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Aperitivos de Natal: 5 cocktails com champagne

 TAGS:undefinedNeste Natal o champanhe não deve servir apenas para brindes, também pode elaborar cocktails deliciosos para saborear ao longo das festas deste ano.

1. Cocktail Natal

Extremamente fácil de preparar e de sabor bastante doce. Pode ser acompanhado de fruta para decorar, como por exemplo numa pequena espetada.

Ingredientes:

  • ¼ de copo de champagne
  • Groselha
  • Espetada de fruta

Elaboração:

1. O champagne e o xarope de groselha devem estar bem frios, se desejar pode substituir o último por um granizado de fruta natural.
2. Deitar primeiro a groselha, cerca de 2 dedos, preencher o copo com champagne e colocar a espetada de fruta.
3. Misturar e servir.

2. Cocktail de champagne com gengibre

É um cocktail de sabor particular e deve ser elaborado com um bom champanhe, de modo a obter a sua melhor versão. Recorde-o para o caso de lhe apetecer servir algo pouco convencional.

Ingredientes:

  • 3 tiras de gengibre
  • Cubos de gelo
  • 2 colheradas de vodka
  • 120ml de champagne

Elaboração:

1. Coloca as tiras de gengibre num shaker e esmagar ligeiramente para que liberte o sabor.
2. Juntar os cubos de gelo e a vodka. Agitar e coar para uma taça de champanhe.
3. Encher o resto da taça de champagne e servir.

3. Black Velvet

A mescla de cerveja preta e champanhe oferecem ao paladar uma verdadeira explosão de sabores. Uma vez que se prova, é difícil não se converter na opção preferida deste Natal.

Ingredientes:

  • champagne
  • Cerveja preta

Elaboração:

1. Encher meio copo tipo Collins com cerveja preta e preencher lentamente com champagne.
2. Mexer suavemente com uma vareta.

4. Barbotage

Pode ser elaborado com champagne brut ou qualquer outro champanhe de boa qualidade que não estrague o sabor da mistura.

Ingredientes:

  • Conhaque
  • Grand Marnier
  • champagne brut

Elaboração:

1. Deitar o conhaque e o Grand Marnier numa taça de champanhe e preencher com champagne. Servir.

5. Mad Men

Este cocktail é praticamente um granizado de champagne, apenas mais atraente e fresco. Na parte inferior coloca-se o gelo, para depois servir o champagne até ao bordo.

Ingredientes:

  • Gelo picado
  • champagne

Elaboração:

1. Agitar bem o champagne com o gelo picado num shaker bem frio.
2. Coar a mistura num copo Collins e terminar de preencher com um pouco mais de champanhe.

Para que os seus cocktails sejam perfeitos, aqui ficam as nossas recomendações de champagne. Feliz Natal!

 

 

3 cocktails de cava que não é possível ignorar

 TAGS:undefinedQuando se fala de cocktails normalmente pensamos nas bebidas tradicionais como o rum e a vodka, no entanto há uma tendência crescente para o uso de cava ou vinho espumante na elaboração de cocktails. Com a chegada do Verão, estas bebidas são bastante apetecíveis e ainda mais gratificantes em boa companhia. Hoje deixamos-lhe 3 cocktails de cava que pode preparar facilmente e partilhar com os amigos ou a família.

Cocktail de cava e morango

Ingredientes (para 4 copos):

  • 4 shots de licor de laranja
  • 4 colherzinhas de mel
  • 4 morangos frescos, sem parte verde
  • 1 garrafa de cava bem fria

Preparação:

  1. Numa batedora misturar todos os ingredientes menos o cava. Bater até obter um líquido suave e homogéneo.
  2. Servir o líquido até ao meio do copo bem frio.
  3. Encher o copo com cava ou espumante bem frio.

Cocktail água de Valência

Ingredientes:

  • 40ml de cava meio-seco
  • 80ml de sumo de laranja (de preferência natural e acabado de espremer)
  • 15ml de vodka
  • 2 colherzinhas de açúcar

Preparação:

  1. Misturar completamente os 4 ingredientes.
  2. É bom referir que esta bebida e bastante forte! A vodka é uma das bebidas brancas com maior graduação alcoólica, ao misturá-la com cava ou álcool esconde a sua presença ao paladar. Atenção às quantidades!

Cocktail de maçã espumante

Ingredientes:

  • 1 medida de sumo de maçã
  • 1/2 medida de conhaque
  • 1/2 medida de xarope de açúcar
  • 4-5 pedaços de maçã
  • 3 medidas de cava ou champanhe
  • Gelo a gosto

Preparação:

  1. Num shaker, misturar todos os ingredientes, menos o cava, até obter um creme homogéneo.
  2. Servir a mistura em copo frio e juntar o cava ou o champanhe.
  3. Também pode preparar uma versão sem álcool deste cocktail: substituir o conhaque por sumo de pêra, e o champanhe por sidra sem álcool.

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Juvé y Camps Brut Rosé

 

Cocktails com espumantes: cada vez melhores

 TAGS:undefinedSempre será um prazer tomar um bom cocktail durante um entardecer, de preferência num terraço junto ao mar e entre o pôr-do-sol e uma merecida companhia.

É muito habitual associar imediatamente a palavra cocktail ao whisky, rum, vodka ou gin, e sumo de fruta. Mas a verdade é que tudo se modifica, em Espanha, por exemplo, cresceram os cocktails de cava com vinhos espumantes, e segundo um inquérito efectuado pelo Grupo Codorníu Raventós, esta é uma “moda” que percorre os consumidores dos 18 aos 65 anos.

O Grupo Codorníu diz que: os espanhóis preferem saborear os seus cocktails durante o Verão e a preferência vai para o rum e o whisky, ainda que o cava já tenha subido para o terceiro lugar, ultrapassando os cocktails feitos com gin e tequila. Actualmente, 56% dos consumidores prefere um cocktail “clássico”, e 44% prefere provar bebidas novas, como aquelas que são feitas com cava; um valor estatístico que parece estar a ganhar terreno.

A combinação preferida dos inquiridos inclui cava e sumos de frutas, ainda que outros cocktails, mais exóticos, levem especiarias ou mel e sejam igualmente uma preferência ascendente.

Hoje em dia, qualquer cocktail pode ser preparado em casa, devido à enorme facilidade para encontrar os utensílios e complementos necessário para que sejam “quase profissionais”. No entanto, muitos ainda preferem sair e beber um copo com os amigos, seja em bares pequenos, especializados ou com um espaço chill out.

O mais importante, é saborear um bom cocktail de cava e em boa companhia : )

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Rinho espumante das adegas Raimat com Denominação de Origem Cava. Castas: Xarel·lo, Parellada, Macabeo e Chardonnay de 2009.12º de graduação alcoólica.

 

 

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Raimat Chardonnay Brut: vinho espumante das adegas Raimat com Denominação de Origem Cava e uma selecção de uvas Pinot noir e Chardonnay. 12º de graduação alcoólica. 

 

7 cocktails para celíacos

 TAGS:undefinedNada melhor do que saborear um delicioso cocktail para relaxar e deixar de lado as preocupações por um momento, incluindo os celíacos, que não têm porque privar-se deste prazer.

Hoje deixamos-lhe 7 receitas de cocktails sem glúten que pode elaborar em casa.

1. Canaletto

Ingredientes:

  • Cava ou champanhe
  • 100gr de framboesas
  • 2 colheradas de açúcar
  • Sumo de um limão

Preparação:

1. Macera as framboesas com açúcar e sumo de limão.
2. Deitar a mistura numa garrafa e misturar com o cava bem frio.
3. Servir em copos gelados e saborear.

2. Sangria

Ingredientes:

  • 2 maçãs
  • 1 pêssego
  • 1 laranja
  • 100 mililitros de conhaque
  • 100 mililitros de cointreau
  • 4 colheradas de açúcar
  • 500 mililitros de vinho tinto

Preparação:

1. Cortar a fruta em pequenos quadrados.
2. Macerar tudo com uma mistura de conhaque, cointreau e açúcar, durante 3 horas.
3. Misturar o vinho tinto antes de servir.

3. Cocktail com vinho

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vinho
  • 30 mililitros de licor de sabugueiro St. Germain
  • 1 fio de bitter
  • Água mineral com gás
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o vinho, o licor e o bitter num copo com gelo.
2. Completar com a água com gás e misturar antes de servir.

4. Cocktail com champanhe

Ingredientes:

  • 1 colherada de licor de cássis
  • 150 mililitros de champanhe ou cava

Preparação:

1. Servir o licor de cássis e completar com champanhe ou cava.

5. Cocktail com cerveja

Ingredientes:

  • 250 mililitros de cerveja sem glúten
  • 250 mililitros de limonada

Preparação:

1. Servir a cerveja e completar com limonada.

6. Cocktail com vodka

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vodka
  • Sumo de um limão
  • 1 colherzinha de açúcar

Preparação:

1. Deitar a vodka, o sumo de limão e o açúcar no shaker.
2. Servir em copo com gelo e decorar com uma rodela de limão.

7. Cocktail com rum

Ingredientes:

  • 60 mililitros de rum escuro
  • 180 mililitros de ginger ale
  • Um quarto de limão
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o ginger ale num copo com gelo.
2. Completar com rum, espremer o limão e servir.

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Ruinart Blanc de Blancs

 

 

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Agusti Torello Mata Brut Nature Gran Reserva 2010

 

Quais são os alimentos mais afrodisíacos?

 TAGS:undefinedO chocolate, os morangos… são alimentos bem conhecidos por reavivar a paixão. Haverá mais alimentos afrodisíacos? A resposta é sim, há muitas e algumas que certamente nem conhece. Hoje mostramos-lhe algumas:

Amêndoas

Talvez pareça estranho que um fruto seco esteja entre os alimentos que afecte a libido. Mas para além das amêndoas, há mais frutos secos e podemos recordar que na obra, O Conde de Montecristo, o protagonista jantava sopa de amêndoas sempre que tinha um encontro amoroso.

Ostras

Entre os diversos moluscos com capacidade afrodisíaca (e existem vários), podemos dizer que as ostras ganham a medalha de ouro. Têm muitas propriedades benéficas para o organismo, como o zinco, que eleva a produção de esperma e de testosterona. Uma noite de prazer fica garantida.

Mel e canela

Para temperar diversos alimentos, o melhor é que seja com mel e canela, uma junção totalmente afrodisíaca e com muitos benefícios para a mente e para o corpo.

Cebola

O seu sabor é potencia a pulsão sexual, porém muitas pessoas não acham o “hálito de cebola” muito adequado para uma noite que promete. De qualquer forma, é recomendável em caso de impotência.

Vinho e cava

As bebidas são imprescindíveis para acompanhar um jantar romântico. Nada melhor que o vinho, ou as borbulhas do cava ou do champanhe para obter uma noite de sexo, principalmente o vinho tinto que proporciona uma série de vantagens ao organismo e aumenta a nossa qualidade de vida sexual.

Abacate

Utilizado por várias civilizações para potenciar o sexo, a árvore deste fruto significa “árvore dos testículos”. O abacate é rico em ácido fólico, vitamina B6, potássio, ácidos gordos Ómega-3 e ácido oleico, de modo que já sabemos que melhora o nosso estado de modo geral.

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Pack Fantasías Nómadas (Fantasias Nômadas) 2010

 

Alguns truques para harmonizar sobremesas

 TAGS:undefinedCombinar vinho e sobremesa é uma das melhores opções para conseguir um bom contraste de sabores. Toma nota dos nossos conselhos e elabora as melhores combinações para servir um final de refeição fantástico aos teus convidados ou fazer a experiência num bom restaurante.

Tartes e pastéis: Vinhos doces como o Sauternes de Nourdeaux, vão bastante bem com sobremesas à base de fruta fresca e nozes, do mesmo modo que o rosé meio-seco e o espumante harmonizam bem com sobremesas com cremes.

Sobremesas de chocolate: Muitas sobremesas com chocolate podem ser acompanhadas por vinho branco doce, licores ou vinho doce natural. O *Porto* é a opção por excelência para evitar qualquer tipo de risco de má combinação.

Licores e aguardentes: São bastante utilizados na preparação de bolos e biscoitos ou em caldas e por vezes gelados. Como por exemplo: A aguardente Poire Williams com pêra; Marasquino com cerejas; Grand Marnier com laranja e conhaque e brandy com chocolate. Nestes casos recomendamos que o licor servido seja o mesmo da preparação da sobremesa.

Fruta cristalizada: Tais como: figos, passas, tâmaras e alperces, combinam bastante bem com Porto, moscatel velho ou vinhos do tipo Pedro Ximénez.

Frutos secos: Castanhas, nozes, amêndoas, avelãs, pinhões e amendoins harmonizam com vinhos generosos de sabor marcado e persistente.

Fruta vermelha e preta: cereja, framboesa, morango e abrunho vão bem com tintos novos, de cor arroxeada. 

Cítricos: Com vinhos doces de notas cítricas intensas, como o moscatel velho.

É bom lembrar que: ao harmonizar é importante ter em conta o equilíbrio entre os aromas das frutas e os dos vinhos, assim como a cor, que deve ser semelhante.

 TAGS:Pedro Ximenez Reserva de Familia 50clPedro Ximenez Reserva de Familia 50cl

Pedro Ximenez Reserva de Familia 50cl: um vinhos doce com D.O. Málaga das variedades pedro ximénez e possui um grau alcoólico de 17.00º. 

 

 

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Ferreira Dona Antonia Reserva:  um vinhos generoso com D.O. Porto cujo coupage contém tinta çao e port e com 20.00º de teor de álcool. F

 

 

Como alternar vinhos no jantar do fim de ano

 TAGS:undefinedEstá a chegar uma festa muito especial em que a protagonista é a gastronomia e o vinho é o eixo das reuniões de família e dos amigos. Já podes começar a escolher os teus vinhos para o Natal. Se pretendes que este jantar seja fantástico, escolhe qualidade e variedade, certamente terás recompensa.

Peixe, carne, sobremesas… no Natal comemos em demasia e de modo variado, é por essa razão que devemos alternar os vinhos, especialmente no jantar do fim de ano, que, habitualmente, se alarga.

Do branco ao tinto. É o modo tradicional de os alternar e como costumam ser organizados em algumas provas. Normalmente, esta estrutura relaciona-se com os pratos que comemos, pois o costume é o de começar com petiscos, sopas e peixe e, como tal, os vinhos brancos são os preferidos.

Acém, peru ou leitão, costumam servir-se como segundo prato o que abre as possibilidades à entrada de um tinto encorpado e redondo que intensifique os sabores. Muitas vezes, serve-se um branco e dois ou três vinhos tintos.

Do seco ao doce. Tudo depende da ementa mas o jantar também pode começar com vinhos brancos ou tintos e depois passar aos vinhos doces, como o moscatel, para as sobremesas. A combinação dos vinhos secos com o primeiro e segundo prato será muito melhor se for harmonizada adequadamente. Os vinhos mais suaves e doces (que as uvas brancas enaltecem) combinam perfeitamente com o leite-creme, o arroz-doce e as rabanadas e deste modo a digestão é facilitada.

Por protocolo. O primeiro vinho costuma ser aberto e provado pelo anfitrião, ainda que este possa dar a honra a um dos seus convidados. Uma vez aberta, a garrafa pode ser deixada na mesa ou numa mesa auxiliar para ir servindo à medida que os copos se esvaziam. Os primeiros copos servem-se meados e depois então, que cada se sirva a seu gosto. O protocolo diz que os vinhos brancos e os rosés devem ser servidos em primeiro lugar e a 10ºc de temperatura, 20ºc para os tintos. Xerez, vinhos doces, champanhe ou cava, 8ºc aproximadamente.

Já tens vinho para o jantar do fim de ano? Nós recomendamos:

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Quinta do Noval Late Bottled Vintage 2006: Vinho doce perfeito para sobremesas

 

 

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Miros de Ribera Reserva 2007: Harmoniza com carnes, molhos densos e assados.

 

No mar há sereias e vinho…

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Há nos Oceanos um mundo por explorar e para além das espécies marinhas, parece que de vez em quando também se encontram garrafas de vinho. Sim, porque as experiências do enoturismo andam sempre à frente no sentido de conseguir novidades para os consumidores.

Foi exactamente o que aconteceu no Aquário de San Sebastián, no País Basco. Juntamente com a adega submarina Crusoe Treasure, criaram uma actividade especial para apresentar o processo de elaboração do vinho de uma forma diferente.

Na visita guiada do Aquário, podemos assistir à elaboração do vinho e prová-lo, numa experiência com a duração de 2 horas em que os visitantes se submergem nas águas do Mar Cantábrico.

A adega Crusoe Treasure localiza-se num recife artificial das águas biscainhas de Plentzia e graças ao meio que os rodeia podem realizar testes com o vinho. O objectivo é aumentar a sua qualidade, pois chegou-se à conclusão de que o mar aporta juventude ao vinho.

O seu processo de elaboração é pioneiro, respeita o Meio Ambiente e, no recife onde se localiza a adega, instalou-se uma equipa de investigação da Universidade do País Basco que se dedica a estudar as espécies aí existentes.

Esta experiência é algo tão diferente que San Sebastián está a ganhar um êxito incrível, também fomentado pelo enoturismo que alcança uma nova dimensão. Em Girona, Tossa de Mar, também desenvolvem actividades semelhantes. Uma adega local esconde cofres de madeira que contêm garrafas de cava. Ao visitante é explicado o processo e as características do envelhecimento do vinho sob as águas do mar e depois passam pelo “batismo de mergulho” no Mediterrâneo.

Pela nossa parte, oferecemos-te algumas recomendações sem que tenhas de navegar grandes distâncias…apenas alguns clicks ; )

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Botani 2014: um vinhos branco da D.O. Sierras de Málaga vinificado com muscat of alexandria e moscatel de 2014.

 

 

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Nisia 2014: um vinhos branco da D.O. Rueda está elaborado com verdejo de 2014 e 14,5º de álcool.

O champanhe deixa de ser um segredo para ti

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Quando bebemos cava ou champanhe, reparámos na informação que aparece na etiqueta, assim como nas borbulhas que vemos nas garrafas. Alguns dos termos podem ser desconhecidos, porém, graças aos dados que aqui hoje publicamos, o champanhe já não será um segredo para ti.

O sabor doce do champanhe

Existe uma série de palavras que habitualmente são utilizadas para descrever o nível de açúcar e as borbulhas do champanhe. Quase todos têm origem francesa. Por exemplo, Brut, significa que é seco, enquanto que “sec”, em francês pode indicar que o champanhe é acentuadamente doce e “doux”, muito doce.

As classificações

Habitualmente, as classificações estão relacionadas com o conteúdo de açúcar do champanhe, que algumas normativas estabeleceram do seguinte modo:
0-3g – Brut Nature ou Brut Zéro; 0-6g – Extra Brut; 0-12g – Brut.

Na classificação Sec: 12-17g – Extra Seco; 17-32g – Sec ou Seco; 32-50g – Demi-Sec ou Meio-Seco. Quando se refere a Doux, mais de 50g – doce.

As borbulhas e os seus nomes

Também é importante saber que cada país possui o seu próprio modo de descrever o vinho espumante, o champanhe e o cava. Em Itália, por exemplo, os vinhos espumantes pertencem a duas categorias: ligeiramente espumante, a que chamam frizzante e espumante total, chamado spumante.

Na Alemanha, os vinhos espumantes chamam-se Sekt, aos vinhos mais baratos chamam-lhe Schaumwein e aqueles que são ligeiramente espumantes são chamados Perlwein.
Em Espanha o vinho espumante recebe o nome de Cava e possui uma normativa específica.

Em França, o nome Champagne é apenas aplicado ao vinho proveniente da região com o mesmo nome. O Crémant é realizado com um método específico; o Champenoise. E o termo Mousseux é utilizado para designar os vinhos de agulha.

 

 TAGS:Moët & Chandon Brut ImpérialMoët & Chandon Brut Impérial

Moët & Chandon Brut Impérial: Espumante com Denominação de Origem de Champagne, castas Pinot noir e Pinot meunier. 12,5º de graduação alcoólica. 

 

 

 TAGS:Gramona Allegro Reserva BrutGramona Allegro Reserva Brut

Gramona Allegro Reserva Brut: inho espumante com Denominação de Origem Cava. Elaborado com as melhores uvas de Parellada e Xarel·lo. 12.00º de graduação alcoólica. 

 

Terras de Vinho – O Dão e as Beiras

Terras do Dão é sinónimo de Terras de vinho e diz o povo que na Beira Alta até as rosas cheiram a vinho. 

A Região das Beiras atravessa Portugal de lado a lado, do Oceano Atlântico até à fronteira com Espanha. Toca o Minho e o Douro a Norte e o Alto Alentejo e o Ribatejo a Sul.
As três sub-regiões produtoras de vinhos que o compõem: Beira Alta, Beira Litoral e Terras de Sicó, albergam cinco denominações de origem, onde as castas tintas dominantes são a Tinta Roriz, Bastardo, Rufete e Touriga Nacional.
Nas castas brancas, a Fernão Pires (ou Maria Gomes) Síria, Malvasia Fina (ou Boal), Rabo-de-Ovelha, Bical (ou Borrado das Moscas) Encruzado e Arinto, entre outras.

Mais recentemente, em 2011, apareceu a designação de “Terras da Beira”, que abarca as três regiões demarcadas; Dão, Bairrada e Beira Interior.

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Os vinhedos encontram-se rodeados e abrigados dos ventos por grandes serras e os solos, de pouca profundidade, acolhem milhões de cepas plantadas, que originam os Vinhos do Dão: brancos frutados e tintos encorpados, redondos e de paladar aveludado.

Nas 3 grandes zonas que compõem a Rota do Dão, com Denominação de Origem Controlada (DOC), são muitas as quintas seculares, adegas cooperativas e sociedades agrícolas que se dedicam à produção vinícola e a provas de vinhos organizadas.
Entre eles destacam-se a Quinta do Cabriz no Carregal do Sal, um dos maiores produtores de vinho do país. Com vários anos de prémios às costas, os seus brancos, tintos e espumantes (rosé de Touriga nacional) oferecem uma boa relação qualidade-preço, excepção à regra é o seu vinho topo de gama, o Cabriz Four C – que, tal como o nome indica é elaborado com 4 castas portuguesas: Baga, Tinto-cão, Touriga nacional e Trincadeira e este não é um vinho de baixo preço, mas sim de enorme qualidade.
A Casa de Santar, um solar do séc. XVII situado nas encostas do Rio Dão, tem uma tradição de 300 anos a produzir vinhos de grande prestígio. Destacamos o seu Condessa de Santar Dão, um espumante extra bruto elaborado com as castas Encruzado e Bical.

Na lista de produtores vinícolas não faltam também os vinhos biológicos, como por exemplo a Casa Mouraz em Tondela,que se dedica aos tintos, brancos e rosés de produção biológica

O número de castas cultivadas na região é elevado. Além da Touriga nacional, a casta tinta portuguesa por excelência, as castas tintas recomendadas são: Tinta Roriz (conhecida no Alentejo como Aragonez), Jaen, Rufete, Alfrocheiro, Alvarelhão (rosé), Bastardo, Tinto-cão e Trincadeira.
Nas castas brancas encontram-se: Bical (Borrado das Moscas), Encruzado, Cerceal-branco, Malvasia-fina, Barcelo, Rabo-de-ovelha, Terrantez, Uva-cão e Verdelho. Sem contar com mais 15 castas tintas e 16 brancas autorizadas.

 TAGS:undefinedOs Vinhos brancos das Beiras são frescos e frutados e os vinhos tintos, encorpados, de cor intensa e com grande potencial de envelhecimento. Na sub-região de Távora-Varosa são produzidos alguns dos espumantes portugueses mais famosos.
Porém, desde 2003/2004 que se produz um outro tipo de vinho (ou outro conceito de vinho) nas Beiras: o vinho Kosher. O “Terras de Belmonte” é um vinho elaborado segundo as normas judaicas na Adega Cooperativa da Covilhã. A localização não é uma casualidade, já que Belmonte abrigou uma importante comunidade judaica no passado.
Para quem não saiba, a diferença deste vinho com os outros reside no processo de produção, que apenas pode ser realizado por indivíduos judeus e nas próprias leveduras e produtos adicionais, que não são de origem animal.
É ainda um vinho produzido com castas tradicionais portuguesas e de vinhas velhas. As castas mais utilizadas nesta produção são a Rufete, Tinta Roriz, Mourisco, Touriga Nacional e Jaen.

A nossa sugestão beiroa de compra online, vai para o Filipa Pato 3B. A casa não aceita a designação espumante, prefere chamar-lhe Método tradicional, enquanto não lhe é concedida uma designação própria como é o caso do Cava na Catalunha.
O nome é a soma das iniciais das castas com que é produzidoBical (30%) e Baga (70%)- associado à Bairrada de onde procede.
Trata-se de um rosé parcialmente envelhecido em barris de carvalho, muito aromático, com estrutura e acidez equilibrada. A enóloga Filipa Pato criou a sua própria marca ainda que o nome do seu pai, Luis Pato, seja praticamente uma denominação de origem por si só.

Dado que 2011 foi um grande ano para todas as castas no geral, queremos deixar-vos 3 sugestões de compra na Uvinum para além do 3B Filipa Pato (9,61€).

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Dão Álvaro Castro Reserva Encruzado 2011

 

 

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