O que é o vinho vegano?

Estamos em 2018. A Geração Y, também conhecidos como Millennials, tem especial atenção a uma alimentação que respeite o Meio Ambiente. Aliás, o veganismo já não é apenas uma tendência exclusiva desta geração, é uma verdadeira maneira de estar na vida. O mercado vegano está em alta!

Calcula-se que na Inglaterra, Itália ou Estados Unidos cerca de 10 a 13% da população seja vegana ou vegetariana. Cada vez mais vinicultores reconhecem este sector do mercado e se especializam na elaboração de vinho vegano para satisfazer as novas gerações.

O vinho é um produto vegetal! Porém, porque não é vegano?

A Uvinum tem a resposta!

Os produtos de origem animal no vinho

Os vinhos veganos não são habituais, já que, na clarificação do vinho é necessário utilizar produtos de origem animal como a caseína, a gelatina ou a albumina. Estas substâncias são usadas para absorver e facilitar a precipitação das borras do vinho (as pequenas partículas provenientes da polpa ou da casca das uvas, e que podem deturpar a qualidade do vinho).

Por vezes, os clarificantes de origem animal ajudam a neutralizar o sabor de algumas variedades que, ao serem filtradas, deixam um forte sabor amargo. O excesso de taninos nas cascas é assim neutralizado, permitindo que o sabor do vinho se adeqúe mais ao nosso paladar.

No entanto, isto não é assim para as pessoas que seguem uma alimentação vegana.

Alternativas veganas na elaboração do vinho

Os enólogos da produção de vinhos veganos tornaram-se realmente criativos na procura de um produto vegetal que permita a clarificação do vinho. A solução é simples: as proteínas animais são substituídas por proteínas vegetais provenientes de cereais como o trigo ou de legumes como as ervilhas. As borras do vinho filtram-se com estas substâncias retirando-lhe o aspecto turvo.

Outra solução para a vinificação vegana é o solo mineral. A bentonite, por exemplo, contém cinzas vulcânicas que ajudam a clarificar o vinho O carvão activo, é utilizado para corrigir o sabor.

No caso do vinho vegano, a produção leva um pouco mais de tempo devido à necessidade de procedimentos complexos, porém, para obter clientes satisfeitos, o viticultor aceita um nível mais alto de complexidade.

Como reconhecer um vinho vegano?

Muito simples! Basta dar uma vista de olhos às garrafas. Existe uma etiqueta especial da União Vegetariana Europeia, que concede um selo de qualidade vegana aos alimentos da Europa. Quando vir esta etiqueta, tem a garantia de estar perante um vinho vegano.

A Uvinum recomenda-lhe alguns vinhos veganos para que possa saborear vinho sem produtos de origem animal.

Vinho sem desperdícios

Por vezes cometemos alguns erros ao beber vinho tinto. Tome nota:

Beber o vinho tinto a temperatura ambiente

Durante os meses mais quentes, o vinho tinto a temperatura ambiente pode torná-lo impossível de beber, mais ainda se a garrafa não foi guardada num local húmido. Quando temos sede e calor, o ideal é pôr o vinho no frigorífico (apenas por pouco tempo) ou deixar a garrafa arrefecer num balde com água fria. Deste modo mantém-se fresco sem chegar a gelar.

Os erros que cometemos ao beber vinho tinto no Verão

Demasiado frio directamente do frigorífico

É bom que esteja fresco, mas demasiado frio, o tinto perde o seu sabor e aroma. O excesso de frio estraga os vinhos, e por isso é completamente desaconselhado deixá-lo durante dias no frigorífico.

Encher demasiado o copo

Se enchermos completamente o copo, o vinho tinto aquece mais rapidamente. É preferível encher meio copo para não perder a qualidade do vinho.

Pegar no copo

É sempre melhor pegar no copo pelo pé para não aquecer o vinho através das mãos.

Guardar a garrafa a temperatura ambiente

Já especificamos que durante a época de calor as garrafas de vinho não devem estar a temperatura ambiente. Se não possui um local onde conservar as garrafas a baixa temperatura, é melhor guardá-las em pé e no frigorífico. Recorde que este vinho deve ser consumido rapidamente para não perder o sabor.

Como beber vinho tinto no Verão

A temperatura ideal

A Organização de Consumidores e Utilizadores, a OCU, recomenda 9 graus para o vinho tinto novo, 15ºC para os tintos envelhecidos e 17ºC, no máximo, para os reservas.

Pôr gelo no vinho

Se segue o nosso blog, já sabe perfeitamente que este é o maior dos erros. Os cubos de gelo no vinho libertam água que acaba por corromper o vinho. A única excepção, é a dos vinhos que foram elaborados para levar gelo.

Si conhece mais erros, partilhe-os connosco!

Vinho e fast food: combinação possível?

Quem disse que uma piza ou um cachorro-quente não podem ser combinados com um bom vinho? Exactamente! Não é necessariamente verdade que o vinho só acompanhe os grandes pratos; é possível harmonizar um número quase infinito de alimentos e preparações.

Quem o diz é Nicolás Boise, escanção do restaurante Mugaritz, numa recomendação feita ao jornal El País sobre a possibilidade de casar fast food e vinho.

Quais os vinhos que permitem esta união? Depende dos ingredientes, evidentemente. Em relação ao cachorro-quente, será escolhido de acordo com o tipo de salsicha, os molhos, a mostarda, e outros ingredientes.

O hot dog clássico (com mostarda e ketchup) é bastante recomendável ser acompanhado por vinhos brancos tipo Gewürztraminer. Se lhe adicionarmos cebola bem frita, então o rosé e os espumantes podem ser uma boa opção.

Vinho e Piza!!

A cerveja não é a única bebida que pode acompanhar uma piza; se vinho é aquilo que pretende, escolha um rosé ou um tinto jovem. Se a piza leva anchovas acompanhe com vinho branco para equilibrar os sabores, e se se trata de churrasco, um tinto encorpado como um Merlot, por exemplo, será uma boa opção.

As sobremesas de chocolate são o mais fácil, já que são boas aliadas de muitíssimos tipos de vinho. A verdade é que, hoje em dia, se efectuam muitas provas de vinho e chocolate, que potenciam os sabores. Recomendável? Vinhos tintos.

Para um prato com muitas especiarias, como o kebab por exemplo, a melhor combinação é com um vinho intenso com bastante paladar. Para os hambúrgueres, os tintos são os preferidos.

As tapas vão bem com brancos, espumantes, tintos…tudo depende dos ingredientes…

5 conselhos para harmonizar tapas e vinho

harmonizar tapas e vinho

Tomar tapas, um dos desportos favoritos dos nossos vizinhos espanhóis, já se tornou um hábito em Portugal. Bares e restaurantes enchem-se desses pequenos pratos, alguns deles bastante elaborados, para delicia de quem os procura. Porém, para muitos, talvez não seja tão claro saber qual o vinho que as deve acompanhar. Damos-lhe alguns conselhos para harmonizar tapas e vinho.

Vinhos brancos com peixe e tintos com carne; sim e não

Ainda que seja uma regra geral que sempre funciona quando optamos por tapas de peixe e vinho branco, a verdade é que nem sempre é assim. Quem diz que não se pode combinar chouriço com vinho branco ou croquetes de marisco com vinho tinto? Os gostos são muitos… Existem tintos novos e muito suaves que vale a pena conhecer e provar no Verão.

Tintos novos e envelhecidos

No caso das tapas de carne, há uma grande diversidade de *vinhos tintos* à escolha. E convém realçar que os tintos novos acompanham bem as carnes estufadas, enquanto que os tintos envelhecidos são os preferidos para unir às tapas de presunto e de enchidos.

O rosé é para o Verão

Mas também para o Inverno… Pouco a pouco vão-se ultrapassando os conceitos estabelecidos sobre tintos e brancos, estações do ano e harmonizações. Os vinhos rosé são frescos, vão bem com tapas de peixe um pouco gordurosos ou com massas.

Finos e manzanillas

São vinhos secos, brancos e envelhecidos, tradicionalmente bebidos em Espanha. Costumam ser bons companheiros das tapas e são especialmente usados no Sul. Tanto o fino como a manzanilla são tomados com fritos, pickles e azeitonas.

Brancos doces

Evidentemente que nem todos os brancos são iguais; mais ou menos secos, leves ou doces, todos podem ser combinados conforme o paladar. Os vinhos doces apetecem especialmente no Verão e devem ser bebidos bem frescos. Podem ser acompanhados por tábuas de queijos, ainda que os tintos também lhe disputem o lugar, sobretudo quando se trata de queijos intensos. Para os queijos mais leves, como o brie e o queijo azul recomenda-se os vinhos doces.

Truques para escolher vinhos naturais sem engano

vinhos naturais biodinâmicos

Escolher vinhos naturais biodinâmicos pode ser difícil. São conceitos recentes no nosso país, mas que em outros já são conhecidos há algum tempo. Trazemos-lhe alguns conselhos para facilitar a sua escolha de vinhos naturais.

Apostar por adegas que já levam tempo neste tipo de produção. Alguns produtores têm uma grande quantidade de vinhos completamente naturais. Para além de deliciosos, são fruto de anos de experiência, o que oferece mais garantia. O melhor de tudo é o seu sabor.

Visitar feiras de vinho natural e ecológico. Normalmente, aqui encontrará muitos entendedores que pode consultar sobre quais os vinhos para cada ocasião.
Comprar vinho em lojas especializadas. Também aqui, os responsáveis são os mais indicados para aconselhar.

Mais qualidade do que quantidade. Os vinhos naturais tendem a ser um pouco mais caros, como tal, pode optar por beber um pouco menos mas melhor.

Uvas autóctones. Uma das facetas importantes dos produtores naturais é que o seu trabalho preserva o nosso património vinícola; a prioridade das variedades de uvas autóctones sobre as variedades internacionais estandardizadas. O que significa que os vinhos orgânicos biodinâmicos e naturais tendem a proporcionar uma maior diversidade de sabores e constituem uma oportunidade única de provar vinhos elaborados com uvas autóctones. É bom recordar que este tipo de vinho sempre se elabora com a menor quantidade possível de conservantes.

Conhecer novos sabores e vinhos. Ao escolher vinhos naturais, sem dúvida que o factor determinante será o sabor, o que lhe permite conhecer de perto novos sabores, o que é uma vantagem quando procuramos este tipo de vinho.

Participar em provas. Sejam gratuitas ou não, as provas de vinhos naturais permitem conhecê-los e aprender, o que será de grande ajuda quando quiser escolher vinhos com estas características.

A forma do copo afecta (e muito) o sabor do vinho

Não é apenas uma questão estética. Entre todos os gadgets que fazem parte do mundo do vinho, o copo é um dos essenciais, já que afecta directamente o seu sabor. Os copos de vinho devem ser de qualidade e com uma forma específica, já que, este facto potencia o sabor da fruta e a acidez, assim como ajuda a equilibrar os vários sabores. Alguns estudos confirmam a importância do copo, como o estudo elaborado pelo Instituto de Biomateriais e Bioengenharia da Universidade Médica e Dental de Tokio, que indica que o modo como se evapora o etanol depende da estrutura do copo.

Tal como comunicou a CNN sobre este estudo, a cor vermelha detectada pela câmara olfactiva a evaporação de grandes concentrações de etanol em diferentes copos de vinho a 13º Celsius. Numa parte do estudo foram analisados três copos de vinho: um copo de vinho standard, um copo recto e um copo de Martini. A mesma quantidade de vinho foi servida nos três copos a 13º Celsius. As imagens revelaram que no bordo do copo se formava uma concentração de vapor em forma de aro, o que permite que se aprecie o vinho sem a interferência do cheiro do etanol.

Por outro lado, para além da forma de um copo, nas provas de vinho também se refere a importância da limpeza do copo. Se tem restos de detergente ou cheiro de plástico irá condicionar o sabor do vinho.

O paladar depende ainda da capacidade de volume e da abertura da forma do copo de vinho, que influencia a capacidade de potenciar mais ou menos aromas. Os especialistas afirmam que as provas de vinho dependem também de fatores subjectivos pessoais, da temperatura e das várias alterações que o vinho sofre em cada momento.

 TAGS:Giona Magnum Pie Negro 900mlGiona Magnum Pie Negro 900ml

Giona Magnum Pie Negro 900ml

 

Novo estudo revela mais benefícios do vinho tinto para o coração

Já existem diversos estudos comprovados que indicam que o vinho tinto é bom para o coração, mas agora surgiram novas evidências dos seus benefícios, e, desta vez fornecidas pelo Departamento de Ciências Biomédicas Comparadas de LSU, nos Estados Unidos. Aqui estão a desenvolver um novo stent que liberta antioxidantes do vinho tinto, lentamente ao longo do tempo, e que previne a coagulação do sangue e a inflamação.

Os responsáveis por este projecto explicam que, ao fornecer antioxidantes de vinho tinto durante a angioplastia convencional, é possível evitar uma excessiva acumulação de tecido e permitir que o vaso sanguíneo volte a estreitar à medida que cura.

Para além do stent, também estão a desenvolver um balão coberto pelos mesmos compostos para tratar bloqueios do fluxo sanguíneo em todo o corpo, relativamente à doença da artéria periférica.

Estes balões cobertos de fármacos são um produto relativamente novo e estão a ser desenvolvidos no intuito de ajudar os cardiologistas de intervenção a tratar as artérias dificilmente tratáveis através da angioplastia tradicional, e os tratamentos com endopróteses.

Tal como já foi referido, existem mais estudos que explicam as vantagens do vinho tinto na protecção do coração. Uma investigação publicada no JAMA Internal Medicine revela que o resveratrol não tinha relação com os índices de doenças cardíacas e com cancro. Também se demonstrou que as pessoas que bebem quantidades moderadas de álcool, independentemente do tipo de bebida, tendem a apresentar melhores resultados sanguíneos.

Por outro lado, um estudo recente publicado pelo Instituto Nacional de Investigação do Vinho na Austrália, indica que beber vinho com moderação reduz o risco de sofrer doenças cardíacas, já que as pessoas que bebem uma pequena quantidade regularmente (especialmente às refeições) têm 30% menos de probabilidades de sofrer doenças de coração.

 

 TAGS:Domaine de Chevalier 2010Domaine de Chevalier 2010

Domaine de Chevalier 2010

 

 

 TAGS:Pêra Manca 2011Pêra Manca 2011

Pêra Manca 2011

O vinho mais antigo do mundo: como é?

Os amantes do vinho não procuram apenas notícias para conhecer mais deste mundo, também se interessam pelas curiosidades. Por exemplo: soube-se há pouco tempo que o vinho mais antigo do mundo tem cerca de 8.000 anos. Parece ser que a primeira vinificação do mundo, encontrada nas escavações de Geórgia, data do período neolítico, por volta de 6000 a.C.

Os investigadores da Universidade de Toronto e do Museu Nacional de Georgia trabalharam a cerca de 50Km de Tbilisi, a capital georgiana, em dois sítios com vestígios do Neolítico: Gadachrili Gora e Shulaveris Gora. Foram encontrados restos de cerâmica utilizadas entre 6.000 e 4.500 a.C. Os responsáveis por esta investigação acreditam que estão perante o exemplo mais antigo da utilização da videira eurasiática, de crescimento espontâneo, na produção de vinho. Isto porque os jarros encontrados nas escavações foram submetidos a análise e no seu interior encontraram-se restos de ácido tartárico, o composto que permite identificar as uvas e o vinho.

As zonas da escavação, efectuada pela Universidade de Toronto e pela equipa do Museu Nacional da Geórgia, correspondem a duas aldeias datadas do Neolítico.

Os investigadores confirmam que a cerâmica era ideal para armazenar bebidas fermentadas e que foi criada durante o período do Neolítico. Esta equipa explicou também que beber e oferecer vinho era extremamente importante em muitos aspectos da vida da época, especialmente em actos religiosos e celebrações.

Para além de outras conclusões resultantes das análises dos achados, sabe-se agora que a Vitis vinifera abundava nestas regiões, que hoje em dia são grandes produtoras de vinho de alta qualidade, da Itália e do Sul de França.

 

 TAGS:Papa Figos 2015Papa Figos 2015

Papa Figos 2015

 

 

 TAGS:Piorro Reserva Grande 2009Piorro Reserva Grande 2009

Piorro Reserva Grande 2009

Restaurantes de Barcelona com vinhos ecológicos

Não há dúvida de que os vinhos ecológicos se impuseram em todo o tipo de bares. Ainda que se possa falar de diferentes denominações, quando nos referimos aos vinhos ecológicos falamos de um tipo de cultivo onde o limite de adição de sulforoso (dióxido de enxofre) é mais baixo e onde se exclui, o mais possível, a utilização de produtos químicos de síntese.

Hoje em dia,muitos restaurantes oferecem este tipo de vinhos, que têm cada vez mais procura. Aqui fica a nossa selecção de restaurantes com vinhos ecológicos em Barcelona, caso decida passar férias nesta cidade ou simplesmente esteja de passagem.

El Petit Celler
Mais do que um restaurante, o Petit Celler é uma verdadeira experiência para os sentidos. Dentro do mesmo espaço foi aberto o Tribut, um lugar onde pode provar (a copo) mais de 250 vinhos de grande qualidade. Há também um espaço dedicado ao vermute – La Vermutería – onde encontrará uma grande selecção desta bebida, tradicional em Espanha, com a vantagem de poder comprar as suas garrafas preferidas, também expostas para venda ao público. Em relaçõ a vinhos ecológicos, aquí pode encontrar uma boa representação.

La Dentellière
Situado no Bairro Gótico de Barcelona, o restaurante destaca-se pela qualidade dos seus produtos da zona (Km 0): ovos de Calaf, arroz do Delta do Ebro, e, evidentemente, uma excelente carta de vinhos com Denominação de Origem da Catalunha, apesar de também poder encontrar vinhos ecológicos de outras comunidades, como o Mureda, de DO Castilla La Mancha, branco e tinto.

Vistro49 Wine Bar e Cocktails – Ohla Barcelona
O hotel Ohla Barcelona possui vários espaços gastronómicos. Florian David, de ascendência francesa, foi escanção de Caelis durante mais de dois anos e é agora o responsável do Vistro49. Na sua vasta carta podem encontrar-se vinhos ecológicos de adegas pouco conhecidas com produções semelhantes a pequenas pérolas. Claro está que também conta com uma enorme lista de conhecidos vinhos e cavas.

La llavor del orígens (a semente das origens)
Conta com dois restaurantes Em dois interessantes bairros de Barcelona: o Bairro de Grácia e o Bairro do Born. Ambos aplicam a política de utilização de produtos da zona (Km 0). Na sua carta de vinhos pode encontrar alguns ecológicos, como o Bouquet d’Alella, com DO Alella, elaborado com a casta Pansa blanca, de Alella.

 

 TAGS:Fonseca Terra Prima ReservaFonseca Terra Prima Reserva

Fonseca Terra Prima Reserva

 

 

 TAGS:Quinta da Caldeirinha Syrah Bio 2013Quinta da Caldeirinha Syrah Bio 2013

Quinta da Caldeirinha Syrah Bio 2013

4 conselhos para ter uma vida saudável com vinho

De vez em quando voltam a aparecer novos estudos sobre os benefícios do vinho para a saúde, e pouco depois surge um outro estudo que enumera as doenças relacionadas com o consumo de vinho.

No lado dos benefícios de tomar um copo de vinho diariamente: redução do colesterol, tensão alta e diabetes, do outro lado: possível desenvolvimento de cancro e problemas de fígado. Perante esta perspectiva é natural que se pergunte se pode ter uma vida saudável bebendo vinho. A resposta é sim. O vinho contém substâncias que se sabe serem benéficas para a saúde, de modo que: é recomendável beber um copo de vinho por dia.

4 conselhos para uma vida saudável bebendo vinho

O consumo moderado de vinho não tem por que ser nocivo para a saúde, mais ainda, pode ser inclusive benéfico se for incluído num estilo de vida com hábitos saudáveis.

1 – Seguir uma dieta saudável e equilibrada: o hábito mais importante para manter um estilo de vida saudável. Frutas e vegetais com maior presença e sem esquecer a fibra. Existem muitos vinhos cuja harmonização é feita com saladas e guisados. A carne e o peixe são importantes na alimentação mas é necessário escolher peças magras e reduzir a ingestão de gorduras animais.
2 – Ter uma vida activa. O desporto deve ser praticado regularmente, já que também contribui para manter a saúde. Não é necessário que seja uma actividade intensiva e extenuante, mas sim que seja praticada com frequência.
3 – Redução de stress. Tão importante como a alimentação e o desporto é o facto de relaxar e evitar o stress. Uma boa forma de o fazer? Reunir-se com amigos de vez em quando, acompanhados de uma boa garrafa de vinho.
4 – Beber vinho responsavelmente. O vinho pode fazer parte de uma vida equilibrada e saudável, pode ser, inclusive, a desculpa perfeita para um encontro com amigos ou para uma boa refeição em boa companhia. A quantidade diária recomendada é de 125ml, e nunca com o estômago vazio.

De modo que parece que sim, que é possível ter uma vida saudável bebendo vinho. E já agora, contrariamente ao que se diz; vinho branco e vinho tinto possuem exactamente os mesmos benefícios para a saúde.

 

 TAGS:Carm cm 2011Carm cm 2011

Carm cm 2011

 

 

 TAGS:Principal Grande Reserva 2009Principal Grande Reserva 2009

Principal Grande Reserva 2009