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7 cocktails para celíacos

 TAGS:undefinedNada melhor do que saborear um delicioso cocktail para relaxar e deixar de lado as preocupações por um momento, incluindo os celíacos, que não têm porque privar-se deste prazer.

Hoje deixamos-lhe 7 receitas de cocktails sem glúten que pode elaborar em casa.

1. Canaletto

Ingredientes:

  • Cava ou champanhe
  • 100gr de framboesas
  • 2 colheradas de açúcar
  • Sumo de um limão

Preparação:

1. Macera as framboesas com açúcar e sumo de limão.
2. Deitar a mistura numa garrafa e misturar com o cava bem frio.
3. Servir em copos gelados e saborear.

2. Sangria

Ingredientes:

  • 2 maçãs
  • 1 pêssego
  • 1 laranja
  • 100 mililitros de conhaque
  • 100 mililitros de cointreau
  • 4 colheradas de açúcar
  • 500 mililitros de vinho tinto

Preparação:

1. Cortar a fruta em pequenos quadrados.
2. Macerar tudo com uma mistura de conhaque, cointreau e açúcar, durante 3 horas.
3. Misturar o vinho tinto antes de servir.

3. Cocktail com vinho

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vinho
  • 30 mililitros de licor de sabugueiro St. Germain
  • 1 fio de bitter
  • Água mineral com gás
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o vinho, o licor e o bitter num copo com gelo.
2. Completar com a água com gás e misturar antes de servir.

4. Cocktail com champanhe

Ingredientes:

  • 1 colherada de licor de cássis
  • 150 mililitros de champanhe ou cava

Preparação:

1. Servir o licor de cássis e completar com champanhe ou cava.

5. Cocktail com cerveja

Ingredientes:

  • 250 mililitros de cerveja sem glúten
  • 250 mililitros de limonada

Preparação:

1. Servir a cerveja e completar com limonada.

6. Cocktail com vodka

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vodka
  • Sumo de um limão
  • 1 colherzinha de açúcar

Preparação:

1. Deitar a vodka, o sumo de limão e o açúcar no shaker.
2. Servir em copo com gelo e decorar com uma rodela de limão.

7. Cocktail com rum

Ingredientes:

  • 60 mililitros de rum escuro
  • 180 mililitros de ginger ale
  • Um quarto de limão
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o ginger ale num copo com gelo.
2. Completar com rum, espremer o limão e servir.

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Ruinart Blanc de Blancs

 

 

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Agusti Torello Mata Brut Nature Gran Reserva 2010

 

Quais são os alimentos mais afrodisíacos?

 TAGS:undefinedO chocolate, os morangos… são alimentos bem conhecidos por reavivar a paixão. Haverá mais alimentos afrodisíacos? A resposta é sim, há muitas e algumas que certamente nem conhece. Hoje mostramos-lhe algumas:

Amêndoas

Talvez pareça estranho que um fruto seco esteja entre os alimentos que afecte a libido. Mas para além das amêndoas, há mais frutos secos e podemos recordar que na obra, O Conde de Montecristo, o protagonista jantava sopa de amêndoas sempre que tinha um encontro amoroso.

Ostras

Entre os diversos moluscos com capacidade afrodisíaca (e existem vários), podemos dizer que as ostras ganham a medalha de ouro. Têm muitas propriedades benéficas para o organismo, como o zinco, que eleva a produção de esperma e de testosterona. Uma noite de prazer fica garantida.

Mel e canela

Para temperar diversos alimentos, o melhor é que seja com mel e canela, uma junção totalmente afrodisíaca e com muitos benefícios para a mente e para o corpo.

Cebola

O seu sabor é potencia a pulsão sexual, porém muitas pessoas não acham o “hálito de cebola” muito adequado para uma noite que promete. De qualquer forma, é recomendável em caso de impotência.

Vinho e cava

As bebidas são imprescindíveis para acompanhar um jantar romântico. Nada melhor que o vinho, ou as borbulhas do cava ou do champanhe para obter uma noite de sexo, principalmente o vinho tinto que proporciona uma série de vantagens ao organismo e aumenta a nossa qualidade de vida sexual.

Abacate

Utilizado por várias civilizações para potenciar o sexo, a árvore deste fruto significa “árvore dos testículos”. O abacate é rico em ácido fólico, vitamina B6, potássio, ácidos gordos Ómega-3 e ácido oleico, de modo que já sabemos que melhora o nosso estado de modo geral.

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Pack Fantasías Nómadas (Fantasias Nômadas) 2010

 

No mar há sereias e vinho…

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Há nos Oceanos um mundo por explorar e para além das espécies marinhas, parece que de vez em quando também se encontram garrafas de vinho. Sim, porque as experiências do enoturismo andam sempre à frente no sentido de conseguir novidades para os consumidores.

Foi exactamente o que aconteceu no Aquário de San Sebastián, no País Basco. Juntamente com a adega submarina Crusoe Treasure, criaram uma actividade especial para apresentar o processo de elaboração do vinho de uma forma diferente.

Na visita guiada do Aquário, podemos assistir à elaboração do vinho e prová-lo, numa experiência com a duração de 2 horas em que os visitantes se submergem nas águas do Mar Cantábrico.

A adega Crusoe Treasure localiza-se num recife artificial das águas biscainhas de Plentzia e graças ao meio que os rodeia podem realizar testes com o vinho. O objectivo é aumentar a sua qualidade, pois chegou-se à conclusão de que o mar aporta juventude ao vinho.

O seu processo de elaboração é pioneiro, respeita o Meio Ambiente e, no recife onde se localiza a adega, instalou-se uma equipa de investigação da Universidade do País Basco que se dedica a estudar as espécies aí existentes.

Esta experiência é algo tão diferente que San Sebastián está a ganhar um êxito incrível, também fomentado pelo enoturismo que alcança uma nova dimensão. Em Girona, Tossa de Mar, também desenvolvem actividades semelhantes. Uma adega local esconde cofres de madeira que contêm garrafas de cava. Ao visitante é explicado o processo e as características do envelhecimento do vinho sob as águas do mar e depois passam pelo “batismo de mergulho” no Mediterrâneo.

Pela nossa parte, oferecemos-te algumas recomendações sem que tenhas de navegar grandes distâncias…apenas alguns clicks ; )

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Botani 2014: um vinhos branco da D.O. Sierras de Málaga vinificado com muscat of alexandria e moscatel de 2014.

 

 

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Nisia 2014: um vinhos branco da D.O. Rueda está elaborado com verdejo de 2014 e 14,5º de álcool.

O champanhe deixa de ser um segredo para ti

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Quando bebemos cava ou champanhe, reparámos na informação que aparece na etiqueta, assim como nas borbulhas que vemos nas garrafas. Alguns dos termos podem ser desconhecidos, porém, graças aos dados que aqui hoje publicamos, o champanhe já não será um segredo para ti.

O sabor doce do champanhe

Existe uma série de palavras que habitualmente são utilizadas para descrever o nível de açúcar e as borbulhas do champanhe. Quase todos têm origem francesa. Por exemplo, Brut, significa que é seco, enquanto que “sec”, em francês pode indicar que o champanhe é acentuadamente doce e “doux”, muito doce.

As classificações

Habitualmente, as classificações estão relacionadas com o conteúdo de açúcar do champanhe, que algumas normativas estabeleceram do seguinte modo:
0-3g – Brut Nature ou Brut Zéro; 0-6g – Extra Brut; 0-12g – Brut.

Na classificação Sec: 12-17g – Extra Seco; 17-32g – Sec ou Seco; 32-50g – Demi-Sec ou Meio-Seco. Quando se refere a Doux, mais de 50g – doce.

As borbulhas e os seus nomes

Também é importante saber que cada país possui o seu próprio modo de descrever o vinho espumante, o champanhe e o cava. Em Itália, por exemplo, os vinhos espumantes pertencem a duas categorias: ligeiramente espumante, a que chamam frizzante e espumante total, chamado spumante.

Na Alemanha, os vinhos espumantes chamam-se Sekt, aos vinhos mais baratos chamam-lhe Schaumwein e aqueles que são ligeiramente espumantes são chamados Perlwein.
Em Espanha o vinho espumante recebe o nome de Cava e possui uma normativa específica.

Em França, o nome Champagne é apenas aplicado ao vinho proveniente da região com o mesmo nome. O Crémant é realizado com um método específico; o Champenoise. E o termo Mousseux é utilizado para designar os vinhos de agulha.

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial: Espumante com Denominação de Origem de Champagne, castas Pinot noir e Pinot meunier. 12,5º de graduação alcoólica. 

 

 

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Gramona Allegro Reserva Brut: inho espumante com Denominação de Origem Cava. Elaborado com as melhores uvas de Parellada e Xarel·lo. 12.00º de graduação alcoólica. 

 

8 motivos para beber uma taça de espumante

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Seja nas celebrações mais populares como em momentos pontuais, os espumantes estão sempre presentes quando há motivo para brindar. As suas borbulhas e o sabor inconfundível, entre muitas outras características, são algumas das razões para saborear uma taça de espumante. Hoje, apresentamos 8 motivos para que a bebas. Brindamos?

1. Motivo de celebração. Cada vez que brindamos com espumante existe um motivo para celebrar. É habitualmente a bebida por excelência, tanto nos encontros familiares como nos momentos mais íntimos e mesmo em algumas reuniões de trabalho.
2. Benefícios para a saúde. Sempre que bebidos com moderação, o cava, o champanhe e o vinho espumante *oferecem uma série de benefícios para a saúde* já que fazem parte da dieta mediterrânica. Um copo de espumante faz bem ao coração e previne diferentes doenças.
3. Fonte de juventude e beleza. Uma das razões para beber uma taça de espumante é o facto de conter antioxidantes, que geralmente melhoram o estado da nossa pele, deixando-a macia, o espumante hidrata a pele e gera ácido hialurónico.
4. Perfeito para harmonizar. O espumante pode acompanhar toda a refeição e não apenas as sobremesas como manda a tradição. Resultado da combinação de uvas de qualidade cuidadosamente escolhidas para a sua elaboração, *harmoniza perfeitamente com diferentes tipos de alimento*.
5. Sabores doces. Aqueles que não estão habituados a beber vinho, encontrarão no *espumante um sabor doce*, frutado e suave que facilmente se pode converter no substituto do vinho tradicional.
6. Diversas variedades. Tal como acontece com os vinhos tradicionais, *os espumantes também apresentam uma grande variedade de categorias* ? Brut, Reserva, Meio-seco… podem ser escolhidos segundo gostos, preferências e refeições.
7. Denominações de Origem. Procedem de lugares de renome, com qualidade e Denominação de Origem, o que nos oferece a garantia da sua elaboração, sempre classificado segundo a zona de produção.
8. Elegância e romantismo. Uma taça de espumante é sinónimo de festa, mas também de *elegância, momentos íntimos e românticos*, já que a sua história passa por um elevado preço no passado, aliado a um estilo de vida luxuoso e boémio.

Se o espumante não for uma das tuas bebidas preferidas, talvez a partir de agora o vejas de outro modo, portanto, não percas as nossas recomendações!

 

 TAGS:Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010

Juvé y Camps Reserva de la Familia 2010 é um cava fresco e de sabor longo, com uma espuma muito cremosa. Um clássico essencial.

 

 

 TAGS:Follador ProseccoFollador Prosecco

Follador Prosecco ? O seu nome peculiar é um apelido familiar, Follador, dedica-se à elaboração destes Proseccos tradicionais de uva Glera há várias gerações. Leve, frutado e equilibrado, tanto como para ser saboreado com um bom aperitivo.

 

 

 TAGS:Aviva PlatinumAviva Platinum

Aviva Platinum é um vinho espumante com Denominação de Origem Vinos sin DO (Espanha) da Adega Torre Oria elaborado com moscatel e 7º de graduação alcoólica.

 

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial, cuvée emblemático. A marca mais vendida em todo o mundo, um champanhe de borbulhas finas, aromático, fresco, intenso e elegante.

 

“Cava de paraje calificado” – Solução ao problema da unidade territorial da DO cava?

 TAGS:undefinedProvavelmente seja um dos maiores problemas da Denominação de Origem Cava: a falta de unidade territorial, que gera em certos mercados, alguma confusão sobre a procedência e qualidade dos vinhos espumantes espanhóis.

Ainda que a exportação de cava apresente uma tendência crescente é necessário não esquecer que a competição é renhida, sobretudo com os espumantes italianos, de grande êxito nos mercados chave como o anglo-saxão.

Foi neste contexto que o Conselho Regulador do Cava analisou a criação de uma nova Denominação a que chamou ?Cava de Paraje Calificado? e que pretende salientar as credenciais de qualidade do cava espanhol.

Nesta nova Denominação apenas se poderão incluir os cavas produzidos em vinhas únicas, com um requisito adicional que obriga os produtores a elaborar os seus próprios vinhos base e sob rigorosos controles de qualidade impostos pelo Conselho.

Pere Bonet, o presidente do Conselho declarou recentemente:

?Com esta nova classificação adoptamos a ?filosofia do château?, que oferece aos produtores a oportunidade de ver reconhecidos os vinhos que produzem em lugares específicos das suas vinhas. Verificámos um grande interesse por parte dos produtores nesta iniciativa e, ainda que seja cedo para saber quantas adegas serão participantes, podemos antecipar que a quantidade será significativa?.

Apesar de ainda não estarem definidas as restrições definitivas ao acesso da Denominação ?Cava de Paraje Calificado?, tudo parece apontar a que serão superiores às aplicadas em ?Cava Gran Reserva?. O objectivo deste movimento é o de fazer chegar a grande diversidade de produtores de espumante aos consumidores de todo o mundo, para além de promover uma imagem bastante melhorada do cava em todos os seus potenciais mercados.

Ainda em relação a esta estratégia do grémio de produtores, Bonet também fez uma observação sobre a razão da descida de vendas de cava no Reino Unido verificados nos últimos anos. Segundo ele, o grande responsável foi a cessação de contratos de distribuição com supermercados que praticavam preços baixos, prejudicando a imagem de qualidade que se pretende transmitir. Agora, a prioridade dos objectivos para modificar a percepção do público é apresentar o cava em restaurantes de alta qualidade e lojas especializadas das Ilhas Britânicas.

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Recaredo Brut Nature 2008

 

 

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Capdevila Pujol Brut Nature

Os melhores vinhos, as melhores experiências

 TAGS:Por vezes surge a inevitável pergunta, de quais são os melhores vinhos. Segundo um guia, um critico, ou nós próprios, são marcados os critérios, estilos e gostos…

Eu costumo dizer que os melhores vinhos são aqueles que acompanham as melhores experiências. Porque o vinho é uma bebida social, que se desfruta em companhia e pode servir de banda sonora de momentos únicos. E não sou o único. Na Uvinum todos o partilhamos, desde Nico Bour à Eva Suárez.

Por isso, o único requisito para que um vinho seja o melhor, é o de ser saboreado acompanhado de uma boa experiência. E como estamos a falar de experiências, vou-vos contar algumas das últimas que vivi.

Em 2010 celebrou-se em Barcelona a “Mostra de Vins i Caves de Catalunya”, onde, sobretudo as adegas do Penedés, apresentavam os seus vinhos e cavas e onde também se podia degustar.

Tive a sorte de conhecer duas adegas especiais. A primeira chama-se Capitá Vidal. É uma adega familiar, onde o pai se encarrega do terroir e a filha é a enóloga. Não estavam preocupados com as vendas, ou em conseguir clientes, mas sim que as pessoas provassem os seus cavas e os saboreassem. Uma curta conversa com eles, a saborear um copo do seu cava Fuchs de Vidal Unic, uma amabilidade do dono, fez-me amar esta adega.

A segunda chama-se Bodegas Sanctó e os dois sócios do projeto desfaziam-se em explicações sobre o seu sistema de cultivo e de agricultura bio-integral. Jordi Gonzaléz ia e vinha, alternando castelhano com inglês, dependendo do público, sempre com um comentário interessante,um detalhe correto, um sorriso a tempo. Que duras são as feiras! Quanto trabalho para dar a conhecer uma adega nova…E ao mesmo tempo, que alegria, quando vês que aquilo porque lutas tem uma boa aceitação. Provei o seu Sanctó Brut Nature e pareceu-me um cava honesto e mais do que decente.

Quando voltem, esperamos os vossos comentários sobre os vinhos provados na Uvinum!