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Como combinar vinho e carne?

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Sempre acompanhado pela moderação, comer carne e beber vinho é um prazer absoluto.

Carnes vermelhas e vinho tinto são sempre uma óptima união, mas é bom não esquecer que existem mais tipos de carne que podem ser combinados com outros vinhos. Por exemplo, no caso do bife tártaro, para além do tinto, o rosé também é uma boa opção. Embora um bom bife de acém mereça um tinto intenso e encorpado (de Tourigas, e inclusive Malbec e Cabernet sauvignon), também é preciso ter em conta os molhos utilizados.

As carnes de aves e frango são preferíveis com vinhos brancos ou tintos leves. São normalmente carnes bastante versáteis o que implica variedade de vinhos. A carne de pato, por exemplo, casa bem com um Syrah ou Cabernet sauvignon, uvas com sabor um pouco forte. A carne de caça, como a perdiz, faisão, coelho e lebre, gera uma boa combinação com tintos jovens.

Por outro lado, a carne de porco pode ser regada com muitos tipos de vinho; tinto, branco, rosé. Esta é uma carne mais suave e tenra que não precisa de vinhos fortes.
Quanto aos enchidos, se se trata de carne grelhada ou na brasa, quando acompanhada com morcelas e chouriços, é costume escolher vinhos tintos. E o cabrito? O tinto encorpado é o eleito para esta carne mais densa e saborosa.

Se optarmos por carnes assadas, cozinhadas lentamente, então o conselho dirige-se para vinhos mais densos como um Cabernet sauvignon, Syrah e Merlot. Não esquecendo os guisados de ossobuco, cuja combinação é perfeita (mais uma vez) com um Cabernet sauvignon.

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Juromenha Syrah Reserva 2014

 

 

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Quinta de Arcossó Bastardo 2015

10 conselhos para harmonizar o vinho

 TAGS:Muitos nos perguntam sobre como aprender a harmonizar o vinho com a refeição.

Quais melhores as combinaçoes de vinho e alimentos?

Como escolher o vinho para a refeição?

A eleição do que combina mais com o quê é muito pessoal,  mas é verdade que existem algumas indicações que podem ajudar a não errar na maridagem de vinhos e pratos:

1. Vinho jovem e com corpo leve combina bem com pratos leves.

2. Vinhos envelhecidos e potentes são o complemento ideal para pratos de alta voltagem, com carne, como um cordeiro assado, por exemplo.

3. Para peixes: vinhos brancos com um ponto de acidez.

4. Para frutos do mar: vinhos brancos com notas florais marcadas.

5. Pratos de caça: vinhos vigorosos, jovens ou maduros. Para as carnes de javali, cervo, etc, os vinhos tinto. Vinhos branco ou tinto para o faisão, perdiz e aves em geral.

6. Verduras: dependerá se são servidas cruas ou cozidas. No segundo caso, dependerá de como for temperada (a seguir regras 1 e 2).

7. Para os pratos de entrada, vinhos ligeiros que podem ser servidos gelados.

8. Os vinhos também são bem vindos nas sobremesas, e não falamos somente de vinho branco ou vinho doce. Podemos seguir com o tinto se comemos queijo na sobremesa, por exemplo.

9. Os experimentos são permitidos, mas sozinhos. Melhor não obrigar seus convidados a sofrer com a sua criatividade culinária somada à eleição de vinho para acompanhar.

10. Para terminar, a regra de ouro que vale para tudo: o que já está bem harmonizado não se toca e,  se o vinho é bom, ninguém reclamará da combinação.

Para começar a harmonizar como um autêntico sommelier de restaurante com estrelas Michelín, é preciso um bocado a sós com a cozinha, um bom avental, mãos limpas, livro de receitas ao lado… Sobre os vinhos, ajudamos com duas sugestões que garatem o sucesso:

 

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Blandy Madeira Verdelho 5 Years Old, harmoniza com aperitivos, carne, caça ou patês

 

 

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Paco & Lola 2011, perfeito com frutos do mar, peixes e macarrão