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Castanhas: 2 receitas de Outono

 

 

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Um dos frutos mais esperados pelos adeptos da gastronomia está mesmo a chegar. Falamos do Outono e quase se pode sentir o aroma adocicado e persistente das castanhas. Juntamente com outros alimentos da época, como os cogumelos, os pimentos e a romã, e carnes de aves ou caça, as castanhas constituem os pratos de Outono por excelência. Aqui ficam 2 receitas muito saborosas e com sobremesa incluída. Bom apetite!

Coelho com castanhas na telha

Ingredientes:
– 500gr de batatas pequenas
– 500gr de castanhas descascadas
– 2 cebolas
– 1 dente de alho
– 1 coelho cortado em pedaços
– Azeite virgem
– 1 colher de sopa de vinagre
– Coentros
– Sal

Preparação:
– Cozer as batatas, lavadas e com casca, em água com sal. Uma vez cozidas retirar-lhes a pele e reservar.
– Cortar a cebola em rodelas e temperar o coelho com sal. Colocar as cebolas cortadas no fundo da telha, juntar o coelho, as batatas e as castanhas, e deitar o azeite.
– Levar ao forno, previamente aquecido a 190º, durante 30 minutos.
– Entretanto, esmagar o alho descascado e misturar com azeite, coentros, vinagre e sal.
– Quando o coelho estiver assado, retirar do forno e regar com o molho antes elaborado. Servir!

Sugestão para acompanha 

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Azul Portugal Douro Reserva 2014

 

 

Creme de castanhas com chocolate negro

Ingredientes:
– 18 bolachas tipo digestivas
– 40g de margarina
– 500ml de natas para bater
– 250g de queijo cremoso
– 120g de açúcar
– 5 folhas de gelatina
– 50g de lascas de chocolate
– 500g de castanhas descascadas
– 200ml de leite
– Meio copo de Brandy

Para a cobertura:
– 150ml de água
– 150g de açúcar
– 150ml de natas
– 60g de cacau puro
– 5 folhas de gelatina

Preparação:
– Cozer as castanhas com um pouco de sal, depois escorrer, cozer em leite e triturar para fazer um creme. Reservar.
– Hidratar a gelatina em água fria.
– Bater as natas e reservar.
– Misturar bem o leite, o creme de castanhas, o brandy a as folhas de gelatina desfeitas.
– Adicionar as natas em movimentos lentos e logo as lascas de chocolate.
– Deixar repousar numa forma durante a noite.

Para a cobertura de chocolate:
– Hidratar a gelatina em água fria.
– Numa panela misturar as natas, a água, o açúcar. Quando aquecer adicionar a gelatina e mexer bem. Juntar o chocolate e misturar durante 3 minutos.
– Colocar a cobertura de chocolate no creme de castanhas e deixar no frigorífico durante uma noite.
– Desenformar e servir.
* para decorar pode deixar algumas castanhas inteiras cobertas de chocolate.

Sugestão para acompanhar:

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Brandy Peinado Gran Reserva 10 Años

 

 

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Carlos I

Cocktails para combater o frio

 TAGS:undefinedSobre cocktails de Verão, já muito foi dito; refrescantes, aromáticos, com misturas de sabores originais e ligeiramente tropicais… Mas e no Inverno?

É uma época em que necessitamos energia para combater o frio e um aportamento extra de vitaminas para prevenir constipações. Uma boa opção são os cocktails de fruta com martini ou vodka. Ainda que sejam completamente aptos para os dias de Verão, insistimos na Vitamina C para o Inverno;laranja, limão, lima, toranja, kiwi…

Os cocktails com vinho e com cava também ajudam a passar melhor estes meses mais rigorosos e a sidra, uma bebida tradicional de Inverno, também deve ser levada a sério.

Alguns dos cocktails que têm vindo a ganhar importância, são os orientais, que vão ganhando terreno aos cocktails americanos. O saqué substitui o gin e normalmente leva especiarias, um tipo de cocktail bastante forte e aromático.

Entretanto, a febre do Gin Tónico não abranda e parece que continua a ser o sucesso dos bares, (de todos os tipos) mesmo durante o Inverno. Pode ser tomado com morangos, especiarias variadas, simples ou com esse toque gourmet que tanto agrada aos consumidores de hoje em dia.

Os ponches quentes não são um hábito nesta zona do mundo, mas a verdade é que são bastante bons e, graças à imigração dos últimos anos, vão sendo vistos (e bebidos) com mais assiduidade. Levam fruta, têm uma graduação alcoólica normalmente elevada, são doces e ajudam a apaziguar as dores de garganta.

Outros sabores, igualmente utilizados nos cocktails de Inverno são os da vodka ou do bourbon com café, cacau, leite de amêndoas, tequila, canela, etc… Bem quente, isso sim!

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Flor de Caña Gran Reserva 7 Años: um rum originário de Nicarágua com um grau alcoólico de 40º. Os utilizadores de Uvinum dão a Flor de Caña Gran Reserva 7 Años 3,7 pontos de 5.

 

 

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Flor de Caña 12 Años: um rum de Nicarágua com uma teor de álcool de 40º.

 

 

A origem do vinho do Porto

 TAGS:A Grã-Bretanha não trouxe a fama apenas ao chá e ao whisky. Apesar de praticamente não produzir vinho, deu grandes contributos ao desenvolvimento da vitivinicultura mundial: foi quem descobriu o vinho Porto. A história desta bebida portuguesa começa vários séculos antes, porém, foi no séc. XVII que os ingleses o impuseram ao resto do mundo. A Grã-Bretanha estava em guerra com França, o que obrigou a Coroa a decretar o embargo dos produtos provenientes desse país. Foi ao empreender a busca de vinhos de qualidade, para substituir os vinhos gauleses, que os seus súbditos depararam com aquela bebida diferente, de graduação alcoólica superior ao habitual e um sabor seco ou doce, que surpreendia os mais exigentes.

O seu segredo residia em adicionar vários litros de brandy por barril durante a fermentação, de forma a conservar uma parte do açúcar natural da uva.

O interesse que o Porto despertou em Inglaterra, fez com que muitas inversões desse país se estabelecessem na zona que rodeia a portuguesa cidade do Porto, dando um grande impulso à vitivinicultura da região.

Algumas destas caves conservam ainda os apelidos anglófonos dos seus fundadores: ?Croft?, ?Offley?, ?Graham?, ?Sandeman?, ?Dow?, ?Warre?.

 Nos meados do séc. XVIII, o vinho do Porto recebeu o impulso definitivo quando a Coroa portuguesa criou legalmente a atual Real Companhia Velha, a cave de produção mais antiga do Porto. Imediatamente depois, entre 1758 e 1761, delimitou a região de produção de vinho do Porto, que fez nascer a denominação de origem mais antiga do mundo, anterior à dos vinhos franceses. A partir dessa data foram estabelecidos os métodos de elaboração ainda hoje respeitados.

 Os vinhos, elaborados a partir de mais de 12 variedades de uva branca e preta, são fermentados nas caves localizadas no Alto-Douro, em Portugal, perto das vinhas que cobrem os socalcos nas encostas. Uma vez desenvolvida a fermentação, quando as leveduras ainda não consumiram o açúcar totalmente, adicionam-lhe brandy (álcool de vinho) impedindo deste modo que a fermentação prossiga e o sabor doce persista. Uma vez terminado, o Porto é transportado rio abaixo, para envelhecer nas caves de Vila Nova de Gaia, frente à Cidade do Porto e próximo do Oceano Atlântico.