O maior museu do vinho do mundo

 TAGS:undefinedOs amantes do vinho têm mais um lugar para visitar neste verão. Chama-se Cidade do Vinho ou Cité du Vin, fica em Bordeaux, França, e ocupa cerca de 14.000 m²; uma superfície dedicada à cultura do vinho e à descoberta da mesma através de actividades. Uma das razões pelo qual vale a pena visitar este espaço, para além do enorme espaço a explorar, é o facto e ser um lugar que une arte, experiência e história. Uma combinação única.

O museu possui uma adega com mais de 14.000 garrafas, onde é possível saborear e assistir à elaboração do vinho in situ.
A arquitectura surpreendente da Cidade do Vinho já ganhou a alcunha de Guggenheim do vinho. O edifício possui uma forma leve e ondulada, com uma fachada repleta de painéis de alumínio e vidro serigrafado, que oferecem uma interessante perspectiva de reflexos dourados.
Os visitantes podem também visitar os restaurantes e bares do museu, onde decorrem várias degustações, provas de vinho e outras actividades.
A entrada custa aproximadamente 20€ e inclui vários percursos acompanhados de explicações sobre as Denominações de Origem de diferentes países. Há ainda degustações e outras actividades incluídas no preço do bilhete, para além de uma vasta programação cultural com espectáculos, concertos e debates sobre o vinho.
O museu encontra-se, como já foi mencionado, em Bordeaux, e não é por acaso… Para além da sua beleza, a cidade é o berço do vinho, em todos os sentidos.

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Domaines Barons de Rothschild Lafite Mouton Cadet Bordeaux Aoc Halbe Flache 375ml 2014: Trata-se de um vinhos tinto de Bordeaux, da colheita de 2014 de 13.5º.

 

 

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Domaines Barons de Rothschild Lafite Cabernet Sauvignon Rosé 2014: Trata-se de um vinhos tinto de Bordeaux, da colheita de 2014 de 13.5º.

 

 

Domaines Barons de Rothschild Lafite Baronne Charlotte Graves Aoc 2014
Um bordeaux das adegas Domaines Barons de Rothschild (Lafite). Colheita de 2014.13º de teor alcoólico.

Domaines Barons de Rothschild Lafite Le Rosé de Mouton Cadet 2015
Vinho rosé com Denominação de Origem Bordeaux. Colheita de 2015. 12.5º de graduação alcoólica. 10.36€

6 benefícios do vinho branco

 TAGS:undefinedJá muito se sabe sobre as vantagens fornecidas pelo consumo de vinho tinto, mas os brancos, para além de frescura e aroma inconfundível, também têm a sua importância. Quais são os principais benefícios que proporciona o consumo do vinho branco?

1. É aconselhável a quem padece de doenças do aparelho respiratório
Segundo uma investigação realizada pela Escola de Medicina de Buffalo, o consumo moderado de vinho branco, ao longo dos anos, pode chegar a melhorar a saúde pulmonar, prevenindo o aparecimento de doenças que habitualmente afectam o sistema respiratório.

2. Ajuda a perder peso
Apesar de parecer estranho, já que se diz que o vinho branco possui calorias, uma investigação da Universidade de Hohenheim demonstrou que as pessoas que pretendiam perder peso, e bebiam vinho branco moderadamente, conseguiram emagrecer.

3. É um antioxidante
Tanto o vinho tinto como o vinho branco são antioxidantes devido às propriedades das uvas. Pensa-se que esta propriedade faz com que o vinho branco também proteja as células e impeça o desenvolvimento de algumas doenças como o cancro, sobretudo, o cancro da mama.

4. É nutritivo
Pois sim. O vinho é nutritivo pela quantidade de vitaminas e minerais que possui. O vinho branco, concretamente, possui fósforo e potássio.

5. É bom para mente
Exacto. Também reforça o entendimento. Não só proporciona benefícios ao corpo, mas também à mente, segundo um estudo efectuado na Universidade de Reading. Esta investigação concluiu que o ácido fenólico, presente no vinho, exerce uma acção positiva nas células cerebrais, o que protege o desenvolvimento das doenças neurodegenerativas.

6. Ajuda a fortalecer os ossos e os músculos
Ainda que seja necessário praticar exercício físico, o resveratrol, uma substância presente no vinho branco com propriedades anti-inflamatórias, fortalece os músculos e mantém os ossos fortes.

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Alvarinho Soalheiro 2015: um vinhos branco de Vinho Verde com uvas da colheita de 2015 e com 12.5º de graduação alcoólica. 

 

 

 TAGS:Andreza Códega do Larinho Branco 2015Andreza Códega do Larinho Branco 2015

Andreza Códega do Larinho Branco 2015: elaborado por Lua Cheia, é um vinhos branco da DO Douro com uvas da vindima de 2015, teor alcoólico: 12º.

 

 

A alimentação kosher

 TAGS:undefinedA Cashrut é termo que define as leis da alimentação impostas pela religião judaica. Kosher ou casher é, pois, o conjunto de alimentos aptos para os praticantes desta religião, que exclui a carne de animais considerados impuros como o porco, os moluscos e crustáceos e a maioria dos insectos, excepto lagostas e gafanhotos e algumas mesclas de carne e leite.

Os animais cuja carne é permitida, devem ser mortos através de uma metodologia definida, tal como os produtos agrícolas, que devem cumprir procedimentos concretos. As razões para tal podem ser explicadas pela filosofia judaica – que segundo alguns teólogos, atribui virtudes aos animais kosher, e vícios àqueles que são excluídos – e por motivos de higiene, ainda que este último ponto seja discutível.

Os mamíferos que se permitem consumir devem ser ruminantes e ter as unhas partidas. Em relação às aves, a explicação é pouco clara; são permitidas aquelas tradicionalmente consideradas kosher. O peixe deve ter escamas e barbatanas. Estão proibidos todos os invertebrados (excepto os acima mencionados) assim como répteis e anfíbios.

É interdito o consumo de carne de animais (mesmo sendo kosher) que não sejam abatidos segundo o sacrifício ritual correspondente. A esta condicionante junta-se: os animais com lesões ou defeitos significativos; o sangue; determinadas zonas da gordura abdominal relativa a carne de gado; a fruta nascida de uma árvore durante os três primeiros anos após a sua plantação, o qual também é aplicado às uvas, e portanto, ao vinho.

Também são proibidas as misturas de carne e leite, plantas que se tenham desenvolvido juntas (por exemplo: cereais e vinha) e leite com possibilidade de ter sido misturado com leite de animais não kosher, assim como os seus derivados.

Em relação ao vinho kosher, este deve ser produzido exclusivamente por judeus e as uvas não podem ser pisadas, já que os pés são considerados impuros. Todos os vinhos necessitam receber uma garantia conferida por um rabino, algo cada vez mais tido em conta por muitos produtores do mundo.

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Nexus Kosher 2013 é um vinhos tinto vinificado na DO Ribera del Duero da vindima de 2013. 

 

 

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Flor de Primavera Peraj Ha’Abib 2014: um vinhos tinto da DO Montsant com o melhor da vindima de 2014.

 

O que se bebia na época de Shakespeare?

 TAGS:undefinedQuatrocentos anos após a última obra de Shakespeare, vamos ver quais são as bebidas mencionadas nas suas peças de teatro, e quais as que provavelmente utilizaram os seus amigos para brindar os êxitos.

Cada uma das suas obras possui aproximadamente 38 referências de bebidas alcoólicas. A escolha da bebida de uma determinada personagem, representa também a sua posição social e personalidade, assim como deixa entrever quais os hábitos de uma dada época e de uma dada faixa etária. Mas esta é uma vasta área de estudo, que diz respeito à literatura…
O chá e o café ainda não tinham chegado à Grã-Bretanha e a água era um verdadeiro risco para a saúde, razões pelo qual, as bebidas alcoólicas eram a opção mais frequente.

Estas eram as bebidas mais habituais:

Ale e cerveja
A Ale era uma bebida tradicional de sabor suave, muito popular e conhecida como fonte de vitaminas. Uma bebida de pobres e ricos, sem barreiras sociais.
Entretanto, na Holanda, a cerveja era uma novidade à qual se adicionou lúpulo, o que, inicialmente, foi visto como uma adulteração e pouco a pouco se apoderou de Inglaterra. Nesta época, a cerveja era relativamente doce e frutada.

Aqua vitae
Refere-se à maioria das bebidas alcoólicas daquela época, pelo qual poderiam nela incluir-se bebidas semelhantes ao brandy e ao whisky. Shakespeare menciona seis vezes a aqua vitae, e descreve-a como sendo uma bebida reconstituinte ou terapêutica, ao contrário do vinho ou da cerveja. Em Romeu e Julieta, a Ama pede-a por duas vezes: quando se explica a morte de Teobaldo e o desterro de Romeu, e quando acredita que Julieta morreu na sua cama.

Clarete
Naquela época era una bebida muito mais leve e mais próxima do cor-de-rosa que do vermelho Bordeaux. Shakespeare confere-lhe uma qualidade simbólica, grandemente sentida naquela altura. Durante o séc.XII, Bordeaux e a zona da Gasconha converteram-se em território inglês como consequência da união de Henrique II e Leonor da Aquitânia. Os vinhos de Bordeaux foram enviados em grandes quantidades para Inglaterra, porém, no final da Guerra dos Cem Anos, a Gasconha foi recuperada pelos franceses e a disponibilidade do clarete diminuiu notavelmente. É bom lembrar que, na Inglaterra de Shakespeare, o vinho era um bem não acessível para todos. Como produto importado, de avaliação 12 vezes superior à da cerveja ou dos refrescos, apenas estava ao alcance da monarquia.

Sherry sack
Hoje seria definido como vinho aromático, converteu-se num termo utilizado para denominar uma série de vinhos semelhantes ao do Xerez, alguns deles fortificados, outros doces, Sherry sack, foi o nome mais conhecido. Existem várias referências associadas à personagem de Falstaff a saborear Sherry sack e pedindo mais.

Metheglin
Una bebida alcoólica de origem galesa, fermentada a partir do mel . Era um hidromel feito com especiarias e usada como tónico, que apenas os mais ricos podiam conseguir. Aparece em duas obras de Shakespeare: Trabalhos de amor perdidos e As alegres comadres de Windsor. Ainda que hoje não seja produzida para distribuição comercial, há um certo interesse em voltar a elaborar esta bebida.

Moscatel
Saboroso e doce, elaborado com uva moscatel, esta é a bebida de Petruchio, na peça de teatro – A Fera Amansada. Na época, o termo moscatel era geralmente utilizado para se referir aos vinhos gregos, a maioria deles vindos de Creta ou Zante.

Posset
Actualmente chama-se Posset a uma sobremesa cremosa e espessa, normalmente com sabor de limão, Mas na época isabelina, esta era uma bebida de leite quente, coalhada com ale ou vinho , geralmente com sabor a especiarias e provavelmente açúcar. Lady Macbeth adormece os guardas da zona privada do Rei Duncan, precisamente com um posset envenenado.

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Palo Cortado Península

 

 

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Rey Fernando de Castilla Oloroso Antique 50cl

 

De onde vem a palavra whisky?

 TAGS:undefinedA palavra apareceu no princípio do séc. XVIII, como sendo uma tradução do gaélico ao termo latino aqua vitae – água da vida- que em língua celta se diz uisge beatha, ainda que provavelmente o seu uso venha de séculos atrás.

Na verdade, whisky, é um entre os muitos termos adaptados à grafia e pronuncia inglesa que se utilizaram até aos meados de 1700, quando aparecem os primeiros escritos a utilizar a palavra tal como chegou aos nossos dias, e agora utilizado apenas para designar os destilados de grão e cereais da Irlanda e EUA, que porém, na sua origem era usado sem distinção entre whisky e whiskey.

Ainda que a destilação de whisky provenha dos antigos celtas, as primeiras referências escritas aparecem apenas no final do séc. XV, quando os monges escoceses utilizavam o whisky como sendo uma bebida medicinal.

Existe a teoria de que a diferença entre whisky e whiskey, deriva do empenho a que se lançaram as destilarias dos EUA e da Irlanda, por volta de 1870, para se distinguirem das destilarias escocesas, que naquela época produziam um destilado considerado de qualidade inferior.

Seja ou não, a explicação correcta, a verdade é que hoje em dia, o segundo termo é utilizado para os destilados produzidos na Irlanda (cevada e destilação tripla) e nos EUA (de milho e adição de trigo, centeio ou cevada maltada).

O termo whisky reserva-se para os escoceses, elaborados com cevada maltada, e para os canadianos (de centeio e milho), para além daqueles que são produzidos no País de Gales e no Japão, que seguem o processo de elaboração dos whiskies escoceses.

Outro tema, é o uso do termo abreviado “scotch”,que se refere exclusivamente aos whiskies da Escócia.

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Lagavulin 16 Anos

As melhores marcas de vodka

 TAGS:undefinedA vodka é um dos destilados mais consumidos em todo o mundo, e ainda que à primeira vista possa parecer que não, cada marca tem as suas peculiaridades, matizes de sabor e aroma que contribuem na formação do seu carácter e fama. E, a propósito de fama, queremos partilhar consigo as 10 marcas de vodka mais famosas do mundo:

1. Smirnoff: é a maior marca de bebidas alcoólicas do mundo e não apenas de vodka. A Smirnoff possui uma imensidão de sabores diferentes, muitos das quais estão dirigidos ao mercado dos EUA., e também ao Reino Unido, África do Sul, Canadá e Irlanda.

2. Absolut Vodka: a inovação constante dos seus produtos, a nível de sabor e design, é uma das razões pelas quais esta marca mantém um crescimento de vendas contínuo .

3. Belenkaya: uma marca russa com muito êxito no seu país. Está disponível em quatro variedades: Belenkaya, Belenkaya Lux, Belenkaya Ouro e Belenkaya Cedar. Esta vodka não é muito conhecida fora da Europa de Leste, mas é, ainda assim, uma das vodkas mais vendidas no mundo.

4. Pyat Ozer: a marca de vodka siberiana mais vendida manteve uma taxa de crescimento constante desde 2009, já se converteu na 4ª marca de vodka maior do mundo.

5. Krupnik: propriedade da marca Grupo Belvedere, continua a ter presença a nível mundial. Disponível na Alemanha, Áustria, China e EUA, esta marca começa agora a penetrar em território italiano, espanhol e francês.

6. Zoladkowa de Luxe: depois de que a sua fama se disparasse em 2009, esta vodka continua a ser uma das dez melhores. O seu principal mercado é a Polónia.

7. Grey Goose Vodka: desde 2004, esta é a Vodka super premium da Bacardi. É elaborada na região de Cognac, em França. O seu processo de elaboração apenas utiliza trigo da melhor qualidade, tal como sucede no fabrico dos pães e pastéis franceses.

8. Skyy Vodka: propriedade do Gruppo Campari, esta é uma vodka nascida em San Francisco. A sua inspiração é uma procura constante de inovação, e é já a vodka premium número 1 de consumo mundial.

9. Stolichnaya Vodka: propriedade do SPI Group, a marca foi crescendo graças à sua campanha de marketing – A vodka mais original. Possui uma vasta gama de sabores e produtos derivados da bebida original. Este é o caso da Ginger Beer, o Stoli Ohranj ou o Stoli Razberri

10. Vodka Finlandia: produzida na Finlândia a partir de água proveniente de glaciares, é uma das marcas de vodka premium mais importadas na Polónia, República Checa, Bulgária, Ucrânia, Bielorrússia, Israel, Roménia, Hungria e Rússia. A sua receita original contém uma gama aromática intensa com sabores de toranja, mirtilo, limão, manga, fruta vermelha, bagas silvestres, tangerina e groselha preta.

O auge da cerveja sem glúten

 TAGS:undefinedO sector cervejeiro está a viver uma revolução a nível mundial. No entanto, até há pouco tempo, quem tinha intolerância ao glúten não podia saborear uma boa cerveja. Actualmente, as cervejeiras, impulsadas pela produção de cervejas artesanais, preocupam-se em reunir pedidos e sugestões que lhes permitam oferecer cervejas aptas para celíacos.

A cevada é o cereal utilizado com mais frequência na indústria cervejeira, ainda que o trigo também esteja bastante presente. Os cereais possuem um composto proteico chamado gliadina, o responsável pela intolerância ao glúten. No entanto, tal como existe cerveja sem álcool, também é possível elaborar cerveja sem glúten.

Há uma variedade de opções cada vez maior: cerveja sem glúten, cerveja sem álcool e glúten e cerveja artesanal sem glúten.

Existem 2 tipos de cerveja sem glúten:

  • Cervejas elaboradas com grão livre de glúten como o trigo sarraceno, sorgo, mijo e a quinoa.
  • Cervejas elaboradas com grão com glúten, como a cevada o trigo, cujo produto final, através de um processo enzimático, contem uma quantidade de glúten abaixo de 20 ppm, o valor necessário para ser considerado um produto sem glúten.

Em relação ao processo, este inicia-se na maltagem; onde o grão da futura cerveja é germinado antes de tostar e posteriormente lhe são adicionados os ingredientes que permitem transformar o mosto em cerveja. Todo o processo passa por várias fases, nas quais determinadas enzimas se encarregam de separar as proteínas do glúten da cerveja final.

Felizmente, as referências do mercado não faltam: Cervezas Ambar, com a Ambar Celíacos recebeu a certificação europeia ELS, que em Espanha é concedida pela Federación de Asociaciones de Celíacos (FACE), convertendo-se na primeira e única cerveja sem glúten do mercado espanhol com esta referência. Ambar Green, é também a primeira cerveja do mundo sem álcool para celíacos. E há mais! A Estrella Damm, que comercializa a cerveja Daura, a inglesa St. Peter´s ou as belgas Daas e Brunehaut.

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Caulier Gluten Free

 

 

Beber vinho com…gatos!

 TAGS:undefinedVerdade! Tomar um copo de vinho na companhia de gatos é uma realidade e o sítio é um bar nos E.U.A. Nos últimos anos, a moda dos bares temáticos arrancou furiosamente, e para o confirmar basta passar os olhos pelos guias de ócio das principais cidades do mundo. Encontrará desde bares de gelo, até aos bares onde pode ir com os seus filhos sem receio de incomodar os outros, passando pelos bares que aceitam animais de estimação ou aqueles que foram concebidos para atender celíacos.

O que ainda não tinha aparecido, até agora, é um bar habitado por gatos. Este projecto foi concebido por um grupo de amantes de felinos, em Denver, Colorado, através da plataforma de crowdfunding Kickstarter. The Denver Cat Bar, tem um ambiente onde os clientes podem conviver com gatos resgatados de situações de abandono enquanto tomam um copo de vinho.

Deste modo, as pessoas que, em sua casa, não podem gozar a companhia destes elegantes e curiosos bichos, poderão fazê-lo num ambiente agradável e com um copo de vinho, já que nos E.U.A., muita gente vive em regime de aluguer e é bastante frequente que os proprietários não permitam manter animais de estimação.

Este bar possui uma zona de refeições e se os clientes assim o preferirem podem levar o seu copo à “sala dos gatos”. Os promotores do estabelecimento felino pretendem reunir a respeitável quantia de 60.000 dólares, e já obtiveram o apoio de centenas de pequenos investidores, que, segundo a quantidade doada poderão: ver o seu nome numa das paredes do Denver Cat Bar, junto a uma fotografia com o seu animal de estimação; receber uma noite com aperitivos e bebidas para duas pessoas ou ainda ser nomeado “amigo oficial do bar” e desfrutar de numerosas e variadas recompensas adicionais.

Talvez fosse bom começar a pensar em importar a ideia…

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Moscato Gato Pardo

 

 

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Cojon de Gato Gewurztraminer 2015

 

 

Friuli: Vinhos brancos apaixonantes

 TAGS:undefinedNo Nordeste da Itália, em Friuli, encontram-se algumas das Denominações italianas mais conhecidas de vinhos brancos de montanha. Ainda que a região seja relativamente pequena, comparada com outras regiões da Itália, é uma das produtoras do melhor vinho branco do país.

Nesta região crescem cerca de trinta variedades de castas, que, muitas vezes, dão origem a vinhos produzidos em pequenas quantidades. Entre as zonas mais conhecidas da região encontram-se as seguintes:

1. Friuli grave
Friuli Grave representa mais de metade da produção. Situa-se num grande vale aplanado de solos pedregosos, onde as rochas de grande dimensão aquecem durante o dia e arrefecem à noite, o que ajuda a madurar as uvas e a manter uma elevada acidez. Hoje em dia, os vinhos elaborados com Pinot grigio e Prosecco são os reis indiscutíveis de Friuli-Grave. Os vinhos são ideais para harmonizar com sushi, verduras e queijos leves, ou, simplesmente, para tomar como um aperitivo refrescante.

2. Colli Orientali del Friuli
Localizada a Este de Udine, esta zona produz grandes variedades locais e internacionais, entre elas; Sauvignon blanc, Chardonnay e Pinot grigio. Os vinhos brancos de Colli Orientali del Friuli possuem aromas de flores brancas, maçãs maduras e sabores de pêssego com travo longo. As variedades locais mais importantes incluem: Friulano, uvas com delicadas notas de tomilho e alperce; Meyer, com sabores de limão, groselha madura e final de amêndoa amarga; Ribolla Gialla, uma uva de elevada acidez, saborosa, estruturada, com sabores de alperce, tangerina e pêra asiática; Malvasia, notas florais.

Ainda que estes vinhos não sejam baratos e talvez difíceis de encontrar, são realmente especiais e bastante apreciados pelos seus sabores, entre outros; mel de acácia, figos, frutos secos e aromas minerais em que a acidez e o açúcar se equilibram. Combinam muito bem com sobremesas elaboradas à base de avelãs, queijos curados ou simplesmente, sem nada mais.

3. Collio
Collio situa-se na fronteira com a Eslovénia, no distrito de Gorizia, e é famosa pelo seu Chardonnay envelhecido e misturado com o vinho branco local. Esta área diz respeito a pouco mais de 5% de vinhas. As variedades internacionais encontram aqui as condições favoráveis para desenvolver todo o seu potencial, exemplo disso são: Sauvignon blanc, Chardonnay e Pinot grigio. Os seus vinhos têm uma fermentação com muito pouco, ou nenhum, contacto com oxigénio, e como tal, é habitual a presença de notas frescas que lembram maçãs maduras, alperce e ananás, acompanhadas de aromas característicos do envelhecimento como os da avelã e da baunilha.

4. Carso
Situada nas colinas da zona do Trieste, esta é uma zona bastante pequena e conhecida pelos seus vinhos cor-de-laranja.

O Vinho Laranja é feito através de um método tradicional de elaboração do vinho branco, que deixa que o sumo da uva se mantenha em contacto com as peles. Estes são vinhos cada vez mais apreciados, sedutores, com aromas de fruta seca, folhas de chá, especiarias doces, com elevada acidez e taninos suaves. Travo longo.
Ainda que não existam regras escritas para as variedades de uva que podem ser utilizadas no vinho laranja de Carso, as mais habituais são a Pinot grigio, Ribolla gialla, Malvasia ou a mistura que o produtor decida.

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Zuani Vigne Collio Bianco 2015

 

 

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Di Lenardo Toh! 2015

 

Vinho + Chocolate = Perder peso

 TAGS:undefinedNão é a primeira vez que publicamos informação sobre os benefícios de incluir vinho na nossa dieta, para emagrecer. Com o Verão a entrar, são muitos aqueles que decidem fazer dieta, mas, é necessário renunciar a vários alimentos e bebidas?

Pois talvez não, porque, segundo o Professor Tim Spector, do King College, em Londres, há um regime baseado em dois alimentos que poderiam ser contrários às dietas: o vinho e o chocolate.

Spector afirma que não é necessário eliminar estes alimentos da dieta, já que ajudam no processo da perda de peso e, sobretudo, a manter o novo peso a médio e longo prazo. E que entre os alimentos que ajudam a activar o movimento intestinal e a promover a reprodução de bactérias intestinais benéficas, encontra-se o queijo, o vinho e o chocolate.

O Professor Spector indica que uma boa dieta não assenta na base de contar calorias, mas sim nas bactérias que temos nos intestinos. O vinho, por exemplo, ajuda a cultivar as bactérias benéficas do nosso intestino, que permitem manter-nos em forma.

O exemplo fornecido por Spector, “quanto maior for a variedade de alimentos que ingerimos, maior será a variedade de micróbios que temos no nosso corpo e mais saudáveis estamos” é explicado pelo facto de que a maioria das pessoas consome menos de 20 tipos de alimentos, e muitos de estes, senão a maioria, são alimentos processados de modo artificial.

Este conjunto de informação levou Spector a investigar sobre o consumo desses produtos e sobre a possibilidade de serem responsáveis pelo facto de muitas pessoas não perderem peso. O seu filho prestou-se a estas mesmas investigações e manteve, durante 10 dias, o consumo de alimentos McDonalds. A sua principal conclusão, para além de confirmar o já mencionado, demonstrou que durante os 10 dias o seu filho perdeu 40% da sua flora bacteriana.

 

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Papa Figos 2014

 

 

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Esteva 2014