Porque é que a cerveja nos faz urinar?

 TAGS:undefinedQuando bebemos cerveja notamos que vamos à casa-de-banho muito mais vezes e temos muita necessidade de urinar, o que pode ser explicado por várias razões.

A razão principal é o efeito diurético da cerveja; a quantidade de urina formada nos rins aumenta, assim como a quantidade de água eliminada. Por isso, a vontade de urinar, quando se bebe cerveja, é maior do que ao beber água ou qualquer outro líquido.

Aquilo que provoca essa urgência de urinar, são os ingredientes presentes no processo de elaboração da cerveja: o lúpulo, o componente responsável pelo efeito diurético. O lúpulo também é utilizado na produção de cerveja para equilibrar o sabor doce do malte, o que confere à bebida esse toque ligeiramente amargo tão característico.

Verdade seja dita; existem outras bebidas alcoólicas que provocam este mesmo aumento da produção de urina, já que o álcool é ele próprio um diurético estimulante da bexiga, que suprime a glândula pituitaria, a responsável pela inibição do efeito diurético.

Estas razões, fazem com que, ao beber cerveja, a desidratação aconteça mais depressa, já que ao aumentar a produção de urina, o organismo elimina mais líquido do que o habitual, e por isso é recomendável o consumo moderado de álcool. Uma das soluções para reduzir a desidratação, é a de intercalar a cerveja com pequenos goles de água, e claro está, que pode sempre acompanhá-la de petiscos.

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4 cocktails veganos para combater o calor

 TAGS:undefinedSer vegano não é incompatível com saborear um bom cocktail. Hoje propomos-lhe 3 cocktails que não contêm nenhum ingrediente de origem animal. Para além de que, são bem frescos!

1. Bellini

Ingredientes:

  • 3 pêssegos de polpa branca
  • 1 colherada de sumo de limão
  • 1 garrafa de espumante Prosecco 

Preparação:

  1. Ferver os pêssegos em água, secar e descascar passados dois minutos.
  2. Cortar os pêssegos em pedaços e liquidificar com o sumo de limão.
  3. Deitar numa jarra de vidro e adicionar o Prosecco.
  4. Misturar e servir.

2. Mojito de laranja

Ingredientes:

  • 2 medidas de rum escuro
  • 1 laranja grande
  • 2 raminhos de hortelã
  • 2 colheradas rasas de açúcar castanho
  • Gelo picado a gosto
  • Fruta a gosto

 
Preparação:

  1. Colocar o açúcar, a hortelã e a laranja, previamente cortada em pedaços, num copo grande. Esmagar com um almofariz.
  2. Coar o líquido e servir em dois copos. Juntar o gelo picado e o rum e decorar com hortelã e fruta.

3. Sangria

Ingredientes:

  • ½ chávena de Brandy
  • ¼ de chávena de açúcar
  • 2 garrafas de vinho branco
  • 3 colheradas de sumo de limão
  • 6 pêssegos brancos cortados em quadrados
  • 2 limões cortados em rodelas
  • ½ chávena de mirtilos
  • ½ chávena de morangos
  • 2 chávenas de cubos de gelo 

Preparação:

  1. Numa taça grande, misturar o brandy e o açúcar até dissolver.
  2. Adicionar o vinho branco e a fruta.
  3. Repousar em frigorífico durante uma noite.
  4. Adicionar os cubos de gelo antes de servir.

 

4. Cocktail de Amaretto Aloha

Ingredientes:

  • 1 medida de sumo de mirtilo
  • 1 medida de sumo de um ananás
  • 1/2 medida de Amaretto 

Preparação:

  1. Misturar todos os ingredientes e servir em copo com gelo picado.

 

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Alvarinho Soalheiro 2015

 

 

9 bares em Paris para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedAinda que Portugal sempre tenha sido um paraíso da gastronomia, Paris continua a ter a magia da sua cozinha, do champanhe e os vinhossobretudo os vinhos. Se pretende ir de férias, ou escapar por um fim-de-semana que seja, pegue num mapa da Cidade de Paris e tome nota dos seguintes bares para tomar vinho:

1. L’Écluse Madeleine – Aqui pode saborear saborear vinhos de Bordeaux e outras especialidades regionais. A não perder: sobremesas e queijos, bem regados.

2. L’Écluse Grands Augustins – Saborosas sobremesas e charcutaria excepcional, são as marcas da casa, onde, claro está, abundam os vinhos com Denominação de Origem francesa.

3. Nicolas Bercy – Possuem uma carta de cerca de 15 vinhos diferentes. Pode beber-se a copo ou garrafa, para além das excelentes especialidades tradicionais da cozinha francesa.

4. Vinomania – O seu nome já diz tudo. Bons vinhos de diversas Denominações de Origem e algumas excelentes e raras novidades em copo.

5. Le Comptoir Marguery – Vinhos e champanhes para provar e saborear.

6. Le Tambour – Este pequeno bar apresenta uma cozinha despretensiosa acompanhada de vinhos locais. Pode pedir pratos até às 3h da madrugada.

7. Avant Comptoir – Normalmente, a decoração de bares e restaurantes parisienses é feita com esmero, o Avant Comptoir não é uma excepção. Possui uma variada carta de vinhos e pratos.

8. Aux Bons Crus – Pequeno bar acolhedor com serviço de vinhos e pratos da região. É o proprietário quem habitualmente, selecciona os vinhos.

9. O Chateau – Bar bem conhecido, com abundante diversidade de vinho, queijos, bons pratos e excelente ambiente. É frequentado por parisienses e turistas.

E, se ainda não é desta vez que pode ir até Paris, pode sempre tomar um copo de vinho francês. Tchin-tchin!

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Domaine Remoriquet 2014

 

 

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Château Villars 2010

 

 

7 cocktails para celíacos

 TAGS:undefinedNada melhor do que saborear um delicioso cocktail para relaxar e deixar de lado as preocupações por um momento, incluindo os celíacos, que não têm porque privar-se deste prazer.

Hoje deixamos-lhe 7 receitas de cocktails sem glúten que pode elaborar em casa.

1. Canaletto

Ingredientes:

  • Cava ou champanhe
  • 100gr de framboesas
  • 2 colheradas de açúcar
  • Sumo de um limão

Preparação:

1. Macera as framboesas com açúcar e sumo de limão.
2. Deitar a mistura numa garrafa e misturar com o cava bem frio.
3. Servir em copos gelados e saborear.

2. Sangria

Ingredientes:

  • 2 maçãs
  • 1 pêssego
  • 1 laranja
  • 100 mililitros de conhaque
  • 100 mililitros de cointreau
  • 4 colheradas de açúcar
  • 500 mililitros de vinho tinto

Preparação:

1. Cortar a fruta em pequenos quadrados.
2. Macerar tudo com uma mistura de conhaque, cointreau e açúcar, durante 3 horas.
3. Misturar o vinho tinto antes de servir.

3. Cocktail com vinho

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vinho
  • 30 mililitros de licor de sabugueiro St. Germain
  • 1 fio de bitter
  • Água mineral com gás
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o vinho, o licor e o bitter num copo com gelo.
2. Completar com a água com gás e misturar antes de servir.

4. Cocktail com champanhe

Ingredientes:

  • 1 colherada de licor de cássis
  • 150 mililitros de champanhe ou cava

Preparação:

1. Servir o licor de cássis e completar com champanhe ou cava.

5. Cocktail com cerveja

Ingredientes:

  • 250 mililitros de cerveja sem glúten
  • 250 mililitros de limonada

Preparação:

1. Servir a cerveja e completar com limonada.

6. Cocktail com vodka

Ingredientes:

  • 60 mililitros de vodka
  • Sumo de um limão
  • 1 colherzinha de açúcar

Preparação:

1. Deitar a vodka, o sumo de limão e o açúcar no shaker.
2. Servir em copo com gelo e decorar com uma rodela de limão.

7. Cocktail com rum

Ingredientes:

  • 60 mililitros de rum escuro
  • 180 mililitros de ginger ale
  • Um quarto de limão
  • Gelo a gosto

Preparação:

1. Deitar o ginger ale num copo com gelo.
2. Completar com rum, espremer o limão e servir.

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Agusti Torello Mata Brut Nature Gran Reserva 2010

 

5 propostas para gourmets em férias

 TAGS:undefinedO turismo gastronómico encontra-se em subida e sobretudo graças à quantidade de pessoas que procuram saber mais sobre a gastronomia de cada lugar. Os profissionais com mais anos no sector convivem com os mais novos, que necessitam dar a conhecer os seus descobrimentos culinários. A oferta é ampla e variada. Se vai de férias e a gastronomia é uma das suas paixões, este artigo interessa-lhe.

1. Galiza
O norte de Espanha é uma verdadeira delícia para os sentidos. O peixe e o marisco são os protagonistas de vários restaurantes e bares com estrelas Michelin.
Uma destas opções é o restaurante Fogón Retiro da Costiña, com uma estrela Michelin e uma sala-adega onde se serve cozinha galega reinventada e regada com importantes vinhos da região. Nas Rías Baixas, encontrará centenas de adegas convidativas numa zona conhecida pelos seus excelentes vinhos e mariscos. Mais para o interior, na Região com Denominação de Origem Ribeira Sacra, há já uma série de adegas modernizadas e abertas ao público, como a Bodega Regina Viarum, em Doade, Lugo.

2. País Basco
A boa mesa é uma das características do País Vasco. Qualquer tasca onde se entre para provar os famosos pintxos, já sejam quentes ou frios, é uma boa forma de provar novos sabores. No centro histórico de Bilbau, muito recomendável, pode escolher entre tascas, restaurantes novos, carne ou peixe, mas há algo que deve provar: o molho Idiazábal (um queijo basco que já é património gastronómico europeu). O centro histórico de San Sebastian é também uma opção repleta de restaurantes e bares de pintxos.

3. México
Referir o México em relação à sua gastronomia implica uma extensa variedade de produtos. Entre as diversas rotas gastronómicas pelas que pode optar, destaca-se a de Yucatán, onde a cultura Maia embebe os restaurantes, casas e mercados improvisados de refeições.
A cozinha tradicional desta zona constitui-se de: milho, sementes de abóbora, orégão e coentros, cebola roxa, laranja amarga, chiles vários e lima. Alguns dos pratos típicos que aqui se podem saborear, são: o Chilmole, feito com chiles secos, pimentas brancas e pretas que se adicionam a umas tortitas duras de milho; o Poc Chuc, um prato de carne de porco assada com cebola picada e marinada em água morna e sal; a Cochinita pibil, também com carne de porco, esta marinada em achiote, sumo de laranja amarga, alho, sal e pimenta. A carne é envolvida em folhas de bananeira e cozinhada sob a terra.
4. Úmbria
Os mais exigentes podem visitar Itália e procurar as melhores receitas. Esta é uma cozinha de que todos gostam, e as suas diferentes regiões proporcionam uma enorme variedade culinária. Úmbria situa-se no interior do país, a sua produção de carne de porco dá origem a deliciosos enchidos e presuntos. Também se destacam os queijos de ovelha e cabra, sejam frescos ou secos.
Os pratos podem ser combinados com trufas (a famosa trufa negra) saboreadas também em algumas das massas que preparam. O seu azeite possui Denominação de Origem Protegida. Em relação à produção vinícola, entre brancos e tintos, destacam-se os vinhos de Sagrantino di Montefalco.

5. Paris
Resumir a cozinha parisiense a apenas umas linhas não é tarefa fácil e já muitos o fizeram… Para aqueles que gostam de comer e também de cozinhar, podem provar, e depois elaborar, um Croque Monsieur, crepes franceses ou mesmo caracóis.

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Nostalgia Alvarinho Branco 2013

 

 

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Quinta da Romaneira 2009

 

 

7 bares em Londres para tomar um bom vinho

 TAGS:undefinedLondres é uma das cidades com maior número de culturas, talvez por isso também possua uma enorme variedade de bares e restaurantes. Para além da cerveja e do whisky, nesta cidade bebe-se bom vinho, sobretudo graças aos produtores de vários países que tornam possível saborear as suas obras em lugares de ócio. Se pensa visitar Londres ou vive na cidade, siga as nossas recomendações:

1. Vinoteca – Bastante popular, aqui encontram-se vinhos franceses, italianos, espanhóis e portugueses. Realizam-se provas e outros eventos.
2. Cork & Bottle – Está localizado numa zona de grande movimento e rodeado por teatros. Por essa razão, é habitual encher-se de turistas e tomar um vinho antes ou depois das peças de teatro. Boa selecção de vinhos e comida.
3. Fortnums 1707 – Em Picadilly. Possuem uma excelente selecção de vinhos a bons preços e uma loja onde os pode adquirir. Fecham bastante tarde, o que significa que à noite, pode beber vinho quando lhe apetecer.
4. Troubadour Wines – Bar, restaurante e loja de vinhos da Argentina, França e Itália, entre outros países.
5. Willy’s Wine Bar Se pretende fish&chip de qualidade, este é o sítio onde deve ir. Há bons vinhos na sua carta, tanto brancos como tintos. Algo a que os britânicos estão a aderir cada vez mais.
6. Bar Pepito– Um dos bares espanhóis que ganhou fama em Londres. A raiz é andaluza, pelo que se pode deduzir o seu ponto forte: as tapas. Para beber? Xerez e vinhos de outras comunidades espanholas.
7. Sager + Wilde – É o lugar indicado para um bom petisco acompanhado de bons vinhos. Enchidos, queijos, pão e variedade de vinhos.

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Miraval Rosé 2015: um vinho rosé da DO Côtes De Provence com uvas de syrah, rolle, garnacha, grenache e cinsault de 2015, 

 

 

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Habla Rita 2015: é um Côtes De Provence das adegas Bodegas Habla – Bodegas y Viñedos de Trujillo com uvas de garnacha negra, syrah e garnacha de 2015.

 

 

Como arruinar uma refeição

 TAGS:undefinedImagine a seguinte situação: Organiza uma refeição para festejar algo com os seus amigos ou com a família. Já há vários dias que anda a pensar nos pratos e no vinho. Quando chega o dia, está tudo perfeito, porém, os pequenos pormenores que, à partida, pareciam não ter importância acabam por desfazer o esforço investido nesta preparação. Se não quer que isto lhe suceda, recomendamos seguir estes conselhos para evitar arruinar uma excelente refeição.

As alcachofras
Alcachofras e vinho não é realmente uma boa combinação. Ainda que esta afirmação não se possa generalizar, já que existem algumas harmonizações possíveis. Parece que as alcachofras possuem um composto chamado cinarina que deixa o sabor do vinho um pouco estranho. O melhor é escolher um vinho branco leve.

Servir o vinho demasiado quente ou demasiado frio
Cada tipo de vinho deve ser bebido segundo a temperatura que necessite. Ou seja, um vinho tinto demasiado quente ou um branco extremamente frio podem realmente estragar uma refeição. Se o vinho está a uma temperatura demasiado elevada, podemos colocá-lo no frigorífico durante 30 minutos antes de servir. Para os brancos, é recomendável retirar o vinho muito gelado do frigorífico e deixá-lo a temperatura ambiente durante alguns minutos.

Harmonizações sem perfeição
Hoje em dia, a harmonização é uma verdadeira arte. Porquê? Unir sabores, receitas, vinhos, paladar e aromas não é uma tarefa fácil. Uma boa refeição pode ser arruinada se o vinho escolhido for inadequado para o prato. Um vinho doce pode não ser a melhor ideia para uma prato com mais gordura, mas é certamente equilibrado combiná-lo com determinadas sobremesas. Do mesmo modo que um branco fresco pode não ir bem com algumas carnes de caça. O melhor é que se informe sobre as melhores harmonizações e escolha os vinhos segundo os pratos que pretenda preparar.

Se o vinho está quente, gelo nunca!
Certamente que os amantes do vinho já têm conhecimento desta informação. Se o vinho a servir aqueceu demasiado, é melhor não ter a “brilhante” ideia de lhe pôr um cubinho de gelo. Se o fizer, estará a misturar água ao vinho… Só há uma coisa a fazer: deixá-lo no frigorífico durante algum tempo.

Não misturar dois vinhos diferentes no mesmo copo
Quando misturamos vinhos de diferente marca, origem e paladar, o resultado pode não ser agradável. Cada vinho tem as suas próprias características e deve ser tomado sozinho.

Salada e vinho: um prazer divino (e saudável)

 TAGS:undefinedNestes dias de calor, a melhor opção para uma refeição é uma salada, que pode preparar de mil e um modos diferentes. Se for acompanhada de um bom vinho, ainda melhor. Hoje propomos-lhe algumas saladas, e vinhos correspondentes, para que que possa saborear um menu de verão.

1. Salada de arroz

Ingredientes:

  • 200gr de arroz basmati
  • 6 azeitonas pretas
  • 12 alcaparras
  • 2 ovos cozidos
  • 1 lata de atum
  • 2 rodelas de ananás de conserva
  • 4 tomates cherry
  • 16 uvas passas
  • 6 lagostins
  • Sal a gosto

Tempero:

  • 4 colheres de sopa de azeite virgem
  • 2 colheres de sopa de mostarda
  • 1 colher de nata líquida

Preparação:

  1. Cozinhar o arroz. Deixar arrefecer sob um jorro de água e escorrer.
  2. Cozer os ovos. Deixar as passas de molho para que se hidratem.
  3. Cortar os restantes ingredientes em pedacinhos. Misturar todos os ingredientes na saladeira e decorar com os pedaços grandes de atum.

Para esta receita, recomendamos um vinho tinto jovem e ligeiramente de agulha, como o Baigorri; um vinho de maceração carbónica, ideal para acompanhar saladas complexas.

2. Salada de feijão-verde e batata

Ingredientes:

Para a vinagreta:

  • 20 mililitros de vinagre de maçã
  • 60 mililitros de azeite virgem
  • 1 colherzinha de mostarda Dijon
  • 1 dente de alho
  • Pimenta preta a gosto
  • Sal a gosto

Para a salada:

  • 100gr de feijão-verde
  • 1/2 colherzinha de bicarbonato
  • 50gr de atum em azeite
  • 100gr de batata cozida para guarnição
  • 50gr de tomate cherry
  • 30gr de azeitonas pretas sem caroço
  • 4 ou 5 anchovas
  • 1 ovo cozido

Preparação:

  1. Colocar todos os ingredientes da vinagreta numa taça. Bater à mão até emulsionar. Reservar.
  2. Lavar o feijão-verde e retirar os extremos. Quando a água com bicarbonato ferver, deitar o feijão-verde e cozer durante 5 minutos.
  3. Retirar o feijão-verde e colocar num recipiente com água gelada, Deixar arrefecer, escorrer, secar e reservar.
  4. Escorrer o atum e partir em pedaços com as mãos. Cortar as batatas pequeninas, os tomates, as anchovas e as azeitonas a meio. Misturar todos os ingredientes.
  5. Descascar o ovo cozido, cortar em quatro partes e reservar. Regar a salada com a vinagreta e decorar com ovo.

E que tal um vinho rosé francês para uma salada do mesmo país? Este é um bom momento para saborear um bom rosé?

 

3. Salada de talharins de curgete

Ingredientes:

  • 4 curgetes
  • 8 tomates cherry
  • 2 fatias de presunto
  • 80gr de queijo parmesão
  • 40gr de pinhões
  • 1 dente de alho
  • 5 colheradas de azeite virgem
  • 1 molho de manjericão
  • Sal e pimenta a gosto

Preparação:

  1. Cortar o presunto em tiras finas. Dourar os pinhões numa frigideira.
  2. Lavar los tomates, secar e cortar em quartos. Lavar o manjericão e secar bem.
  3. Reservar alguns raminhos para decorar no final e cortar o resto.
  4. Cortar o queijo em fatias finas. Descascar o dente de alho e picar.
  5. Lavar as curgetes e cortar em lâminas finas sem chegar à parte central das sementes.
  6. Aquecer 3 colheradas de azeite. Dourar a curgete a fogo forte durante 2 minutos.
  7. Mexer continuamente com uma colher de madeira.
  8. Deitar o alho e os tomates, temperar com sal e pimenta recém moída. Cozinhar durante mais um minuto.
  9. Apagar o lume, polvilhar o manjericão e o parmesão, juntar os pinhões e o presunto e misturar bem.
  10. Empratar os talharins com um fio de azeite. Decorar com manjericão e servir.

Na nossa selecção não podia faltar um vinho branco. O corpo delicado e um tanto oleoso do Enate Chardonnay 234 2015, pode funcionar muito bem com esta suave salada. 

As zonas vitivinícolas alemãs (III/III)

 TAGS:undefinedOs vinhos alemães ocupam diversas áreas de grande beleza no país. Vale a pena, não só descobrir as regiões vinícolas, como conhecer os seus diferentes vinhos. Hoje fazemos uma visita a outras zonas de produção de vinho e conhecemos um pouco das suas castas, tipos de vinho e extensão de produção.

Mittelrhein

Ainda que seja uma zona de reduzida dimensão, produz diversos vinhos de grande importância, tais como, Riesling, Müller-Thurgau e Kerner, sendo o primeiro o que mais se destaca entre eles, com 70% do total de variedades. Aqui também se encontram uvas Weißburgunder (Pinot blanc) e Grauburgunder (Pinot gris).

Comarca de Saale-Unstrut

Talvez seja uma das mais belas zonas da Alemanha. São paisagens repletas de vinha e onde se destacam mais de 30 variedades de uvas, entre as quais: Müller-Thurgau, Weißburgunder e Silvaner. A Riesling e a Gutedel representam os vinhos brancos, nos vinhos tintos; Portugieser, Blauer Zweigelt e Spätburgunder. São cerca de 500 produtores dedicados ao vinho nesta região de vinhos de qualidade.

Platz ou Região de Palatinado

Uma grande parte das vinhas localiza-se na região de Mittelhaardt. A zona compreende mais de 5000ha de superfície, onde se destaca o Riesling sobre qualquer outra variedade. Não é injustificado, como tal, que este seja um dos vinhos com maior exportação da Alemanha. No vinho branco, a exploração dirige-se sobretudo às castas Gewürztraminer e Scheurebe e nos vinhos tintos: Dornfelder, Portugieser, Spätburgunder e Regent. 3000 famílias dedicam-se à produção de vinho nesta zona, muitos dos quais são vendidos nas suas próprias adegas.

Rheingau – Uma longa tradição

Compreende 3000ha de superfície vinícola, onde se destaca o cultivo de Riesling, e outras variedades como Spätburgunder, Müller-Thurgau, Ehrenfelser, Weißburgunder. Também as castas internacionais como a Chardonnay e a Sauvignon blanc fazm parte da produção regional.

Se pretende conhecer mais sobre as regiões vitivinícolas alemãs, não perca os dois artigos anteriores desta série: As zonas vitivinícolas alemãs (I/III) e As zonas vitivinícolas alemãs (II/III).

 TAGS:Markus Pfaffmann Riesling Trocken 2015Markus Pfaffmann Riesling Trocken 2015

Markus Pfaffmann Riesling Trocken 2015: Vinho branco com Denominação de Origem Pfalz. Colheita de 2015. Graduação alcoólica- 12.5º

 

 

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Klumpp Grauburgunder Trocken 2015: Vinho branco com Denominação de Origem Baden das adegas Klumpp elaborado com uvas de 2015. 

 

 

As zonas vitivinícolas alemãs (II/III)

 TAGS:undefinedGraças aos grandes contrastes de temperatura, a Alemanha possui diversas zonas vinícolas que produzem vinhos brancos e tintos. Já aqui foram descritas algumas destas rgiões no nosso primeiro artigo, desta vez revelamos algumas zonas mais onde é elaborado o bom vinho alemão.

Zona de Franken ou Francónia

São 6.040ha junto ao rio Main. Uma grande parte destes vinhedos encontra-se na Cidade de Würzburg e seus arredores e os vinhos que aqui se produzem são diversos, destacando-se entre eles: Steinwein, Silvaner e Müller-Thurgau. No vinho tinto as referências são as castas Domina e Spätburgunder (Pinot noir). Nesta zona agrupam-se mais de 5.400 empresas viticultoras, com vinhas de grande reputação como os de Homburger Kallmuth, Rödelseer Küchenmeister, Randersackerer Pfülben e Escherndorfer Lump.

Zona de Mosel-Saar-Ruwer

Esta região de vinho alemão é a mais antiga do país. Ocupa 10.400ha e possui vários microclimas que possibilitam a elaboração de um dos vinhos mais conhecidos do país, o famoso Riesling, vinho de acidez equilibrada e considerado um dos melhores brancos do mundo. A sua especialidade é a antiga variedade de uva Elbling, para além da Müller-Thurgau, a Burgunder Weiß e a Grau. No total, existem cerca de 2000 terrenos de vinha, cujos donos produzem os seus próprios vinhos. O enoturismo está bastante vinculado a esta zona onde se realizam provas de vinho muito variadas.

Comarca vitivinícola Hessische Bergstraße

Ainda sendo a mais pequena do país, é uma das zonas com mais história. São 440ha de superfície vitícola, onde, tal como em outras regiões, a preferência é dada aos vinhos brancos Neste caso as castas Riesling, Grauburgunder, Weißburgunder, Müller-Thurgau e Silvaner. As variedades tintas são a Blauer Spätburgunder, Dornfelder e Gewürztraminer.

Se pretende saber mais sobre as zonas vitivinícolas alemãs, não perca a primeira parte desta série de artigos, As zonas vitivinícolas alemãs (I/III).

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Hoffmann Simon Guts-Riesling Trocken 1L 2014: um vinhos branco Mosel com os mejores cachos de riesling de 2014 e 10º de álcool en volume

 

 

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Dr Loosen Dr L Riesling 2015: Vinho branco Mosel-Saar-Ruwer com Riesling de 2015. 9º de graduação alcoólica.