Água e whisky: a combinação perfeita

Podes nunca ter pensado nisso, mas a água é um ingrediente chave na produção de um bom whisky. Além disso, mesmo durante a fase de degustação, è apropriado ter uma garrafa de água contigo. Porquê? Explicamos-te já.

Whisky com água - Uvinum

Água na produção de whisky

A água está presente na produção de whisky desde o início. O ingrediente principal, a cevada, é embebida em água em grandes tanques para garantir que atinge um teor de humidade não inferior a 47%. Desta forma, a germinação é activada. A cevada maltada é então imersa em água quente novamente.

Uma vez concluída a destilação, o líquido incolor e altamente alcoólico obtido (cerca de 70%) – que se tornará whisky após a maturação – é diluído em água para reduzir o teor alcoólico. Será então feito repousar em barris de madeira para reduzir ainda mais o volume de álcool. Se, no entanto, o destilado ainda for demasiado alcoólico, então a água voltará a intervir para baixar definitivamente o teor alcoólico até 40%.

É evidente, portanto, a importância de uma boa água para o sucesso de um whisky de alta qualidade.

Água na degustação do Whisky

De acordo com os puristas, o whisky deve ser bebido suavemente, à temperatura ambiente e sem a adição de refrigerantes ou coca-cola. A única combinação possível é… com água!

Alguns especialistas chegam a sugerir cheirar a água para limparmos o olfacto antes de cheirar o whisky. Quando, por outro lado, fazemos a degustação, o conselho é alternar cada gole de whisky com um gole de água. Caso contrário, podem-se adicionar algumas gotas de água (4-5 gotas) directamente no copo, de modo a “abrir” todas as facetas aromáticas do whisky.

A água, de facto, liberta o guaiacol (um composto orgânico de natureza fenólica) das moléculas líquidas e trá-lo de volta à superfície. Graças a este éter, os aromas de tabaco, couro, mel e madeira tostada tornam-se mais evidentes.

E graças à água, então, o teor alcoólico do destilado  é também reduzido: isto diminui o sabor do álcool no nariz e na língua e destaca os aromas mais delicados.

Água natural - Uvinum

Qualquer tipo de água é adequado?

Claro que não. Idealmente, deve-se recorrer à mesma água que foi utilizada durante a produção, mas muitas vezes isto não é possível.
Deves saber que a quantidade de minerais presentes altera o sabor da água e, consequentemente, também o do whisky. Vamos evitar, portanto, usar água com gás ou água rica em cálcio e bicarbonatos. Escolheremos, em vez disso, uma água com características organolépticas semelhantes à da água utilizada na destilaria ou uma água pobre em minerais.

E o gelo?

Não é incomum ver um whisky “on the rocks”, mas na realidade o gelo deve ser evitado. O gelo, na realidade, resfria o destilado ao comprimir os óleos e outros compostos, causando uma perda de aromas e sabores. Além disso, uma vez derretido, o gelo faz com que o whisky seja diluído e não possa ser bebido.
Se quiseres mesmo arrefecer o whisky, podes pensar em colocar a garrafa ou o copo no frigorífico um pouco antes de o beber.

O vinho ajuda a reduzir a mortalidade

O vinho ajuda a reduzir a mortalidade - Uvinum

As bondades do vinho são muitas: reduzem o colesterol e previnem o risco de sofrer doenças relativas ao coração. Um novo estudo indica também que pode reduzir a mortalidade. A investigação destaca que o vinho pode ajudar a reduzir a mortalidade no geral, sendo parte integrante de uma dieta anti-inflamatória.

Segundo um estudo efectuado pela Universidade de Ciências de Varsóvia (Polónia) e publicado no Journal of Internal Medicine, consumir alimentos e bebidas com propriedades anti-inflamatórias é realmente importante relativamente à redução do risco de morte.

Dieta anti-inflamatória

Os investigadores indicam que uma alimentação anti-inflamatória (verduras, frutas cereais, queijo, azeite virgem, nozes, chocolate, chá e café) é útil para a diminuição da mortalidade devida a qualquer causa. Assim, consumir uma quantidade de vinho moderada é benéfico para a saúde, especialmente a nível dos processos anti-inflamatórios. Também a dieta mediterrânica aconselha o consumo de muitos destes alimentos e especifica a ingestão de um copo de vinho tinto por dia.

alimentação anti-inflamatória vinho - Uvinum

Neste estudo, realizado na Suécia, foram analisadas quase 70.000 pessoas de ambos os sexos, entre 45 e 83 anos. Partindo do princípio de que o sistema imunológico desencadeia a inflamação quando o corpo enfrenta uma potencial ameaça, como um químico prejudicial ou um micróbio, este processo pode tornar-se problemático quando a inflamação se converte em estado predeterminado do corpo. Os investigadores detectaram, então, que aquelas pessoas com uma alimentação repleta de alimentos anti-inflamatórios tinham 18% menos de possibilidades de morte quando comparadas com aqueles que consumiram uma menor quantidade destes alimentos.

O estudo também concluiu que em relação aos fumadores, praticar uma alimentação anti-inflamatória aumentava as possibilidades de sobrevivência.

Outros benefícios do vinho

benefícios do vinho - Uvinum

  • Aumenta as endorfinas. Quando bebemos vinho libertamos endorfinas e temos sensação de relaxamento.
  • Antioxidantes. Os polifenóis das uvas proporcionam uma acção antioxidante, verdadeiramente importante, que desacelera o envelhecimento da pele; que se renova e aumenta a textura lisa.
  • Combate as infecções urinarias. Graças à sua quantidade de vitaminas e minerais e aos antioxidantes evita que as bactérias fiquem aderidas à bexiga ou aos rins, melhorando a função de filtragem e a depuração destes órgãos.

Entender o vinho branco meio-doce

Os vinhos brancos apresentam várias tipologias, dependendo do tipo de uva utilizada; o seu sabor e cor. Normalmente são classificados segundo a concentração de açúcar nos vinhos branco doce, meio-doce e seco. Vamos conhecer algumas das diferenças entre eles e aprofundar em relação ao vinho branco meio-doce.

Entender o vinho branco meio-doce - Uvinum

Como é o vinho branco meio-doce

A sua expansão e venda são significativamente crescentes, por essa razão é inevitável falar deste tipo de vinho, venerado por consumidores e especialistas no tema.
O vinho branco doce bebe-se, habitualmente, a muito baixa temperatura, já que é maioritariamente consumido no Verão e em épocas de maior calor. Para obter a classificação “doce” deve conter mais de 50g de açúcar por litro.

Quando ao vinho branco “seco”, possui menos de 5g de açúcar por litro de vinho, logo, é muito menos doce. Entre este tipo de vinho encontram-se o meio-doce, que possui entre 5 a 15g de açúcar por litro. Também se bebe frio, mas não tanto como o vinho doce, que deve conter aproximadamente de 30 a 50g de açúcar por litro.

Como é o vinho branco meio-doce - Uvinum

Elaboração do vinho branco meio-doce

Normalmente, é realizada uma maceração a baixas temperaturas para que o mosto fermente em frio e, mais tarde, a fermentação é interrompida com uma descida de temperatura para eliminar as leveduras e obter um vinho com açúcar residual. O resultado é um vinho sem muito açúcar, pouco doce, portanto, com várias notas de sabor e baixa acidez. A frescura e suavidade são algumas das suas principais características, o que o torna muito fácil de beber.

Como harmonizar

Como não se trata de um vinho doce, não pertence exclusivamente às sobremesas, podendo também ser combinado com entradas e pratos principais. O vinho branco meio-doce casa bem com todo o tipo de peixe, queijos secos, massas e saladas. O marisco também é uma boa escolha para acompanhar este branco.

O que precisa de saber sobre tendências e restaurantes

Não temos uma varinha mágica para conhecer aquilo que será a gastronomia mas, analisando as modas e aquilo que detectamos nos restaurantes, podemos ter uma ideia daquilo que virá a nível de tendências dos restaurantes. Vamos saber?

Tendências em restauração - Uvinum

Tendências em restauração

Apostar em produtos locais

É algo actual, e que continuaremos a ver nos próximos anos. O gosto por aquilo que é ecológico estende-se aos produtos da terra e da região, e se for de um produtor que conhecemos, ainda melhor. A alimentação saudável une-se à economia da zona.

Flexitarianismo

É uma tendência estabelecida pelos responsáveis da Feira Internacional de Restauração, Hotelaria e Alimentação – Sirha, celebrada em Lyon de 26 a 30 de Janeiro – e que segue quatro conceitos: consciência, bem-estar, territorialidade e experiência aumentada. Esta tendência alimentar integra a presença de vegetais e também de peixe fresco, baseando-se na saúde mas sem chegar a extremismos.

O que precisa de saber sobre tendências e restaurantes - Uvinum

Saúde

Une-se aos dois pontos anteriores. Já são muitos os sítios onde se oferece comida vegetariana e vegana paralelamente aos pratos tradicionais, já que assim o grupo que procura um restaurante pode encontrar uma diversidade saudável. Também no mundo do vinho esta tendência cresce através dos vinhos ecológicos e veganos.

Responsabilidade

Outra tendência estabelecida pela Sirha. Quando nos referimos a restauração, este conceito procura o modo como se produz, conserva, transporta e consome, sempre sem alterar o Meio Ambiente, optando por soluções ecológicas e sustentáveis.

Criar momentos

Há já tempo que os consumidores procuram mais do que um almoço ou jantar fora de casa. Aquilo que desejam é um verdadeiro ritual de emoções formado pelo produto, o menu e o ambiente. Um verdadeiro desafio para os donos dos restaurantes que necessitam criar lugares muito especiais.

Um site prático

Esta tendência explica a era digital em que vivemos. As reservas online e as entregas a domicílio já são algo quotidiano em que os restaurantes devem estar presentes para aumentar a sua facturação. Para isto é necessário poder contar com um site prático, em que as reservas e os pedidos possam ser feitos com apenas um click e através de um telemóvel.

Porque se fazem vindimas de noite?

No final de Agosto, dependendo do ano, começam habitualmente as vindimas; a colheita das uvas que, por vezes, pode durar até Outubro. A vindima nocturna é uma prática comum em determinadas zonas de Portugal e Espanha, e a razão é que oferece várias vantagens…

Porquê a vindima nocturna?

Foto: Raimat

  • Por baixar a temperatura. Quando a vindima começa ainda é Verão, durante a noite o calor reduz e o trabalho é mais suportável e sem riscos.
  • Uvas mais maduras. Algumas adegas, como por exemplo dà Denominação de Origem Rueda, em Espanha, explicam que as temperaturas nocturnas ajudam a colher a uva, já que esta se torna mais dura e evita um desequilibro da fermentação.
  • O calor prejudica a uva. Não são apenas as altas temperaturas que diminuem o rendimento de quem vindima, também a uva se vê afectada. Durante o dia, o fruto tende a abrir e a provocar uma maior oxidação, o que não sucede à noite e permite que as uvas cheguem à adega em boas condições.
  • As adegas poupam energia. Quando a temperatura desce, a adega pode poupar energia a nível de arrefecimento, porque as uvas alcançam uma temperatura mais baixa.

A colheita nocturna aplica-se a qualquer tipo de uva?

Ainda que cada produtor tenha uma opinião diferente, de noite é possível colher todo o tipo de uva. No entanto, os especialistas indicam que as uvas brancas são as mais indicadas, já que são mais sensíveis à luz devido à sua cor e pele.

Las razones de la vendimia nocturna

Sistema misto de vindima. É realizada durante a noite e nas primeiras horas da manhã, nas horas de menos calor.

Vinhos mais frutados. Também neste caso alguns especialistas dizem o contrário, assim como certos produtores afirmam que a actividade enzimática das uvas durante a noite é muito baixa, o que proporciona vinhos mais frutados.

Vinho de uvas híbridas: terá futuro?

As uvas híbridas são utilizadas na produção de vinho um pouco por todo o mundo, mas nem sempre são as preferidas. Por exemplo, em França, estão proibidas para os vinhos classificados, excepto a Baco blanc na destilação Armagnac; a Áustria permite o seu uso na elaboração e venda de vinhos Uhudler, em Südburgenland, mas a sua etiqueta esclarece que tem uma qualidade mais baixa.

Nos Estados Unidos, e apesar dos Invernos rigorosos que suportam estas uvas, nem sempre são bem recebidas pelos consumidores de vinho.

Os híbridos (cruzamentos deliberados entre duas espécies de vide) representam menos de 5% das vinhas mundiais.

Segundo os especialistas neste tipo de vinho, como José Vouillamoz, co-autor da guia Wine Grapes, as uvas híbridas foram criadas para resistir a doenças e às geadas. Para Vouillamoz, o seu futuro é questionável.

O futuro das uvas híbridas

Outras adegas americanas explicam que os híbridos, pela sua natureza, produzem melhores vinhos. E há quem os veja como um sinal dos tempos, já que estamos numa fase em que as pessoas sentem curiosidade por coisas diferentes e experimentais, e é este perfil de consumidor que está disposto a pedir um vinho elaborado com uvas híbridas.

Pelo contrário, em outras zonas, é visto como algo positivo. Determinados vinhos deste tipo têm uma elevada capacidade de resistência aos duros Invernos alpinos, e isto serve a muitos produtores para cultivar através de técnicas biodinâmicas, algo impossível se as uvas utilizadas fossem autóctones mais frágeis.

Embora actualmente o seu futuro não seja claro, porque realmente a sua procura é reduzida, tudo irá depender da introdução de novas uvas, das mudanças de gosto dos consumidores, e mesmo das alterações climáticas, que possam obrigar os produtores a repensar o seu cultivo.

O que sucede na Europa?

A União Europeia não cria impedimentos às autorizações das variedades de uvas híbridas e à sua posterior comercialização. Estes vinhos são vendidos na Alemanha e na Itália. No entanto, em Espanha, o assunto é mais complicado, já que o Governo aprovou (2003) uma Lei da Vinha e do Vinho que especifica que o país apenas pode rotular e comercializar os vinhos procedentes de variedades de uvas da espécie europeia Vitis vinifera pura.

Porque se utiliza vinho para cozinhar? Qual é o mais recomendável?

Já há muito que o vinho é utilizado para cozinhar, sendo um modo de intensificar o sabor de todo o tipo de pratos. Ainda que muitos pensem que devemos recorrer ao vinho mais barato e de menor qualidade, a verdade é que este não é o procedimento mais recomendável. Vamos explicar-lhe quais são os melhores vinhos para cozinhar e porquê.

 

Quais são os vinhos para a cozinha

Melhor qualidade. Devemos fugir dos vinhos baratos para cozinhar. Do mesmo modo que não nos sentimos inclinados a bebê-lo, um bom prato também se pode ver prejudicado com a sua presença.

Mais um ingrediente. Para não desperdiçar um bom vinho, ao cozinhar, devemos ter consciência que este é mais um ingrediente de uma determinada receita e, como tal, devemos seguir as proporções estabelecidas.

Harmonização perfeita. Nem sempre se escolhe o vinho perfeito para cozinhar. Mas claro que não há regras; é preciso experimentar e criar, provar vários vinhos, receitas, dar sabor e apostar por aquele que nos fornece o sabor que procuramos.

Vinhos tintos. Ideais para estufados, guisados e carnes de sabor intenso. São recomendáveis os Merlot, Pinot noir, Tempranillo, Cabernet sauvignon e Syrah ou Monastrell.

Vinhos brancos. São mais ácidos e, preferivelmente, aromáticos e frutados. Vão bem com os guisados de peixe e as carnes brancas, que também aceitam um rosé.

Vinhos brancos doces. Pode reservar este tipo de vinhos para molhos doces. É bom lembrar que se trata de um ingrediente protagonista nos molhos, logo, é necessário cuidado com os vinhos muito fortes.

Receitas picantes. Em pratos de sabores mais intensos são recomendáveis os tintos novos, ou vinhos brancos aromáticos como o Gewurztraminer, Riesling e o Viognier.

Xerez. Este tipo de vinho é muito utilizado na cozinha, especialmente na harmonização com sopas e guisados de carne.

Vinhos novos ou de guarda. Como já foi dito, vão bem com carnes e peixe. Também são especialmente aconselháveis para os legumes, e pode reservar os vinhos envelhecidos para as carnes de cabrito e boi.

4 cocktails baixos em calorias

Quer perder uns quilos sem ter que renunciar a uma saborosa bebida depois do trabalho? Não se preocupe, na Uvinum conhecemos bem este problema. Por isso lhe apresentamos 4 cocktails de baixo conteúdo calórico, para que possa gozar as noites com os seus amigos e, ao mesmo tempo, manter a linha.

1. Spritzer – A bebida nacional austríaca

O Spritzer, na Alemanha chamado Weinschorle, é provavelmente o long drink mais popular da Áustria, e pode ser saboreado em qualquer época do ano. A bebida é elaborada à base de vinho misturado com água mineral e decorado com uma rodela de limão. Normalmente utiliza-se um vinho branco bastante jovem, das castas Grüner Veltiner, Weißburgunder ou Chardonnay, e a proporção entre água e vinho deve ser de 1:1.

É uma bebida refrescante e tem apenas 58 calorias/100ml.

Também tem outra vantagem: a ressaca do dia seguinte desaparece devido à elevada quantidade de água. Saboreie esta bebida que já é um clássico austríaco!

2. Vodka Soda – Simples e baixa em calorias

Água + Vodka = Vodka Soda

Evidentemente que não é tão simples… também precisa de ser corretamente misturado. Primeiro enche-se um copo de cubos de gelo e juntam-se os ingredientes. Necessita de três partes de água com gás e uma parte de vodka. Por último, decore o copo com uma rodela de lima. Este cocktail tem apenas 22 calorias/100ml.

Tem dúvidas em relação à vodka? No nosso blog encontra uma selecção única.

3. Martini – Mexido ou batido?

Já todos conhecemos a bebida preferida de James Bond. Mas sabia que este cocktail pertence à categoria das bebidas alcoólicas baixas em calorias? O Cocktail Martini é uma bebida para tomar como aperitivo, e é feito com absinto francês e gin. Uma das suas variações mais conhecidas é o Dry Martini, elaborado com London Dry Gin e a menor quantidade possível de vermute. Nunca, de modo algum…se esqueça da azeitona que decora o copo.

Uma quantidade de 100ml de Martini Cocktail tem apenas 140 calorias! Agora já conhece o segredo da elegância de James Bond.

4. Mojito – Ouro verde de Cuba

Ao contrário de muitos cocktails cubanos, o mojito é uma alternativa baixa em calorias. Inventado em La Habana, é preparado com 5 ingredientes básicos: rum branco, açúcar (tradicionalmente sumo da cana-de-açúcar), sumo de limão, soda e hortelã. Mas talvez o seu ingrediente principal seja o rum.

E, evidentemente que os melhores runs estão disponíveis na Uvinum.

A água mineral desta bebida cubana permite-lhe ser um cocktail baixo em calorias. O ouro verde de Cuba tem apenas 71 calorias/100ml.

Como pode constatar, há uma selecção única de cocktails baixos em calorias. De modo que já não terá obstáculos na sua próxima festa.

Divirta-se, experimente e saboreie, e recorde: beba com moderação!

Onde nasceu o vinho?

A Rússia é o berço da vodka. México o da tequila. Cuba do rum. Escócia do whisky. Mas…então, e de onde vem o vinho? Que país terá a honra de ter criado o vinho? A sua atribuição é duvidosa e não isenta de política, já que o facto de ter descoberto tal pérola dos líquidos é uma bela medalha. No entanto, o aparecimento do vinho não é algo que possa ser isolado da história, pelo contrário; é indissociável do desenvolvimento histórico da agricultura e da gastronomia.

A história do vinho nasce no Neolítico

Tudo parece indicar que o vinho nasceu durante o Neolítico (na Idade da Pedra). Os primeiros vestígios daquilo que poderia ser vinho foram descobertos na Cordilheira de Zagros (a região hoje em dia ocupada pela Arménia, Geórgia e Irão), concretamente, na povoação neolítica de Hajji Firuz Tepe.

Foi neste núcleo de povoamento onde se encontrou pela primeira vez um recipiente datado de 5400 a.C. que continha ácido tartárico, a substância presente na casca da uva e, como tal, parece indicar que conteve vinho. Vinho este elaborado com a espécie Vitis vinifera sylvestris.

O aparecimento das rotas comerciais

Com o desenvolvimento e a passagem das sociedades nómadas a sociedades sedentárias, evoluiu o domínio das técnicas agrícolas, para além de surgirem novos ofícios e, com eles, o intercâmbio de mercadorias e a chegada do comércio. É precisamente através do comércio que se inicia a expansão do vinho da Europa Oriental até à Índia e à China.

O vinho no Antigo Egipto

Durante o reinado de Udimo, quinto Faraó da dinastia I do Egipto (entre 2914 a.C. e 2867 a.C.), realizaram-se representações pictóricas das vindimas do povo egípcio. No início, o vinho, que também poderia ser o resultado de sumo de romãs, era utilizado em cerimónias religiosas e chamava-se Shedeh. Apesar de ser algo exclusivo da Nobreza e da Igreja, durante os períodos festivos, os egípcios de baixa classe económica também tinham acesso ao vinho.

Em relação à conservação, o vinho era guardado em ânforas seladas. Algumas delas chegaram, inclusive, a fazer parte dos objectos fúnebres dos faraós, como no caso de Tutankamón, junto ao qual foram encontradas trinta grandes jarras de vinho. No antigo Egipto, o vinho também era utilizado para limpar os corpos, antes e depois de os esvaziar, durante o processo de mumificação.

Do Egipto à Grécia

Dada a proximidade geográfica de Creta, Egipto e Fenícia, em relação à península grega, acredita-se que o vinho chegou ao berço da civilização moderna passando pela famosa ilha do Mediterrâneo Oriental.

Por volta de 700 a.C. o vinho era uma bebida habitual e atingiu um nível de popularidade tão grande que, inclusive, lhe atribuíram um Deus: Dionísio.

Normalmente era bebido misturado com água, já que possuía uma elevada graduação alcoólica, e apenas se bebia em estado puro durante os rituais e as cerimónias religiosas. Foi a partir da cultura grega que o cultivo da vinha se expandiu a outros países mediterrâneos. É também da Grécia que chega a primeira documentação sobre o vinho: sob o título Os Trabalhos e os Dias, o poeta grego Hesíodo (séc. VIII a. C.) descreveu a colheita e prensa das uvas, o modo como se consumia misturado com água, e a sua conservação; em odres de pele de cabra.

O vinho no Império Romano

Por volta de 200 a.C. o vinho chegou à península de Itália, onde mesmo nas terras do Sul começaram a chamar-se Oenotria (“terra de uva”), dada a facilidade do seu cultivo. O Império Romano teve um papel fundamental na divulgação do vinho e na extensão do cultivo da uva na Europa, chegando a plantar vinha em latitudes como a da Normandia, Flandres e Países Bálticos. Foi uma verdadeira época de esplendor do vinho, à qual devemos agradecer, entre outras, a técnica de enxertar videira.

Os romanos também começaram a utilizar cubas de madeira para armazenar e transportar o vinho, um método proveniente do norte da Europa na armazenagem de outras bebidas.

Com o desaparecimento do Império Romano e durante a Idade Média, foi nos mosteiros que se deu seguimento ao cultivo da vinha para obter vinhos destinados à celebração das missas.

O vinho no Novo Mundo

A chegada da vide e do vinho àquilo a que chamamos Novo Mundo, ocorreu graças aos jesuítas e aos conquistadores. Como o fornecimento do vinho para os ofícios religiosos devia ser garantido, pouco a pouco, as castas foram sendo levadas e plantadas, um processo que se viu acelerado com os porta-enxertos. Em pouco menos de 100 anos, durante o séc. XVI, o vinho chegou ao México, Baixa Califórnia e depois ao Peru, Chile e Argentina.

Mais História e curiosidades sobre o vinho

No Blog da Uvinum adoramos escrever, aprender e divulgar informação sobre vinho. Se deseja continuar a ler artigos sobre a história e as curiosidades do vinho, aqui deixamos alguns links que certamente o/a vão interessar.

Tchim-tchim!

O melhor rum para um mojito

O mojito é uma das bebidas com mais sucesso e, sem dúvida, o mais famoso cocktail preparado com rum. No entanto, nem sequer os especialistas em cocktails entram em acordo em relação aos seus ingredientes: lima ou limão; açúcar branco ou amarelo; hortelã ou hortelã-pimenta; água com gás ou tónica…

E tudo isto sem contar com as novas variações do mojito: com morango, licor de café, chocolate, melancia… As combinações possíveis são quase infinitas, de modo que a pergunta é inevitável: como escolher o melhor rum para cada mojito?

Um rum para cada mojito

O primeiro ponto a ter em conta é a sensação que pretende com o seu mojito, prefere refrescante, mais doce, ácido, guloso, etc. Os ingredientes e os sabores marcam o tipo de mojito, e o rum deve funcionar como um fio condutor, já que é o ingrediente principal. Deixamos aqui as nossas sugestões de rum, de acordo com as preferências do seu cocktail:

  • Mojito amargo: É aquele em que predominam os aromas e os sabores dos ingredientes como a água tónica, a raspa de lima ou de limão, a angustura ou algo mais forte como a tequila. São os mojitos mais originais, porque não é a ideia clássica do mojito, mas esse toque amargo torna a combinação muito mais refrescante. Neste caso, se quer acentuar o sabor amargo, deve utilizar um rum branco, de aroma leve como o Bacardi. Tenha em conta que o rum é um dos destilados mais doces e, portanto, qualquer rum mais forte pode fazer com que se perca o sabor amargo.
  • Mojito guloso: O mojito no qual os sabores principais são doces, como o xarope ou os frutos vermelhos (do morango à romã), chocolate, maracujá, figos ou inclusive um pouco de cava doce. Estes são mojitos em que se usa um rum muito doce (pode chegar a ser excessivo), mas sim, é necessário um rum com muito corpo para não perder a consistência. Uma das melhores opções é o rum Barceló; profundo e repleto de sabores.
  • Mojito ácido: O mojito original é uma fantástica combinação do sabor amargo da água com gás (ou soda) e a acidez da lima ou limão. É fresco e saboroso. A soda pode ser substituída por água sem gás e pode adicionar ananás, toranja ou outras frutas tropicais de sabor ácido. Com este mojito entra bem um rum doce (que evita juntar açúcar), como um rum branco forte. O candidato ideal é o Bacardi Limão, especialmente pensado para este tipo de combinação.
  • Mojito com especiarias: Este tipo de mojito é muito apreciado em vários países, mesmo apesar da fama do rum das antigas colónias (actuais ou ex-colónias) inglesas ou francesas, como as Bermudas, a Martinica ou a Jamaica. Pode utilizar especiarias como: pimenta, zimbro, gengibre ou café, e em vez de hortelã, macerados com sumo de cítricos. Para estes casos, qualquer rum de Captain Morgan terá um excelente resultado e surpresa.

Rum branco ou rum dourado?

Talvez já o saiba, mas é sempre bom lembrar…Existem dois grandes tipos de rum: o rum dourado, envelhecido em barricas de carvalho, e o rum branco, filtrado por carvão.

O rum dourado, ao passar mais tempo em barrica torna-se mais suave ao paladar. Pelo contrário, a sua cor escurece à medida que envelhece em madeira. O rum branco possui um sabor mais forte, já que passa menos tempo em barril, havendo inclusive quem o comercialize logo após o processo de destilação.

História do mojito

Antes de chegar a tão diversa quantidade de mojitos, houve alguém que inventou a bebida…

O cocktail mais famoso do Verão foi criado no séc. XVI, época em que o corsário de origem uruguaia, Silvio Suárez Díaz, alentado pelo aborrecimento que pode provocar a solidão do alto mar, ofereceu à sua tripulação uma mistura que mais tarde seria baptizada como Draquecito pelo pirata Francis Draque. Esta bebida era feita com aguardente diluída num pouco de água, limão (para combater o escorbuto), ervas aromáticas como a hortelã e um pouco de açúcar para tornar o seu sabor mais suave e ajudar a digerir a mistura. Quando, um século mais tarde, se encontrou a fórmula da destilação do rum, este passou a substituir a aguardente, tendo como resultado o nosso maravilhoso e indispensável mojito.

Conselho extra

Estas são algumas das nossas sugestões, mas se aquilo que procura é o mojito tradicional, aqui ficam 2 runs para fazer mojitos de luxo! Tchim-tchim!