4 cocktails baixos em calorias

Quer perder uns quilos sem ter que renunciar a uma saborosa bebida depois do trabalho? Não se preocupe, na Uvinum conhecemos bem este problema. Por isso lhe apresentamos 4 cocktails de baixo conteúdo calórico, para que possa gozar as noites com os seus amigos e, ao mesmo tempo, manter a linha.

1. Spritzer – A bebida nacional austríaca

O Spritzer, na Alemanha chamado Weinschorle, é provavelmente o long drink mais popular da Áustria, e pode ser saboreado em qualquer época do ano. A bebida é elaborada à base de vinho misturado com água mineral e decorado com uma rodela de limão. Normalmente utiliza-se um vinho branco bastante jovem, das castas Grüner Veltiner, Weißburgunder ou Chardonnay, e a proporção entre água e vinho deve ser de 1:1.

É uma bebida refrescante e tem apenas 58 calorias/100ml.

Também tem outra vantagem: a ressaca do dia seguinte desaparece devido à elevada quantidade de água. Saboreie esta bebida que já é um clássico austríaco!

2. Vodka Soda – Simples e baixa em calorias

Água + Vodka = Vodka Soda

Evidentemente que não é tão simples… também precisa de ser corretamente misturado. Primeiro enche-se um copo de cubos de gelo e juntam-se os ingredientes. Necessita de três partes de água com gás e uma parte de vodka. Por último, decore o copo com uma rodela de lima. Este cocktail tem apenas 22 calorias/100ml.

Tem dúvidas em relação à vodka? No nosso blog encontra uma selecção única.

3. Martini – Mexido ou batido?

Já todos conhecemos a bebida preferida de James Bond. Mas sabia que este cocktail pertence à categoria das bebidas alcoólicas baixas em calorias? O Cocktail Martini é uma bebida para tomar como aperitivo, e é feito com absinto francês e gin. Uma das suas variações mais conhecidas é o Dry Martini, elaborado com London Dry Gin e a menor quantidade possível de vermute. Nunca, de modo algum…se esqueça da azeitona que decora o copo.

Uma quantidade de 100ml de Martini Cocktail tem apenas 140 calorias! Agora já conhece o segredo da elegância de James Bond.

4. Mojito – Ouro verde de Cuba

Ao contrário de muitos cocktails cubanos, o mojito é uma alternativa baixa em calorias. Inventado em La Habana, é preparado com 5 ingredientes básicos: rum branco, açúcar (tradicionalmente sumo da cana-de-açúcar), sumo de limão, soda e hortelã. Mas talvez o seu ingrediente principal seja o rum.

E, evidentemente que os melhores runs estão disponíveis na Uvinum.

A água mineral desta bebida cubana permite-lhe ser um cocktail baixo em calorias. O ouro verde de Cuba tem apenas 71 calorias/100ml.

Como pode constatar, há uma selecção única de cocktails baixos em calorias. De modo que já não terá obstáculos na sua próxima festa.

Divirta-se, experimente e saboreie, e recorde: beba com moderação!

Onde nasceu o vinho?

A Rússia é o berço da vodka. México o da tequila. Cuba do rum. Escócia do whisky. Mas…então, e de onde vem o vinho? Que país terá a honra de ter criado o vinho? A sua atribuição é duvidosa e não isenta de política, já que o facto de ter descoberto tal pérola dos líquidos é uma bela medalha. No entanto, o aparecimento do vinho não é algo que possa ser isolado da história, pelo contrário; é indissociável do desenvolvimento histórico da agricultura e da gastronomia.

A história do vinho nasce no Neolítico

Tudo parece indicar que o vinho nasceu durante o Neolítico (na Idade da Pedra). Os primeiros vestígios daquilo que poderia ser vinho foram descobertos na Cordilheira de Zagros (a região hoje em dia ocupada pela Arménia, Geórgia e Irão), concretamente, na povoação neolítica de Hajji Firuz Tepe.

Foi neste núcleo de povoamento onde se encontrou pela primeira vez um recipiente datado de 5400 a.C. que continha ácido tartárico, a substância presente na casca da uva e, como tal, parece indicar que conteve vinho. Vinho este elaborado com a espécie Vitis vinifera sylvestris.

O aparecimento das rotas comerciais

Com o desenvolvimento e a passagem das sociedades nómadas a sociedades sedentárias, evoluiu o domínio das técnicas agrícolas, para além de surgirem novos ofícios e, com eles, o intercâmbio de mercadorias e a chegada do comércio. É precisamente através do comércio que se inicia a expansão do vinho da Europa Oriental até à Índia e à China.

O vinho no Antigo Egipto

Durante o reinado de Udimo, quinto Faraó da dinastia I do Egipto (entre 2914 a.C. e 2867 a.C.), realizaram-se representações pictóricas das vindimas do povo egípcio. No início, o vinho, que também poderia ser o resultado de sumo de romãs, era utilizado em cerimónias religiosas e chamava-se Shedeh. Apesar de ser algo exclusivo da Nobreza e da Igreja, durante os períodos festivos, os egípcios de baixa classe económica também tinham acesso ao vinho.

Em relação à conservação, o vinho era guardado em ânforas seladas. Algumas delas chegaram, inclusive, a fazer parte dos objectos fúnebres dos faraós, como no caso de Tutankamón, junto ao qual foram encontradas trinta grandes jarras de vinho. No antigo Egipto, o vinho também era utilizado para limpar os corpos, antes e depois de os esvaziar, durante o processo de mumificação.

Do Egipto à Grécia

Dada a proximidade geográfica de Creta, Egipto e Fenícia, em relação à península grega, acredita-se que o vinho chegou ao berço da civilização moderna passando pela famosa ilha do Mediterrâneo Oriental.

Por volta de 700 a.C. o vinho era uma bebida habitual e atingiu um nível de popularidade tão grande que, inclusive, lhe atribuíram um Deus: Dionísio.

Normalmente era bebido misturado com água, já que possuía uma elevada graduação alcoólica, e apenas se bebia em estado puro durante os rituais e as cerimónias religiosas. Foi a partir da cultura grega que o cultivo da vinha se expandiu a outros países mediterrâneos. É também da Grécia que chega a primeira documentação sobre o vinho: sob o título Os Trabalhos e os Dias, o poeta grego Hesíodo (séc. VIII a. C.) descreveu a colheita e prensa das uvas, o modo como se consumia misturado com água, e a sua conservação; em odres de pele de cabra.

O vinho no Império Romano

Por volta de 200 a.C. o vinho chegou à península de Itália, onde mesmo nas terras do Sul começaram a chamar-se Oenotria (“terra de uva”), dada a facilidade do seu cultivo. O Império Romano teve um papel fundamental na divulgação do vinho e na extensão do cultivo da uva na Europa, chegando a plantar vinha em latitudes como a da Normandia, Flandres e Países Bálticos. Foi uma verdadeira época de esplendor do vinho, à qual devemos agradecer, entre outras, a técnica de enxertar videira.

Os romanos também começaram a utilizar cubas de madeira para armazenar e transportar o vinho, um método proveniente do norte da Europa na armazenagem de outras bebidas.

Com o desaparecimento do Império Romano e durante a Idade Média, foi nos mosteiros que se deu seguimento ao cultivo da vinha para obter vinhos destinados à celebração das missas.

O vinho no Novo Mundo

A chegada da vide e do vinho àquilo a que chamamos Novo Mundo, ocorreu graças aos jesuítas e aos conquistadores. Como o fornecimento do vinho para os ofícios religiosos devia ser garantido, pouco a pouco, as castas foram sendo levadas e plantadas, um processo que se viu acelerado com os porta-enxertos. Em pouco menos de 100 anos, durante o séc. XVI, o vinho chegou ao México, Baixa Califórnia e depois ao Peru, Chile e Argentina.

Mais História e curiosidades sobre o vinho

No Blog da Uvinum adoramos escrever, aprender e divulgar informação sobre vinho. Se deseja continuar a ler artigos sobre a história e as curiosidades do vinho, aqui deixamos alguns links que certamente o/a vão interessar.

Tchim-tchim!

O melhor rum para um mojito

O mojito é uma das bebidas com mais sucesso e, sem dúvida, o mais famoso cocktail preparado com rum. No entanto, nem sequer os especialistas em cocktails entram em acordo em relação aos seus ingredientes: lima ou limão; açúcar branco ou amarelo; hortelã ou hortelã-pimenta; água com gás ou tónica…

E tudo isto sem contar com as novas variações do mojito: com morango, licor de café, chocolate, melancia… As combinações possíveis são quase infinitas, de modo que a pergunta é inevitável: como escolher o melhor rum para cada mojito?

Um rum para cada mojito

O primeiro ponto a ter em conta é a sensação que pretende com o seu mojito, prefere refrescante, mais doce, ácido, guloso, etc. Os ingredientes e os sabores marcam o tipo de mojito, e o rum deve funcionar como um fio condutor, já que é o ingrediente principal. Deixamos aqui as nossas sugestões de rum, de acordo com as preferências do seu cocktail:

  • Mojito amargo: É aquele em que predominam os aromas e os sabores dos ingredientes como a água tónica, a raspa de lima ou de limão, a angustura ou algo mais forte como a tequila. São os mojitos mais originais, porque não é a ideia clássica do mojito, mas esse toque amargo torna a combinação muito mais refrescante. Neste caso, se quer acentuar o sabor amargo, deve utilizar um rum branco, de aroma leve como o Bacardi. Tenha em conta que o rum é um dos destilados mais doces e, portanto, qualquer rum mais forte pode fazer com que se perca o sabor amargo.
  • Mojito guloso: O mojito no qual os sabores principais são doces, como o xarope ou os frutos vermelhos (do morango à romã), chocolate, maracujá, figos ou inclusive um pouco de cava doce. Estes são mojitos em que se usa um rum muito doce (pode chegar a ser excessivo), mas sim, é necessário um rum com muito corpo para não perder a consistência. Uma das melhores opções é o rum Barceló; profundo e repleto de sabores.
  • Mojito ácido: O mojito original é uma fantástica combinação do sabor amargo da água com gás (ou soda) e a acidez da lima ou limão. É fresco e saboroso. A soda pode ser substituída por água sem gás e pode adicionar ananás, toranja ou outras frutas tropicais de sabor ácido. Com este mojito entra bem um rum doce (que evita juntar açúcar), como um rum branco forte. O candidato ideal é o Bacardi Limão, especialmente pensado para este tipo de combinação.
  • Mojito com especiarias: Este tipo de mojito é muito apreciado em vários países, mesmo apesar da fama do rum das antigas colónias (actuais ou ex-colónias) inglesas ou francesas, como as Bermudas, a Martinica ou a Jamaica. Pode utilizar especiarias como: pimenta, zimbro, gengibre ou café, e em vez de hortelã, macerados com sumo de cítricos. Para estes casos, qualquer rum de Captain Morgan terá um excelente resultado e surpresa.

Rum branco ou rum dourado?

Talvez já o saiba, mas é sempre bom lembrar…Existem dois grandes tipos de rum: o rum dourado, envelhecido em barricas de carvalho, e o rum branco, filtrado por carvão.

O rum dourado, ao passar mais tempo em barrica torna-se mais suave ao paladar. Pelo contrário, a sua cor escurece à medida que envelhece em madeira. O rum branco possui um sabor mais forte, já que passa menos tempo em barril, havendo inclusive quem o comercialize logo após o processo de destilação.

História do mojito

Antes de chegar a tão diversa quantidade de mojitos, houve alguém que inventou a bebida…

O cocktail mais famoso do Verão foi criado no séc. XVI, época em que o corsário de origem uruguaia, Silvio Suárez Díaz, alentado pelo aborrecimento que pode provocar a solidão do alto mar, ofereceu à sua tripulação uma mistura que mais tarde seria baptizada como Draquecito pelo pirata Francis Draque. Esta bebida era feita com aguardente diluída num pouco de água, limão (para combater o escorbuto), ervas aromáticas como a hortelã e um pouco de açúcar para tornar o seu sabor mais suave e ajudar a digerir a mistura. Quando, um século mais tarde, se encontrou a fórmula da destilação do rum, este passou a substituir a aguardente, tendo como resultado o nosso maravilhoso e indispensável mojito.

Conselho extra

Estas são algumas das nossas sugestões, mas se aquilo que procura é o mojito tradicional, aqui ficam 2 runs para fazer mojitos de luxo! Tchim-tchim!

5 bons bares para beber vinho em Lisboa

Lisboa converteu-se em uma das cidades de visita obrigatória nos últimos tempos. A arte, a excelente gastronomia e as ruas repletas de vida são alguns dos principais pontos turísticos. Mas é preciso não esquecer que Portugal também é território de grandes vinhos. Por isso, deixamos um convite para conhecer alguns dos melhores bares de vinhos em Lisboa. Encontre o seu e tome nota para a sua próxima visita à capital!

Vestigius

Localizado numa antiga adega, o Vestigius é muito mais do que um bar de vinhos; oferece um vasto programa de actividades culturais para passar um bom bocado enquanto saboreamos bons vinhos e bons pratos de cozinha nacional e internacional.

O Vestigius fica na zona do Cais do Sodré e tem uma fabulosa esplanada com vista privilegiada sobre o Rio Tejo. O sítio ideal para conversar sobre ideias à volta de um bom vinho ou de um cocktail.

The Old Pharmacy Wine Bar

O que podem ter em comum uma farmácia e vinho? Há quem diga que em ambos se encontra alívio às dores… Neste caso, trata-se da Old Pharmacy Wine Bar, uma antiga farmácia convertida em bar de vinhos. Um sítio delicioso que oferece cerca de 200 referências de vinhos de origem portuguesa, e que pode acompanhar com uma selecção de queijos, presunto e outras iguarias adequadas. É um dos bares mais atraentes de Lisboa, onde pode mergulhar de cabeça no apaixonante mundo dos vinhos portugueses. Se por acaso a alma do visitante procura algo menos embriagante, o The Old Pharmacy Wine Bar também oferece um espaço para tomar café e chás.

Winebar do Castelo

Se é um verdadeiro amante do vinho, este é um dos bares de vinhos com visita obrigatória em Lisboa. O Winebar do Castelo situa-se numa das colinas da cidade, a do Castelo de S. Jorge, no centro histórico. A selecção de vinhos, bastante interessante, vai variando e há sempre lugar para os portos de colheita. O Winebar do Castelo também organiza provas dirigidas, uma ideia interessante para conhecer os vinhos portugueses mais a fundo, e oferece pratinhos de queijos e charcutaria para acompanhar os vinhos. Bastante recomendável!

By the Wine

É um dos bares de vinhos mais conhecidos da cidade, pois trata-se da loja-conceito de José Maria da Fonseca, uma das empresas de vinho mais conhecidas no país. No By the Wine pode encontrar todos os vinhos desta famosa adega, assim como uma variada oferta de tapas, incluindo presunto de Guijuelo. Em pleno coração de Lisboa, o By the Wine também cativa pela sua arquitectura interior. Uma excelente opção para comer, beber bons vinhos e gozar de um agradável ambiente.

Tasca do Chico

Nesta selecção de bares de vinhos em Lisboa, não podia faltar o fado. A Tasca do Chico, é uma taberna para beber vinho, comer qualquer coisa e, especialmente, ouvir fado. É um sítio com encanto, embora um pouco pequeno, onde o mais recomendável é beber um copo de vinho ou beber algo ao ritmo melancólico de uma música que, tal como o bom vinho, chega até à alma.

O que é o vinho vegano?

Estamos em 2018. A Geração Y, também conhecidos como Millennials, tem especial atenção a uma alimentação que respeite o Meio Ambiente. Aliás, o veganismo já não é apenas uma tendência exclusiva desta geração, é uma verdadeira maneira de estar na vida. O mercado vegano está em alta!

Calcula-se que na Inglaterra, Itália ou Estados Unidos cerca de 10 a 13% da população seja vegana ou vegetariana. Cada vez mais vinicultores reconhecem este sector do mercado e se especializam na elaboração de vinho vegano para satisfazer as novas gerações.

O vinho é um produto vegetal! Porém, porque não é vegano?

A Uvinum tem a resposta!

Os produtos de origem animal no vinho

Os vinhos veganos não são habituais, já que, na clarificação do vinho é necessário utilizar produtos de origem animal como a caseína, a gelatina ou a albumina. Estas substâncias são usadas para absorver e facilitar a precipitação das borras do vinho (as pequenas partículas provenientes da polpa ou da casca das uvas, e que podem deturpar a qualidade do vinho).

Por vezes, os clarificantes de origem animal ajudam a neutralizar o sabor de algumas variedades que, ao serem filtradas, deixam um forte sabor amargo. O excesso de taninos nas cascas é assim neutralizado, permitindo que o sabor do vinho se adeqúe mais ao nosso paladar.

No entanto, isto não é assim para as pessoas que seguem uma alimentação vegana.

Alternativas veganas na elaboração do vinho

Os enólogos da produção de vinhos veganos tornaram-se realmente criativos na procura de um produto vegetal que permita a clarificação do vinho. A solução é simples: as proteínas animais são substituídas por proteínas vegetais provenientes de cereais como o trigo ou de legumes como as ervilhas. As borras do vinho filtram-se com estas substâncias retirando-lhe o aspecto turvo.

Outra solução para a vinificação vegana é o solo mineral. A bentonite, por exemplo, contém cinzas vulcânicas que ajudam a clarificar o vinho O carvão activo, é utilizado para corrigir o sabor.

No caso do vinho vegano, a produção leva um pouco mais de tempo devido à necessidade de procedimentos complexos, porém, para obter clientes satisfeitos, o viticultor aceita um nível mais alto de complexidade.

Como reconhecer um vinho vegano?

Muito simples! Basta dar uma vista de olhos às garrafas. Existe uma etiqueta especial da União Vegetariana Europeia, que concede um selo de qualidade vegana aos alimentos da Europa. Quando vir esta etiqueta, tem a garantia de estar perante um vinho vegano.

A Uvinum recomenda-lhe alguns vinhos veganos para que possa saborear vinho sem produtos de origem animal.

Vinho sem desperdícios

Por vezes cometemos alguns erros ao beber vinho tinto. Tome nota:

Beber o vinho tinto a temperatura ambiente

Durante os meses mais quentes, o vinho tinto a temperatura ambiente pode torná-lo impossível de beber, mais ainda se a garrafa não foi guardada num local húmido. Quando temos sede e calor, o ideal é pôr o vinho no frigorífico (apenas por pouco tempo) ou deixar a garrafa arrefecer num balde com água fria. Deste modo mantém-se fresco sem chegar a gelar.

Os erros que cometemos ao beber vinho tinto no Verão

Demasiado frio directamente do frigorífico

É bom que esteja fresco, mas demasiado frio, o tinto perde o seu sabor e aroma. O excesso de frio estraga os vinhos, e por isso é completamente desaconselhado deixá-lo durante dias no frigorífico.

Encher demasiado o copo

Se enchermos completamente o copo, o vinho tinto aquece mais rapidamente. É preferível encher meio copo para não perder a qualidade do vinho.

Pegar no copo

É sempre melhor pegar no copo pelo pé para não aquecer o vinho através das mãos.

Guardar a garrafa a temperatura ambiente

Já especificamos que durante a época de calor as garrafas de vinho não devem estar a temperatura ambiente. Se não possui um local onde conservar as garrafas a baixa temperatura, é melhor guardá-las em pé e no frigorífico. Recorde que este vinho deve ser consumido rapidamente para não perder o sabor.

Como beber vinho tinto no Verão

A temperatura ideal

A Organização de Consumidores e Utilizadores, a OCU, recomenda 9 graus para o vinho tinto novo, 15ºC para os tintos envelhecidos e 17ºC, no máximo, para os reservas.

Pôr gelo no vinho

Se segue o nosso blog, já sabe perfeitamente que este é o maior dos erros. Os cubos de gelo no vinho libertam água que acaba por corromper o vinho. A única excepção, é a dos vinhos que foram elaborados para levar gelo.

Si conhece mais erros, partilhe-os connosco!

Vinho e fast food: combinação possível?

Quem disse que uma piza ou um cachorro-quente não podem ser combinados com um bom vinho? Exactamente! Não é necessariamente verdade que o vinho só acompanhe os grandes pratos; é possível harmonizar um número quase infinito de alimentos e preparações.

Quem o diz é Nicolás Boise, escanção do restaurante Mugaritz, numa recomendação feita ao jornal El País sobre a possibilidade de casar fast food e vinho.

Quais os vinhos que permitem esta união? Depende dos ingredientes, evidentemente. Em relação ao cachorro-quente, será escolhido de acordo com o tipo de salsicha, os molhos, a mostarda, e outros ingredientes.

O hot dog clássico (com mostarda e ketchup) é bastante recomendável ser acompanhado por vinhos brancos tipo Gewürztraminer. Se lhe adicionarmos cebola bem frita, então o rosé e os espumantes podem ser uma boa opção.

Vinho e Piza!!

A cerveja não é a única bebida que pode acompanhar uma piza; se vinho é aquilo que pretende, escolha um rosé ou um tinto jovem. Se a piza leva anchovas acompanhe com vinho branco para equilibrar os sabores, e se se trata de churrasco, um tinto encorpado como um Merlot, por exemplo, será uma boa opção.

As sobremesas de chocolate são o mais fácil, já que são boas aliadas de muitíssimos tipos de vinho. A verdade é que, hoje em dia, se efectuam muitas provas de vinho e chocolate, que potenciam os sabores. Recomendável? Vinhos tintos.

Para um prato com muitas especiarias, como o kebab por exemplo, a melhor combinação é com um vinho intenso com bastante paladar. Para os hambúrgueres, os tintos são os preferidos.

As tapas vão bem com brancos, espumantes, tintos…tudo depende dos ingredientes…

5 conselhos para harmonizar tapas e vinho

harmonizar tapas e vinho

Tomar tapas, um dos desportos favoritos dos nossos vizinhos espanhóis, já se tornou um hábito em Portugal. Bares e restaurantes enchem-se desses pequenos pratos, alguns deles bastante elaborados, para delicia de quem os procura. Porém, para muitos, talvez não seja tão claro saber qual o vinho que as deve acompanhar. Damos-lhe alguns conselhos para harmonizar tapas e vinho.

Vinhos brancos com peixe e tintos com carne; sim e não

Ainda que seja uma regra geral que sempre funciona quando optamos por tapas de peixe e vinho branco, a verdade é que nem sempre é assim. Quem diz que não se pode combinar chouriço com vinho branco ou croquetes de marisco com vinho tinto? Os gostos são muitos… Existem tintos novos e muito suaves que vale a pena conhecer e provar no Verão.

Tintos novos e envelhecidos

No caso das tapas de carne, há uma grande diversidade de *vinhos tintos* à escolha. E convém realçar que os tintos novos acompanham bem as carnes estufadas, enquanto que os tintos envelhecidos são os preferidos para unir às tapas de presunto e de enchidos.

O rosé é para o Verão

Mas também para o Inverno… Pouco a pouco vão-se ultrapassando os conceitos estabelecidos sobre tintos e brancos, estações do ano e harmonizações. Os vinhos rosé são frescos, vão bem com tapas de peixe um pouco gordurosos ou com massas.

Finos e manzanillas

São vinhos secos, brancos e envelhecidos, tradicionalmente bebidos em Espanha. Costumam ser bons companheiros das tapas e são especialmente usados no Sul. Tanto o fino como a manzanilla são tomados com fritos, pickles e azeitonas.

Brancos doces

Evidentemente que nem todos os brancos são iguais; mais ou menos secos, leves ou doces, todos podem ser combinados conforme o paladar. Os vinhos doces apetecem especialmente no Verão e devem ser bebidos bem frescos. Podem ser acompanhados por tábuas de queijos, ainda que os tintos também lhe disputem o lugar, sobretudo quando se trata de queijos intensos. Para os queijos mais leves, como o brie e o queijo azul recomenda-se os vinhos doces.

Truques para escolher vinhos naturais sem engano

vinhos naturais biodinâmicos

Escolher vinhos naturais biodinâmicos pode ser difícil. São conceitos recentes no nosso país, mas que em outros já são conhecidos há algum tempo. Trazemos-lhe alguns conselhos para facilitar a sua escolha de vinhos naturais.

Apostar por adegas que já levam tempo neste tipo de produção. Alguns produtores têm uma grande quantidade de vinhos completamente naturais. Para além de deliciosos, são fruto de anos de experiência, o que oferece mais garantia. O melhor de tudo é o seu sabor.

Visitar feiras de vinho natural e ecológico. Normalmente, aqui encontrará muitos entendedores que pode consultar sobre quais os vinhos para cada ocasião.
Comprar vinho em lojas especializadas. Também aqui, os responsáveis são os mais indicados para aconselhar.

Mais qualidade do que quantidade. Os vinhos naturais tendem a ser um pouco mais caros, como tal, pode optar por beber um pouco menos mas melhor.

Uvas autóctones. Uma das facetas importantes dos produtores naturais é que o seu trabalho preserva o nosso património vinícola; a prioridade das variedades de uvas autóctones sobre as variedades internacionais estandardizadas. O que significa que os vinhos orgânicos biodinâmicos e naturais tendem a proporcionar uma maior diversidade de sabores e constituem uma oportunidade única de provar vinhos elaborados com uvas autóctones. É bom recordar que este tipo de vinho sempre se elabora com a menor quantidade possível de conservantes.

Conhecer novos sabores e vinhos. Ao escolher vinhos naturais, sem dúvida que o factor determinante será o sabor, o que lhe permite conhecer de perto novos sabores, o que é uma vantagem quando procuramos este tipo de vinho.

Participar em provas. Sejam gratuitas ou não, as provas de vinhos naturais permitem conhecê-los e aprender, o que será de grande ajuda quando quiser escolher vinhos com estas características.

A forma do copo afecta (e muito) o sabor do vinho

Não é apenas uma questão estética. Entre todos os gadgets que fazem parte do mundo do vinho, o copo é um dos essenciais, já que afecta directamente o seu sabor. Os copos de vinho devem ser de qualidade e com uma forma específica, já que, este facto potencia o sabor da fruta e a acidez, assim como ajuda a equilibrar os vários sabores. Alguns estudos confirmam a importância do copo, como o estudo elaborado pelo Instituto de Biomateriais e Bioengenharia da Universidade Médica e Dental de Tokio, que indica que o modo como se evapora o etanol depende da estrutura do copo.

Tal como comunicou a CNN sobre este estudo, a cor vermelha detectada pela câmara olfactiva a evaporação de grandes concentrações de etanol em diferentes copos de vinho a 13º Celsius. Numa parte do estudo foram analisados três copos de vinho: um copo de vinho standard, um copo recto e um copo de Martini. A mesma quantidade de vinho foi servida nos três copos a 13º Celsius. As imagens revelaram que no bordo do copo se formava uma concentração de vapor em forma de aro, o que permite que se aprecie o vinho sem a interferência do cheiro do etanol.

Por outro lado, para além da forma de um copo, nas provas de vinho também se refere a importância da limpeza do copo. Se tem restos de detergente ou cheiro de plástico irá condicionar o sabor do vinho.

O paladar depende ainda da capacidade de volume e da abertura da forma do copo de vinho, que influencia a capacidade de potenciar mais ou menos aromas. Os especialistas afirmam que as provas de vinho dependem também de fatores subjectivos pessoais, da temperatura e das várias alterações que o vinho sofre em cada momento.

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