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O vinho melhora as nossas capacidades

Há sempre algo novo para ler sobre o álcool e os seus possíveis benefícios na saúde. A referência central destes textos é praticamente invariável: a necessidade de beber com moderação e nunca, nunca, beber e conduzir. E é evidente que a Uvinum apoia a 100% toda a prevenção feita neste sentido.

Não obstante, alguns estudos mais recentes têm uma abordagem positiva sobre o consumo moderado de álcool.

A Ciência já demonstrou os benefícios da dieta mediterrânica, como tal, não vamos entrar novamente nesse tema, mas sim revelar o que descobrimos em cinco estudos que indicam o álcool como possível responsável de melhorar as suas capacidades.

A capacidade da dança
No passado mês de Dezembro o The Times publicou os resultados de um estudo elaborado pelo Professor David Nutt, no qual se afirma “seis copos melhoram grandemente a pontuação num jogo de dança de Xbox”. A quantidade referida diz respeito a cerca de uma garrafa de vinho. Por outro lado, parece ser que a dita qualidade, recém adquirida, desaparece para lá das seis bebidas.

A capacidade de falar outras línguas
Segundo um estudo publicado no Journal of Psychopharmacology e realizado pelo King’s College e as universidades de Liverpool e Maastricht, um copo de álcool tem um impacto positivo no desempenho das línguas , segundo os observadores. Logo, na próxima vez que for de férias e faça uma rota do vinho francês ou do vinho italiano, não duvide em beber um pouco de vinho nas tertúlias com a população local.

A capacidade de resolver problemas
Um estudo realizado pela Professora Jennifer Wiley, da Universidade de Illinois, indica que dois copos de vinho ou cerveja podem melhorar, inclusive em rapidez, a capacidade de solucionar enigmas. No entanto, é bom esclarecer que o álcool aumenta a criatividade com a qual resolvemos um problema, porém a capacidade analítica diminui.

O sentido do olfacto
O Instituto de Ciências de Israel demonstrou através de um estudo que, dois copos de álcool para as mulheres, e três para os homens, podem melhorar a sua capacidade olfactiva. Por outras palavras; torna-se mais fácil identificar uma grande variedade de cheiros quando bebemos um pouco. Mas, tal como sucede com outras “habilidades”, esta vantagem desaparece quando se bebe mais do que moderadamente.

Socializar
Segundo um artigo publicado pelo Psychological Science, beber mais do que um copo pode melhor a nossa capacidade de socializar. O álcool parece facilitar a participação em discussões, para além do facto de nos fazer sorrir mais, o que facilita a formação do vínculo social. O que não significa que os shots de vodka estabeleçam relações saudáveis…

 

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Porque é que o consumo moderado de álcool é bom para o coração

 TAGS:undefinedDesde há muito tempo que a comunidade cientifica debate o facto de o álcool ser ou não bom para a saúde, e ainda que alguns dos estudos efectuados tenham sido reveladores, a polémica sobre estes resultados ainda existe, e divide a comunidade em dois grupos. Um dos benefícios de que muito se fala diz respeito ao sistema cardiovascular e à saúde do mesmo quando se bebe álcool com moderação, mas a grande pergunta é: quanto é moderado?

Segundo os especialistas, o ideal é beber dois copos por dia se tiver menos de 65 anos, e reduzir essa quantidade para metade se tiver mais de 65. Um copo por dia seria o equivalente a 350ml de cerveja, 148ml de vinho ou 44ml de qualquer bebida destilada.
Entre os seus múltiplos benefícios conta-se a redução de risco de doenças cardiovasculares, derrames cerebrais, diabetes e cálculo biliar.
Os antioxidantes presentes no vinho beneficiam particularmente o coração, e de um modo geral todo o nosso sistema cardiovascular.
A estatística mostra que as pessoas activas que consomem vinho moderadamente, têm 50% menos de probabilidade de desenvolver uma doença cardíaca, ao contrário de uma pessoa sem qualquer actividade física.
A conclusão é evidente, beber álcool comedidamente traz vantagens para a saúde a longo prazo. O que não acontece quando este consumo é excessivo, podendo provocar doenças como: pancreatite, cirrose, tensão alta, diferentes tipos de cancro, depressão e alcoolismo.
E atenção: apesar das vantagens do vinho para o nosso organismo, para ter uma vida saudável não precisa de beber álcool.

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O álcool sintético pode substituir o álcool natural?

 TAGS:undefinedProvavelmente, já muitos de nós sofremos de arrependimento após uma noite de festa, devido à esmagadora consequência chamada ressaca. Dor de cabeça, enjoos e tonturas, fazem-nos detestar aquele copo a mais, bebido na noite anterior rodeados de amigos. Uma cena que se repete com alguma regularidade quando passa algum tempo sobre a promessa de nunca mais beber. Mas no fundo continuamos a fazer a mesma pergunta: até quando temos que sofrer ressacas?

Parece ser que as súplicas daqueles que já sofreram esta desagradável experiência foram finalmente ouvidas por um grupo de investigadores do Imperial College de Londres. O trabalho de investigação desenvolveu um produto chamado álcool sintético; uma série de compostos químicos, o alcosynth, capaz de produzir o efeito relaxante e desinibidor que normalmente acompanha a embriaguez, tudo isto com a ausência dos efeitos negativos na saúde, incluindo as ressacas.

O professor David Nutt, coordenador desta investigação, garante que foram patenteados cerca de 90 componentes de álcool sintético. Estas são drogas não nocivas para a saúde, com capacidade para reproduzir os efeitos positivos do álcool no nosso cérebro, sem perder o sabor das nossas bebidas preferidas, graças a um estudo efectuado sobre as reações químicas de diferentes bebidas em humanos.
Perante a crescente consciencialização de estilos de vida saudáveis, a substituição do álcool natural por álcool sintético parece ser uma excelente ideia.

David Nutt assegura que em 2050 a indústria do álcool não será tal como a conhecemos hoje, devido à chegada do álcool sintético. No entanto, tudo isto depende da aprovação dos organismos internacionais, que devem avaliar não apenas a questão da saúde, mas também as consequências económicas desta substituição numa indústria milionária como a das bebidas alcoólicas.

Por esta razão, fica a dúvida: será que o álcool sintético vai substituir o álcool natural? Talvez ainda tenhamos que esperar alguns anos para conhecer a resposta…

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Estudos: o álcool e a fertilidade

 TAGS:undefinedA infertilidade é um dos problemas que mais causa dores de cabeça aos casais, principalmente quando os dados revelam que este transtorno afecta quase 25% das pessoas que desejam ter filhos no mundo ocidental.

Um estudo efectuado pelo Hospital Universitário de Aarhus, na Dinamarca, revelou que um dos factores de maior responsabilidade na concepção é o consumo excessivo de álcool. Segundo os investigadores, um consumo semanal de 14 unidades de álcool reduz a fertilidade nas mulheres.
Já se sabe que o álcool é interdito durante a gravidez, pois pode ser extremamente prejudicial para o desenvolvimento do feto, porém, os dados deste estudo afirmam que também é conveniente evitá-lo na fase prévia à concepção do bebé.
No entanto, e ainda que possa ser surpreendente, o estudo também conclui que um consumo moderado, menos de 8 unidades semanais, não tem qualquer influência na capacidade de procriar.
A verdade é que é aconselhável evitar o álcool durante a concepção, já que pode suceder que se encontre em gestação e ainda não tenha conhecimento do seu estado.

O estudo em questão decorreu durante um ano e contou com a participação de mais de 6.000 mulheres dinamarquesas, entre 21 e 45 anos, registando o seu consumo de álcool, ciclos menstruais, frequência de relações sexuais, e ainda o consumo de tabaco.
Foram constituídos cinco grupos de estudo, em função da quantidade de álcool consumida pelas participantes.
As conclusões indicam que o grupo que consumiu 14 ou mais unidades de álcool por semana, atingiu 12% na taxa de gestação, enquanto que os grupos de menor consumo alcançaram 17% na mesma taxa.

 

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Quinta da Leda 2011

Estudos: os lémures e o álcool

 TAGS:undefinedAlgumas espécies de animais ingerem álcool de modo espontâneo, através da fermentação da fruta e de outros alimentos no seu habitat natural. Um rasgo que muitos pensamos ser exclusivamente humano, mas na verdade é partilhado com determinadas espécies de primatas prossímios, como os lémures, os aie-aie ((Daubentonia madagascarienses) e os lóris lentos.

Um estudo efectuado pelos cientistas de Dartmouth College, em New Hampshire, nos EUA, revelou recentemente, tal como informa o portal Sciencealert.com, que estas espécies de primatas mostram uma clara preferência pelo álcool de graduação mais elevada. Os animais utilizados na investigação foram capazes de detectar a concentração de álcool, optando normalmente pelo teor alcoólico mais alto.
Apesar do que possa parecer, o objectivo da investigação não era o de embebedar os pequenos animais, mas sim averiguar qual o tipo de alimentos fermentados que preferiam. Deste modo seria possível compreender melhor como funciona a digestão dos néctares, sumos e fruta fermentada de forma natural.

O investigador principal do estudo, Samuel Gochman, explicou: “Ainda que a hipótese mais forte seja a de que o álcool é tóxico, que afecta negativamente o controle motor, a sobrevivência e a forma física, no entanto, as calorias derivadas são uma fonte importante para os primatas de elevado metabolismo, pelo que, do ponto de vista nutritivo, pode ser benéfico consumir quantidades moderadas de álcool, especialmente para as espécies que desenvolveram um sistema digestivo capaz de decompor eficientemente o álcool, tal como a nossa”.

Para o estudo foi utilizada uma solução de sacarose, oferecida aos lémures, que simulava o néctar que encontram no seu habitat natural, e com diferentes concentrações de álcool; desde 0.0 até 5.0%. Os resultados demonstraram que os animais preferiram as soluções mais concentradas, chegando inclusive a esvaziar completamente os recipientes.

O mais surpreendente, é que nenhum dos “participantes mostrou sintomas de intoxicação durante a experiência, mantendo os níveis habituais de coordenação e comportamento, algo que talvez possa ser explicado pela adaptação evolutiva, e que apoia a teoria de que os alimentos fermentados desempenharam um papel importante na alimentação dos nossos antepassados.

 

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Quinta de Cabriz Selected Harvest 2014

 

 

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Herdade da Bombeira 2012

A perigosa moda do álcool inalado

 TAGS:undefinedAinda que esta seja uma actividade totalmente legal com 18 anos, é importante saber que fumar álcool provoca graves problemas de saúde.

“É pior do que bebê-lo”- diz o Dr. Alfred Aleguas, do Departamento de Toxicologia do Hospital de Tampa, na Florida, EUA – “Quando inalado, o vapor vai directamente para os pulmões sem passar pelo estômago, pelo fígado e outros órgãos cuja função é a de metabolizar e absorver o álcool, para além de que, ao ser inalado, desconhece-se a quantidade que se absorveu e os sintomas de alerta de uma ingestão excessiva não se manifestam. Os gases etílicos podem provocar graves infecções respiratórias e mau funcionamento dos pulmões”.
Um dos mitos gerados com este tema é o de que, segundo os consumidores, ao ser inalado, o álcool não tem calorias. O Dr. Aleguas rejeita completamente esta afirmação: “Seja bebido, seja fumado e inalado, o álcool é ingerido, e como tal, as suas calorias também o são”.

Um inquérito efectuado em um dos bares desta mesma cidade, concluiu que algumas pessoas tinham ouvido falar sobre esta nova prática ou visto um vídeo sobre o tema, porém, não estariam dispostas a prová-la, já que é vista como algo perigoso e nada saudável.

E verdade seja dita, o álcool líquido é uma experiência agradável que não necessita passar por procedimentos com consequências graves para a saúde.
As bebidas como o vinho proporcionam vários benefícios à saúde. Saboreie as suas bebidas como queira, sempre e quando o faça com responsabilidade e moderação.