Escolher vinho como um especialista

 TAGS:undefinedJá não há dúvidas de que os conhecimentos sobre vinho se converteram num requisito indispensável em qualquer tipo de reunião social. Desde um jantar íntimo num restaurante até aos encontros familiares em volta da mesa, todos já sentimos a pressão social de escolher o vinho adequado a cada ocasião.

Perante esta situação, muitos sentimos que devemos fingir uma certa sabedoria em relação ao mundo dos vinhos, e especialmente quando estamos à mesa de um restaurante com a carta de vinhos nas mãos. Por esta razão, a Uvinum pretende dar um valioso conselho para escolher vinho como o fazem os especialistas: escolha o vinho mais económico da carta. Não se trata de uma atitude sovina, mas sim de uma sugestão defendida por profissionais desta área, como o crítico gastronómico Jay Rainer, e os autores Madeline Puckett e Justin Hammack.

Porquê escolher a opção mais barata? Estes especialistas expõem as seguintes razões:

Não cair no snobismo

Os elevados preços de alguns vinhos são apenas uma consequência do snobismo. As Denominações de Origem e as variedades que ganharam fama provocam o aumento da procura, logo os preços aumentam. No entanto, nem sempre os vinhos mais caros são os mais apaixonantes e inovadores. Existem vinhos de regiões menos conhecidas com muito por descobrir.

Pensar global, consumir local

A mesma coisa acontece com os produtos estrangeiros, aos quais tendemos a atribuir prestigio pelo simples facto de virem de outro país. Os gastos de transporte e distribuição aumentam consideravelmente o preço dos vinhos, algo que normalmente é relacionado com a qualidade do produto. Por outro lado, os vinhos nacionais costumam ser uma opção mais económica e a sua qualidade é, muitas vezes, semelhante ou superior.

Aceitar recomendações

Por último, é sempre recomendável deixar-se aconselhar por um escanção ou outro técnico do mundo vinícola. É deste modo que poderá descobrir vinhos completamente desconhecidos. Como alternativa, antes de comprar vinho, também pode procurar informação em sites especializados como o da Uvinum.

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Quinta do Portal Grand Reserva 2011

 

 

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Messias Colheita 1966

Mais benefícios da cerveja

 TAGS:undefinedÉ do conhecimento geral, que algumas bebidas alcoólicas, como o vinho e a cerveja, proporcionam benefícios à saúde, evidentemente, tendo sempre em vista um consumo moderado. Já aqui foram publicados vários artigos sobre este tema, hoje, para acabar com as dúvidas, trazemos mais benefícios comprovados do consumo de cerveja.

Tem uma baixa quantidade de calorias e é nutritiva

Ainda que geralmente se pense o contrário, a cerveja é uma das bebidas alcoólicas mais leves, fornecendo cerca de 43Kcal por cada 100ml. Contém vitaminas essenciais, como as vitaminas do grupo B entre as quais se encontra o ácido fólico, e ainda hidratos de carbono, fibra, antioxidantes e minerais: magnésio e cálcio. Não deve ser por acaso que a cerveja fazia parte da alimentação dos vikings …

Ajuda a prevenir doenças

Os estudos médicos efectuados nos últimos anos indicam que o consumo moderado de cerveja pode ajudar a prevenir e a controlar a diabetes. Os compostos de polifenol, minerais, fibra e o seu baixo nível alcoólico beneficiam a prevenção da doença. Por outro lado, também se encontraram indicativos de prevenção contra algumas doenças neurológicas, entre elas o Alzheimer, devido ao seu conteúdo em silício, um elemento que actua sobre o sistema ósseo e que pode prevenir a osteoporose.

Melhora a qualidade de vida

Devido ao seu elevado índice de antioxidantes, a cerveja ajuda as células do nosso corpo a não envelheceram rapidamente, protegendo-as de doenças, incluindo as degenerativas, que diminuem a qualidade de vida. Os antioxidantes possuem também a função de manter saudável o nosso coração; ajudam a aumentar o nível de colesterol “bom” e portanto diminuem o risco de padecer problemas cardiovasculares.

Como sucede com quase tudo, o excesso pode sempre provocar problemas, por vezes graves, na nossa saúde e bem-estar, mas se pode saborear um copo de cerveja fria de vez em quando, não duvide! Brindemos!

 

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Sagres Preta

Pão e Vinho: abençoado casamento

 TAGS:undefinedDe milho, de centeio, de mescla de cereais, de azeitonas, integral, de nozes; o pão é um dos alimentos mais completos e nutritivos e não deve faltar numa boa mesa, seja ela portuguesa, ou não.

É um ingrediente fundamental da sanduíche, gourmet ou não, um alimento generoso que oferece muitíssimas formas de ser combinado e harmonizado.
Por exemplo:
o pão escuro de centeio e o de cereais com queijo fresco ou queijo tipo Serra, e doces de frutos vermelhos. Mas também com patês, sobretudo de porco e javali.
Os pratos consistentes como os guisados de carnes gordas vão bem com fatias de pão integral para ensopar de molho.
O pão caseiro é delicioso em sanduíches de ovos; mexidos em azeite de manjericão, em omelete de ervas, estrelados com pimentas, etc.
A chapata vai bem com presunto, chouriço picante ou lombo fumado, enchidos secos cortados em fatias magras.
A carne pode ser acompanhada devinho tinto e regueifa, estaladiça e seca.
Para o peixe e o marisco, recomenda-se pão branco, regado de azeite e pimentão.
É também um ingrediente que combina perfeitamente com vinho, desde tempos seculares: vinho branco com queijos fortes e amanteigados em baguete; vinho tinto ou rosé (um Chianti rosé, por exemplo) com foccacia, tomate, azeitonas e pimentos assados; vinhos doces, cava e champanhe, pedem pão de passas, nozes e outros frutos secos.

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Mateus Rosé

 

 

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Quinta do Portal Rosé 2014

Os vinhos croatas

 TAGS:undefinedNos últimos anos, a Croácia assistiu a um verdadeiro boom turístico que provocou um aumento considerável do reconhecimento internacional dos seus vinhos. Com uma longa história de produção de vinho, comparável àquela dos países com mais tradição na Bacia Mediterrânica, os vinhos croatas foram bastante conhecidos em diferentes épocas, porém, as invasões otomanas, a filoxera, as guerras e os conflitos da antiga Jugoslávia, deixaram o vinho cair no esquecimento. Durante décadas, a produção vitivinícola croata dividiu-se simplesmente em “costeira” e “continental”, mas, desde há poucos anos, um grupo de produtores, escanções e especialistas no tema, criaram um sistema de 4 regiões, por sua vez divididas em 12 sub-regiões com 66 denominações de origem. O país possui cerca de 64 variedades de uva, para além de uma presença considerável de Cabernet sauvignon, Merlot, Syrah e Chardonnay.

Dalmácia
É uma zona a Sul, com um clima temperado, ideal para a produção de vinhos brancos afrutados, elaborados com as castas Posip, Debit e Marastina. Quanto aos vinhos tintos, utilizam-se as variedades Babic e Plavac mali, com importantes Denominações de Origem, como a península Peljesac e as sub-regiões de Dingac e Postup.

Ístria e Kvarner
Localiza-se no Noroeste do país e é conhecida como “a segunda Toscana”, onde se incluem as ilhas do Golfo de Kvarner. É conhecida pelos seus vinhos brancos de Malvasía istriana e Zlahtina, perfeitos para acompanhar peixe e marisco. Nos tintos, destaca-se a casta Teran e algumas variedades internacionais.

Terras altas
Fica no centro do país, mesmo na fronteira com a Eslovénia e a Hungria. A região produz brancos Sauvignon blanc, Muscat, Riesling, Pinot gris, Sylvaner, Gewürztraminer e Chardonnay, para além da Pinot noir nos tintos e excelentes vinhos doces.

Eslavónia e Danúbio
Por último, a região Eslavónia e Danúbio, bem conhecida pelo seu vinho branco seco, da casta Grasevina, conhecida em outros lugares como sendo Welschriesling ou Riesling italico. Também se produzem outros brancos, sobretudo com Chardonnay, Pinot gris e Sauvignon blanc, y tintos de Blaufränkish e outras variedades internacionais.

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Svirce Plav Hvar

 

 

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Korlat Cabernet Sauvignon

Uma cerveja diária pode reduzir o risco de ataque de coração

 TAGS:undefinedO título diz tudo: uma cerveja diária pode ajudar a reduzir o risco de sofrer um ataque de coração e outros problemas cardiovasculares. Esta foi a conclusão do estudo apresentado pela Universidade Estatal da Pensilvânia na última reunião da Associação Americana do Coração, a maior referência mundial de cardiologia.

O estudo baseou-se na análise de amostras de sangue de 80 mil adultos, assim como dos seus hábitos de consumo de álcool, durante cada trimestre dos últimos 6 anos. As amostras de sangue permitiram que os investigadores medissem os níveis de lipoproteínas de alta densidade, entre outros indicadores.

Manter um nível saudável desta lipoproteína (mais conhecida como “colesterol bom”) ajuda a prevenir a obstrução das artérias, uma das principais causas dos problemas cardiovasculares e dos acidentes vasculares cerebrais. Os resultados indicaram que as pessoas que consumiam álcool moderadamente mantinham um bom nível da lipoproteína. Este efeito positivo foi ainda mais acentuado nas amostras de sangue dos consumidores habituais de cerveja, o equivalente a uma ou duas cervejas por dia.

Pelo contrário, não se observou nenhum resultado similar em abstémios e em consumidores de doses superiores de álcool.

Sem dúvida que este é um argumento que apoia a conclusão sobre os benefícios de beber diariamente uma cerveja. “Uma razão para levantar o copo e brindar, ainda que provavelmente seja melhor fazê-lo apenas uma vez”, afirmou Shue Huang, o autor principal deste estudo.

Se bem que este é um dos maiores estudos efectuados sobre a matéria, não é o único. Esta não é a primeira vez que a Uvinum refere os efeitos positivos do consumo moderado de cerveja; a estimulação da actividade cerebral, a memória, e a redução de problemas de saúde como as doenças cardiovasculares, a artrite e o envelhecimento da pelo.

Certamente que esta notícia vai alegrar todos os amantes de uma cerveja bem fria, de preferência depois do trabalho, e com amigos. Tchim-tchim!

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Pilsner Urquell

A produção de tequila está a sofrer as consequências da escassez de agave-azul

 TAGS:undefinedHá aproximadamente 15 anos que a produção de tequilaentrou em crise devido à crescente exploração mundial da bebida e à reduzida oferta de agave-azul do México, o grande fornecedor mundial desta bebida branca tão apreciada. Logicamente que a consequência foi a subida astronómica do preço da planta, e parece que a história se está a repetir. .

A elaboração da tequila encontra-se sob a fiscalização do Conselho Regulador de Tequila. O seu regulamento e normativa estipulam que a única planta permitida na elaboração da tequila é o agave-azul. Esta é uma planta de família numerosa, porém, o facto de ser permitida apenas a espécie azul está a pôr o mercado mundial em risco.

Ao contrário das plantas anuais, o agave-azul demora cerca de 8 a 9 anos a crescer, amadurecer, e finalmente poder ser usada na elaboração da tequila. A fórmula habitual para fazer 1L de tequila necessitava 6Kg de agave-azul, hoje em dia podem chegar a ser utilizados 10Kg para conseguir obter o mesmo resultado.

Pensa-se que nos próximos três anos irão desaparecer muitas marcas de tequila das estantes das lojas especializadas, enquanto que as grandes empresas pagarão o que for pedido, desde que as suas famosas marcas estejam disponíveis no mercado.

Os produtores de agave vendem toda a sua produção, e não são muitos aqueles que pretendem plantar novamente, esperar 8 anos, e vender a colheita a um preço ainda extremamente inseguro.

A crise da tequila é real e pode significar a sua futura escassez, tal como explica detalhadamente o artigo da The Drinks Business.

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Jose Cuervo Especial Reposado

 

 

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Don Julio Añejo 1942

Vinhos para casais

 TAGS:undefinedNum jantar romântico, o chocolate e as ostras formam um efeito algo afrodisíaco, tal como o vinho, e há sempre um tinto, um branco ou um espumante ideal para partilhar num ambiente a dois.

Um vinho branco cai sempre bem, especialmente com massas, arrozes ou peixe, já que são vinhos normalmente secos e muito frescos. Recomendam-se os brancos elaborados com Cabernet sauvignon, Malvasia ou Grenache, normalmente são vinhos que vão bem com quase tudo, de modo que se há algum prato de caça na mesa, o branco também é bem-vindo.

Quando se trata de tintos, Portugal tem uma enorme variedade com qualidade, como por exemplo a Denominação de Origem do Douro. São vinhos intensos e com corpo, o que pode ser um ponto a favor para ele e para ela, já que que cada vez são mais as mulheres que saboreiam um tinto com personalidade.

Uma sugestão: reservem os tintos para pratos de carnes, carpaccios e sobremesas de chocolate. As castas Grenache e Merlot, por exemplo, resultam em vinhos delicados, longos no paladar e muito saborosos.

Em casal podemos permitir-nos o mimo de provar vinhos de qualidade, se a garrafa o merece, compensa pagar um pouco mais, seja em casa ou num restaurante. De qualquer modo, hoje em dia há vinhos de grande qualidade, por menos de 10€, e que possuem todas as qualidades para fazer uma harmonização fantástica.

Se o que pretendemos é seduzir… talvez o ideal seja um vinho espumante. As borbulhas são puro movimento e esta é uma bebida sensual por natureza, que pode ser a companhia perfeita para sobremesas ou mesmo fazer parte dos aperitivos.

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Gran Passione 2015

 

 

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Amor de Madre Crianza 2014

As 6 uvas tintas mais utilizadas no vinho do Porto

 TAGS:undefinedApesar de existir vinho do Porto mono varietal, normalmente utiliza-se mais do que uma casta e até aproximadamente 30. Estas são as 6 principais castas tintas deste vinho secular.

1. Touriga Nacional: muito fértil e vigorosa, ainda que por vezes resulte em baixa produtividade, é uma das preferidas por muitos produtores para elaborar o Porto tinto. É utilizada também em vinhos de mesa e com excelentes resultados. Os seus bagos, pequenos e de casca grossa, dão origem a vinhos escuros, intensos e de guarda.

2. Touriga Franca: é a uva de colheita mais elevada no Douro, é similar à Touriga nacional, porém, não envelhece tão bem mas produz vinhos mais aromáticos e possui taninos firmes.

3. Tinta Roriz: casta de excelente qualidade, de grandes cachos e alta produtividade, é irmã da espanhola Tempranillo.

4. Tinta Barroca: casta da Região do Douro, produz vinhos redondos e aromáticos que ganham estrutura quando associados a castas com taninos mais firmes.

5. Tinto Cão: uma das mais antigas do Douro, esta uva tem uma elevada acidez e dá origem a vinhos encorpados e com um bom potencial de envelhecimento.

6. Tinta Amarela: no Alentejo é conhecida como Trincadeira. Os seus vinhos possuem um elevado teor alcoólico e acidez média. São muito aromáticos e envelhecem bastante bem.

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Ferreira Quinta do Porto 10 Years

 

 

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Messias Colheita 1966

Porque é que o consumo moderado de álcool é bom para o coração

 TAGS:undefinedDesde há muito tempo que a comunidade cientifica debate o facto de o álcool ser ou não bom para a saúde, e ainda que alguns dos estudos efectuados tenham sido reveladores, a polémica sobre estes resultados ainda existe, e divide a comunidade em dois grupos. Um dos benefícios de que muito se fala diz respeito ao sistema cardiovascular e à saúde do mesmo quando se bebe álcool com moderação, mas a grande pergunta é: quanto é moderado?

Segundo os especialistas, o ideal é beber dois copos por dia se tiver menos de 65 anos, e reduzir essa quantidade para metade se tiver mais de 65. Um copo por dia seria o equivalente a 350ml de cerveja, 148ml de vinho ou 44ml de qualquer bebida destilada.
Entre os seus múltiplos benefícios conta-se a redução de risco de doenças cardiovasculares, derrames cerebrais, diabetes e cálculo biliar.
Os antioxidantes presentes no vinho beneficiam particularmente o coração, e de um modo geral todo o nosso sistema cardiovascular.
A estatística mostra que as pessoas activas que consomem vinho moderadamente, têm 50% menos de probabilidade de desenvolver uma doença cardíaca, ao contrário de uma pessoa sem qualquer actividade física.
A conclusão é evidente, beber álcool comedidamente traz vantagens para a saúde a longo prazo. O que não acontece quando este consumo é excessivo, podendo provocar doenças como: pancreatite, cirrose, tensão alta, diferentes tipos de cancro, depressão e alcoolismo.
E atenção: apesar das vantagens do vinho para o nosso organismo, para ter uma vida saudável não precisa de beber álcool.

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Uma fonte de vinho? Em Itália, pois

 TAGS:undefinedÉ verdade! Em Itália existe uma fonte que oferece vinho tinto durante 24 horas por dia e ao longo de todo o ano. A iniciativa partiu da adega Dora Sarchese, com o fim de presentear um reconfortante copo de vinho aos peregrinos que param na Região de Abruzzo, durante o seu percurso pelo Cammino di San Tommaso.

Existem outras fontes de vinho neste país, como a de Carosino (Taranto), San Floriano del Collio (Gorizia) ou a fonte Marino (Roma), porém estes vinhos só podem ser saboreados nas ocasiões especiais, como é o caso das festas dos padroeiros. A excepção ocorreu durante o Festival da Uva de 2008, em Marino, quando um erro técnico fez jorrar vinho por todas as torneiras da povoação durante alguns dias.

A grande diferença entre estes eventos e a Fontana del Vino de Abruzzo é que esta é a primeira fonte a oferecer vinho continuamente e sem restrição de horário.

Abruzzo inspirou-se na Fonte de Irache, cujo vinho é oferecido pela adega navarra Irache aos peregrinos que fazem o Caminho de Santiago.

Aqueles que caminham desde Roma até à Catedral de Santo Tomás de Ortona para visitar os restos do santo, encontram as boas-vindas na Fonte de Abruzzo. Deste modo, segue-se uma antiga tradição europeia, na qual os mosteiros e as abadias ofereciam vinho aos peregrinos que pediam refugio durante o seu percurso.

Desde os tempos de Carlos Magno até à Revolução francesa, os monges que aí viviam saciavam a sede dos viajantes, penitentes e religiosos que batiam às suas portas, com caldos preparados com frutos das vinhas.

Apesar da sua curta existência, esta fonte já é um sucesso turístico da região. Há longas filas de visitantes que desejam contemplar a obra do famoso arquitecto italiano Rocco Valentini, assim como provar o vinho tinto.

Uma excelente oportunidade para provar um copo do delicioso vinho tinto local, com Denominação de Origem Montepulciano d’Abruzzo Colline Teramane, e gozar a bela paisagem de vinhedos seculares.

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Masi Agricola Costasera Amarone Della Valpolicella Classico 2011

 

 

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Il Poggione Brunello Di Montalcino 2010