O segredo de um gin tónico perfeito? Um gin perfeito

O gin tónico perfeito apenas tem um segredo. Bom…dois: o primeiro é a qualidade do gin, o segundo, que a mistura não oculte os aromas originais do próprio gin. Nem tónicas muito originais, nem condimentos em demasia. Qualidade e simplicidade, e a partir daí; a saborear!

O segredo de um gin tónico perfeito? O gin perfeito

Gin tónico clássico

Para obter a sua versão genuína, a escolha do gin passa por um clássico como Seagrams ou Tanqueray, nos quais o zimbro tem a função predominante.

Ingredientes:

  • Um shot de gin Seagrams
  • Uma mini de tónica Fever Tree
  • Gelo (com água de mineralização baixa)
  • Um limão
  • 4 ou 5 bagas de zimbro

Elaboração:

Colocar gelo num copo de balão até cobrir. Cortar uma casca de limão (sem parte branca), espremê-la dentro do copo e deslizá-la no bordo do mesmo antes de a juntar ao gelo. Apertar algumas das bagas (cuidadosamente para não as partir) e deixar dentro do copo. Adicionar o gin, e, com suavidade, a tónica. Uma colher de cabo entrelaçado ajuda a que escorregue mais suavemente.

O gin perfeito para el gin tónico

Gin tónico cítrico

O ideal para esta receita é escolher um gin com mais notas cítricas, como o Citadelle (maior presença de limão e além de mais, suave e com sabor de especiarias).

Ingredientes:

  • Una medida de chupito de ginebra Citadelle
  • Um shot de gin Citadelle
  • Uma mini de tónica Fever Tree Lemon
  • Gelo (com água de baixa mineralização)
  • Uma laranja

Elaboração:

Colocar gelo num copo de balão até cobrir. Cortar uma casca de laranja (sem parte branca) , espremê-la dentro do copo e deslizá-la no bordo do mesmo antes de a juntar ao gelo.  Adicionar o gin, e, com suavidade, a tónica. Uma colher de cabo entrelaçado ajuda a que escorregue mais suavemente.

O Gin tónico floral perfeito

Gin tónico floral

O toque floral é dado por um gin como o Bulldog, onde predominam sabores vegetais como a semente de papoila. Também podem ser incluídas algumas folhas seca de alfazema, flor de laranjeira e rosa.

Ingredientes:

  • Una medida de chupito de ginebra Bulldog
  • Um shot de gin Bulldog
  • Uma mini de tónica Boylan
  • Gelo (com água de baixa mineralização)
  • Uma quantidade moderada de folhas secas de alfazema, flor de laranjeira e rosa

Elaboração:

Colocar gelo num copo de balão até cobrir. Adicionar as folhas secas secas de alfazema, flor de laranjeira e rosa. Adicionar o gin, e, com suavidade, a tónica. Uma colher de cabo entrelaçado ajuda a que escorregue mais suavemente. Deixar repousar para que dê tempo a que as folhas se hidratem e servir.

O nosso compromisso durante a emergência sanitária

#EuFicoEmCasa: O nosso compromisso durante a emergência sanitária

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Os alimentos mais susceptíveis de fraude

Lamentavelmente, a fraude de alimentos parece ser uma prática que se alargou a todo o mundo.

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A substituição de ingredientes, por outros mais baratos e de inferior qualidade, afecta todo o tipo de alimentos, desde os produtos exclusivos, que ganharam popularidade nos últimos anos, até aos que fazem parte da nossa alimentação diária.

Apesar de a cada ano aumentarem as medidas de protecção a este tipo de práticas, os consumidores devem estar prevenidos para evitar engaños. Foi por esta razão que elaborámos uma lista com os alimentos mais propensos a ser manipulados de modo fraudulento.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: alimentos ecológicos

Alimentos ecológicos: apesar do crescente interesse e consumo de que são algo nos últimos anos, um estudo realizado nos Estados Unidos indica que 40% dos alimentos comercializados como sendo ecológicos, contêm pesticidas e outros vestígios de substâncias utilizadas no cultivo industrial.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: arroz

Arroz: existem diferentes variedades, classificadas segundo a forma do grão, textura, cor, e, evidentemente, a sua qualidade. Este é um dos enganos mais habituais, o arroz de qualidade inferior vendido como sendo superior, tal como o caso do arroz para risotto comercializado no Reino Unido. Em alguns casos o grão é adulterado com resinas, o que é imperceptível até ser cozinhado.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: peixe

Peixe: um dos alimentos com maior probabilidade de fraude. Entre os modos mais comuns de adulterar a apresentação do produto, destaca-se a alteração da data de pesca e as etiquetas enganosas, onde se substituem espécies de menor valor comercial por outras semelhantes, de maior valor.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: sumos de frutas

Sumos de frutas: já não é segredo que os sumos de fruta são diluídos em água e contêm adoçantes e corantes, inclusive muitos daqueles que apresentam na etiqueta “100% natural” ou “concentrado”.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: lácteos

Lácteos: perante o crescente número de casos de fraude, muitos países promovem a integração de uma etiqueta indicadora da Denominação de Origem dos produtos lácteos. A adulteração mais comum consiste em misturar água e leite de menor qualidade, porém, nos últimos anos foram detectadas outras práticas que põem em risco a saúde dos consumidores.

Os alimentos mais susceptíveis de fraude: vinho

Vinho: lamentavelmente a adulteração do vinho é mais habitual do que se pensa. Provavelmente, 70% do vinho vendido na China seja falso. Normalmente, a fraude refere-se a mistura de uvas de castas não indicadas no rótulo, ou mesmo a químicos adicionados em produtos vendidos como premium.

Vinho da Roma Antiga

Imagine que pode provar o vinho que bebiam os habitantes do antigo Império Romano… esta fantasia pode converter-se em realidade, graças ao estudo efectuado nas ruínas das adegas onde estes vinhos eram elaborados.

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Um produtor de vinho, perto de Portland, no Estado de Oregon, está a produzir as primeiras remessas de um vinho que aplica as mesmas técnicas que os romanos utilizavam há mais de 2000 anos.

O Professor de Cerâmica Andrew Beckham e a sua esposa Annedria cultivaram Chardonnay e Pinot noir, seguindo as instruções da viticultora italiana Elisabetta Foradori. Beckham reproduziu as ânforas originais, baseando-se nos desenhos de recipientes romanos, potes portugueses (as tinajas espanholas) e no Kvevri da Georgia. Através do desenho destas peças descobriu que as formas afetavam grandemente as características do vinho resultante.

A porosidade da argila incrementa a exposição dos vinhos ao oxigénio durante o seu envelhecimento, o que produz taninos mais suaves e aumenta os aromas de nozes, chocolate e fruta cozida. O produtor afirma que obtém os mesmos resultados dos barris de carvalho, habitualmente utilizados no envelhecimento de vinho, mas em metade do tempo que os barris necessitam.
Hoje em dia, Andrew Beckham elabora vinhos fermentados em ânforas e desenvolvidos em madeira; fermentados e desenvolvidos em ânforas; fermentados em ânfora e de envelhecimento misto, cada um deles de características particulares e grande potencial. Os sabores destes vinhos, são, de um modo geral, frutados e subtis, e aquele que mais destaca, elaborado exclusivamente em argila, apresenta um belo vermelho-rubi, com aromas de ameixas, amoras, chocolate e canela.
Um vinho realmente inédito nos últimos séculos…

Cocktails com whisky

 TAGS:undefinedLonge das combinações ligeiramente picantes, ou refrescantes e com cítricos, do Verão, nesta época do ano apetecem cocktails mais consistentes. Trazemos-lhe algumas recomendações de cocktails com whisky. Preparados?

Manhattan

O cocktail Manhattan é já bem conhecido por todos: 2 partes de whisky, 1 de vermute, dois toques de Bitters e gelo picado. A sua preparação é extremamente fácil, basta misturar o whisky e o vermute e adicionar-lhe gelo picado. Depois vai-se juntando um pouco de Bitters. Pode ser decorado com uma cereja.

Esmeralda

O cocktail Esmeralda leva whisky irlandês e uma parte de vermute italiano. Depois mistura-se um pouco de laranja amarga ou de limão, que fica ao gosto de cada um. Não há qualquer mistério na sua preparação, basta agitar a mistura num shaker.

Cocktails com whisky - Uvinum

Café irlandês

O café irlandês é o verdadeiro clássico desta época do ano, e a verdade é que apetece mesmo a seguir a uma copiosa refeição. Para preparar este cocktail necessita 2 partes de whisky irlandês, 5 a 6 partes de café, açúcar e creme de leite ou leite normal. Primeiro deve misturar o whisky com o café e o açúcar, depois junte uma capa de creme previamente batido. Também se pode servir com natas por cima. Antes de o tomar, misture.

Chai Limantour

Chai Limantour é um cocktail doce e não muito conhecido. A fórmula é a de juntar whisky, leite gordo e leite evaporado, licor de whisky e xarope de especiarias.

November Rain

November Rain é um cocktail criado por Javier de las Muelas. Nesta textura fina e cremosa, o whisky continua a ser o protagonista. Tome nota: whisky Maker’s Mark, umas gotas de Droplets Tonka Bean, gelado de torrão e licor de chocolate preto. É muito fácil de preparar; bata todos os ingredientes num shaker Boston durante 10 segundos e, depois, pode decorar com alguns grãos de café. É aconselhável prová-lo em alguma das casas de cocktails de Javier de las Muelas, em Barcelona e Madrid.

Bon appétit! Gastronomia francesa para iniciados

Um dos modos de organizar uma harmonização é associando-a à estação do ano. A gastronomia francesa, considerada como uma das mais importantes a nível mundial, é extremamente aromática, o qual, combinado com as suas texturas, densidade e um vinho encorpado, cria uma união perfeita para o Inverno. Hoje trazemos-lhe alguns exemplos de pratos característicos deste país. Bon appétit!

Bon appétit! Gastronomia francesa para iniciados
Crepes: podem ser doces ou salgados. A nossa preferência vai para o crepe de cogumelos e fiambre e para o crepe da Normandia, com gambas e queijo gruyère. Acompanhe com sidra.

Salada Niçoise: típica da Região da Cote D’Azur, no Sul de França, é feita com alface, atum, cogumelos e batata. Para beber, pode escolher um rosé seco; Syrah, Pinot noir ou Cabernet sauvignon.

Creme de abóbora: é uma opção perfeita para a época em que acabamos de entrar. Acompanhar com vinho espumante.

Quiche Lorraine: feita com massa quebrada e recheada de presunto ou toucinho, curgete, queijo emmental e cebola. É recomendável ser acompanhado de um vinho branco novo e frutado.

Parmentier de foie: à base de batata, foie de pato, natas, ervas aromáticas e um pouco de vinho do Porto, pode ser acompanhado com este último ou com um tinto encorpado e redondo.

Sobremesas: algumas das opções da, excelente, pastelaria francesa são a Tarte Tatin e o Bolo Saint-Honoré, ambos podem vão bem com um tinto leve.

 TAGS:Mumm Cordon Rouge

Mumm Cordon Rouge

Este é um champanhe famoso em todo o mundo, que expressa a complexidade, profundidade e elegância característica da marca.

4 cocktails contra o frio

E quando o frio chega é preciso ter vários recursos para o combater. Alguns deles, de preferência perto de uma lareira, são estas 4 receitas de cocktails contra o frio.

4 cocktails contra o frio

1. Sol de Inverno

Ingredientes:

  • 60ml de sumo de tangerina
  • 15ml de sumo de limão
  • 1 parte de triple seco (Cointreau)
  • 45ml de Vodka
  • Açúcar a gosto
  • Um raminho de alecrim

Preparação:

  1. Deitar os sumos num shaker sem gelo.
  2. Juntar a vodka e o triple seco e agitar muito bem.
  3. Com um pouco de sumo de tangerina cristaliza-se o açúcar no bordo do copo.
  4. Servir decorado com alecrim.

2. Rothes Original

Ingredientes:

  • 6cl. de The Glenrothes Select Reserve
  • 2 colheradas de açúcar moreno ou pão de gengibre moído para dar um toque de condimento.
  • 2cl. de doce de leite
  • 1 gota de essência de baunilha
  • Sumo de ½ lima
  • 1cl. de caramelo líquido

Preparação:

  1. Introduzir num shaker todos os ingredientes com um pouco de gelo e agitar bem, até obter uma mescla homogénea.
  2. Servir em copo baixo e sem gelo.
  3. A superfície pode ser decorada com chantilly ou natas batidas.

4 receitas de cocktails contra o frio

3. Ponche de Romã e Champanhe

Ingredientes:

  • 1 ½ chávenas de sumo de romã
  • 1 chávena de néctar de pera
  • ¼ de licor de laranja
  • 1 garrafa de champanhe

Preparação:

  1. Numa jarra grande, misturar e agitar bem todos os ingredientes excepto o champanhe. Adicionar o champanhe.
  2. Servir em copos baixos com gelo a gosto.

4. Monte Cristo

Ingredientes:

  • 15ml de licor de laranja
  • 15ml de licor de café
  • 120ml de café
  • Nata batida

Preparação:

  1. Servir o café quente e juntar os dois licores.
  2. Cobrir a superfície com um pouco de nata.
  3. Saborear!

Cocktails para o Outono

Saborear um bom cocktail é um prazer que não pertence apenas ao Verão. Quando o frio chega, também existe a opção dos cocktails de outono; menos refrescantes, leves, sem cítricos, e ideais para ganhar um pouco de calor.

Aqui deixamos alguns dos melhores cocktails para esta estação.

Cocktails para o Outono - Uvinum

New York Sour

Um combinado que, habitualmente é feito com as bebidas fortes existentes nesta época do ano. O New York Sour combina whiskey sour com vinho tinto: uma mescla complexa que costuma surpreender pelo sabor intenso.

Negroni

Este é um clássico de todos os tempos que encaixa bem nos meses de transição, em que os dias ainda trazem calor e as noites já são frescas. O Negroni leva gin, limão, campari e vermute em partes iguais para equilibrar o sabor forte e doce. O copo é decorado com uma rodela de laranja e é perfeito para aperitivos ou para terminar a noite.

Old Fashioned

Outro clássico que, como tal, não passa de moda. Leva whisky ou bourbon, angostura bitters e sumo de laranja. Serve-se, habitualmente, em copo largo e decorado com uma casquinha de laranja.

Dry Martini

Pode ser bebido em qualquer estação, mas talvez o tenhamos substituído pelo gin tónico, o mojito e a refrescante e apetecida cerveja de Verão. Se ainda não sabe como se faz, tome nota: limão, gin seco, martini branco seco e uma rodela de limão.

Daiquiri Mulata

O daiquiri é mais para as épocas de calor, mas também podemos juntar-lhe sumo de limão, licor de café e rum ou optar por licor de cacau ou kahlua. Funciona bem como digestivo.

Frangelico

É fabricado em Itália e sabe a Outono…Tem uma base de avelãs tostadas e libertadas em álcool com bagas e especiarias. A sua origem está relacionada com os monges cristãos italianos e daí lhe vem o nome: Frei Angelico. Muitos o tomam normalmente como digestivo, após um farto jantar.

Amarula

Outro cocktail de Outono, embora de sabor mais forte. O Amarula é feito com um creme de licor fabricado na África do Sul, leva açúcar, natas e o fruto da árvore africana Marula. Possui um característico sabor a caramelo e há quem o confunda com Baileys.

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Frangelico

Por detrás do sabor único de Frangelico estão as avelãs Tonda Gentile, uma variedade comum na região do Piemonte, em Itália. Quando combinadas com destilados de baunilha, cacau e café, oferecem uma experiência rica e saborosa.

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Amarula

Amarula mistura sabor puro e encantador de creme de leite fresco eo sabor misterioso de Amarula frutos silvestres. Amarula árvore é originária latitudes sub-equatorial do sul da África e é conhecida pelos habitantes locais como a árvore de elefante.

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Lagavulin 16 Anos

Lagavulin 16 Anos é produzido na Escócia desde 1816 e recebeu numerosos prémios por todo o mundo graças ao seu corpo robusto, bem equilibrado e levemente doce.

Vinho em… Marte?

marte

Pode parecer algo surrealista e totalmente de ficção científica, porque os humanos ainda não chegaram a Marte (embora não haja falta de vontade, pois os satélites e as sondas continuam a explorar o planeta). Mas a realidade é que já há quem considere a possibilidade de fazer vinho em Marte.

Uvas para o vinho de Marte: origem da ideia

É uma piada? De modo algum. A ideia vem da Geórgia, um país com uma longa e vasta tradição vinícola já milenar. Os fundadores deste projecto argumentam que, sendo a Geórgia um dos primeiros países vitivinícolas da história, querem agora ser pioneiros no desenvolvimento da viticultura em Marte.

Aparentemente, um grupo de investigadores e homens de negócios georgianos juntaram-se a uma chamada da NASA para produzir castas de uva e vinha em estufas em Marte. O chamado projeto IX Millenium está nas mãos da agência de pesquisa espacial georgiana, da universidade de comércio e tecnologia de Tbilisi, do Museu Nacional e de uma empresa chamada Space Farms.

Um projeto para o futuro

Esta coisa parece séria. Um dos cientistas deste projeto está a desenvolver uma bactéria que poderia transformar o solo árido e poeirento de Marte em terra fértil. Assim, a muito longo prazo, pretende-se que o solo de Marte possa ser transformado para cultivar plantas.

Querem também que a uva seja plantada em Marte para ser nativa do vinho georgiano e, depois de estudar as 525 castas do país, os primeiros resultados concluem que é possível utilizar rkatsiteli, que é normalmente utilizado para fazer vinho branco com sabor a maçã verde.

As castas georgianas serão assim testadas numa atmosfera semelhante à de Marte para ver como se desenvolvem nesta atmosfera. A partir daqui a ideia é elaborar o vinho e ver se, no futuro, é possível elaborar vinho com uvas vindas de Marte.

Vino-blanco

Este será um processo moroso, embora não haja pressa, uma vez que primeiro a NASA deve continuar a explorar o território e ver como Marte pode ser alcançado em segurança.

Vinho da Geórgia

Segundo a história georgiana, este território era a zona de origem do rebento de uvas e do berço da viticultura. No território do país foram encontradas escavações geológicas incluso instrumentos de vinificação, tais como prensas de pedra e diferentes recipientes de vinho, feitos de metal ou lama –  datando de II e III a.C..

A região com maior produção e viticultura é a parte oriental do país, uma região chamada “Kajeti”, que hoje continua a ser o centro da viticultura georgiana. As uvas da vindima são levadas para a cave ou “marani”, onde são depositadas em “sacjenli” ou em recipientes de madeira compostos por troncos vazios.

Se a Geórgia for o berço de Marte, só o tempo o dirá. Por enquanto, eles têm o inegável mérito de serem pioneiros no vinho do Planeta Terra.

 TAGS:Chateau Mukhrani Rkatsiteli 2014

Chateau Mukhrani Rkatsiteli 2014

Chateau Mukhrani é o produtor de Chateau Mukhrani Rkatsiteli 2014, um vinho branco com DO Kartli com rkatsiteli de 2014. Classificado com 4 pontos em 5, segundo os utilizadores da Uvinum.

 TAGS:Chateau Mukhrani Saperavi-Cabernet 2015

Chateau Mukhrani Saperavi-Cabernet 2015

Chateau Mukhrani elabora o Chateau Mukhrani Saperavi-Cabernet 2015 , um vinho tinto da DO Kartli com as melhores uvas de cabernet sauvignon de 2015. Teor de álcool: 12.5º.

Como serão os vinhos crianza do futuro?

Não podemos adivinhar como será o vinho no futuro, mas as últimas tendências definem uma série de parâmetros que nos mostram como poderão vir a ser. No que toca aos vinhos de Espanha denominados de crianza, baseamo-nos nas novas técnicas que estão a ser investigadas para continuar com o objectivo inicial deste tipo de vinho que é, o de preservar o sabor do produto.

Tendências nos vinhos Crianza

Quando falamos de vinhos crianza referimo-nos a um processo de envelhecimento e maturação que persegue os melhores aromas e matizes, seja em barricas, em tanques ou na própria garrafa.

Barricas de vinho

No caso do vinho crianza, o termo utilizado em Espanha implica um estágio mínimo de 24 meses, dos quais 6 são feitos em barricas de carvalho. Nos vinhos brancos e rosados, o tempo total de maturação é de 18 meses, dos quais 6, no mínimo, devem ser cumpridos em barricas.

Desde há muito tempo que se faz o vinho passar por um estágio em barricas de madeira para adquirir corpo e carácter. A partir daí surgiram vários tipos de madeira. Por exemplo, há o carvalho espanhol, que tem grande potencial de envelhecimento, ou o carvalho húngaro, que preserva os aromas frutados mais do que o carvalho francês. Outras madeiras utilizadas são o pinho e o castanheiro, que têm um custo mais baixo.

As tendências dos anos 80 e 90, quando um excesso de madeira eclipsava o resto dos aromas, foram abandonadas. Agora, os vinhos crianza têm aromas picantes, com personalidade forte e devem descansar em outros lugares para além da madeira.

Por outro lado, em algumas DOCs, como em La Rioja, os vinhos são elaborados com um processo de envelhecimento mais curto, que mantém o frutado da uva sem perder o toque de madeira que lhe confere complexidade. Consideramos que o média crianza é uma grande tendência que o consumidor actual aprecia e que tem ainda um longo caminho a percorrer.

Para além da madeira

Já em 2017, as adegas começaram a expandir-se, optando por utilizar recipientes mais neutros para a fermentação e envelhecimento do vinho, dando assim prioridade às características das castas, ao “terroir” e à sua personalidade, em detrimento da contribuição aromática e estrutural de materiais como a madeira.

Entre as novas tendências estabelecidas para os vinhos de crianza estão a sua preservação em outros lugares para além da madeira, tais como em potes e talhas de barro, que além de acolherem métodos ancestrais e tradicionais, permitem a microoxigenação do vinho através da porosidade da argila. Há também o envelhecimento em betão, que transpira de forma semelhante à madeira e fornece oxigénio ao envelhecimento do vinho, mas sem acrescentar sabores. Já está fixado em algumas caves.

Copo vinho branco

Outros locais estão a implementar o envelhecimento em “Flex Tank”, um tanque que, através de uma micro oxigenação por porosidade, dá a complexidade do vinho mantendo o seu frutado e frescura. Seguimos atentos a tais desenvolvimentos.

 

 TAGS:La Rioja Alta Gran Reserva 904 2009

La Rioja Alta Gran Reserva 904 2009

La Rioja Alta Gran Reserva 904 2009 é um vinho tinto de Graciano e Tempranillo, com uma puntuação de Robert Parker de 96/100 e uma puntuação Peñín de 96/100.

 TAGS:Rioja Santiago Reserva 2013

Rioja Santiago Reserva 2013

Rioja Santiago Reserva 2013 é um vinho tinto das Bodegas Rioja Santiago de uvas seleccionadas de Tempranillo. Segundo os utilizadores da Uvinum, este tinto merece uma classificação de 4 pontos em 5.