4 cocktails contra o frio

 TAGS:undefinedE quando o frio chega é preciso ter vários recursos para o combater. Alguns deles, de preferência perto de uma lareira, são estas 4 receitas de cocktails contra o frio.

1. Sol de Inverno

Ingredientes:

  • 60ml de sumo de tangerina  
  • 15ml de sumo de limão
  • 1 parte de triple seco (Cointreau)
  • 45ml de Vodka
  • Açúcar a gosto
  • Um raminho de alecrim

Preparação:

  1. Deitar os sumos num shaker sem gelo.
  2. Juntar a vodka e o triple seco e agitar muito bem.
  3. Com um pouco de sumo de tangerina cristaliza-se o açúcar no bordo do copo.
  4. Servir decorado com alecrim.

 
2. Rothes Original

Ingredientes:

  • 6cl. de The Glenrothes Select Reserve
  • 2 colheradas de açúcar moreno ou pão de gengibre moído para dar um toque de condimento.
  • 2cl. de doce de leite
  • 1 gota de essência de baunilha
  • Sumo de ½ lima
  • 1cl. de caramelo líquido

Preparação:

  1. Introduzir num shaker todos os ingredientes com um pouco de gelo e agitar bem, até obter uma mescla homogénea.
  2. Servir em copo baixo e sem gelo.
  3. A superfície pode ser decorada com chantilly ou natas batidas.

 
3. Ponche de Romã e Champanhe

Ingredientes:

  • 1 ½ chávenas de sumo de romã
  • 1 chávena de néctar de pera
  • ¼ de licor de laranja
  • 1 garrafa de champanhe

Preparação:

  1. Numa jarra grande, misturar e agitar bem todos os ingredientes excepto o champanhe. Adicionar o champanhe.
  2. Servir em copos baixos com gelo a gosto.

4. Monte Cristo

Ingredientes:

  • 15ml de licor de laranja
  • 15ml de licor de café
  • 120ml de café
  • Nata batida

Preparação:

  1. Servir o café quente e juntar os dois licores.
  2. Cobrir a superfície com um pouco de nata.
  3. Saborear!

 TAGS:CointreauCointreau

Cointreau

 

 

 TAGS:Absolut FacetAbsolut Facet

Absolut Facet

Os brancos de Rioja

 TAGS:undefinedFalar de um Rioja significa que nos referimos a uma Denominação de Origem famosa em todo o mundo, e que agrupa cada vez mais regiões em toda a Espanha.

Tradicionalmente, os vinhos de Rioja têm sido os tintos de diferentes notas e corpos, ideais, na sua maioria, para acompanhar carnes, especialmente de caça.

Porém, desde há uns anos, o próprio conselho geral de La Rioja reconhece que as coisas estão a mudar porque os vinhos brancos desta Denominação de Origem chegam com mais força do que nunca.

Ainda que se possa pensar que pode ser uma novidade, não o é, pois a tradição de vinhos brancos nesta zona é um facto demonstrado, foram, inclusive, vinhos melhores e de maior produção que os tintos durante o séc. XVII.

A Denominação de Origem Rioja está a impulsar estes vinhos porque, para além dos já conceituados tintos, existe um mundo de brancos por descobrir. Estes, caracterizam-se pela sua complexidade e variedade, tão grande que permite harmonizações muito diferentes, para o Verão e para o Inverno.

Para harmonizar os vinhos brancos de Rioja: jovens, frescos e frutados podem acompanhar marisco, massas e arroz; os brancos fermentados em barril vão bem com queijos curados e peixe azul; e aqueles que são bem envelhecidos em barril são ideais com guisados, aves e algumas carnes de caça.

Resumindo; os brancos de Rioja renasceram para adicionar ainda mais sabor a La Rioja. Quem não quer um bom vinho branco?

 TAGS:Remírez de Ganuza Blanco 2014Remírez de Ganuza Blanco 2014

Remírez de Ganuza Blanco 2014

 

 

 TAGS:Remelluri Blanco 2013Remelluri Blanco 2013

Remelluri Blanco 2013

Amarone? Que tipo de vinho é este?

 TAGS:undefinedO Amarone della Valpolicella é um vinho bastante peculiar, elaborado a partir de uvas passas secas ao sol, tal como se faz com a variedade Pedro Ximénez, cujo resultado é o conhecido vinho doce do mesmo nome. Neste caso, e ao contrário do que costuma suceder, grande parte dos vinhos de uva passa são elaborados com variedades locais tintas, em vez de brancas, e o resultado é um vinho seco e de diferentes características organolépticas

A sua cor é vermelha, cada vez mais escura à medida que o vinho envelhece, possui um aroma acentuado e um sabor redondo, quente e aveludado. Ao nariz surgem notas de fruta madura, doces de framboesa e cereja.
Ao envelhecer apresenta aromas de musgo e alcatrão. O açúcar residual tem um máximo de 12g/l e o teor alcoólico oscila entre 14 e 16º. A sua zona de produção localiza-se na Região de Veneto, província de Verona, no Norte de Itália.
As castas de maior cultivo são a Corvina veronese, Corvinone e Rondinella, com presença limitada de outras variedades tintas.
A elaboração do Amarone segue o mesmo princípio que o dos vinhos nos quais se pretende elevar a concentração do açúcar na uva e potenciar os aromas e a acidez, como o caso do vinho Eiswein (vinho de gelo), o Strohwein alemão, o vin de paille francês e outros da Grécia, Chipre e Itália, quase sempre usados para acompanhar sobremesas.
Porém, o Amarone, para além de ser tomado como digestivo, costuma harmonizar com pratos de Outono e Inverno; assados, caça, fumados e enchidos, queijo curado, risotto e outros pratos típicos da região. É servido em copo largo, para favorecer a oxigenação, a uma temperatura aproximada de 19ºC.
O processo de secagem das uvas dura cerca de 120 dias, por vezes mais, dependendo da quantidade de água da fruta, e sob um rigoroso controle de ventilação e humidade, destinado a evitar o aparecimento de fungos.
No princípio de Fevereiro as uvas são prensadas e as cascas maceradas entre 30 e 50 dias, de modo a que o açúcar, por efeito da levedura, se converta lentamente em álcool até atingir a graduação Amarone. Se a concentração de açúcar se mantiver acima da marca, o vinho resultante passa a chamar-se Recioto della Valpolicella.

Quer provar os vinhos de Valpolicella? Recomendamos um Amarone e um Reciotto:

 TAGS:Zenato Amarone Classico Della Valpolicella 2011Zenato Amarone Classico Della Valpolicella 2011

Zenato Amarone Classico Della Valpolicella 2011

 

 

 TAGS:Masi Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2012Masi Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2012

Masi Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2012

Do vinho azul ao vinho verde

 TAGS:undefinedAinda que a tradição seja muito importante para os amantes do vinho, a inovação também é uma característica a apreciar. É por essa razão, que as adegas mais novas trabalham para desenvolver novas receitas e fórmulas capazes de surpreender inclusive os paladares mais especializados, não apenas através do sabor, mas também utilizando a cor.

Há um ano falámos do nascimento do Gik Live, o primeiro vinho azul do mundo, criado por jovens empreendedores do País Vasco.

Agora queremos apresentar-vos o vinho verde: uma bebida que une os efeitos embriagantes do álcool e os da cannabis.

O verdadeiro nome desta bebida é Canna Vine, e consiste num vinho de cânhamo destilado, produzido na Califórnia, o único lugar do mundo em que a sua venda é permitida. O consumo da bebida está regulado e a venda é destinada, exclusivamente, para uso terapêutico, com receita médica.

A actual fama do vinho verde deve-se a celebridades como a cantora Melissa Etheridge, ou a apresentadora Chelsea Handler, que admitiram publicamente consumir este vinho, desde que recebem os seus respectivos tratamentos de quimioterapia. Esta bebida está tão adaptada aos seus estilos de vida que já não a consideram uma parte do tratamento, mas sim um elemento que faz parte do dia-a-dia, chegando mesmo a servi-lo durante jantares nas suas casas, tal como confessou a cantora Etheridge, numa entrevista publicada pela revista Bon Appetit.

Pensa-se que, futuramente, a bebida será comercializada livremente, sempre que as leis dos diversos países o permitam. No entanto, o seu elevado preço – 120 e 400 dólares por garrafa – representa uma restrição para a imensa maioria dos bolsos, e pelo qual se considera uma bebida de luxo.

Ainda assim, a oferta de vinho verde produzido na Califórnia, aumenta diariamente, seja através de adegas especializadas que abrem caminho por entre as grow shops medicinais, como pelas adegas que deram fama aos vinhos desta região americana.

 TAGS:Gïk Live (vinho azul)Gïk Live (vinho azul)

Gïk Live (vinho azul)

 

 

 TAGS:Pasion Blue Chardonnay (vinho azul) 2015Pasion Blue Chardonnay (vinho azul) 2015

Pasion Blue Chardonnay (vinho azul) 2015

5 bebidas de ficção científica que deveriam existir

 TAGS:undefinedCertamente que todos já tivemos curiosidade em provar as bebidas e os alimentos preferidos dos protagonistas dos nossos livros, filmes ou séries de ficção científica favoritos.

Uma curiosidade que costuma aumentar quando temos o estômago vazio e nos perguntamos qual será o sabor desse prato ou líquido que saciam a fome e a sede dos protagonistas.

É por essa razão que a Uvinum decidiu fazer uma selecção de cinco bebidas de ficção científica que deveriam existir realmente, fosse para satisfazer a curiosidade, como para experimentar o seu sabor e efeitos.

Cerveja de manteiga:

Já é sabido que o melhor sítio para saborear uma deliciosa cerveja de manteiga é no The Three Broomsticks (As Três Vassouras), a famosa taberna da vila mágica de Hogsmeade, onde Harry Potter e os alunos do Colégio Hogwarts costumam ir.

Milk of the Poppy:

O uso desta bebida medicinal estende-se por todo o território dos Sete Reinos. Também conhecida como “leite de papoila”, tem um efeito analgésico e anestesiante que ajuda a diminuir o sofrimento dos feridos nas batalhas de Game of Thrones.

Slurm:

Por excelência, o refresco do séc. XXXI. Porém, esta aditiva e viscosa bebida verde fabricada no planeta Wormulon, guarda um segredo obscuro: é produzida de forma natural pela Rainha dos Vermes. O seu sabor deve ser realmente delicioso, já que na série Futurama continuam a bebê-la sem pausas apesar de ser conhecida a sua desagradável origem.

Pangalactic Gargle Blaster:

O Hitchhiker’s Guide to the Galaxy (À Boleia pela Galáxia) considera o Pangalactic Gargle Blaster “a melhor bebida alcoólica que existe”, no entanto, previne sobre os perigos para a saúde, derivados de um consumo excessivo. “Beber este cocktail, altamente corrosivo, é como ter o cérebro destruído por uma rodela de limão enrrolada num lingote de ouro”.

Moloko Plus:

Se deseja provar o melhor Moloko Plus deve dirigir-se ao Milk Bar Korova. Onde Alex, Pete, Georgi e Dim costumavam encontrar-se antes de cometer os seus horríveis crimes. Tal como explica o protagonista da Laranja Mecânica, esta combinação de leite com substâncias psicotrópicas, “agudizava-lhes os sentidos e deixava-nos preparados para uma nova sessão ultra-violenta”.

E a sua curiosidade? Alguma outra bebida de um livro, filme ou série preferida?

 TAGS:Francis Ford Coppola Diamond Red Blend 2012Francis Ford Coppola Diamond Red Blend 2012

Francis Ford Coppola Diamond Red Blend 2012

 

 

 TAGS:Coppola Diamond Claret 2013Coppola Diamond Claret 2013

Coppola Diamond Claret 2013

O que se come nos 5 países mais saudáveis do mundo?

 TAGS:undefinedUm estudo, recentemente publicado pela revista britânica de saúde The Lancet, dá a conhecer o estado actual da saúde em 188 países. O estudo foi elaborado a partir de dados obtidos nos últimos 25 anos, em relação a salubridade, doenças e riscos de infeções, de diferentes territórios, e dirigido aos factores sócio-económicos de cada região. Assim, foi elaborado um ranking dos países mais saudáveis do mundo: Islândia, Singapura, Suécia, Andorra e Reino Unido.

Os especialistas garantem que para além do elevado índice de factores como o rendimento médio por habitante, o nível da Educação ou a fertilidade, este resultado deve-se aos bons hábitos alimentares nestes países. Esta opinião foi corroborada por vários nutricionistas que estudaram as característica da dieta habitual dos países em questão.

Aqui ficam os resultados da análise dos hábitos alimentares nos 5 países mais saudáveis do mundo, segundo a investigação realizada pela publicação Business Insider:

5. Reino Unido:
Já passou a fase em que a gastronomia britânica era baseada em alimentos processados e os fritos do British Breakfast ou do Fish&Chips. A população substituiu esta dieta e passou aos produtos locais, segundo a época, cultivados de modo orgânico, e na qual abundam os vegetais ricos em vitamina C e fibra, os nabos e as couves de Bruxelas.

4. Andorra:
Andorra é o segundo maior consumidor de vinho no mundo, um facto que parece estar relacionado com a saúde deste pequeno país europeu. Vários estudos demonstraram os diversos benefícios para a saúde, fornecidos pelo consumo de vinho tinto, que contém antioxidantes e ajudam a prevenir as doenças cardiovasculares, como o colesterol elevado e os acidentes vasculares cerebrais.

3. Suécia:
A dieta diária deste país escandinavo é composta por muitos alimentos fermentados que facilitam uma boa digestão. Entre os saborosos pratos locais encontra-se o filmjölk, uma espécie de iogurte que habitualmente está presente em todos os pequenos-almoços.

2. Singapura:
A cozinha tradicional de Singapura caracteriza-se pela elevada utilização de especiarias como gengibre e curcuma. Para além de ser imprescindíveis nos típicos pratos de caril, estas substâncias têm propriedades altamente benéficas para a saúde: são anti-inflamatórias, anti-enjoo, e ajudam a melhorar a circulação sanguínea.

1. Islândia:
O peixe tem um papel fundamental na vida deste país escandinavo, já que faz parte da base da sua economia e alimentação.
O salmão e o arenque são as espécies mais consumidas nesta ilha, “carnes” estas que possuem e fornecem Ómega 3. O seu prato típico chama-se Harðfiskur, um peixe seco que é servido com pão de cereais integrais feito a carvão.

 TAGS:Cadão 2012Cadão 2012

Cadão 2012

 

 

 TAGS:Quinta do Portal Grand Reserva 2011Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Vinho e queijo: Harmonizações recomendadas por especialistas

 TAGS:undefinedA harmonização de vinho e queijo é uma garantia de qualidade bem conhecida e sempre em continua experimentação. Tinto, branco, vinhos novos ou de guarda, e inclusive cerveja, são acompanhantes para todo o tipo de queijos.

Os queijos de maior qualidade são harmonizados com vinhos de reputação, e com especial cuidado quando a obra é de escanções ou provadores profissionais.

Em homenagem aos queijos suíços, o escanção Ferran Centelles, colaborador do Bulli Foundation, propõe algumas harmonizações bastante recomendáveis; queijo Gruyère com cerveja branca belga (suave); queijo Emental com Chardonnay clássico; Etivaz com um Sauvignon do Jura, que aprofunda os sabores; e o queijo Sprinz, bem acompanhado com um vinho Dolcetto de Piemonte.

Para os queijos franceses, alguns especialistas aconselham: Brie, com Pinot noir ou Alsácia, tintos frutados e tintos jovens; o Roquefort equilibra a sua intensidade com Porto, Xerez meio seco ou vinhos Malvasia da Madeira.

O sabor forte do gorgonzola italiano é uma das características deste queijo, que pode ser doce ou picante, e casa bem com vinhos mais secos como o Dolcetto e o vinho de Marsala.

Os queijos holandeses, conhecidos pelo Gouda e pelo Edam, são perfeitos para vinhos tintos frutados, alguns brancos leves e rosés de agulha.

 

 TAGS:Pio Cesare Dolcetto D'Alba 2015Pio Cesare Dolcetto D’Alba 2015

Pio Cesare Dolcetto D’Alba 2015

 

 

 TAGS:Carlo Pellegrino Marsala Fine RubinoCarlo Pellegrino Marsala Fine Rubino

Carlo Pellegrino Marsala Fine Rubino

Para viver 110 anos, um gole de whisky por dia

 TAGS:undefinedO habitual é pensar que o facto de viver muitos anos está unido a uma vida saudável, uma alimentação equilibrada e actividade física regular.

Não obstante, e ainda que estes factores sejam absolutamente necessários, as pessoas mais longevas do mundo referem que o álcool faz parte da sua dieta diária, e pensam que este hábito as ajudou a viver tanto tempo.

Grace Jones, é a décima pessoa mais velha do Reino Unido. Tem 110 anos e “confessou” que o segredo da sua longevidade é tomar um pequeno gole de whisky todas as noites. “ Nunca salto o meu copo noturno e é o único que tomo”. Conta a Senhora Jones, que há 60 pratica este costume. “O whisky faz bem à saúde. Comecei a tomá-lo quando fiz 50 anos, nunca mais parei nem tenho intenção de o fazer. O médico disse-me que continuasse a fazê-lo já que é bom para o coração”.

Sabe-se que Grace Jones não é uma excepção; uma mulher de 102 anos acredita que a sua idade é consequência do consumo de cerveja, e um produtor espanhol de vinho, com 107 anos, garante que os seus anos de vida se devem ao consumo diário de vinho.

Jones festejou o seu aniversário no passado mês de Setembro, juntamente com a sua filha de 78 anos, os amigos, comidas, bebidas e o seu costumado gole de whisky. G.J. nasceu em 16 de Setembro de 1906 em Liverpool. Recebeu sete cartas de parabéns da Rainha de Inglaterra, e pelo visto, virão mais.

 TAGS:Lagavulin 16 AnosLagavulin 16 Anos

Lagavulin 16 Anos

 

 

 TAGS:The Yamazaki Distiller's ReserveThe Yamazaki Distiller’s Reserve

The Yamazaki Distiller’s Reserve

5 regiões vinícolas que talvez desconheça

 TAGS:undefinedQuando se fala de vinho e denominações de origem, habitualmente há uma certa tendência para uma visão conservadora, no sentido em que a muitos nos custa mudar de zona e inclusive de variedade de uva, uma vez que encontramos o que se adapta ao nosso paladar.

Ainda que a cultura do vinho se tenha estendido, e permitido que cheguem até nós vinhos de várias procedências, continua a ser difícil sair das 2 ou 3 denominações que melhor conhecemos. Seguidamente apresentamos cinco denominações de que talvez nunca tenha ouvido falar. Vale a pena conhecer.

Ilhas Canárias (Espanha)

Inclusive em Espanha, ainda se podem encontrar regiões vinícolas que nos surpreendem, como é o caso das Ilhas Canárias, especialmente Tenerife, onde os solos vulcânicos do sopé do Teide proporcionam vinhos de paladar particular, elaborados com uvas Listan nos vinhos tintos e Malvasia nos espumantes e nos brancos secos e doces.

 
West Sussex (Inglaterra)

Para além das suas cervejas e destilados, o Reino Unido também merece uma visita aos seus vinhos, sobretudo desde que este condado do Sul de Inglaterra começou a tomar a produção de vinho como um assunto sério. O solo calcário, semelhante ao da Região francesa de Champagne, permite obter resultados que nada têm que invejar aos vizinhos do outro lado do Canal da Mancha.

 
Estiria (Áustria)

Esta é uma zona frequentemente ignorada a favor das regiões a Oeste do Danúbio, mas que no entanto possui algumas joias em forma de líquidos. Os vinhos elaborados com Weissburgunder (Pinot blanc), Sauvignon blanc, Welschriesling, Grauburgunder (Pinot gris) e Morillon.

 
Prince Edward County (Canadá)

Esta zona canadiana, na fronteira com o Estado de N.Y., para além da beleza das suas paisagens, possui solos de pedra caliça fracturada, muito favoráveis para o desenvolvimento da vinha, que produz uns vinhos Chardonnay e Pinot noir de sabor fresco. Aqui também se encontram excelentes Cabernet franc, Pinot gris e Riesling.

 
Tailândia

Exactamente. Também se cultiva vinha no sudoeste asiático, e os vinhos Syrah que aqui se produzem são especialmente recomendáveis. Não esqueça: se viajar a este longínquo e turístico país, mais conhecido pelos resorts e praias paradisíacas, prove os seus vinhos.

 

 TAGS:Skoff Gelber Muskateller Classique 2015Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

Skoff Gelber Muskateller Classique 2015

 

 

 TAGS:Peller Estates Vidal Icewine 375mlPeller Estates Vidal Icewine 375ml

Peller Estates Vidal Icewine 375ml

5 (indispensáveis) tortilhas de batata

 TAGS:undefinedNão há dúvida de que a tortilha de batata é um símbolo da gastronomia espanhola. Este é um prato que desperta paixões em cada uma das suas versões: com ou sem cebola, dourada ou quase crua, existe um número quase infinito de opções. Não importa qual é o seu tipo preferido, porque um petisco é sempre bem-vindo. Por essa razão fizemos uma selecção das 5 tortilhas de batata que, aconteça o que acontecer, deve provar.

Sagartoki (Vitoria-Gasteiz):

Já são mais de 5 prémios nacionais, aqueles que avaliaram a qualidade das tortilhas de Senén González, incluindo o prémio “Melhor tortilha de batata de Espanha”. Felizmente, para aqueles que vivem longe de Vitoria, é vendida uma versão congelada desta tortilha, através da Internet; uma excelente forma de saborear algo único no conforto da nossa casa.

Bodega La Ardosa (Madrid):

Um clássico. Para muitos madrilenos, esta é a melhor tortilha de batata da capital. Equilibrada, suculenta e com uma grossura considerável, é a acompanhante ideal de uma cerveja bem fria. E sim, pode escolher entre as duas versões; com ou sem cebola.

Asador La Encina (Palencia):

Ciri Gonzáles, é a dona deste restaurante, durante 3 anos consecutivos foi nomeada “a melhor cozinheira de tortilha de batata de Espanha”. Uma decisão tomada por chefs como Ferrá Adriá, Arzak ou Berasategui, que converteu este restaurante de Palencia em paragem obrigatória para os amantes de tortilha. Um grande sabor tradicional, elaborado com ingredientes locais. 

Asador el Tahiti (Logroño):

A característica desta tortilha é o facto de ter uma maior quantidade de batata em comparação com as receitas tradicionais. Uma receita pouco ortodoxa, mas com um resultado brilhante. Perfeita para acompanha um delicioso vinho com Denominação de Origem La Rioja.

La Penela (A Coruña):

O seu estilo obedece à tradição da cozinha galega: batatas estaladiças, dourada por fora e suculenta por dentro, resumindo: uma delicia. É tal o sucesso desta tortilha, que o restaurante já abriu várias sucursais em Madrid.

E, já agora, nada melhor do que um pedaço de tortilha de batata acompanhado de um copo de bom vinho. Aqui ficam as nossas recomendações:

 TAGS:Flor de Vetus 2014Flor de Vetus 2014

Flor de Vetus 2014

 

 

 TAGS:Finca Resalso Magnum 2015Finca Resalso Magnum 2015

Finca Resalso Magnum 2015