mais persistente consiste em arrefecer previamente os copos/taças em gelo, ou no congelador.

Depois…o melhor é praticar. Para isso recomendamos-te dois bons espumantes para que te divirtas a abrir garrafas.

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Privat Mirgin Brut Nature 2008: Um cava com base de Chardonnay, com pequenas quantidades de outras uvas que exprimem o melhor de cada colheita. Um espumante saboroso, complexo e simplesmente genial.

 

 

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Taittinger Brut Réserve: Um dos espumantes clássicos de Champagne mas ainda desconhecido, ao contrário dos Moët&Chandon ou dos Veuve Clicquot. Suave e elegante.

Cocktails com espumantes

 TAGS:?Não há nada que simbolize melhor uma celebração do que o pop de uma garrafa de espumante, ver o fluxo de borbulhas numa taça e sentir essas borbulhas no céu da boca?, diz Kim Haasarud, autora de vários livros sobre cocktails, incluindo 101 Champagne Cocktails, e fundadora de Liquid Arquitecture, uma consultadoria de bebidas.

Mas, enquanto que o espumante é um clássico que mantém um interesse constante, a fascinação pelos cocktails está a aumentar, o que estimulou a inovação e portanto novas experiências. Champanhe com morangos? Muito bem. Cava com chocolate? Porque não?

?Os cocktails, tal como a comida, devem ser uma experiência culinária?, diz Haasarud. ?Trata-se de uma combinação de ingredientes para criar uma sensação no paladar e atrair todos os sentidos combinando sabores, texturas, aromas e temperos?.

A popularidade dos cocktails de champanhe transborda, porque ?podemos tomar um cocktail de vinho espumante e no entanto pagar menos do que aquilo que se paga por um copo do mesmo espumante?.

Conselhos para preparar um cocktail com cava:

  • Utiliza frutas como ingrediente.

O cava é uma base extremamente versátil para realçar sabores alegres como os dos cítricos. Vai bem com todos os tipos de laranjas, especialmente as laranjas de sumo, tal como com frutas vermelhas, como os morangos, amoras e mirtilos.

Uma boa regra é a de colocar uma colher de frutas misturadas no copo e depois servir o champanhe em cima da mistura, mexendo suavemente.

  • Harmoniza corretamente:

Haasarud gosta de alimentos fritos, como frango empanado, para acompanhar o champanhe. ?Experimenta tomar um cocktail com rodelas de cebola: os goles de champanhe, juntamente com um empanado, mais do que uma blasfémia, forma uma união maravilhosa e surpreendente?.

Em relação a aperitivos, a autora sugere um salame caseiro (o salgado, não o doce) e uma tábua de queijos brie, levados ao forno com maçãs, mirtilos, figos e inclusive sushi.

  •  O espumante mais barato é o melhor para os cocktails

?Se se pretende utilizar puré de fruta ou sumos?, explica Haasarud, ? a sugestão é a de que se utilize um vinho mais acessível. Se o orçamento permite gastar um pouco mais, é bom comprar algo melhor para que os convidados tenham a opção de tomar uma taça de champanhe puro, ou misturado num cocktail?.

 ?Se tenho um champanhe caro, como uma colheita de Dom Pérignon ou Cristal?, diz ela, ?não quero mistura-lo, pela qualidade que tem. Mas talvez me apeteça um cocktail clássico de champanhe com um torrão de açúcar e umas gotas de licor de ervas.

– Os melhores espumantes, relação qualidade-preço, para um grande cocktail: Freixenet Brut Vintage, Moët&Chandon Brut, Moët&Chandon Rosé.

– Os melhores espumantes para um cocktail de luxo:Kripta, Mumm, Perrier-Jouet Blason Rosé.

  • Dá-lhe um toque de licor:

?Existem alguns licores e aperitivos surpreendentes e que se misturam de modo excelente com o cava?, observa Haasarud. Particularmente o licor de flor de sabugueiro, o licor de gengibre e a creme de Violette.

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Cava Jaume Serra Brut Nature

 

 

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Louis Roederer Cristal Brut 2004

Cava versus Champanhe

 TAGS:Pediram a minha opinião sobre a competição entre Cava e Champanhe e a verdade é que não é um tema fácil de opinar.Por um lado porque vai mais além de um debate sobre gostos, já que há um fundo de política na questão e por outro, porque existe cava e champanhe para todos os gostos, de forma que se torna difícil generalizar.

Digamos que, particularmente, não sou de cava ou champanhe, como não sou de brancos ou tintos. Depende da ocasião, da vontade e do dinheiro…

Tanto o Cava como o Champanhe são elaborados seguindo o método Champenoise ou tradicional, ainda que existam caves, de ambos, que utilizem outros métodos.

Em principio, o cava parece ser a melhor opção para o dia-a-dia (a não ser que o teu dia-a-dia inclua comer ostras e caviar). Existe uma grande quantidade de cava de 3 a 6?, com uma qualidade mais do que razoável para acompanhar uma refeição na qual nos apeteça um espumante. E não me refiro aos cavas das grandes caves que todos temos como referência, mas sim a algo como o Xamfrà Brut 2005, um Brut bastante aceitável.

É no seguinte nível de preços que os cavas marcam realmente a diferença. Entre 6 e 15? existem cavas para todos os gostos e de uma qualidade bastante elevada. Neste caso as grandes caves oferecem grandes produtos, como o Anna de Codorniu Brut ou o Sumarroca Cuvée Gran Reserva Brut Nature. Também brilham as caves mais pequenas, com cavas como o Fuchs de Vidal Unic Reserva, excecional.

O dilema surge a partir dos 20?, onde realmente o Champanhe entra em competição. Restam alguns cavas que não saem a perder na comparação, como o Recaredo Turó d’en Mota 2000 ou o Kripta 2006, mas a verdade é que a quantidade e qualidade dos champanhes franceses fazem sombra e apagam qualquer outro espumante.

Em Espanha ainda se pode estabelecer uma comparação, mas nos mercados internacionais mais abertos é difícil que os cavas desta gama de preços tenham lugar em algo mais, que não seja dar um pouco de cor numa apresentação de vinhos.

De qualquer forma, não quer dizer que os cavas de alta gama não tenham muito sentido: trata-se de uma questão de gostos. Os cavas espanhóis são como um Ribera, um Bierzo, um Toro ou um Priorat, mais potente em boca, mais fortes de paladar e com maior presença de aromas. E não estamos precisamente a falar de denominações com pouco êxito. Ao contrário, os champanhes franceses são como o seu Bordeaux, vinhos muito subtis, com matizes do terroir e minúsculos pormenores que lhe conferem a elegância.

Este é um ponto a favor do cava. Aos olhos de muitos espanhóis e portugueses, habituados à cozinha da mãe que inundava a casa de aromas e sabores, a subtileza do champanhe por vezes escapa-se-nos e necessitamos um período de adaptação para desfrutar realmente o espumante francês. E nem sempre queremos adaptar o nosso olfato, mas simplesmente saborear um copo de um bom cava.

Aqueles que já trabalharam o olfato, os conhecedores, os que estão habituados, esses a quem ?invejo? profundamente porque conheceram e provaram muito e bom, esses acabam por optar pelo Champanhe. Bom, nem tudo na vida é Ferrari, aliás Red Bull é líder… 

Os melhores vinhos, as melhores experiências

 TAGS:Por vezes surge a inevitável pergunta, de quais são os melhores vinhos. Segundo um guia, um critico, ou nós próprios, são marcados os critérios, estilos e gostos…

Eu costumo dizer que os melhores vinhos são aqueles que acompanham as melhores experiências. Porque o vinho é uma bebida social, que se desfruta em companhia e pode servir de banda sonora de momentos únicos. E não sou o único. Na Uvinum todos o partilhamos, desde Nico Bour à Eva Suárez.

Por isso, o único requisito para que um vinho seja o melhor, é o de ser saboreado acompanhado de uma boa experiência. E como estamos a falar de experiências, vou-vos contar algumas das últimas que vivi.

Em 2010 celebrou-se em Barcelona a “Mostra de Vins i Caves de Catalunya”, onde, sobretudo as adegas do Penedés, apresentavam os seus vinhos e cavas e onde também se podia degustar.

Tive a sorte de conhecer duas adegas especiais. A primeira chama-se Capitá Vidal. É uma adega familiar, onde o pai se encarrega do terroir e a filha é a enóloga. Não estavam preocupados com as vendas, ou em conseguir clientes, mas sim que as pessoas provassem os seus cavas e os saboreassem. Uma curta conversa com eles, a saborear um copo do seu cava Fuchs de Vidal Unic, uma amabilidade do dono, fez-me amar esta adega.

A segunda chama-se Bodegas Sanctó e os dois sócios do projeto desfaziam-se em explicações sobre o seu sistema de cultivo e de agricultura bio-integral. Jordi Gonzaléz ia e vinha, alternando castelhano com inglês, dependendo do público, sempre com um comentário interessante,um detalhe correto, um sorriso a tempo. Que duras são as feiras! Quanto trabalho para dar a conhecer uma adega nova…E ao mesmo tempo, que alegria, quando vês que aquilo porque lutas tem uma boa aceitação. Provei o seu Sanctó Brut Nature e pareceu-me um cava honesto e mais do que decente.

Quando voltem, esperamos os vossos comentários sobre os vinhos provados na Uvinum!