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Sobre a Cabernet sauvignon

 TAGS:undefinedNão há dúvida que a Cabernet sauvignon é uma das castas que mais ouvimos nomear quando se fala de vinhos tintos. Esta uva nasceu na cidade francesa de Bordeaux no séc. XVI e é resultado do cruzamento das castas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. Porém, para além da sua origem, que mais sabemos dela?

1- A Cabernet Sauvignon foi a variedade mais cultivada no mundo até ser ultrapassada pela Merlot em número de plantações durante os anos 90.

2- Desenvolve-se muito bem em diferentes tipos de clima. Expandiu-se ao resto da Europa e a outros continentes; EUA, Chile, Nova Zelândia e Austrália.

3- As adegas de Napa Valley, na Califórnia, pagam mais por estas uvas que por outras variedades da zona. O que é quase irónico, já que esta é das castas mais produzidas sem que por isso o seu preço baixe.

4- É a uva mais plantada no Chile. As brisas frias do Oceano Pacífico e os efeitos climáticos da Cordilheira dos Andes têm como consequência vinhos muito semelhantes aos de Bordeaux. Tanto é assim que algumas adegas francesas chegaram mesmo a investir na região

 5-Os vinhos tintos à base de Cabernet Sauvignon têm muito corpo, estrutura e taninos intensos, por isso são o ideal para acompanhar carnes vermelhas na brasa, coelho, javali, cabrito e guisados variados.

6- Todos apreciam esta uva e a China não é excepção. Recentemente, foi dado a conhecer um relatório que indica serem os chineses os maiores consumidores de vinho tinto no mundo, e a Cabernet sauvignon uma das uvas mais populares no país.

7- Nos Estados Unidos celebra-se o seu dia oficial: cada quinta-feira anterior ao dia do trabalho, o qual é celebrado na primeira segunda-feira de Setembro.

 8- É também conhecida como: Vidure, Petit Vidure e Petit Cabernet.

9- É a variedade de uva com mais críticas na base de dados da Wine Spectator’s, aproximadamente 24.000 notas de prova dedicadas à Cabernet Sauvignon.

 10- A palavra “sauvignon” vem do francês sauvage (silvestre, selvagem), o que leva a pensar que esta uva aparecesse espontaneamente em França.

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Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon 2012

 

 

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Fiuza Cabernet Sauvignon 2014

5 destinos enoturísticos a não perder (I/II)

 TAGS:undefinedO enoturismo é sempre importante para um amante do vinho. Este é o nosso primeiro artigo sobre 10 lugares inesquecíveis.

1. Las Vegas

Em Las Vegas, onde se pode encontrar de tudo, também é possível descobrir alguns recantos onde saborear um bom vinho. Ainda que sem vinhas à vista, pode participar em provas que reúnem surpresas, vinhos novos, luxuosos ou atrevidos. Um dos bares recomendados é o Cosmopolitan Hotel, especializado em vinho italiano de gama alta.

2. Bordeaux

Esta região francesa não é nenhum segredo, pelo contrário é bem conhecida pelos seus vinhos. Para além das vinhas, que formam belas paisagens, em Bordeaux poderá visitar algumas das adegas mais antigas do mundo. Recomendamos a escolha de um dos seus restaurantes com estrelas Michelin, como o de Joël Robuchon, La Grande Maison Hotel ou o do famoso Gordon Ramsay no Grand Hôtel de Burdeos, Le Pressoir d’Argent.

3. Margaret River

A região vinícola de Margaret River localiza-se na ponta oeste da Austrália. Tradicionalmente vinícola, este território não apenas surpreende pela qualidade dos seus vinhos, mas também pelas suas praias de água cristalina. O Rio Margaret já se associa às castas Cabernet sauvignon e Chardonnay, assim como Sauvignon blanc, Malbec e Chenin Blanc.

4. Alto Adige

Fica nos Alpes italianos, entre a Áustria e a Suíça e é considerada a região vitivinícola mais a Norte na Itália. A sua paisagem é, por si só, uma boa razão para a visitar, mas pode somar-lhe também a cozinha de montanha regada por vinhos excepcionais.

5. Paso Robles

Esta zona norte americana, entre San Francisco e Los Angeles, possui uma boa cerveja artesanal e oferece actividades relacionadas com o vinho, belas paisagens onde pode passear ou se preferir algo mais movimentado, andar de caiaque no Lago de Santa Margarita.

 

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Château Lynch-Moussas 2010: Vinho tinto com Denominação de Origem Pauillac, das adegas Château Lynch Moussas. Castas: Merlot e Cabernet sauvignon de 2010. 

 

 

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Château Faugères 2009: Vinho tinto com Denominação de Origem Saint-Émilion Grand Cru, das adegas Château Cap de Faugères. Catas: Merlot e Cabernet sauvignon de 2009. 

 

Pretende investir em vinho? O que se deve ter em conta?

 TAGS:undefinedAs boas vinhas produzem vinho de qualidade, que por sua vez é exportado e importado a muitos países diferentes. Para além do evidente, investir em vinho é, hoje em dia, um bom negócio se for bem feito. É aconselhável rodear-se dos melhores assessores na matéria e algumas outras acções a ter em conta.

Um relatório da BNP Paribas estabeleceu qual é o presente do negócio rural em França e das suas vinhas. A verdade é que se pode fazer um bom negócio se existem meios para investir mas é igualmente importante contar com algumas das tendências actuais, onde se movem os novos consumidores e também os novos investidores.

Este relatório indica que os 12 principais países produtores ainda detêm 84% da produção mundial, ou seja, cerca de 247 milhões de hectolitros. Esta produção aumentou timidamente nos últimos 10 anos, graças aos países produtores de vinho, como a Austrália e a Nova Zelândia, que aumentam a sua produção de vinho, assim como as exportações, anualmente.

Competição?

O estudo também afirma que a competição na Europa não é de uma grande dimensão e que os países produtores de vinho terminam sempre por ser os que mais se destacam a nível de produção e exportação. A competição directa não vem apenas da Austrália, mas também da Argentina e da China, que em poucos anos galgou terreno.

Mantêm-se os países tradicionalmente produtores

Os países que sempre foram produtores de vinho, como França, Itália, Portugal e Espanha são responsáveis por quase 50% da produção mundial de vinho.

França continua firme no seu primeiro lugar a nível de marcas e valor, apesar de já existirem mais países produtores com a mesma importância, 84 das 100 marcas de vinho mais famosas são francesas.

Os principais consumidores 

Ao pretender investir em vinho torna-se necessário estudar os consumidores. Os americanos converteram-se nos maiores consumidores de vinho, o que também é devido ao aumento das exportações de vinho europeu, consequência da crise económica.

 

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Pedra Basta 2010: um vinhos tinto com D.O. Alentejo realizado com trincadeira e cabernet sauvignon de 2010 e com um grau alcoólico de 14º.

 

 

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Pombal do Vesúvio 2011: um vinhos tinto com D.O. Douro da colheita 2011 e 14º de álcool.

 

 

Vinhos australianos

 TAGS:Os vinhos australianos destacam-se pelo seu brilho, frescura e os marcados aromas próprios da uva. Na Península, assistimos de modo crescente ao aparecimento de vinhos da Austrália.

Vamos conhece-los com um bocadinho de História:

A vide chegou à Austrália, pelo Cabo da Boa Esperança, em 1788 e foi plantada no jardim do então governador Phillip, no centro de Sidney. O cultivo estendeu-se rapidamente, afastando-se das zonas litorais, em busca de climas mais secos, chegou primeiro a Hunter Valley, depois ao Sul da Austrália e finalmente a Victória e Tasmânia. Em 1830, o vinho já era produzido de forma comercial.

Ainda assim e até há 15 ou 20 anos atrás, os vinhos australianos eram desconhecidos no resto do mundo. Foi apenas quando se procedeu a o desenvolvimento dos culturas (como o sistema de rego por goteio por exemplo) que a produção apresentou um crescimento que permitiu a procura de novos mercados para a exportação de vinhos.

Desde essa época, os vinhos australianos foram divididos basicamente em duas gamas: os vinhos jovens e frescos, com potência dos frutos e de baixo custo e os vinhos de gama alta, com grande estrutura e capacidade de guarda. É habitual encontrar vinhos brancos de Sémillon e Riesling de 20 anos ou ainda, Cabernet Sauvignon de 30 ou 40 anos.

Porém, a uva mais característica dos vinhos australianos é, sem dúvida, a Shiraz, a nossa Syrah, que, bem desenvolvida, se desdobra numa impressionante quantidade de aromas de fruta, e que, em alguns casos, combinada com a Cabernet Sauvignon cria uns vinhos de reserva extraordinários, enquanto que em solitário oferece vinhos jovens bastante apetitosos.

As zonas de produção mais importantes são:

South Australia: A região mais famosa e onde se encontram alguns dos vinhos mais caros e conhecidos. Aqui se localiza Barossa Valley, uma das Denominações melhores do mundo. Outra Denominação bastante conhecida é a de McLaren Vale.

Victória: Produtora de vinhos com grande diversidade, com uma qualidade aceitável e com boa receção no mercado. Hoje em dia, em zonas como a de Yarra Valley produzem-se vinhos de ?corte moderno? e com grande aceitação.

New South Wales: A zona vitivinícola mais antiga, onde se encontra a clássica Hunter Valley.

Western Australia: A região mais árida e de desenvolvimento mais recente em relação ao vinho.

Se te apetece provar vinhos australianos deixamos aqui três recomendações:

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Wolf Blass Bilyara Chardonnay 2012: Da mais famosa das Denominações, Barossa Valley, chega este coupage de uvas Sémillon e Chardonnay, com aromas tropicais e textura cremosa. Para saborear pouco a pouco.

 

 

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MadFish Shiraz 2005: Ainda de Barossa Valley, um vinho da casta protagonista, a Shiraz MadFish é uma das adegas australianas mais conhecidas em todo o mundo e oferece vinhos de qualidade média/alta e por um preço moderado.

 

 

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Cullen Cabernet Sauvignon Merlot 2000: Margaret River é uma Denominação do Oeste da Austrália, produtora de muito bons vinhos de Cabernet Sauvignon, baseada na sua secura extrema. Este vinho tem uma muito boa capacidade de guarda e aromas de um excelente vinho.

Já provaste vinhos australianos? Quais e qual o teu preferido?