O Reino Unido através dos vinhos de Kent e Sussex

 TAGS:undefinedNo Reino Unido está a aumentar o número de adegas e a oferta de vinhos. Em cinco anos foram criadas aproximadamente 200 adegas novas e a importância dos seus vinhos continua a crescer. O mesmo aconteceu com o enoturismo; alguns dos percursos oferecidos hoje em dia juntam diferentes zonas, o que ajuda muito a conhecer melhor o país.

Kent é um condado localizado a Sudeste de Londres, cuja paisagem se vem povoando de vinhas, dada a projeção internacional que a zona alcançou.

Entre os vinhos de Kent produz-se o famoso The Rose Brut, o vinho servido no casamento de Guilherme de Inglaterra e Kate Middleton em 2011. E é também nesta zona que se encontra Chapel Down, que se espera vir a ser um dos maiores produtores de vinho inglês, e em cujas adegas se oferece vinho espumante de alta qualidade e se realizam visitas guiadas durante todo o ano. Para chegar, pode ir desde Londres de carro, ou de comboio até à estação de Appledore, a 10Km das adegas.

Em Sussex, a Sul de Inglaterra, encontramos colinas, extensas campinas e vistas sobre o Canal da Mancha. Através do enoturismo pode visitar Nyetimber, a Oeste de Sussex, onde fica a maior adega do Reino Unido. A elaboração dos seus vinhos é feita com três grandes variedades de uva da Região de Champanhe: Pinot noir, Pinot Meunier e Chardonnay. Pode chegar de carro ou apanhar o comboio em Londres até Pullborough, que fica a cerca de 2Km de distância. Se a desejar visitar e provar os seus vinhos, a adega está aberta aos fins de semana, e se for não se esqueça de provar o Classic Cuvee 2010.

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Chapel Down Primrose Hill Brut Prestige

 

 

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Chapel Down Rose Brut

Sobre a Cabernet sauvignon

 TAGS:undefinedNão há dúvida que a Cabernet sauvignon é uma das castas que mais ouvimos nomear quando se fala de vinhos tintos. Esta uva nasceu na cidade francesa de Bordeaux no séc. XVI e é resultado do cruzamento das castas Cabernet Franc e Sauvignon Blanc. Porém, para além da sua origem, que mais sabemos dela?

1- A Cabernet Sauvignon foi a variedade mais cultivada no mundo até ser ultrapassada pela Merlot em número de plantações durante os anos 90.

2- Desenvolve-se muito bem em diferentes tipos de clima. Expandiu-se ao resto da Europa e a outros continentes; EUA, Chile, Nova Zelândia e Austrália.

3- As adegas de Napa Valley, na Califórnia, pagam mais por estas uvas que por outras variedades da zona. O que é quase irónico, já que esta é das castas mais produzidas sem que por isso o seu preço baixe.

4- É a uva mais plantada no Chile. As brisas frias do Oceano Pacífico e os efeitos climáticos da Cordilheira dos Andes têm como consequência vinhos muito semelhantes aos de Bordeaux. Tanto é assim que algumas adegas francesas chegaram mesmo a investir na região

 5-Os vinhos tintos à base de Cabernet Sauvignon têm muito corpo, estrutura e taninos intensos, por isso são o ideal para acompanhar carnes vermelhas na brasa, coelho, javali, cabrito e guisados variados.

6- Todos apreciam esta uva e a China não é excepção. Recentemente, foi dado a conhecer um relatório que indica serem os chineses os maiores consumidores de vinho tinto no mundo, e a Cabernet sauvignon uma das uvas mais populares no país.

7- Nos Estados Unidos celebra-se o seu dia oficial: cada quinta-feira anterior ao dia do trabalho, o qual é celebrado na primeira segunda-feira de Setembro.

 8- É também conhecida como: Vidure, Petit Vidure e Petit Cabernet.

9- É a variedade de uva com mais críticas na base de dados da Wine Spectator’s, aproximadamente 24.000 notas de prova dedicadas à Cabernet Sauvignon.

 10- A palavra “sauvignon” vem do francês sauvage (silvestre, selvagem), o que leva a pensar que esta uva aparecesse espontaneamente em França.

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Casa Ermelinda Freitas Cabernet Sauvignon 2012

 

 

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Fiuza Cabernet Sauvignon 2014

Arrefecer vinhos: quais e como

 TAGS:undefinedTodos os amantes do vinho sabemos que cada variedade possui uma temperatura ideal, que alguns vinhos devem ser bebidos a temperatura ambiente e que, muitas vezes, a experiência de uma prova pode ser totalmente estragada se o vinho está demasiado frio ou demasiado quente.

A maioria dos vinhos novos brancos e rosés, os espumantes e os vinhos doces melhoram muito quando são servidos frios. Ao contrário, os vinhos encorpados perdem uma grande parte dos seus aromas e sabores se se encontram a uma temperatura baixa.
Ainda que já se saiba que os tintos não devem servir-se frios, isto não significa que o vinho deva estar quente, já que, por vezes, aquilo a que chamamos “temperatura ambiente” está muito longe de ser a temperatura correcta do vinho.
Claro que este problema desaparece se dispomos de uma adega com uma boa temperatura de conservação, mas nem todos têm essa sorte e acabam por beber tinto mais quente do que seria aconselhável, como por exemplo no Verão ou numa casa com elevado aquecimento.
O recurso da maioria, é, pois, o frigorífico. Basta comprovar a temperatura de vez em quando, com um termómetro para garrafas de vinho. No caso dos tintos de reserva, o ideal é estarem num lugar fresco e bem arejado durante o tempo necessário para alcançar pelo menos 20ºC, se não for possível, deixe o vinho no frigorífico entre 10 e 15 minutos.
A baixa temperatura de uma garrafa também pode ser um bom aliado quando se pretende disfarçar um vinho menos bom, algo que, aliás, fazem muitos bares e restaurantes; arrefecer demasiado os vinhos que consideram piores.

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Herdade da Gambia Branco 2014

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Vinho e queijo: porque é tão bom?

 TAGS:undefinedSabe-se desde há muito que o queijo e o vinho formam um casal inseparável. Os especialistas do sector gastronómico oferecem-nos continuamente as suas recomendações e concedem uma nova perspectiva sobre as experiências gastronómicas, que, juntamente com a imensa literatura publicada sobre este tema, muito podem ensinar sobre harmonizações entre cada tipo de queijo e de vinho.

O Centro do Gosto e Hábitos Alimentares Franceses formulou a pergunta : porque é que o vinho sabe melhor com queijo? O estudo realizado para obter respostas foi recentemente publicado no Journal of Food Science.

Mara V. Galmarini, a autora principal deste estudo revelou que “Graças à nossa investigação percebemos que a duração da percepção de adstringência de um vinho poderia ser reduzida após comer queijo. Os quatro queijos utilizados no estudo tiveram o mesmo efeito, em poucas palavras, é provável que o sabor do vinho seja melhor quando se acompanha de queijo e independentemente do tipo de queijo”.

Os participantes da investigação, um total de 31 voluntários, foram submetidos a duas provas, primeiro provaram quatro vinhos (Pacherenc, Sancerre, Bourgogne e Madiran), sobre os quais deviam indicar qual a sensação dominante com cada um deles, de acordo a uma lista que lhes foi entregue. Depois a prova foi repetida, mas com uma ligeira diferença: entre cada gole de vinho os participantes deviam comer um pedaço de queijo, sendo eles: Epoisses, Condado, Roquefort e Crottin de Chavignol.

Ao longo da prova demonstrou-se o impacto positivo dos queijos na percepção dos vinhos, efeito este que se notou especialmente com vinhos tintos, Bourgogne e Madiran, que viram o seu aroma frutado potenciado, ao mesmo tempo que que a sua adstringência diminuiu. O mesmo sucedeu em relação aos vinhos brancos, incluídos os doces, embora em menor proporção.

Já sabe, escolha uma boa tábua de queijos, nós recomendamos os vinhos:

 

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Cadão 2012

 

 

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

Cocktails com chá

 TAGS:undefinedExiste um grande número de cocktails que podem ser preparados de variadíssimas maneiras e com diferentes ingredientes. Desta vez, a nossa selecção é dirigida aos amantes do chá e a todos aqueles que não pretendam passar frio.

Chá Irlandês (Quente)

Ingredientes:

  • 45ml de whisky irlandês
  • 120ml de chá quente
  • 1 pau de canela

Preparação:

  1. Junte o whisky e o chá quente numa chávena.
  2. Mexa com o pau de canela e deixe-o dentro da chávena.

Cocktail de caramelo com chá de gengibre

Ingredientes:

  • 1 saqueta de chá Lipton de baunilha e caramelo
  • 200ml de água
  • 1 gengibre fresco
  • 1 ½ chávena de leite evaporado
  • 1 shot de rum branco
  • 1 chávena de leite condensado
  • 2 vagens de baunilha
  • Folhas de menta
  • Manga cortada em cubos

Preparação:

  1. Numa panela suficientemente grande, ponha a água, a saqueta de chá, o gengibre e os leites.
  2. Ferver durante 2 minutos e apagar.
  3. Coar e deixar arrefecer.
  4. Uma vez fria, junte um shot de rum branco à bebida e misture na batedora, a alta velocidade, durante um minuto.
  5. Servir em copos e decorar com as vagens de baunilha, as folhas de menta ou os cubos de manga.

Smoked Souchong

Ingredientes:

  • 120cc infusão Dilmah Lapsang Souchong
  • 180cc Gin Hendrick’s
  • 60cc xarope de gengibre
  • 60cc sumo de toranja
  • 80cc clara de ovo
  • 1gr de Dilmah Lapsang Souchong

Preparação:

  1. Juntar todos os ingredientes e agitar bem num shaker.
  2. Servir a mistura num bule.

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Ron Havana Club 3 Años

 

 

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Connemara Peated Single Malt

Vermute, muito mais do que uma bebida

 TAGS:undefinedÉ conhecido por muitos e apreciado por outros tantos; o vermute é uma bebida de longa tradição e que ultimamente voltou em força, seja em bares clássicos como nos mais modernos e alternativos.

Uma bebida social
Porque é que o vermute é mais do que uma bebida? Porque representa toda uma cultura e forma de viver. Em Espanha faz parte de um dos momentos em que se saborea uma conversa e alguns petiscos entre amigos e família.

Reconhecido por chefs com estrelas Michelín
Cada vez são mais os chefs reconhecidos que decidem apostar por esta tradição. O vermute renasceu e vem rodeado de glamour, alguns dos responsáveis são: Carles Abellán, o chef catalão que no seu restaurante Tapas24, serve tapas e vermutes requintados; tal como Paco Pérez, chef também catalão, nascido em Huelva e já com 5 estrelas Michelin e excelentes surpresas no mundo do vermute.

Feiras e eventos
E já não são apenas os bares a render-se ao vermute; hoje em dia organizam-se provas e feiras com esta bebida como protagonista, cujo objetivo é o de descobrir novas marcas e sabores e experimentar harmonizações.

 
Não apenas aos domingos
A tradição manda que o vermute seja tomado ao domingo, antes do almoço (a bebida acompanhada de tapas), mas o que acontece actualmente é que o hábito passou também para a hora do lanche, antes do jantar, e mesmo durante a semana, especialmente às sextas e sábados.

 

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Picon Bière 1L

 

 

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Carpano Antica Formula 1L

7 restaurantes imprescindíveis no Reino Unido

 TAGS:undefinedPara além do Celler de Can Roca, e do restaurante catalão Lasarte, a que recentemente atribuíram três estrelas Michelin, há outros restaurantes igualmente imprescindíveis pela Europa fora. Por isso, se está a pensar em viajar ao Reino Unido, leve uma lista de restaurantes Michelin. O novo guia de 2017, da Grã-Bretanha e Irlanda já está disponível e traz novas estrelas.

1. The Fat Duck
Este restaurante recuperou a sua terceira estrela e oferece uma fantástica experiência gastronómica. Está situado em Bray, muito perto de Londres. Com esta estrela, o Reino Unido passa a ter quatro restaurantes com três estrelas Michelin: Gordon Ramsay, Alain Ducasse at The Dorchester e Waterside Inn.

2. Raby Hunt
Localizado no Condado de Durham, este restaurante obteve duas estrelas. O seu chef é James Close, e para além da cozinha, o ambiente tem o seu encanto; uma pousada do séc. XIX

3. The Forest Side
Duas estrelas Michelin. Fica em Cumbria, no Norte de Inglaterra e diz-se por aí que há muito que provar.

4Sosban and The Old Butchers
Em Gales,na ilha de Anglesey encontramos este restaurante com também duas estrelas. A sua cozinha baseia-se nos produtos locais.

5. The Ninth
Em Londres há novos restaurantes que já ganharam a sua primeira estrela Michelin este ano. É o caso do The Ninth, um sítio informal, sem toalhas de mesa, onde pode até pedir ao balcão. Excelente adega!

6. Ellory
Aqui poderá provar alguns pratos tradicionais da cozinha inglesa, que, apesar da estrela Michelin e da fama, não é caro.

7. The five fields
No bairro londrino de Chelsea. Este restaurante oferece uma versão mais moderna da cozinha tradicionalmente british.

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Cadão 2012

 

 

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Vidigal Porta 6 2015

Os 7 melhores restaurantes da América Latina

 TAGS:undefinedA gastronomia da América Latina está a passar por um dos seus melhores momentos. A Gala dos 50 Melhores Restaurantes da América Latina, celebrada em 2016, colocou novamente o Peru à frente desta batalha, com a sua cozinha carregada de subtilezas e contrastes. Este país conta com 9 restaurantes classificados no ranking, dois deles nos primeiros lugares. Aqui fica uma lista dos 7 melhores restaurantes da América Latina.

Central, Lima, Peru: no Central celebra-se a biodiversidad do Peru. O chef Virgilio Martínez oferece uma carta com ingredientes novos numa cozinha peruana da vanguarda.

Maido, Lima, Peru: outro dos restaurante peruanos à cabeça da famosa lista. Este tipo de cozinha também se encontra em Espanha; cozinha autóctone em fusão com pratos orientais.

DOM São Paulo, Brasil: para muitos este é o restaurante mais importante da América do Sul. A sua característica principal reside no facto de “ter uma cozinha diferente, com novos sabores”, tal como diz o seu dono Alex Atala, ex punk e dj brasileiro. Aqui cozinha-se com tucupí, um líquido amarelado, extraído de mandioca silvestre na Amazónia, e que antes de começar a fermentar é venenoso; ou a priprioca, uma raiz, também da Amazónia, usada há muito pelas industrias farmacêutica e de cosmética.

Boragó, Santiago, Chile: É o melhor restaurante do Chile e isso é dizer muito. Juntamente com a peruana, a cozinha chilena é tradicionalmente uma das mais significativas na América do Sul. O chef Rodolfo Guzmán une pratos tradicionais dos Andes à nova cozinha.

Pujol, Cidade do México: A fusão de culturas no México faz desta cozinha um must. O segundo melhor restaurante do país segundo a “nossa” lista.

Quintonil, Cidade do México: Outro restaurante mexicano entre os melhores. Eles definem-se como “um sítio sofisticado de cozinha mexicana contemporânea, servida num ambiente luminoso e minimalista”.

Astrid y Gastón, Lima, Peru: Como está visto,o Peru ganha entre os melhores da América Latina. Fazer uma refeição neste restaurante é uma verdadeira experiência. A carta inclui entradas e pratos principais com ceviche e lombo salteado.

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Santa Alvara Carmenère Reserva 2014

 

 

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Casillero del Diablo Reserva Privada 2014

As diferenças entre scotch e bourbon

 TAGS:undefinedQuando falamos de whisky, quase todos sabemos que nos referimos a uma bebida destilada a partir de grãos de origem milenária, e que o seu nome actual provém do gaélico e significa, literalmente, “água de vida”. No entanto, aqueles que ainda não foram iniciados neste apaixonante mundo destilado, por vezes têm alguma dificuldade em distinguir as variedades de whisky que se encontram actualmente no mercado, seja por motivos geográficos, pelo processo de elaboração ou pela designação.

No caso do Scotch, o whisky escocês, a questão é clara; trata-se de um whisky produzido na Escócia, feito à base de cevada convertida em malte, e que segue os procedimentos de elaboração ditados pela Ordem do Whisky escocês, que estabelece, entre outros, que o líquido deve ser envelhecido em barris de carvalho de capacidade inferior a 700L e durante pelo menos três anos, sem adição de outras substância que não sejam água ou caramelo, como corante. Quando é engarrafado não pode ter uma graduação menor de 40 graus de álcool por volume.

Até aqui parece simples, mas o facto é que, os barris onde o scotch envelhece devem ter sido anteriormente utilizados para guardar bourbon. E então, o que é o bourbon? A sua elaboração também está sujeita a um regulamento, neste caso, americano.

Segundo as Normas Federais de Identidade do Bourbon, para que uma bebida possa adquirir esta designação, o seu mosto, a mistura de grãos que proporciona a destilação do produto, deve conter pelo menos 51% de milho. Os restantes grãos são normalmente malte de cevada, centeio ou trigo. O mosto é obrigatoriamente destilado nos EUA e não deve incluir qualquer aditivo. O seu envelhecimento deve decorrer em barris de carvalho branco e no Estado de Kentucky, mas esta não é uma condição realmente necessária, já que durante muito tempo o bourbon foi produzido em outros estados. Foi precisamente o Condado de Bourbon que deu o nome a este conhecido destilado, que se distingue de outros whiskies americanos pela utilização do milho como ingrediente principal, já que em outras zonas é elaborado sobretudo com centeio.

A filtragem do whiskey de Tennessee é feito com carvão de bordo (da árvore), o que lhe concede sabor e aromas diferentes do bourbon, ainda que o processo de elaboração seja praticamente igual.

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Dalmore 12 Years

 

 

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Blanton’s Special Reserve

Algumas recomendações para harmonizar vinhos e enchidos

 TAGS:undefinedSão duas das melhores combinações possíveis: o vinho e os enchidos oferecem sabores de resultado extraordinário numa harmonização.

Normalmente gordurosos, fumados e muito aromáticos, os enchidos vão bem com vinhos Sauvignon blanc, Pinot, vinhos tintos intensos e alguns espumantes brancos.

Em Espanha, por exemplo, para o presunto (o protagonista das carnes secas espanholas) o ideal é acompanhá-lo com um vinho tinto encorpado, generoso, tintos novos, leves e secos e aqueles que são elaborados com Cabernet sauvignon. Por outro lado, o fino e o manzanilla, são bons com todo o tipo de enchidos e casam sempre bem com presunto.

O prato de ovos estrelados com chistorra (um enchido com origem no País Vasco e Navarra) pode ser uma verdadeira delicatessen quando acompanhado por um vinho tinto de guarda ou um branco com mais corpo do que o habitual.

O lombo pode ser preparado de vários modos; acompanhado de pão e tomate, com pimentão e azeite ou cortado fino com um queijo forte e amanteigado. A harmonização costuma ser feita com vinho tinto, envelhecido, Merlot ou Tempranilho. Existem muitas denominações de origem que encaixam bem com este enchido, mas a recomendação vai para os vinhos de Ribera del Duero, que marcam o sabor fumado do lombo.

Em relação aos chouriços, os vinhos podem variar; branco ou tinto, ainda que este último seja o favorito, e de preferência com notas de frutos vermelhos e uma ligeira acidez. Os vinhos Syrah são muito recomendáveis, desde os Rioja aos vinhos menos conhecidos da Denominação de Origem de Alicante.

O salame, pelos seus ingredientes, pode harmonizar com vinho rosé ou um tinto novo, enquanto que os enchidos mais frescos como o salsichão casam melhor com vinhos novos.

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Pruno 2014

 

 

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Pago de los Capellanes Crianza 2012